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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Feministas censuram filme que visa proteger as crianças

Por Lauren Pringle

A censura não é comum na Argentina, no entanto um filme tornou-se alvo de censura prévia. O documentário Borrando a Papá (Apagando o Pai) iria estrear no dia 28 de Agosto, mas foi subitamente cancelado devido às críticas duma organização não governamental que criticou o lançamento do mesmo.

Dirigido por Ginger Gentile e Sandra Fernández Ferreira, e produzido pela San Telmo Productions (donos do blogue Filming in Argentina), Apagando o Pai fala do apuro dos pais que são "apagados" das vidas dos filhos depois dos divórcios, ou separados dos mesmos pelo tribunal familiar, que tem  tendência de julgar contra os pais e em favor das mães.

A que é que se deve a controvérsia em torno do divórcio? Segundo Ginger Gentile, o filme denuncia "os milhares de advogados e psicólogos que subsistem prologando os casos apresentados aos tribunais familiares",  bem como as organizações que recebem subsídios ao exagerarem as estatísticas em torno da violência doméstica. Os produtores do filme alegam que os recursos não estão a ser usados para protegr as verdadeiras vítimas da violência doméstica, mas sim para separar os pais cujos crimes têm sido falar Russo com o filho ou facto da mãe temer que "ele faça alguma coisa", como demonstram dois casos citados no documentário.

"Problemas técnicos" foram citados como a causa do cancelamento da estréia do documentário mas algumas semanas antes desta data, uma ONG havia dado início  a uma petição no site Change.org pedindo que o filme fosse censurado. Esta mesma ONG, bem como outras, fizeram pressão junto do conselho cinematográfico Argentino   (INCAA) - que financiou o filme -  para que este não desse permissão à exibição do filme.

Muitas das pessoas que exigiram a censura do filme foram entrevistas para o mesmo, e elas admitem que irão fazer todos os possíveis para impedir que os pais vejam os seus filhos. Essas pessoas querem também que a presunção de inocência seja revertida nestes casos. Nas palavras duma psicóloga:

Se eu digo que o pai é culpado, ele é culpado até ele provar o contrário.... Temos que alterar a constituição para que em casos como este o ónus da prova esteja do lado do pai.

Depois da estreia do filme ter sido cancelada, os produtores do filme organizaram as coisas de modo a que houvesse uma exibição pública do mesmo no dia 2 de Setembro, no Colegio Público de Abogados mas o mesmo foi cancelado poucos dias antes da exibição. Foram citadas "dificuldades técnicas" mas foram obtidos emails que mostravam que duas funcionárias governamentais, incluindo uma congressista, tinha pedido pessoalmente que o filme fosse proibido, citando como justificação o "foco errado". A congressista, Gladys Gonzalez, já debateu com Gentile na rádio, defendendo a sua posição e já recebeu uma avalanche de críticas no Twitter e no Facebook devido ao seu ponto de vista.

O caso chegou à imprensa, e várias agências noticiosas emitiram o seu comentário em relação ao tópico. Falando da oposição ao filme, o jornal Perfil afirma:

Elas dizem que não querem censurar o filme, mas só impedir a sua exibição. Isto é o mesmo que dizer que não querem que uma pessoa morra, mas só que deixe de respirar.

Ámbito Financiero comparou esta situação com "um acto de censura prévia". Ainda falando do assunto, a CineFreaks disse:

Nenhuma projecção cinematográfica deve ser censurada a pedido daqueles que ainda não o viram. Isto ajudou a que o debate fosse aberto em torno dum assunto há muito esquecido: os pais. 

Esta censura apenas causou a que o filme ganhasse mais popularidade e mais apoio um pouco por todas as redes sociais - tanto localmente como internacionalmente -ganhando mais de 17,000 Likes no Facebook, mais de 60,000 visualizações do trailer, 30 a 40 pais em sofrimento a entrar em contacto connosco diariamente, tal como mencionou o co-director Fernández Ferreira  numa entrevista para o jornal La Nación, que também falou na "enorme controvérsia". Na Argentina, este nível de cobertura mediática e seguimento através das redes sociais é algo novo em torno dum pequeno documentário.

Os produtores e os protagonistas do filme (pais e peritos) têm estado nas notícias televisivas e falar não só da censura mas também do negócio por trás dos casos de divórcio. Advogados, juízes e políticos têm também estado em contacto com os produtores do filme e com os peritos de modo a que se possa ver como é que o actual sistema pode ser mudado, visto que a reacção ao filme mostrou que existe uma massa crítica de famílias afectadas.

O apoio ao filme Apagando o Pai é muito maior que o número de pessoas que são contra ele, visto que a censura é altamente impopular na Argentina (durante a ditadura de 1973 a 1983, filmes e livros foram banidos do país). Para além disso, muitos pais começaram a falar mais sobre um problema que até há pouco tempo era tabu: que eles não conseguem ver os filhos depois dos divórcios porque os tribunais não obrigam que as mães permitam as visitas, ou porque eles foram vítimas de falsas acusações. Nos tribunais familiares as acusações não são investigadas porque não chegam a julgamento; em vez disso, a lei declara que uma acusação por parte da mãe tem que resultar na remoção do pai da casa por um período de 90 dias, que pode ser renovado de um modo indefinido.

Embora o filme se foque na Argentina, o mesmo demonstra que este tópico é mundial. Recentemente, a estrela de cinema de Hollywood Jason Patric levantou o tópico da alienação paternal, educando o público e fundando um ONG como forma de ajudar as famílias que se encontram em situações deste tipo: “Stand Up for Gus”.

O Artigo 14 da Constituição Argentina declara que todos os habitantes nacionais têm "o direito de publicar as suas ideias sem qualquer tipo de censura". Gentile disse:

É estranho, para mim, como produtora de filmes, ver comentários ao meu filme feito por pessoas que ainda não o viram.

Embora Borrando a papá, Apagando o Pai, ainda esteja inédito, os seus directores continuam a negociar com outras entidades tendo em vista a sua eventual exibição em cinemas, e afirmam que muitas organizações apresentaram-se dispostas a disponibilizar outras formas de visualização do mesmo. Quando o filme for exibido publicamente pela primeira vez, certamente que causará uma repercussão nos tribunais familiares ao alegar que as crianças têm o direito de amar ambos os pais.

(...)

* * * * * * *

A "revolução social" levada a cabo contra a familia natural tem raizes ideológicas, mas é mantida pelos interesses financeiros. As consequências desta revolução social são cada vez mais claras. No seu excelente ensaio ‘Divorce as Revolution’, Steven Baskerville descreve as implicações políticas e económicas mais abrangentes desta situação:

Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais. A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ao remover o pai, o Estado cria outros problemas que ele mesmo tem que resolver: pobreza infantil, abuso sexual de crianças, crime juvenil, e outros problemas associados a crianças que crescem sem um pai. Desta forma, a maquinaria do divórcio é auto-perpetuadora e auto-expansora. 

O divórcio involuntário é uma ferramenta maravilhosa que permite uma expansão infinita do poder governamental.


A crescente histeria em torno da "violência doméstica" parece ser largamente fomentada para atingir os mesmos propósitos. ‘Toda esta indústria da violência doméstica centra-se em retirar as crianças dos pais,’ escreve o colunista do Irish Times John Waters. ‘Depois de terem tirado os pais, eles vão tirar as mães.

Donna Laframboise do "National Post" do Canadá investiou os abrigos das mulheres vítimas de algum tipo de violência e concluiu que eles mais não são que ‘lojas de divórcio de uma só paragem’, cujo propósito não era proteger as mulheres mas promover o divórcio.

Estes abrigos, muitas vezes financiados pelo governo federal, emitem depoimentos contra os pais (sem chegar a vê-los) que são aceites pelos juízes como justificação para retirar os filhos; muitas vezes isto é feito sem evidências que confirmem as alegações.

Os pais são adicionalmente criminalizados através do fardo da pensão alimentícia, que são o combustível financeiro da maquinaria do divórcio, subscrevendo o divórcio unilateral e oferecendo a todos os envolvidos maiores incentivos para retirar as crianças da presença dos pais.

No Verão passado a revista Liberty publicou evidências documentais de que os "pais caloteiros" [inglês: ‘deadbeat dads’são, em larga medida, uma criação dos funcionários públicos e agentes da lei tendo em vista o aumento de criminosos para processar.

Conclusão:

Unindo todos estes elementos num só, o que começou como uma ramificação do radicalismo da era Comunista, cresceu, e passada que está uma geração, ela é hoje uma indústria internacional multi-bilionária e misândrica, um monstro que existe apenas e só para destruir a família. É contra isto que lutamos.

(Para ver no Youtube com legendas)




sexta-feira, 2 de março de 2012

É importante desmotivar a monopaternidade

"Eu consigo criar o meu filho sozinha. Quem é que precisa dum pai?"

Os filhos precisam dum pai porque, por melhor que a mãe seja, ela nunca vai ser um pai.

Um estudo levado a cabo na Austrália - em torno do comportamento dos rapazes que cresceram sem um pai - é elucidativo.

Os rapazes são mais inclinados para a violência se cresceram sem uma figura paterna. O estudo, levado a cabo pelo "Melbourne Institute of Applied Economic and Social Research" na "Faculty of Business and Economics", verificou que a presença duma figura paterna durante a adolescência dos rapazes servia de força de controle em relação ao comportamento desviante e actividades de risco.

Embora se tenha determinado que a presença envolvente e interacção entre os pais (homens) e os rapazes é benéfica, não ficaram explicados os benefícios positivos que as crianças que cresceram com os pais obtêm.

A Professora Deborah Cobb-Clark, Directora de Melbourne Institute disse:

A sensação de segurança gerada pela presença dum modelo masculino na vida do jovem tem efeitos protectores na criança, independentemente do nível de interacção entre a criança e o pai.

Os pais não só fornecem exemplos masculinos às crianças, como podem influenciar as suas preferências, valores e atitudes - ao mesmo tempo que lhes fornecem uma sensação de segurança e aumentam a sua auto-estima.

A sua presença aumenta também o nível de supervisão paterna em casa, o que pode levar à redução do comportamento delinquente. [...]

O nosso estudo incluiu pais residentes e não-residentes, pais biológicos e pais adoptivos e a sua influência no comportamento adolescente. Descobrimos que os jovens envolvem-se em mais delinquência na ausência duma figura paterna nas suas vidas.

O comportamento das raparigas adolescentes tem uma relação menor com isto, o que pode ser atribuído aos menores níveis de assumpção de riscos presente entre as fêmeas.

Adicionalmente, verificou-se que pertencer a famílias com rendimentos mais elevados não resolve o problema associado à delinquência juvenil.

* * * * * * * * * * *

Rapazes que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo actividades mais violentas. Mais uma evidência contra a noção de que basta uma mãe para a criança ter um desenvolvimento emocionalmente estável.

Curiosamente, o estudo alega que as raparigas não são afectadas pela ausência duma figura paterna. Mas isso deve-se à métrica usada para se determinar esse dado: comportamento delinquente.

Quando os estudos alargam as variáveis mensuráveis de modo a incluir outro tipo de comportamento desviante, existe uma ligação muito forte entre o nível de promiscuidade da rapariga e a presença (ou ausência) dum pai.


As raparigas que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo comportamento sexual de risco do que as raparigas que cresceram com um pai ou com uma figura paterna.

Mulheres adolescentes com idades entre os 15 e os 19 educadas num lar onde não havia figura paterna são significativamente mais susceptíveis de se envolverem em sexo pré-matrimonial do que mulheres adolescentes que cresceram em famílias compostas por um pai e uma mãe.

(Billy, John O. G., Karin L. Brewster and William R. Grady. "Contextual Effects on the Sexual Behavior of Adolescent Women." Journal of Marriage and Family 56 (1994): 381-404.)

* * * * * * * *

Portanto, rapazes que crescem sem um pai tendem a ser mais violentos e raparigas que crescem sem um pai tendem a ser sexualmente mais promiscuas. Olhando para estes dados, não é lógico defender a monopaternidade como modalidade familiar saudável e aconselhável.


domingo, 11 de dezembro de 2011

Ter filhos reduz chance de doenças cardíacas, afirma estudo

O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
Provérbios 20:7

Homens que não tem filhos têm maior chance de morrer devido a doenças cardíacas, de acordo com estudo realizado pela Universidade Stanford, na Califórnia. A pesquisa foi realizada com 135 mil homens e apontou que os que não possuíam filhos tinham risco 17% maior de morrer de doenças cardiovasculares.

O estudo foi feito durante 10 anos apenas com homens casados e durante esse período, 10% dos homens morreram, um em cada cinco de doenças cardíacas.

O pesquisador Dr. Michael Eisenberg acredita que algum fator relativo à paternidade, como eventuais mudanças de comportamentos e de hábitos relativos à saúde, protege contra essas doenças e faz os homens com filhos viver por mais tempo.

A descoberta pode ser relacionada com outras pesquisas já existentes que mostram a relação entre baixos níveis de testosterona e o desenvolvimento de certas doenças cardiovasculares. Não há confirmação, entretanto de que todos os homens participantes do estudo organizado pela universidade que não tinham crianças eram inférteis.

Os pesquisadores acreditam que encontrar a relação entre infertilidade e doenças cardíacas contribuirá para prevenir doenças antes que elas apareçam.

O estudo foi publicado na revista Human Reproduction.

Fonte


Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes já se ajuntaram, e vêm a ti: teus filhos virão de longe, e tuas filhas se criarão a teu lado.

Isaías 60:4


domingo, 16 de outubro de 2011

Patriarcado leva mulheres a escolher os melhores empregos

Eis aqui algo que fará as feministas acobardarem-se com medo. Estudos demonstram que muitas mulheres seguem os passos do pai quando escolhem um emprego.

Exacto; os homens são os responsáveis pelo facto das mulheres se interessarem por empregos bem remunerados. Não é o feminismo, nem os "estudos femininos", nem os programas governamentais que visam "dar poder às mulheres" mas sim os homens (nesta caso, o pai).

Para ser justo, o estudo não fornece o número exacto nem o motivo exacto, mas há uma tendência cultural notável especialmente com pais envolvidos na vida das filhas.

Porque é que isto é importante? Porque, tradicionalmente, os "empregos masculinos" são melhor remunerados devido ao esforço físico, melhores qualificações e maior ênfase na matemática e na ciência.

Durante todo o tempo em que algumas mulheres se queixaram de "estarem barradas de alguns empregos" a resposta estava bem à sua frente: passem mais tempo com o vosso pai, confrontem-no em relação aos empregos e ele vai-vos ajudar.

Embora a figura do pai biológico tenha sido destruída e horrivelmente desvalorizada na cultura moderna, aqueles sortudos que têm a presença do pai por mais do que dois fins de semana por mês têm maiores hipóteses de ter carreiras profissionais bem sucedidas.

Quanto mais o pai se envolveu na vida das filhas, mais elas desenvolveram melhores interesses profissionais. E sabem que mais? As filhas entraram em áreas similares à do pai. Quem esperaria tal coisa?

Isto demonstra o impacto positivo que um pai responsável tem na vida duma criança - especialmente na vida da filha. As crianças precisam de um bom pai e enquanto o pai for o ganha-pão da família, as crianças buscarão a sua opinião na altura de escolherem uma profissão.

A remoção do pai da vida familiar e a sua "substituição" pela pensão alimentícia (ou pelos subsídios estatais) aumentam o risco da sociedade perder uma boa funcionária na próxima geração.

Conclusão:

Manter o pai envolvido na vida dos filhos tem, a curto prazo, o condão de proporcionar um ambiente mais positivo para as crianças, e a longo prazo, a possibilidade de gerar um membro útil e produtivo para a sociedade (quem tem melhores empregos, ganha mais dinheiro, e, desde logo, pode investir mais na economia).

Modificado a partir do original


Claro que para as feministas, desejosas que colocar as crianças sob a alçada do Estado - essa entidade com um historial enorme e "positivo" na educação de crianças - a remoção do pai é um passo fundamental na sua guerra à família natural.

Quanto menos tempo as filhas passarem com o pai, maiores serão as probabilidades delas caírem no engodo e na mentira do feminismo (na sua contínua guerra contra o homem). Quem tem evidências familiares de que o homem não é inimigo das mulheres, nunca irá adoptar como ideologia de vida uma filosofia política baseada precisamente nessa não existente inimizade do homem em relação às mulheres.

sábado, 13 de agosto de 2011

Embaixadora das Olimpíadas detida por participação nos motins de Londres

Chelsea Ives, de 18 anos, foi denunciada pela própria mãe, que reconheceu a filha pela televisão. A jovem atleta atirou um tijolo contra um carro da polícia.

«Tinha que fazer o que estava certo», declarou a mãe de Chelsea, a justificar a denúncia da filha às autoridades. «Eu e o meu marido estávamos a ver as notícias, completamente enojados, e de repente vemos a nossa filha no meio da multidão», relata ao diário britânico.

«Como pais, tínhamos o dever de fazer com que não escapasse impune. Sei que a Chelsea não nos vai agradecer. Sei que vou ser retratada como uma ****, mas o que é que podia fazer?», questiona Adrienne Ives, 47 anos, que recorda que muitas pessoas perderam casas e lojas nos motins desta semana.

Chelsea já foi ouvida em tribunal e está acusada de ter iniciado um ataque a um carro da polícia que levou a fuga dos agentes, tendo sido a primeira a atirar um tijolo contra a viatura. Imagens de câmaras de vigilância (visíveis ao lado) mostram a jovem, vestida com calças pretas e camisola cor-de-rosa a vandalizar o veículo com um sinal de trânsito.

A jovem de 18 anos é ainda acusada de assaltar uma loja de telemóveis no bairro londrino de Enfield. De acordo com o Ministério Público, terá sido ouvida a dizer que vivia «o melhor dia de sempre» durante os motins.

A britânica declarou-se inocente e permanecerá em prisão preventiva até dia 17, data de uma nova sessão no tribunal de Highbury Corner, na capital britânica.

A arguida, descrita como uma «atleta talentosa», é uma de vários embaixadores dos Jogos Olímpicos de 2012, que se realizam em Londres, junto da juventude britânica.

Entre outros suspeitos ouvidos nos últimos dias pela justiça encontra-se ainda Laura Johnson, 19 anos, herdeira de uma família milionária de Kent, acusada de roubar mais de 6.000 euros em diversos produtos.

-Fonte-


Mais uma evidência contra a noção de que o que motivou estes desacatos foi a "pobreza". Pelos vistos a sua identidade cultural, racial e politica falou mais alto do que a moral e os bons costumes.

Este evento mostra a "sabedoria" de se importar pessoas (qualquer que seja a etnia) que não respeitam os costumes e as tradições locais. Mais cedo ou mais tarde, elas vão-se voltar contra a mão que os ajuda precisamente porque elas não se identificam com a cultura onde estão inseridas.

Se isto é assim, então se calhar o melhor é elas procurarem culturas que estejam mais de acordo com a sua ideologia e pararem de viver à custa da superior civilização ocidental.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Crianças que vivem com os pais biológicos são mais felizes

Inglaterra - Segundo um estudo recente, crianças que vivem com os pais naturais possuem uma "satisfação de vida" superior. Semelhantemente o estudo declara que as refeições em família são importantes. Os achados vem do estudo da "Understanding Society", uma pesquisa que questionou cerca de 14,000 famílias.

O estudo apurou que:

Não viver com ambos os pais naturais tem um impacto negativo maior do que a sua situação financeira.
O estudo declara que "a satisfação de vida é mais elevada entre aqueles que vivem com ambos os pais naturais". Paralelamente, foi reportado que "crianças que comem uma refeição nocturna com a família pelo menos 3 vezes por semana são mais susceptíveis de reportar estarem completamente felizes com a situação familiar do que as crianças que nunca comem em família ou que comem menos de 3 vezes por semana juntos".

De acordo com a pesquisa, 60% dos jovens reportou estar "completamente satisfeito" com a sua família, mas as crianças que vivem com um só parente eram menos susceptíveis de reportar estarem "completamente felizes"

O estudo verificou que, "depois de se levarem em conta várias características, os casais que coabitam eram significativamente menos felizes nas suas relações que os em casamento.

Ressalvando a importância do sono, a reportagem diz que "os casados reportam um melhor sono enquanto que os divorciados/separados são mais susceptíveis de possuírem problemas durante o sono".


Esta notícia é mais uma a juntar a todas as outras que demonstram como a família nuclear é fundamental para a criança e, mais tarde, para a sociedade em si. Se a família não funciona, a sociedade também não.

Isto talvez explique a necessidade que os marxistas culturais tem em corromper e destruir a família uma vez que famílias estáveis geram crianças emocionalmente saudáveis, que por suas vez se tornam adultos menos susceptíveis de caírem nas mentiras dos "revolucionários".

Além disso, uma criança que cresça num ambiente saudável tem mais hipótese de avançar nos estudos e tornar-se financeiramente independente das "ajudas" do Estado. Mas isto é exactamente o que os marxistas não querem uma vez que pessoas financeiramente independentes são mais difíceis de controlar.

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