terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Inglaterra: mais de 40% dos casos de violência doméstica é dirigida aos homens


Contrariando a mentira feminista e governamental que visa colocar a mulher como a única vítima de violência doméstica, estudo levado a cabo pela organização pela defesa dos direitos dos homens "Parity" (Inglaterra) demonstrou que 2 em cada 5 vítimas de violência doméstica são homens.

Os homens que são atacados pelas parceiras não só são geralmente ignorados pela polícia, como muitas vezes vêem as agressoras a serem deixadas em liberdade. Para além disso, há comparativamente muito menos casas de refúgio para homens vítimas da violência feminina.

A análise aos dados estatísticos em torno da violência doméstica mostra que o número de homens atacados pelas mulheres ou namoradas é muito maior do que se pensava. A reportagem "Domestic Violence: The Male Perspective" declara:

A violência doméstica é essencialmente vista segundo o padrão mulher/homem agressor, mas as evidências demonstram que esta é uma imagem incorrecta.
Dados provenientes dos boletins estatísticos da Home Office e do "British Crime Survey" mostram que os homens são cerca de 40% das vítimas de violência doméstica em cada um dos anos entre 2004-2005 a 2008-2009.

Em 2006-07 os homens foram cerca de 43,4% das vítimas entre todos aqueles que sofreram abusos por parte dos parceiros no ano anterior. Os números subiram para 45%,5 em 2007-08 mas desceram para 37,7% em 2008-09.

Segundo o mesmo documento, números semelhantes ou ligeiramente superiores de homens foram sujeitos a força severa num incidente com a parceira. Em 2006-07 o número foi de 48,6%, em 2007-08 foi de 48,8% e em 2008-09 foi de 37,5%.

O boletim de 2008-09 declara:

Uma em cada 4 mulheres (28%) e 1 em cada 6 homens (16%) experimentou violência doméstica desde os seus 16 anos. Estes números são equivalentes aos estimados 4,5 milhões de mulheres vítimas de violência doméstica e aos estimados 2,6 milhões de homens vítimas de abuso doméstico.

6% das mulheres e 4% dos homens reportaram ter experimentado violência doméstica no ano anterior, equivalente ao milhão de mulheres vítimas de abuso, e 600,000 homens também vítimas de abuso,

Os activistas pelos direitos do homem (MRA) alegam que, não só os homens são tratados como "vítimas de segunda classe", como muitas forças policiais e concílios não os levam a sério.
As vítimas masculinas são quase invisíveis aos olhos de autoridades como a polícia . . . O seu sofrimento é largamente ignorado pelos órgãos de informação, pelas reportagens oficiais e pelos medidas governamentais. Isto pode ser visto no provisão pelas casas de refúgio: em Inglaterra e País de Gales há 7,500 casas de refúgio para mulheres e apenas 60 para os homens.
Os números oficiais subestimam o verdadeiro número de vítimas masculinas, afirma John Mays (Parity).
Culturalmente é difícil os homens trazerem a lume estes incidentes de modo a que as autoridades as notem. Os homens estão relutantes em dizer que foram vítimas de violência por parte de mulheres uma vez que isso é visto como fraqueza e algo pouco digno dum homem.
O número de mulheres condenadas por violência doméstica subiu de 1,575 em 2004-05 para 4,266 em 2008-09.

Alex Neill (parlamento escocês) afirma:

Tanto os homens como as mulheres podem ser vítimas e nós sabemos que o homens estão sob pressão imensa para manter a aparência de que tudo está bem.

Abuso doméstico contra os homens é tão repugnante como quando a vítima é uma mulher.

Aparentemente Alex Neill não sabe que os governos lucram muito mais (em poder e impostos) com a indústria da violência doméstica se esta se focar exclusivamente na mulher como vítima.

Mark Brooks da "Mankind Initiative", uma linha de ajuda para as vítimas, afirma:

É um escândalo que em 2010 as vítimas de violência doméstica não estejam a ser tratadas da mesma forma.

Rejeitamos a análise de género (inglês: "gendered") que muitos membros da elite governante ainda perseguem, nomeadamente, que o foco principal deve ser nas vítimas femininas.

Todas as vítimas deveriam ser vistas como indivíduos e ajudadas de igual modo.

Como dito em cima, isto nunca irá acontecer por vontade governamental (o governo é a entidade que financia o feminismo através da indústria da violência doméstica entre outras). Isto só mudará se os homens lançarem um ataque sem misericórdia a todas as ideologias feministas que promovem o ódio e a intolerância.

O feminismo é uma ideologia baseada no ódio, no poder e na ganância. Como tal, para o bem da sociedade, ele tem que ser combatido e destruído.

Fonte


domingo, 18 de dezembro de 2011

Mulher de 33 anos poupada da prisão porque confessou o crime... no tribunal.

Uma mãe de duas crianças que mentiu a um rapaz de 14 anos e disse ser uma enfermeira como forma de atrair o jovem para cenas de sexo através da internet, escapou da prisão.

Claire Marquis, 33 anos, 'conheceu' o adolescente através das redes de jogos da PlayStation e da Xbox e foi aí que o seduziu virtualmente.

O tribunal de Chelmsford Crown ficou a saber que, depois de ambos se terem conhecido, trocaram números de telefone e passaram a enviar imagens explícitas um ao outro. Marquis também encorajou o rapaz para levar a cabo actos sexuais online.

Foi dito ao tribunal que Marquis chegou a sugerir um encontro sexual num hotel mas o mesmo nunca chegou a ocorrer. As suas acções duraram cerca de 18 meses (ano e meio) e só vieram a lume quando o marido dela descobriu o que ela fazia, e informou a polícia e o jovem das mentiras dela.

Portanto, se ele não tivesse sido apanhada, provavelmente ainda continuaria com o caso.

Quando as mentiras da Marquis foram reveladas, o adolescente inocente já se tinha apaixonado por ela; quando este descobriu a verdade, ficou totalmente devastado.

Marquis - qualificada de "sinistra" pelo juiz - escapou da prisão ao confessar-se como culpada de 5 ofensas. Paralelamente, foi-lhe dada uma pena suspensa de 12 meses, uma ordem de intervenção, 200 horas de serviço comunitário e presença da lista dos infractores sexuais durante 10 anos.

Ela havia previamente admitido duas acusações de incitação de uma criança para cometer actos sexuais, duas acusações em torno incitar uma criança a observar actos sexuais e a posse de imagens indecentes de crianças (pornografia infantil).

O juiz Christopher Ball QC, disse:

As ofensas que você admitiu, que ocorreram durante um considerável período de tempo, possuem elementos que são sexuais e cruéis.

Você chegou conscientemente a este relacionamento através da internet com um jovem rapaz e conduziu-o a um caminho emocional que o deixou triste e angustiado.

Você é uma mulher madura, estava em controle e tinha o poder para parar a qualquer momento.

Foi um esquema sonhado de modo a dar-lhe um certo nível de excitação quando a sua vida se tornou monótona.

Muito mau, certo? De certeza que o juiz lhe vai dar uma pena ajustada!

Daí, talvez não.....

Mas você teve o bom senso de não interagir com ele directamente e teve o bom senso de se confessar como culpada.
Portanto, como ela não teve qualquer tipo de relacionamento físico com o jovem, e como confessou os vários crimes, então ela não merece ir para a prisão.

Viremos as coisas ao contrário e pensemos assim: um homem que alicia uma menina de 14 anos, enviando-lhe imagens sexuais, e pedindo que ela o envie o mesmo, merece ir para a cadeia?

Vocês sabem a resposta.

Este é o tipo de igualdade que as feministas tem em mente: tratamento preferencial sempre que possível e igualdade quando lhes convém.

. . . . .

Vejam também este texto do Doutrinador onde se fica a saber que é possível matar uma pessoa e não ir presa - desde que se seja uma mulher.

Isto é o que as feministas chamam de "Igualdade"



Mentiras feministas em torno da fertilidade da mulher

Susan Walsh fala duma mentira muito comum entre as feministas.

Apesar da educação sexual progressista (esquerdista) em muitas áreas do país, as mulheres adultas continuam seriamente mal-informadas quando se trata do estado dos seus ovários.

Durante uma história recentemente transmitida na NPR, uma mulher infértil na casa dos 40-e-poucos não entendia o porquê dela não engravidar. Segundo ela, ela fazia exercício com regularidade, fazia yoga e tinha até um "personal trainer". Para além disso, ela comia bem e era saudável. Ele nunca soube que os seus ovários gradualmente se tornavam menos produtivos apesar destas medidas.

Uma pesquisa recente trouxe a lume a forma como as mulheres subestimam o quanto a sua fertilidade cai com a idade. Elas pensavam que aos 30 anos de idade elas tinham 80% de hipóteses de engravidar. A realidade é que as probabilidades estão mais perto dos 30%. Elas também pensavam que uma mulher de 40 anos tinha cerca de 40% de hipótese de engravidar, quando as probabilidades estão abaixo dos 10%.

As mulheres ficam surpresas por saber isto e muitas ficam zangadas [com quem?]. Uma mulher disse o seguinte àcerca da sua luta de uma década para engravidar:

Sinto que isto é mais uma coisa que a mulher não controla. Dizem-nos coisas como "Oh, a tua fertilidade cai rapidamente quando te encontras na segunda metade dos anos 20".

Bem, se eu não tenho nenhum relacionamento e quero ter uma família, de que forma é que essa informação me vai ajudar?

Barbara Collura lidera o "National Infertility Association". Ela diz que a primeira coisa que as mulheres afirmam é "Porque é que ninguém me disse isto?"

Vamos ser honestos; as mulheres não querem saber que elas não podem ter tudo. Podemos ter um bom emprego, boas qualificações, não temos que nos preocupar com a educação de crianças porque isso é algo que virá mais tarde.

Só que quando isso não acontece, as mulheres ficam extremamente zangadas.

Então porque é que as mulheres não entendem a mensagem? Como é que mulheres com cursos superiores possuem um entendimento tão fraco dos seus próprios corpos?

Tens três tentativas para adivinhar. As primeiras duas não contam.

Há uma década atrás uma campanha da "American Society for Reproductive Medicine" gerou repercussões terríveis.

Anúncios publicitários em vários autocarros do país mostravam um biberão com a forma duma ampulheta em jeito de aviso às mulheres de que o seu tempo se estava a esgotar.

Mas os grupos de defesa dos direitos das mulheres qualificaram isso de "táctica de medo" que deixava as mulheres pressionadas e com sentimentos de culpa.

Bem, elas agora já não têm que se sentir pressionadas e com sentimentos de culpa. Em vez disso estão estéreis e deprimidas.

O prognóstico para o casamento é austero. Temos que tirar a cabeça da areia e falar a verdade em torno deste assunto. Já é demasiado tarde para as mulheres no final dos anos 30 ou na casa dos 40. Aquelas entre vocês que estão na casa dos 20 podem ter um marido e filhos, mas não podem ter tudo [como ensinaram as feministas].

A geração de feministas hoje na casa dos 40/50 mentiu-vos àcerca disso.

Vocês na casa dos 20 têm decisões difíceis para tomar. O que é mais importante: a carreira profissional ou uma família? Quando pensas numa pós-graduação, levas em consideração os custos e os benefícios, incluindo atrasar o casamento para quando estiveres na casa dos 30?

Estás disposta a encontrar o teu parceiro para toda a vida enquanto estás na casa dos 20, filtrando e rejeitando os homens que não são "material para marido"?

Não há respostas fáceis. O clima para o casamento está hostil. Se sabes que queres casar e ter uma família, tens que planear isso com cuidado. Maridos e bebés não caem das árvores.


A Susan Walsh não diz mas há aqui uma informação importante para os homens: se te queres casar e ter mais do que um filho saudável, é melhor não te casares com uma mulher com idade superior a 25 anos.

. . . . . . . .

O texto da Susan revela mais um aspecto terrível do feminismo: as mulheres são indoutrinadas em favor da crença que podem ter e ser tudo o que quiserem, só para descobrirem que isso é falso. Ninguém pode ter e ser tudo; todos nós temos que fazer escolhas de vida e viver com as consequências das mesmas.

Se uma mulher indoutrinada pelo feminismo se convence que tem 80% de hipóteses de ter filhos aos 35 anos, só para mais tarde descobrir que isso é uma mentira, ela tem que viver com as consequências da sua escolha. Não pode apontar o dedo a mais ninguém senão a si própria.

O mais trágico do feminismo é verificar raparigas na casa dos 20 anos a promover uma ideologia que as mulheres da casa dos 30/40 já sabem ser uma farsa.

Se não fosse a utilidade política do feminismo (maior poder e controlo para o governo), esta ideologia há muito que teria sido desmascara por aquilo que realmente é: um movimento politico que usa a psicologia feminina para avançar com o esquerdismo.


Coabitação e violência doméstica

A crescente taxa de violência entre casais nos EUA e na Europa tem sido amplamente creditada à recessão global, mas o problema tem outra dimensão que é frequentemente ignorada: a violência é mais provável entre casais em coabitação do que entre marido e mulher.

Estatísticas espanholas, que foram ressalvadas em anos recentes pelo "Family Policy Institute" Europeu (FPI), e recentemente reportadas pelo jornal espanhol ABC, indicam que apenas 11% dos casais espanhóis vivem em regime de coabitação (sem o vínculo do casamento), mas essas uniões são responsáveis por 58% dos crimes mais violentos entre casais. Para cada ordem judicial de protecção emitida para um casal casado, dez são emitidas para casais em coabitação.

A FPI reporta também que, de acordo com as estatísticas do governo espanhol, "para cada homicídio num casamento, 12 são produzidos" em duplas não-casadas. O aumento de tais homicídios em anos recentes é largamente explicado pela coabitação; homicídios aumentaram 45% entre coabitantes mas desceram 15% entre casados.

Resultados semelhantes foram observados em pesquisas estatísticas nos EUA e na Grã-Bretanha, afirma Ignacio Socías, blogando para o jornal espanhol El Razón.

Todos os estudos estatísticos oficiais do Departamento de Justiça dos EUA em torno da violência familiar, mostram que as mulheres que são casadas, incluindo aquelas que já passaram por uma separação ou por um divórcio, possuem menos de metade da possibilidade de sofrer [violência doméstica].

No Reino Unido, a pesquisa com o nome ‘The British Crime Survey’ indica que as mulheres casadas são as menos prováveis de sofrer violência doméstica.

Fonte

A Palavra de Deus diz-nos que "O ladrão não vem senão para roubar, a matar e a destruir: Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância."A vida em abundância que o Senhor Jesus prometeu a todos aqueles que vivem de acordo com o Seu plano (que inclui casamento antes de viverem juntos) está a ser roubada a todos aqueles (e aquelas) que se "juntam" para "vêr se são compatíveis".

A destruição da instituição do casamento (obrigado esquerdistas!) está a fragilizar a mulher de forma bem visível, exactamente o reverso do que seria de esperar se as feministas estivessem certas.

Segundo elas, o casamento "oprime" as mulheres, e os papéis femininos tradicionais (mãe, cuidadora do lar - o que não exclui emprego fora de casa) são "degradantes". Aparentemente, o casamento não só não é degradante como parece ser é uma das instituições que melhor protege e defende a mulher.

Os anti-Cristãos que lutam para a destruição do casamento deveriam levar em conta o que estes dados mostram, mas como eles não se importam com o que acontece com as mulheres (mas sim usam-nas para avançar com uma ideologia política), estes dados irão ser ignorados.


sábado, 17 de dezembro de 2011

Na Eslováquia, Partido Comunista pode ser dissolvido

Comunismo, Gulag, Perseguição ReligiosaConforme já divulgamos aqui, o parlamento eslovaco aprovou uma emenda ao Código Penal para punir quem negar ou justificar os crimes da ditadura comunista, com pena de prisão que varia de 6 meses a 3 anos de reclusão.

(Foto ao lado: campo de concentração para religiosos na então Checoslováquia durante o regime comunista)

O Partido Comunista local (KSS, sigla em eslovaco) - que recebeu apenas 0,83% dos votos nas eleições de 2010 - será investigado pela polícia por envolvimento histórico e por estar negando que tais crimes existiram. "Uma vez que não há culpa colectiva, não há crimes comunistas", afirma o website do partido.

O Procurador Geral da República poderá solicitar a dissolução do Partido Comunista se for provado o procedimento ilegal do KSS.

O jornal eslovaco SME (6/11/2011) considera que uma possível dissolução do Partido Comunista é improvável, uma vez que "a corte de Justiça ainda é dirigida por (ex) membros desse partido que organizou o Estado de terror".

Crimes do comunismo na Eslováquia:

- número de executados: 50;

- condenados por delitos políticos: 71.168;

- cumprimento total de sentenças: 83.615 anos;

- mortes na prisão após a processos políticos: 51;

- mortos durante a ocupação em agosto de 1968: 20; gravemente feridos: 38;

- presos em campos de trabalho forçado: 8.240;

- mortos nesses campos: 528;

- eslovacos enviados à URSS: 6.973;

- mortos na fronteira por armas de fogo: 26; cerca elétrica: 15; explosão de mina: 2;

- religiosos enviados para campos de concentração: 2.548;

- pessoas despejadas de suas casas: 2.000.

Justiça climática com o dinheiro alheio

Uma vez que a teoria climática de que as emissões de CO2 estão a causar um aquecimento global entrou em colapso, e uma vez que os satélites provam que a América do Norte e a Europa absorvem mais CO2 do que a quantidade que emitem, quem é que poderia ainda estar interessado em roubar enormes quantidades de dinheiro aos países ocidentais e transferi-los para os países africanos em nome da absurdamente grotesca "compensação climática"?

Aparentemente, dois grupos estão interessados nessa "compensação": os políticos africanos e os esquerdistas ocidentais. A CNN, órgão de informação esquerdista, emitiu uma entrevista com um banqueiro africano com o nome de Sim Tshabalala onde este revela gostar da ideia de ficar com dinheiro que não lhe pertence.

Faz todo o sentido,” disse Sim Tshabalala durante a sua entrevista.

A sustentabilidade é importante a longe prazo.
Negociadores de todo o mundo viajaram para Durban (de avião e, desde logo, emitindo enormes quantidades de CO2) para discutir as alterações climáticas e encontrar formas de reduzir as emissões de CO2.

Tshabalala disse que é "importante" que os governos tomem a liderança no que toca às políticas a seguir, e apelou aos homens de negócios que sigam o exemplo gerando parcerias com outros órgãos da sociedade.

Nós, os banqueiros, vamos seguir o caminho que as autoridades indicaram após o COP17. Estamos prontos a dar apoio.

COP17 é o nome ameaçador dado a conferência que reuniu burocratas inúteis de todo o mundo, onde se discutiram as melhores formas de roubar "transferir" verbas monetárias dos países ricos (especialmente dos EUA) para os países que os esquerdistas acham que devem receber "compensações climáticas" em nome do não-existente e cientificamente ridículo "aquecimento global antrópico" (AGA).

Pode ser que um dia destes os órgãos de informação esquerdistas busquem o ponto de vista dos contribuintes americanos e europeus.

. . . . .

É sempre revelador ver um esquerdista a ser "generoso" com o dinheiro alheio.

Tsabalalalalalalalala acha bem que os contribuintes europeus e americanos trabalhem para ele.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mulher que se divorciou do marido quando este foi injustamente preso tenta ficar com parte dos 4 milhões de dólares de compensação que este obteve

Homem que passou 25 anos preso por um crime que não cometeu está em perigo de perder os seus 4 milhões de dólares de compensação para a sua ex-mulher.

Steven Phillips, que foi liberto em 2008 quando cumpria prisão perpétua (e depois de testes de ADN demonstrarem que ele nunca poderia ter sido o culpado do crime), enfrenta uma batalha legal onde tenta manter o dinheiro que lhe foi dado pelo Estado devido à má decisão judicial.

Mas agora, a sua ex-mulher Traci Tucker, que se divorciou dele apenas 3 anos depois dele ter sido preso, iniciou um processo legal como forma de obter uma parte do dinheiro.

Ou seja, esta mulher tóxica viu-se livre do homem 3 anos depois dele ter sido preso (o que significa que ele foi um solteiro presidiário durante 22 anos), mas agora quer ficar com parte do dinheiro do homem que ela abandonou quando ele mais precisava dela. Fantástico.

Esta gananciosa diz que ele "deve-lhe" dinheiro que ela receberia de qualquer forma se eles tivessem divorciado de forma normal e tivessem que partilhar os bens. Mas Steven, de 51 anos, diz que ela tem vivido com outro homem há mais de 20 anos - ou seja, menos de 2 anos depois de pedir divórcio de Steven, ela já estava a viver com outro homem - e que ele nada tem a ver com ela.

O advogado de Steven, Tim McKenzie, descreveu a alegação da mulher como "ganhar a loteria 20 anos depois do divórcio". O advogado diz ainda:

O ponto fundamental aqui é que, quando as pessoas passam a ter dinheiro, toda a gente aparece do nada.
Philllips alega que, não só a sua ex-mulher raramente o visitou quando este estava preso, como as visitas pararam por completo depois de 3 anos de prisão. O casal divorciou-se em 1991.

Os advogados afirmam que Tucker, que tem um filho com o seu ex-marido, está a tentar fazer história ao tentar obter parte do dinheiro proveniente da prisão injusta.

O seu ex-marido, que consertava telhados, foi preso em 1982 devido a uma onda de crimes com a duração de dois dias que envolveu várias violações sexuais. Os investigadores descobriram mais tarde que o ADN encontrado pertencia a Sidney Alvin Goodyear. O mesmo, que morreu antes de Phillips ser liberto, levou a cabo outros ataques posteriormente.

Fonte

. . . . .

Há muitas palavras em português que são consideradas vulgares, chocantes e afins. Todas elas aparentam ser apropriadas para descrever a ganância desta mulher. Aparentemente não bastava ele ter que passar 25 anos por um crime que não cometeu; ele agora tem que lutar pelo SEU dinheiro com uma . . . .. "pessoa" que o abandonou mal ele foi encarcerado.

PIOR, não só ela o abandonou, como tem vivido com outro homem durante estes mais de 20 anos.

Escusado será dizer isto, mas de certeza que ela impediu o acesso do pai ao filho que ambos geraram. Isto é muito comum em mulheres indoutrinadas pelo feminismo: não só ficam com parte das posses do marido, como na eventualidade de existirem filhos, elas tentam que os mesmos não tenham qualquer tipo de relacionamento com o pai.

(Porque nada demonstra de forma conclusiva o amor que uma feminista tem pelos filhos do que impedir que estes tenham a presença paterna por perto. O dinheiro do ex-marido é suficientemente bom para pagar as contas, mas a presença do pai na vida dos filhos já não é bem vinda.)

Será que ela deve receber algo só porque gerou o filho do homem? Não sei, mas acho que não. Se sim, não deve ser o homem a pagar mas sim a entidade que pôs o inocente na prisão (o Estado). Se ela tem queixas, que as leve ao Estado.

Claro que ela não fará nada disso porque ela sabe que tem mais probabilidades de sucesso nos tribunais-ao-serviço-do-feminismo.

Esta mulher só tem coragem para levar a cabo este tipo de acção porque a sociedade, em si, não a condena. Em tempos idos, este tipo de gesto seria tratado da forma que merece: com repúdio e condenação geral.

Hoje, graças à estupidez feminista, as pessoas olham para isto, e acham "normal". O feminismo tornou a ganância feminina em algo normal e, pasme-se, esperado.

É precisamente por coisas como esta que é absolutamente imperioso levantar oposição forte e organizada contra o feminismo em particular - o esquerdismo no geral.

Steven Phillips: Estado roubou-lhe a vida; feminista tenta roubar-lhe o dinheiro.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Será que os homens querem que as mulheres voltem para a cozinha?

Com relativa frequência os MRA ("Men's Rights Activists") enfrentam comentários feministas que alegam que os homens querem:
  • 1) Voltar a colocar a mulher numa "caixa"
  • 2) Mandar as mulheres de volta para a cozinha
  • 3) Recuar o tempo 100 anos
  • 4) Retirar os direitos conquistados com muito esforço
  • etc.

Será que os homens querem que as mulheres voltem para a cozinha?

Esta pergunta está, obviamente, mal feita. As verdadeiras perguntas são:
  • Será que as mulheres têm a liberdade suficiente para ficar em casa a cuidar dos filhos?
Em relação às perguntas listadas em cima, 1) não, 2) não, 3) não, e 4) não. Nós não queremos obrigar as mulheres a fazer algo que não seja da sua vontade. Não conheço nenhum MRA que queira algo semelhante.

Dado isto, donde vêm esta alegação?

Antes de mais convém dizer que, não só as mulheres nunca estiveram numa "caixa", como nunca estiveram numa situação mais restritiva do que os homens. A única razão pela qual nós olhamos para a História e vemos mulheres em "caixas" ou sob "opressão" ou negadas isto ou aquilo, é porque escolhemos não ver o tratamento igual - e muitas vezes muito mais restritivo - a que os homens foram sujeitos.

Isto pode ser chamado de centrismo feminino e é uma maldição que aflige a sociedade actual.

Socorro! Um homem está a pagar todas as minhas contas!

Segundo, porque razão os homens desejariam um regresso geral a uma situação - por sinal, ainda prevalecente - onde os homens trabalham e as mulheres ficam em casa e viver de graça ?

Muitas feministas podem descrever essa situação como "opressiva", restritiva e controladora para as mulheres mas a realidade é auto-evidente. Ele trabalha, ela gasta o seu dinheiro, vive de graça numa casa que ele paga e, quando ele morre mais cedo que ela, a esposa herda todos os seus bens.

Dada esta organização social (ele trabalha, ela fica em casa), quem era realmente oprimido?

Terceiro, as mulheres não possuem "direitos conquistados com muito esforço". Tudo o que foi dado às mulheres (pelos homens) foi o resultado da evolução natural dos direitos civis.

No entanto, a acelerada tendência de tratamento preferencial dado às mulheres através do sistema legal - e através das políticas governamentais - foi de facto "conquistada com muito esforço"; com muito esforço das supremacistas femininas (identificadas como feministas) e daqueles suficientemente crédulos para aceitarem a sua retórica.

Por fim, os homens querem mais justiça na sociedade e igualdade de oportunidades para todos. Em contraste, as feministas parecem querer tratamento e direitos preferenciais, bem como igualdade de resultados ordenados pelo governo.

Não há direito humano algum que os MRA queiram retirar às mulheres. As mulheres podem ter todos os direitos humanos que elas quiserem, desde que os homens também os tenham. O problema é que as feministas indoutrinaram milhões de mulheres a buscar tratamento preferencial sob o manto da não-existente "igualdade".

Devido a isto, sempre que as feministas se deparam com homens que ofereçam resistência à sua indoutrinação, elas reflexivamente reagem com acusações ignorantes tais como "vocês querem voltar a por as mulheres na cozinha!".



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bebé com pais vegetarianos morre mal-nutrido

O aborto não é a única forma que os esquerdistas tem de matar crianças. Há também o vegetarianismo. A parte má deste método de matança é que os pais esquerdistas que a ponham em práctica podem ser sujeitos ao rigor da justiça.

Um tribunal da Georgia manteve a decisão de condenar a prisão perpétua um casal vegetariano de Atlanta devido à morte (por má-nutrição) do seu bebé de 6 semanas. O mesmo foi alimentado em larga escala por sumo de maçã e leite de soja.

O tribunal supremo da Geórgia rejeitou de modo unânime os apelos de Lamont Thomas e Jade Sanders, condenados e sentenciados depois dum júri os declarar culpados de assassínio malicioso, homicídio involuntário e crueldade para com crianças devido à morte de Crown Shakur (2004).

Como foi reportado previamente, Crown morreu de má nutrição, pesando apenas 1 quilo e meio quando morreu. Os esquerdistas adultos podem subsistir com uma dieta de vegetais, frutos e santimônia mas sujeitar uma criança em desenvolvimento a uma dieta tão anormal é um abuso criminal.


domingo, 11 de dezembro de 2011

Casamento e feminismo

"Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de rubins."
Provérbios 31:10

Agradecimentos ao blog "Filho de Pombo" pela maioria das fotos.


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