sexta-feira, 13 de julho de 2012

O imposto climático

ONU quer criar uma "reserva" com dinheiro alheio:

Outra proposta iria distribuir o custo dos investimentos em outros países através da sociedade.

"Apelamos ao cumprimento dos compromissos de assistência de desenvolvimento, incluindo os compromissos feitos pelo países desenvolvidos de atingir os 0,7% do produto nacional bruto para a assistência de desenvolvimento aos países em desenvolvimento até ao ano de 2015."

A proposta iria fornecer entre .015 a .020% do produto nacional bruto em forma de assistência para os países em desenvolvimento. Segundo a CFACT, isto iria custar cerca de $1,325 a cada família americana composta por 4 pessoas.

Ou seja, um grupo de burocratas não-eleitos, não-representativos e sem ninguém a quem prestar contas quer usar o dinheiro das famílias americanas para "parar com o aquecimento global", ao mesmo tempo que viajam de avião - aumentando o aquecimento global - para locais como o Rio de Janeiro para as suas férias exóticas. E quando chegarem a esses locais, vão comer carne, o que, como sabemos, é mau. Sem dúvida que eles vão-se empanturrar de comida "maligna" ao mesmo tempo que a apenas alguns quilómetros de si centenas de milhares de necessitados passam fome.

Enquanto isso, os países empobrecidos por ditaduras esquerdistas em desenvolvimento ficam a saber que são obrigados a seguir o que a ONU manda, em vez deles tentarem enriquecer através dos seus próprios meios e talento. Os países pobres têm que se manter pobres, e os ricos têm que dar dinheiro à ONU para que eles mantenham os países pobres dependentes da ONU. Perfeito.

Mais uma vez, não deixa de ser surpreendente que as "soluções" dos esquerdistas da ONU - e dos esquerdistas no geral - se centrem na redistribuição de dinheiro alheio. A ONU, tal como todo o esquerdista militante, olha para o sector privado como galinha dos ovos de ouro e agentes financiadores da sua agenda política. Eles demonizam os empreendedores mas tentam sempre ficar com o fruto do trabalho desses mesmos empreendedores através de impostos cada vez mais insuportáveis.

Burocratas em busca do dinheiro alheio.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mulher é condenada a 8 anos de prisão depois de abandonar filho na estrada na esperança do mesmo ser atropelado

Uma mulher russa foi condenada a oito anos de prisão depois de ter deixado o seu filho bebé no meio da estrada, na esperança que fosse atropelado.

Um tribunal em Moscovo ouviu Elena Osina, de 24 anos, que estaria «farta» de tomar conta do seu filho de nove meses, depois que o seu namorado a deixou.

O bebé foi encontrado por um condutor e desde então já foi adoptado, segundo o Standardmedia.co.ke.

O irmão mais novo de Elena, Alexander, de 21 anos, também foi condenado à mesma pena por ter colaborado na tentativa de homicídio. Ambos admitiram a culpa perante a lei.

Os investigadores que foram encarregados do caso explicaram que os irmãos ficaram a assistir nas redondezas depois de deixarem o bebé numa estrada de quatro faixas, nos arredores de Moscovo, em Maio de 2011, para ver quando seria atropelado.

Um condutor que passava na altura parou depois de ver na estrada o que pensou ser «um cão ou um gato». As autoridades disseram que era «um milagre» o filho não ter sofrido nenhum ferimento.

Após a leitura do veredicto, a mulher afirmou que considerava as penas «demasiado pesadas». «Toda a gente pode cometer um erro», comentou.

Fonte

* * * * * * *

Existe um blogue com o nome "Quem o Machismo Matou Hoje" cujo propósito de existência é o de reportar incidentes onde um homem mata uma mulher - independentemente de ser em legítima defesa, acidental ou não. A lógica parece ser a de culpar o "machismo" [seja lá o que isso for na boca duma feminazista] por todo o mal que os homens fazem às mulheres.

Usando essa "lógica" defeituosa, podemos culpabilizar o feminismo por todo o mal que as mulheres fazem aos homens e às crianças. Se não, porque não?

Este incidente na Rússia é mais uma evidência forte para o que já foi aludido aqui neste blogue, bem como em muitos outros blogues: a violência é um defeito humano e não um defeito masculino. Contrariamente ao que uma blogueira cetácea sul-americana diz, não há nada na masculinidade que torne um homem mais violento. - seja violência sexual [abuso sexual] ou não.


ONU quer controlar a internet

Uma das formas mais eficazes de estragar a internet é colocá-la a cargo da Nações Unidas (ONU). Infelizmente, é precisamente isso que essa organização totalitária quer.

A ONU está a mover-se de forma decidida de modo a obter o controle total sobre a internet. A proposta, que tem o apoio de países mundialmente conhecidos pela liberdade de expressão tais como a China, a Rússia, a Arábia Saudita, o Irão (juntamente com a Índia e o Brasil), daria o controle da internet a uma organização da ONU com o nome de "International Telecommunication Union." Esta talvez seja a maior ameaça que a internet, livre e aberta, sofre em anos.

Na conferência da ONU que se vai realizar em Dubai, em Dezembro próximo, representantes de 193 nações irão debater esta proposta. Os Estados Unidos e muitos países europeus estão de modo firme contra esta proposta mas não se sabe se, por esta altura, eles possuem os votos necessários para travar os projectos da ONU.

Ao contrário do Conselho de Segurança, não há vetos quando se fala do que procede da ITU. Disto se conclui que os EUA podem não conseguir impedir que a controle mundial da internet seja oferecido à ONU. Os EUA podem-se retirar de qualquer novo tratado, mas isto poderia resultar numa balcanização da internet.

Se a ONU consegue tomar controle da internet, podemos esperar uma nova era de censura, impostos e vigilância. Isto seria absolutamente catastrófico para a livre circulação do comércio e de informação por todo o globo.

Infelizmente, muitos regimes repressivos estão insatisfeitos com a forma como a internet opera actualmente. Como tal, estes países estão a trabalhar de modo a que possam usar o poder da ONU para taxar, regular e censurar a internet. Não é preciso dizer isto, mas tal situação seria um desastre para a liberdade.

O controle total da internet por parte da ONU seria um pesadelo, e como tal, isso tem que ser resistido a todos os níveis.

Prontos para decidir o que podes ou não publicar na internet.

Fonte


domingo, 8 de julho de 2012

Inglaterra: chamar alguém de "gordo" pode dar prisão

Chamar alguém de "gordo" ou "gorda" pode em breve ser acrescentado à lista de crimes de pensamento ódio que podem lançar uma pessoa na prisão. No entanto, e como seria previsível, surgiram já receios de que até os médicos podem ter reservas em notificar os seus pacientes de que eles estão com peso a mais.

De certa forma, estes receios justificam-se. Apesar de existirem mais de 2 milhões de crianças com peso a mais no Reino Unido, e a engordar a um ritmo duas vezes superior que o ritmo das crianças americanas, Rosi Prescott da YMCA, que aconselhou o grupo Parlamentar em torno da imagem corporal e propôs a nova lei, acredita que não existem razões para se informar as pessoas que elas estão obesas, mesmo que essa informação seja transmitida por médicos.

Prescott diz:

A sociedade deveria ser mais tolerante com os obesos . . . Se eles não se sentem obesos, e se não há complicações de saúde, qual é o problema?
O problema é que vários estudos já demonstraram que os obesos consistentemente subestimam o quão gordos são, especialmente se a maior parte dos amigos e familiares partilhar da sua massa corporal.

Para além disso, inúmeros relatórios epidemiológicos inequivocamente mostram que, aqueles que são obesos desde a mais tenra idade são mais susceptíveis de contrair doenças coronárias, diabetes do tipo dois, cancro e morrer mais cedo que aqueles com o peso mais saudável.

No entanto, pessoas como Rosi Prescott defendem que o mais importante não é o que a medicina diz, mas sim o que as pessoas subjectivamente "sentem".

Mais grave ainda é a noção de se lançar uma pessoa na prisão apenas e só por dizer que outra pessoa está gorda. O politicamente correcto aparentemente toma preeminência sobre a realidade.



quinta-feira, 5 de julho de 2012

A dualidade de critérios da feminista Lola

A Lola escreveu há alguns meses atrás um post desesperado onde tenta (sem sucesso) criar uma distinção entre as "feministas radicais" e as "feministas não-radicais". Este exercício mental parece ser análogo a tentar criar uma linha divisória entre "nazistas radicais" e "nazistas não-radicais". A Lola parece não entender que o problema não está em ser "radical" ou não mas sim em ser feminista ou ser nazista.
Um dos métodos não-muito subtis através do qual Lola tenta esconder a natureza violenta e discriminatória do feminismo é a forma como ela define as palavras "misândria" e "feminismo". Não se sabe bem como, mas a Lola parece acreditar que é logicamente impossível ser-se ambas em simultâneo. Ela começa citando uma tal de Liana que disse:
Misândria = ódio ou desprezo pelo sexo masculino.
Feminismo = movimento que defende direitos iguais e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de género. Bem diferente.
Bem diferente. Ponto final. Podemos ir embora porque a Liana e Lola decidiram que uma feminista não pode ser misândrica. Claro que, como ambas as feministas sabem, quem define os termos vence o debate.
Para começar, a misandria não é só "ódio ou desprezo pelo sexo masculino" mas também a discriminação, tratamento preconceituoso e dualidade de critérios contra uma pessoa apenas e só por ser do sexo masculino. Do mesmo modo, racismo não é só "ódio ou desprezo" por uma pessoa por esta ser branca, negra ou chinesa, mas também todo o leque de actos, palavras e omissões que demonstram tratamento preferencial ou discriminatório por virtude da sua etnia.
O que a Lola e a sua companheira Liana fizeram foi definir dois termos de forma a que , por definição, o seu feminismo seja isento de acusações de misandria.
Do mesmo modo que o termo misândria foi mal definido, o termo feminismo também o foi. Para começar, o movimento feminista não "defende direitos iguais" mas sim regalias iguais entre os homens do topo e todas as mulheres.
Dito de outra forma: quando uma feminista diz que quer "direitos iguais", ela não está a falar em direitos iguais no acesso ao trabalho nas minas, nem direitos iguais na idade da reforma, nem direitos iguais no dinheiro investido no cancro da mama e no cancro da próstata, nem direitos iguais no número de casualidades nas forças policias, nas guerras e nos acidentes de trabalho, mas sim "direitos iguais" com os donos dos bancos, com os engenheiros, com os economistas e com todos os homens que, por virtude do seu esforço, talento e dedicação, atingiram elevadas posições, elevado estatuto e elevado prestígio social.
As feministas querem, assim, "direitos iguais" com estes homens em especial e não com os homens no geral.
Segundo; a "vivência humana liberta de padrões opressores" é algo definido arbitrariamente pelas feministas. Elas, tal como muitos muçulmanos, definem como "opressão" aquilo que impede o avanço da sua agenda política. Por exemplo, há feministas que classificam o casamento como algo "opressivo" para a mulher, pese embora o facto desta instituição ser a estrutura que melhor protege a mulher e as crianças, tanto fisicamente como emocionalmente.
A Lola continua:
De facto, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Achar que feministas odeiam homens é ideia (fixa) de quem odeia o feminismo, mas está longe de ser verdade.
As feministas estão tão habituadas a fazer o papel de vítimas que não conseguem defender o feminismo sem se colocarem nesse papel. Repare-se que, de repente, definir o feminismo como um movimento misândrico faz com que a pessoa que assim opera passe a estar na posição de alguém com "ódio" ao feminismo. Com uma ligeira adulteração de definições e reenquadramento da discussão, a Lola passou a estar no papel de vítima e os MRAs passaram a estar na posição de agressores. No entanto, o "crime" dos MRAs foi apenas o de definirem correctamente os termos; devido a isto, a Lola não tem justificação para se fazer de vítima.
Na realidade, eu não conheço uma só feminista que se encaixe nesse perfil, e olha que eu conheço um monte (mais virtualmente que na vida real, mas ainda assim).
O solipsismo feminino está bem patente na frase anterior uma vez que a Lola assume que o facto dela pessoalmente não conhecer feministas que discriminam os homens, automaticamente signifique que tais feministas não existem. A verdade dos factos é que não há falta de feministas assumidas - e fora do armário - que afirmam ódio ao género masculino.
Mas lembrem-se: a Lola já definiu a misandria como algo que está fora do âmbito do feminismo portanto todas as vezes que listarmos uma feminista que defenda a misandria, a Lola dirá que ela não é uma "verdadeira feminista". Por definição, como se viu em cima, não é possível ser-se feminista e misândrica.
Isto, obviamente, é análogo ao argumento do genuíno escocês, aludido por Antony Flew:
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas."
No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
Quando a declaração "todos os A são B" é feita de forma a excluir todos os A que não são B, isto é assumir o que tem que ser provado. A conclusão é assumida pela definição de quem é o "genuíno A".
Semelhantemente, se a declaração "as feministas não são misândricas" é feita de forma a excluir as feministas que são misândricas, a conclusão é assumida pela definição de quem é uma "genuína feminista". Ou seja, a definição de Lola não refuta a tese de que o feminismo é um movimento misândrico uma vez que o seu argumento é logicamente inválido.
Conheço algumas mulheres que, não sei se realmente odeiam homens (quem é louc@ pra odiar metade da humanidade? Opa, os mascus!)
Para quem não sabe, a Lola toma como exemplo de "mascus" alguns doentes mentais que usurparam o nome "Silvio Koerich" para disseminar ódio e preconceito contra mulheres e contra HOMENS que agiam de forma que eles [os doentes mentais] não concordavam. A Lola realmente pensa que associar esses dois ou três perturbados mentais aos MRAs é argumento irrefutável da sua parte.
No entanto, ela está bem ciente que os MRAs não têm qualquer tipo de "parceria" nem simpatia por eles, mas ela continua a usar e abusar dessa linha de pensamento para manter as feministas do seu blogue na escuridão. Socialmente falando, não há grupos mais facilmente manipuláveis do que as mulheres que acompanham e concordam com o conteúdo dos blogues feministas.
A verdade dos factos é que não são os MRAs que nutrem ódio por metade da população mundial mas sim as feministas. Pior ainda, uma vez que as feministas dão um apoio maciço ao aborto, elas não só nutrem ódio aos homens, como também nutrem ódio aos membros do sexo feminino . O aborto, como se sabe, mata mais mulheres do que homens.
Pode-se dizer que o aborto provavelmente é o exemplo máximo do poder masculino sobre o corpo da mulher uma vez que a elite masculina esquerdista enganou as feministas de forma tão perfeita que elas agora pensam que matar os seus próprios filhos - e principalmente as filhas - é um sinal de "poder" e "liberdade".
Não deixa de ser curioso o facto de que as pessoas que mais se movem para acabar com esta matança de mulheres por métodos abortivos são os "mascus" que a Lola tanto odeia. São os homens conservadores - aliados às mulheres conservadoras - que estão na linha da frente na defesa da vida humana desde o momento da concepção. Ao dar o seu apoio ao aborto, a Lola e o seu bando de feministas dão apoio à maior opressão que está a ser feita à mulher grávida e à menina que se encontra no ventre materno.
Conheço algumas mulheres que, não sei se realmente odeiam homens mas vivem dizendo “Homem não presta”, “homem é tudo igual”, e emitindo opiniões muito desfavoráveis aos homens de forma geral. Ironicamente, nenhuma dessas mulheres é feminista. Pelo contrário, elas detestam o feminismo.
A sério? Nenhuma das mulheres que vive propagando ódio aos homens é feminista? Ou a Lola está a falar da sua vida pessoal? Se for o segundo caso, então não posso confirmar ou desmentir o que ela disse. Até pode ser que todas as mulheres que a Lola conheça na sua vida pessoal, e que digam as coisas que ela escreveu em cima, "odeiem" o feminismo. No entanto, isso não invalida o facto de haver imensas mulheres que odeiam os homens e sejam feministas confessas e assumidas.
Também não entendo por que algumas pessoas têm a necessidade de um rótulo para chamar @s “extremistas” de um movimento. Quem é extremista? Quem é radical? De acordo com que padrão?
O padrão que se usa para qualificar as feministas de extremistas é o padrão da decência, humanidade, moralidade e senso comum.
Se extremistas existem em todo e qualquer movimento, eles são minoria.
......Excepto entre aqueles que lutam contra o feminismo, não é Lola? Como uma minoria ínfima de pessoas que se opõe ao feminismo promove o que o que os MRAs rejeitam, a Lola usa a minoria para manchar todo o movimento. Ou seja, ela é culpada daquilo que ela critica nos anti-feministas. Ela usa, assim, uma dualidade de critérios gritante.
Pra essas pessoas, o próprio facto de existir um movimento social que luta por direitos já é um ato extremista.
Primeiro, o feminismo não é um "movimento social" mas sim um movimento político e económico (e lésbico). Segundo, o feminismo não luta pela "igualdade" mas pela supremacia e tratamento preferencial das mulheres à custa dos direitos dos homens e dos bebés intra-uterinos.
Essa gente ou quer manter seus privilégios intocados
Quais "privilégios" são esses? Os "privilégios" de poder ser expulso da própria casa quando uma mulher mentirosa declara que ele a batia e que abusava dos filhos? Ou será o privilégio de morrer, em média, mais cedo que a mulher "oprimida"? Ou ainda o "privilégio" de OBRIGATORIAMENTE ter que morrer pelo país? Ou será ainda o acima referido privilégio de ver as doenças que o afectam colocadas em segundo plano, enquanto as doenças que afectam as "oprimidas" recebam mais do dobro do financiamento?
A única coisa que os homens e as mulheres que se alinham contra o feminismo querem é que a retórica destrutiva, misândrica e assassina das feministas seja removida da sociedade, e que as famílias voltem a ser instituições respeitadas, protegidas e fomentadas. O feminismo é destrutivo para todos e como tal é dever de todos combater essa ideologia satânica. Não é por uma questão de "manter os privilégios" mas sim manter a sanidade da sociedade.
Os mascus, por exemplo, que têm como missão declarada destruir o feminismo, que tanto empobreceu as mulheres (eles gostariam de voltar à década de 1950), só conhecem uma feminista: Valerie Solanas.
Aparentemente a Lola pensa que os MRAs são tão burros como as suas leitoras. Não, Lola, os MRAs, infelizmente, conhecem muitas outras feministas que propagam o ódio, a discriminação e o preconceito contra os homens.
E de facto, a Lola tem razão num coisa: os MRAs - tanto os homens como as mulheres - têm como missão destruir o feminismo. Claro que estamos cientes que, como o feminismo não tem origens humanas, esse movimento baseado no ódio nunca será totalmente destruído por mãos humanas. O melhor que os homens e as mulheres que activamente lutam contra o ódio feminista podem fazer é conter este mal até a restauração da ordem original.
Eles têm muito mais familiaridade com a Solanas do que eu.
Irrelevante. Ninguém disse que a Lola sabia tudo sobre a feminista Solanas. A questão não é "quantas feministas é que a Lola conhece" mas sim "o feminismo é um movimento misândrico".
Apesar de eu me considerar feminista desde criancinha, só ouvi falar na Solanas quando vi um filme independente, Um Tiro para Andy Warhol. E no filme o mais importante é o que tá no título (ela atirou num artista super conhecido; felizmente não conseguiu matá-lo), não que ela é feminista.
Então a Lola concorda que a Solanas era uma feminista, o que já é bom.
Dizer que o "importante" no filme é o título é falso. O filme só se tornou conhecido devido ao ódio feminista que a Solanas subscrevia. Todos os anos várias pessoas famosas são vítimas de algum tipo de violência, mas ninguém se lembra de fazer filmes em torno delas. Este filme retrata a ideologia feminista em práctica no mundo real.
Ela escreveu um manifesto chamado SCUM, cujas iniciais talvez (isso não está em nenhum lugar do livro) signifiquem Society For Cutting Up Men (Sociedade para Mutilar os Homens).
"Talvez", diz a Lola. Se calhar SCUM queria dizer "Society For Cuddling Up Men"? Ou então "Society For Choosing Up Men"?
Sinceramente, a Lola faz-se de burra [para as suas leitoras] mas a sua táctica não engana ninguém. É claro que SCUM quer dizer "Society For Cutting Up Men" e foi dessa forma que as feministas o entenderam desde o inicio. Mas vamos assumir que o título tem outro significa só conhecido da Solanas. Quantas feministas é que a Lola já viu darem a essa sigla outro significado? Se as próprias feminazistas assumem a misandria dessas iniciais, porque é que a Lola se tenta fazer de ignorante quando ela sabe bem qual é a verdade?
O manifesto é absurdo, e muita gente acha que Solanas estava sendo sarcástica.
O que "muita gente" [feministas exclusivamente] pensa do manifesto é irrelevante. O que interessa é que o mesmo foi escrito por uma das líderes do movimento feminista, que colocou em práctica o seu ódio tentando matar um homem inocente. Palpito que quando as evidências se tornarem demasiado óbvias para serem rejeitadas, a Lola tente encontrar outro tipo de justificação para o que a feminista Solanas fez ao homem Andy Warhol. Se calhar o culpado foi o Andy. Quem lhe manda encontrar-se à frente da arma de Solanas?
Obviamente quem pensa que todas as feministas são como Solanas creem que ela estava falando seríssimo.
Não, nós não assumimos que todas as feministas querem propagar o seu ódio através do uso de armas ou através da via escrita. Nós estamos bem cientes que há outras feministas que propagam o seu ódio com blogues e com vídeos.

Além disso, se a Lola acha que Solanas não estava "falando seríssimo", então a Lola é que tem que demonstrar isso. Até lá, e como Solanas levou a cabo a sua misandria tentando matar Andy Warhol, vamos assumir que a feminista assassina Solanas estava a falar a sério.
De um jeito ou de outro, achar que Solanas representa o feminismo, que ela é sequer um nome importante, é tão ridículo quanto dizer que Jack o Estripador representa os homens.
Semelhantemente, achar os "sactus" representam os MRAs, que eles sequer sejam nomes importantes, é tão ridículo quanto dizer que Solanas é um nome menor dentro do movimento feminista.
Nunca vi o termo “feminista radical” (ou seu insulto pesado, feminazi, criado por Rush Limbaugh, um dos maiores reaças americanos) ser usado com um mínimo de bom senso.
Deixa-me repetir o que já disse em cima: o que a Lola viu ou deixou de ver é irrelevante. A Lola tem que se aperceber que há um mundo para além das suas experiências pessoas, subjectivas e relativas. Usar os seus sentimentos como argumento é logicamente ridículo. Se a Lola acha que sim, então eu posso dizer:
"Eu pessoalmente nunca vi o termo feminista radical ou o termo feminazi serem usados SEM o mínimo de bom senso."
Ele é empregado toda vez em que uma feminista não fica lá, quietinha no seu canto, calada e fofinha, deixando que os homens falem por ela, ou quando critica alguém.
Não; nós usamos esse termo sempre que uma feminista defende, financia ou mata um bebé inocente (aborto), ou quando ela dispara contra um homem inocente, ou quando elas usam o sistema legal como força bruta contra os homens ou outras mulheres, ou quando elas invadem e incendeiam edifícios Cristãos - em nome da igualdade, obviamente - ou quando elas nos ameaçam com processos legais apenas e só por usar a suas palavras contra ela.
Tem quem defenda o uso de femista pra diferenciar feministas de mulheres que odeiam homens. Nunca usei femista e não sei de onde veio, mas desconfio que foi da mente torpe de alguém sem apreço pelo feminismo,
Na verdade, o termo "femismo" foi criado para identificar as feministas violentas e radicais. Curiosamente, foi um termo criado pelas próprias feministas como forma de gerarem a inexistente linha divisória entre as "radicais" e as "não-radicais". Mais uma vez, a Lola tenta distanciar-se da génese dum termo que teve a sua origem junto das mulheres que se identificam com o mesmo feminismo que a Lola subscreve.
Nessa confusão sobre o que é feminismo radical se misturam outras besteiras. Por exemplo, isso de achar que toda mulher é feminista.
Quem faz esse erro - mais uma vez - são as feministas Elas é que se auto-conferiram a posição de "falar pelas mulheres" [como se ódio pelos homens fosse algo endémico das mulheres e não algo aprendido]. Felizmente, a maior parte dos MRAs está bem ciente que, apesar de serem muito poucas, já há um número relativamente considerável de mulheres que se alinham contra o feminazismo. Esperemos que o número aumente.
A gente sabe que não é, e que inclusive tá cheio de mulher com os mesmos valores machistas dos homens.
Onde é que elas estão? O que é uma mulher machista? Devem ser as mulheres bonitas.
No universo da Lola, a mulher só pode ser duas coisas: feminista como ela, ou machista. Não passa pela cabeça da Lola que uma mulher possa ser contra o feminismo e contra o machismo. Por definição e por coerência, quem é contra a discriminação, tem que ser contra o feminismo uma vez que o feminismo é um movimento discriminatório.
Quem é a favor do feminismo não tem argumentos contra quem é a favor da discriminação contra as mulheres. Do mesmo modo, não se pode ser contra o racismo mas ser-se a favor do KKK, do nacional-socialismo ou dos Black Panthers. A Lola, ao dar o seu apoio ao feminismo, não tem autoridade para criticar os homens que injustamente discriminam as mulheres.
Mas, na hora de atacar femininista, vale tudo ― até inventar que mulheres num programa de TV americano que riram de um pênis decepado seriam feministas. Essas mulheres nunca se declararam feministas.
Mesmo que elas se declarassem feministas, e escrevessem livros a dizer como sentiram prazer em fazer pouco do sofrimento masculino, a Lola provavelmente diria que elas "não são bem feministas" ou que "o que elas dizem é manifesto é absurdo, e muita gente acha que essas mulheres estava sendo sarcásticas." O padrão parece ser este:
  • Negação: "Elas não disseram que eram feministas!"
  • Realização: "Sim, elas eram feministas mas . . "
  • Desculpabilização: "Ninguém as levou a sério" ; "era sarcasmo".
  • Culpabilização: "A culpa foi dos homens. Quem lhes manda gravar as mulheres enquanto elas se riam do sofrimento do outro homem?"
Além disso é preciso levar uma coisa em consideração: o clima misândrico que prospera na elite ocidental, inclusive no mundo das artes, é consequência lógica da retórica feminista que permeia a nossa sociedade. A Lola pode achar que para que o feminismo seja responsabilizado por um acto é necessário que as perpetradoras publicamente se afirmem como feministas, mas a realidade dos factos hoje em dia isso já não é assim.
Se as mulheres crescem num ambiente onde os homens são constante demonizados, e o seu sofrimento relativizado, a questão já não se centra no facto dela se identificar como feminista mas sim se ela declaradamente rejeita o feminismo. Da forma como as coisas estão hoje em dia, todas as mulheres são feministas ou simpatizantes com o feminismo até que ela prove o contrário. Isto não é uma forma de estigmatizar a mulher, mas sim uma forma de proteger o homem. Basta tomar a própria Lola como exemplo quando ela diz se "considerar feminista desde criancinha."
Por fim, chegamos ao real ponto do post da Lola:
Rir de pênis decepados, sacanear homens, objetificar homens, odiar homens, piadinha sobre homem incapaz, comercial de produtos de limpeza tratando homens como incompetentes (e assim perpetuando a lenda de que só mulher pode cuidar da casa) ― nada disso é feminismo.
TUDO isto é consequência lógica do feminismo e da sua atitude misândrica. Quantas feministas PUBLICAMENTE se revoltaram contra o riso daqueles mulheres? Quantas feministas PUBLICAMENTE lutam contra a discriminação e o preconceito contra os homens e em favor da reforma do sistema de saúde e do sistema legal de modo a que os homens não sejam prejudicados? Quantas, Lola? Listas aí os seus nomes para nós vejamos.

Conclusão:

Todo o choradinho do post da Lola resume-se a isto: as feministas não querem tomar responsabilidade pelos seus actos. Quando elas matam, odeiam, perseguem, torturam ou fazem vídeos preconceituosos, a culpa não é do feminismo; é do vizinho do lado. Mesmo que as perpetradoras se identifiquem 100% feministas, ou que elas sigam à letra a filosofia feminista, tal como a mesma foi sempre entendida, a Lola acha que ela pode descartá-las como feministas apenas e só porque elas foram ou são violentas.
Curiosamente, no caso dos "sanctus", a Lola faz exactamente o contrário: apesar desses anormais terem sido PUBLICAMENTE e CONSTANTEMENTE criticados pelos MRAs - culminando na sua expulsão dos fóruns e dos grupos do orkut - a Lola não tem problemas nenhuns em usá-los como exemplos clássicos do que é um masculinista. A internet está cheia de blogues que revelam a verdadeira natureza dos propósitos masculinistas (*, *, *) mas destes a Lola não fala; só dos sanctus.
Muito bem. Se ela pode usar essa forma de "pensar" em relação aos homens que criticam o feminismo, ela que não se admire se os seus inimigos ideológicos fizerem o mesmo em relação a si e as feministas violentas que pertencem ao movimento que ela subscreve - especialmente se levarmos em conta que há mais afinidade ideológica entre Valerie Solanas e Lola Aronovich do que entre os "sanctus" e o comum MRA lusófono.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

As feministas barbudas


Acho que é seguro afirmar que as feministas nutrem inveja dos homens. Elas querem ser homens mas Deus não lhes criou homens e como tal, elas querem usar a lei para obter o que a genética não lhes deu.
Em França há um movimento feminista que tem pêlo na venta. Chama-se, muito apropriadamente, "La Barbe" e consiste em enviar mulheres com barbas postiças para reuniões e assembleias masculinas, onde lêem o seu manifesto anti-machista.
Note-se: não são as acções que tornam uma reunião masculina numa reunião "machista" mas sim o facto de ser uma reunião masculina. Por defeito, reuniões 100% masculinas são reuniões "machistas".
É um grupo de acção directa que se pretende humorístico e pantomineiro. Da última vez que este grupo de mulheres resolveu sacar das barbas e usá-las em público foi no Festival de Cinema de Cannes. Protestavam então contra o facto de, dos 22 filmes a concurso, nenhum deles ter sido realizado por uma mulher.
Talvez porque nenhuma filme feito ou realizado por uma mulher teve qualidade suficiente para tomar parte no festival? Ou se calhar porque as mulheres escolhem não fazer filmes? Há muitas razões extra-discriminação que podem ser lançadas, mas as feministas nem enveredam por aí.

Esta é a forma normal de pensar das feministas: sempre que os homens se fazem representar em maior número num dado emprego, as feminazis assumem logo que houve "discriminação" [excepto nas minas, na construção civil ou nas docas]. Usando esta forma de "pensar", nós podemos afirmar que, como os negros dominam o atletismo mundial, existe "discriminação" contra o homem branco vista estarem eles sub-representados. O mérito, a capacidade física, o treino e a dedicação não têm nada a ver com isso; é só "discriminação".

“Genericamente, os acontecimentos feministas giram todos à volta das mulheres. Mas nós centramo-nos nos homens porque, para nós, o problema não está nas mulheres, mas nos homens”, disse à BBC um dos membros deste colectivo, Colette Coffin.
De facto, não há problemas com as mulheres - nem com os homens. O problema encontra-se exclusivamente dentro da cabeça das feministas. São elas que assumem a existência de discriminação onde ela não existe.
É por isso que adoptaram as barbas postiças, um "look" roubado aos antiquados e todo-poderosos protagonistas da Terceira República francesa, num tempo em que as mulheres tinham muito pouco relevo na vida pública francesa.
Feministas a imitar a aparência de homens confirma o que foi dito em cima: no fundo, no fundo, as feministas gostariam de ser homens e não mulheres. Para elas [as feministas], as mulheres são genuinamente inferiores, frágeis, incompetentes e incapazes de obter para si o que as feministas pensam que as mulheres deveriam ter.
Em francês coloquial a expressão “La Barbe” também significa qualquer coisa como “já basta”. O grupo inclui mulheres de todas as idades — de adolescentes a avós — e afirma que está unido em torno de um único objectivo: lutar contra o sexismo que ainda vigora na sociedade francesa, dizem.
A palavra "sexismo" é a panaceia que serve para justificar as diferenças de desempenho (não diferenças de oportunidade) entre os homens e as mulheres. Para as feministas, sempre que os homens avançam mais que as mulheres numa área do domínio público, científico ou artística, isso deve-se ao mitológico sexismo e à discriminação - e não às escolhas e as capacidades individuais.
Isto apesar de o actual governo francês de François Hollande incluir um número recorde de mulheres — 17 —, ainda que muito poucas estejam à cabeça dos ministérios mais importantes.
Porque não querem ou porque não havia nenhuma com capacidade para tal. Assumir que houve "sexismo" - isto é, que as mulheres foram discriminadas com base na sua genética e não com base na sua capacidade - é algo que as "barbudas" tem que demonstrar. Obviamente que comprovar isso vai-lhes . . . hmm. . . dar água pela barba.
Recentemente a BBC testemunhou uma das acções do colectivo feminista, quando este penetrou [interessante escolha de palavras] numa reunião de Franco-Mações, ainda que estes tenham permitido o acesso a mulheres em 2010.
A maçonaria abriu as suas portas às mulheres mas aparentemente isso não foi suficiente para as feministas.
As feministas argumentam que esta entrada a mulheres foi muito criticada e muitos membros continuam a ser contra esta alteração e, fundamentalmente, bastante machistas.
Repare-se que as feministas invadiram o espaço da maçonaria porque elas dizem que "muitos membros" [quantos?] criticaram a entrada das mulheres. Ou seja, a mera crítica a um concessão dada às mulheres é suficiente para que estas histéricas perturbem as cerimónias religiosas da maçonaria.

Repare-se também que elas quiseram ter acesso a uma organização tradicionalmente fechada às mulheres, tal como elas quiseram ter acesso aos grupos masculinos por todo o mundo - chegando até a exigir a entrada nos balneários masculinos (!).. Curiosamente, elas continuam a ter os seus ginásios só para mulheres e nenhum homem desenvolveu esforços para poder entrevistar as mulheres nos seus balneários.

O motivo que leva a que muitas feministas e igualitárias tenham lutado para ter acesso a esses lugares não é porque elas de facto queiram participar nos eventos da maçonaria, ou tomar parte activa nos clubes masculinos - ou fazer algo de relevante nos balneários masculinos - mas sim por uma questão de poder. Aparentemente uma substancial percentagem da população feminina não se sente à vontade com a existência de espaços exclusivamente masculinos, longe da influência feminina. O facto dos homens poderem obter algum tipo de gratificação emocional ou espiritual longe das mulheres é algo que deixa algumas mulheres pouco à vontade.

Isso é feito notório neste texto (em inglês). Resumidamente, esta é a história:

Homem viu a sua esposa afirmar que iria de férias com um grupo de amigas suas para um lugar distante; ele e os maridos não estavam convidados - e nem era suposto estarem. Ele não ficou muito satisfeito com isto, obviamente, mas aceitou a decisão da mulher. Em jeito de resposta, ele disse à mulher que os maridos das amigas e ele iriam também eles embarcar numa viagem 100% masculina até as Bahamas. Previsivelmente, a esposa não só gostou deste gesto, como tentou de todos os modos impedir que ele fizesse a viagem.

A mera sugestão dele se poder divertir longe da sua área de influência revelou a dualidade de critérios tão comum hoje em dia: as mulheres podem invadir os espaços masculinos mas o reverso não é aceite - e geralmente, os homens não lutam por isso. As esposas podem ter as suas saídas 100% femininas, mas as saídas 100% masculinas já não são tão bem recebidas pelas mesmas.

A primeira ministra francesa para os direitos das mulheres desde a década de 1980, Najat Vallaud-Belkacem, já admitiu recentemente que a França caiu diversos lugares nos "rankings" internacionais sobre igualdade de direitos e já prometeu lutar pela promoção da igualdade entre os géneros.
Antes de mais, convinha perguntar: existe algum ministro francês para os direitos dos homens? Se não, porque não? Segundo, Najat está no cargo há mais de 20 anos e ainda se queixa de "discriminação" contra as mulheres? Em França? Actualmente?

Que tipo de métrica esta mulher usa para saber que "a França caiu diversos lugares nos 'rankings' internacionais sobre a igualdade de direitos"? Quais direitos? De que forma é que esses "direitos" se relacionam exclusivamente com as mulheres?

A governante também já fez saber que está a rever a actual legislação sobre assédio sexual e que serão apresentadas novas propostas sobre esta matéria ao novo Parlamento, já nas próximas semanas.
Assédio sexual, como se sabe, é um daqueles crimes que só é cometido pelos homens uma vez que as mulheres não possuem instinto sexual nenhum quando chegam ao local de trabalho. Para além disso, elas não usam a sua beleza física para conseguirem o que querem dos colegas ou do patrão. Nunca. Quem disser o contrário, é machista.

Assédio sexual hoje em dia é definido como "aquilo que deixa uma mulher desconfortável". Se ela trabalha num escritório maioritariamente masculino e eles colocam um calendário contendo uma mulher fisicamente atraente, a mulher pode alegar que isso é uma forma de "assédio sexual" e exigir que o mesmo seja removido. Os outros homens só têm que se submeter.

Para quem sabe francês:



Chinesa traída atropela amante do marido e deita-se nua para bloquear ambulância

Uma mulher chinesa que suspeitava que o marido tinha um caso extra-conjugal com uma vizinha atropelou a alegada amante e a sua filha de quatro anos e depois despiu-se e deitou-se na estrada para impedir que a ambulância socorresse as vítimas do atropelamento.

O incidente ocorreu em Linyi, na província de Shandong, na parte oriental da China.

Mesmo com os polícias a apontarem-lhe armas, Zhang Shih, de 38 anos, não desistiu de tentar impedir que a mulher e a criança atropeladas recebessem assistência médica.

A mulher acabou por ser detida e foi acusada de tentar matar a vizinha e de matar a criança, que acabaria por sucumbir aos ferimentos, bem como de impedir os paramédicos de ajudarem as vítimas, tendo mesmo, segundo alguns relatos, esmurrado um dos paramédicos.

Zhang Shih, uma professora primária e mãe de dois filhos, e pode vir a ser condenada à pena de morte.

Fonte

* * * * * * *

Isto vem reforçar a ideia já aludida anteriormente: a mulher é tão violenta como o homem. Quando as feministas tentam fazer da violência uma questão genética - e não um defeito humano - elas fragilizam a posição das pessoas que podem ser vítimas de violência doméstica proveniente de mulheres.


Violência doméstica: mulher que asfixiou até à morte os dois filhos menores condenada a 30 anos

A britânica que, em Maio de 2010, asfixiou até à morte os dois filhos menores num hotel de Lloret de Mar, Girona, Espanha, foi condenada, esta terça-feira, a 30 anos de prisão.

Lianne Angela Smith, a mãe que asfixiou com sacos de plástico os filhos, de um e seis anos, foi condenada por dois crimes de homicidio com uma pena de 15 anos por cada um.

O tribunal espanhol de Girona que deliberou sobre o caso tomou como agravante o grau de parentesco e como atenuantes uma depressão e um distúrbio mental não identificado e ainda a confissão espontânea dos crimes.

Fonte

Matou os filhos.


domingo, 1 de julho de 2012

Como responder a uma feminista


O site ManWomanMyth disponibiliza uma lista útil de respostas que podem ser dadas aos "argumentos" e alegações das feministas.

Penso que um dos itens da agenda do movimento dos homens é a resposta rápida, sucinta, apropriada, fácil de decorar e de fácil uso contra o oceano de falsas informações que a agenda feminista [vagenda] propaga.

O que é importante lembrar é evitar entrar em detalhes pormenorizados ou citar demasiadas fontes por cada frase que é feita. Na minha opinião, isso deve ser evitado porque quando se fala com um ideólogo esquerdista, nós não estamos a debater no verdadeiro sentido do termo, mas sim a lidar com verdades assumidas, factóides, retórica emocional, e mentiras repetidas que, com o tempo, adquiriram o estatuto de "factos".


Quando se fala com uma feminista, fala-se com uma pessoa que sabe a história do homem e da mulher, e pensa que sabe o que o feminismo representa. As feministas sabem que:

  • 1 em cada 4 mulheres é espancada por um homem.
  • 1 em cada 4 mulheres é violada por um homem
  • 1 em cada 4 mulheres é assediada sexualmente por um homem.
  • 1 em cada 4 mulheres é decapitada por um homem.
  • 1 em cada 4 mulheres sofre tudo o que está listado em cima.
  • 1 em cada 4 mulheres sofre tudo o que está listado em cima e mais algum.
  • 1 em cada 4 mulheres é [inserir aqui algum tipo de abuso levado a cabo pelos homens]

As feministas estão tão convencidas que sabem estas coisas que há muito que pararam de questionar as coisas que acreditam - se é que alguma vez questionaram.

Portanto, ser uma feminista é como pregar para os convertidos e como tal, as regras dum debate racional não se aplicam. Nenhum feminista fornece algum tipo de evidência factual em favor da tese de que 1 em cada 4 mulheres é violada, ou em favor de qualquer outra alegação mentirosa da sua parte; elas apenas afirmam estas coisas e esperam que a crença cultural "consensual" faça o resto.

Isto significa que quando se debate com uma feminista que usa este tipo de "factos", os MRAs - tanto homens como mulheres - não precisam de fornecer citações e evidências como forma de expor a mentira.

Convém ressalvar que, embora não seja preciso saber a página e o ano do relatório a que se está a aludir como forma de refutar as muitas mentidas feministas, é absolutamente necessário que aquilo que dizes seja verdade. O que se está a discutir aqui é a resposta imediata.

Eis aqui então a minha sugestão em torno da forma de lidar com as mentiras feministas.

_______________________________________________

[FEMINISTA]: "Tu tens um problema qualquer com as mulheres / Tu odeias as mulheres / Tu és um misógino!"

  1. Não. Eu apenas tenho problemas com as feministas.
  2. Adoro mulheres, odeio o feminismo.

[FEM]: "Se tu és contra o feminismo, tu és contra os direitos das mulheres."

  1. Isso é o mesmo que dizer "se tu és contra o KKK, tu és contra as pessoas de etnia branca."

[FEM]: "Como é que tu podes comparar o Feminismo com o Nazismo? / Quão estúpido tens que ser para sugerir que o Feminismo e o Nazismo são similares?"

  1. Se a carapuça couber . . .
  2. Tens razão. De facto há uma diferença fundamental: as feministas usam saltos altos enquanto que os nazis usavam botas.

[FEM]: "As Feministas não são todas iguais / Nem todas as Feministas são assim"

  1. Elas não são todas iguais, mas todas elas fazem parte do mesmo problema.
  2. Talvez, mas elas estão todas na mesma equipa.
  3. Sim, mas as Feministas que realmente importam são todas assim.
  4. Talvez, mas eu nunca encontrei uma Feminista ou uma barata, ou qualquer outra peste que gostasse.
  5. Nem todas as baratas são iguais, mas mesmo assim não quero nenhuma dentro de casa.
  6. Todas elas vivem na mesma rua e todas elas pactuam silenciosamente com o que as radicais fazem.

[FEM]: "Lê o dicionário. O Feminismo centra-se na igualdade de direitos."

  1. Então porque é que as Feministas fazem campanha em favor dos "Serviços Selectivos" para as mulheres?
  2. Não; o Feminismo centra-se na igualdade quando lhe convém, e tratamento preferencial sempre que possível.
  3. Temos que nos rir da definição de Feminismo presente nos dicionários.
  4. Isso é o mesmo que dizer que o KKK centra-se na harmonia racial.
  5. A definição dos dicionários é pretensão pobre. O Feminismo centra-se na supremacia feminina.
  6. O Feminismo centra-se em aumentar o poder feminino indefinidamente. Sempre.
  7. O Feminismo não tem nada a ver com a igualdade, mas sim com a aquisição infindável de mais e mais poder para as mulheres.
  8. O Feminismo não pára quando a igualdade é atingida; elas querem sempre mais para as mulheres.
  9. Mas isso não está de acordo com a realidade. Por exemplo, as mulheres são cerca de 55% dos alunos universitários. Porque é que as feministas não lutam contra essa desigualdade? Ora, porque o feminismo não tem nada a ver com a igualdade mas sim com a supremacia feminina.
  10. A definição dos dicionários é uma fantasia criada como forma de facilitar o sono das Feministas.
  11. Se apenas isso [a definição dos dicionários] fosse verdade . . .
  12. Alguém tem que se queixar dessa definição uma vez que ela está muito longe da realidade.
  13. Se eu vejo uma mulher a comer uma fatia de bife ao mesmo que afirma ser uma vegetariana, devo aceitar a sua "definição"?
  14. A pessoa que come carne não se pode identificar como vegetariana, da mesma forma que a pessoa que luta pela supremacia feminina não se pode identificar como alguém que luta pela "igualdade"
  15. Isso é a mesma coisa que alguém que come carne identificar-se como "vegetariana."
  16. Isso é o mesmo que dizer a uma mulher que come carne:
    “Vejo que gostas de bifes”.
    E ela responde, “Não, eu sou vegetariana. Vê no dicionário.”
    Tu dizes, ”Conheço a definição de vegetariana e tu não és uma.”
    Ela diz, “Sou vegetariana independentemente do que eu como.”

[FEM]: "O Feminismo foi criado pelas mulheres."

  1. Isso é o mesmo que dizer que a industria do toucinho foi criada pelos porcos.

[FEM]: "O Feminismo tem sido benéfico para as mulheres."

  1. Tal como a indústria do toucinho tem sido benéfica para os porcos.

[FEM]: "Precisamos do Feminismo."

  1. Sim, tal como precisamos duma bala na cabeça.
  2. Ninguém precisa duma doença.

[FEM]: "O Feminismo não é monolítico."

  1. Talvez, mas bem poderia ser.
  2. Uma colmeia de vespas também não.

[FEM]: "Existem vários tipos de Feminismo."

  1. Também existem vários tipos de cancro.


[FEM]: "As Feministas radicais são uma pequena, extremista e não-representativa minoria."

  1. Essas mulheres venderam milhões de livros, portanto isso "representa" uma boa quantidade de ódio.

[FEM]: "Nem todas as mulheres são assim."

  1. Talvez, mas muitas são.
  2. Não, mas uma boa quantidade delas é, o que torna a interacção com elas algo análogo a uma Roleta Russa.
  3. Muito bem. Como é que os homens distinguem as boas das más?

[FEM]: "1 em cada 4 mulheres é violada."

  1. E 1 em cada 4 mulheres propaga estatísticas falsas.
  2. Wow, essa mentira ainda anda por aí? Tu não acreditas nisso, pois não?
  3. Tu estás ciente que os dados em torno da violação baseiam-se nas alegações e não nas condenações, certo?

[FEM]: "Vivemos numa cultura marcada pela violação."

  1. Não, nós vivemos numa cultura marcada pela falsa alegação de violação.
  2. A única diferença que existe entre um homem bom e respeitado e um "violador" é a falta duma acusação por parte duma mentirosa.
  3. Tens razão. Os rapazes estão pouco protegidos em relação às mulheres predadoras e violadoras.
  4. Tens razão. A nossa cultura desculpa as mulheres que cometem abuso sexual.
  5. Isso é verdade. Ainda recentemente outra mulher recebeu pena leve depois de ter abusado dum rapaz.
  6. Não, nós vivemos numa cultura onde a violação é o pior crime que pode existir - se for cometido por um homem.
  7. Não, nós vivemos numa cultura onde o crime de violação é dos mais baixos que existe.
  8. Se calhar isso acontece porque quando as mulheres abusam os rapazes, isso é identificado como um "relacionamento".

[FEM]: "1 em cada 4 mulheres é vítima de violência doméstica."

  1. E 1 em cada 4 mulheres propaga estatísticas falsas.
  2. A sério? E como é em relação aos homens?
  3. 1 em cada 6 homens vem do mesmo estudo. (Home Office study 191)
  4. 1 em cada 6 homens fazem parte do mesmo estudo mas todo o assunto da violência doméstica é inflacionado como forma de gerar o choque.
  5. Não acredites na histeria. Há pessoas que qualificam como "violência doméstica" os gritos. Se gritar é um acto de "violência doméstica" imagina a "violência doméstica" que as mulheres infligem aos filhos e às filhas.

[FEM]: "Duas mulheres morrem semanalmente como resultado da violência doméstica."

  1. E um homem é morto todas as semanas.
  2. E um homem é assassinado todas as semanas, acrescidos aos 2 que todas as semanas comentem suicídio. (fonte: Erin Pizzey)
  3. 80 homens cometem suicídio todas as semanas, e 350 mulheres morrem de pneumonia. Temos que colocar as coisas sob perspectiva. (info)
  4. No Reino Unido cerca de 3,500 bebés são mortos todas as semanas pelas mães através do aborto. Nos EUA são 15,000.

[FEM]: "Virtualmente toda a violência doméstica é levada a cabo pelos homens."

  1. Bem, isso só é verdade se ignorares a violência doméstica levada a cabo pelas mulheres.
  2. Não; a maior parte da violência doméstica é feita pela mulher mas a mesma não é reportada.
  3. A maior parte da violência doméstica é perpetuada pela mulher, mas os homens e as crianças não a reportam.
  4. Não; a maior parte da violência doméstica reportada é feita pelos homens.
  5. A maior parte da violência doméstica contra as crianças é feita pelas mulheres.
  6. O ciclo da violência doméstica geralmente tem início na acção das mães violentas sobre as crianças, e é aí que o problema tem que ser lidado.
  7. A maior parte da violência doméstica é causada e recebida por mulheres propensas à violência. Faz uma pesquisa por "Erin Pizzey".
  8. Bem, a Erin Pizzey fundou o primeiro abrigo para as mulheres vítimas de violência doméstica e ela discorda com a teoria de que a maior parte da violência é causada pelos homens.
  9. Erin Pizzey diz que, das primeiras 100 mulheres que ela aceitou no seu abrigo, 62 eram mais violentas que o homem que haviam deixado para trás.

[FEM]: "A violência doméstica mais séria é cometida pelos homens."

  1. A violência doméstica mais séria cometida pelas mulheres estranhamente não é classificada como violência doméstica.
  2. Diz isso aos homens e crianças que semanalmente são mortos por mulheres.

[FEM]: "A maior parte do abuso de crianças é feito pelos homens."

  1. Não. A maior parte do abuso de crianças é feito pelas mulheres.

[FEM]: "A maior parte do abuso sexual de crianças é cometido pelos homens."

  1. Ah, sim, mas isso é porque os homens abusam as crianças, enquanto que as mulheres tem "casos" ou "relacionamentos" com elas.
  2. A maior parte do abuso sexual que é condenado é feito pelos homens, mas a maior parte do abuso sexual levado a cabo pelas mulheres não é detectado ou é classificado de "relacionamento".

[FEM]: "Se as mulheres governassem, não existiriam guerras."

  1. Se as mulheres governassem, não existiria nada uma vez que 99,99% da tecnologia, medicina, música, artes - e practicamente tudo - foi imaginada, projectada, construída e instalada por um ou mais homens.
  2. Existiriam guerras, mas as mulheres não seriam nada boas nelas.

[FEM]: "A mulher precisa dum homem tal como um peixe precisa duma bicicleta."

  1. Acho que queres dizer "tal como um peixe precisa de água". Se for assim, concordo.
  2. Estavas a ir bem até a parte onde se lê "a mulher precisa dum homem". A partir daí, foi sempre a descer.
  3. Por favor! Se não fossem os homens, as mulheres ainda estariam a viver em grutas e a perguntar se os seus traseiros estão grandes demais por baixo da saia feita com erva.
  4. Então é verdade que mulheres como tu existem!
  5. As mulheres não saberiam o que é uma bicicleta se não fossem os homens.


[FEM]: "Os pais inúteis estão a aumentar."

  1. Talvez, mas ainda há um longo caminho a percorrer até atingir o patamar das mães irresponsáveis.
  2. Convém saber o porquê das mulheres fazerem escolhas tão más.
  3. Seria curioso saber o porquê das mulheres escolherem homens que não querem ser pais. Se tu fosses um banco, alguma vez emprestarias dinheiro a um homem que diz que não quer pagar?
  4. Incrível. O homem diz "Não quero filhos", mas a mulher engravida à mesma e depois admira-se com o resultado.
  5. Isto é muito estranho. A fraude na paternidade - isto é, quando a mulher engravida de outro homem que não o esposo - é uma das causas mais significativas por trás da desorganização familiar. Quando o marido descobre que foi enganado, e se vai embora, tudo o que a sociedade faz é culpar o homem!

[FEM]: "O homem deveria manter a braguilha fechada, se ele não quer filhos / Ele correu um risco e como tal, ele deveria pagar o preço / Bem, se ele não queria filhos, ele deveria ter manter as calças em cima."

  1. E se as mulheres não querem filhos, elas deveriam manter as suas pernas fechadas e não fazer abortos.
  2. Concordo. E se nós banirmos o aborto, teremos a igualdade na reprodução.
  3. As mulheres não deveriam ter filhos com homens que não querem ter filhos.
  4. O homem deveria ter as mesmas opções que que as mulheres possuem. Nós não dizemos às mulheres "mantém as tuas pernas fechadas" e deixamos as coisas por aí. Nós fornecemos-lhe pílulas e abortos.
  5. Bem, as mulheres possuem controle total sobre a reprodução, e com controle total vem a responsabilidade total.
  6. Tens toda a razão. eu aviso sempre os homens para nunca confiar numa mulher em questões relativas à sexualidade uma vez que ela pode unilateralmente decidir usar o esperma do homem para gerar filhos.

[FEM]: "Antigamente era legal os homens agredir e violar as esposas."

  1. Tu acreditas mesmo nessa mentira que as Feministas inventaram?
  2. Será que alguém realmente acredita que os nossos bisavós queriam abusar as suas esposas?
  3. Era legal as mulheres matarem o filho do marido. Isso era chamado de "aborto".
  4. Pior do que isso! TODOS os homens batiam e violavam TODAS as mulheres pelo menos uma vez por diz. Duas vezes aos Domingos. Era a lei!!!
  5. Antigamente era legal uma mulher trair e abandonar o marido e mesmo assim receber pensão alimentícia. Aliás, ainda é legal.
  6. Antigamente era legal a mulher engravidar de outro homem e mesmo assim forçar outro homem a pagar pela subsistência da criança. Aliás, ainda é legal.

[FEM]: "O Feminismo também ajuda os homens / O Feminismo é benéfico para os homens."

  1. Não. O Feminismo apenas se preocupa com o bem estar de ALGUMAS mulheres.
  2. Não. O Feminismo também é prejudicial para os homens.
  3. O Feminismo não é benéfico nem para as mulheres nem para os homens.
  4. Sim. Eu também ouvi dizer que o KKK é "benéfico" para os negros.

[FEM]: "Os homens estão com medo das mulheres."

  1. Claro que os homens estão com medo das mulheres. Elas fingem que gostam de ti mas depois levam tudo o que é teu.
  2. Bem, se elas quiserem o homem fora de casa, então lá vai ele. E se ela não quiser que o pai veja os filhos, basta dizer à polícia que ele as "molesta". Sempre bom recear pessoas mentalmente instáveis que podem ficar com a tua casa ou impedir que vejas os teus próprios filhos.

[FEM]: "Os homens têm medo das mulheres fortes."

  1. Não. Mulheres fortes não precisam de ajuda estatal para obter o mesmo rendimento que os homens. Mulheres fortes não precisam de acção afirmativa.
  2. Não. Mulheres fortes são sempre bem vindas. O problema são as mulheres tóxicas.

[FEM]: "O Feminismo teve início porque as mulheres não tinham o direito de votar."

  1. A maior parte dos homens também não tinha o direito ao voto; porque é que as feministas apenas se focaram no direito das mulheres e não no direito de todos os que não tinham o direito ao voto?

Obesidade e maternidade tardia duplicam número de mulheres que morre durante o parto


Crescente número de mulheres está a morrer durante o parto à medida que a obesidade e a maternidade tardia tornam os nascimentos mais arriscados. Existem receios de que as unidades médicas não consigam lidar com o incremental número de partos complicados e potencialmente perigosos.

Estudo em torno das mulheres que dão à luz em Londres - publicado no jornal médico Lancet - verificou que a taxa de mortes duplicou desde 2005. Em 2010/2011 havia pouco menos de 20 mortes por cada 100,000 partos, comparados com pouco menos de 10 mortes seis anos atrás.

Os investigadores identificaram a obesidade e a maternidade tardia - que tornam os partos mais complicados - como os factores causadores do aumento das taxas de morte. Adicionalmente, o maior número de mulheres a se submeter à FIV [Fertilização In Vitro] significa que elas são mais susceptíveis de gerar gémeos ou trigémeos, que são partos mais arriscados.

Estas tendências podem ser mais pronunciadas em Londres, mas é provável que problemas similares ocorram por todo o pais.

A Dr Susan Bewley, obstetra consultora do hospital "Guy’s and St Thomas’ em Londres apelou para "atenção redobrada".

Sabemos que as mulheres estão a engravidar em idades mais avançadas, quando estão mais gordas e quando possuem mais problemas de saúde.
A professora Cathy Warwick, secretária-geral da "Royal College of Midwives", disse:
Dois factores estão aliados: os serviços maternais estão sob pressão devido ao aumento regular das taxas de nascimento ao mesmo tempo que lidam com muito mais mulheres com gravidez complexa.
Começando em 2001, a taxa de natalidade aumentou 21% - de 594,634 para 723,165 só no ano passado.

Por contraste, o número de parteiras aumentou em apenas 15% durante o mesmo período - de 18,048 para 20,790. Estima-se que sejam necessárias mais 5,000 parteiras.

Fonte

* * * * * * *

O artigo correctamente identifica o problema por trás do aumento da mortalidade feminina (obesidade e mulheres que escolhem ter filhos mais tarde) mas falha ao não oferecer soluções que de facto combatam a obesidade das mulheres ou a sua recente tendência em adiar a maternidade.

Em vez disso, as profissionais de saúde em cima referidas centram-se nas parteiras e não nas mulheres que chegam às maternidades obesas e com idades avançadas.

Não é difícil entender o porquê de se evitar sugerir às mulheres um combate à obesidade. Afinal, existe uma subcultura feminina que glorifica a obesidade. Semelhantemente, não é difícil entender os motivos que levam a que não se diga às mulheres actuais que ter filhos mais tarde pode ser perigoso para a sua saúde.

O feminismo indoutrinou uma geração inteira de mulheres a "esperar pela idade certa" para ter filhos - como forma de mantê-las no mercado de trabalho e longe de casa. Devido a isto, dizer às mulheres que adiar a maternidade pode ser perigoso para a sua saúde joga contra os propósitos da ideologia feminista.

Isto significa também que uma informação que pode salvar a vida da mulher tem que ser suprimida se a mesma não estiver de acordo com o feminismo. A ideologia toma, assim, preeminência sobre a saúde das mulheres.


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