sexta-feira, 15 de julho de 2011

Militante ateu usa coador de spaghetti na cabeça em fotos oficiais

Foi legalmente permitido a um militante ateu austríaco usar um coador de massa spaghetti na cabeça na sua foto da carta de condução. O mesmo afirmou que o coador é o seu "chapéu religioso".

Niko Alm requereu a licença pela primeira vez há 3 anos atrás depois de lêr que chapéus eram permitidos desde que fossem por motivos confessionais. Como resposta a isto, o militante ateu disse que o coador é um requerimento da sua religião, o pastafarianismo.

As autoridades austríacas exigiram que ele obtivesse um certificado médico confirmando que ele estava "psicologicamente apto" para conduzir.

Origem da palhaçada.

Esta ideia veio à mente perturbada do sr Alm há 3 anos atrás como forma de vincar um ponto (embora de forma irónica). Um ateu confesso, Alm disse que pertencia à "igreja" do mostro spaghetti voador, uma fé cujos membros se identificam como "pastafarianos".

O site do grupo declara que "o único dogma permitido na igreja do mostro spaghetti voador é a rejeição dos dogmas".

Uma entrevista médica determinou que o auto-intitulado "pastafariano" estava apto para conduzir".

Fonte


Para quem não se lembra, a história do mostro spaghetti voador teve início com um ateu americano (Bobby Henderson) quando este enviou uma carta aos responsáveis pelo ensino em Kansas quando estes permitiram (na altura) que o ensino da teoria da evolução fosse feito de forma científica, isto é, ensinando os prós e os contras, e não de forma dogmática.

Como forma de resposta, este irritado militante ateu inventou o mostro voador como sátira.

Mas o monstro cresceu e pelos vistos já há convertidos na Áustria.

O ridículo da militância ateísta.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Governo australiano aterroriza crianças com o aquecimento global

Crianças australianas estão a ser aterrorizadas com lições escolares que "ensinam" que as alterações climáticas trarão "morte, prejuízo, e destruição" ao mundo se elas [as crianças] não tomarem medidas. Psicólogos e cientistas disseram que tais lições são alarmistas, geravam ansiedade desnecessária entre as crianças e punham em perigo a sua saúde mental.

Este cenário apocalíptico está a ser ensinado nas salas de aulas por toda a Austrália. Material produzido pelo governo da primeira-ministra Julia Gillard declara que as alterações climáticas produzirão "desastres devastadores".

A Drª Sue Stocklmayer do "Centre for the Public Awareness of Science" disse que a alteração climática havia sido apresentada como um "cenário apocalíptico sem forma de escape". A Drª Stocklmayer disse que, embora ela não seja céptica em relação às alterações climáticas, ela preocupa-se com o "tempo demasiado gasto a apresentar tais cenários, especialmente a pessoas tão novas".

As crianças sentem-se incrivelmente desanimadas e desamparadas perante tal informação negativa. . . . Colocar tudo isto perante as nossas crianças . . . . é uma das coisas mais apavorantes que nós lhes podemos fazer.
A psicóloga infantil Kimberley O’Brien afirmou também que a linguagem das alterações climáticas deveria ser "reduzida".
[Os educadores] deveriam-se restringir aos factos. . . . Eles tem que levar em conta que as crianças têm pesadelos.

Este é mais um exemplo que demonstra como os esquerdistas não tem problemas em usar instituições públicas para indoutrinar os filhos alheios em favor de teorias esquerdistas. É por isto que as escolas públicas são tão importantes para os esquerdistas uma vez que é lá que eles preparam a próxima geração de marxistas culturais.

A psicóloga diz ainda que "deveriam-se restringir aos factos". Mas isso seria contra-producente uma vez que os factos científicos não suportam a mitologia do aquecimento global antropogénico (ou "alterações climáticas"). Além disso, acho que todos nós já sabemos verdadeiro propósito da teoria do aquecimento global:

Casamento reduz pobreza infantil em dois terços

Se o que esta notícia diz é verdade, então todos aqueles que lutam para a redução da pobreza deveriam-se focar em promover famílias mais fortes e funcionais para assim lutarem de forma eficiente.

No entanto, como todos sabemos, os esquerdistas não estão interessados em reduzir a pobreza mas sim em ter o poder nas suas mãos, mesmo que para isso seja necessário lutar contra a mais importante estrutura social: o casamento (não confundir com o gaysamento).

Quem quer reduzir a pobreza, propõe medidas que solidifiquem o casamento. Se alguém propõe medidas que enfraquecem a estrutura familiar, então esse alguém não quer reduzir a pobreza.


WASHINGTON, EUA, 30 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Instituto de Pesquisa de Religião e Casamento (IPRC) do Conselho de Pesquisa da Família divulgou na sexta-feira um resumo do documento que mostra que o bem-estar econômico dos Estados Unidos tem forte relação com o casamento.
O documento, intitulado Casamento e Bem-Estar Econômico, mostra que casais casados estão em melhor situação econômica do que as pessoas em qualquer outra estrutura de família. O documento relata que só 5,8 por cento das famílias casadas estavam vivendo em pobreza em 2009.
“Essa pesquisa documenta claramente o motivo por que o casamento é uma parte importante e fundamental da sociedade”, comentou o Dr. Pat Fagan, diretor do IPRC. “Ter a segurança do casamento em que criar crianças é vital para se reduzir a dependência nos programas de assistência social do governo que custam pelo menos 112 bilhões de dólares anualmente aos cidadãos que trabalham e pagam impostos”.
A análise mostra que os homens casados tendem a ter históricos empregatícios mais estáveis e ganham, em média, quase 30 por cento a mais do que outros homens que não são casados. O casamento também influencia as mulheres e crianças de forma positiva. As mulheres casadas têm menos probabilidade de viverem vidas destituídas, e crianças de famílias casadas têm mobilidade econômica mais forte do que os adultos.
Fagan apontou para o custo imenso do divórcio na sociedade, notando: “Se o governo se comprometesse a reduzir a desintegração da família em apenas 1 por cento, os cidadãos que pagam impostos teriam uma economia aproximada de 1,1 bilhão de dólares por ano”.
“Entretanto, o melhor jeito de se reduzir o tamanho desses programas de assistência social é a nível individual, com relacionamentos ligados a compromissos e que estejam unidos por meio do matrimônio”, concluiu Fagan.
A análise completa da pesquisa pode ser baixada daqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Erin Pizzey: Fui Expulsa do Movimento Feminista Por Ser Contra a Violência

Durante o ano de 1970 eu era uma jovem dona de casa com um marido, duas crianças, dois cães e um gato. Vivíamos em Hammersmith, West London, e eu não via o meu marido muitas vezes porque ele trabalha para a televisão em todo o país. Eu estava sozinha e isolada e buscava algo mais que o tradicional dia a dia composto por cozinhar, limpar e actividades domésticas.

No princípio dos anos 70 um novo movimento para a mulheres - exigindo igualdade e direitos - começou a aparecer nos jornais diários. Entre as frases feitas, eu lia as palavras "solidariedade" e "suporte".

Eu acreditava de forma apaixonada que, não só as mulheres nunca mais se iriam encontrar isoladas umas das outras, como juntas poderiam mudar a sociedade para melhor.

Passados poucos dias, depois de ficar a saber a morada dum grupo em Chiswick, pus-me a caminho dum encontra do Movimento para a Libertação da Mulher (MLM).

Para poder fazer parte do grupo, pediram-me para pagar £3 e 10 xelins como propina. Pediram-me também para identificar as outras mulheres como "irmãs" e chamar os nossos encontros de "colectivos".

O meu fascínio com este novo movimento durou apenas alguns meses. Durante os enormes "colectivos", eu ouvi mulheres estridentes a pregar o ódio à família. Eles diziam que a família não era um lugar seguro para as mulheres e para as crianças.

(As evidências dizem exactamente o contrário: não há lugar mais seguro para a mulher que o vinculo do casamento)

Fiquei horrorizada com a sua virulência e as suas tendências violentas. Cheguei a um ponto onde me pus de pé e tentei trazer as líderes desta nova organização de volta à razão.

Acabei por ser expulsa do movimento. O meu crime foi o de ter avisado algumas das mulheres do departamento de Shaftesbury do MLM que, se elas persistissem com o plano para bombear Biba (uma loja de roupas em Kensington), eu chamaria a polícia.

Biba foi alvo de ataque bombista porque as mulheres do MLM pensavam que a loja era um empreendimento capitalista dedicado a sexualizar os corpos das mulheres.

Decidi que estava a perder o meu tempo a tentar influenciar o que, de acordo com o que eu poderia observar, era um movimento marxista dedicado a ficar com o dinheiro de mulheres crédulas como eu.



O problema do feminismo não é só que fica com o dinheiro das mulheres mais crédulas, mas também que prepara o caminho para que estas fiquem eternamente sem a sua alma. É uma ideologia demoníaca que deve ser forçosamente resistida.

Armas matam sozinhas

Isto vem directamente do nosso departamento "Eu Sei que Estou Doente Mas Não Quero Cura" ou ainda "Mas Eu Pensava Que Sem Deus Tudo Seria Um Mar de Rosas!"

O artigo exposto no Telegraph diz que desde o princípio do ano que um adolescente morre de cinco em cinco dias nas ruas britânicas devido a facadas mortais.

Os números oficiais de cada força policial revelam que 65 adolescentes encontraram morte violenta desde 1 de Janeiro, e que destes 65, dois terços foram esfaqueados até a morte.
Talvez o problema seja com a dominante cultura ateísta, pagã e islâmica presente entre os britânicos?

O facto de as facas estarem a fazer o mesmo trabalho que dantes era feito com armas de fogo deveria alertar as pessoas para o facto de que banir as armas não resolve o problema.

Aparentemente os britânicos não entenderam isso:

Em resposta a isto, a MET lançou a sua maior operação, visando facas, chamada de "Operation Blunt 2". Esta operação usa detectores de metal do mesmo tipo presente nos aeroportos, para além de operações de busca.

Desde que começou na Primavera, 150,000 pessoas já foram revistadas, 5,370 pesssoas já foram presas, e 3,242 facas foram apreendidas.

As duras medidas que estão a ser impostas juntamente com a elevada taxa de detectação e os milhões que estão a ser investidos nas iniciativas de prevenção de crimes usando facas, não pararam o aumento do número de assassínios: 17 no ano de 2006, 16 nos anos de 2005 e 2004, e 13 no ano de 2003.

No entanto. o último esforço reduziu significativamente a taxa de assassínios em Londres durante os últimos 3 meses.

Esta última estatística vai, sem dúvida, convencer as autoridades policiais e os os líderes políticos que a confiscação dos meios de assassínio vai, de alguma forma, impedir o motivo do assassínio.

Será que mais cedo ou mais tarde vamos começar a lêr sobre o aumento dos assassínios feitos com colheres de pau?

terça-feira, 12 de julho de 2011

“Pluralismo” como desculpa para promover o secularismo radical na Europa

Uma das coisas mais tristes que existe dentro das igrejas são os "idiotas úteis" - pessoas que se identificam como Cristãs mas que apoiam causas que contradizem o seu Cristianismo. Lembro-me uma vez de ver o Padre Milícias a defender a "multiculturalidade" ou o "multiculturalismo" como se isso fosse uma coisa boa.

Será que ele não sabe que quem defende tal ideologia auto-contraditória tem em vista APENAS E SÓ a destruição da cultura cristã? Se não é esse um dos mais propósitos do multiculturalismo, porque será que o mesmo só é promovido no ocidente, tradicionalmente o bastião do cristianismo mundial?

Onde estão os multiculturalistas do mundo islâmico, por exemplo? Porque é que os promotores do "pluralismo" no ocidente não levam a sua mensagem para o oriente (bem mais monolítico) e anunciam a sua "boa nova" por lá?

Não o fazem porque não há cultura cristão dominante por lá, portanto, não há necessidade.

Hilary White
ROMA, Itália, 5 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Diz-se que o infame Caso do Crucifixo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos é um exemplo do uso crescente da doutrina do “pluralismo” para suprimir as expressões públicas de convicções religiosas na Europa.
Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu de Direito e Justiça (CEDJ), uma organização de proteção aos direitos civis, disse para a revista católica italiana Il Consulente RE na semana passada que o caso é só um exemplo do problema.
Puppinck e o CEDJ estão também de olho nas tentativas do governo radicalmente secularista da Espanha de atacar os fundamentos cristãos desse país usando o “pluralismo”, notando o começo de um novo currículo cívico secularista nas escolas em que “não se permite” a objeção religiosa.
Ele disse que esse currículo está na mesma escola filosófica que motivou o recente incidente em que o governo espanhol multou uma rede de televisão em 100 mil euros por ousar (http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/07/rede-de-televisao-da-espanha-e-multada.html) criticar as paradas de orgulho gay.
“Sim, é a mesma mentalidade, que força os estudantes e não permite opiniões diferentes. O pluralismo, promovido como meio de descristianizar a cultura espanhola, exige que você aceite todas as condutas, mas exclui a possibilidade de juízos morais”.
O CEDJ trabalha em grande parte no Conselho da Europa e no Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) em Estrasburgo, e esteve profundamente envolvido no caso Lautsi versus Itália em que o TEDH decidiu que crucifixos fossem removidos das escolas públicas italianas, de forma contraditória, na base da liberdade religiosa.
Puppinck notou a ironia do tribunal “garantindo liberdade religiosa por meio da medida de impedir… o exercício da religião!” Ele disse que a decisão indica um dos dois maiores “desafios” que a sociedade ocidental enfrenta hoje: o islamismo militante e o secularismo.
Ele notou que 21 países, (http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10072303.html) quase metade dos 47 países membros do Conselho da Europa, têm protestado contra a decisão ou estão apoiando a Itália no recurso. O apoio desses países, disse ele, mostra que a iniciativa de “certos juízes de impor um modelo ocidental secular na Europa inteira foi golpeado por uma oposição sem precedente”.
Aliás, vinte e um países defenderam publicamente a legalidade da presença de Cristo na sociedade. Esse é o aspecto mais importante da situação”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10080509

domingo, 10 de julho de 2011

As mulheres fazem o trabalho mais difícil

A feminista Helen Fisher declara:
As mulheres são animais mais robustos porque elas têm a tarefa mais árdua da Terra: criar bebés pequenos e indefesos ao mesmo tempo que levam a cabo uma multiplicidade de tarefas.
Criar bebés pequenos é a tarefa mais árdua da Terra? Sim, claro.

É por isso que até as babuínas a executam. Na selva. E nuas!

Aliás, TODOS OS MAMÍFEROS executam a "tarefa mais árdua da Terra".

Usando esta "lógica" feminista, a Dr Helen vai sem dúvida dizer que a ovulação é um sinal de elevada inteligência, e pintar as unhas é marca de génio.

Mas é este tipo de "ciência marxista", politicamente correcta, que usurpa o lugar da verdadeira ciência e dá mau nome aos centros académicos. Isto é feito como forma de denegrir os homens ao mesmo tempo que reforça de forma fraudulenta as qualidades da mulher.

Segundo o feminismo, as fêmeas de todas as espécies eram, aparentemente, todas maravilhosas. Os machos apenas parasitavam nelas.

Este tem sido o tema recorrente, duma forma ou doutra, desde os anos 1970. Sem se saber bem como, foram descobertos defeitos novos no homem, e "encontradas" qualidades nunca antes dominantes entre as mulheres.

Curiosamente, as novas qualidades que as feministas atribuem às mulheres nada mais são que as qualidades que as mesmas removeram aos homens: força, independência, criatividade, capacidade de pensamento abstracto, etc.

Feminismo: Forte, inteligente e independente até as coisas se tornarem mais complicadas.

Felizmente os Espanhóis Eram Intolerantes

No dia 13 de Agosto de 1521, Hernando Cortez subverteu o império Asteca levando à rápida queda do culto a Huitzilopochtli - o mais importante deus do panteão asteca. Huitzilopochtli não só era o deus nacional dos astecas, como era também o deus da guerra. Ele exigia sangue humano como forma de adoração.

Em dias festivos, as vítimas teriam o seu coração arrancado, oferecido ao Sol (Huitzilopochtli era também o deus do Sol) e atirado ao fogo. O corpo seria atirado pelo templo abaixo, mais tarde esfolado, entalhado e comido. A pele seria posteriormente usada como camisa durante as festividades religiosas.

Os astecas acreditavam que sem sacrifícios humanos aos seus deuses, não só o mundo chegaria ao fim como também as suas plantações não produziriam o desejado. Esta crença criou uma enorme procura por sacrifícios humanos e manteve os astecas em guerras perpétuas com os seus vizinhos. Prisioneiros de guerra e criminosos eram constantemente necessários para os sacrifícios.

Portanto, a sua religião era uma religião bélica porque as suas crenças religiosas impeliam-nos para a guerra.

Felizmente para o mundo, Cortez e os espanhóis não eram tolerantes, multiculturalistas e relativistas morais. Se fossem, no nome da tolerância religiosa, os deuses astecas seriam venerados até hoje. Em vez disso, Cortez ordenou que os seus templos fossem convertidos em igrejas. Aqueles que resistiam aos novos senhores eram sentenciados com a pena comum do século 16: execução.

Se os deuses astecas ainda fossem venerados hoje como o eram no século 16, o que é que os multiculturalistas diriam? Provavelmente qualquer coisa como isto:

Tu até podes não concordar com o costume asteca de sacrifícios humanos e do uso de pele humana como casaco, mas nós não os podemos julgar. Lembra-te: o que parece mau para ti é bom para os outros.

Em vez disso, desfrutemos a rica tapeçaria humana de religiões e culturas distintas.

A propósito, se por acaso visitares Tenochtitlan (Cidade do México) nos dias das suas festividades, leva uma armadura. Não vais querer perder a tua pele carteira por lá.


Confissão de 39 produtores de TV: Sim, usamos as séries para avanço da esquerda

Fonte

Fonte: Religión en Libertad -Tradução: Graça Salgueiro
Em um livro-entrevista, os responsáveis pela indústria televisiva de Hollywood confessam, contra todo prognóstico, seu próprio sectarismo

Que a indústria da televisão é majoritariamente de esquerda e que utiliza as séries do prime time para favorecer a agenda da esquerda se poderia considerar até agora um segredo de polichinelo. Resulta algo demasiado evidente. Porém, nunca havia sido confessado de forma tão clara e maciça como até agora. Ben Shapiro, um jovem porém já bastante conhecido colunista judeu de 27 anos (com 17 anos bateu todos os recordes ao ter firma sindicalizada em vários meios de comunicação), entrevistou 39 pesos pesados do “todo Hollywood” e estes confiaram nele.

Vindo de Harvard...

Shapiro estudou Direito em Harvard e levou o boné da universidade em todas as suas entrevistas. “Sendo judeu e tendo estudado em Harvard, há 98,7% de possibilidades de ser de esquerda”, explica. Assim que seus interlocutores confiaram nele. E o caso é que tudo o que lhe disseram está transcrito em um livro, “Prime Time Propaganda”, e além disso em umas gravações que Shapiro já está difundindo através da Internet. A difusão vai ser máxima porque a obra será publicada por uma editora filial de Harper Collins.

E são explosivas porque vêm reconhecer que o mundo da televisão norte-americana (que produz séries que são consumidas no mundo todo) é controlado por pessoas que: um, excluem sistematicamente todo aquele que não seja “progressista”, e dois, vão fabricando produtos segundo as necessidades e objetivos da agenda progressista. Uma reportagem em The Hollywood Reporter recolhe alguns casos e algumas confissões.

Conservadores, esses “idiotas”

Marta Kauffman, co-criadora de Friends, explica que quando pôs na série a meia-irmã do líder conservador Newt Gingrich casando um par de lésbicas, foi “para f... a direita”. E ela reconhece que seleciona o staff da série para que sejam “majoritariamente progressistas”.

Susan Harris, criadora de duas séries míticas dos anos setenta (Enredo) e dos anos oitenta (As garotas de ouro), tão geniais no humor como dissolventes na mensagem moral, considera que os críticos de televisão conservadores são “idiotas” e têm “mentes medievais”. E diz numa frase: “Ao menos pusemos Barack Obama onde está”, onde o “pusemos” já diz tudo.

Larry Gelbart e Gene Reynolds admitem que encheram M.A.S.H. (a popular série sobre um médico militar no Vietnã) de mensagens pacifistas, e Vin di Bona, que encheu Mc Gyver de mensagens contra o direito de portar armas, uma velha batalha da esquerda norte-americana e das poucas onde não conseguiram triunfo total. Di Bona, ao ser perguntado se é verdade, como dizem os conservadores, que todo mundo em Hollywood é progressista, responde: “Creio que é exato e ademais, estou encantado que seja assim”.

Ou você é “um dos nossos”, ou...

Leonard Goldberg, produtor de Los Angeles, de Charlie ou Starsky e Hutch, afirma que a esquerda “é 100% dominante em Hollywood, e quem negar está negando a verdade”. E não é por acaso que seja assim, senão que responde a uma endogamia sectária. Shapiro pergunta a Goldberg se a política é uma barreira de entrada: “absolutamente”, responde. É, simplesmente, seu sítio. Fred Pierce, presidente da ABC nos anos oitenta, reconhece que quem é conservador tem pouco futuro na televisão. Quem não for de esquerda “não ascende, fica no subsolo”.

David Shore, criador de House, é ainda mais sincero: “Nesta cidade se assume que todo o mundo é de esquerda. Se alguém é de direita é visto com horror, e do que estou certo é de que isso não lhes ajuda”.
Aqui está o caso de Dwight Schultz, o intérprete de Murdock em A Equipe A, que se confessa admirador de Ronald Reagan. Perdeu um casting ao qual aspirava, por este simples argumento do produtor do show, Bruce Paltrow: “Aqui não vai haver um imbecil de Reagan!”.

Nichlolas Meher, produtor da película para televisão O dia depois, que em 1983 retratava o que seria o mundo após um holocausto nuclear, reconhece nas fitas que Shapiro tem, que fez esse filme para impedir a re-eleição de Reagan.

Manipular a juventude

Talvez a opinião que melhor resume tudo isso é a de Doug Herzog, presidente da MTV, que vê seu trabalho como o de alguém que tem “super-poderes” para influir sobre a juventude que é, em última instância, do que se trata: de utilizar o prime time para criar uma sociedade ao gosto do establishment progressista. Algo muito palpável sem mais do que ligar a televisão, mas... nunca ninguém havia conseguido reunir tantas confissões juntas sobre o mesmo.


Fonte: Religión en Libertad
Tradução: Graça Salgueiro

sábado, 9 de julho de 2011

Perito da comissão dos direitos humanos das Nações Unidas publica cartoon racista

Um grupo que monitoriza as acções das Nações Unidas apelou ao chefe dos direitos humanos da ONU para condenar a publicação duma caricatura racista e anti-semita por parte de Richard Falk, perito do Concílio dos Direitos Humanos da ONU em assuntos envolvendo a "Palestina".

Hillel Neuer, director executivo da UN Watch, enviou uma carta ao alto comissário para os direitos humanos dizendo:

Para que o sistema dos direitos humanos da ONU tenha credibilidade na luta contra o racismo, os seus representantes não podem ter permissão para incitar o ódio e a descriminação racial com impunidade.

Caracterizar os Judeus como cães e sedentos de sangue é algo com uma história sombria. . . . Apelamos ao sr Pillar para condenar este incitamento ao racismo por parte dum oficial dos direitos humanos, e exigimos que o sr Falk remova imediatamente a caricatura ofensiva e peça desculpas.


Eu iria mais longe: eu exigiria que ele fosse removido do cargo de perito mas não antes de tomar parte em "aulas de sensibilidade" em favor da cultura Judaica e viagens (pagas por ele) ao Yad Vashem para ver o que pessoas com a sua ideologia causaram.

Entretanto, o anti-semita Richard Falk "respondeu" ao incidente.

["Publiquei o cartoon, mas com a intenção de ilustrar a dualidade de critérios em relação à responsabilidade criminal no contexto das autorizações legais para a prisão de Qaddafi. Não descortinei conotações racistas, e certamente nenhuma implicação anti-semita, e uma vez que ofende as pessoas, removi o cartoon sem entender bem porquê"]

Esta palhaço homem não entende bem porquê das pessoas normais ficarem ofendidas com uma imagem que mostra um cão com vestimenta Judia devorando ossos e urinando sobre a mulher que simboliza a justiça. Atenção que ele não removeu a imagem porque ele a vê como ofensiva. Não; ele removeu-a porque OS OUTROS pensam que ela é ofensiva. Ele pelos vistos não vê nada de mal nela

Das duas uma: ou o homem é burro que nem uma porta, ou então está a mentir de forma descarada. Fico-me mais pela segundo opção embora não exclua a conclusão da primeira.

Este incidente demonstra de forma clara (e gráfica) de que lado é que as Nações Unidas estão no que toca ao fictício e auto-gerado "problema palestino".

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