quarta-feira, 2 de abril de 2014

O que é a Nova Ordem Mundial?

Por Jay

Infelizmente, desde a mais tenra idade que fomos programados e condicionados para não acreditar, nem hipoteticamente, em conspirações em larga escala. Nos disciplinas introdutórias, os estudantes de História aprendem que existem três formas de olhar para a filosofia da História:
  • Primeiro, a posição das contingências aleatórias onde os eventos históricos nada mais são que "uma maldita coisa a seguir à outra" (tal como um dos meus professores tão elegantemente afirmou), onde não há qualquer motivo ou significado casual.
  • A segunda, a posição do "grande homem", onde figuras religiosas ou figuras políticas-chave causam certos eventos importantes causando a que a História gire em torno destas figuras, tais como Napoleão ou Júlio César.
  • A terceira visão é a providencial ou conspiratória. Nesta forma de analisar as coisas, a História é conduzida por forças ocultas - quer elas sejam malignas ou benevolentes. Sem dúvida que os seres humanos desempenham o seu papel, mas o ser humano não é o "deus" autónomo do seu destino. Ele é o actor dum palco onde há uma narrativa grandiosa e um propósito final para cada evento, mesmo que os seres humanos não estejam cientes destas razões.
Havendo visto a verdade da conspiração mundial que nos últimos séculos se tem centrado no ocidente, o establishment anglo-global é outra coisa que as pessoas preferem não ouvir. Os seres humanos têm um viés pela normalidade e por aquilo que é chamado de dissonância cognitiva. A dissonância cognitiva é a tendência para continuar a acreditar em algo que está errado (apesar das gigantescas evidências em contrário) devido ao devastador impacto psicológico que o abandono das crenças prévias causaria.

Os americanos foram educados com a narrativa de serem uma nação de individualistas independentes; a mentalidade de fronteira ainda domina e é uma imagem ainda latente na nossa cultura. A mentalidade individualista recusa-se a olhar para si mesma como vítima de algum tipo de conspiração; nós somos uma nação demasiado grandiosa para ser dominada por uma elite maligna focada no despovoamento mundial. Afinal de contas, Obama é um presidente "liberal", certo? "Como é que pode haver uma conspiração em massa? Se houvesse, ela já teria sido apanhada!", diz o opositor. Isto são tudo conspirações helicóptero-preto e chapéu-de-folha-de-estanho [inglês: "tin-foil-hat"].

Para aqueles com educação modesta e pouca capacidade de pensamento crítico e de senso comum, é demais evidente que nenhuma destas objecções é suficiente para demonstrar que a visão conspiratória é falsa. O facto de alguém ser um "orgulhoso Americano" ou o facto de George Bush ter alegado ser Cristão, não significa que a visão conspiratória seja falsa. Em lógica, a isto chama-se non sequitur; logicamente falando, a conclusão não é o resultado das premissas. 

Definindo a Nova Ordem Mundial

Antes da mais, temos que ser bem claros em relação aos termos. O que é que significa "Nova Ordem Mundial"? Basicamente, a Nova Ordem Mundial (daqui para frente NOM) é um sindicato criminoso global composto por banqueiros, CEOs [directores-executivos de empresas], políticos, académicos, magnatas mediáticos, executivos militares e líderes religiosos, que por um lado operam sob o olhar público ao mesmo que trabalham de uma forma clandestina com o fim de determinar a política mundial. Em última análise, e visto que eles estão dispostos a levar a cabo matanças em larga escala, esta elite acredita que ela é superior ao resto da humanidade.

Existem vários níveis de iniciados e níveis de conhecimento, mas a ideologia central da NOM é a tecnocracia Fabiana socialista eugenista. Muitos servos da NOM são compartimentados, pensado que o seu papel pessoal (e provavelmente papel importante) no mundo bancário ou no mundo mediático encontra-se ao mais alto nível. Por exemplo, muitos membros Grupo Bilderberg ou do Concílio da Relações Externas ["Council on Foreign Relations" = CFR] provavelmente pensam que estão no mais elevado nível de controle, mas poucos estão cientes da elite ocultista acima deles.

Isto não quer dizer que os Bilderbergerianos e os membros do CFR não são os "arquitectos" das estruturas globais de poder, mas sim que eles não se encontram no nível mais elevado. Estas elites acreditam que foram escolhidas para governar as massas, que elas [as elites] vêem como nada mais que gado. Sendo o gado ignorante, a manada é totalmente descartável: ela [a manada] pode ser usada como bucha para canhão em guerras onde trilhões são feitos pelos banqueiros privados ao emprestarem dinheiro aos governos com juros exorbitantes. Ou então a manada pode ser despopulada tal como a falsa "crise" do aquecimento global precisa.

O Propósito Final da Nova Ordem Mundial 

O objectivo final da elite da NOM é uma ditadura socialista de ordem mundial única, construída à imagem do livro de George Orwell 1984, ordem essa que George Orwell conhecia profundamente. Também influente foi o livro "Brave New World" de Aldous Huxley. A Alemanha Nazi e a Rússia Bolchevique foram ambos modelos-chave estabelecidos pela e para a NOM. O objectivo final é o controle total e a escravização total através do controle da religião, da ideologia, da população, da economia e da tecnologia.

De forma a que isto possa ser atingido, todas as soberanias nacionais têm que ser dissolvidas e unidas numa série de uniões continentais, tal como aquela que foi já instalada com o nome de "União Europeia". O problema da imigração nos Estados Unidos, por exemplo, faz parte do plano dos globalistas de remover as fronteiras como forma de criar a União Pan-Americana que se irá, eventualmente, unir à União Europeia. As Uniões Africanas e Asiáticas certamente que se seguirão, provavelmente sendo mais tarde unidas na eventual Federação Mundial supervisiona peças Nações Unidas. Evidências em favor disto podem ser vistas nas palestras de Rockfeller nas Nações Unidas, tal como exibidas na C-SPAN: 

U

De modo a entender a forma como as assim-chamadas elites atingiram o que já atingiram nos dias de hoje, é importante olhar para a história deste grupo amorfo. De maneira geral, a batalha entre o mal e o bem pode ser rastreada até ao início do tempo e até à Queda do homem, mas por motivos de conveniência, vamo-nos focar na era moderna.

À medida que a Idade Média produzia a era da modernidade através da ciência de Francis Bacon, Galileu e Newton, uma mudança no paradigma na forma como se via o mundo aconteceu: ele, o mundo, já não era mais governado por Deus através da Sua Igreja e da hierarquia terrena da monarquia; em vez disso, o mundo começou a ser visto como uma casa de tesouro de forças prontas a serem aproveitadas pelo homem.

Direitos do Homem segundo
os revolucionários franceses
O homem podia eventualmente atingir o entendimento total do universo e ascender para a posição de Deus. A "ciência" tornou-se no novo mythos, a nova narrativa abrangente que poderia explicar a grande ascensão do homem até a divindade. Estes eram interesses estranhos para estes homens que tentavam, ao mesmo tempo, desmitologizar o mundo da "superstição religiosa". Esta era, obviamente, uma fachada e uma mentira visto que eles, tal como o livro clássico Frances Yates "The Rosicrucian Enlightenment" demonstra, eram practicantes de magia. A nova ciência deu origem ao Iluminismo - revolução socio-cultural que buscou reconstruir a ordem social fundamentando-se no fluxo, no progresso e na "razão", em oposição à teologia e à metafísica. 

Também simultâneo com este fenómeno ocorreu a Reforma Protestante, que buscou desafiar a autoridade estabelecida da Igreja única, autoridade essa que havia sido a força dominante na Europa Oriental e na Europa Ocidental por mais de mil anos. Os próprios Reformadores buscaram remover o que eles entendiam como sendo a superstição da Igreja, e colocar a autoridade religiosa nas mãos de "todos os rapazes que trabalham no arado", tal como disse Lutero, que poderiam assim reconstruí-la como bem entendessem. Em última análise, a Reforma iluminista teve como consequência o racionalismo puro, e da Alemanha vieram as infames escolas de Alta Crítica que iriam negar a autoridade dos Textos Bíblicos e, por fim, rejeitar todos os elementos sobrenaturais da Teologia - quaisquer que eles fossem. Um novo mundo estava a emergir do antigo mundo.

Estes eventos não foram acidentais. De facto, o Iluminismo e a Reforma não só causaram alterações na teologia e na forma de pensar, mas causaram também uma revolução civil. O mais notável destes eventos foi a Revolução Francesa, que buscou destruir o Cristianismo na França, decapitar o monarca, e estabelecer uma república Iluminista, secular e comunista. A morte de milhares de pessoas não foi acidental. Os demagogos da Revolução Francesa, tais como Danton, Robespierre, o Duque de Orleans, Marat, e São Justo, eram todos membros de sociedades secretas e ordens Iluministas. Muitos líderes comunistas tais como Vladimir Lenin eram também "Illuministas".

A pergunta então materializa-se: porque é que os líderes comunistas e os líderes burgueses da Revolução Francesa seriam ambos membros dos mesmos grupos revolucinários secretos? Não são os seus objectivos radicalmente distintos? A resposta a isto será dada mais tarde. Através da sua infiltração na Maçonaria, estes homens sangrentos foram induzidos para dentro duma sociedade profunda e sombria conhecida como os Illuminati.

Os Illuminati haviam sido criados na Bavária em 1776 por um canonista ex-Jesuíta chamado Adam Weishaupt. Weishaupt, que se encontrava imerso no racionalismo, tinha como plano organizar um grupo de elite que eventualmente iria instalar uma ordem socialista mundial e abolir a teologia. Weishaupt parece ter sido a figura ideológica-chave por trás das revoluções dos séculos 18 e 19 que, em última análise, removeram todas as formas de monarquia e efectivamente acabaram com a influência social do Cristianismo.

É alegado que Weishaupt recebeu financiamento para o seu projecto da parte de seitas aristocráticas e banqueiras secretas que queriam destruir e reconstruir a sociedade. O establishement banqueiro ocidental apoderou-se de toda a Europa tendo em vista um objectivo simples mas assombroso: emprestar dinheiro para a guerra aos líderes estatais com juros elevados e, desde logo, colocar os governos sob o controle dum banco privado. O mais bem sucedido entre estes foi Nathan Rothschild, que fez uma fortuna incrível emprestando dinheiro tanto a Napoleão como aos Britânicos [isto é, aos dois lados da mesma guerra].

Quando Napoleão foi derrotado, Nathan enganou o parlamento Britânico e levou-os a instalar um banco central sob o disfarce de "estabilidade económica". Este banco privado, no entanto, haveria de ser suportado por uma fortuna privada, e o sistema monetário eventualmente seria meramente uma moeda fiduciária. Isto significava que o dinheiro não era suportado por ouro mas sim por crédito fiduciário. Por sua vez, os banqueiros iriam cobrar juros aos governos sobre o dinheiro que eles haviam inventado do nada. Seria através desta metodologia que eles eventualmente haveriam de ser bem sucedidos em colocar toda a Europa numa União com uma moeda fiduciária proveniente dum banco privado localizado na Alemanha. Este é o status actual da União Europeia.

A mesma mentira banqueira foi levada a cabo nos Estados Unidos através dos Rockefeller e Morgan Trusts que em 1913 manipularam o Congresso dos EUA para aprovar o "Federal Reserve Act". O "Federal Reserve Act" colocou a economia Americana nas mãos de banqueiros Europeus e da dinastia banqueira Rockefeller-Morgan-Britânica.

Cecil Rhodes, o magnata dos diamantes africanos, foi também financiado pelos mesmos interesses; depois de obter uma fortuna, no princípio do século 20 fundou uma sociedade secreta conhecida como "Round Table Group". Desta "Round Table" Britânica e da Royal Society, a similar "American Council on Foreign Relations" foi formada ao mesmo tempo que a versão internacional, conhecida como a "Trilateral Commission", foi também formada. Por sua vez, estas entidades formaram a  OSS/CIA e o grupo dentro eles é conhecido como os Bilderbergers, tal como dito em cima; esta organização organiza encontros anuais em lugares secretos um pouco por todo o mundo, onde as políticas nacionais e corporativas são definidas.

O objectivo declarado destes grupos é a instalação dum governo mundial e dum sistema monetário único no mundo inteiro. Isto é levado a cabo economicamente através de bancos centrais privados, que imprimem a moeda fiduciária e cobram juros aos vários governos mundiais. A propósito, é por isso que há já muitas décadas nós ouvimos falar que a nossa dívida nacional encontra-se na ordem dos triliões de dólares. A dívida são os juros que devemos em torno de dinheiro impresso do nada; os donos são banqueiros internacionais que enganaram os EUA e fizeram com que eles entregassem aos banqueiros o poder de controlar o abastecimento de dinheiro; é por isso que é uma conspiração.

Eu já falei com professores doutorados em Economia que admitem que a maioria dos países sobrevivem à base do sistema de dinheiro fiduciário controlado por bancos privados. Para estes professores institucionalizados isto não é problema visto que muitos deles apoiam a ideia do globalismo e dum governo mundial. Eles são voluntariamente ingénuos, pensando que o sistema que abusa deles também os salvará.

Agora que já vimos a história da cabala da Nova Ordem Mundial e o seu caminho monetarista para o controle total dos estados-nação, é importante ver os métodos que eles usam para obter e aumentar o seu controle. Antes de fazermos isso, temos que colocar uma cara aos grupos que servem de fachada para a NOM. Muitos desses homens são membros de igrejas locais, incluindo padres respeitados, pastores, guias espirituais e diáconos. Muitos presidentes americanos, senadores, congressistas, homens de negócio e filantropos fizeram parte, e fazem parte, deste grupo. Estes homens bem intencionados estão a servir interesses mais elevados que buscam propósitos sombrios - propósitos esses que aqueles que estão abaixo deles não sabem.

A maçonaria moderna deriva das alianças entre os pedreiros da Europa Ocidental Medieval que se uniram para construir as catedrais dos bispos e os palácios dos reis. À medida que a construção de catedrais diminuiu e à medida que o Iluminismo e a reforma varriam a Europa, os practicantes do ocultismo procuraram levar a cabo encontros secretos onde poderiam conspirar sem a ameaça da Igreja Católica e das coroas que ainda existiam. Eles encontraram o que buscavam na sociedade dos maçons: estes novos e filosóficos maçons foram chamados de "maçons especulativos". Por volta do século 18 existiam mais de 5,000 lojas maçónicas estabelecidas na Europa. Muitos senhores menores e chefes de estado menores, bem como membros do clero - tanto Protestantes como Católicos - haviam, de facto, se unido à fraternidade. Tal como dito em cima, para o final do século 18, a maçonaria encontrava-se já intimamente ligada aos Illuminati graças aos esforços racionalistas extremos de Weishaupt. 

As Linhagens de Sangue
Mitólogo da NOM:
Charles Darwin
Não estando muito a par do pensamento pré-moderno, a maior parte de nós realmente não entende a importância que as linhagens de sangue tinham no mundo antigo. O mundo antigo era, essencialmente, um sistema de castas, e muitas sociedades actuais, tais como as que existem na Índia, ainda operam desta forma. A menos que se seja da  linhagem real, temos que aceitar uma certa posição na sociedade. É suposto a modernidade ser igualitária, mas as distinções de classe apenas foram reorganizadas de linhagens reais para linhagens de riqueza. A própria Bíblia preocupa-se com as linhagens de sangue visto que Jesus Cristo é a Semente Prometida, Descendente de Adão através de Noé, através de Abraão, através do Rei David a a Sua Mãe, de quem a Igreja alega Ele ter recebido a Sua Humanidade.

Para o mundo antigo, portanto, as linhagens eram tudo. Isto é importante visto que a filosofia ocultista dos assim-chamados racionalistas do mundo moderno ainda aderem a este princípio antigo. Para os ocultistas da NOM, há "poder no sangue", tal como para os Cristãos, expressão que para eles significa poder mágico. Logo, as famílias dinásticas que controlam o mundo, tais como os Rothschilds, os Rockefellers, os Morgans, os Warburgs, etc., tal como as antigas realezas, acreditam que têm que casar entre si de modo a manter a pureza da linhagem de sangue.

O livro ridículo de Dan Brown - "O Código DaVinci" - é um exemplo perfeito: embora o livro seja claramente falso, ele demonstra a obsessão do mundo do ocultismo pela pureza mágica herdada através das linhagens familiares. De facto, alguns destes ocultistas acreditam que eles mesmos são descendentes de deuses; um exemplo disto é a ideologia Satânica do Nazismo, onde Heinrich Himmler, através das SS, tentou produzir uma linhagem Ariana pura:, uma linhagem que tinha o poder dos deuses de Atlântida a percorrer dentro deles, tal como o livro "Unholy Alliance: A History of Nazi Involvement with the Occult" de Peter Levenda revela.

É através da maligna ideologia do eugenismo, o descendente do Darwinismo, que a elite Britânica encontra o fundamento para a promoção dos males do aborto, da eutanásia e da esterilização. A maior parte das pessoas não sabe, mas foi Margaret Sanger (com a ajuda da mãe de Catherine Hepburn) que fundou a Planned Parenthood com apoio financeiro dos Rockefeller para vender a ideia do aborto e da contracepção (sob o manto dos "direitos das mulheres"). Sanger convenceu a organização NAACP [= National Association for the Advancement of Colored People  = Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor] que as mulheres negras em particular deveriam ter o direito ao aborto, tudo baseado na filosofia socialista eugénica de Sanger.

Um dos grandes promotores do Darwinismo foi o eugenista Sir Francis Galton, primo de Charles Darwin e também cientista. O que as universidades estaduais, todas controladas pela elite, não dizem é que a filosofia eugénica de Galton, uma consequencia natural do Darwinismo, era profundamente Anglo-racial. Enquanto isso, o  establishment universitário falsamente liberal quer que todos acreditem que o Marxismo é glorioso, embora a sua própria pseudo-religião Darwinista seja racista até ao âmago. É por esta filosofia ocultista do Darwinismo mascarada de ciência que a elite da NOM está obssecada, e é por esta razão que abortar milhões de crianças se tornou um sacrifício enorme. Quem controla a América é um establishment Luciferiano.

O Movimento Nova Era Ecológico

É importante levar em conta que as sociedades secretas previram o suposto fim da religião. Existem muitos outros grupos que operam de uma forma independente, mas com os mesmos propósitos de destruir a religião histórica e Ortodoxa e instalar uma ordem mundial Luciferiana, global, tecnocrata, socialista e racionalista. Muitas pessoas encontram-se ignorantes do facto do Movimento da Nova Era ter tido a sua origem em grupos ocultistas fraudulentos. Madame Blavatsky, charlatã e ocultista de primeira, cunhou o termo ao notar que, em termos astrológicos, o século 20 haveria de testemunhar a transformação da Idade do Peixe, que os ocultistas associam à era do domínio do Cristianismo, para a Idade do Aquário - a era da nova ordem mundial, a ordem cósmica onde os homens iriam estar em contacto com o que ela identificou como "A Grande Irmandade Branca das entidades interestelares."

Blavatsky, tal como todos os outros ocultistas, pensava que o homem se encontrava no caminho da evolução Darwiniana rumo a divindade, e que estas "entidades" extra-dimensionais eram seres altamente avançados que buscavam formas de levar a raça humana para a idade seguinte da consciência cósmica. Os extra-terrestres da Madame Blavatsky, no entanto, mais não eram que anjos caídos [demónios] que promulgava a mesma mentira que Satanás promulgou no Jardim do Éden, isto é, que o homem poderia eventualmente passar a ser o seu próprio deus.

A feminista masculinizada carrega
o martelo Soviético para destruir
o patriarcado. ascensão 
do feminismo faz parte do plano
da  elite para destruir a família
e a  ordem social
O Movimento da Nova Era Ecológico, no entanto, não perdeu poder ou influência durante os últimos anos. A revolução hippie-sexual dos anos 60 foi uma vitória enorme para este movimento, trazendo a filosofia Oriental para o mundo Ocidental através dos Swamis e dos Beatles. Os Estados Unidos são apoiantes primários das técnicas da Nova Era, e elas são promovidas em todas a áreas da vida dentro dos seus programas. Estes programas, tais como a UNESCO, buscam inicializar os jovens nas mais variadas formas de paganismo e superstição sob a máscara de "tolerância" e "diversidade".

O Movimento da Nova Era, financiado pela elite, é também responsável pela popularidade do feminismo e da bruxaria. O propósito destes grupos é a transformação alquímica da humanidade para “Adam Kadmon”, uma figura andrógina que representa uma trascendência acima do sexo masculino e do sexo feminino, resultando num ser "divino" altamente evoluído através da tecnologia e do transumanismo. Mais uma vez vemos aqui a ideia do inexorável processo da evolução até à divindade.

Estes textos supersticiosos ensinam que através do acto sexual, o mágico pode obter poder com o qual ele pode canalizar o seu "eu superior", que, segundo acreditam os ocultistas, lhes dará maiores poderes, tais como deuses, quando eles ascenderem a ridícula escada evolutíva. Estes "egos superiores" ou "egos genuínos" são, na verdade, demónios que enganam o ocultista.

Gnosticismo e Crowley

Uma das mais poderosos sociedades secretas do século 20 foi a O.T.O., ou Ordo Templi Orientis. Por um período de tempo, esta sociedade foi liderada pelo maior ocultista do século 20, Aleister Crowley. Considerado um génio, Crowley rapidamente ascendeu as fileiras do ocultismo e tornou-se um proponente do gnosticismo antigo. A melhor descrição para a ordem de Crowley é a de que ela é uma "hermetic graduate school". O próprio Crowley encontrava-se no nível 98 e 99 dos ritos "Memphis" e "Mizraim" - ritos que a maior parte dos membros na Nova Era nunca ouviu falar. O famoso livro de Crowley "Magick in Theory and Practice", alega que a chave para a vida e para se tornar um mágico é trazer a vontade própria para o mundo; executar mudanças no mundo. As mudanças, no entanto, podem ser boas ou más. Levar a cabo mudanças no mundo através duma imposição não é necessariamente uma coisa boa.

Segundo a minha análise, este gnosticismo é a chave para se entender a explosão recente de pedofilia nos tempos modernos, no Catolicismo pós-Vaticano II. O livro do jornalista William Kennedy "Lucifer’s Lodge" documenta evidências de que os Luciferianos infiltraram-se nos mais elevados níveis do establishment da Igreja Católica, e buscam formas de usar a Igreja Católica como veículo para a religião universal da Nova Era.

O amplamente conhecido erudito ex-Jesuíta Malachi Martin, profundo conhecedor do Vaticano e amigo pessoal de João XXIII e Paulo VI, escreveu inúmeros livros em torno do estado da Igreja desde o Vaticano II. Tem que ser ressalvado antes de mais que existem evidências inegáveis e abundantes de que Martin era ele mesmo um Luciferiano. No seu livro "The Keys of this Blood", que fala do papado de João Paulo II, Martin menciona um Missa Negra Satânica que foi celebrada no Vaticano depois da coroação de Paulo VI como papa (página 632).  O motivo pelo qual isto é importante é o facto dele ter conhecido pessoalmente esses papas.

Aleister Crowley.
A razão por trás disto encontra-se o facto dos Luciferianos operarem segundo um princípio que Crowley deu o nome de “revelação do método.” Uma vez que a maior parte dos ocultistas são dualistas gnósticos, eles acreditam que o bem e o mal são dois lados da mesma moeda; ambos são, importantes e necessários. Logo, não há motivo para não se jogar dos dois lados, digamos assim. A pessoa pode ser conservadora e com bons valores morais durante o dia, e durante a noite participar em rituais negros de Luciferianismo.

Neste importante livro com mais de 700 páginas, Martin debruça-se sobre o propósito dos ocultistas do Vaticano de controlar a ordem mundial emergente. Martin admite que não há dúvida nenhuma que a Igreja Católica apóstata, a "anti-igreja" como ela a chama, é o veículo primário através do qual as Nações Unidas e os anglo-globalistas tentam reunir todas as religiões numa só, onde a religião Ortodoxa é substituída pela paganismo e pelas tradições de controle em massa. É por isso que a Igreja Católica moderna tem que ser resistida a todo o custo; se ela não for resistida, ela iniciará o mundo no Luciferianismo. Só a Ortodoxia tradicional é a força motora com força suficiente para repelir a Nova Ordem Mundial. 

O Papel dos Estados Unidos 

Levar a cabo um combate de resistência, operando sob o manto da Constituição e dos valores americanos, é inútil na luta contra os Iluminati visto que, contrariamente ao que muitos americanos podem pensar, o país foi fundado por um aglomerado de deístas Protestantes influenciados pelo Iluminismo e por ridículas filosofias revolucionárias. Qual é, então, o papel dos EUA nisto? O papel dos EUA parece ser, como disse um filósofo político, "o promulgador benigno do governo mundial."

Os EUA são cavalo-de-corrida da elite: eles funcionam como o "Big Brother" das nações, inteligentemente buscando formas de estabelecer falsas "democracias" em países com ditaduras insignificantes como o Iraque que os próprios EUA financiaram e emprestaram dinheiro durante os anos 80 - treinando Saddam como um aliado.

A revolução tecnológica do génio dos melhores e dos mais inteligentes da América é a principal arma para objectivo final da NOM. O uso do grande motor de supercomputadores e da tecnologia sem-fios está, na verdade, a ser usada para estabelecer um controle ao estilo da Skynet [do filme "O Exterminador] onde a população mundial será reduzida em 90% devido à falsa religião do Clima Verde e da adoração da Terra.

A ascensão da Skynet.
Visto que as massas foram emburrecidas através desta cultura tóxica, da comida e da água envenenada, eles vão-se tornar ainda mais emburrecidos, mais dóceis e por fim, estéreis. Por essa altura, os robôs com inteligência artificial irão ser revelados para acabar com os últimos vestígios da humanidade biológica. Sem uma filosofia coerente e sem fé religiosa, a humanidade tornar-se-á susceptível à grande decepção da utopia e da salvação tecnológica. Esta grande promessa nunca será cumprida: na verdade, toda a Internet e toda revolução da rede inteligente foi feita precisamente para escravizar as massas após um longo período de "reconhecimento" através do rastreamento e da localização de tudo na rede desde a sua criação.

Sem uma metafísica religiosa, o homem é vítima da quantificação de todas as coisas, irracionalmente subjugado sob a onda de escravatura mecânica e "racional". O ídolo que é o produto das mãos humanos será exactamente o que o escravizará (em vez de o libertar). A solução para este dilema é explicado soberbamente pelo filósofo  Dr. Philip Sherrard aqui.

Desumanização através da escravização tecnologica.




sábado, 29 de março de 2014

A hipocrisia de Jessica Valenti


Jessica Valenti é uma feminista americana popular, autora do post com o nome de "The Marriage Con" onde ela explica o porquê dela ser contra a instituição do casamento. Nele, ela começa por ressalvar que os conservadores têm defendido o casamento alegando que o mesmo ajuda a canalizar a agressividade e a sexualidade masculina para formas socialmente produtivas, e que isto gera benefícios emocionais para as mulheres. Ela não se preocupa em refutar estas alegações, preferindo em seu lugar afirmar:
A realidade dos factos é que esta nostalgia desesperada pelo casamento tradicional e pelos papéis sexuais antiquados nunca será mais forte que a vontade que as mulheres têm de serem livres das normas restritivas.
Mais uma vez, esta é a teoria da autonomia tal como promovida pelo liberalismo. Jessica Valenti decidiu que o bem primário da vida é ser autónoma (de se auto-determinar), consequentemente, ela não gosta do casamento tradicional uma vez que ele inclui papéis sexuais que são, de certa forma pré-determinados (e não auto-determinados).

Jessica Valenti escreveu noutro lugar o seguinte:
Os meus pais têm uma casamento maravilhoso, mas eles têm estado juntos desde que a minha mãe tinha 12 anos, casaram-se quando quase adolescentes e  raramente estão longe um do outro. Eles trabalham juntos. Como resultado disto, eu sempre vi o casamento como instituição que envolve a perda parcial da autonomia.
Note-se como o princípio da autonomia está acima de tudo o resto. Não interessa se o declínio do casamento coloca os homens num percurso errado; não interessa se o declínio do casamento deixa muitas mulheres sozinhas e tristes; aparentemente, também não interessa o facto dos seus pais terem desfrutado dum casamento maravilhoso baseado num forte sentido de fidelidade. O facto é que o casamento tradicional tem o potencial para restringir a sua autonomia, e como tal, Jessica rejeita a instituição do casamento, qualificando-a de "antiquada".

Mas a história tem um outro ângulo. Por volta de 2009 Jessica Valenti conheceu o homem do seus sonhos e casou-se. Ao tentar justificar a forma como ela harmonizou o seu feminismo anti-casamento com a sua decisão pessoal para se casar, ela disse:
Chegamos a um ponto da nossa vida onde desistimos de viver segundo um ideal feminista perfeito visto que nos sentimos sufocadas.
Não será esta uma excepção sem princípios? A realidade dos factos é que a maioria das pessoas nem sempre coloca a autonomia em primeiro lugar visto que, na vida, existem outros valores que podem ser levados em conta. Um desses valores é o desejo de casar e formar família e isso é necessariamente uma "norma restritiva" visto que ela envolve um compromisso só com uma pessoa, excluindo todas as outras. Isto significa também que aceitamos responsabilidades paternais que, em certas ocasiões, podem ser bem dispendiosas. Mas fazemos tudo isto com os olhos postos num bem maior. 

Jessica Valenti não consegue admitir isto visto que isso colocaria buraco enorme na sua crença na autonomia como o bem maior da vida, e como tal, ela justifica o seu casamento afirmando que se cansou de tentar viver segundo um ideal.





quinta-feira, 27 de março de 2014

O que as aulas de educação sexual não dizem às mulheres.


A fertilidade é o capítulo em falta na educação sexual. Factos esclarecedores sobre o declínio da fertilidade feminina depois dos anos 20 são escondidos às ambiciosas jovens mulheres, que são empurradas para percursos profissionais concebidos para os homens.

A recusa das aulas de educação sexual das escolas públicas de reconhecer as diferenças sexuais está a trair tanto os rapazes como as raparigas. Os sexos deveriam ser separados para aconselhamento sexual. É um absurdo evitar a dura realidade de que os rapazes têm muito menos a perder com o sexo casual do que as raparigas, que se arriscam a engravidar e cuja fertilidade futura pode ser colocada em causa com uma doença. Os rapazes precisam de aulas em ética social e raciocínio moral em torno do sexo (por exemplo, não se aproveitar de mulheres intoxicadas), enquanto que as raparigas têm que aprender a distinguir a conformismo sexual da popularidade.

Mais do que tudo, as raparigas precisam de planeamento de vida. Com relativa frequência, a educação sexual define a gravidez como uma patologia cuja cura é o aborto. As raparigas adolescentes têm que pensar profundamente sobre os seus objectivos e os seus desejos mais importantes. Se elas querem filhos e uma carreira profissional, elas têm que decidir se querem os filhos cedo ou tarde. Existem pontos contra e pontos a favor, bem como trocas, em cada uma das escolhas.

Fundamentalmente, a educação sexual nos Estados Unidos é uma louca junção de programas mal organizados. É necessário e urgente uma discussão nacional tendo em vista a padronização do ensino e a transparência pública. O sistema actual é demasiado vulnerável às pressões políticas tanto da esquerda como da direita - e os estudantes encontram-se encurralados no meio.

Actualmente, 22 estados e o Distrito de Columbia têm educação sexual mandatória mas elas deixam que as decisões instruccionais sejam tomadas pelos distritos das escolas. Os professores de educação sexual variam de educadores de saúde certificados até voluntários e "peer educators" com treino mínimo. Que alguns instrutores podem importar o seu viés sexual permissivo é algo evidente, dados os escândalos esporádicos em torno do uso desapropriado de sites e material pornográfico.

A campanha moderna para a educação sexual teve início em 1912 com a proposta da "National Education Association" para aulas de "higiene sexual" como forma de controlar doenças sexualmente transmitidas (DST) tais como a sífilis. Durante a crise da SIDA dos anos 80, o cirurgião C. Everett Koop apelou para que a educação sexual tivesse início na terceira classe. Durante os anos 90 os educadores sexuais voltaram a sua atenção para a gravidez das adolescentes das comunidades do centro da cidade.

A educação sexual deu início a controvérsias recorrentes, parcialmente porque ela foi vista pelos conservadores religiosos como um instrumento de imperialismo cultural secular - fragilizando os valores morais. Chegou a altura dos liberais admitirem que há alguma verdade nisto, e que as escolas públicas não deveriam promulgar qualquer tipo de ideologia. A resposta liberal para a exigência conservadora duma educação sexual baseada na abstinência tem sido a de condenar a imposição do "medo e da vergonha" juntos dos mais jovens. Mas se calhar vale a pena um pouco mais de medo e de vergonha auto-preservadores do que o ambiente actual hedonístico e saturado pelos média.

A minha geração de raparigas baby-boom revoltou-se corajosamente contra o culto da virgindade dos anos 50 de Doris Day, mas a consequência disso tem sido um caos. Os jovens são actualmente prematuramente bombardeados com imagens e mensagens sexuais. As raparigas adolescentes, frequentemente vestidas de formas sedutoras, encontram-se mal preparadas para lidar com a atenção sexual que atraem. A educação sexual, que se tornou incoerente devido à sua agenda alargada, deveria ser dividida em componentes, cujo profissionalismo pudesse ser melhor assegurado.

Primeiro: anatomia e biologia reprodutiva nos cursos de biologia geral que são ensinados nas escolas secundárias ensinadas por professores de ciência qualificados. Todos os aspectos da fisiologia - desde a puberdade até à menopausa - deveria ser discutido. Os estudantes merecem uma voz calma, clara e objectiva quando se fala do corpo, e não os discursos "bonzinhos" que actualmente infestam os livros em torno da educação sexual.

Segundo: educadores de saúde qualificados, que dizem às crianças para lavar as mãos como forma de evitar os resfriados, deveriam discutir as DST nas escolas preparatórias ou nos primeiros anos da escola secundária. Mas embora a informação sobre os preservativos tenha que ser falada, não é função das escolas públicas distribuir preservativos, tal como é feito actualmente nas escolas distritais de Boston, New York e Los Angeles. A distribuição de preservativos deve ser deixado para os hospitais, as clínicas e para as agências de serviços sociais.

Semelhantemente, as escolas públicas não têm nada que listar a variedade de gratificações sexuais - desde a masturbação ao sexo oral e anal - embora os educadores de saúde possam responder sem julgar as questões em torno das implicações médicas de tais prácticas.

O tema do homossexualismo é bastante carregado. Na minha opinião, as campanhas de anti-bullying, por mais dignas de louvor que elas sejam, não podem enveredar pelo caminho da avalizar o homossexualismo ou avalizar as causas em torno dos direitos dos homossexuais. Embora os alunos sejam livres para criar grupos que se  identificam como grupos homossexuais, as escolas devem permanecer numa posição neutra e permitir que a sociedade evolua por si só.

* * * * * * * 
Portanto, apesar de toda obsessão das escolas públicas na indoutrinação sexual dos jovens rapazes e das jovens raparigas, a única coisa que essas mesmas escolas não parecem ter vontade de ensinar às raparigas é a realidade do declínio da fertilidade feminina. Claro que ensinar os factos biológicos da fertilidade, e o declínio do seu poder de atracção com o passar dos anos, é algo que está em oposição directa com a ideologia feminista da igualdade dos sexos e em oposição ao Imperativo Feminino.

Devido a isto, as jovens raparigas são deixadas no escuro como forma de garantir que as suas escolhas sejam feitas com informação parcial. E a parte de informação que é deixada de fora é precisamente o tipo de informação que faria muitas mulheres reconsiderar enveredar pelo carreirismo em detrimento da formação de família.

Sem dúvida que isto é muito "empoderador". Mas para quem mesmo?.



segunda-feira, 24 de março de 2014

Qual é a relação entre Nimrod e a União Europeia?

Vigilant Citizen

Desde que ficou pronto, no dia 14 de Dezembro de 1999, que o parlamento da União Europeia (UE) tem levantado questôes relação à sua estrutura. A torre principal, chamada de edificio “Louise Weiss”tem uma aparência peculiar e modernista. Porque é que parece não estar concluída? Os promotores afirmam que ela reflecte a "natureza incompleta da Europa", no entanto, pesquisas em torno do assunto revelam o simbolismo sombrio e profundo do edifício. Expôr a verdadeira fonte da inspiração por trás do edifício Louise Weiss é expor as crenças esotéricas da elite mundial, as suas aspirações sombrias e a sua interpretação das Escrituras antigas.

Vamos direitos ao assunto: o edifício Louise Weiss foi feito para ter a aparência da pintura "Torre de Babel" de Pieter Brueghel o Velho de 1563. A história diz que a Torre de Babel nunca foi finalizada. Logo, o Parlamento da UE está, basicamente, a continuar com o trabalho incompleto de Nimrod, o famoso tirano que estava a construir uma Torre em Babel para desafiar a Deus. Será que esta é uma boa fonte de inspiração para uma "instituição democrática"?


Nimrod e a Torre de Babel

A história da Torre de Babel aparece em numerosos textos de civilizações antigas, incluindo a Hebraica, a islâmica, a Grega, e o Cabala. Diz-se que Nimrod foi o fundador e o rei do primeiro império depois do Dilúvio. O seu reino incluía a Babilónia, Uruk, Akkad e Calné. Ele é conhecido por ter sido um rei que trouxe a tirania para os povos ao mesmo tempo que buscava eliminar a liberdade religiosa.

Foi Nimrod que os motivou para tal afronta e desprezo por Deus. Ele era o neto de Cam, filho de Noé, um homem corajoso e com grande força de braços. Ele convenceu-os a não dependerem de Deus, como se fosse por via dos seus meios que eles viviam felizes, mas a acreditarem que era a sua coragem que lhes dava essa felicidade. Gradualmente, ele mudou também o governo rumo à tirania ao ver que não havia outra maneira de desviar os homens do temor de Deus a não ser através dum aumento da constante dependência do seu poder....Por esta altura, as multidões estavam prontas para seguir as determinações de Nimrod e qualificar como "covardia" toda a submissão a Deus.

Segundo os relatos Bíblicos, Babel era uma cidade que unia a humanidade; todos falavam a mesma língua e provinham do Este. Esta era também a cidade de Nimrod e foi aí que ele decidiu que se construiria uma torre tão alta que "o topo deveria estar nos céus". No entanto, essa torre não era para a adoração e louvor de Deus, mas sim para a glória dos homens sob o motivo de construírem um "nome" para os construtores. A versão desta história presente no Midrash acrescenta ainda que os construtores da Torre disseram:

Deus não tem o direito de escolher o mundo superior para Ele e deixar o mundo inferior para nós; portanto, iremos construir uma torre, com um ídolo no topo do edifício segurando numa espada, para dar a impressão de que queremos guerrear contra Deus.

Deus, observando a natureza blasfema da Torre, deu a cada uma das pessoas uma língua diferente como forma de os confundir. Incapazes de continuarem o seu trabalho, as pessoas foram dispersas por todo o mundo.

Simbolismo presente no Parlamento da União Europeia

Portanto, a construção do Parlamento da UE segundo a imagem da Torre de Babel envia a mensagem de que Nimrod tinha a filosofia correcta e que a sua Torre foi uma boa ideia. Portanto, o que nos espera é:
* Uma instalação gradual da tirania
* A eliminação da adoração a Deus como forma de se instalar a dependência pelo poder [líderes políticos]
* Todas as pessoas a falar a mesma língua e tendo a mesma religião
* Rejeição de Deus ao mesmo tempo os seres humanos se tentam tornar em deuses


Sabem que mais? Estes são os preceitos cardinais das crenças esotéricas da elite mundial (ver "Eduquem-se"). Eles não são Cristãos nem nada que se pareça. O seu sistema de crenças baseia-se nas Religiões Misteriosas (rituais pagãos, adoração do Sol, considerar Lúcifer como aquele que deu a luz à raça humana, olhar para Deus como Aquele que quer manter os humanos na escuridão). A Nova Ordem Mundial irá remover toda a adoração a Deus, instalar uma forma de comunicação comum, e transformar a democracia numa tirania.

O poster banido

Será que estas considerações são totalmente descabidas? Será que eu estou a ver demasiadas coisas neste edifício? A resposta é: NÃO. Eis aqui o poster OFICIAL a promover  o Parlamento da União Europeia.

Vemos os povos da Europa a reconstruir a Torre de Babel. Eis aqui alguns pontos a levar em conta:

1) Primeiro, temos aqui a confirmação de que o edifício Louise Weiss foi verdadeiramente inspirado pela Torre de Babel. O poster recriou a torre exacta da pintura de Pieter Brueghel, chegando até a incluir a parte danificada do edifício. Não há qualquer dúvida aqui.

2) Segundo, o slogan: "Europa: Muitas Línguas, Uma Voz" refere-se ao facto de Deus ter confundido as pessoas com muitas linguas.

De modo efectivo, o Parlamento irá reverter o castigo que Deus deu à idolatria e à arrogância humana.

3) Terceiro, olhem atentamente para as estrelas no topo. Será que elas têm uma aparência estranha? Elas estão ao contrário, isto é, pentagramas invertidos.

O simbolismo por trás dos pentagramas é extremamente profundo e complexo, mas podemos dizer que o pentagrama normal refere-se ao "Governo Benigno" e o pentagrama invertido refere-se ao "Governo Maligno".


O poster foi banido devido aos protestos levados a cabo por numerosos grupos, no entanto ele é extremamente revelador e confirma a forma de pensar esotérica dos construtores do Parlamento da União Europeia.

A rapto da Europa

A estátua que se segue, que se encontra em frente ao edifício Winston Churchill, refere-se a uma mitologia antiga que exibe uma das representações mais antigas da Europa. Ela baseia-se na história de que Zeus se disfarçou como um touro branco como forma de seduzir a princesa Europa quando esta se encontrava a recolher flores. Quando ela se aproximou do touro, e o montou, ele aproveitou a oportunidade, e fugiu com ela, violando-a posteriormente (esta é a versão não censurada da história.).


Portanto, a mulher sentada neste touro está em vias de ser sexualmente abusada, o que é estranho. De qualquer das formas, isso representa o Bem vs o Mal, o Sol vs a Lua e todas essas coisas - parte integrante das Religiões Misteriosas. É preciso não esquecer isso.

Conclusão:

A União Europeia é, actualmente, um super-estado que inclui 27 países (e mais se juntarão). O mesmo destino aguarda os Americanos e os Asiáticos, que estão condenados a unirem-se sob a mesma bandeira e mesma moeda como forma de criarem outros super-estados. Esses são os passos necessários para o Governo Mundial Único, propósito buscado de modo activo pela elite mundial. O Parlamento da União Europeia é o primeiro monumento a representar um super-estado, e através de simbolismo intenso e do ódio à religião [=Teísmo Cristão], ele revela planos para uma Nova Ordem Mundial e o seu apoio subtil à tirania.





quinta-feira, 20 de março de 2014

Os Invencíveis

Por Blazej

Poucos ocidentais sabem da guerra mortífera que envolveu a Polónia e os seus antigos territórios (Ucrânia Ocidental e a Bielorrússia) depois da suposta "libertação" por parte dos "aliados" Soviéticos depois de 1944-45.

Um grupo de nacionalistas e Católicos convictos, a maior parte pertencente ao movimento de resistência AK (Armia Krajowa), decidiu que não iriam tolerar o comunismo ateu nas suas terras. Estes homens e mulheres, endurecidos para a batalha depois de terem passado vários anos a combater os Alemães, receberam apoio considerável por parte da população local. Entre 1944 e 1963 cerca de 200,000 Polacos lutaram na revolta anti-comunista.

Os Soviéticos delegaram enormes recursos para localizar e neutralizar estes combatentes, incluindo várias divisões da NKVD. Colaboradores Polacos foram também usados nesta guerra, embora seja importante ressalvar que muitos membros seniores da UB [a KVKD Polaca] eram comunistas Judeus.

No entanto, os "soldados proscritos", como eles são hoje conhecidos na Polónia, causaram danos consideráveis aos comunistas. O combate de guerrilha incluiu uma vasta gama de ataques militares contra as novas prisões comunistas, bem como contra as instalações de segurança estatal, contra as prisões para presos políticos, e contra campos de concentração instalados por todo o país. Eles salvaram presos políticos, atacaram unidades comunistas e executaram colaboradores e interrogadores particularmente perversos. Os lideres comunistas estavam tão preocupados com isto que anunciaram várias amnistias, todas elas nada mais que engodos para capturar e executar os combatentes - ou pelo menos para os lançar na prisão.

A revolta foi finalmente derrotada quando o país estava saturado com tropas comunistas Soviéticas e Polacas e se tornou claro que nenhum tipo de ajuda viria do ocidente. Os últimos tiros foram disparados no dia 21 de Outubro de 1963, 18 anos depois do fim da 2ª Guerra Mundial.

Durante toda a revolta, nenhum apoio veio da parte das democracias ocidentais; Truman e Churchil estavam decididos a respeitar o Acordo de Yalta, que deu aos Soviéticos largos territórios compostos previamente por países Cristãos democráticos. Qualquer chance de se destruir o comunismo para sempre morreu com o General Patton.

No entanto, todos aqueles que sobreviveram à guerra e ao regime comunista (é preciso não esquecer que os comunistas são extremamente vingativos) frequentemente declaravam a sua felicidade por terem tomado parte na luta, embora ela estivesse largamente condenada ao fracasso e tivesse sido, por fim, infrutífera. A sua atitude foi resumida numa citação do Prof. Henryk Elzenberg, um erudito catedrático que foi despedido por ser "politicamente incorrecto":

O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória mas sim pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita.

Na Polónia actual, largamente controlada por partidos comunistas e liberais, está a ficar cada vez mais difícil reter a memória destes bravos heróis que não queriam derrubar um poder maligno só para ser substituído por outro [do Nacional Socialismo para o Comunismo]. Por terem atacado os comissários Judeus durante a revolta, os média liberais caracterizam os "soldados proscritos" de anti-semitas.

Nenhum tipo de financiamento está a ser feito para o filme sobre estes heróis; o mesmo está a ser largamente subsidiado por donativos e tem como nome "Historia Roja". Não faltam verbas para a produção dum filme em favor do figurante Walesa, que chegou ao público este ano. Claramente, a elite Comunista/Maçónica tem as suas prioridades.

COMENTÁRIOS:

Muito obrigado por este último artigo. Como você sabe, tudo o que a juventude precisa é de encorajamento e de exemplos a seguir. Estes guerrilheiros Polacos anti-comunistas são chamados de "Os Invencíveis". O último foi localizado e morto no campo pelos comunistas há exactamente 50 anos atrás, em Outubro de 1963 - isto é, vinte anos depois da guerra.

Se por acaso querem compreender este fenómeno tão escarnecido pelos historiadores mainstream ocidentais, têm que admitir uma característica básica:  amor heróico, inflexível, irreprimível pela liberdade. Este formidável atavismo genético tornou possível que a nação pudesse viver entre duas culturas cruelmente antagónicas: A Teutónica Alemã e a Rússia imperial. Ambas guardam um rancor profundo e têm um medo mortal do nosso arraigado e profundo amor pela liberdade. Como sociedade, nós somos indisciplinados, e para ser honesto, não tenho qualquer orgulho nisso. Mas como nação, nós somos gigantes; um olhar para os Invencíveis é evidência suficiente.


Para mim, pessoalmente, o grande herói dos Invencíveis foi Witold Pilecki, o jovem que propositadamente se deixou prender pelas SS nas estradas da Varsóvia como forma de ser preso no campo da morte de Auschwitz. Se vocês conseguem acreditar nisto, ele foi lá por vontade própria.

Lá, ele construiu um movimento de resistência e escapou de lá para escrever o primeiro relatório em torno dos campos de concentração Alemães, submetido pelo exército de resistência polaca [Armia Krajowa] ao governo Britânico. Ele foi ao inferno e regressou, mas mais tarde foi capturado pelos comunistas; depois de torturas sádicas Witold Pilecki morreu no ano de 1948. Pouco antes da sua morte, Pilecki disse que as SS eram uma brincadeira de criança quando comparadas aos Soviéticos.

O corpo de Pilecki, juntamente com muitos dos seus camaradas, foi enterrado num local secreto, e sem qualquer documentação oficial. Durante este ano, os seus restos mortais foram provavelmente positivamente identificados numa vala comum não-identificada por trás da cerca do cemitério de Varsóvia. O herói terá brevemente, e finalmente, um enterro honroso.

Os Invencíveis foram heróis de verdade, de tamanho incompreensível para o homem moderno, mas mesmo assim, reais.

Liberdade acima de tudo. ZZ.





segunda-feira, 17 de março de 2014

« Eu quero! », a Mística Feminista

Traduzido e adaptado a partir de um texto de Kevin D. Williamson

O Feminismo não é uma ideia nem um conjunto destas mas antes uma colecção de apetites desordenados, uma mistura tão agitada quanto um saco de gatos. Ainda que tenha feito um enorme sucesso de marketing sob esse rótulo, nada tem que ver com noção de mulheres emancipadas e membros plenas do teatro político.

Uma boa definição de Feminismo pode ser resumida assim:

Feminismo é a frase "Eu quero!" na boca de três ou mais mulheres com a presunção de serem o tipo correcto de mulher.

Assim, o Feminismo resume-se a uma possibilidade grotesca de propostas contraditórias em si mesmas. 

Alguns exemplos:

1. Entrada das mulheres nas forças militares especiais.  

A campanha de publicidade diz-nos que é uma questão de direitos iguais, a resolução de uma injustiça. Mas na prática e na verdade, o que temos é isto:

a) As feministas querem mulheres ao lado de homens, como iguais, a combater ferozes afegãos talibans em cenário de guerra extremo; b) as feministas querem provas físicas de acesso à tropa menos exigentes, desiguais, para as mulheres.

Que a proposta de mulheres em cenário de guerra seja cruel e injusta para as mulheres no geral, o que é evidente já que nem sequer aguentam os simples testes físicos iniciais de um guerreiro comum e médio; também não importa às feministas. Elas querem! ver mulheres, outras que não elas, a arriscarem-se na linha da frente da morte. 

Homens, vencendo a "lógica" feminista com elevações de braços desde o último dia da Criação.

2.O corpo feminino.

a) As feministas querem a exibição do corpo feminino, nu, como instrumento da sua luta política; b) as feministas querem que a atenção e interesse pelo corpo feminino, mesmo se coberto, seja legal e socialmente reprovada como instrumentalização da mulher.


  
Mulheres que chamam a atenção por se despirem por uma causa política: digno. Mulher que desperta a atenção masculina por ser bonita: indigno. Não tem nexo nem é suposto ter.

3Controlo de natalidade

a) As feministas querem um mundo utópico pleno de mulheres sem necessidade ou dependência de casamento, família e normas sociais tradicionais, com total poder e autonomia sobre os seus corpos e sexualidade; b) as feministas querem que o Estado promova abortos e contraceptivos, obrigando os contribuintes a financiarem e a garantirem a sexualidade desportiva e não-fértil da mulher moderna, "emancipada" e "independente".

Mãe dos filhos de um só marido que a respeita, sustenta e protege: "oprimida"

 Parque de diversão sexual de muitos, asssalariada, dependente do patrão e dos serviços anticoncepcionais e abortivos disponibilizados pelo Estado: "independente".
______________

O Feminismo começou como uma reclamação de direitos, transformou-se numa teoria da conspiração - o "patriarcado opressor" ao longo da História - passou os anos 80´ do século passado numa pós-gradução de jargão patético e, com o crescimento da economia dos anos 90´, foi mais uma vez reinventado, desta vez como uma oportunidade de carreira profissional.

Temos o exemplo de Sandra Fluke, que recentemente anunciou a intenção de se candidatar a um lugar no senado da Califórnia, um Estado no qual vivia há dez minutos depois de percorrer uma educação elementar,  uma carreira académica em Nova Iorque - com o inevitável diploma em "estudos femininos, de género e sexualidade" - e a faculdade de Direito em Washington.  (Ainda assim, talvez mais apta ao lugar a que se candidatou do que outra feminista oportunista, Hillary Clinton, cuja residência em Nova Iorque, onde desempenhou cargos políticos, era apenas formal.)

Os feitos de Sandra Fluke são escassos: foi presidente da secção feminista de uma organização estudantil de Direito, produzindo nesse período um video sobre como obter uma ordem de restrição. A produção foi financiada por uma associação de "Mulheres Advogadas" de Los Angeles, pois tudo o que a menina Fluke faça, podemos estar certos, alguém que não ela pagará a conta.

Por que é conhecida então Sandra Fluke? Por se ter insurgido numa sessão legislativa com uma exigência do tipo « Eu quero! ». É bom recordar que esse « Eu quero! » que chegou a todo o mundo, era uma exigência às organizações católicas para que facultassem e financiassem métodos contraceptivos. 

Resumindo, o que são dois milhares de anos de prática religiosa e a filosofia moral mais desenvolvida da História comparados com o « Eu quero! » de uma inexperiente estudante de Direito? 

Sandra Fluke conseguiu dizer muitas palavras sobre aquilo que defende mas jamais conseguiu encontrar algo profundo para dizer. Acabou onde terminou, « Eu quero! ». A genialidade desta táctica de choradeira está na sua simplicidade. Dado o constante desinteresse e iliteracia política do eleitorado americano, tornou-se uma brincadeira de crianças para qualquer político transformar  o simples cepticismo ou desconfiança relativa a uma proposta feita por uma ou várias mulheres específicas, numa acusação de hostilidade contra as mulheres em geral.

É assim que defender uma posição que até pode ser mais apoiada por mulheres do que por homens, através da magia da retórica feminista  configura uma caso de "guerra às mulheres". Foi o que aconteceu recentemente no Texas. Wendy Davis, uma distinta senadora estatal que iniciou a sua carreira política como membro do partido republicano até descobrir oportunidades de uma carreira mais rica noutro lugar, é conhecida pelo público em geral por uma só e única coisa: ter falado cerca de dez horas seguidas numa sessão legislativa como forma de tentar impedir a aprovação de uma lei que teria imposto algumas restrições ao aborto, especialmente naqueles realizados após as 20 semanas de gravidez.

Essa lei tinha não sido apenas apoiada por imensas mulheres do Texas, como estas o fizeram em maior número do que os homens. Na realidade, a relação entre mulheres e homens na aprovação da lei estava na margem, respectivamente, de 3 para 2. Ainda assim, a mesma lei foi diabolizada, com sucesso, como um "ataque à saúde das mulheres" e a senadora Davis, agora candidata a governadora, transformada numa "campeã das mulheres", ainda que tenha, na realidade, atingido fama e destaque por se opor aos interesses de uma maioria de mulheres.

Hoje em dia, « Eu quero! » seja o que for, por mais contraditório que seja, dito por uma feminista é uma arma política e uma oportunidade de carreira milionária.



sábado, 15 de março de 2014

Porque é que as feministas odeiam as mulheres?

[PT-BR]

As mulheres solteiras têm 28% mais chances de morrer por problemas cardíacos do que as casadas, revela um estudo realizado por cientistas da Universidade Oxford. A pesquisa, publicada nesta quarta-feira pela revista BMC Medicine, foi realizada com base no acompanhamento de 735 mil mulheres britânicas, as quais apresentavam uma média de idade de 60 anos e não tinham um histórico prévio de problemas cardiovasculares e cujos casos foram seguidos durante oito anos.

 Após oito anos de analises, os cientistas concluíram que as mulheres casadas — 81% do total — contraíam as mesmas cardiopatias isquêmicas que as mulheres solteiras, viúvas ou divorciadas, mas sua taxa de mortalidade era consideravelmente mais baixa. Ao término do estudo, três em cada 100 mulheres casadas morreram por problemas cardíacos, enquanto, em relação ao outro grupo, essa média era de quatro em cada 100.

Os especialistas da Universidade de Oxford consideram que as diferenças entre ambos os grupos pode estar relacionada, principalmente, por fatores socioeconômicos e de estilo de vida. Embora os cientistas tenham mencionado que essas conclusões não são definitivas, eles acreditam que as mulheres casadas poderiam ter mais segurança financeira e mais apoio por parte de seu parceiro na hora de seguir um estilo de vida mais saudável.

O estudo explica, entre outros fatores, que as mulheres solteiras são mais propensas a viver em zonas desfavorecidas, fazer menos exercício físico, consumir mais tabaco e ter mais níveis de depressão, frente a um maior nível de ingestão de álcool entre as casadas. Esta pesquisa faz parte de uma série de estudos da Universidade de Oxford sobre fatores que relacionam o estilo de vida com doenças, como o câncer de mama, sob o título de The Million Study Women.


* * * * * * *
Portanto, quem se preocupa com o bem estar das mulheres, promove o casamento visto que as mulheres casadas têm níveis de saúde superiores. Sem surpresa alguma, o movimento feminista (e os esquerdistas no geral) promovem a "independência" das mulheres (que em termos prácticos significa independência do marido mas dependência do governo).

Qualquer pessoa, instituição ou grupo ideológico que honestamente se preocupa com o bem estar físico e emocional das mulheres tem que necessariamente desenvolver medidas que visam o fortalecimento da instituição do casamento.

O movimento feminista, auto-conferido "defensor dos direitos das mulheres", falha neste ponto ao desencadear uma guerra cultural precisamente contra a instituição que, segundo os dados, serve de escudo protector para a mulher:
"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)

"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)

"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Feminista radical Sheila Cronan)

"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)

"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)

"Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
Portanto, a medicina diz que o casamento é bom para as mulheres, mas as feministas dizem que o casamento é "opressão" para elas. Em quem é que as mulheres vão acreditar: na ciência ou nas sempre voláteis opiniões feministas?

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