Mostrar mensagens com a etiqueta Educação Sexual. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Educação Sexual. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de março de 2014

O que as aulas de educação sexual não dizem às mulheres.


A fertilidade é o capítulo em falta na educação sexual. Factos esclarecedores sobre o declínio da fertilidade feminina depois dos anos 20 são escondidos às ambiciosas jovens mulheres, que são empurradas para percursos profissionais concebidos para os homens.

A recusa das aulas de educação sexual das escolas públicas de reconhecer as diferenças sexuais está a trair tanto os rapazes como as raparigas. Os sexos deveriam ser separados para aconselhamento sexual. É um absurdo evitar a dura realidade de que os rapazes têm muito menos a perder com o sexo casual do que as raparigas, que se arriscam a engravidar e cuja fertilidade futura pode ser colocada em causa com uma doença. Os rapazes precisam de aulas em ética social e raciocínio moral em torno do sexo (por exemplo, não se aproveitar de mulheres intoxicadas), enquanto que as raparigas têm que aprender a distinguir a conformismo sexual da popularidade.

Mais do que tudo, as raparigas precisam de planeamento de vida. Com relativa frequência, a educação sexual define a gravidez como uma patologia cuja cura é o aborto. As raparigas adolescentes têm que pensar profundamente sobre os seus objectivos e os seus desejos mais importantes. Se elas querem filhos e uma carreira profissional, elas têm que decidir se querem os filhos cedo ou tarde. Existem pontos contra e pontos a favor, bem como trocas, em cada uma das escolhas.

Fundamentalmente, a educação sexual nos Estados Unidos é uma louca junção de programas mal organizados. É necessário e urgente uma discussão nacional tendo em vista a padronização do ensino e a transparência pública. O sistema actual é demasiado vulnerável às pressões políticas tanto da esquerda como da direita - e os estudantes encontram-se encurralados no meio.

Actualmente, 22 estados e o Distrito de Columbia têm educação sexual mandatória mas elas deixam que as decisões instruccionais sejam tomadas pelos distritos das escolas. Os professores de educação sexual variam de educadores de saúde certificados até voluntários e "peer educators" com treino mínimo. Que alguns instrutores podem importar o seu viés sexual permissivo é algo evidente, dados os escândalos esporádicos em torno do uso desapropriado de sites e material pornográfico.

A campanha moderna para a educação sexual teve início em 1912 com a proposta da "National Education Association" para aulas de "higiene sexual" como forma de controlar doenças sexualmente transmitidas (DST) tais como a sífilis. Durante a crise da SIDA dos anos 80, o cirurgião C. Everett Koop apelou para que a educação sexual tivesse início na terceira classe. Durante os anos 90 os educadores sexuais voltaram a sua atenção para a gravidez das adolescentes das comunidades do centro da cidade.

A educação sexual deu início a controvérsias recorrentes, parcialmente porque ela foi vista pelos conservadores religiosos como um instrumento de imperialismo cultural secular - fragilizando os valores morais. Chegou a altura dos liberais admitirem que há alguma verdade nisto, e que as escolas públicas não deveriam promulgar qualquer tipo de ideologia. A resposta liberal para a exigência conservadora duma educação sexual baseada na abstinência tem sido a de condenar a imposição do "medo e da vergonha" juntos dos mais jovens. Mas se calhar vale a pena um pouco mais de medo e de vergonha auto-preservadores do que o ambiente actual hedonístico e saturado pelos média.

A minha geração de raparigas baby-boom revoltou-se corajosamente contra o culto da virgindade dos anos 50 de Doris Day, mas a consequência disso tem sido um caos. Os jovens são actualmente prematuramente bombardeados com imagens e mensagens sexuais. As raparigas adolescentes, frequentemente vestidas de formas sedutoras, encontram-se mal preparadas para lidar com a atenção sexual que atraem. A educação sexual, que se tornou incoerente devido à sua agenda alargada, deveria ser dividida em componentes, cujo profissionalismo pudesse ser melhor assegurado.

Primeiro: anatomia e biologia reprodutiva nos cursos de biologia geral que são ensinados nas escolas secundárias ensinadas por professores de ciência qualificados. Todos os aspectos da fisiologia - desde a puberdade até à menopausa - deveria ser discutido. Os estudantes merecem uma voz calma, clara e objectiva quando se fala do corpo, e não os discursos "bonzinhos" que actualmente infestam os livros em torno da educação sexual.

Segundo: educadores de saúde qualificados, que dizem às crianças para lavar as mãos como forma de evitar os resfriados, deveriam discutir as DST nas escolas preparatórias ou nos primeiros anos da escola secundária. Mas embora a informação sobre os preservativos tenha que ser falada, não é função das escolas públicas distribuir preservativos, tal como é feito actualmente nas escolas distritais de Boston, New York e Los Angeles. A distribuição de preservativos deve ser deixado para os hospitais, as clínicas e para as agências de serviços sociais.

Semelhantemente, as escolas públicas não têm nada que listar a variedade de gratificações sexuais - desde a masturbação ao sexo oral e anal - embora os educadores de saúde possam responder sem julgar as questões em torno das implicações médicas de tais prácticas.

O tema do homossexualismo é bastante carregado. Na minha opinião, as campanhas de anti-bullying, por mais dignas de louvor que elas sejam, não podem enveredar pelo caminho da avalizar o homossexualismo ou avalizar as causas em torno dos direitos dos homossexuais. Embora os alunos sejam livres para criar grupos que se  identificam como grupos homossexuais, as escolas devem permanecer numa posição neutra e permitir que a sociedade evolua por si só.

* * * * * * * 
Portanto, apesar de toda obsessão das escolas públicas na indoutrinação sexual dos jovens rapazes e das jovens raparigas, a única coisa que essas mesmas escolas não parecem ter vontade de ensinar às raparigas é a realidade do declínio da fertilidade feminina. Claro que ensinar os factos biológicos da fertilidade, e o declínio do seu poder de atracção com o passar dos anos, é algo que está em oposição directa com a ideologia feminista da igualdade dos sexos e em oposição ao Imperativo Feminino.

Devido a isto, as jovens raparigas são deixadas no escuro como forma de garantir que as suas escolhas sejam feitas com informação parcial. E a parte de informação que é deixada de fora é precisamente o tipo de informação que faria muitas mulheres reconsiderar enveredar pelo carreirismo em detrimento da formação de família.

Sem dúvida que isto é muito "empoderador". Mas para quem mesmo?.



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Escola pública usa "ex-actriz" pornográfica para educar crianças

A norte-americana Sasha Grey, de 23 anos, ex-actriz porno premiada pelo desempenho em cenas de sexo oral e anal, está a causar polémica em Los Angeles, onde participou no plano nacional de leitura de uma escola pública.

O probema surgiu quando os pais souberam quem ela era... Não gostaram e apresentaram queixa, mas Grey afirma que vai continuar a ajudar na educação e futuro das crianças.

Fonte


Alguém ainda duvida que a versão de "educação sexual" ensinada pelos marxistas culturais tem como propósito a destruição da normalidade e a promoção da anormalidade? Em que mundo é que uma "ex-actriz" pornográfica tem moral para "ajudar na educação e futuro das crianças" ? Que "futuro" é esse que os esquerdistas tem em mente?

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

“Educação Sexual”: Professor Ensina Posições Sexuais a Crianças de 14 Anos

Pais de adolescentes estão indignados depois de saberem que os seus filhos foram alvo da "educação sexual" pornográfica feita pela Paternidade Planeada (organização que executa a matança de bebés a troco de dinheiro).

"Foi verdadeiramente inapropriado," afirmou Collen Dostal à Fox News. "Fazer isto numa turma mista - Eu acredito firmemente que foi inapropriado".

O filho de 14 anos da Sra Dostal era um dos jovens que estava a assistir a classe. Segundo a Sra Dostal, os estudantes foram instruídos em como fazer exames femininos e o instrutor usou um órgão sexual masculino em 3-D para ensinar a usar um preservativo.

Mas a Sra Dostal afirmou que ficou ainda mais irritada quando soube que o instrutor simulou actos sexuais usando animais empalhados.

A Sra Dostal acrescentou:

Não entendo o porquê dum adulto ensinar posições sexuais a uma aula cheia de crianças. Foi horrivelmente inapropriado.
Em relação às fotografias ela disse que "algumas delas eram pornográficas".
Se soubesse que isto iria acontecer, eu teria ficado na aula ou tirava o meu filho de lá.

Conclusão:

Maravilha. O governo designou um desconhecido para ensinar posições sexuais aos filhos de pais que nem sabiam o que estava a acontecer. E quem é que o governo encomendou? Apenas a maior organização aborcionista dos EUA.

É por estas e por outras que a educação sexual proposta pelos esquerdistas é um abuso infantil. Mas cabe na cabeça de alguém que o estado seleccione uma organização que faz abortos para ensinar posições sexuais a crianças de 14 anos? E mais, quem lhes deu o direito de fazer uma coisa dessa?

Será que eles não vem que essa organização está sobremaneira interessada em promover a promiscuidade, uma vez que a promiscuidade leva a gravidez indesejada, o que facilita o aborto? Há um grave conflito de interesses aqui, mas os ateus não se importam. O que interessa é ensinar o seu modelo de "educação sexual" às crianças dos outros.

Vejam os níveis de insanidade desta "educação sexual":

1. Uma empresa que lucra com abortos foi escolhida para ensinar a "educação sexual".

2. Um "professor" usou um modelo anatomicamente correcto de um órgão masculino para ensinar as crianças como usar um preservativo. (NOTA: Havia raparigas na aula).

3. O mais horrível de tudo, uma estranho ensinou posições sexuais a crianças de 14 anos.

4. Os pais não sabiam de nada.

E ainda há pessoas que acham estranho que os pais se preocupem com a intromissão estatal na educação sexual dos filhos dos outros. Esta notícia, e as que se podem ler mais em baixo, justificam a preocupação.

Uma coisa que convém perguntar: se eles estão tão certos da moralidade do que estão a fazer, porque é que o escondem dos pais das crianças? Será porque eles sabem que o que estão a fazer seria recusado pelos pais? E se eles sabiam que os pais nunca aceitariam uma coisa dessas, então eles fizerem conscientemente aquilo que eles sabiam seria considerado ofensivo pelos pais. Ou seja, para eles, a vontade dos pais não interessa. O governo sabe melhor que ninguém o que é bom para as crianças alheias.

Não isto uma evidência muito forte de que estas pessoas [as que querem ensinar "educação sexual" pornográfica] não são de confiança?

Ver também:

1. Governo Inglês Exige Educação Sexual para Crianças de 5 Anos.

2. “Educação Sexual”: Distribuição de Preservativos em Escolas Primárias

3. Educação Sexual Britânica Produz Aumento de Gravidez Juvenil

4. Nações Unidas Exige Corromper Crianças

5. Preservativos super pequenos para crianças de 12 anos começam a ser vendidos na Suíça

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Justiça social na "educação" sexual

*Fonte* - título original: "Vergonha Nacional"

Não reconheço a nenhum professor o direito de perguntar a um aluno seu quais as partes do corpo que lhe dão prazer sexual quando tocadas ou aquilo que o excita sexualmente. Muito menos a crianças de seis anos à luz de um "currículo pedagógico" obrigatório.

Se um jovem adulto liceal ou universitário admite que um professor se intrometa assim na sua privacidade, terá algum problema de carácter e só permitirá a ofensa se o quiser, quando até sabe que está a pagar ao professor para este lhe transmitir coisas sérias e úteis e não para ser ensinado a tocar-se.

Mas fazer isto a crianças, que não se podem defender nem sabem que estão a ser doutrinadas e manipuladas, chama-se cobardia. Não sendo plausível que todos os defensores desta "educação" sejam pedófilos, não há dúvidas que, no mínimo, indirectamente a imposição desta prática escolar é um sonho tornado realidade para qualquer pedófilo que já seja ou consiga tornar-se professor do ensino básico.

É dever de qualquer pessoa decente e honesta que seja familiar de crianças opor-se à "educação" sexual que os esquerdistas querem impor aos filhos de todos os portugueses. Consultei o site do MOVE-Movimento de Pais e fiquei chocado com os artigos que expõem os manuais e linhas de orientação das aulas de "educação" sexual.

Chega-se ao ponto de abrir a possibilidade, perante crianças de 10/11 anos, do professor utilizar linguagem sexual em calão, "c--a, f-d-r, c---lho"(sic) para facilitar a "comunicação" nas aulas.

E isso é só um pequeno exemplo da porcaria que lá está, porque desde incentivar crianças em idade pré-escolar a masturbarem-se ou a dizer que um professor pode e deve guardar a informação fornecida pelos alunos sobre quais as partes do corpo em que estes têm prazer em ser tocados, venha o diabo e escolha!

Nesse mesmo site, podemos encontrar uma carta aberta aos pais portugueses, escrita em 2005 pelo Professor William Coulson. Deixo aqui uma pequena citação desta autoridade na matéria, co-fundador teórico desta porcaria de modelo de "educação" sexual que a esquerdalhada portuguesa adoptou, e que o próprio reconhece como responsável directo de tragédias humanas e decadência social, concluindo o seguinte:

Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação
sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado. Talvez não haja em
todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers
testámos nos anos 60.

Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores. Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos.

Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

**********

Relacionados:

1. Asfixia sexual (Inês Teotónio Pereira)

2. As escolas públicas não ensinam os nossos filhos a ler correctamente, mas querem ensiná-los a "acariciar-se" (Paulo Pinto Mascarenhas)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A união civil entre o feminismo e as Nações Unidas

O artigo "linkado" mais embaixo mostra em detalhe como o feminismo não está a lidar com os verdadeiros problemas das mulheres do mundo - ligados aos seus direitos humanos. O feminismo está frequentemente silencioso quando se trata de verdadeiros abusos da mulher (mutilação genital feminina (MGF), matanças de honra islâmicas, violações por parte de muçulmanos a viver nos países nórdicos, etc).

Estes abusos são melhor lidados apelando aos direitos humanos básicos e à dignidade humana, tal como nos são garantidos pelo Criador. No entanto, o feminismo foca-se quase exclusivamente na "saúde reprodutiva" e nos "direitos sexuais" - que estão ligados à escolhas de vida e não aos direitos humanos.

Dos corredores da ONU aos seus edifícios em Genebra, o feminismo radical está entre as visões dominantes que ditam a politica social e os programas levados a cabo pelas agências internacionais.

As feministas lideram a agenda internacional desde a recentemente criada "United Nations Entity for Gender Equality", passando pela "Empowerment of Women" conhecida como "Nações Unidas Mulher". Estes projectos frequentemente tem como parceiros outras organizações não governamentais (ONGs) dos EUA e da Europa que partilham a sua radical agenda social.

Em resposta, ONGs como a "International Planned Parenthood Federation", "Advocates for Youth", e a "Center for Health and Gender Equity" preenchem os encontros das Nações Unidas e usam-nas como fóruns para perpetuar a sua agenda.

De um modo alarmante, a agenda feminista radical reduz as diversas necessidades económicas, políticas e sociais da mulher do mundo em questões em torno da sexualidade e fertilidade.

Nas Nações Unidas, quase todas as conversas, fóruns, e programas que alegadamente existem para ajudar a mulher possuem um foco monomaníaco em assuntos como os direitos sexuais, a saúde reprodutiva, contracepção e aborto.

Podem ler o artigo integral aqui.
Este artigo mostra de forma clara que o feminismo não se preocupa com a mulher mas apenas quer usá-la para um determinado fim político (socialismo).

Faz algum sentido que grupos supostamente dedicados à condição da mulher ignorem por completo a forma brutal como a mulher muçulmana é tratada, e, no seu lugar, se foque em disseminar comportamentos sexuais que transformam as raparigas e as mulheres em pessoas mais susceptíveis de se tornarem um objectos sexuais?

A explicação mais coerente é a que defende que as feministas tem em vista, não a defesa da mulher, mas sim a destruição do casamento via a sexualização da mulher.

sábado, 28 de maio de 2011

Aula de "ética" com ajuda de strippers


A Universidade "La Salle" iniciou uma investigação em torno de alegações de que um professor contratou prostitutas strippers para fazerem "lap dances" durante o simpósio estudantil.

O professor, conhecido por usar "aplicações da vida real" durante as aulas, alegadamente usou as prostitutas strippers como formas de ensinar a ética dos negócios.

Jack Rappaport, conhecido no campus como "Jack Rap", é um professor assistente de gestão que ensina temas como estatística, resolução de problemas e gestão operacional. No passado dia 21 de Março ele levou a cabo um simpósio onde cada bilhete de entrada custava 150 dólares. Os alunos que assistiram ao evento obtiveram créditos extra por terem participado.

Durante a conferência, 2 prostitutas strippers ofereceram "lap dances" ao professor Rappaport e a todos os alunos que concordaram. O simpósio terminou o quando o Reitor Paul Brazina entrou na sala.

Segundo o seu perfil online, para além das suas funções como professor, Rappaport trabalha para o comité universitário da integridade académica.

Tento enriquecer o meu ensino usando aplicações da vida real interessantes tais como o uso do mercado das apostas de corridas de cavalo para ensinar a Estatística.
O director das Relações Mediáticas Jon Caroulis disse à NBC que a escola está "bastante preocupada" àcerca do alegado incidente, e que começou com uma "investigação extensiva".
Enquanto a investigação não estiver finalizada, será injusto para todos os envolvidos revelar mais informação ou levantar suspeições e revelar alegações.
Fonte

Sexualização da juventude é uma das formas de destruir a influência da moral Judaico-Cristã na sociedade. Como sabemos, o Judaico-Cristianismo é o alvo maior do marxismo cultural.

Estas iniciativas não acontecem no vazio; todas elas tem um propósito e um alvo.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Educação Sexual: Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (APF) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".




Vejam também este post do Orlando Braga.

domingo, 3 de abril de 2011

Professora de História vai a julgamento por falar de sexo nas aulas

Sub-Título: Educação Sexual - Versão Francisco Loiçã


Espinho – A professora de História, Josefina Rocha, vai a julgamento por crime de injúrias e ameaças, depois de queixa apresentada por uma mãe de aluna do 7º ano, que gravou uma das aulas colocando um gravador na mochila da filha.

A professora de Espinho acusada de falar sobre questões da sua vida sexual nas aulas de História, em 2009 vai ser julgada por um crime de injúria e outro de ameaça.

Em causa estão as alegadas conversas de Josefina Rocha, professora de História na EB 2/3 Sá Couto, em Espinho, sobre a sua vida sexual e que motivaram a queixa de Carla Morais, mãe de uma das alunas, à direcção da escola.

Não obtendo resposta por parte da direcção da escola, a encarregada de educação, gravou uma aula da professora com um gravador colocado na mochila da filha.

Confrontada com a gravação, a docente terá garantido que iria pedir desculpas às alunas envolvidas neste episódio. No entanto, a professora terá ameaçado as duas alunas com o objectivo de a fazer retirar as queixas e denúncias que tinham entretanto apresentadas junto das autoridades escolares.

A encarregada de educação, Carla Morais fez queixa na PSP, e a professora foi suspensa da actividade lectiva tendo sido também sancionada pela inspecção do ME com uma pena de suspensão de 180 dias.

Na decisão instrutória ontem proferida, o juiz de instrução do Tribunal de Espinho considerou que os factos são suficientes para levar a docente a julgamento.

*Fonte*


Portanto, se uma professora chega a uma sala de aula e se põe a falar da sua vida sexual, ela sofre consequências legais. Justamente.

Agora, se durante uma aula de "educação sexual" um professor se põe a perguntar às alunas o que as excita sexualmente, isso já é "formação de carácter".

Relacionados:

1. O estado sexual da Educação

2. Vergonha Nacional

3. Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

4. Aborcionistas: “Crianças de 10 Anos Precisam de Educação Sexual”

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Deseducação sexual - por José César das Neves

A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.

A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.

É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.

De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, auto-denominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.

Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais.

Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.

(Fonte)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Educação sexual perversa por parte das Nações Unidas

O estrago feito pela organização americana com o nome de NEA (National Education Association = Associação Nacional para a Educação) extende-se para além das costas americanas. Aparentemente esta organização tem usado a plataforma das Nações Unidas para promover uma "educação sexual" que faria a Madonna corar:

Sexo oral, masturbação e orgasmos tem que ser ensinados durante a educação.
Assim afirmou a Diane Schneider a uma audiência durante um painel que visa combater a "homofobia", a "transfobia". Schneider, que representava a NEA, o maior sindicato de professoras nos EUA, propôs uma educação sexual mais "inclusiva" nas escolas americanas contendo currículos baseados em heterossexuais "liberais" (= promíscuos) e expressões homossexuais.

Ela alegou que a ideia de uma educação sexual continua a ser um paradoxo se for baseada na abstinência ou se forem aulas que os alunos possam escolher não assistir. Portanto, de acordo com o marxismo cultural, nós não só temos que aceitar o que eles chamam de normal como tal, como ainda temos que celebrar "estilos de vida" manifestamente pouco saudáveis. Pior, a existência da possibilidade para não assistir a tais "aulas" é, segundo a senhora Diane, "um paradoxo".

Mas o que é que a "educação sexual" significa segundo os esquerdistas? Ora, nada mais que engenharia social:

Uma educação sexual compreensiva é a única forma de combater o heterossexismo e a conformidade de género.
"Heterossexismo" = normalidade.
Nós temos que tornar estes assuntos parte da agenda de todos os estudantes ..... Aqueles que se opõem à homossexualidade estão presos na caixa binária que a religião e a família criam.
Portanto, como forma de acabar com esta mentalidade "binária", esta marxista cultural visa a destruição da "religião" (= Cristianismo) e da família como forma de facilitar a aceitação da promiscuidade sexual. O seu propósito é mesmo esse: destruir a moralidade, o Cristianismo (e a família), promover a promiscuidade e a perversão.

Estas pessoas com esta mentalidade demoníaca já controlam as escolas americanas. Agora querem também controlar as escolas de todo o mundo.

Boa sorte em ensinar esta perversão nos países islâmicos!

united_nations-gay-flag.gif
Nações Unidas ao serviço da homossexualidade e do marxismo cultural

domingo, 13 de março de 2011

Professor universitário oferece sexo ao vivo aos alunos

Aparentemente a Universidade de Northwestern leva as suas aulas prácticas muito a sério:

A 21 de Fevereiro o Prof. John Michael Bailey, um professor de psicologia conhecido por extravasar os limites, convidou os alunos da sua disciplina de sexualidade humana para observarem uma mulher nua a ser sexualmente estimulada por um brinquedo sexual motorizado.
Cerca de 120 alunos presenciaram a demonstração.

Mais tarde Bailey explicou que a perversa demonstração "ajudam-nos a entender a diversidade sexual". Ele acrescentou ainda que "Paus e pedras podem-nos partir os ossos mas ver pessoas nuas em palco executar actividades excitantes não faz mal a ninguém".

O reitor da Universidade defendeu esta "aula práctica" afirmando que o espectáculo sexual "está dentro do largo campo da liberdade sexual - quer nós concordemos ou não." A existência do politicamente correcto claramente demonstra que liberdade académica só aplica em situações que os esquerdistas aprovem.

Por exemplo, este tipo de "universidade" nunca aceitaria que um ex-homossexual fosse dar um testemunho aos mesmos 120 alunos, falando em como se libertou do vício da homossexualidade graças ao Senhor Jesus. Do mesmo modo, os esquerdistas que controlam as universidades do ocidente nunca aceitariam que uma mulher que tivesse ficado estéril devido a um aborto contasse a sua história no mesmo palco onde a mulher de cima usou equipamento motorizado para se estimular.

Não. "Liberdade" é definida como "liberdade para propagar ideias que estejam de acordo com o marxismo cultural."


Esta sexualização da juventude é uma das formas que Gramsci propôs para a subversão da sociedade ocidental. Ele sabia que uma sociedade com comportamentos sexuais responsáveis dificilmente abandonaria a moral cristã, e como tal propôs a sexualização da sociedade, começando pela juventude.

Os resultados deste tipo de "aulas" é bem visível no mundo ao nosso redor.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mulher com 12 filhos presa por negar pôr os filhos nas aulas de "educação sexual"

Mulher alemã com 12 filhos foi sentenciada a 43 dias na prisão por se recusar a colocar os seus filhos nas aulas de "educação sexual" estatais.

A mulher, cujo nome não foi revelado e alegadamente pertencente à Igreja Baptista, opõem-se aos programas estatais de "educação sexual" devido às suas convicções religiosas. A mulher e o esposo alegam que os seus direitos, segundo a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, estão a ser violados pela Alemanha. Eles citam o artigo 2 do primeiro protocolo da convenção que diz:

O Estado respeitará os direitos paternos de fornecer educação e formação [aos seus filhos] em conformidade com as suas convicções religiosas e filosóficas.
A escola primária local tem alegadamente ignorado este direito desde 2005 e tem tido o apoio da Judiciária.

O marido da mulher diz que "ela tem sentido saudades da família, mas encontra suporte em Deus". De acordo com a Kath.net, os filhos "estão com saudades da mãe" mas que sofrer injustiças faz parte da experiência de ser um Cristão.

A perseguição de Cristãos que ensinam os seus filhos em casa ou que rejeitam a "educação sexual" do Governo é um fenómeno recorrente. Em Abril do ano passado o site Kopp Online reportou vários casos de mães alemãs residentes em Salzkotten que passaram até uma semana na prisão por se recusarem colocar os seus filhos nas aulas de "educação sexual". Perseguições semelhantes foram reportadas na mesma localização em Dezembro de 2009

Em Janeiro de 2011 uma família recebeu autorização para asilo nos EUA depois de anos de perseguição por parte do governo alemão devido ao facto dos pais educarem os seus filhos em casa.


Para quem não sabe, as aulas de "educação sexual" dos estados "laicos" nada mais é do que aulas de sexual. Por outras palavras, dão-se "aulas" assumindo que o único comportamento aceitável é aquele que envolve ter relações sexuais. A abstinência está fora de questão. Não passa pela cabeça dos iluminados estatais que haja pais que não queiram estranhos a falar de sexo com os seus filhos.

Pior, não só se atrevem a fazer tais coisas, como ainda voltam as crianças contra os próprios pais. Por essas e por outras é que os pais cristãos justificadamente não querem o lixo esquerdista ensinado aos seus filhos.

Fonte

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT