domingo, 28 de setembro de 2014
"A minha filha esquerdista tem medo de passar por zonas predominantemente negras"
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
O que é o relativismo cultural?
O relativismo cultural é um conceito racista, escondido por trás dum nome bonito, que justifica dois conjuntos de valores, de direitos e de privilégios para o ser humano segundo um conceito arbitrário e subjectivo como a cultura. Dito de forma mais directa, segundo este conceito, devido ao local onde nasci eu devo desfrutar de menos direitos do que uma mulher nascida na Suécia, na Inglaterra ou na França. Eu sou obrigada a ficar contente com o meu estatuto de segunda classe porque eu nasci num pais que está sob o domínio islâmico, e devido ao governo misógino e reaccionário que se encontra no poder. Isto vai mais longe e a segunda geração também se orna vítima desta política racista. Também elas são vítimas de discriminação devido ao sítio de nascimento dos seus pais.
Os defensores do relativismo cultural afirmaram-nos repetidamente que temos que respeitar a nossa assim-chamada cultura, a nossa assim-chamada religião, e aceitar respeitosamente e em silêncio o destino que essas instituições determinaram para nós. É-nos dito que toda a brutalidade, toda a depravação, e toda a opressão fazem parte da nossa cultura - que nós nos devemos submeter à mais brutal forma de misoginia, apartheid sexual, às chicotadas e aos apedrejamentos, porque isso foi-nos ditado pela nossa cultural.
Eu pergunto-me sempre: o que é que eles [os relativistas culturais] pensam de nós? Será que estas pessoas pensam que nós pertencemos a uma nação de masoquistas? Será que eles pensa que nós gostamos de practicar a "nossa cultura" não de livre vontade mas sendo sujeitas ao aprisionamento, tortura, chicotadas, enforcamentos e apedrejamentos?
Se esta é a cultura das pessoas, que foi escolhida livremente e é practicada voluntariamente, será que vocês já se perguntaram do porquê existir uma sofisticada forma de opressão? Porque é que os estados islâmicos são ditaduras brutais impostas sobre as pessoas? Porque é que os grupos islâmicos recorrem ao terror com frequência - sendo até o seu único método de terrorismo?
Vocês já se questionaram do porquê as mulheres estarem vazias de direitos dentro das comunidades islâmicas? Porque é que elas são mantidas na linha através da ameaça da faca, do ácido, dos espancamentos e das matanças de honra? Aquelas que se atrevem a questionar esta regra e questionar a assim-chamada cultural são punidas pelos "bravos" homens da sua família. A maioria silenciosa sofre sozinha?
Estas são perguntas bastante simples mas válidas que têm que ser respondidas. Temos a obrigação moral de as responder.
O terror sempre foi a arma principal do islâo político. [ed: não existe "islão político" porque isso assume a existência do islão não-político. Todo o islão - o islão ortodoxo - é um movimento político mascarado de filosofia religiosa]. Esta força já cometeu crimes incontáveis tanto nos sítios onde se encontra no poder - como a República do Irão, os Mujahedin e os Talibãs no Afeganistão, no Sudão, e na Arábia Saudita - como também nos sítios onde encontra na oposição - como na Argélia, no Paquistão e no Egipto. Aterrorizar a população é a política e a estratégia do islão político para obter o poder.
O 11 de Setembro e as suas consequências colocaram o islão político e o terrorismo islâmico no centro da politica mundial. Na sua forma actual, o islão político, como uma força poderosa dentro do mainstream dos conflitos políticos do Médio Oriente, é um produto do Ocidente. Toda a gente sabe como é que Bin Laden e os Talibãs chegaram ao poder. e obtiveram influência política. Isto é um facto tão comum como o apedrejamento. Mas este terrorismo não se limitou àquela região; ela veio fazer uma visita ao Ocidente também.
As mulheres são as vítimas principais do islão político e dos grupos terroristas islâmicos. O apartheid sexual, o apedrejamento, o véu islâmico obrigatório e a remoção de todos os direitos das mulheres, são os frutos deste movimento reaccionário. O islão político tem que ser relegado para o seu lugar - para a margem das sociedades antes que ele tem vindo a destruir. O islão político tem também que ser subjugado dentro das comunidades islâmicas do Ocidente através da defesa dos princípios básicas da liberdade, igualdade, do respeito pelos direitos das mulheres na sua forma universal, pela defesa dos direitos das crianças e pelo secularismo.
Voltando para o tópico da cultural, tenho que ressalvar que esta não é a cultura das pessoas que vivem no Médio Oriente e nos assim-chamados países muçulmanos; esta é, na verdade, a cultura e a política que está a ser forçada às pessoas pelo Ocidente, liderado pelos EUA. A cultura dominante em qualquer sociedade é a cultura do sistema dominante.
Mas imaginemos, por alguns instantes, que este pressuposto é verdadeiro e que estas atrocidades fazem parte da cultura de certas pessoas. A minha pergunta é: será isso razão suficiente para voltarmos as nossas cabeças e ficarmos indiferentes ao que, para a nossa assim-chamada cultura, parece ser brutal, discriminatório e sexista? Será que a palavra "cultural" santifica qualquer forma de brutalidade, opressão, violência e discriminação?
Porque é que o conceito de "cultural" é tão santificado que ensombra qualquer sentido de justiça, emancipação, e direitos humanos? Estas questões têm também que ser respondidas. Todas as pessoas decentes, que amam a liberdade e com algum sentido de devoção à justiça e à equidade e à liberdade, têm que encontrar as respostas certas.
O nosso governo tem defendido valores progressistas, libertários e igualitários. Para nós, uma cultura que é opressora, que denigre as mulheres, que propõe a desigualdade, a violência, a misoginia, e que promove o apartheid sexual não tem qualquer tipo de santidade, não se encontra glorificada, e ela tem que mudar. Esta á a nossa resposta, e esta é a nossa luta. O secularismo é parte integrante desta cultural.
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Embora o texto esteja na sua esmagadora maioria correcto ao afirmar que o relativismo moral é um conceito racista, ele está errado ao afirmar que o islão político é produto das acções do Ocidente.
Para além disso, é tremendamente irónico que ela afirme defender a "liberdade" ao mesmo tempo que defende que a sua visão secularista seja imposta sobre os maometanos.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Tão jovem e tão racista
ATENÇÃO: O VÍDEO CONTÉM OBSCENIDADES E VULGARIDADES
domingo, 25 de setembro de 2011
Bill Gates - Racista
Isto só vem mostrar que inteligência e dinheiro não mudam o coração do homem. O segundo homem mais rico do mundo, Bill Gates, por exemplo, promove o racismo "aceitável": racismo contra o homem branco:
Bill Gates tornou as suas bolsas de estudo fora dos limites do jovens caucasianos (brancos). A "Gates Millennium Scholarship" é financiada por uma oferta de mil milhões de dólares que Gates fez em 1999. Esta bolsa explicitamente nega financiamento a estudantes brancos:Os brancos não precisam de submeter aplicação uma vez que tem a tonalidade errada sobre si. Mas do ponto de vista esquerdista, seria discriminação não excluir os caucasianos. Afinal, como todos nós "sabemos", tudo o que existe de mal no mundo é obra do homem branco cristão, ou do judeu."Os estudantes são aptos a consideração à bolsa de estudo GMS se forem: afro-americanos, índio-americanos, asiáticos, americanos provenientes das ilhas pacíficas ou Hispano-americanos."
Como sempre acontece, o racismo socialmente aceite é exclusivamente um produto da esquerda.
sábado, 9 de julho de 2011
Perito da comissão dos direitos humanos das Nações Unidas publica cartoon racista
Hillel Neuer, director executivo da UN Watch, enviou uma carta ao alto comissário para os direitos humanos dizendo:
Para que o sistema dos direitos humanos da ONU tenha credibilidade na luta contra o racismo, os seus representantes não podem ter permissão para incitar o ódio e a descriminação racial com impunidade.Caracterizar os Judeus como cães e sedentos de sangue é algo com uma história sombria. . . . Apelamos ao sr Pillar para condenar este incitamento ao racismo por parte dum oficial dos direitos humanos, e exigimos que o sr Falk remova imediatamente a caricatura ofensiva e peça desculpas.
Entretanto, o anti-semita Richard Falk "respondeu" ao incidente.
["Publiquei o cartoon, mas com a intenção de ilustrar a dualidade de critérios em relação à responsabilidade criminal no contexto das autorizações legais para a prisão de Qaddafi. Não descortinei conotações racistas, e certamente nenhuma implicação anti-semita, e uma vez que ofende as pessoas, removi o cartoon sem entender bem porquê"]
Esta palhaço homem não entende bem porquê das pessoas normais ficarem ofendidas com uma imagem que mostra um cão com vestimenta Judia devorando ossos e urinando sobre a mulher que simboliza a justiça. Atenção que ele não removeu a imagem porque ele a vê como ofensiva. Não; ele removeu-a porque OS OUTROS pensam que ela é ofensiva. Ele pelos vistos não vê nada de mal nela
Das duas uma: ou o homem é burro que nem uma porta, ou então está a mentir de forma descarada. Fico-me mais pela segundo opção embora não exclua a conclusão da primeira.
Este incidente demonstra de forma clara (e gráfica) de que lado é que as Nações Unidas estão no que toca ao fictício e auto-gerado "problema palestino".



