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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Germaine Greer descobre que activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X



quinta-feira, 13 de junho de 2013

A estratégia da Escola de Frankfurt


O que de mais importante se pode assimilar da forma de operação da Escola de Frankfurt é que eles desenvolveram tácticas que visavam a implementação da revolução comunista. Frustrados com o facto do marxismo - economicamente - não ter o que era preciso, eles - os teóricos da Escola de Frankfurt - adicionaram aspectos culturais.

Embora existam várias sub-técnicas, aquelas que têm um peso maior são:

1. Teoria Crítica.

Esta técnica consiste em rodear e atacar a civilização ocidental e todos os seus alicerces (igrejas, família, economia) de todos os ângulos. Este ataque não é baseado na lógica e na racionalidade e nem tem como alvo aqueles que são politicamente mais informados. (É por isso que é tão fácil encontrar contradição na "lógica" esquerdista) Este ataque tem como finalidade desmoralizar as massas de modo a que elas percam - também - a vontade e a força para resistir à imposição da vontade da elite esquerdista.

Este ataque consiste na ridicularização, no envergonhar, na vitimização, na personalização da vítimas, na colectivização da culpa, nos gatilhos emocionais, na contagem de "estórias", na infiltração de instituições de comunicação (órgãos de informação, universidades, cultura popular, "peritos" científicos), no pensamento de grupo aceitável e "não-aceitável", na mobilização de grupos de interesse, no suborno , na rejeição de responsabilidades (aborto), e na repetição ad nauseum.

Os ataques levados a cabo pela Teoria Crítica não se baseiam em queixas individuais válidas, mas sim na própria existência da Civilização Ocidental em si. Tudo aquilo que promove a superioridade da cultura Ocidental é, por defeito, algo que tem que ser destruído. Os marxistas culturais atacam (apenas e só) com o propósito de desacreditar todo o edifício cultural ocidental e acelerar assim a "revolução" (isto é, a instalação da ditadura esquerdista).

2. Politicamente Correcto.

O Politicamente Correcto foi criado como forma de expandir a guerra de classes económica para a guerra de classes cultural. Foi esta forma de pensar que gerou o conceito da Raça / Sexo / Classe, que expande o conceito marxista da estruturação das classes. Fazer o papel de vítima satisfaz a natureza humana de desejar o que não lhe pertence. Isto é feito suprimindo o discurso político que não se alinha com a esquerda militante chamando-o de "discurso de ódio", e classificando preferências políticas e gostos sexuais de "direitos".

Qualquer voz que não aceite esta nova reestruturação social é classificada de "racista", "sexista", "homofóbica", "machista", "nazi" e assim por diante.

A Teoria Crítica é a espada que ataca a civilização ocidental e o Politicamente Correcto é o escudo que protege os "grupos-vítima", dando-lhes assim livre acção. É por isto que uma activista feminista pode chamar os nomes mais terríveis aos homens, ao mesmo tempo que estes mesmos homens estão ideologicamente impedidos de dizer em público que existem diferenças psicológicas e biológicas entre os homens e as mulheres.

A Teoria Crítica e o Politicamente Correcto podem facilmente ser combinados. Por exemplo, os "direitos dos homossexuais" em nada estão relacionados com os verdadeiros propósitos e desejos dos homossexuais. O que se passa é que a Teoria Crítica classificou os valores morais Cristãos como fundamentos da Civilização Ocidental, e como tal, esses valores tinham que ser destruídos. O mesmo se passa com a família.

O activismo homossexual leva a cabo o propósito da Escola de Frankfurt de destruir a Civilização Ocidental, destruindo a família e o Cristianismo (alicerces da Civilização Ocidental). A ideia de atacar a família e o Cristianismo veio primeiro. Depois disso, os teóricos buscaram formas de o fazer, identificando o activismo homossexual (e a promoção do comportamento em si) como uma táctica.

Conseguem ver a manobra? Por exemplo, eis aqui a forma de atacar a família:
a) "O casamento é só um pedaço de papel!" - Não funcionou.
b) "O casamento é a violação institucionalizada!" - Não funcionou
c) "O casamento é  um direito humano que se centra no amor, e como tal, todas as pessoas deveriam ter o direito de casar!"

Espera lá! Mas o casamento não era só um "pedaço de papel" ou a "violação institucionalizada"?!

Esta é a forma como funciona o Marxismo Cultural/Politicamente Correcto. O movimento homossexual e o movimento feminista em nada estão relacionados com os propósitos dos homossexuais ou das mulheres; estes movimentos são formas (armas) através das quais o esquerdismo avança na sociedade sem que as vozes conservadoras possam resistir sem serem classificadas de "homofóbicas" e "machistas".

O mesmo se passa com as igrejas; encontrem "valores" que sejam opostos aos valores do Cristianismo, e transformem-nos em "direitos". Depois digam que os Cristãos são contra os "direitos humanos". Por isso é que actualmente temos activistas homossexuais que se assumem como "defensores dos direitos humanos" (como se ter uma preferência sexual pela pessoa do mesmo sexo fosse um "direito humano").

3 - Multiculturalismo

Depois da 1ª Guerra Mundial, os teóricos comunistas que erradamente esperavam uma "revolução do proletariado" e a união da classe operária por toda a Europa, ficaram horrorizados ao observarem que os operários de cada um dos países envolvidos no confronto bélico se uniram aos burgueses do mesmo país na luta contra os operários e burgueses de outros países. Isto fez com que os marxistas se apercebessem do poder do nacionalismo - e do patriotismo - numa cultura etnicamente e culturalmente homogénea (a situação da Europa do início do século 20).

Como forma de impedir que o nacionalismo volte a bloquear o avanço da revolução, os marxistas culturais promovem o multiculturalismo. Isto consiste literalmente em diluir a cultura Ocidental ao permitir que membros de uma ou mais culturas opostas existam e aumentem o seu número no Ocidente. (Já se tornou óbvio que o Multiculturalismo só é promovido da forma que é no Ocidente. Nos países islâmicos, asiáticos ou africanos, não existem manobras da ONU ou de outra grande organização internacional a promover a "diversidade" e a "coesão".)

A imigração, o relativismo moral e o revisionismo histórico têm como propósito enfraquecer a posição única da Civilização Ocidental e não ajudar essas outras culturas. Os esquerdistas não se importam com as prácticas islâmicas levadas a cabo pelos mesmos no Ocidente; eles apenas usam os muçulmanos como arma de ataque ao Ocidente (exactamente o mesmo que é feito com o activismo homossexual e o movimento feminista).

As civilizações precisam duma identidade coerente ou então elas perdem a força e deixam de existir. O enfraquecimento da identidade cultural do Ocidente Cristão é precisamente o propósito do Marxismo Cultural.

Conclusão:

O Marxismo Cultural é a táctica primária da esquerda militante. Todos os adversários políticos são catalogados de "racistas" quando são contra a imigração em massa, de  "homofóbicos" quando defendem que o casamento é entre um homem e uma mulher, ou de "misóginos" quando defendem que existem distinções fundamentais entre o homem e a mulher. Olhando para as acções dos esquerdistas segundo este prisma, fica mais fácil entender as suas motivações, e construir rotinas de refutação mais eficazes.

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