quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Porque é que as feministas atacam a família? (Conclusão)

Esta é a segunda parte deste artigo. A primeira parte pode ser lida aqui.

As Marxistas-Feministas começaram a acreditar que, tal como a família era um aspecto do capitalismo, o capitalismo não poderia ser destruído sem a destruição da família. Para os Marxistas ortodoxos, este argumento não faz sentido nenhum. 

Segundo os termos Marxistas, o modo de produção Capitalista é a  'base económica subjacente' da sociedade e a família faz parte da 'superestrutura ideológica'. A base económica determina a superestrutura ideológica.

Portanto, o argumento de que não se pode destruir o capitalismo sem destruir a família está invertido; para um Marxista, não se pode destuir a família sem destruir o capitalismo; se o capitalismo cria a família, então mal o capitalismo desapareça, a família desaparecerá. O inverso não se aplica. Sem dúvida que os Soviéticos entendiam isto, mas as feministas dos anos 70 não haviam lido Marx de forma correcta, ou eram intelectualmente corruptas.

Numa entrevista concedida a Betty Friedan, a feminista francesa Simone de Beauvoir afirmou em 1976 que "mulher alguma deveria ter autorização para ficar em casa e criar os filhos . . . . porque se tal opção existir, demasiadas mulheres a optarão."

Houve outras frases com a mesma mentalidade:

"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)

"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).

Resumindo, o ataque à família levado a cabo pela segunda vaga feminista foi um evento pós-pilula e baseado numa má leitura da teoria Marxista. Embora o Marxismo tenha sido eventualmente derrotado na esfera internacional, o ataque Marxista à família nunca foi discutido. Só agora é que alguns estão a articular os problemas.

Lésbicas tomam conta do movimento feminista

Ao se tentar localizar as origens da Guerra às Famílias, outro factor importante a levar em consideração é a ascensão do radical lobby gay. No início dos anos 70 ocorreu um coup d'etat dentro do movimento feminista americano e inglês.

A "Lavender Menace" era um grupo de feministas radicais lésbicas que havia sido formado para protestar a exclusão das lésbicas e dos assuntos lésbicos do movimento feminista. 

A frase "Lavender Menace" foi originalmente usada em 1969 por Betty Friedan, presidente da NOW [National Organization of Women], para descrever a ameaça que a associação com o lesbianismo era para a NOW e para o emergente movimento feminista. Friedan, e outras feministas heterossexuais, temiam que a associação provocaria danos na habilidade das feministas de levar a cabo alterações politicas sérias, e o esteriótipo de lésbicas "machonas" e "com ódio aos homens" seria uma forma fácil de rejeitar o movimento. (Referência)

No entanto, eventualmente o lobby lésbico venceu a guerra, e as lésbicas passaram a dominar a NOW e o movimento feminista. Como Rene Denfeld comenta no seu excelente livro  “The New Victorians”, “Isto é como se a NAACP [National Association for the Advancement of Coloured People] tomasse a decisão de  dar prioridade aos temas gay só porque alguns negros são gays”.

Foi decidido rapidamente que a heterossexualidade era um instrumento capitalista socialmente construído, e que a única mulher emancipada - a única "verdadeira feminista" - era a lésbica. Num artigo bastante revelador, My crime against the lesbian state, a actriz Jackie Clune descreve como se tornou lésbica na universidade:

Havia por esta altura um crescente número de estudantes da classe operária como eu que se envolviam na politica estudantil. Havia demonstrações semanais, comícios, e moções anti-governamentais aprovadas nas UGMs. Estavamos zangadas com o tipo de coisas que a srª Thatcher instigava ...  Ao mesmo que crescia a minha consciência política, desenvolvi um crescente interesse pela política feminista. Foi por esta altura que me deparei com um ensaio da Adrienne Rich com o título "Compulsory Heterosexuality And Lesbian Existence".

Nele, Rich postula que a maior parte das mulheres são capazes de tomar a decisão em favor do lesbianismo se elas conseguirem superar a sua homofobia internalizada - o "conjunto de forças" - que elas experimentam em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo. Ela alega que a hegemonia heterossexual é uma prisão subtil mas convincente da qual a maior parte das mulheres se pode libertar através da força de vontade.


Para mim, o lesbianismo parecia-me na altura uma extensão lógica do meu pensamento feminista, e uma forma radical de derrubar a prescrição capitalista para as mulheres. Tomar o passo seguinte foi relativamente fácil para mim:  o ano de 1988 testemunhou resistência feroz por parte da comunidade gay à "carta branca" que o governo concedeu às autoridades em torno da "promoção" do homossexualismo nas escolas e nas universidades.

O ensaio de Clune é um bom exemplo da tendência política que ensinava que tem que se ser homossexual para se ser um bom radical; não se pode ser heterossexual e ser-se ao mesmo tempo um bom Socialista ou uma boa Feminista. Os jovens foram instados a envolverem-se em relacionamentos homossexuais de modo a que pudessem demonstrar as suas credências esquerdistas. Hanif Kureishi, na sua novela "The Buddha of Suburbia", toca neste assunto numa cena onde um jovem actor indiano bissexual pede ao seu amigo Socialista que o beije para demonstrar o seu compromisso com a causa Socialista.

Esta forma de pensar eventualmente desenvolveu-se até ao ponto de se tentar demonizar por completo a heterossexualidade. Foi neste clima que as frases loucas como as que se seguem foram produzidas:

A relação heterossexual é a pura e formalizada expressão de desprezo pelos corpos femininos. -  Andrea Dworkin

Numa sociedade patriarcal, todo o sexo heterossexual é uma violação para as mulheres uma vez que elas, como grupo, não são suficientemente fortes para dar consentimento significativo.  -  Catharine MacKinnon,citada em "Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies."

A instituição do sexo heterossexual é anti-feminista. Ti-Grace Atkinson, Amazon Odyssey (p. 86).

[A violação] nada mais é que um processo consciente de intimidação através do qual todos os homens mantêm todas as mulheres num estado de medo. -
Susan Brownmiller, Against Our Will p.6.


Quando uma mulher atinge o orgasmo com um homem, elas apenas está a colaborar com o sistema patriarcal, eroticizando a sua opressão.
Sheila Jeffrys.

No seu ensaio, Feminism's Third Wave, Angela Fiori descreve e heterofobia endémica nas universidades americanas dos anos 90:

As campanhas universitárias dos anos 90 em torno das violações dos encontros românticos [inglês: "date-rape"] não foram motivadas por uma preocupação genuína pelo bem estar da mulher, mas sim como parte dos esforços que visavam deslegitimar a heterossexualidade junto de jovens e impressionáveis mulheres, demonizando os homens como violadores.

Daphne Patai e Christina Hoff Sommers descreveram como as feministas académicas, particularmente as dos "Estudos Femininos", criaram um ambiente análogo ao de uma seita religiosa:

Se a situação da aula é muito heteropatriarcal - uma classe com cerca de 50 ou 60 alunos onde poucos eram feministas - eu defino a minha função como uma de recrutamento. . . . . persuadindo os alunos que as mulheres vivem sob opressão." (Professors Joyce Trebilcot of Washington University, citada em "Who Stole Feminism")

A caça às bruxas dos anos 90 em torno dos rituais satânicos foram, de modo similar, outra tentativa de demonizar os homens, a família e a heterossexualidade, e dividir as existentes famílias felizes como forma de fomentar os divórcios e fomentar a indústria que "protege as crianças." Este foi talvez o ponto mais alto do movimento anti-família feminista de inspiração Marxista.

Essencialmente, estas foram as origens ideológicas da guerra contra as famílias e os pais. As consequências desta revolução social são cada vez mais claras. No seu excelente ensaio ‘Divorce as Revolution’, Steven Baskerville descreve as implicações políticas e económicas mais abrangentes desta situação:

Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais. A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ao remover o pai, o Estado cria outros problemas que ele mesmo tem que resolver: pobreza infantil, abuso sexual de crianças, crime juvenil, e outros problemas associados a crianças que crescem sem um pai. Desta forma, a maquinaria do divórcio é auto-perpetuadora e auto-expansora.

O divórcio involuntário é uma ferramenta maravilhosa que permite uma expansão infinita do poder governamental.


A crescente histeria em torno da "violência doméstica" parece ser largamente fomentada para atingir os mesmos propósitos. ‘Toda esta indústria da violência doméstica centra-se em retirar as crianças dos pais,’ escreve o colunista do Irish Times John Waters. ‘Depois de terem tirado os pais, eles vão tirar as mães.

Donna Laframboise do "National Post" do Canadá investiou os abrigos das mulheres vítimas de algum tipo de violência e concluiu que eles mais não são que ‘lojas de divórcio de uma só paragem’, cujo propósito não era proteger as mulheres mas promover o divórcio.

Estes abrigos, muitas vezes financiados pelo governo federal, emitem depoimentos contra os pais (sem chegar a vê-los) que são aceites pelos juízes como justificação para retirar os filhos; muitas vezes isto é feito sem evidências que confirmem as alegações.

Os pais são adicionalmente criminalizados através do fardo da pensão alimentícia, que são o combustível financeiro da maquinaria do divórcio, subscrevendo o divórcio unilateral e oferecendo a todos os envolvidos maiores incentivos para retirar as crianças da presença dos pais.

No Verão passado a revista Liberty publicou evidências documentais de que os "pais caloteiros" [inglês: ‘deadbeat dads’] são, em larga medida, uma criação dos funcionários públicos e agentes da lei tendo em vista o aumento de criminosos para processar.

Conclusão:

Unindo todos estes elementos num só, o que começou como uma ramificação do radicalismo da era Comunista, cresceu, e passada que está uma geração, ela é hoje uma indústria internacional multi-bilionária e misândrica, um monstro que existe apenas e só para destruir a família. É contra isto que lutamos.

Para a maior parte das mulheres (e homens) do mundo, a ideia de que elas estariam melhor sem as suas famílias parece um absurdo. O facto do movimento feminista se ter colado [à cultura] desta forma é uma peculiaridade da Historia. Se não tivesse sido a influência do Marxismo, e a emergência da agenda dos direitos dos homossexuais, isto não teria acontecido.

Estas ideias têm permissão para avançar sem receber críticas porque, como comentou Pizzey, tudo é feito em segredo. Não há verificação da realidade, o que resulta no facto do irrazoável rapidamente se tornar razoável. Se combinarmos isto com o desprezo arrogante pela democracia exibido por pessoas como  Beauvoir, temos presente um mecanismo que estabelece políticas dementes sobre aqueles que não as querem.

Só agora que os sintomas desta doença se tornaram publicamente visíveis na forma de crianças mortas é que nos endireitamos e começamos a reparar no que estava a acontecer.

Há já muito tempo que o movimento feminista merece um escrutínio. Como afirmou um juiz americano, "A luz do Sol é o melhor desinfectante".



terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mãe e filha criam site pornográfico

"Porque todas estas abominações fizeram os homens desta terra, que nela estavam antes de vós; e a terra foi contaminada." - Levítico 18:27

Uma mãe e uma filha inventaram uma nova forma de relação: criaram juntas um site de pornografia em que aparecem juntas e a polémica instalou-se no estado norte-americano Florida. Para evitar problemas legais, não trocam carícias, mas actuam em cenas em conjunto com um ou mais parceiros.

Conhecidas como as ‘Sexxxtons’, a mãe Jessica, de 56 anos, e a filha Monica, de 22, criaram um site de conteúdo sexual e lançaram recentemente um DVD. “Eu gosto de sexo e divirto-me com a minha mãe. Durante as cenas, só penso no dinheiro que vamos ganhar”, afirmou Monica, em entrevista ao jornal 'Huffington Post'.

Depois da família ter sido despejada de casa, há três anos, Monica decidiu ser bailarina e entrou na indústria pornográfica para pagar as despesas. 

A ideia de Jessica entrar também no mundo da pornografia partiu da filha.

Foi ideia minha. Deixei a escola no nono ano e achei que era uma boa oportunidade pra ganhar dinheiro”, afirmou a jovem, que perdeu a virgindade aos 12 anos.

Apesar de estarem juntas, mãe e filha não se podem tocar para evitar problemas legais. “Não temos nenhum problema em estar as duas com um homem. Podemos ter sexo com o mesmo homem, mas não podemos interagir as duas”, explicou Jessica. Para Monica não é tão simples: “Não é fácil. Os nossos lábios nunca tocam e isso é um problema quando estamos a filmar”.

Apesar de não violarem a lei, há muita controvérsia. Para o psiquiatra de Beverly Hills Carole Lieberman, este tipo de actividade pode ser comparado a ‘incesto emocional’. “Passa muitas fronteiras. Apesar de não haver sexo entre as duas, há prazer para uma ou para as duas e isso passa a linha das relações sexuais”.

Apesar de Jessica e Monica conseguirem ganhar muito dinheiro, o histórico da indústria pornográfica Bill Margold não acredita que tenham muito sucesso. “A indústria para adultos não é estúpida. Eles já têm problemas suficientes para estar a criar um incesto à frente das câmaras”, disse.


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Repetindo o que já falamos no passado: por algum motivo as sociedades mais bem sucedidas e prósperas da história da Humanidade exerciam um controle rigoroso sobre a sexualidade humana, especialmente sobre a sexualidade feminina

Isto era assim não porque a promiscuidade feminina seja moralmente mais grave que a masculina, mas sim porque os efeitos da promiscuidade feminina são socialmente mais destrutivos que os efeitos da também moralmente condenável promiscuidade masculina.

Quem colocou em marcha esta "nova sexualidade" sabia que a sociedade entraria em colapso, e foi precisamente tendo em vista esse colapso que essa "sexualidade" foi instalada. 

O que nós assistimos agora são 40/50/60 anos de "sexo livre" e terrorismo cultural, posto em práctica como arma de destruição social.  Quando mães começam a fazer filmes eróticos com as filhas, podemos ter a certeza que a guerra cultural está practicamente perdida e a cultura está moralmente muito longe daquela que gerou esta mesma civilização. Como diz Vox Day, a cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Uma coisa é certa: sem intervenção Divina o mal avança numa direcção; levando isso em conta, podemos prever que o que a notícia de cima reporta vai passar a ser "normal" num futuro muito próximo.

"Agora vem o fim sobre ti, porque enviarei sobre ti a Minha ira, e Te julgarei conforme os teus caminhos, e trarei sobre ti todas as tuas abominações. E não te poupará o Meu Olho, nem terei piedade de ti, mas porei sobre ti os teus caminhos, e as tuas abominações estarão no meio de ti: e sabereis que Eu sou o Senhor."
Ezequiel 7:3-4



domingo, 9 de dezembro de 2012

Alemanha do Leste vendeu doentes para testar medicamentos



Os porquinhos-da-índia involuntários ou foram submetidos a medicamentos não-testados, ou receberam placebos de modo a que os efeitos da nova droga pudessem ser comparados. Indústrias farmacêuticas do Ocidente pagaram centenas de milhares de marcos Alemães pelos pacientes - dinheiro esse que foi engolido pela periclitante economia da Alemanha do Leste.

O documentário Tests und Tote ("Tests and the Dead" = "Testes e os Mortos") exibido na Segunda-Feira à noite no canal estatal ARD, revelou a forma como as indústrias farmacêuticas, forçadas a levar a cabo testes extensivos logo após o escândalo da Talidomida que deixou milhares de pessoas deformadas, voltaram-se para o Leste, que estava desesperado por uma moeda forte.

Mas levando em conta a seriedade das alegações - e as potenciais exigências compensatórias - é pouco provável que as companhias farmacêuticas façam um mea culpa  e um pedido de desculpas, tal como fez a Ikea recentemente depois de se saber que usou presos politicos da Alemanha do Leste como mão-de-obra barata.

Segundo o Der Spiegel, um caso falado envolveu a história de Gerhard Lehrer, que foi admitido no hospital de Dresden em 1989 depois de ter tido um ataque do coração.

O médico presente deu-lhe cápsulas vermelhas-e-brancas e, segundo a viúva de Lehrer, ele [o médico] teceu largos elogios ao medicamento, afirmando que era "difícil obtê-los".

O estado de Lehrer não melhorou e o hospital rapidamente lhe disse para parar de tomar a droga e devolver o abastecimento que tinha recebido. Pouco antes de morrer, Lehrer disse à esposa para nunca se ver livre dos comprimidos, o que ela fez.

Placebo em vez de tratamento.

Depois de terem sido feitos testes nos medicamentos, apurou-se que Lehrer havia recebido placebos - cápsulas que não o ajudariam a superar a sua condição médica - e que um homem doente havia visto o seu tratamento negado, como parte dum estudo médico feito sem a sua aprovação.

Os jornalistas da ARD investigaram um número impresso na caixa dos falsos medicamentos de Lehrer e encontraram um ficheiro correspondente nos arquivos do Ministério da Saúde da Alemanha do Leste; aparentemente Lehrer havia tomado parte dum estudo em torno do Ramipril - droga para a tensão arterial desenvolvida pela Hoechst.

Uma combinação de dois desenvolvimentos ocorridos nos anos 80 serviram para criar as condições que levaram a Alemanha do Leste a vender os seus doentes às indústrias farmacêuticas do Ocidente, afirmou o Der Spiegel. Leis criadas na altura estavam a forçar as companhias farmacêuticas a levar a cabo estudos científicos adequados aos produtos antes deles receberem licença para serem vendidos - e os pacientes tinham que estar totalmente informados do risco dos mesmos. 

Ficheiros da polícia secreta mostram que as dificuldades económicas da Alemanha do Leste provocavam uma escassez de suprimentos médicos, levando a que os médicos se queixassem de forma cada vez mais vocal.

Comercializando os doentes

Um encontro secreto ocorrido em 1983 entre os membros do Comité Central da Alemanha do Leste, responsável pela saúde, colocou em marcha a venda de pacientes à companhias ocidentais, afirmou Christoph Friedrich, historiador farmacêutico da Universidade de Marburg. Alguns hospitais não só levariam a cabo os testes para os produtores Ocidentais, como seriam capazes de usar o dinheiro proveniente.

O entusiasmo em ambos os lados encontrava-se elevado: no ano de 1982 existiam 20 contractos, enquanto que em 1988 o número havia subido para 165.

Os testes secretos pararam em 1989 aquando do colapso da Alemanha do Leste. Milhões de marcos Alemães haviam sido ganhos à custa dos doentes e à custa daqueles que se encontravam às portas da morte, afirmou o programa da ARD.

Embora números exactos se tenham perdido juntamente com os antigos ficheiros, foram exibidos estudos individuais que renderem mais de 860,000 marcos Alemães.

Os jornalistas entraram em contacto com as companhias que sucederam a Hoechst e a Sandoz, que levaram a cabo os testes em pacientes involuntários da Alemanha do Leste.

O gigante francês Sanofi-Aventis, que inclui a antiga Hoechst, cooperou e permitiu acesso aos seus ficheiros, mas segundo os jornalistas,  nem as associações farmacêuticas nem os ministérios responsáveis disseram que foram capazes de encontrar alguém que tivesse alguma ideia dos estudos trans-fronteiriços.

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Capitalismo esquerdista, vazio da lei moral, é a pior coisa que pode existir - especialmente para os mais frágeis da sociedade. Sem dúvida que o esquerdista comum pode sempre voltar este argumento, e alegar que isto "nada tinha a ver com o comunismo", mas isso é pura racionalilzação conveniente.

Esta notícia revela também como os regimes comunistas foram, em larga medida, mantidos no lugar pelo grande capital do ocidente. Seria interessante saber quanto tempo durariam os regimes esquerdistas se não fosse o capitalismo ocidental.





Os ventos da mudança



Ainda me lembro um pouco da atmosfera social dos dias em que o feminismo se encontrava em ascenção - os anos 80 - e como qualquer pessoa que realmente importava se identificava como feminista. Até os homens. Se tu não eras pró-feminista, então eras um antiquado - um dinossauro primitivo. Só os desactualizados e quadradões não eram feministas.

Isso está a mudar.

Na semana passada Carla Bruni Sarkozy rejeitou o feminismo, afirmando "As pessoas da minha geração não precisam de ser feministas. Houve pioneiros que pavimentaram o caminho. Não sou de todo uma activista feminista." Uma enraivecida turba cibernética forçou Bruni a emitir um pedido de desculpas, mas tenho sérias dúvidas que isso tenha causado que ela gostasse mais de feministas do que gostava antes do incidente.

Mas Carla Bruni não foi a única que rejeitou a caracterização: Katy Perry rejeitou também o feminismo quando aceitou o Prémio "Billboard Woman of the Year" award (podem ver o seu discurso aqui) afirmando "Não sou uma feminista, mas acredito no poder das mulheres."

O que é que está a acontecer aqui? Sou de opinião que a resistência ao feminismo começou a ter um impacto real. Estas pessoas são celebridades e elas estão bem cientes da percepção pública. Estas mulheres não querem ser associadas a mulheres como Sandra Fluke e inseridas dentro da categoria de guerreira zangada das radfem.

Um ressentimento real e palpável dirigido às hipócritas ideólogas feministas começou a vir a tona, e aquelas pessoas que dependem dos fãs, que são na maior parte das vezes pessoas normais, começam a distanciar-se das feministas.

Esta é a forma como a estratégia que identifiquei no outro dia - lutar contra o feminismo sem esmurrar - funcionou. Se um certo número de pessoas - e não são precisas muitas - aumentar a intensidade da retórica contra o feminismo, as pessoas no geral começarão sentir que há algo de errado com o feminismo (que há).

Normalmente, este tipo de ataque demora alguns anos até dar frutos, mas mais cedo ou mais tarde, os frutos aparecem.


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sábado, 8 de dezembro de 2012

Lesbiana e o separatismo feminista


O London Feminist Film Festival serviu de montra para um filme centrado num movimento separatista lésbico dos anos 80 (onde esgotou em vários locais). Antes do filme ser exibido, e logo após uma breve introdução, a feminista Julia Long exigiu que todos os homens se retirassem das instalações, o que gerou um misto de raiva e aprovação entusiasta por parte do público..

Embora seja muito baixo ficar com dinheiro alheio e depois expulsar os pagantes desta forma, acho que os homens que pagaram para ver este filme receberam o que mereciam. Adicionalmente, este incidente demonstra como o feminismo - mesmo o tipo "separatista" - realmente funciona.

Do artigo:
Em relação ao filme em si, algumas vozes fizeram-se ouvir: as pessoas perguntaram como é que as mulheres conseguiram financiar as suas comunidades, o que inspirou Fougère a partilhar algumas histórias incríveis em torno da forma como construíram casas recorrendo às árvores em redor, ou como as mulheres foram divididas entre aquelas que ainda trabalhavam "lá fora, no mundo" mas que voltavam para as comunidades como suas casas.
Ela fez um comentário que pode inspirar uma discussão fascinante e formindável: “Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o banheiro funcional que tens em casa.”
Por outras palavras, foi um fracasso. Gostaria de ver as "casas" que as mulheres construíram com "as árvores em redor". Não sei porquê, mas duvido que tenham sido tão impressionantes como as que Dick Proenneke construiu sozinho no Alaska. Duvido também que Dick tenha roubado a alguma mulher como forma de financiar os seus esforços.

As feministas são mesmo desavergonhadas quando se trata de usar os homens. Elas roubam, enganam e usam as pessoas, ao mesmo tempo que chamam a isso de “empowerment.” [ed: power = poder] Porque é que a feminista Julia Long não disso logo de início que o filme era "só para mulheres"? Ora, porque ela queria o dinheiro dos homens. Mal eles haviam pago o bilhete, eles foram descartados, sendo mais tarde substituídos pelo próximo grupo de otários.

Claro, como feminista que é, o seu roubo foi racionalizado e a falsa propaganda, bem como o furto, passaram a ser outra coisa:
Este pequeno incidente, e as respostas ao mesmo, ensinam-nos lições importantes àcerca dos níveis de misoginia na nossa sociedade. É perfeitamente claro que aqueles que causaram problemas e "sabotaram" o festival são os mesmos que se queixaram e exigiram reembolso.
Sim, misóginos são aqueles que querem o seu dinheiro de volta. Típico.

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Este roubo em nome do feminismo encerra em si practicamente tudo o que há para saber sobre esse movimento misândrico, anti-vida e anti-mulher.

Primeiro, a noção de que é possível um "movimento de mulheres" criar uma sociedade funcional  totalmente independente dos homens é o sonho de qualquer lésbica, mas não funciona; é um mito. As mulheres precisam dos homens, tal como os homens precisam das mulheres: "E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele." (Génesis 2:18)

A evidência para a necessidade que as mulheres têm dos homens é o facto de ainda não existir uma comunidade 100% mantida exclusivamente pelo génio feminino. Se isso fosse possível, as feministas já teriam feito. Afinal, se as mulheres vivem sob "opressão" junto dos homens, chegando ao ponto de algumas feministas compararem a condição da mulher actual com a escravatura (algo que é verdadeiramente ofensivo para as etnias que já passaram por isso), nada mais lógico elas libertarem-se da "opressão", e desenvolver esforços para viver em áreas e zonas totalmente independentes da  influência masculina. Não acontece, e nem vai acontecer porque as mulheres dependem (e muito) dos homens.

E mesmo que tal comunidade venha a ser criada, não vai subsistir durante muito tempo: "Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o teu banheiro funcional que tens em casa."

Segundo, é verdadeiramente sintomático que este "movimento das mulheres" tenha sido liderado por lésbicas. Se as feministas não-lésbicas realmente querem fazer uma distinção entre o movimento em si a íntima ligação que este tem com essa "orientação sexual", talvez não seja má ideia começarem por diminuir a influência que as lésbicas têm dentro do feminismo.

Terceiro, uma vez que o movimento feminista aparentemente é controlado por lésbicas, não será isso um dos motivos que leva a que o feminismo vomite tanto ódio aos homens? Quanto melhor for a cooperação heterossexual, menos mulheres estarão disponíveis para o lesbianismo. Dentro do feminismo, o homem não só é "um opressor" mas é também um concorrente directo no acesso à intimidade feminina.

Quarto, o facto desta lésbica feminista ter usado o dinheiro dos homens ao mesmo tempo que impedia  os mesmos de usufruir do "filme" pelo qual já haviam pago, revela também o papel que o homem tem no feminismo.

Segundo o feminismo, os homens são a própria incarnação de Satanás,  excepto quando ele abre os cordões da bolsa para - entre outras coisas -  financiar "filmes" que ensinam as mulheres a odiar os homens.

Quinto, e talvez o mais sério: os homens que foram lesados pela feminista Julie Long, provavelmente saíram das salas de cinema com ódio às mulheres, e não especificamente às feministas. Como se viu no segundo ponto, homens a odiar as mulheres é precisamente o que as lésbicas que controlam o feminismo querem.

Elas aproveitam-se da credulidade de algumas mulheres para fazer número, mas avançam com uma agenda política e sexual que está em total desacordo com os desejos da maioria das mulheres (principalmente das mulheres casadas).  Quando, por fim, os homens reagem à discriminação, ao roubo e à injustiça, as lésbicas feministas dizem que isso é um ataque às mulheres ("misoginia") quando na verdade é uma crítica à atitude de algumas mulheres ideologicamente motivadas que se escondem no meio das mulheres.

Segundo estas lésbicas feministas, portanto, não é suposto os homens reagirem quando estão a ser vítimas das acções feministas, mas sim fechar a boca, abrir a bolsa e deixar as feministas fazer o que bem entenderem.
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Porque é que as feministas atacam a família?




A contemporânea guerra cultural e politica contra a família tem várias causas, sendo o feminismo a mais significante. As feministas da "Primeira Vaga" do início do século 20 não eram de todo contra a família. De facto, uma das suas exigências era a de que a lareira e a casa deveriam ser o domínio da mulher (Referencia). Foi só com a segunda vaga de feminismo - nos finais dos anos 60 - que o ataque feminista à família teve início.

Neil Lyndon, no seu livro de 1992 com o título  'No More Sex War', provavelmente foi o primeiro a rastrear as origens da segunda vaga do feminismo até à ideologia Marxista. Vale a pena lembrar o argumento de Lyndon.

Durante os anos 60 ocorreu uma vaga de assassinatos de elevada notoriedade: os Kennedys, Martin Luther King, Malcolm X, e assim por diante. Estes eventos, como ressalva Lyndon, cheiravam a corrupção e conspiração, mas o establishment político encolheu os ombros e não fez nada.

Aqueles que estavam preocupados aperceberam-se então que a Direita política não estava interessada; eles foram, para todos os efeitos, levados para a Esquerda em busca de soluções, e no contexto da Guerra Fria, a Esquerda politica significava o bloco Sino-Soviético. Como diz Lyndon, “Não tinhamos para onde ir senão para Leste”.

A Guerra Fria estava na sua força máxima e os jovens da classe média do mundo ocidental tornaram-se politicamente envolvidos em assuntos tais como a guerra do Vietname e os movimentos civis dos negros americanos. Existia um fosso geracional radical entre esta juventude e os seus progenitores, chegando até a um ponto de incompreensão mútua. Os jovens não encontraram nada na cultura política dos seus pais que lhes desse as respostas que eles buscavam. De facto, a cultura política dos seus pais era frequentemente identificada como a causa dos problemas.

As músicas populares da altura reflectiam estes sentimentos. A canção de David Bowie com o nome ‘Changes’  incluia frases como:

"Que desorganização! Vocês deixaram-nos mergulhados nela até ao pescoço" [“What a mess. You’ve left us up to our necks in it”]

 Havia um slogan popular nos lábios da juventude radical: não confiar em alguém com mais de 30 anos.

A geração jovem dos anos 60, que Lyndon identifica como a "Nova Esquerda", buscou inspiração na China e na União Soviética, adoptando o  Marxismo-Leninismo-Maoismo. O Marxismo tornar-se-ia na visão política de muitos dos jovens, incluindo as feministas, e Lyndon tenta identificar a forma como isto aconteceu.

De forma resumida, Karl Mark descreveu a sociedade em termos de luta entre classes económicas diferentes: os poderosos e "burgueses" donos das empresas, e as alienadas classes operárias do "proletariado". Marx declarou que "toda a história é a história da luta política". Devido a isto, ele viu a sociedade humana como uma caracterizada essencialmente pelo constante conflito entre grupos com interessses irreconciliáveis.

 A análise social de Marx foi enquadrada em termos de classes económicas, mas isto, alega Lyndon, foi adaptado pelo movimento dos Panteras Negras de modo a que ficasse enquadrado em termos raciais.

Em vez de termos uma sociedade onde ocorria uma luta de classes, os Panteras Negras olharam para o problema como uma luta entre raças. Isto, alega Lyndon, foi o ponto de partida da natureza fascista do pensamento da Nova Esquerda.

Por sua vez, este pensamento foi adoptado pelo movimento feminista da altura. A sociedade foi representada por elas em termos quasi-Marxistas como sendo uma luta histórica de sexo contra sexo, onde ao homem era conferido o papel do poderoso burguês e à mulher o papel do "proletariado" oprimido.

Portanto, Lyndon alega que as feministas dos finais dos anos 60 e inícios dos anos 70 foram fortemente influenciadas pelos direitos civis negros. Muitas historiadoras feministas concordariam. É interessante notar que John Lennon e Yoko Ono escreveram uma canção com o título ‘Woman is the nigger of the world’.

O slogan "O Pessoal é Político" é frequentemente associado ao feminismo, mas Lyndon alega que ele teve início junto dos Panteras Negras. Curiosamente, Jung Chang em Wild Swans atribui a expressão ao próprio Mao Tse Tung, de quem os Panteras Negras obtiveram a expressão, sendo mais tarde adoptada pelas feministas.

Esta mutação final da teoria Marxista para dentro da arena da política sexual foi a última grande modificação de paradigma na forma de pensar da Nova Esquerda. Consequentemente, esta é a herança ideológical que perdura até aos nossos dias.

Esta adopção por parte da teoria Marxista foi sem dúvida o motivo mais significativo por trás do ataque feminista à família.  É preciso levar em conta que por esta altura a pílula contraceptiva e o aborto seguro [sic] e legal encontravam-se disponíveis. Isto significava que pela primeira vez, as mulheres poderiam controlar a sua própria fertilidade. Antes disso, ter relações sexuais significava correr o risco de engravidar; desmantelar a família não era uma opção nessas circunstâncias. De certa forma, foi a pílula que tornou um ataque à família algo possível de se levar a cabo.

Marx, a família e a experiência soviética

De forma a entender o ataque feminista à família, é necessário entender o pensamento Marxista em torno do assunto. Marx, que viveu durante a revolução industrial, ficou impressionado com os feitos da produção mecânica. Ele olhava para as pessoas apenas como mais um componente dentro dum sistema de economia politica, e acreditava que, à nascença, o ser humano era um 'folha em branco' - o nosso pensamento era determinado pelo nosso ambiente e não por nada inerente. Ele via a família como um resquício de uma vida pastoral antiga, que não se enquadrava na idade das máquinas. Porque não industrializar também a produção de crianças?

Na década com início em 1840 Engels, colaborador de Marx, escreveu  'A origem da família, propriedade privada e do Estado' [The origins of the family, private property and the State]. Nele, Engels alega que o operário das fábricas serve os interesses do capital, e a sua esposa serve os interesses do operário. Tal como ele é um escravo da máquina da fábrica, ela é escrava dele. Ela é mal paga enquanto garante que o operário é capaz de trabalhar.  Ela tem também que gerar novos trabalhadores. Desta forma, ela serve os interesses do capitalismo.

Portanto, Engels caracteriza a família de uma forma desumana e altamente politicizada. Este livro tornou-se muito influente junto das feministas dos anos 60, e é, desde então, uma das razões principais por trás do ataque feminista à família.

A ideia da filhos industrializados foi levada até à sua conclusão lógica - e satirizada - no livro clássico de Aldous Huxley com o nome de "Brave New World".

Dominic Lawson, no seu ensaio "You can blame it all on Karl Marx" descreve como estas ideias foram tentadas - e abandonadas - pela União Soviética:

Nos primeiros anos da União Soviética houve uma genuína tentativa, melhor descrita por Ferdinand Mount no livro "The Subversive Family", de aplicar o pensamento Marxista à família. Lunacharski, o Comissário da Educação, declarou que "O nosso problema actual é acabar com a família é libertar a mulher do cuidado de crianças . . . . os termos "os meus pais", "os nossos filhos" gradualmente cairão em desuso."

Isto, alegou claimed Lunacharski, permitirá a transição para "a tal sociedade pública abrangente que substituirá a lareira doméstica, sim, essa unidade familiar que se distancia da sociedade. Um Comunista genuíno evitará tal emparelhamento matrimonial permanente e buscará satisfazer as suas necessidades através duma liberdade baseada em relacionamentos mútuos ... de modo a que seja impossível determinar quem é aparentado com quem. Isto é uma construção social."

As consequências desta política foram exactamente as mesmas que a "construção social" que observamos hoje em dia em algumas partes das nossas cidades: caos social, filhos abandonados, e um aumento rápido de doenças venéreas.

O Partido Comunista da União Soviética rapidamente começou a abandonar a visão familiar Marxista. Novas leis foram introduzidas que compeliam os cônjuges divorciados - e não o Estado - a contribuir para a sustento dos seus filhos. O divórcio foi dificultado e tornado mais dispendioso.

As feministas do início dos anos 70 estavam obviamente ignorantes das experiências soviéticas em torno da engenharia familiar - ou então escolheram ignorá-las. Erin Pizzey descreve a experiência de se juntar ao movimento feminista em 1971:

O meu primeiro encontro deixou-me cheia de dúvidas. O mesmo foi mantido num casa muito classe-média em Chiswick e eu olhei para os cartazes de Mao  nas paredes da sala de estar. Quando me perguntaram o porquê de eu estar ali, eu disse que o meu marido era um repórter televisivo e devido a isso raramente estava em casa; como tal eu sentia-me sozinha e isolada com os meus dois filhos.
O seu problema não é o seu isolamento mas o seu marido. Ele oprime-a e é um capitalista.
Eu ressalvei o facto dela também ter uma mensalidade da casa para pagar, e que longe de ser um "opressor", o meu marido tinha ficado em casa a tomar conta das crianças enquanto eu ia à reunião. O marido dela encontrava-se numa reunião sindical a organizar a fábrica "Brentford Biscuit", com a ajuda das suas qualificações em Ciência Política, como forma de preparar a revolução vindoura. 

O que a mulher não sabia é que eu era filha dum diplomata. Nasci na China e viajei o mundo inteiro com o meu pai. Também trabalhei para o Ministério das Relações Exteriores e estava bem ciente das atrocidades da Rússia e da China.

Depois, durante o chá, foi-nos assegurado que as mulheres eram um grupo minoritário. Eu ressalvei que as mulheres são 52% da população mundial. Foi-me dado o pequeno livro vermelho de Mao e uma cópia da revista SHREW magazine. Levei-a para casa e fiquei horrorizada com o ódio que a mesma vomitava contra os homens.

Pizzey foi eventualmente expulsa porque se recusou a condenar os homens e a família.

Através da leitura da literatura do Movimento das Mulheres, apercebi-me que aquelas milhares de mulheres a trabalhar em áreas educativas, bem como as jornalistas e as produtoras televisivas, encontravam-se determinadas em destruir a vida familiar inglesa. "Façam do pessoal algo político" era um dos seus estandartes. Como consequência disso, milhares de mulheres violentas e perturbadas atacaram as mulheres que se encontravam felizes no seu estilo de vida. Encontros secretos foram realizados (quase tudo era feito em segredo) e eu recebi uma carta . . . "você não deveria trabalhar no escritório ou frequentar algum dos colectivos."



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Diversidade na sinalização

Uma equipa de construção civil foi forçada a remover o seu sinal onde se lia "Homens a Trabalhar" depois do mesmo ter sido descrito de "sexista" e "não-inclusivo." Para além disso, os operários foram forçados a suspender o seu trabalho até que o sinal fosse removido.

Uma administradora da Universidade de Ohio queixou-se das palavras contidas no sinal junto da Sinclair Community College na baixa de Dayton. A funcionária queixou-se do sinal, e segundo a Fox News, sugeriu várias alternativas tais como "Zona de Construção."

Enquanto os construtores desenvolviam esforços para acomodar as exigências, o trabalho foi paralisado até que o sinal fosse retirado.

Com cerca de 30,000 estudantes, as instalações principais de Sinclair são algumas das maiores junto das universidades comunitárias da América do Norte. Uma declaração presente no site da instituição e centrada na diversidade, diz:
O conceito da diversidade na Sinclair Community College engloba a aceitação, inclusividade, compromisso, e respeito mútuo entre os estudantes, os funcionários, os administradores, e entre os membros da comunidade no geral.
Depois deste incidente, o director de informação pública da Sinclar, Adam Murka, declarou à Fox News que a faculdade tem um  "profundo compromisso com a diversidade" e que o "leva a sério."

Murka acrescentou:
Embora talvez não tenha sido necessária a suspensão dos trabalhos, estamos firmes no  nosso propósito de criar um ambiente inclusivo e não-discriminador.

Fonte




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ainda há esperança para a Inglaterra?


Terreno fértil para a evolução Darwiniana e para o ateísmo - e, mais recentemente, para a propagação do islão - há já algumas gerações que se reconhece que a Inglaterra perdeu a sua herança Cristã. No entanto, os resultados duma sondagem recente, publicada pela Oxford University, indicam que uma larga maioria encontra-se pronta para regressar às raízes Cristãs.

E qual é a percentagem de britânicos que defendem a crença de que o Cristianismo deve fazer um regresso? Uma sondagem da YouGov revela que quase dois terços (64%) dos 1,800 participantes no estudo acreditam que o Cristianismo deveria ser ensinado nas escolas uma vez que as crianças precisam de saber mais dessa confissão religiosa como forma de entenderem melhor a História Inglesa.

Para além disso, 57% dos inquiridos afirmou que aprender mais sobre o Cristianismo é essencial para os estudantes de modo a que eles tenham um melhor entendimento da cultura inglesa

Mas será que os ingleses acreditam que o Cristianismo deveria ser ensinado por outros motivos que não o conhecimento histórico e cultural? Apurou-se que uma pequena maioria, cerca de 51% dos sondados, acredita que o Cristianismo fornece uma bússola moral que ajuda as crianças a distinguir o certo do errado.

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Um segmento substancial dos entrevistados (43%) afirmou que um ênfase maior deveria ser colocado nos ensinamentos do Cristianismo no decorrer das aulas de ER (Educação Religiosa). Ao mesmo tempo, 37% dos participantes da sondagem afirmou estar preocupado com o facto dos professores de ER não serem capazes de ensinar o Cristianismo de modo eficiente uma vez que eles sabem tão pouco do mesmo.

O editor deste blogue afirma:

O que esta sondagem revela é que uma maioria dos ingleses acredita que aprender e entender o Cristianismo é essencial para entender a cultura Inglesa. Isto é uma forma de admitir que a cultura Inglesa foi largamente moldada pelo Cristianismo e ela não pode ser separada de Cristo. Remover o Cristianismo deixará os estudantes incapazes de compreender a sua própria história e, portanto, incapazes de amar o seu próprio país.

Outra item revelador é o facto da maioria admitir que sem o Cristianismo não há guia moral, isto é, a irreligiosidade conduz uma sociedade para o amoralismo. Não haverá entendimento concreto do certo e do errado divorciado do Cristianismo.

Os inquiridos estavam também preocupados com a inabilidade dos professores de ensinar de modo suficiente esta religião, o que significa que eles reconhecem a forma superficial a religião é apresentada.

Tudo isto é bom e se calhar há uma possibilidade dum avivamento da Grã-Bretanha - mas nós não devemos suster a respiração.

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E o que é a Inglaterra actual? (Fonte: Neo-Ateísmo Português)

O país onde um casal cristão, por ser cristão, não pode adoptar uma criança, e um par de homossexuais pode.

O país onde um casal cristão é punido se não disponibilizar um quarto e uma cama da sua casa de família, a qualquer par de homossexuais que lhes bata à porta.

O país onde usar um crucifixo é motivo para despedimento por justa causa.

O país onde o director da emissora pública de rádio e televisão admite que a estação ridiculariza os cristãos, por serem pacíficos, e respeita os muçulmanos, por serem violentos.

Bem-vindos à Inglaterra! Estado oficialmente cristão-anglicano, mas anticristão na prática.

É também o país de Richard Dawkins, o profeta ateu que, até hoje, ninguém ainda percebeu se será um incompetente lobo em pele de cordeiro, ou apenas um esquizofrénico.

Em alguns dias diz que o Cristianismo deve ser respeitado e é melhor do que o Islão, noutros confessa que ambiciona destruir o Cristianismo e apela à multidão de seguidores para ridicularizarem e não respeitarem as crenças dos cristãos.

Às vezes diz-se "cristão cultural" e teme que o Cristianismo possa dar lugar ao Islão. Mas não se conhecem discursos e palavras de Dawkins declaradas à frente de jornalistas, no meio da rua e em protesto contra o Islão, no mesmo tom que usou para dirigir insultos, calúnias e provocações aos católicos e ao Papa quando este visitou a Inglaterra.

Conclusão: O sistema judicial e o governo inglês que continuem empenhados em banir o Cristianismo do território. O Islão agradece e os homossexuais, depois do gayzismo anticristão ser descartado como a idiotice útil que já cumpriu o seu papel, saberão o que é a verdadeira "homofobia". 

Quanto aos ateus, não consta que o Islão lhes reserve tratamento melhor, mas não é de esperar que esses iluminados parem de atacar os cristãos. Em nome do "mundo livre". Leia-se: islâmico.
 
* * * * * * *

Mas há mais. Inglaterra é também o país onde:
. . . . .Ê muito mais.

Conclusão:

De qualquer da formas, mais cedo ou mais tarde a Inglaterra vai voltar a estar sob forte domínio religioso. Resta saber qual vai ser a religião. Analisando as taxas de natalidade, não é preciso ser o Profeta Daniel para fazer uma previsão acertada.



segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pode o uso da pílula acabar com um relacionamento?



Por Melinda Wenner

Durante este ano 2,25 milhões de americanos vão-se casar - e 1 milhão pedirão o divórcio. Será que as pílulas para o controle de natalidade são responsáveis por alguns destes divórcios? Estudos recentes sugerem que a pílula contraceptiva - que impede as mulheres de ovular enganando o corpo de modo a que este acredite que a mulher está grávida - pode afectar o tipo de homens que a mulher deseja.

Tudo gira em torno do cheiro. Escondido no odor do marido encontram-se pistas dos genes do seu complexo principal de histocompatibilidade (inglês: "major histocompatibility complex" - MHC), que desempenham um papel importante na vigilância do sistema imunológico.

Estudos demonstram que as fêmeas preferem odores de machos cujos genes MHC sejam distintos dos seus . . .; casais com genes MHC distintos são menos susceptíveis de pertencerem a um homem e uma mulher geneologicamente próximos, e com genes semelhantes, e como tal, os seus filhos nascerão com uma variedade MHC superior e - como consequência - com um sistema imunitário mais robusto.

No entanto, um estudo públicado em Agosto último na "Proceedings of the Royal Society B", sugere que as mulheres que estão a tomar a pílula atravessam uma modificação em relação aos homens que partilham genes MHC similares. As mulheres que tomaram parte do estudo, quando comparadas com as mesmas mulheres durante o período anterior ao início da ingestão da pílula, eram mais susceptíveis de classificar o cheiro dos homens geneticamente similares (através duma T-shirt que eles haviam usado durante duas noites) como agradável e desejável depois delas terem iniciado o consumo da pílula.

Embora ninguém saiba o porquê da pílula afectar a atracção, alguns cientistas acreditam que a gravidez - ou, neste caso, as modificações hormonais que imitam a gravidez - aproximam as mulheres de parentes mais dados a cuidar de crianças ("nurturing relatives").

As mulheres que começam ou param de tomar a pílula podem, portanto, ter problemas nos relacionamentos. Um estudo publicado no ano passado na   "Psychological Science" apurou que as mulheres que se encontravam emparelhadas com homens com genes MHC semelhantes estavam sexualmente menos satisfeitas e mais susceptíveis para trair os companheiros que as mulheres que estavam junto a homens com genes MHC distintos.

Portanto, uma mulher que esteja a tomar a pílula, por exemplo, pode começar a namorar um  homem com genes MHC similares, que, mais tarde, lhe pode deixar sexualmente menos satisfeita. Então, se ela pára de tomar a pílula durante o relacionamento, as alterações hormonais associadas irão atrair-lhe ainda mais para um homem com um MHC diferente.

"Estes genes do sistema imuntário podem ter um efeito poderoso na forma como os relacionamentos são cimentados", afirma Craig Roberts, psicólogo da Universidade de Liverpool. 



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