quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Executado no Texas por violação de menina de 7 anos

Um homem condenado por ter violado e estrangulado uma menina de sete anos em 1999 foi executado na quarta-feira no estado do Texas, nos Estados Unidos.

Guadalupe Esparza, de 46 anos, foi executado por injecção letal, tendo sido declarado morto às 18h21 locais (23h21 em Lisboa).

O latino-americano forçou a entrada, durante a noite, no apartamento onde a menina Alyssa Maria Vasquez vivia, tendo-a raptado, violado e estrangulado.

O corpo da menina foi encontrado num terreno próximo de casa, horas depois desta ter sido dada como desaparecida em Junho de 1999.

Esta foi a terceira execução nos Estados Unidos esta semana.


Os comentários desta notícia no Facebook são bem reveladores: em cerca de 60 comentários, todos se colocaram do lado da justiça americana em executar um homem que raptou, violou e estrangulou uma menina de 7 anos.

Não houve uma única pessoa que dissesse "acho que a pena excedeu o crime".


Escola pública usa "ex-actriz" pornográfica para educar crianças

A norte-americana Sasha Grey, de 23 anos, ex-actriz porno premiada pelo desempenho em cenas de sexo oral e anal, está a causar polémica em Los Angeles, onde participou no plano nacional de leitura de uma escola pública.

O probema surgiu quando os pais souberam quem ela era... Não gostaram e apresentaram queixa, mas Grey afirma que vai continuar a ajudar na educação e futuro das crianças.

Fonte


Alguém ainda duvida que a versão de "educação sexual" ensinada pelos marxistas culturais tem como propósito a destruição da normalidade e a promoção da anormalidade? Em que mundo é que uma "ex-actriz" pornográfica tem moral para "ajudar na educação e futuro das crianças" ? Que "futuro" é esse que os esquerdistas tem em mente?

Brasil: População branca cai abaixo dos 50%

O número de pessoas que se declaram brancas no Brasil baixou pela primeira vez e já representa uma percentagem inferior ao dos que se declaram negros e mestiços, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2010, o número de brasileiros que se classificaram como brancos foi de 91 milhões, o que fez com que este grupo passasse a representar 47,7 por cento da população, de aproximadamente 191 milhões de pessoas.

Em 2000, os que se declaravam brancos representavam 53,7 por cento da população brasileira.

Na mesma base de comparação, a percentagem de brasileiros que se declarou negra passou de 6,2 por cento, em 2000, para 7,6 por cento, cerca de 15 milhões de pessoas, em 2010.

A parte da população que se considerou mestiça também cresceu, ao passar de 38,5 por cento, em 2000, para 43,1 por cento (82 milhões de pessoas) em 2010.

Dois milhões de brasileiros consideraram-se amarelos e outros 817 mil declararam-se índios.

Fonte

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Se Não Acreditas Nas Alterações Climáticas, Vais Entrar em Combustão Instantânea

Mais um vídeo - na longa linha de vídeos - feito pelos Verdadeiros Crentes, que desperdiçaram uma quantidade considerável de energia a produzi-lo e colocá-lo na internet - onde mais energia vai ser gasta a vê-lo (sem falar na quantidade de CO2 produzido).


O texto associado ao vídeo diz o seguinte:

97–98% dos pesquisadores com maior número de artigos publicados acredita que os seres humanos estão a causar o aquecimento global. Outro estudo verificou que 97,4% dos climatólogos com maior número de publicações científicas, bem como pouco menos de 90% de todos os pesquisadores das ciências naturais, considera que o aquecimento global antrópico está a ocorrer.

No entanto, são os minoritários, os que negam o conceito de alterações climáticas, que frequentemente possuem as vozes mais audíveis.

“Combustible” é um vídeo, criado como parte duma campanha, feito para a Global Climate Initiative, organização que apareceu para sensibilizar as pessoas para o facto de que nós, como seres humanos, estarmos a ter um impacto negativo na ecologia global, e que não deveríamos esperar até ser tarde demais para vermos a verdade, e agir.

Portanto, em vez que viverem o seu estilo de vida "ecologicamente propício", mostrando o caminho para o resto da população, eles ainda estão na fase da "sensibilização" da população, coisa que já fazem há mais de 20 anos.

Mas nós, os Negacionistas, poderemos espontaneamente entrar em combustão devido ao facto da temperatura aumentar alguns poucos graus.

Se ao menos as pessoas parassem de fazer vôos esbanjadores de combustíveis fósseis para áreas balneares para avisar os outros a não fazer vôos esbanjadores de combustíveis fósseis.

Fonte


domingo, 13 de novembro de 2011

Produtividade feminista

Mais um texto dum editor convidado.
Escrito por MaxV2

Conforme havia dito anteriormente, venho falar-vos de um amigo meu que é enfermeiro e que de vez em quando conta-me histórias engraçadas sobre situações que ocorrem no hospital onde trabalha - situações essas que muitas das vezes envolvem enfermeiras, médicas e estagiárias.

Eis então a história mais recente. Passo a citar as suas palavras:

Estava eu há uns dias atrás a ajudar um paciente a dirigir-se ao refeitório quando ouço uma grande risada proveniente dum grupo de enfermeiras. Ao passar pelo dito grupo consegui perceber o conteúdo da conversa: estavam a fazer piadas sobre as partes intimas de alguns pacientes (homens).

O paciente que estava comigo apercebeu-se e sentiu-se incomodado com tal espectáculo. Dirigi-me a elas e disse-lhes para baixarem o tom uma vez que havia pacientes a descansar. Para espanto meu, olharam para mim como se eu estivesse errado.

Será que elas não têm consciência do mal que estavam a fazer? Se fosse um grupo de enfermeiros homens a ter este comportamento - isto é, a fazer pouco das partes íntimas duma paciente - o que é que elas achariam?

Será que elas não se apercebem do quão ofensivo isto é? Estas enfermeiras já foram chamadas à atenção pela direcção devido precisamente a este tipo de comportamento (de falar sobre os pacientes) e mesmo assim não não houve qualquer tipo alteração no seu comportamento.

Para além deste tipo de actos irresponsáveis, sempre que há uma actividade que envolva esforço físico, elas são totalmente ineficientes. Quando é preciso movimentar um paciente mais pesado elas pedem o apoio dum enfermeiro. Na falta dum enfermeiro, um médico faz o serviço.

Se não houvesse um homem por perto, o paciente não seria movimentado.


Outra situação ocorreu quando um grupo de estagiários visitava vários pacientes pelo hospital. Ao examinarem um determinado paciente (homem), as mulheres do grupo não conseguiram disfarçar o nojo que sentiram. Enquanto isso, os homens mantiveram-se serenos e profissionais ao mesmo tempo que faziam perguntas sobre a condição do paciente em causa.

Testemunho situações deste tipo - envolvendo enfermeiras, estagiárias e médicas experientes - com relativa frequência. Muitas não conseguem disfarçar o nojo que sentem pelos pacientes. Isto pode gerar situações que, podendo ser caricatas para nós, podem ser extremamente ofensivas para o paciente.

Por exemplo, aconteceu uma vez um paciente ter um problema em que não conseguia parar de vomitar constantemente (para além de ter fortes dores no peito). O médico colocou a hipótese de ser uma angina de peito mas mais tarde, depois duma análise do vómito do paciente, chegou-se à conclusão que era problema de fígado.

Enquanto o paciente vomitava e eu e o médico o segurávamos e examinávamos o seu estado (pulsação, cor do vómito, etc) as médicas e as enfermeiras afastavam-se com cara de nojo.

Outra coisa que pude verificar é que homens não têm qualquer tipo de constrangimento em serem clinicamente examinados por uma médica. Muitas vezes o que se passa é que as médicas e enfermeiras têm nojo de examinar os pacientes.

Atenção que isto não ocorre por algum tipo de falta de higiene com os pacientes. Nestas instalações grande parte deles têm um aspecto limpo e asseado, e quase todos conseguem explicar os seus sintomas com bom vocabulário.

Ora posto isto como pode um homem confiar numa mulher para resolver os seus (dele) problemas ?

Esta é uma profissão em que ás vezes temos que sujar as mãos, ver e ouvir muitas coisas desagradáveis por parte dos pacientes. Tendo em conta que muitos estão debilitados - física e psicologicamente - não é para fracos de espírito.

Um aparte:

Após ter visto isto, será correcto (?) deduzir que se homens e as mulheres trabalhassem na mesma função, as mesmas horas, os homens continuariam a ter melhor performance porque têm métodos de trabalho e organização diferentes (?).

Homens que trabalham em funções que antes eram exclusivamente femininas, aparentam ter maior produtividade que as suas colegas. Isto talvez se deva ao seu raciocínio e métodos de trabalho distintos.

Eu recuso qualquer acusação de misoginia; amo as mulheres mas detesto aquilo em que muitas se estão a tornar.

Não podemos permitir que ideologias perversas modifiquem o bom funcionamento das nossas instituições e prejudiquem as relações humanas.

O que pensam disto? Têm experiências semelhantes para partilhar?

Dêem-me o vosso feedback.


[Meu comentário]: As feministas queixam-se que, em regra, as mulheres recebem menos dinheiro que os homens embora façam o mesmo trabalho. Dito desta forma, parece haver uma grande injustiça mas não há.

Fazer o mesmo trabalho não é equivalente a ter a mesma produtividade.

O Hélder Postiga faz o mesmo trabalho que o Cristiano Ronaldo no futebol espanhol mas um tem uma produtividade bastante superior ao outro. Será lógico afirmar que há "descriminação salarial" contra o Postiga por este receber bem menos que o Cristiano Ronaldo? Ou será mais coerente trazer a questão da produtividade à equação?

Quando as feministas fazem a análise do dinheiro ganho pelos homens e pelas mulheres, elas só usam as variáveis "qualificações" e "cargo"; elas deixam de fora a produtividade. Segundo alguns dados, em termos de produtividade os homens parecem ser mais produtivos que as mulheres.

As histórias que o amigo (enfermeiro) do Max revela podem ser mais evidências em favor da alegação que defende a superior produtividade dos homens em relação as mulheres. Como é possível que pessoas qualificadas para examinar doentes sintam nojo do emprego que lhes paga as contas? Não seria melhor terem gasto o seu tempo a estudar uma área menos "nojenta"? Que tal "Estudos femininos" ?

Para além da falta de profissionalismo patente nos exemplos revelados em cima, temos também o caso de 60% das médicas inglesas abandonarem a práctica nos primeiros 10 anos da sua carreira. Ou seja, para além de serem mais susceptíveis de ter um comportamento menos profissional, as igualitárias ocupam preciosas vagas nas escolas de medicina apenas para abandonarem a prática (ou passarem para part-time) após alguns anos de exercício.

Enquanto isso, homens capazes são barrados de empregos apenas e só porque um decreto governamental decidiu que deveria haver políticas de "igualdade" no local de trabalho. Atenção que a igualdade almejada não é a igualdade de produtividade nem a igualdade de oportunidade mas a de regalias e benefícios.

E quem perde com isso? Os doentes. Quem ganha? O feminismo e o governo.

sábado, 12 de novembro de 2011

Mulheres preferem ficar em casa a cuidar dos filhos

O movimento feminista convenceu uma substancial facção das mulheres modernas que a genuína realização pessoal vem das qualificações académicas e das conquistas profissionais adquiridas e não - como era costume num passado cada vez mais longínquo - das actividades que envolvem escolher ficar em casa a cuidar do lar e dos filhos.

Alegadamente, as mulheres que voluntariamente escolhiam ficar em casa eram "oprimidas". Não se entende bem como alguém que livremente escolhe ficar em casa a cuidar dos seus filhos (ao mesmo tempo que um homem lhe paga todas as despesas) é de alguma forma "oprimida".

Mas sendo um movimento político esquerdista sem conhecimento da natureza da mulher, o feminismo está condenado a trazer infelicidade às mulheres, às famílias, às crianças e principalmente aos homens.

Uma das formas através da qual nós podemos vêr que o feminismo desconhece a natureza da mulher é precisamente na questão que envolve a escolha feminina de querer ser dona de casa em detrimento duma carreira profissional.

Se a mulher era oprimida por escolher ficar em casa, porque é que um significativo número de mulheres actuais anseia poder ter liberdade económica para ficar em casa a cuidar dos filhos?

Segue-se o testemunho duma mulher grávida:

Eu simplesmente não quero voltar a trabalhar e deixar a educação da minha linda bebé nas mãos de outra pessoa. Quando os meus outros filhos eram pequenos, eu fiquei em casa e fui fazendo trabalhos que não perturbavam o meu tempo com eles.

Adorei todos os momentos que passei com eles.

Depois da minha filha mais nova ter iniciado a escola, voltei a estudar e no ano de 2007 graduei-me. Depois de ter encontrado um emprego a tempo inteiro engravidei outra vez.

Pensei sobre isso e determinei-me a regressar a trabalhar. Se as outras mães conseguem, certamente que eu também conseguiria.

Mas à medida que a minha gravidez se aproxima do fim, cheguei à conclusão que não quero abandonar o bebé. Quero ser aquela que vê o seu primeiro passo, ouve a primeira palavra e a ensina a ter bons modos.

Eles crescem tão depressa que o tempo vai-se num abrir e fechar de olhos.

Não poderia suportar o pensamento dela estar a chorar no infantário e ninguém lhe prestar atenção por haver outras crianças a necessitar de apoio.

Quem me dera poder ignorar todas estes pensamentos mas não consigo. Adoro ser uma mãe que fica em casa [a cuidar dos filhos].

Porque é que me sinto culpada por querer ficar em casa a cuidar dos meus filhos? Há por aí outras mães que também se sentem assim?

É um triste sinal dos tempos quando uma mãe se sente culpada por querer ficar junto dos filhos. Por aqui se vê o quão devastadora tem sido a influência do feminismo sobre a forma de pensar feminina.

Outra mulher expressa sentimentos semelhantes:

A minha licença de parto está quase terminada mas, sinceramente, eu não quero colocar a minha filha num infantário. Não creio que seja viável o pagamento das mensalidades.

Além disso sinto-me desconfortável com a ideia de outra pessoa a criá-la.


Como é que as feministas explicam esta tendência natural da mulher de querer ficar em casa a cuidar dos seus filhos? Esta inclinação natural e saudável das mulheres está a ser suprimida pelo movimento feminista ao identificar a posição de cuidadora do lar como algo "humilhante" e "degradante".

As feministas, na sua ânsia de colocar as mulheres no mercado de trabalho sob a bandeira da liberdade, conseguiram gerar uma legião de mulheres stressadas que tenta equilibrar a atenção dada aos filhos com o avanço da sua carreira profissional.

Pior que isso, as feministas conseguiram uma das mais fantásticas obras de ilusionismo da História do Homem ao identificarem a redução da liberdade de escolha como algo "libertador".

Antigamente, as mulheres tinham a opção de poder ficar em casa, arranjar um emprego a part-time, ou trabalhar a tempo inteiro.

Hoje, graças aos movimentos políticos que visam colocar as mulheres debaixo da escravatura do ordenado, as mulheres são practicamente obrigadas a optar pela terceira opção como forma de suportar as despesas. Aquilo que é visivelmente uma perda de liberdade é apresentado à mulher como uma "vitória".

Na sua essência, o feminismo é uma ideologia anti-mulher. Infelizmente, a esmagadora maioria das mulheres não se apercebe disso.

A essência do feminismo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Quando a verdade danifica o ego igualitário

A auto-decepção é um fenómeno real; ela existe, é notório e é facilmente demonstrável. Há pessoas que sabem a verdade duma proposição mas que se auto-convencem de que a proposição é falsa.

O falecido filósofo Cristão Dr Greg Bahsen escreveu na sua tese de doutoramento "A Conditional Resolution of the Apparent Paradox of Self-Deception":

Embora o auto-decepcionado esteja ciente da verdade da [proposição] p, ou a veja evidenciada . . . e embora a sua crença de que p [é verdade] seja indicada pelo seu comportamento . . . ele [o auto-decepcionado] não aceitará p como verdadeira mas iniciará um processo de auto-indução - ao controlar a sua atenção em relação às evidências relevantes - que resultará numa fé incompatível (e falsa) de que S [ = o sujeito auto-decepcionado] não acredita em p.
Ou seja, a pessoa auto-decepcionada sabe a verdade mas como a verdade de uma forma ou outra choca com as suas convicções pré-estabelecidas, S controla a forma como interpreta as evidências relevantes de modo a que a conclusão esteja sempre de acordo com a crença pré-estabelecida.

Um caso flagrante de auto-decepção é este artigo exposto num blogue feminista . Essencialmente o que o artigo revela é que os homens na casa dos 35-50 anos preferem mulheres na casa dos 20/30 e não mulheres na casa dos 35-50.

Aparentemente as feministas e os manginas (homens que, entre muitas outras coisas, se alinham com o feminismo contra outros homens) não só não sabem como funciona a mente feminina, como não sabem (ou não aceitam) a forma como funciona a mente masculina.

Eis aqui algum das coisas que o Hugo Schwyzer diz:

Isto não é só uma opinião minha; esta opinião foi gerada a partir dos agora-infames resultados da pesquisa de 2010 da Ok Cupid. Esta verificou que, no mundo dos encontros românticos online, os homens de um modo quase universal interessavam-se em perseguir mulheres substancialmente mais novas.
O Hugo revela alguns testemunhos pessoais de mulheres na casa dos 30/40 que descobrem que já não são atraentes aos olhos dos homens:
Quando eu [Hugo] pesquisei histórias em torno deste fenómeno, ouvi muitas como a seguinte, proveniente da Veronica (37 anos):

"Quando comecei com os encontros românticos online no final dos meus anos 20, recebia centenas de emails por semana. Oito anos depois, e embora as minhas fotos estejam melhores e as minhas proezas sejam mais substanciais, apenas recebo 1/4 das mensagens que recebia. A maioria dos homens que me escrevem têm idades superiores a 50 anos."

Ou seja, quando ela era jovem e bonita, recebia centenas de cartas por semana. Quando foi envelhecendo e perdendo a beleza da juventude, 3/4 dos homens mudaram-se para outras pastagens.

Esta mulher diz que as suas fotos estão "melhores" e que as suas proezas (provavelmente profissionais) são "substanciais". Aparentemente esta mulher realmente pensou que as suas conquistas profissionais de alguma forma a tornariam mais atraente aos olhos dos homens.

Amelia de 28 anos, escreveu:

Vejo muitos homens online com mais de 35 anos em busca de mulheres com idades entre os 18 e os 30. Se eles ao menos soubessem o quão desmotivante isto é. Se não consegues lidar com as tuas pares (isto é, mulheres na casa dos 35 anos), então não consegues lidar comigo.
Segundo esta mulher na curva descendente da sua beleza, os homens têm algum tipo de "obrigação moral" de apenas buscar mulheres na sua faixa etária. Homens com mais de 35-40 anos que busquem mulheres jovens violam algum tipo de lei apenas conhecida pelas feministas e pelos manginas.

O Hugo então coloca a questão de um modo claro: porque é que os homens buscam a companhia de mulheres mais novas e não a companhia de mulheres que se encontrem na casa dos 30 ou 40 anos de idade? O Hugo diz:

A crítica da comunicação social Jennifer Pozner diz que parte do problema é o envelhecimento prematuro das mulheres mais velhas em Hollywood.
Huh?! O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
Tal como Pozner escreveu no seu livro Reality Bites Back,

"As gatinhas [mulheres na casa dos 20 anos] passavam o seu tempo de bikini e a dançar com o hula-hoop ao mesmo tempo que as "pumas" [mulheres na casa dos 30/40 anos de idade] passavam o tempo a coser, ler e lavar a roupa.

Combinem isso com a dessexualização das mulheres com mais de 40 anos e a celebração infindável das uniões entre gente famosa, e o sinal enviado aos homens é que a validação que eles ambicionam só pode vir da parte das mulheres mais novas."

Ou seja, o motivo que leva a que os homens prefiram as gatinhas em detrimento das pumas não é o óbvio nível de atracção mais elevado por parte das gatinhas, mas sim culpa dos média em mostrar as mais jovens como mulheres desejáveis e as mais velhas como mulheres não tão desejáveis.

Consequentemente, se os média passassem a mostrar mulheres de 40 e 50 anos de bikini e a dançar com o hula-hoop, os homens miraculosamente mudariam por completo as suas preferências sexuais e centrariam as suas atenções nas pumas.

Que tal um dia ligares a tua televisão e veres uma mulher na casa dos 40-50 anos anos a dançar de bikini? Segundo Jennifer Pozner, quando os homens se acostumarem a essa imagem, passarão então a preferir mulheres mais velhas em detrimento das mais novas.

Não passa pela cabeça da Jennifer Pozner que o motivo pelo qual os média evitam mostrar as mulheres mais velhas como desejáveis é porque sabem antecipadamente que os homens não estão interessados.

Não. A culpa é dos média!

O Hugo continua:

O motivo que leva a que homens mais velhos persigam mulheres mais jovens tem menos a ver com o sexo e mais com um profundo desejo de se auto-convencerem que "nós ainda estamos lá". O "" não é só a atracção física, mas todo o pacote masculino de juventude, vitalidade e, acima de tudo, possibilidade.
Portanto, o motivo que leva os homens a preferir mulheres bonitas tem menos a ver com a beleza física das mulheres, mas sim com a alegada necessidade masculina de auto-validação. O facto de, em média, as mulheres mais jovens serem mais bonitas que as mais velhas não tem nada a ver com as preferências do homem, segundo o Hugo.
Não é que as mulheres da nossa idade sejam menos atraentes; é, sim, que estas não tem o poder cultural de reafirmar os nossos egos frágeis - e em envelhecimento - em favor da tese de que ainda somos bonzões e cheios de potencial.
Não, ignorante; é precisamente pelo facto das mais novas serem mais bonitas que leva a que elas sejam preferidas em detrimento das mais velhas. Não tem nada a ver com "auto-reafirmação" e nem tem nada a ver com os nossos egos.

Os homens são atraídos por uma das mais óbvias qualidades visuais da mulher: a beleza física. As mais belas são aquelas que irão atrair o maior número de homens - independentemente das suas "proezas profissionais".

Graças ao feminismo e à destruição do casamento, os homens (principalmente os machos alfa) podem ir buscando mulheres mais jovens sempre que as actuais companheiras forem perdendo a beleza. Um exemplo cabal disso é o músico Ronnie Wood. Este alfa de 64 anos trocou a sua mulher - com quem esteve casado durante 23 anos - por uma empregada de 18 anos. Actualmente, Ronnie namora com uma mulher de 25 anos chamada Nicola Sargent.

O Hugo continua:

Inspirar o desejo duma mulher com idade para ser nossa filha transforma-se no mais potente remédio anti-envelhecimento, particularmente quando a mostramos aos nossos pares.
Segundo o Hugo, portanto, os homens perseguem as mulheres bonitas porque isso é um "potente remédio" anti-envelhecimento, e não porque estas são bonitas.

Mas o Hugo tem um conselho útil para as pumas cuja beleza é algo do passado:

Aconselha-se às mulheres mais velhas que lutem contra o que alguém classificou de "a lenta queda na invisibilidade sexual" não só com cosméticos mas também com uma aceitação realista do seu envelhecimento.
Dito de outra forma: tentem parecer mais novas, e aceitem que estão a ficar velhas.

Seguramente que o Hugo nem se apercebe da contradição em que caiu. Em cima ele diz que a preferência masculina nada tem a ver com a beleza ["sexo"], mas agora defende que a forma das mulheres combaterem a sua "lenta queda na invisibilidade sexual" é . . . tornarem-se mais bonitas através dos cosméticos. O problema não é a beleza, mas pelo sim pelo não, tornem-se mais bonitas!

Como seria de esperar, Hugo citou uma puma mulher "feliz" com o facto de ser ignorada pelos homens mais novos (como se isso fosse algo de relevante). Amy, de 43 anos, diz

Não me importo que os homens na casa dos 20 ou dos 30 não me mandem piropos uma vez que não são estes os homens que eu busco.
O que, como se sabe, é bem capaz de ser verdade devido a natureza hipergâmica das mulheres. Regra geral, as mulheres interessam-se por homens cujo estatuto elas entendam ser superior ao seu. Mulheres a perseguir homens mais novos existem mas em número bem menor ao número de homens atrás de mulheres mais novas.

Conclusão:

O tema central do artigo do Hugo é "validação" masculina aos olhos das mulheres, mas isso é uma distracção. A preferência masculina por mulheres bonitas nada tem a ver com a validação, do mesmo modo que a preferência feminina por homens que elas vejam como poderosos e/ou dominadores nada tem a ver com "problemas com o pai".

Esta preferência masculina por mulheres jovens/bonitas é universal e imutável, apesar dos protestos da manginada e das feminazis. Uma das poucas alturas em que os homens buscam mulheres da sua idade é quando eles são também jovens.

Isto não significa que não haja homens que se sintam atraídos por mulheres mais velhas e mulheres que não gostem de homens mais jovens; isto significa, sim, que, ao contrário do que o escritor do artigo quer fazer passar, a preferência masculina é perfeitamente normal e nada relacionada com "problemas do ego" ou busca de "validação".

As feministas e os manginas tem que aprender que estes jogos psicológicos só funcionam nos homens que não conhecem os seus propósitos.

Para além disso, ele não deveria fazer artigos em jeito de admiração pelo facto dos homens preferirem mulheres mais bonitas da mesma forma que ele não escreve artigos "admirado" pelo facto da água estar molhada ou o fogo estar quente. Isso é o NORMAL.

Mas claro, o Hugo, escrevendo para um blog feminista, nunca poderia dizer abertamente que o homem e a mulher são distintos nas suas preferências sexuais uma vez que isso seria visto como uma traição à causa feminista.

Mas, como ouvi dum jovem que trabalhava numa cafetaria na estação de metro de Alcântara, com os problemas dos outros podemos nós bem.

Olavo de Carvalho - Os motivos para destruição da família

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Árvores recusam-se a cooperar com as previsões aquecimistas

Ficamos a saber que mais de metade das árvores orientais examinadas num maciço estudo levado a cabo pela Universidade de Duke não se estão a adaptar às alterações climáticas com a velocidade prevista pelos proponentes do aquecimento global das alterações climáticas.

James S. Clark, H.L. Blomquist Professor de "Meio Ambiente" afirma:

Vários modelos sugeririam que as árvores migrarão rapidamente para altitudes e latitudes mais elevadas como resposta ao aumento da temperatura, mas as evidências em favor duma migração consistente, liderada pelo clima, rumo ao norte estão, em larga parte, ausentes.
Das árvores que já foram analisadas, 59% não mostram qualquer sinal de que o seu alcance geográfico estão a contracção tanto no norte como no sul.

Poucas espécies - cerca de 21% - aparentaram estar a mudar em direcção ao norte, tal como previsto. Cerca de 16% aparentam estar a avançar em direcção ao . . . . . sul, e 4% parecem estar a avançar tanto para o norte como para o sul.

Fonte


Que choque incrível! A natureza ignora os aquecimistas e faz o que sempre fez.

Incrível o que os "climatólogos" aprendem quando deixam os modelos computacionais e aventuram-se para o mundo real.

Qualquer pessoa normal consideraria melhor esta noção do aquecimento global de forma séria se levasse as evidências científicas em consideração. Se a teoria prevê que algo deveria estar a ocorrer se o aquecimento global estiver a acontecer, e essa coisa não está a ocorrer, então se calhar 1) não há relação nenhuma entre o aquecimento global e a migração das árvores ou 2) o aquecimento global não está a acontecer.

Mas isto não significa nada para quem já "sabe" que o aquecimento é um "facto" (ou "fato", segundo o acordo ortográfico).

"Parem com o aquecimento global!"

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Aquecimento Global Antrópico - RIP

Mais uma pessoa desapontada com o caminho que as coisas seguiram.

Corrupção dentro da indústria das alterações climáticas explicam alguma da súbita falta de interesse. O caso "ClimateGate" - a publicação não autorizada de emails privados pertencentes à "Climatic Research Unit in the United Kingdom" em 2009 - revelou que muitos dos cientistas de topo estavam imersos na manipulação de evidências científicas como forma de suportarem as conclusões pré-concebidas e as suas agendas pessoais.

Avisos estridentes sobre tudo, desde o derretimento dos glaciares dos Himalaias até à redução da população dos ursos polares, fizeram-se notar pela ausência de suporte científico.

Infelizmente, ser "ecológico" durante os últimos 3 anos tornou-se sinónimo de falcatruas capitalistas. Ideias baseadas no senso comum tais como moinhos de vento, painéis solares, e carros eléctricos têm estado nas notícias actualmente.

Mas os temas comuns era depressivamente similares: poucos empregos gerados e pouco energia competitiva criada, mas muitos doadores políticos que beneficiaram de empréstimos na ordem dos milhões de dólares provenientes do governo.

Claro que o facto do grande porta-voz do movimento ecológico, o laureado Al Gore, ter ganho milhões de dólares com a promoção da tua teoria não ajudou.

Pior que isso é que ele adoptou um estilo de vida baseado nas viagens de jet e em casas consumidoras vorazes de energia - algo que está em contradição directa com os seus apelos ao corte energético.

Durante essa altura, quando o termo "alterações climáticas" ainda não assustava a população de modo suficiente, um terceiro termo se seguiu: "caos climático". De repente, alguns "peritos ecológicos" alegaram que ainda mais desastres ameaçadores - desde furacões periódicos a tornados, actividade vulcânica e tremores de terra - poderiam ser pela primeira vez atribuídos à queima de combustíveis fósseis. As mudanças contínuas do nome do problema, a este ponto, sugeriam que se calhar não existia problema algum.

Nós pura e simplesmente não sabemos de um modo positivo se a actividade humana recente causou a que o planeta aquecesse até chegar a níveis perigosos.. O que nós sabemos é que aqueles que suportam esta posição são frequentemente insinceros, gananciosos e quase sempre pouco práticos.

Fonte


Acabem com o aquecimento global!

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