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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Eles querem acesso às crianças...

...e sem sombra de dúvidas que é com boas intenções.

Sempre nos garantiram que "tudo o que queriam era tolerância". e nada mais, mas pelos vistos não era só isso.

Eles nunca quiseram "tolerância"; ao contrário da maioria de nós, eles planeiam isto há décadas e sabem exactamente como atingir o objectivo. Eles "apenas" queriam a "tolerância" como forma de ganhar espaço no campo de batalha de onde continuar a ofensiva contra Deus.

Por vezes  temos a sensação de que a força que controla o globalismo e a Nova Ordem Mundial não é humana mas puramente satânica.

E depois temos a confirmação:





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- Minds.com
- Medium.com

domingo, 17 de fevereiro de 2013

A influência do feminismo no sistema escolar ocidental



Será que a Revolução Sexual, e a ideologia feminista que a fomenta, empurraram os homens para fora das universidades ao debilitar o sucesso escolar dos rapazes, começando logo no jardim infantil (inglês: "kindergarten")? Alguns escritores começam agora a unir os pontos entre 1) as mudanças que ocorreram nas últimas décadas dentro das prácticas educacionais - das avaliações fundamentadas em factos para as avaliações baseadas nas "capacidades emotivas e não cognitivas" - e 2) a queda da performance escolar dos rapazes.

Durante os anos 70, as feministas queixavam-se com frequência de que o sistema escolar favorecia "a forma de pensar masculina." Factos, datas, memorização e habilidades matemáticas eram vistas como "demasiado masculinas" para as raparigas. Nas décadas que se seguiram, as feministas fizeram grandes avanços no mundo ocidental, e como consequência, a educação - particularmente o treino de professores - foi transformada. 

O facto da maioria das pessoas envolvidas na génese das políticas governamentais, e envolvidas no mundo académico, aceitarem isto como um sucesso inqualificável, é surpreendente se levarmos em conta que este mesmo sistema de ensino, novo e mais "justo", resultou no decréscimo do sucesso escolar dos rapazes e, ultimamente, dos homens que eles se irão tornar.

Um projecto levado a cabo durante 5 anos, financiado pelo "Departments of Education and Justice in Northern Ireland", foi publicado recentemente e nele são reveladas "falhas sistemáticas" na forma como os estudantes são avaliados, e como esta avaliação prejudica os rapazes. Os rapazes das zonas pobres de Belfast e de outras cidades encontram-se especialmente vulneráveis à má performance escolar e aos problemas de saúde.

O Dr. Ken Harland e Sam McCready (Universidade de Ulster) afirmaram que o problema tem sido óbvio há "várias décadas", mas que "era extremamente difícil para a equipa de pesquisas encontrar estratégias específicas para lidar com o insucesso dos rapazes." Foi acrescentado ainda que "Embora os professores entrevistados - como parte deste estudo - reconhecessem a predominância de rapazes com sucesso académico inferior, de forma geral eles não interpretaram isto à luz dos estilos de aprendizagem ou das técnicas de ensino."

O "Belfast Telegraph" citou um aluno que disse aos pesquisadores que "Os professores deveriam entender melhor a forma como os rapazes pensam e a forma como eles fazem as coisas. Os professores estão totalmente desconectados

Os problemas do insucesso primário e secundário dos rapazes acompanha-os para o resto da vida. Pesquisas de 2006 rastrearam o declínio da performance académica masculina durante o período em que as ideologias feministas ganharam forças no mundo académico e nos centros de decisão política.

O rácio macho-fêmea das licenciaturas universitárias com a duração de 4 anos era de 1.60 em 1960: esse mesmo rácio passou a estar em igualdade por volta de 1980, e continuou a cair até 2003, onde havia 135 mulheres para cada 100 homens a acabar uma licenciatura com a duração de 4 anos. Outro estudo apurou que metade da actual discrepância sexual no que toca à frequência universitária pode ser conectada às inferiores taxas de graduação dos estudos secudários, particularmente entre os jovens negros.

O trabalho de um pesquisador americano pode disponibilizar algumas pistas do porquê e do como. Christopher Cornwell (Professor na Universidade de Georgia) apurou que um paradigma educacional fortemente influenciado pelo feminismo favorece de forma sistematica as raparigas e prejudica os rapazes desde os primeiros dias de escola.

Examinando os resultados das provas e as notas escolares das crianças, começando no jardim de infância até ao quinto ano, Cornwell verificou que os rapazes de todas as categorias raciais não estavam a ser "proporcionalmente avaliados pelos professores" em tópico algum, "tal como seria de prever pelos resultados dos testes." A resposta encontra-se na forma como os professores, que estatisticamente são na maioria mulheres, avaliam os estudantes sem referência aos resultados objectivos dos testes. Os rapazes são regularmente classificados muito abaixo do seu actual desempenho académico.

Os rapazes estão a ficar para trás de forma significativa nas notas, "embora estejam a ter um desempenho académico essencialmente idêntico ao das mulheres na matemática, e superior a elas nos testes de ciência."

Depois do quinto ano, apurou Cornwell, a avaliação dos alunos torna-se numa questão "que gira em torno da avaliação subjectiva que o professor faz da performance do estudante," e encontra-se ainda mais afastada da orientação dos resultados objectivos dos testes. Os professores, diz Cornwell, têm tendência a avaliar os estudantes segundo as suas não-cognitivas "capacidades socio-emocionais." Isto teve um impacto significativo no sucesso escolar posterior dos rapazes uma vez que, embora os resultados objectivos dos testes sejam importantes, são as notas atribuídas pelos professores que determinam o futuro da criança no que toca a colocação escolar, finalização dos estudos secundários e admissibilidade da faculdade.

Ao se eliminar o factor "capacidades não-cognitivas . . . . elimina-se quase por completo a estimada discrepância nas notas em torno da leitura," afirmou Cornwell. Para além disso, o mesmo pesquisador acrescentou que achava "surpreendente" o facto de, embora os rapazes obterem melhores notas que as raparigas nas provas de ciência e matemática, elas recebam melhores notas de entre aquelas que são atribuídas pelos professores.

Na ciência e no conhecimento geral, tal como nas capacidades matemáticas, os dados mostraram que os rapazes brancos dos jardins infantis e do primeiro ano obtêm notas que são "0.11 e 0.06 mais baixas segundo desvios-padrão, embora os resultados dos seus testes sejam mais elevados.” Esta disparidade continua e cresce até ao quinto ano, com os rapazes brancos e as meninas brancas a serem avaliados de modo semelhante, "mas a disparidade entre a performance dos testes e as avaliações dos professores cresce."

A disparidade entre os sexos no sucesso escolar ultrapassa em muito a disparidade entre os grupos étnicos. Cornwell nota que "a lacuna rapaz-rapariga nas notas de leitura é 300% maior do que a lacuna entre os rapazes brancos e os rapazes negros". Para além disso, no que toca às notas, a lacuna rapaz-rapariga é 40% maior do que a lacuna brancos-negros.

Desde o jardim infantil até ao quinto ano,” apurou Cornwell, "a metade superior da distribuição dos resultados dos testes" dos brancos é populada de forma crescente por rapazes, "ao mesmo tempo que a distribuição das notas não oferece qualquer evidência correspondente de que os rapazes se encontram a ter melhores resultados que as raparigas.

Estas disparidades são "ainda maiores entre as crianças negras e hispânicas" com o "desalinhamento das notas com os resultados dos testes a aumentar gradualmente à medida que os estudantes negros e hispânicos avançam nos estudos." O estudo revela que "as avaliações dos professores não estão alinhados com os dados provenientes dos resultados dos testes, com a maior disparidade sexual a aparecer no momento da avaliação e não nos resultados dos testes". E a "disparidade sexual" favorece sempre as raparigas.

A intelectual americana Christina Hoff Sommers, autora do livro "The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men", escreveu que "a ideia de que as escolas e a sociedade pisam as raparigas gerou um vasto leque de leis e políticas com o propósito de reduzir a vantagem que os rapazes têm, e  compensar o mal feito às raparigas."

Sommers escreveu no The Atlantic,“Isto são coisas que todas as pessoas assumiram saber. Mas nada disto é verdade.” Ela aponta um incidente numa escola secundária de Nova York, com o nome de Scarsdale High, e durante uma conferência em torno do sucesso estudantil, onde um estudante apresentou evidências das registos da própria escola mostrando que, longe de serem pisadas, as raparigas avançavam mais do que os rapazes. Quando os professores verificaram os dados do aluno, encontraram poucas ou nenhumas diferenças entre sexos em tópicos relativos aos estudos sociais de colocação avançada. Mas nas classes-padrão, as raparigas estavam a obter melhores resultados.

As revelações, afirmou ela, não foram bem recebidas. Scarsdale é uma escola que aceitou por completo a sabedoria recebida de que as raparigas são sistematicamente privadas de sucesso académico, e esta crença levou a que o seu comité que se foca na igualdade desenvolvesse esforços para continuar a pregar esta mensagem.

Porque é que esta crença permaneceu no tempo, encapsulada na lei, codificada nas políticas governamentais e escolares, apesar das sobrepujantes evidências contra ela?” Sommers rastreia os motivos até ao trabalho duma académica feminista com o nome de, Carol Gilligan, uma pioneira dos "estudos de género" na Universidade de Harvard. As especulações de Gilligan deram origem a uma autêntica indústria de escritoras feministas que, com base em poucas ou nenhumas evidências, lamentaram o sofrimento das raparigas "afogando-se ou desaparecendo" no "mar da cultura Ocidental".

Sommers ressalva, no entanto, que “a maior parte dos trabalhos publicados de Gilligan consistem de anedotas baseadas num pequeno número de entrevistas." Para além disso, Sommers classificou o trabalho de Gilligan e das suas seguidoras de "política mascarada de ciência" e chama a atenção para o facto de Gilligan nunca ter oferecido qualquer tipo de dados em suporte das suas teses primárias. Mesmo assim, a ideia de que as raparigas se encontram atrasadas em relação aos homens continua a liderar as discussões em quase todos os níveis das discussões que giram à volta das políticas públicas em torno da educação - e isto não só nos EUA.

O alcance global do feminismo esquerdista americano causou mudanças semelhantes, e resultados semelhantes, em quase todos os países ocidentais.

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Resumindo: quando a avaliação é feita com base em dados objectivos (testes, exames, etc) os rapazes têm notas iguais ou superiores às raparigas (especialmente nas áreas da matemática e da ciência - vulgo STEM = Science , Technology, Engeneering e Mathemarics). No entanto, quando a avaliação depende da subjectividade da professora, e na maior parte dos casos são professoras, as raparigas vêem as suas notas aumentar, e os rapazes vêem as suas a descer de forma sistemática.

Esta atitude misândrica levada a cabo contra os rapazes em idade escolar revela de forma gráfica como o feminismo é uma ideologia que tem em vista a supremacia feminina, e não a mitológica "igualdade".

Portanto, sempre que alguém apontar para a desproporcional presença de mulheres nas universidades como evidência de alguma suposta superioridade intelectual, convém ressalvar que essa presença não se deve a essa mitológica superioridade (até porque a inteligência média entre homens e mulheres é essencialmente a mesma) mas sim ao facto delas estarem a ser propositadamente beneficiadas durante o seu tempo escolar.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Livros infantis e a agenda feminista


Svetlana Smetanina

A pedido do Comité Parlamentar Europeu para os Direitos das Mulheres, os jardins infantis e as escolas podem passar a proibir livros e contos de fadas que caracterizam a família tradicional uma vez que, segundo o comité, os contos de fada têm que falar na "diversidade sexual". Peritos noruegueses acreditam que assistir pornografia pode ser bom para as crianças.

O Comité Parlamentar Europeu para os Direitos das Mulheres e Igualdade de Género preparou um relatório que apela à proibição de todos os livros escolares e livros de infantário que caracterizam a família tradicional onde o pai é o provedor e a mãe é a responsável pelas crianças. Segundo os autores do relatório, estes livros são maus para o futuro das crianças, especialmente para as meninas, e promovem padrões comportamentais inadequados. Futuramente, diz o relatório, estes livros podem impedi-las de construir uma carreira profissional.

As feministas revelaram preocupação com o facto das crianças estarem a ser confrontadas com "estereótipos de género negativos" desde a mais tenra idade  através da televisão e dos spots publicitários. (A palavra "negativos" presente no relatório é sinónima com "traditional".) Embora por enquanto se tenha decidido começar pelas escolas, segundo este mesmo relatório, a proibição poderá ser alargada para a televisão e para a publicidade.

Os autores do relatório recomendam medidas legislativas urgentes na área da literatura infantil, sugerindo em particular a introdução de uma política de "igualdade em todos os sectores." Um exemplo da literatura infantil alternativa é o livro com o nome "King and King", cuja capa tem a imagem de dois homens envolvidos num beijo. Segundo o relatório, isto ajudará as crianças a aprender mais sobre "a verdadeira diversidade sexual na sociedade."

Na verdade, tais medidas já foram levadas a cabo em alguns países, particularmente na Escandinávia, onde os países locais se consideram a vanguarda da democracia Ocidental. O "Pravda.Ru" reportou no passado a história dum produtor de brinquedos infantis que, antes do Natal, publicou um catálogo onde se poderiam ver meninas a disparar contra inimigos imaginários com armas de laser, e onde os rapazes foram caracterizados a brincar com bonecas.

Isto foi um requerimento da entidade reguladora da publicidade sueca que acusou o produtor de brinquedos de "sexismo" e "imposição de estereótipos de género negativos." Em 2010 os infantários noruegueses introduziram um programa sexual obrigatório que se focava nas minorias sexuais.

O relatório do Parlamento Europeu insistiu também que o homossexualismo deveria "ser ensinado nos jardins infantis como uma forma de experiência e conhecimento." [ed: ?!!] Segundo os mesmos, isto alargará o conceito de "identidade de género" para as crianças.
A diversidade sexual deveria ser óbvia para as crianças; elas precisam de saber que é normal que os seus pais sejam gays ou lésbicas.

 Por incrível que pareça, nem todos os pais estão dispostos a acreditar que isto seja "normal." Na Noruega, por exemplo, a comunidade muçulmana opôs-se de forma assertiva a tal educação nos jardins infantis, chegando a ameaçar retirar as suas crianças de tais instituições ou desenvolver esforços para erigir instituições alternativas.

Para os pais "sombrios", que não estão cientes das últimas tendências da "educação sexual" no mundo moderno, o maior jornal Norueguês, o VG Nett, publicou recentemente uma opinião de psicólogos e terapêutas do sexo que afirmaram que seria benéfico para as crianças assistir pornografia na internet. O psicólogo e pesquisador sexual Andres Lindskog afirmou:

Os pais não deveriam ter medo da sexualidade dos seus filhos. Por outro lado, do ponto de vista da saúde, é benéfico assistir pornografia [com os filhos] numa altura em que os pais e os filhos falam abertamente destes assuntos.

Lindskog comentava uma declaração recentemente emitida por um perito da organização "Save the Children", que expressou preocupação com o facto de cada vez mais as crianças e os adolescentes se tornarem viciados em sites pornográficos. Anders Lindskog está convencido de que não há qualquer tipo de vício, habituação ou dano nisto:

É importante que os pais entendam que as suas crianças nascem com sexualidade e seguem a sua biologia. As crianças têm os mesmos sentimentos que os adultos.

Depois disto, é de admirar que o número de casos de pedofilia esteja em crescimento na Noruega? A maior parte destes casos ocorrem dentro da família.

Há poucos dias atrás os jornais escreveram dum caso assim: um casal - marido e mulher - sujeitaram os seus três filhos (todos com menos de 10 anos) a violência e perversão sexual  durante anos. As crianças confirmaram a violência à polícia.

Mas isto não significa que o castigo será suficientemente severo. Na Noruega, a pedofilia é considerada uma doença e é listada no Registo Médico. Por esta razão, os pedófilos recebem penas curtas - que vão de alguns meses a alguns anos. Em alguns casos o castigo pode-se limitar apenas a uma multa. Afinal, os pais podem sempre dizer que practicaram uma "diversidade de relações sexuais."

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Portanto, enquanto os Europeus ensinam isto aos seus rapazes. . .

 . . . . os muçulmanos ensinam isto aos seus filhos:


O feminismo preparando o caminho para a dominação islâmica



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Multiculturalismo ou colonialismo?


Comecemos por assumir uma premissa e colocar algumas questões: Assume que "Maomé" é o nome mais popular dado aos bebés masculinos nos EUA. Mais ainda, assume que esse nome tem sido o mais popular nos últimos 5 anos. O que é que isso te diria? Será que ficarias preocupado?

Não só esta estatística é genuína para a Grã-Bretanha (GB), como parece que o país não está muito preocupado com isso - exceptuando nos casos onde esse mesmo país se desdobra de modo a alterar a sua cultura e reescrever a História presente nos currículos como forma de não ofender os maometanos.
  • Em Cheshire, dois estudantes não-muçulmanos da Alsager High School foram punidos pelos professores por se recusarem a rezar a Alá - o deus árabe - como parte da sua indoutrinação "educação religiosa".
  • Na Escócia, foi requerido a 30 crianças não muçulmanas da Parkview Primary School que visitassem a mesquita "Bait ur Rehman Ahmadiyya", no distrito Yorkhill de Glasgow.
Na mesquita, as crianças foram instruídas a recitar a shahada - a declaração de fé maometana que declara "Não há deus senão Alá e Maomé é seu mensageiro." Para se ver o ridículo desta situação, imaginem o que a esquerdalha unida aos maometanos não faria se viesse ao conhecimento público que 30 crianças maometanas haviam sido levadas para uma igreja, instruídas a recitar o Pai Nosso e a confessar que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus sem O qual não há salvação.
  • Actualmente, e supostamente como forma de impedir as "atitudes negativas contra os muçulmanos", os discípulos de Maomé estão a pedir exigir que sejam enviados pregadores maometanos a todas as escolas escocesas.
Boa ideia. Usando da mesma lógica, que tal enviar um rabino a todas as mesquitas e madrassas da GB como forma de impedir as "atitudes negativas contra os Judeus" presentes entre os muçulmanos? Semelhantemente, que tal enviar o líder da comunidade gay de Glasgow para todas as mesquitas e madrassas locais como forma de impedir "as atitudes negativas contra os homossexuais" presentes no maometanismo?
  • Por falar em Judeus; segundo um relatório com o título de "Teaching Emotive and Controversial History" comissionada pelo "Department for Education and Skills". as escolas britânicas estão progressivamente a colocar de lado o Holocausto das suas lições de História como forma de evitar ofender os maometanos.
Portanto, temos que passar a ser historicamente ignorantes como forma de não ofender os perpétuamente ofendidos maometanos.
  • Professores britânicos estão relutantes em discutir as Cruzadas, onde os Cristãos lutaram contra os exércitos maometanos pelo controle de Jerusalém - a Cidade Santa -, uma vez que a História, tal como ela realmente aconteceu, normalmente é bem diferente daquilo que as mesquitas locais ensinam.
  • Num esforço para conter a "islamofobia" nas escolas britânicas, é requerido aos professores que "ensinem contribuições-chave dos muçulmanos tais como a álgebra e o número zero", embora o conceito do zero seja oriundo da Índia e não do mundo islâmico.
Mas mesmo que fosse originário do mundo islâmico, isso seria irrelevante uma vez que não é a ignorância em torno das "contribuições-chave dos muçulmanos" que faz com que as pessoas fiquem suspeitas dos maometanos, mas sim os contínuos ataques terroristas perpetrados por homens e mulheres um pouco por todo o mundo. Esses homens e essas mulheres afirmam que esses actos de violência são feitos por motivos puramente islâmicos.

Portanto se a comunidade islâmica realmente quer acabar com a "islamofobia", o que eles têm que fazer é conter aqueles que andam no meio deles, e que recrutam muçulmanos pacíficos para a jihad.
  • No distrito do Este de Londres com o nome de Tower Hamlets, 4 maometanos foram recentemente aprisionados por terem atacado um professor branco por este ter ensinado estudos religiosos a raparigas muçulmanas.
Ou seja, eles podem levar 30 crianças não-maometanas para ensinar exclusivamente o islão, mas este professor não pode dar aulas de religião a muçulmanas. Como é normal junto dos maometanos, aquilo que eles exigem aos europeus não é o mesmo que eles estão dispostos a disponibilizar. Para muitos deles, a tolerância é uma via de um só sentido.
  • Neste mesmo distrito de Tower Hamlets, 85 das 90 escolas proibiram o consumo de carne de porco.
  • Em West Yorkshire, a Park Road Junior Infant e a Nursery School em Batley baniram histórias que contenham porcos incluíndo "Os Três Porquinhos", não se dê o caso de (sim, adivinharam) ofender os muçulmanos.
  • Em Nottingham, a Greenwood Primary School cancelou a peça de Natal uma vez que a mesma intereferia com o festival maometano Eid al-Adha.
  • Em Scarborough, a Yorkshire Coast College removeu as palavras "Christmas" (Natal) e "Easter" (Páscoa) do seu calendário como forma de não ofender os budistas hindusjudeus maometanos.
  • Também em Cheshire, uma menina Católica de 14 nos, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School, foi criticada por se recusar a vestir como uma muçulmana e visitar a mesquita local.
  • Em Stoke-on-Trent, as escolas locais foram ordenadas a re-datar os exames, cancelar as aulas de natação e a suspender as aulas de educação sexual durante o "mês sagrado" dos maometanos, o Ramadão.
  • Em Norwich, a Knowland Grove Community First School removeu a tradicional peça de Natal como forma de "olhar para outros festivais culturais do mundo."
Entretanto, a censura aos porcos na GB estende-se para a área dos brinquedos. O produtor duma quinta de brinquedo com o nome de "HappyLand Goosefeather Farm" removeu recentemente os porcos como forma de . . . . não ofender os muçulmanos. A remoção dos porcos ganhou atenção pública depois duma mãe britânica ter comprado o brinquedo como presente para o primeiro aniversário da filha. Embora o conjunto tivesse os modelos duma vaca, dum carneiro, de galinhas e dum cão, o mesmo não tinha um porco, apesar de existir um botão que produzia o som "oink".

Depois da mãe se ter queixado, a Early Learning Centre (ELC), que produz o brinquedo, respondeu:
Antigamente, o porco fazia parte da Goosefeather Farm. No entanto, devido ao feedback dos clientes e devido a motivos religiosos, o mesmo já não faz parte da quinta.
Que "bom" que o politicamente correcto está a pavimentar o caminho para a futura dominação islâmica. Podemos ter a certeza que a Early Learning Centre não deixou de incluir o porco na quinta devido aos pacíficos Judeus (que também não consomem carne de porco) mas sim devido aos não-tão-pacíficos maometanos. Mas o que importa é satisfazer a elite esquerdista (no seu desejo de destruir a coesão social).


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