Mostrar mensagens com a etiqueta Deus. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Deus. Mostrar todas as mensagens

domingo, 9 de novembro de 2014

O movimento feminista e a maldição de Eva

Por Dalrock

O comentador com o nome de InnocentBystanderBoston questiona-se sobre o porquê das feministas estarem tão decididas a marcar os jogos de vídeo como femininos:
Não entendo o porquê das mulheres feministas querem fazer parte do mundo dos jogos. Para mim, isto não faz sentido. Os jogos de vídeo são totalmente competitivos e inteiramente baseados na meritocracia. 
Por lá, não há espaço para as feministas e a sua exigência da supervisão governamental, como autoridade, de equalizar a arena. Qualquer tentativa que seja feita neste sentido significa que todos os outros jogos simplesmente abandonam a arena e escolhem outra.


Mais ainda, estas pessoas são nerds. Eu sei porque era isso que eu era quando jogava. As feministas não querem estar perto de nerds. Tudo o que elas querem são os recursos disponibilizados pelos nerds (através de aumento dos impostos) que os nerds têm que pagar ao governo de modo a que as feministas possam ter a sua "vida de Júlia".
O feminismo é, fundamentalmente, a inveja do homem e o desejo de usurpar a sua posição. É complicado exagerar quando se fala do quão profundo é este sentimento. Isto não é apenas sobre a falácia do ápice; é um desejo profundo de ser "um dos rapazes". 

Qualquer grupo masculino que cria ou desfruta de algo, resultará no facto das mulheres querem tomar parte do mesmo. O importante a saber é em qual das categorias a mulher se insere. Algumas querem experimentar a diversão/orgulho masculina/o directamente, e consequente tomarão passos de modo a que possam ser (como) um dos rapazes. Estas mulheres tendem a defender os espaços masculinos. Elas não querem estragar esses espaços porque querem desfrutar dos mesmos.

Mas existem outras mulheres (um grupo maior) que se aperceberão que não podem saborear isto, e como tal, tomarão a decisão de pisar o que elas não podem ter. A primeira categoria de mulheres inadvertidamente prepara o caminho para as mulheres da segunda categoria, assumindo que elas próprias não mudam as suas propriedades a meio caminho.

Isto é maldição de Eva a acontecer vez após vez. Se nós não entendermos isto, nunca iremos entender o que motiva as feministas, e nem o porquê delas irem ficar  eternamente miseráveis.

* * * * * * *

Certamente que esta "invasão dos espaços masculinos" é um fenómeno claramente observável - desde escolas 100% masculinas, para ginásios, clubes e tudo o mais. Qualquer espaço masculino minimamente bem sucedido cairá sob o olhar invejoso de mulheres com uma feminidade deficiente porque ela erradamente assume que os seus  problemas de identidade sexual podem ser resolvidos atacando os espaços construídos para a diversão dos homens.

A maldição de Eva - a inveja do homem - é algo endémico do movimento feminista, e qualquer profissional de saúde mental confirmará que uma vida alicerçada na inveja é uma vida de qualidade inferior.

O feminismo, ao tentar "resolver" problemas que não existem, promovendo um auto-destrutiva guerra entre os sexos, promove um comportamento patológico junto das mulheres.

E à mulher [DEUS] disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua concepção;
com dor terás filhos;

e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará
Génesis 3:16




segunda-feira, 8 de setembro de 2014

As raízes satânicas do feminismo

Por Jay

Embora existam muitos blogueiros, activistas dos "direitos dos homens" e cabeças falantes anti-feministas a desbastar de modo contínuo o ídolo maior dos tempos actuais (igualismo/igualitarismo), poucos estão cientes das origens do "igualismo" e da sua hedionda descendência, e nem do movimento feminista como uma ofensiva planeada, projectada e estrategicamente colocada em marcha, não só para atacar as mulheres, mas toda a população. E embora o aspecto planeado do feminismo possa surgir em algumas raras ocasiões, mais raras ainda são as menções da agenda oculta profunda que, no seu âmago, é satânica. Neste artigo irei analisar as origens e a aplicação deste movimento, as suas ligações e a sua implantação, bem como o propósito mais alargado do feminismo e do pensamento igualitarista.

As concepções modernas do igualitarismo surgem de pressuposições filosóficas que emergiram durante o Iluminismo. Do nominalismo medieval veio a tradição moderna de que, na verdade, os objectos do mundo não possuem "naturezas", mas sim que a atribuição de tais categorias metafísicas e "essências" era estritamente uma estrutura conceptual humana. 

Logo, a naturexa humana não era na realidade uma descrição ontológica existente de algo presente no mundo, mas sim um símbolo linguístico que corresponde à imagem mental que a mente tabula rasa havia registado, tal como os empiricistas Britânicos mais tarde afirmaram, brincando com as implicações do nominalismo. Durante os seus dias, ainda era comum pensar que o "homem" designava um lado do espectro sexual, e "mulher" o outro, mas podemos observar as sementes duma revolução do pensamento a atingir todo o espectro visto que todas as "naturezas" ontológicas seriam rejeitadas.

É frequente eu mencionar o Iluminismo como a universalização da razão humana, o que muito provavelmente se está a tornar em algo enfadonho para os leitores, mas deixem-me garantir-vos que, como o escritor, encontro-me igualmente nauseado com estas filosofias ridículas, mas elas são os fundamentos inquestionáveis de todo o mundo moderno que têm que ser destruídos.

O que eu quero dizer com a universalização da razão humana é a alteração na percepção da civilização ocidental da antropologia em relação à própria natureza humana. Uma vez que o Ocidente se desenvolveu sem a ideia Oriental do nous do homem como uma capacidade mais elevada ou ponto de contacto com Deus, o substituto Agostiniano tornou-se no intelecto e na razão do homem. O que se encontrava em forma de semente com Agostinho tornou-se, então, na norma com Descartes e com os Empiricistas Britânicos.

Especialmente para o Agostinho inicial, a razão era o caminho maior para se atingir Deus, a mente do homem era o reflexo das ideias dentro da essência Divina. Ao acreditar, o homem poderia limpar a sua mente da fixidez em torno do temporal e transitório, e caminhar rumo ao bem eterno. É por isso que a "Cidade de Deus" de Agostinho contém o mesmo argumento "cogito" que mais tarde Descartes reformula. É também por causa disso que em Soliloquies, o jovem Agostinho propõe uma forma de idealismo empírico que Berkeley mais tarde formulou.

Resumidamente, a migração do pensamento ocidental segue das implicações das suposições Agostinianas, variando apenas sobre qual o lado do dilema dialéctico teológico a pessoa escolhe: empirismo ou racionalismo, ou até o idealismo empírico. A rejeição do nous na antropologia ocidental significou que a redefinição da antropologia humana do pensamento Iluminista só poderia ser uma outra forma de dualismo, onde o homem é definido como um corpo e uma alma, ou através de algum tipo de reducionismo, onde a alma é abandonada.

Os materialistas mais radicais desse período tiveram de alguma forma que manter o seu silêncio, visto que o materialismo ainda era socialmente inaceitável e poderia levar à perseguição. No entanto, passaram poucas gerações até que os philosophes, Jacobinos e Iluministas, tornaram possível a aderência pública ao ateísmo e ao materialismo. O dualismo mente/corpo que era tão prevalente durante os debates do Iluminismo rapidamente cederam para o materialismo pragmático à medida que a revolução científica eleva o empirismo para o seu ponto mais alto. A respeito disso, os philosophes do Grande Oriente eram mais consistentes com a sua filosofia do que os seus antepassados do Iluminismo - se a natureza era apenas uma construção linguística e conceptual, então os homens e as mulheres só eram distintos nos seus tubos e acessórios. Não existia qualquer "essência" do homem ou "natureza" feminina, da mesma forma que não existiam anjos ou demónios.

Não é por acaso que o sufrágio feminino e o movimento dos "direitos das mulheres" tenham surgido essencialmente na mesma altura, com pessoas como Mary Wollstonecraft. Embora obviamente não seja algo empiricamente verdadeiro, a teoria por trás do igualitarismo emergente era ainda fundamentado nas rejeitadas premissas metafísicas da universalização da razão humana. Uma vez que a razão era a capacidade primordial do ser humano, e as mulheres também eram humanas, todos os seres humanos têm que ter, portanto, as mesmas capacidades de raciocínio e pelo menos o mesmo potencial latente.

Uma vez que o indíviduo simplesmente era uma acumulação de impressões empíricas registadas, tal como diria Hume, os igualistas agarraram-se de modo firme à crença de que todos os seres humanos possuíam o mesmo potencial latente, diferindo apenas nos factores ambientais adversos. A pobreza, a dieta, a falta de atenção médica, etc., eram portanto propostas como as causas do sofrimento e da distinção nas habilidades, e como tal, as mulheres não eram diferentes dos homens, excepto na composição biológica e na repressão e opressão milenares. À medida que cada vez mais e mais formas radicais de igualismo e igualitarismo foram obtendo conquistas, o Marxismo e o liberalismo espalharam-se como fogo por todo o globo, ao mesmo tempo que a vitimização e a inveja permitiam que as mulheres e as minorias declarassem de um modo mais confiante que todos eram iguais.

Ao mesmo tempo que isto acontecia, ocorreu a ascenção do liberalismo económico e dos cartéis bancários que eram o verdadeiro poder operacional por trás do Império Britânico (ler Tragedy and Hope por parte do Dr. Carroll Quigley). A elite bancária havia aprendido há muito tempo que prever e controlar os movimentos e tendências sociais de larga escala tinha um potential enorme para a engenharia social em massa, bem como para a colectivização e transferência de riqueza. Por volta dos anos 60, os totalmente criados e controlados movimentos de "contra-cultura" pavimentaram o caminho para o colapso final do Ocidente para o emergente socialismo e comunismo.

Iniciada pela Sociedade Real e pela Sociedade Fabiana, a re-engenharia do homem rumo à utopia tecnocrática só poderia ser atingida através de crises globais e da complementar ordem global. Como descendentes directos da tradição empírica do Império, os tecnocratas cientificistas do século 20 e dos dias actuais acreditam de maneira firme, e assim propagam, a mitologia de que o género não é objectivamente real. Uma vez que o homem nada mais é que um robô biológico, é mais do que óbvio que ele pode ser reprogramado para o que quer que a elite assim queira - homem, mulher, trans-qualquer-coisa. E como historicamente o homem sempre tendeu a resistir a tais intrusões tirânicas, os tecnocratas globalistas determinaram-se re-escrever a existência do homem inteiramente através da aniquilação.

É importante não olhar para esta aniquilação como um apocalipse catastrófico, evento singular e cataclismico, mas sim como uma abordagem incremental dos Fabianos. Através da alteração gradual do tudo o que durante o milénio anterior era considerado "normal", os tecnocratas socialistas planearam a lenta inversão da natureza que eles professam não acreditar que existe. O plano tornou-se realidade como forma de subverter e inverter toda a existência do homem, de modo a que o homem se visse livre dele mesmo. Sendo firmes crentes na teoria Darwiniana, a planeada inversão da natureza iria, portanto, remover os menos desejáveis, e uma pequena minoria de tecnocratas iria, então, ter acesso à Arca de Noé 2.0, avançado para a próxima utopia científica.

Feminismo e Satanismo

Mas rejeitar a crença na natureza, e, em vez disso, tentar destruí-la, iria ter consequências inesperadas. E essas consequências são onde nos encontramos agora: nós já estamos há algumas décadas dentro desta "revolução final", tal como a chamou Huxley, contra o próprio homem. Nesta guerra, uma das principais armas da destruição levada a cabo contra o homem, e uma arma que durante os últimos 50 anos tem causado uma devastação enorme, tem sido o feminismo.

Apoiado tanto pelos Rockefellers como pela CIA, o feminismo, estando directamente conectado ao Marxismo, é uma ideologia satânica. O princípio que rege o satanismo clássico tem sido sempre o princípio da inversão. A crença dentro da magia negra é a de que poder desce sobre o ocultista individual através da execução de actos de inversão ou actos de rebelião que desafiam de modo específico os designs do Deus da Bíblia. Logo, se Deus diz para não assassinar, assassinar torna-se assim num potencial acto ritualista que armazena energia demoníaca no practicante sério.

Quanto mais sério for o practicante, mais sério será o acto de desafio.

Eu não falo aqui de satanistas populares ou jovens alienados, mas practicantes reais e da elite. A longa história de pactos humanos com os demónios, a feitiçaria genuína e o satanismo ritualista, são todos fundamentados no princípio fundamental da inversão. Embora geralmente venha por trás de promessas de liberdade, independência e poder, a artimanha do diabo é sempre a mesma - o homem acaba sempre por ser enganado, usado, prejudicado na sua estrutura psicológica, física, ou pior ainda, possuído por demónios.


A ascensão do Wiccanismo e das espiritualidades "Nova Era" ou "deusa" são manifestações deste mesmo princípio de oposição e desafio, todos com o grande objectivo de destruir o homem. Actualmente, adolescentes sem a mínima ideia e yuppies obcecados com o yoga, absorvem todo o tipo de prácticas espirituais alternativas, e tais espiritualidades irracionais e "femininas" estão directamente associadas à ideologia feminista. As massas ignorantes e mal-informadas normalmente não têm as capacidades de raciocínio necessárias para descobrir de onde vem o financiamento para tais "movimentos", e se soubessem, a maioria não seria capaz de discernir o arquitectado plano estratégico do feminismo, e do igualismo, de destruir a ordem existente como um acto de desafio satânico.

Para os praticantes sérios da magia negra, a inversão de toda a ordem e a promoção de sacrifícios em massa através do aborto, e a destruição da família nuclear, são oferendas ritualistas. Pode-se ver isto de modo claro na recente exposição de Jimmy Saville e do escândalo na Grã-Bretanha. O propósito é o de se cortar o joio do compostos por pessoas de cérebro fraco e com mentalidade de escravo, e forçar um equilíbrio pontual através dum salto Darwiniano, levando a que uns poucos selectos tecnocratas satânicos possam continuar com o futuro.

O infindável vómito das mulheres "empoderecidas" e harpias feministas que chilreiam nas televisões e nos média irão aprender uma lição dura à medida que a ordem social entra em colapso. Todos os vestidos brilhantes prometidos bem como os comprimidos para a boa disposição cobertos por chocolate da femocracia que elas trouxeram (à medida que os homens foram também emasculados e envenenados pela cultura tóxica) irá transformar-se em cinzas e fezes.

A mentira satânica tem como propósito a sua própria destruição, e não para o seu "empoderamento", visto que nenhum "empoderamento" pode vir que seja contrário às naturezas que Deus criou. A natureza só pode ser transformada e deificada por Deus, e não aniquilada e reformada através da energia humana, ocultista ou demoníaca.

Embora eu seja um preterista no que toca à datação e à exposição do Apocalipse, sem dúvida que podemos aplicar o princípio espiritual do capítulo 18 à Babel na qual habitamos actualmente. A Babilónia irá cair, no fim, porque é antinatural e é a sua própria maior inimiga:

Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto, porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto; Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, o pranto e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga. E os Reis da terra que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem o fumo do seu incêndio, Estando de longe, pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande Babilónia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo. - Revelação 18:7-11

Fonte: http://bit.ly/1t7pZT6.



segunda-feira, 24 de março de 2014

Qual é a relação entre Nimrod e a União Europeia?

Vigilant Citizen

Desde que ficou pronto, no dia 14 de Dezembro de 1999, que o parlamento da União Europeia (UE) tem levantado questôes relação à sua estrutura. A torre principal, chamada de edificio “Louise Weiss”tem uma aparência peculiar e modernista. Porque é que parece não estar concluída? Os promotores afirmam que ela reflecte a "natureza incompleta da Europa", no entanto, pesquisas em torno do assunto revelam o simbolismo sombrio e profundo do edifício. Expôr a verdadeira fonte da inspiração por trás do edifício Louise Weiss é expor as crenças esotéricas da elite mundial, as suas aspirações sombrias e a sua interpretação das Escrituras antigas.

Vamos direitos ao assunto: o edifício Louise Weiss foi feito para ter a aparência da pintura "Torre de Babel" de Pieter Brueghel o Velho de 1563. A história diz que a Torre de Babel nunca foi finalizada. Logo, o Parlamento da UE está, basicamente, a continuar com o trabalho incompleto de Nimrod, o famoso tirano que estava a construir uma Torre em Babel para desafiar a Deus. Será que esta é uma boa fonte de inspiração para uma "instituição democrática"?


Nimrod e a Torre de Babel

A história da Torre de Babel aparece em numerosos textos de civilizações antigas, incluindo a Hebraica, a islâmica, a Grega, e o Cabala. Diz-se que Nimrod foi o fundador e o rei do primeiro império depois do Dilúvio. O seu reino incluía a Babilónia, Uruk, Akkad e Calné. Ele é conhecido por ter sido um rei que trouxe a tirania para os povos ao mesmo tempo que buscava eliminar a liberdade religiosa.

Foi Nimrod que os motivou para tal afronta e desprezo por Deus. Ele era o neto de Cam, filho de Noé, um homem corajoso e com grande força de braços. Ele convenceu-os a não dependerem de Deus, como se fosse por via dos seus meios que eles viviam felizes, mas a acreditarem que era a sua coragem que lhes dava essa felicidade. Gradualmente, ele mudou também o governo rumo à tirania ao ver que não havia outra maneira de desviar os homens do temor de Deus a não ser através dum aumento da constante dependência do seu poder....Por esta altura, as multidões estavam prontas para seguir as determinações de Nimrod e qualificar como "covardia" toda a submissão a Deus.

Segundo os relatos Bíblicos, Babel era uma cidade que unia a humanidade; todos falavam a mesma língua e provinham do Este. Esta era também a cidade de Nimrod e foi aí que ele decidiu que se construiria uma torre tão alta que "o topo deveria estar nos céus". No entanto, essa torre não era para a adoração e louvor de Deus, mas sim para a glória dos homens sob o motivo de construírem um "nome" para os construtores. A versão desta história presente no Midrash acrescenta ainda que os construtores da Torre disseram:

Deus não tem o direito de escolher o mundo superior para Ele e deixar o mundo inferior para nós; portanto, iremos construir uma torre, com um ídolo no topo do edifício segurando numa espada, para dar a impressão de que queremos guerrear contra Deus.

Deus, observando a natureza blasfema da Torre, deu a cada uma das pessoas uma língua diferente como forma de os confundir. Incapazes de continuarem o seu trabalho, as pessoas foram dispersas por todo o mundo.

Simbolismo presente no Parlamento da União Europeia

Portanto, a construção do Parlamento da UE segundo a imagem da Torre de Babel envia a mensagem de que Nimrod tinha a filosofia correcta e que a sua Torre foi uma boa ideia. Portanto, o que nos espera é:
* Uma instalação gradual da tirania
* A eliminação da adoração a Deus como forma de se instalar a dependência pelo poder [líderes políticos]
* Todas as pessoas a falar a mesma língua e tendo a mesma religião
* Rejeição de Deus ao mesmo tempo os seres humanos se tentam tornar em deuses


Sabem que mais? Estes são os preceitos cardinais das crenças esotéricas da elite mundial (ver "Eduquem-se"). Eles não são Cristãos nem nada que se pareça. O seu sistema de crenças baseia-se nas Religiões Misteriosas (rituais pagãos, adoração do Sol, considerar Lúcifer como aquele que deu a luz à raça humana, olhar para Deus como Aquele que quer manter os humanos na escuridão). A Nova Ordem Mundial irá remover toda a adoração a Deus, instalar uma forma de comunicação comum, e transformar a democracia numa tirania.

O poster banido

Será que estas considerações são totalmente descabidas? Será que eu estou a ver demasiadas coisas neste edifício? A resposta é: NÃO. Eis aqui o poster OFICIAL a promover  o Parlamento da União Europeia.

Vemos os povos da Europa a reconstruir a Torre de Babel. Eis aqui alguns pontos a levar em conta:

1) Primeiro, temos aqui a confirmação de que o edifício Louise Weiss foi verdadeiramente inspirado pela Torre de Babel. O poster recriou a torre exacta da pintura de Pieter Brueghel, chegando até a incluir a parte danificada do edifício. Não há qualquer dúvida aqui.

2) Segundo, o slogan: "Europa: Muitas Línguas, Uma Voz" refere-se ao facto de Deus ter confundido as pessoas com muitas linguas.

De modo efectivo, o Parlamento irá reverter o castigo que Deus deu à idolatria e à arrogância humana.

3) Terceiro, olhem atentamente para as estrelas no topo. Será que elas têm uma aparência estranha? Elas estão ao contrário, isto é, pentagramas invertidos.

O simbolismo por trás dos pentagramas é extremamente profundo e complexo, mas podemos dizer que o pentagrama normal refere-se ao "Governo Benigno" e o pentagrama invertido refere-se ao "Governo Maligno".


O poster foi banido devido aos protestos levados a cabo por numerosos grupos, no entanto ele é extremamente revelador e confirma a forma de pensar esotérica dos construtores do Parlamento da União Europeia.

A rapto da Europa

A estátua que se segue, que se encontra em frente ao edifício Winston Churchill, refere-se a uma mitologia antiga que exibe uma das representações mais antigas da Europa. Ela baseia-se na história de que Zeus se disfarçou como um touro branco como forma de seduzir a princesa Europa quando esta se encontrava a recolher flores. Quando ela se aproximou do touro, e o montou, ele aproveitou a oportunidade, e fugiu com ela, violando-a posteriormente (esta é a versão não censurada da história.).


Portanto, a mulher sentada neste touro está em vias de ser sexualmente abusada, o que é estranho. De qualquer das formas, isso representa o Bem vs o Mal, o Sol vs a Lua e todas essas coisas - parte integrante das Religiões Misteriosas. É preciso não esquecer isso.

Conclusão:

A União Europeia é, actualmente, um super-estado que inclui 27 países (e mais se juntarão). O mesmo destino aguarda os Americanos e os Asiáticos, que estão condenados a unirem-se sob a mesma bandeira e mesma moeda como forma de criarem outros super-estados. Esses são os passos necessários para o Governo Mundial Único, propósito buscado de modo activo pela elite mundial. O Parlamento da União Europeia é o primeiro monumento a representar um super-estado, e através de simbolismo intenso e do ódio à religião [=Teísmo Cristão], ele revela planos para uma Nova Ordem Mundial e o seu apoio subtil à tirania.





sábado, 7 de dezembro de 2013

Alexandra Fox: "O local de trabalho não foi feito para as mulheres"

Depois de uma década no mercado de trabalho aqui em Londres, eu posso confirmar a veracidade do que a Mary disse no seu artigo. De modo particular, gostei do ponto onde ela diz que os patrões e as patroas têm medo de ameaçar os empregados mas colocam as empregadas "na linha" ameaçando-as constantemente do término do seu lugar de trabalho. Eis aqui, portanto, mais 5 razões do porquê as mulheres terem sido naturalmente criadas para colocar a educação das suas crianças como função prioritária:

1. As mulheres são muito mais vulneráveis que os homens à exploração e ao abuso no local de trabalho.

Primeiramente, porque as figuras autoritárias têm-na como alvos principais, e também porque a natureza inata da mulher impedem-na de ser tão assertiva como os homens. Enquanto que os homens exigem algum tipo de incentivo financeiro para trabalhar para além das horas normais, as mulheres fazem-no gratuitamente sem se que queixar (mas depois queixam-se junto das companheiras de apartamento). Enquanto que os homens irão frontalmente exigir um aumento e negociar de um modo confiante com o patrão pelo aumento, as mulheres continuarão a trabalhar por amendoins, esperando que o seu trabalho árduo seja um dia notado.

2. Hierarquia Natural.

Eu já trabalhei em posições directivas e sempre me senti pouco à vontade em dar ordens aos homens. Os homens que eu geria eram sempre simpáticos e respeitadores, mas eu sentia sempre que havia algo de errado. Num dos empregos onde tínhamos um patrão tirânico, os homens que eram meus subalternos acabavam sempre por me proteger das invectivas do patrão. Claramente, quando os teus subalternos têm que ocupar o papel protector, todo o conceito de hierarquia no emprego torna-se ridículo.

3. Mulheres como Patroas.

As mulheres no seu estado natural nâo são tão eficazes como patroas, e as mulheres que são bem sucedidas neste papel de liderança têm que se tornar - e são sempre vistas como - desagradáveis [inglês: "bitches"]. Eu [Alexandra] não sou contra as mulheres no mercado de trabalho - elas podem ser funcionárias dedicadas e trazer muitos talentos ao negócio. Mas eu certamente que sou contra as mulheres em posições de poder porque isso pura e simplesmente não funciona. Tanto os homens como as mulheres declaram que preferem ter homens como patrões, e não mulheres.

4.  Romance / Exploração Romântica.

As tendências embutidas no ser humano são mais fortes que qualquer legislação governamental politicamente correcta, e qualquer lei em torno da forma como as pessoas devem agir não nos diz nada da forma como elas irão agir. As pessoas agem tal como a natureza tenciona, e como tal, para além das complicações em torno do poder que as mulheres sentem, existem também as complicações dos inevitáveis romances dentro do escritório.

Um cenário bastante comum hoje em dia é o facto de mulheres jovens com educação universitária entrarem no local de trabalho determinadas a ter uma "carreira bem sucedida", tal como foram indoutrinadas e levadas a acreditar que isto [carreira bem sucedida] é o Santo Graal da sua existência, mas a sua biologia tem outros planos e elas rapidamente se apaixonam por um superior, normalmente o seu patrão ou chefe.

Muitas destas raparigas entram no local de trabalho sem terem crescido com um pai ou com um pai ausente. Devido a isto, não só elas estão a tentar preencher a sua necessidade actual duma relação matrimonial, como têm também uma não-resolvida necessidade por um pai. Consequentemente, com estas duas grandes necessidades na sua vida, elas irão desenvolver relacionamentos pouco saudáveis com a figura autoritária com quem passam tanto tempo. As raparigas solteiras que foram educadas por um pai presente e atencioso são menos susceptíveis de se sentirem atraídas pelas figuras autoritárias do emprego. O problema é que há cada vez menos raparigas a crescer com um pai presente e atencioso. [Obrigado, feminismo.]

A figura autoritária pode ser casada ou solteira, velha ou jovem, eles podem-se envolver numa relação física ou não, mas todas estas situações têm um tema comum - elas passaram a ser um facsmile do casamento. Essas relações baseiam-se na dominância e na autoridade do homem, e na subordinação e lealdade da mulher em retorno pela  protecção dele. O patrão desfruta da atenção duma jovem de olhos arregalados e como tal, encoraja-a, tratando-a como "especial" - favorecendo-a acima dos outros funcionários, buscando a sua opinião em torno dos assuntos, promovendo-a para posições acima das suas capacidades, e assim por diante, e em compensação ela retorna estes favores com a lealdade completa, despejando toda a sua energia no trabalho, fazendo tudo o que ele a pede, estando sempre disponível para ele, etc.

Estas mulheres nunca pensariam em ter este tipo de compromisso com um homem de fora do local de trabalho - passando o dia todo com ele, satisfazendo todas as suas vontades, demonstrando total lealdade a ele - mas não vêem qualquer tipo de problema em se cometerem desta forma a um patrão porque, afinal, é "trabalho", e como tal, é independência, empoderador, e totalmente aceite pela sociedade.

Os homens nesta situação, quer estejam casados ou solteiros, irão certamente ter outros relacionamentos fora do local de trabalho, olhando para a situação dentro do trabalho como um pequeno bónus divertido, mas para as raparigas - a biologia feminina sendo o que é - esta relação fará com elas se dediquem totalmente a ele e não sejam capazes de olhar para outro homem.

Isto é a versão moderna do cenário do homem casado com a amante - o caso clássico do homem não querer se comprometer com o "seu caso paralelo", mas não a querer também perder. Devido a isto, ele cria um estado intermédio (limbo), e motiva-a a ficar lá dentro. Enquanto que a amante de outras eras exigiria jantares dispendiosos e presentes caros, a mulher moderna é enganada com promessas de promoção e títulos laborais imaginativos.

As histórias morais que envolvem as amantes podem ser igualmente aplicadas às sonhadoras jovens mulheres carreiristas; elas devotam os melhores anos da sua vida a um homem fútil em troca de excitação efémera, mas à medida que a sua juventude se desvanece e o interesse dele vai diminuindo, elas acabam com nada mais que um coração partido. Mais ainda, normalmente pelo menos as amantes poderiam adquirir algum tipo de bem colateral duradouro por parte do Sr Casado, em termos de presentes lucrativos e até propriedades - mas as "mulheres trabalhadoras" frequentemente dissipam os seus ordenados com items de moda fúteis e saídas nocturnas obscurecidas. Devido a isto, quando as suas "carreiras profissionais" esmorecerem, elas acabam com nada mais que uma bolsa vazia e uma ressaca.

5. O "trabalho" é chato para as mulheres.

A Mary está certíssima: as mulheres estão a ser enganadas a usar a sua beleza e o seu charme para beneficiar os lucros das corporações (e o ego dos patrões) em vez de beneficiarem a elas mesmas e o seu futuro. A ironia disto tudo é que, por mais danosos que sejam os relacionamentos românticos no emprego, sem eles, a maior parte das mulheres qualificaria o emprego de "enfadonho".

Eu já tive muitas conversas com muitas mulheres trabalhadoras, e a quantidade de tempo que se gasta a discutir trajectórias laborais é menor que 5%. A grande maioria de todas as conversas de todas as jovens mulheres em todo o lado centra-se nos homens. E discutir as tensões que podem existir no local de trabalho é o tipo de coisa que as mulheres gostam de falar e dissecar por horas, semanas, eternidade, etc..

Mais uma vez, as legislações e os polemicistas académicos dizem uma coisa - que as mulheres são ambiciosas, motivadas pelas suas carreiras e com uma necessidade enorme de se sentirem realizadas com o seu emprego - mas a realidade diz algo totalmente diferente, isto é, que 95% das mulheres acha o trabalho chato, e que elas são primariamente motivadas pelos relacionamentos - primeiro os homens e depois as crianças. Se elas não chegarem à parte das crianças, elas fixam-se na parte dos homens; elas não se transcendem subitamente para trabalhadoras mecanizadas e voltadas para a carreira por mais que as feministas assim desejem.

Eu não estou a defender que as mulheres não podem/não devem ter carreiras profissionais, mas sim que elas deveriam primeiro satisfazer os seus instintos mais fundamentais. Dizer que elas deveriam ter uma carreira profissional quando elas não têm um relacionamento estável é como dizer a uma pessoa que nada come há meses para ir trabalhar numa mercearia. Esperar que mulheres jovens e solteiras não desenvolvam sentimentos por homens competentes com quem trabalham diariamente é como esperar que um funcionário esfomeado duma mercearia não coma nada enquanto trabalha dentro da mercearia.

A mensagem social dirigida às mulheres de que os seus instintos biológicos são uma "construção social criada para as oprimir" não vai fazer com que esses instintos desapareçam, mas sim que elas os tentem satisfazer de formas cada vez mais insalubres.

Há 50 anos atrás, a maior parte das raparigas jovens atraentes estava fora do alcance dos homens casados - elas ou eram casadas ou se encontravam a trabalhar temporariamente até se casarem. Não havia nenhum influxo maciço no mercado de trabalho de jovens mulheres disponíveis sem qualquer tipo de perspectiva de casamento. Qualquer civilização sã rapidamente reconheceria isto como uma receita para o desastre, mesmo para as esposas e para os filhos destes homens à medida que ele era atraído (mesmo que seja "apenas" emocionalmente) para estas novas distracções brilhantes no seu local de trabalho.

A realidade dos factos é que se nós colocarmos mulheres jovens perto de homens heterossexuais durante um certo período de tempo, sentimentos românticos serão gerados. As pessoas podem controlar o que elas fazem, mas elas não podem controlar o que elas sentem, e apaixonar-se pode ser tão torturante e devastador para as perspectivas das mulheres solteiras e para as esposas e os filhos dos homens, como um caso extra-conjugal.

Para além disso, com a atomização e fracturação da família e das relações sociais, as pessoas investem ainda mais nos relacionamentos nos locais de trabalho visto que essas relações podem até ser o único bastião de estabilidade nas suas vidas turbulentas, particularmente nas vidas turbulentas das mulheres. Isto é uma situação instável e perigosa visto que esta "estabilidade" pode ser removida num piscar de olhos - ao ser despedida, ou ao ser apenas e só transferida para outro departamento.

Quando as mulheres investem o seu tempo a gerar relacionamentos sérios e famílias, elas recebem de volta o que elas precisam - amor, segurança, companheirismo, apreciação, etc. Quando elas investem nos locais de trabalho, elas não recebem nada disto, e como tal, elas instintivamente tentam preencher o vazio com aparelhamentos românticos e amizades com as colegas. Mas tudo isto é uma miragem e uma ilusão, algo evidenciado pelo que acontece quando o romance murcha, ou quando as amigas conseguem um novo emprego, ou, claro, quando elas são despedidas.

Os engenheiros sociais destruíram o casamento e a família, apenas e só para verem as pessoas instintivamente tentarem recriar isso de volta nos locais de trabalho - onde a cultura corporativista pode lucrar com isso.

É uma situação muito triste, e quanto mais cedo as mulheres particularmente começarem a acordar para a realidade, melhor todos nós ficaremos.




sábado, 31 de agosto de 2013

"Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem"

Recentemente fui questionado se seria correto dizer que, na história do mundo, dinastias e civilizações inteiras de fato naufragaram na rocha da homossexualidade. Minha resposta foi que não deveríamos pôr as coisas desse modo. Claro, eu creio que a prática homossexual é imoral e proibida pela Lei de Deus. 

Todavia, em Romanos 1.21 – 32, Paulo põe dessa forma: deixaram de servir a Deus para servirem à criatura. Como uma consequência, Deus entregou-lhes às paixões impuras. Homossexualidade é julgamento de Deus sobre uma sociedade que abandonou a Deus e adora a criatura em vez do Criador. A apostasia espiritual é a rocha na qual as culturas, incluindo a nossa, foi fundada, e a homossexualidade é o julgamento de Deus sobre tal apostasia. 

Esta é a razão porque a homossexualidade era uma prática comum entre as antigas culturas pagãs; na verdade, é uma prática comum entre a maioria das culturas pagãs, incluindo a nossa crescente cultura neo-pagã. Em resumo, a ideia de que a tolerância da homossexualidade é um mal que conduzirá ao julgamento de Deus não é bíblica, pois coloca o carro na frente dos bois. É exatamente o contrário! A prevalência da homossexualidade em uma cultura é um sinal seguro de que Deus já tem executado ou está executando sua ira sobre a sociedade por sua apostasia. 

A causa deste julgamento não é a prática imoral da homossexualidade (apesar dos atos imorais homossexuais); mas sim, sua apostasia espiritual. A prevalência da homossexualidade é o efeito, não a causa da ira de Deus visitando aquela sociedade. E em uma sociedade cristã (ou talvez devesse dizer “pós-cristã”), isso significa, inevitavelmente, que a prevalência da homossexualidade na sociedade é julgamento de Deus sobre a igreja por sua apostasia, sua infidelidade para com Deus, porque o julgamento de Deus começa com a Casa de Deus (1Pe 4.17).

Esta, decerto, não é uma mensagem popular aos cristãos. É fácil levantar o dedo para os pecados e imoralidades grosseiros, mas a igreja está muito menos disposta a considerar seu papel nos males sociais que maculam nossa era. A apostasia espiritual que nos levou à presente condição começou na igreja, e grande parte do fracasso da sociedade moderna, que os cristãos corretamente lamentam pode, em alguma medida, ser atribuída a esta apostasia da igreja como a causa fundamental. E mesmo agora a igreja recusa-se a assumir sua responsabilidade para preservar a sociedade deste mal tão sério, tendo abdicado de seu papel profético como porta-voz de Deus para a Nação.

Claro, isto não quer dizer que não deveríamos desafiar o lobby gay e não trabalharmos para estabelecer uma moralidade bíblica em nossa sociedade. Nós devemos. Mas, também devemos escolher as prioridades corretas; e eu temo que a igreja tenha um diagnóstico equivocado destes problemas e tenha escolhido errado as suas prioridades. A Igreja sofre com o flagelo homossexual, tanto quando, e talvez mais, do que qualquer outro setor da sociedade (com exceção da mídia e do mundo do entretenimento). 

Para maior parte deste século, a igreja tem procurado um deus feminino para substituir o Deus da Bíblia. Nós tivemos ministros que ensinaram, agiram e pregaram como mulheres há muitos anos. O Ministério Pastoral de nossa geração é, no geral, caracterizado pela feminilização. O crescente número de homossexuais no ministério é, penso, simultaneamente uma causa e efeito relacionados a isto e, ao mesmo tempo, uma manifestação do julgamento de Deus sobre a igreja. 

Muitas vezes, é claro, o julgamento funciona numa relação de causa e efeito, porque toda criação é obra de Deus; portanto, ela funcionada de acordo com Seu plano e vontade. A igreja tem se tornado completamente efeminada por causa de um clero efeminado. O Ministério hoje é dirigido primariamente por mulheres, e ministros têm começado a pensar e agir como mulheres, porque o Cristianismo tem se tornado naquilo que é chamado de “religião salva-vidas” – mulheres e crianças primeiros. E o mundo vê isso bem adequadamente.

Por exemplo, foi-me dito em mais de uma ocasião por pastores e presbíteros que, quando eles visitam os membros de suas igrejas, se porventura o homem da casa vem recebê-los à porta, frequentemente a primeira coisa que este homem diz é: vou buscar a esposa. Pastores e Presbíteros estão ali para mimar as mulheres e as crianças; ou então, como pensa o mundo, isto é simplesmente porque o ministério na igreja é frequentemente dirigido principalmente às mulheres e crianças, e não aos homens. Tenho observado o mesmo tipo de coisa em reuniões das igrejas. Se alguém levanta uma questão doutrinária ou mesmo assuntos sérios sobre a missão da igreja, o interesse é quase nulo. 

No entanto, frequentemente tem havido, e continua havendo, enormes problemas doutrinários e problemas relacionados ao entendimento da igreja de sua missão no mundo, incomodando essas igrejas; apesar disso, estas igrejas nem mesmo consideraram que isso merece discussões nas reuniões de liderança da igreja. Os líderes da Igreja falarão de maneira interminável sobre “relacionamentos” e afins, mas evitarão questões doutrinárias [como evitam] a praga porque estes assuntos são considerados causas de divisão e que dificultam os “relacionamentos”.
 
Agora, no fundo eu creio que isto é um sério problema criado pela feminização da liderança da igreja. A agenda da liderança, que é uma agenda masculina, foi substituída por uma agenda feminina, que é um desastre para liderança. A igreja tem abandonado o Deus das Escrituras pelo conforto de uma divindade do tipo feminino que não requer líderes eclesiásticos que exponham doutrinas bíblicas ou ajam com convicção de acordo coma Palavra de Deus (ambos são percebidos, muitas vezes com razão, como causador de divisão – Mt 10. 34ss); mas, em vez disso, exige líderes simplesmente para mãe de suas congregações de uma forma feminina. Isso, naturalmente, produz ministros efeminados e uma igreja efeminada. 

Mas, isto não é simplesmente uma causa e efeito impessoal relacionadas. Deus age através de causas secundárias em sua Criação para executar sua vontade. Um ministério efeminado e uma igreja efeminada são a resposta de Deus para a determinação de a igreja substituir o Deus da Escritura por um deus do sexo feminino; e esta cruzada contra o Deus da Bíblia tem sido em sua própria maneira, uma característica do evangelicalismo, como abertamente tem sido a característica do liberalismo que os evangélicos dizem abominar, mas ainda assim, estão dispostos a imitar.

Este não é um problema apenas agora na igreja, mas porque está na igreja, a sociedade em geral é agora feminizada e efeminada. Somos governados por mulheres e homens que pensam e agem como mulheres. Mas, as mulheres não fazem bons governos em geral. Em Margaret Thatcher tivemos uma situação inversa: uma mulher que pensava mais como um homem deve pensar, mas a exceção não anula a regra. Eu não estou discutindo um ponto político aqui, nem endossando qualquer posição [política]; até porque eu acredito que isto tudo é parte da situação em julgamento. 

O mundo está de cabeça para baixo, porque os homens viraram de cabeça para baixo por sua rebelião contra Deus. Jean-Marc Berthoud frisou bem este ponto em seu artigo “Humanism: Trust in Man – Ruin of the Nations”, o qual eu recomendo em relação a este tópico. Agora somos governados por mulheres e crianças (Is 3.4, 12)

Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem, seja o Estado, seja a Igreja. É vital que a Justiça seja temperada com Misericórdia. Mas alguém não pode temperar a Misericórdia com a Justiça. Quando a misericórdia é colocada antes da justiça, as sociedades sofrem colapsos nas situações idiotas que temos hoje, onde os criminosos são libertos e as pessoas inocentes são condenadas. 

Por exemplo, as punições infligidas aos motoristas por inadvertidamente dirigirem um pouco acima do limite da velocidade hoje, mesmo onde não há perigo envolvido, são muitas vezes mais graves do que os castigos infligidos aos ladrões. E hoje um pai pode ser punido por bater em um filho travesso – mesmo que tal castigo seja realizado num ambiente de amor e disciplina e não haja perigo para criança – mas ainda assim, alguém pode, com impunidade, assassinar os filhos ainda não nascidos. O Estado ainda paga por esses abortos, fornecendo-lhes o Sistema Único de Saúde.

Creio que isto é o resultado final da feminização de nossa cultura. Pensa-se, frequentemente, que a liderança feminina é mais compassiva, mais carinhosa. Isto é um mito que a ideologia feminista tem trabalhado nas percepções populares da realidade em nossa cultura. Pelo contrário, a cultura feminista é uma cultura violenta, uma cultura que produz o aborto e ao mesmo tempo exige que se extinga as coisas tipicamente masculinas. 

Uma situação mais perversa é difícil de se imaginar. Em última análise, o feminismo é, na prática, inerentemente violento, intrinsecamente instável, intrinsecamente perverso, inerentemente injusto, porque ele é todas essas coisas em princípio, a saber, a rejeição da ordem criada por Deus; e as consequências de um compromisso religioso sempre se desenvolverão na prática. O Feminismo está, agora, desenvolvendo as consequências práticas de sua visão religiosa da sociedade (e isto é sua religião).

As igrejas têm falhado em ver isso. Elas têm abraçado o feminismo vigorosamente, e como consequência, se tornaram uma importante avenida pela qual o Feminismo tem sido capaz de influenciar nossa cultura. O clero estava envolvido na feminização da fé e da igreja bem antes do Movimento Feminista tivesse se tornado consciente na percepção popular. E a feminização de nossa cultura é um dos principais motivos para sua anarquia e violência. 

Por exemplo, o resultado da feminização da sociedade tem sido a de que os homens perderam o seu papel em muitos aspectos. O feminismo tem definido homens em nada mais do que briguentos ou efeminados. Na perspectiva feminista, estas são as duas alternativas para os Homens, embora isso não possa ser entendido por muitas feministas; talvez normalmente não seja, porque o Feminismo é ingênuo e não opera com base na razão, mas na emoção; e estas coisas trazem-nos novamente ao problema da liderança e governos femininos. Emoções não lideram ou governam bem. Para as Feministas, os homens são governantes incapazes; as mulheres devem governar.

Agora nós temos o governo de mulheres e homens efeminados. O efeito de colocar as virtudes femininas no lugar das virtudes masculinas, e as virtudes masculinas no lugar das virtudes femininas tem sido a de subverter a ordem criada. Como resultado, a justiça é desprezada e a misericórdia é transformada e colocada em seu lugar. 

A Liderança é masculina, mas é preciso temperá-la com as virtudes feministas. Quando as virtudes feministas estão na liderança, as virtudes masculinas não podem funcionar; a masculinidade é feita desnecessária. Isto é um dos problemas mais sérios da nossa sociedade. O Feminismo tornou a liderança masculina na igreja e da nação obseleta e, agora, estamos colhendo as consequências espirituais e sociais disto. A Justiça é uma vítima! A misericórdia cessa de ser misericórdia e torna-se indulgência dos piores vícios. 

Violência, anarquia, desordem e uma sociedade disfuncional são o legado da Feminização de nossa Sociedade, porque neste sentido, nem as virtudes masculinas, nem as femininas podem desempenhar apropriadamente seu papel. O mundo é posto de ponta cabeça. Até mesmo as igrejas “crentes na Bíblia” são anestesiadas na sua apostasia em relação a este e muitos outros assuntos em nossa sociedade. Temos uma igreja efeminada, e uma sociedade efeminada e, portanto, a resposta de Deus tem sido um ministério cada vez mais homossexual e uma crescente sociedade homossexual. Este é o justo julgamento de Deus sobre nossa apostasia espiritual.

A resposta é o arrependimento, voltar-se para Deus e abandonar nosso caminho de rebelião contra a ordem divina da Criação. A igreja deve começar isto. O julgamento começa com a igreja (1Pe 4.17) e o arrependimento também. Eu não creio que resolveremos o problema homossexual até reconhecermos sua causa. É o julgamento de Deus sobre a apostasia da Nação. Liderando o caminho para esta apostasia estava a igreja.

O que tenho dito acima não significa minimizar a seriedade do problema homossexual, nem sua imoralidade. Mas devemos reconhecer isto como uma manifestação do julgamento de Deus, como Paulo tão claramente ensina em Romanos, capítulo um. A resposta está em combater as causas, enquanto não deixamos de fazer as outras coisas. 

O que eu disse aqui não significa promover uma diminuição da oposição cristã aos direitos homossexuais por qualquer meio; mas significa encorajar a uma maior leitura do problema, porque é nesta vasta leitura do problema que detectamos a causa e esperamos a solução para o problema.

Além disso, este assunto não um assunto isolado. É parte inseparável da re-paganização de nossa sociedade, uma tendência de que a igreja, em grande medida, não apenas tem tolerado, mas por vezes, estimulado, por sua percepção míope de fé e sua negação prática de sua relevância para toda a vida do homem, incluindo seus relacionamentos e responsabilidades. 

Enquanto a crítica é necessária e vital na tarefa profética da igreja de levar a Palavra de Deus para influenciar nossa sociedade, ela não é o bastante. Em vez disso, a igreja também deve jogar fora o seu próprio consentimento na prática do humanismo secular e praticar o pacto da vida da comunidade redimida no momento que ela tenha qualquer efeito sobre nossa cultura. 

Portanto, o julgamento continuará ininterruptamente até a igreja mais uma vez começar a viver para fora, bem como falando a palavra de vida para sociedade em sua volta. Somente então quando ela começar a manifestar o reino de Deus; e apenas quando a igreja começar a manifestar o reino de Deus novamente, nossa sociedade começará a ser liberta do julgamento de Deus.

...



domingo, 10 de março de 2013

Mary: "De acordo com a lei natural, não é suposto um homem receber ordens duma mulher"



Quero-vos declarar um pouco das conclusões a que cheguei depois de observações e experiências que tive no meio laboral junto de homens e mulheres. Deus criou-nos diferentes e agir de forma distinta é perturbar a natureza.

Primeiro, nunca pode existir verdadeira igualdade no local de trabalho entre homens e mulheres no que toca ao rendimento. Como é que se pode comparar uma mulher (solteira -> tem menos contas, casada -> tem um marido para também a apoiar) com um homem que tem que se sustentar e sustentar a família?

Segundo: as mulheres nunca deveriam receber posições de autoridade em ambientes laborais mistos. Uma mulher com autoridade sobre o homem é contra a natureza e contra Deus. O homem não pode responder à patroa porque tem uma família para alimentar. Ele sente raiva e normalmente isso é dirigido a outras mulheres. Eu [Mary] acho que  isso está errado! Mas a sociedade não só encoraja, isto de modo a que isto passe a ser a norma, como chama a isto de "progresso."

Para além disso, as posições de autoridade causam a que a mulher perca a sua feminidade. Segundo a lei natural, o homem não é suposto/não pode receber ordens duma mulher. Portanto, por natureza, os homens não obedecem às mulheres. Isto causa a que a mulher altere a sua natureza e se torne rude e hostil (chegando a usar roupas masculinas) como forma de obter a complacência masculina.

Outra coisa a levar em conta é que as mulheres sofrem de mudanças de humor (eu incluida): num dia estamos felizes, mas no outro estamos tristes. É difícil para as pessoas (homens ou mulheres) suportar esta instabilidade. A isto acresce-se o facto das mulheres serem naturalmente hostis umas para as outras visto elas se  olharem como competidoras (pela atenção masculina). Não é segredo algum que, nos locais de trabalho, as mulheres oprimem outras mulheres.


Terceiro: eu sou de opinião que o local de trabalho causa a que a mulher se torne imoral e má. A maior parte das fofocas dos escritórios é causada e propagada pelas mulheres como forma de magoar alguém, ou vingar-se de alguém. Para além disso, e como forma de subir na escada laboral, a mulher pode usar a sua sexualidade e o seu charme para seduzir os homens.

Quarto: os locais de trabalho colocam as mulheres numa posição vulnerável, prontas a serem exploradas e usadas. As mulheres foram construídas para estar em território familiar o tempo todo - isto é, em casa com a família, antes do casamento, e com o marido e a sua família, que cresce com ela. Podem imaginar uma mulher vulnerável colocada num ambiente em constante mudança e instável, rodeada de perfeitos estranhos. Ela sente-se frustrada por se tentar ajustar, e os laços emocionais que ela forma com as pessoas podem ser facilmente quebrados quando ela é promovida ou quando ela se muda.

Ao se tentar ajustar, ela compra coisas de revistas idiotas (que drenam o seu rendimento). Realmente, a industria da moda explora as mulheres ao tentar que ela se adapte às roupas e à maquilhagem. Conheço uma mulher que se encontra endividada devido à roupa de trabalho. Ela diz que tem que se vestir de modo a que cause uma impressão nos colegas, no patrão e nos clientes. O que acham da auto-estima desta mulher?

Para além disso, a sua figura de autoridade - o patrão (e não o pai ou o marido) - explora-a e, em alguns casos, abusa dela. Ela é sempre ameaçada de despedimento. Por todo o mundo, os patrões - tanto homens como mulheres - têm medo de ameaçar empregados (homens), mas sentem-se à vontade para ameaçar as empregadas. Uma vez despedida, quem protege as mulheres? Ela precisa sempre de autoridade masculina para sobreviver (prostituição?); nenhuma familia deveria deixar a sua filha sair de casa para ir trabalhar uma vez que isso torna-a duplamente vulnerável.

Quinto: o emprego retira das mulheres a autoridade legitima. Há muito tempo atrás, as mulheres tinham duas autoridades que tomavam conta dela e proviam para ela: a sua família, antes do casamento, e o seu marido, depois do casamento. Ambas as autoridades tomavam conta dela, mas hoje em dia as mulheres têm a ilusão de que a sua carreira (autoridade) "tomará conta delas".  É precisamente por isto que hoje existem tantos divórcios; as mulheres não entendem que o emprego não é uma autoridade que "olhará por elas". Não existe nenhuma "família laboral". Mal tu estás acabada, tu és lançada no olho da rua.

Sexto e por último: o emprego causa a que a mulher suprima e perca a sua natureza e o seu dom de Deus. Eu tinha uma amiga que havia conhecido uma pessoa especial com quem queria gerar filhos. No entanto ela tinha medo que viesse a perder o emprego devido a gravidez. Ela estava a envelhecer e eu temia que ela perdesse a oportunidade de ter filhos. Aconselhei-lhe que tivesse o filho; o ordenado que ela tinha não era grande coisa e não havia prospecções de avanço na carreira. Para além disso, o homem poderia deixá-la se ele realmente quisesse ter filhos.

Não sei qual vai ser a sua decisão, mas deixei esta ilustração para que se veja como o emprego pode causar a que ela perca a chance de ter uma família e um parceiro dedicado a ela. A mulher tem o direito a estas coisas.

Vejo também as mães de todo o mundo a serem forçadas a voltar para o emprego, o que limita os laços com a criança e faz com que ela cresça sem uma orientação adequada, deixando-a aberta à influência de pessoas malignas e a todo o tipo de mal.

Para além disso, o emprego rouba às mulheres a sua juventude e energia - trabalhando num cubículo. A beleza e o charme feminino são direccionados ao lucro empresarial, ao patrão e aos clientes, e não ao marido que a ama e a estima. A tristeza disto tudo é que, no fim, elas ficam de mãos vazias.

Seguindo a via carreirista, tu acabarás sozinha (especialmente na velhice)..



domingo, 18 de setembro de 2011

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT