domingo, 9 de setembro de 2012

A Inquisição e os ateus


Levando em conta a quantidade de vezes que este assunto é levantado durante conversas e debates online com ateus comuns, é curioso que o livro de Richard Dawkins “The God Delusion” falhe em detalhar os "horrores" da Inquisição Espanhola. O falecido Christopher Hitchens evitava falar neste assunto, tal como o evita Daniel Dennett. Só o palhaço da "razão", Sam Harris, é suficientemente néscio para engolir a lenda antiga à medida que ele tenta qualificar as inquisições colectivas como um dos dois "episódios mais sombrios da história da fé."

No dia 9 de Junho de 721 A.D., o Duque Odo de Aquitaine derrotou Al-Samh ibn Malik al-Khawlani perante as paredes da sitiada cidade de Toulouse. Esta batalha, seguida pelas vitórias do Rei Pelayo das Astúrias e de Carlos Martel nas batalhas de Covadonga e Tours, deu término a um século de uma espantosa e bem sucedida expansão islâmica

Pelos 760 anos que se seguiram, as conquistas dos Umayyads na península espanhola foram gradualmente revertidas por uma sucessão de Reis Cristãos, um longo processo perturbado pelas usuais mudanças de alianças e variados graus de ambição e competência militar em ambos os lados da divisão religiosa.A “Reconquista” foi finalizada com a queda da Granada muçulmana em 1492 às mãos das forças castelhanas do Rei Fernando.

A Inquisição Espanhola, que começou no ano de 1481, não pode ser entendida sem primeiro se reconhecer o significado desta épica guerra de 771 anos entre Cristãos e muçulmanos pela posse da península espanhola. Aquilo que o berbere Gen. Tariq ibn Zayid conquistou em apenas 8 anos - ao serviço do califado Umayyad - requereu um período 100 vezes mais longo para reconquistar.

Devido a isto, nem o Rei Fernando II de Aragão, nem a Rainha Isabel de Castela se encontravam inclinados a ariscar qualquer possibilidade de ter que repetir este grande empreendimento. Isabel, em particular, estava preocupada com as histórias em torno dos conversos, alegados Christians que fingiam ter convertido do Judaísmo mas que ainda practicavam a sua antiga fé. Isto era perturbador uma vez que era razoável assumir que aqueles que mentiam acerca da sua conversão religiosa, mentiam também acerca da sua lealdade à coroa unida, e era temido que os Judeus se encontravam outra vez a encorajar os líderes muçulmanos a tentar a recaptura da al-Andalus, tal como eles o tinham feito na captura original, 8 séculos antes. (“Continua a ser um facto que os Judeus, quer tenha sido de forma directa ou através dos seus correligionários em África, encorajaram os Maometanos a conquistar a Espanha” The Jewish Encyclopedia (1906). Vol XI, 485.)

Foi instalada uma comissão de investigação e os relatórios foram verificados. Foi por esta altura que os monarcas espanhóis requisitaram ao Papa Sixtus IV que ele criasse um ramo da Inquisição Romana que reportaria à coroa espanhola. Inicialmente, o papa recusou, mas quando Fernando ameaçou deixar Roma entregue a si própria, na eventualidade dum ataque turcos, ele acedeu de modo relutante e no dia 1 de Novembro de 1478 ele emitiu a “Exigit Sinceras Devotionis Affectus”, uma bula papal que estabelecia uma inquisição no reino de Castela de Isabel.

Temos a tendência de ficar com a impressão de que o Rei Fernando estava menos do que profundamente preocupado com a ameaça potencial dos conversos, e que agiu principalmente como forma de satisfazer os pedidos da sua esposa, uma vez que ele prontamente fez uso da sua nova autoridade fazendo absolutamente nada durante os dois anos que se seguiram.

Foi então que no dia 27 de Setembro de 1480, os primeiros dois inquisidores, Miguel de Morillo e Juan de San Martín, foram nomeados, o primeiro tribunal foi criado, e no dia 6 de Fevereiro de 1481, seis falsos Cristãos foram acusados, julgados e queimados naquele que foi o primeiro auto de fé da Inquisição Espanhola.

O que é que aconteceu entre Novembro de 1478 e Setembro de 1480 que inspirou este súbito ímpeto de acção? Embora historiadores tais como Henry Kamen declarem-se confusos sobre o que pode ter provocado a coroa espanhola, o ímpeto mais provável foi o que ocorreu no dia 28 de Julho, três meses antes da decisão do Rei Fernando.

Uma navegação turca liderada por Gedik Ahmed Pasha atacou a cidade aragonesa de Otranto, tomando-a no dia 11 de Agosto. Mais de metade dos 20,000 habitantes foram chacinados durante o saque à cidade. O arqui-bispo foi morto na catedral, e um dos líderes militares foi cerrado em dois enquanto ainda se encontrava vivo. O mesmo aconteceu a um bispo com o nome de Stephen Pendinelli.

Mas o evento mais infame foi quando foi dada aos homens capturados em Otranto a escolha de converter ao islão ou morrer. 800 mantiveram a sua fé Cristã e foram decapitados en masse num local hoje conhecido como a Colina dos Mártires. A armada turca prosseguiu o seu percurso atacando as cidades de Vieste, Lecce, Taranto e Brindisi, e destruindo a grande biblioteca em Monastero di San Nicholas di Casole antes de regressar ao território otomano em Novembro.

Não deixa de ser uma ironia histórica de proporções significativas que mais pessoas tenham morrido neste evento esquecido, que quase de certeza inspirou a Inquisição Espanhola, do que aquelas que morreram nas famosas chamas da Inquisição propriamente ditas. Apesar da reputação de ter sido uma das mais maldosas e letais instituições da história da humanidade, a Inquisição Espanhola foi uma das mais hunanas e decentes do seu tempo, e até uma que pode ser considerada a mais razoável, considerando as circunstancias

  • A Inquisição Espanhola não tentou converter ninguém ao Cristianismo.
  • Os Inquisidores não eram os psicóticos caracterizados por Dostoevsky e Edgar Allan Poe.
  • A tortura raramente foi usada, e só o foi quando haviam evidências suficientes que indicavam que o acusado estava a mentir.
  • O motivo principal que levou a existência duma Inquisição Espanhola foi o facto de Fernando e Isabel encorajarem os Judeus e os muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo - em vez de pura e simplesmente expulsa-los a todos, como fizeram outros reinos europeus.

À luz da sua reputação assombrosa, certamente que será uma surpresa para aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram durante a Inquisição Espanhola aprender que, durante os séculos 16 e 17, menos de 3 pessoas por ano foram condenadas à morte pela Inquisição através de todo o Império Espanhol - que se estendia de Espanha a Sicília e o Peru.

Historiadores seculares que tiveram acesso aos arquivos do Vaticano em 1998, descobriram que dos 44,674 indivíduos julgados entre 1540 e 1700, apenas 804 foram registados como sendo relictus culiae saeculari. O relatório de 763 páginas indica que apenas 1% dos 125,000 julgamentos registados durante toda a inquisição resultou numa execução por parte da autoridade secular. Isto significa que, durante toda a sua infame história de 345 anos, a temida Inquisição Espanhola foi, anualmente, menos 14 vezes menos fatal que as mortes infantis que ocorrem a andar de bicicleta.

Se, como a certa altura descreveu o historiador Charles LeaIf, a Inquisição Espanhola foi o absolutismo teocrático no seu melhor, somos levados a concluir que foi um testemunho bastante positivo em favor do absolutismo teocrático.

É um testemunho para os estranhos caminhos da história que a Inquisição Espanhola permaneça notória até aos dias de hoje, especialmente quando se sabe que os 6,832 membros do clero Católico assassinados em 1936 durante o Terror Vermelho da República Espanhola são o dobro do número de vítimas durante os 345 anos da inquisição.

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Resumindo: o número de vítimas Católicas causado pelos esquerdistas espanhóis em apenas 1 ano (1936) é superior ao número de vítimas da Inquisição Espanhola durante 345 anos. E convém lembrar que os mortos da esquerdalha espanhola só inclui o clero. Só Deus sabe quantos mais Católicos foram assassinados pelos adeptos do "mundo melhor" (revolucionários assassinos).

História é poder mas o seu efeito só é sentido por quem está ciente dos eventos. A esquerdalha organizada tem capitalizado pontos em favor do seu anti-Cristianismo usando o "fantasma" da inquisição como a única alternativa aos seus planos. No entanto, o que a História revela é que, se há alguém que deve ser temido, é o esquerdista com poder político.



O racismo dos ambientalistas

Quando fazemos uma análise mais aprofundada das actividades daqueles que forçam a teoria das "alterações climáticas", eles revelam-se nada mais como grupos racistas. E doentios. E racistas outra vez.

Muitas das suas "soluções" envolvem forçar os países mais pobres, especialmente os países africanos - que, obviamente, estão cheios de negros - a colocar de lado qualquer noção de se tornarem prósperos e auto-suficientes. Um dos grandes cavalos de batalha dos aquecimistas é o facto da população mundial estar a aumentar. Quem melhor que Paul Ehrlich para revelar o que os ambientalistas pensam do crescimento populacional num post intitulado "Controle da multidão: 7 biliões de pessoas. Última chance para salvar o planeta"?

Paul Ehrlich, autor do icónico livro The Population Bomb, identifica-se como um "gangster" . .

Sem dúvida que não há motivos para deixarmos de confiar no homem que ofereceu ao mundo uma das "profecias" climáticas mais falsas da história.

O que é que pode ser feito? Havendo escrito mais de 40 livros, Ehrlich afirma que "as pessoas não querem ouvir as soluções - esse tipo de livros não vende." Para além disso ele já desistiu de contradizer "idiotas genuínos" ou "os matematicamente limitados."

Quais são, então, as "soluções" para combater o aumento da população mundial? Essencialmente, só há duas:

  • Parar de gerar filhos
  • Reduzir a população actual.

É por isto que as minorias de todo o 3º mundo, especialmente os negros, recebem contraceptivos. Alguns ambientalistas mais consistentes com a sua ideologia anti-humanidade chegam a sugerir que os seres humanos se matem em massa.

Muita desta mentalidade tem as suas origens nos programas eugénicos propostos por esquerdistas brancos. Estes programas culminaram 1) na esterilização das minorias, 2) no aparecimento de organizações que matam bebés inocentes (Planned Parenthood) e 3) no genocídio tal como executado pela Alemanha Nacional Socialista.

Fonte

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Se a esquerdalha ambientalista está genuinamente interessada em "reduzir a população mundial", eles podem dar o exemplo parando de gerar filhos e executando o suicídio em massa que eles querem que os outros façam.

Mas eles não irão parar de gerar filhos e nem irão levar a cabo o tal suicídio em massa porque eles não se consideram parte do problema; segundo se sabe, o "problema" da sobrepopulação não inclui esquerdistas porque só os não-esquerdistas é que fazem parte da "sobrepopulação" mundial.

Como disse um homem sábio, sempre que alguém afirmar que "há pessoas a mais no mundo", perguntem-lhe se ele [a pessoa que disse isso] também está a mais. Se ele acha que sim, seria interessante saber o que ele está disposto a fazer em relação a isso.



sábado, 8 de setembro de 2012

Mulher decapita filho de 2 anos

Uma mãe de New Jersey, com uma história de desordens mentais e uso de substâncias, voltou a ter custódia do seu filho de 2 anos, antes de parar de tomar os medicamentos e decapitá-lo.

O que a polícia encontrou na sua casa em Camden, na Quarta -Feira de manhã, era horripilante. Chevonne Thomas havia decapitado o seu filho e colocado a cabeça na geleira. Mais tarde a mãe de 33 anos esfaqueou-se fatalmente depois de ter desligado o telefone de emergência. Um fim violento para uma vida conturbada..

Chevonne havia re-obtido a custódia do seu filho Zahree depois de alegadamente ter deixado o rapaz sozinho no carro, declarando perante a policia que havia fumado marijuana misturada com alucinogénos, e desmaiado num parque próximo.

Segundo a "Department of Children and Families", ela havia previamente perdido a custódia da criança, em favor dos seus familiares, para além de ter sido ordenada a submeter-se a tratamento médico para a sua dependência química e para os seus problemas mentais. Em 2010 Chevonne havia sido acusada de colocar a vida duma criança em perigo num incidente rodoviário, mas o caso foi arquivado.

A agência estatal de apoio às crianças afirmou numa declaração que Chevonne Thomas estava a receber aconselhamento e apoio desde que o tribunal ordenou a reunificação com o seu filho (3 de Abril).

A vizinha Melanie Troutman declarou ter visto Chevonne Thomas e o namorado sentados nas escadas da sua casa - algo que Melanie havia visto várias vezes. No entanto, desta vez Chevonne estava em topless e "claramente zangada." Cerca de duas horas depois, Thomas ligou para o 911, onde, durante a chamada, começou por acusar o namorado de ter esfaqueado Zahree só para mais tarde mudar a história e confessar ter sido ela a matar o bebé.

Eis aqui parte da conversa:

Sabes duma coisa? Fui eu que fiz. Estou a mentir. Estou a mentir. Fui eu que fiz.

Quando lhe perguntaram que ela havia tomado os medicamentos ela disse que costumava tomar o antidepressivo Prozoac.:

Hoje não tomei, mas deveria ter tomado.

Mais tarde a polícia encontrou o corpo de Zahree no primeiro andar da casa da mãe, antes de descobrir a cabeça do mesmo na geleira. Um examinador médico encontrou também marcas de esfaqueamento no peito do bebé, e marcas nos braços do mesmo.

Thomas esfaqueou-se no pescoço com uma de cozinha depois de desligar a chamada para o 911.

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Comentário de Elusive Wapiti:

Como homem, pai e crítico cultural, é cada vez mais difícil ficar zangado com este tipo de coisas.

Não sei quantas vezes esta observação tem que ser feita:
O mesmo sistema que de modo sistemático retira o homem da sua casa, largamente com base nas necessidades e busca da felicidade da esposa, o mesmo sistema que aprova a maternidade fora do casamento, um sistema envolvido numa cultura mais abrangente que aprova a morte de quase 60% dos bebés negros no útero (23% de todos os bebés a nível nacional), é o mesmo sistema que volta a colocar um vulnerável bebé nas mãos duma mãe claramente perturbada.

E depois, como se o resultado não tivesse qualquer tipo de relação com os eventos precedentes, o sistema agita as suas mãos enquanto fala do "infeliz" final de vida da criança. Lava, seca e repete.

Eu já disse isto uma vez, e volto a dizer mais uma vez: o lugar mais seguro que existe para uma criança é nos braços do pai biológico, no núcleo familiar intacto.

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Pensem na quantidade de factores promovidos pelo marxismo cultural que fazem parte desta história:
  • Sexo e gravidez fora do vínculo do casamento
  • Consumo de drogas
  • Mãe solteira (promovido pelo esquerdismo como forma de obter um bloco permanente de votantes. OBS: normalmente, as mães solteiras votam em partidos esquerdistas)
  • Crença na inerente bondade da mãe/mulher (apesar da existência de evidências em contrário, neste caso)
  • "Apoio" estatal que visa minimizar os efeitos do comportamento que o mesmo estado promove
etc, etc

É este tipo de sociedade disfuncional que a elite esquerdista quer instalar uma vez que a mesma é menos susceptível de formar um bloco organizado com o expresso propósito de resistir a elite esquerdista. Por exemplo, quem promove o consumo da maconha não o faz porque visa o bem estar dos consumidores, mas sim porque os efeitos desse estilo de vida são devastadores para a unidade e estrutura social.

Uma vez destruída a família e a unidade social, o governo pode de forma mais fácil controlar e manipular a sociedade.

Isto é o marxismo cultural.





Onde está a condenação internacional ao racismo sul-africano?

Foi reportado há algum tempo que as candidaturas para pilotos-cadete provenientes de homens brancos não serão mais aceites pela South African Airways (SAA).

O porta-voz da SAA, Kabelo Ledwaba, afirmou que o programa de treino para cadetes estava a ser publicitado online como uma iniciativa que visava ajustar a demografia entre os pilotos com a composição demográfica do pais no geral.

Apenas 15% dos pilotos da SAA são negros, e isto inclui indianos e os coloridos. Os restantes são brancos, e 91% são homens.

Ledwaba disse que a SAA aceitaria pilotos brancos masculinos quando aparecessem vagas que não pudessem ser preenchidas com pessoas de outras raças.

Foi perguntado o porquê das candidaturas dos brancos estarem a ser rejeitadas de modo consistente. Um pai irritado ligou ao jornal Beeld para se queixar do facto do seu filho, que tinha licença de piloto comercial e cumpria os critérios educacionais e físicos, ter sido rejeitado apenas e só por ser branco.

Tomando as palavras do pai como base para a sua investigação, o jornal enviou candidaturas falsas à SAA. Depois da informação ter sido cruzada e verificada, o jornal apurou que o formulário online havia sido programado para rejeitar aplicações provenientes de brancos.


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Como seria de esperar, não há condenação internacional a este óbvio caso de racismo uma vez que o grupo étnico/ideológico que está a ser discriminado não faz parte dos "grupos protegidos" da esquerda militante. No mundo ocidental actual, o homem branco, heterossexual, Judeu ou Cristão (ou mesmo ateu), é um cidadão de segunda , embora ele tenha sido o arquitecto dessa mesma civilização.

Estudo revela que as mulheres portuguesas divorciam-se mais por "falta de comunicação" do que por infidelidade ou violência

Mais do que falta de amor, infidelidade ou violência física, as mulheres apontam a ausência de comunicação no casal como o principal motivo para pedirem o divórcio, revela um estudo da Universidade do Minho.

Segundo o estudo, sustentado no testemunho de 56 pessoas divorciadas, já os homens esgrimem a falta de amor como principal razão para a separação.

Quarenta e quatro por cento das mulheres entrevistadas apontam a insatisfação face à comunicação no casal como a principal causa para o divórcio, seguindo-se a ausência de amor (32 por cento), a infidelidade (26,5 por cento) e a violência física (21 por cento).

Para eles, os motivos mais referidos são a falta de amor (32 por cento), os problemas de comunicação (18 por cento) e a violência doméstica, sobretudo de ordem psicológica (4,5 por cento).

Os homens sublinham ainda um aspecto nunca indicado pelas ex-companheiras, com 9,5 por cento dos inquiridos a afirmarem que optaram pelo divórcio para legalizar outra relação já existente.

Outro aspecto mencionado exclusivamente por 17 por cento do sexo masculino é o facto de o divórcio gerar perdas económicas e financeiras.

Elas são as únicas a referir a falta de independência (15 por cento) como explicação para a ruptura conjugal.

"Apesar destas assimetrias de género na tomada de decisão, a verdade é que as pessoas divorciadas vêem a separação como um alívio e uma forma de escapar de uma 'situação intolerável'", explica Manuel Carlos Silva, coordenador do estudo.

Para além dos 56 inquéritos, o trabalho, intitulado "Divórcio e Assimetrias de Género: Processos, Negociações e Impactos", incluiu também a recolha e análise de 400 processos de divórcio.

Segundo Manuel Carlos Silva, permitiu concluir que "a mulher é o elemento mais prejudicado e, por vezes, vítima não só durante o casamento, mas também nos próprios processos de divórcio".

O investigador sublinha que se regista uma evolução do número de divórcios, com preponderância nos grupos de empregados, profissionais liberais e nos quadros médios e superiores.

Acrescenta que o impacto da comunicação social na mudança de mentalidades e costumes, os movimentos de emancipação feminina e o aumento exponencial de mulheres diplomadas são alguns dos factores que explicam a evolução do número de divórcios.

Fonte

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Conclusões:

1. As mulheres entrevistadas valorizam mais a "comunicação" do que o amor.

2. A violência doméstica não é um dos motivos principais para o divórcio.

3. Os homens valorizam mais o amor do que as mulheres (?).

4. Aparentemente só os homens é que listaram perdas financeiras aquando do divórcio.

5. A mulher é a única a listar a "falta de independência" (seja lá o que isso for) como motivo para o divórcio.

6. O coordenador do estudo afirma que a mulher é o elemento mais prejudicado no processo de divórcio (e até durante os casamentos), mas não explica bem como. Esta posição não deixa de ser curiosa se levarmos em conta que, em Portugal, a esmagadora maioria dos divórcios são iniciados pelas mulheres:

Só em Portugal temos 20 000 divórcios por ano. 80% destes são pedidos pelas mulheres, a quem os tribunais atribuem a casa, o recheio, e uma pensão de alimentos. Uma pensão de alimentos a ser paga pelo abandonado e humilhado homem. Este é obrigado a esta carga financeira ao mesmo tempo que é espoliado de todos os seus bens e do contacto dos seus filhos. As crianças vêm assim partir o pai, o seu herói de quantos serões a fazer "cavalinho" no seu colo. 30% das nossas crianças crescem assim.


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A invisível estrutura de poder

A Suécia tem a reputação de ser a nação mais igualitária do mundo - um lugar onde os homens da política são votados como "A Mulher do Ano", onde os jovens pais em licença de paternidade tomam conta das crianças enquanto as mulheres vão trabalhar, e onde as escolas podem banir pronomes relativos ao sexo. Um recente "World Economic Forum" reportou que a Suécia é o país do mundo onde a igualdade de género é mais forte.

No entanto, aparentemente algumas mulheres suecas pensam que a imagem que este país tem como um paraíso feminista é apenas uma fachada que esconde uma misoginia bem enraizada. Qual é a sua evidência? Homens que dormem de forma relaxada nos comboios, autocarros, metros ao mesmo tempo que ocupam mais do que um assento.

Para reverter esta "demonstração de poder internalizada " (isto é o que elas chamam de "slouching"), um grupo de feministas com demasiado tempo livre decidiu abrir um blogue com o nome de "Macho i Kollektivtrafiken" ("Macho in Public Transport"), encorajando os leitores a enviar fotos de homens em poses relaxadas.

O propósito é alertar as pessoas para esta "recreação activa e simbólica não só de poder, mas também de masculinidade estereotipada."

Será que as mulheres suecas sentem-se mesmo ameaçadas com homens que dormem de forma relaxada nos metros? Será que isto é mesmo um tópico feminista? Será que as feministas olham para as mulheres como seres tão fracos que não só ficam traumatizadas com homens que ocupam mais do que um assento, como são incapazes de pedir que eles disponibilizem mais espaço?

É tentador sugerir às mulheres - que enviam estas fotos de homens em poses relaxadas dentro dos transportes públicos - que desenvolvam "um par deles", e que se lembrem que o feminismo lutou de forma árdua para afastar das mulheres a imagem de vítimas ultra-sensíveis ao mesmo tempo que tentava provar que elas são pessoas com capacidade de decisão, poder e muito mais.

A fundadora do blogue - My Vingren (27 anos) - assegura que Macho i Kollektivtrafiken não é brincadeira, e que o mesmo é uma forma modesta de tentar mudar o mundo.

O que se segue é a entrevista que ela deu à autora deste texto. Pelo meio faço o meu comentário.

VICE: O seu blogue alega que os homens que ocupam mais espaço do que aquele que ele fisicamente precisam estão a practicar uma "expressão inconsciente e invisível de poder todos os dias, nos lugares públicos." Será que os homens podem oprimir as mulheres sem se aperceberem disso?

My Vingren: Sem dúvida. Eu acho que um dos aspectos mais problemáticos de termos uma estrutura de poder tão intensa é que muitas pessoas não estão cientes de como a forma como agem pode afectar os outros. O facto dos homens obterem mais espaço nas salas de aula, nas reuniões empresariais, e assim por diante, é parte duma opressão estrutural que nem todas as pessoas sabem que estão a tomar parte.

Ou seja, os homens oprimem as mulheres e nem sabem disso. Felizmente, as sociedades ocidentais têm a presença das feministas "Olho de Águia" para observar e descobrir o que mais ninguém consegue ver.

Que tipo de motivos os homens dão para o facto de ocuparem mais espaço que as mulheres nos metros, autocarros e comboios?

Varia desde "o suor do escroto não é agradável" até a "é-me fisicamente impossível sentar-me de modo diferente uma vez que tenho um pénis."

De facto, não é nada agradável sentar duma forma que causa dor física - quer seja homem ou mulher. A biologia, neste caso, toma preeminência sobre as sensibilidades feministas.

Agora, a questão do suor é no mínimo estranha. Nos vários anos que já ando de autocarro nunca ouvi um homem a afirmar que se senta desta ou daquele forma por causa do suor neste ou naquele lugar. Verdade seja dita, também nunca me passou pela cabeça perguntar a um homem (ou a uma mulher) sobre os motivos que o/a levam a sentar-se duma forma específica. Afinal, quem pensa nessas coisas? Nenhuma pessoa normal se preocupa minimamente com isto.

O que é que você diria àqueles que alegam que, no grande esquema das coisas, esta questão é uma "problema de luxo?

O que eu quero dizer é que isto é parte do tipo de opressão que leva a mulher a ser violada, obter salários mais baixos, e ser exposta à violência nas relações.

Ou seja, se tu és um homem que gosta de dormir de forma relaxada dos transportes públicos, fica sabendo que é esse tipo de atitude que causa a violação de mulheres, e causa a que as mulheres tenham salários inferiores. Aposto que não sabias disso.

Como é que a sua campanha se ajusta na história da luta feminista pela igualdade?

Falar de espaço - quem toma mais, e quem disponibiliza mais - é, a meu ver, algo substancial dentro do feminismo.

Tradução: como não há nada de importante para fazer, as feministas dedicam-se a questões ridículas. Saber quem ocupa quanto espaço nos autocarros só é "substancial" se tu fores uma feminista desocupada.

A Suécia tem uma reputação internacional de ser uma sociedade igualitária, quase um paraíso feminista. Isto é verdade?

Não, não é. Trabalho com vítimas de violação e vejo as partes ocultas do nosso país. Obviamente, já atingimos muitos objectivos e hoje em dias as mulheres têm mais escolhas do que aquelas que tinham há 30 anos, mas ainda estamos longe de seremos iguais.

Primeiro: a maior parte da violação nos países nórdicos é feita por imigrantes (especialmente muçulmanos). Se ela se preocupa assim tanto com isso, ela que se centre nesse segmento da sociedade.

Segundo: o facto dos imigrantes violarem muitas mulheres nórdicas não invalida que a Suécia seja um asilo feminista. Não se esqueçam: este é o país onde um grupo de feminista pode apregoar o racismo impunemente.

Terceiro: a busca pela igualdade não tem como propósito a obtenção dessa mesma igualdade, mas sim a instalação duma constante "guerra de classes" entre homens e mulheres - uma guerra permanente, portanto. Nós sabemos que a guerra entre os sexos é um único resultado dessa "busca pela igualdade" pelo simples e científico facto dos homens serem diferentes das mulheres.

É virtualmente impossível algum dia atingirmos a igualdade uma vez que o homem e a mulher são totalmente diferentes (mas complementares). Quem busca a igualdade sexual não quer a igualdade sexual. Quem busca a igualdade sexual busca um constante clima de suspeição entre os homens e as mulheres. Quem ganha com isso são os suspeitos do costume: o governo (que ocupa o lugar do homem na vida da mulher e dos filhos) e a elite feminista (que lucra com o estatuto de vítima conferido às mulheres).

Acha que as mulheres podem-se impor por si próprias?

Sim, estou convencida que sim. Mas acho que é mais eficaz as raparigas trabalharem juntas, para variar, em vez de termos cada rapariga individual a tentar resolver as questões das estruturas de poder.

No estilo tipicamente marxista, o colectivo toma preeminência sobre o individual; a "classe" sobre a iniciativa pessoal.

Será que as mulheres não têm corajem de confrontar um homem e exigir que ele se afaste um bocado, se faz favor?

Não creio que as mulheres ou as meninas conseguem lidar com isso. Elas escolhem não assumir essa batalha.

Caros misóginos que - infelizmente - acompanham o blogue: se vocês querem mais argumentos com os quais atacar as mulheres, tomem atenção ao que as feministas dizem das capacidades das mesmas. Segundo elas, as mulheres são tão idiotas, tão fracas e tão amedrontadas que não conseguem pedir a um homem (num espaço público) que se afaste um pouco para que ela se possa sentar. Tem que ser o "colectivo" a fazer isso por ela, pobre coitada.

Sinceramente, se um homem dissesse uma coisa destas das mulheres, ele seria justificadamente criticado por colocar as mulheres num patamar inferior às crianças.

O que é que você acha que aconteceria se uma mulher pedisse a um homem que se afastasse um bocado? Será que você ou alguma conhecida sua já tentou?

É difícil prever como é que os homens reagiriam. Para que haja alguma mudança, eu acho que os homens têm que se aperceber por eles mesmos que algo precisa mudar.

Típico sacudir das responsabilidades feminista; não são elas que têm que mudar, são eles que têm que mudar. ("Não tranque a porta de casa; ensine o ladrão a não roubar").

Para começar, não é "difícil prever como é que os homens reagiriam." Se uma mulher pedisse que eles se afastassem, a esmagadora maioria dos homens afastaria-se sem problemas nenhuns. Aliás, muitos dariam até o seu lugar se tal fosse necessário. Esta feminista propositadamente cria um falso problema como forma de justificar esta "estrutura de poder" invisível que ela diz existir - mas que mais ninguém consegue ver.

Parece que muitas pessoas acham que o vosso blogue é uma anedota. Porque é que isso acontece?

Honestamente, não sei.

Ela não sabe, mas o resto do mundo sabe. O blogue dela é uma anedota porque centra-se num problema não existente como forma de capitalizar mais argumentos em favor da não existente "estrutura de poder" (invisível) que alegadamente "oprime" as mulheres (talvez). Homens que dormem de forma relaxada nos transportes públicos não estão interessados em "oprimir" as mulheres: eles estão interessados em dormir.

Será que o vosso blogue vai fazer alguma diferença?

Claro. Nós vamos mudar o mundo.

Sonhos sem dúvida grandiosos. Felizmente, a única coisa que vai mudar - espero eu - é a forma como as mulheres olham para este movimento com o nome de "feminismo." É absolutamente ridículo alguém realmente pensar que a forma como os homens dormem nos autocarros é uma forma de "opressão" - que também de encontra nos homens que violam as mulheres.

Na verdade, o problema desta feminista é a masculinidade - e não o acto de dormir em si. O mínimo sinal de masculinidade é ameaçador para as feministas uma vez que demonstra empiricamente algo que elas tentam abafar: as mulheres nunca vão ser homens. Aliás, as mulheres não querem ser homens; as feministas, sim.

O problema é que elas não conseguem ser homens, e como tal, lutam de forma árdua para remover da sociedade todos os indícios de masculinidade. Só que esta é uma guerra perdida visto que, mesmo que a masculinidade dos homens suecos seja totalmente erradicada, ela será substituída por outro tipo de "masculinidade". A diferença é que essa tal outra masculinidade não vai ser tão tolerante da idiotice feminista tal como a masculinidade ocidental o é.

Pensando bem, talvez este tipo de iniciativa mude de facto o mundo. O problema é que vai mudá-lo para pior, e não para melhor.





Feministas censuram a ciência

Em 2008 a Science Daily reportou um estudo levado a cabo pela Northwestern University que demonstrou que as raparigas possuem capacidades linguísticas mais elevadas que os rapazes, e que as diferentes habilidades nesta área parecem ser biológicas. Através de MRI (ressonâncias magnéticas) os pesquisadores descobriram que, quando comparados com os cérebros dos rapazes, os cérebros das raparigas trabalham mais e utilizam mais áreas durante as funções linguísticas . Isto levou os pesquisadores a concluir que o cérebro masculino é diferente do cérebro feminino.

Isto são más notícias para as feministas [e os activistas homossexuais] uma vez que elas insistem que o homem e a mulher são essencialmente iguais (colocando de lado as óbvias diferenças físicas) e que as distinções que existem entre um e outro são consequência da socialização, dos papéis de género e da discriminação. O cientista que afirmar o contrário, será punido pela polícia do pensamento. Provavelmente nós nunca saberemos o quanto a biologia influencia as distinções de género precisamente porque as feministas impedem quem quer que queira fazer pesquisas a esse nível.

Foi precisamente isso que aconteceu na Universidade de Harvard em 2005. Durante uma conferência académica, o então presidente de Harvard Larry Summers discutiu várias teorias que tentavam explicar o porquê de haver menos mulheres como professoras de matemática e ciência. Para além da discriminação de género, Summers fez flutuar a sugestão de existir uma diferente disponibilidade de aptidões no ponto mais alto - isto é, há mais homens que mulheres com as habilidades matemáticas e científicas de topo necessárias exigidas para se ser um professor de elite. Ele notou também que mais pesquisas seriam necessárias para explicar as discrepâncias de género.

Mas aparentemente, mais pesquisas é exactamente o que as feministas não querem. A mera sugestão de diferenças genéticas inatas causou que algumas feministas presentes entre a audiência saísse da sala a chorar. Uma professora com o nome de Nancy Hopkins disse que ela teve que sair da sala "senão eu teria desmaiado ou vomitado." (Embora Nancy Hopkins nunca tenha chegado a responder a Summers com um argumento científico, ela conseguiu reforçar o estereótipo de que as mulheres são demasiado emotivas para lidar com debates científicos e lidarão com situações complicadas chorando. Obrigado Nancy!)

Poucos meses depois, Summers foi forçado a abandonar a presidência da Universidade como forma de apaziguar as feministas histéricas, anti-ciência.

Previsivelmente, estudiosos que não são intimidados pelas feministas são ridicularizados e ostracizados. Em 2007, a cientista Louann Brizendine, neuropsiquiatra da "University of Califórnia San Francisco", publicou o seu livro The Female Brain, que tem como base mais de mil estudos em áreas como a genética, neuro-ciência e endocronologia. Depois de décadas de pesquisa, Brizendine concluiu que o cérebro masculino e o cérebro feminino são estruturalmente e hormonalmente distintos. Como tal, ela disse, "não há um cérebro unissexo; as raparigas chegam já estruturadas como raparigas, e os rapazes chegam já estruturados como rapazes."

Feministas que comentaram o livro da Drª Brizendine, e que não têm qualquer qualificação em neuro-ciência mas só uma fé de que a socialização é responsável por todas as diferenças de género, atacaram de modo selvagem o livro, qualificando-o de "lixo" e "assustador". Demonstrando a tradicional disponibilidade intelectual feminista para aceitar factos científicos, uma das feministas que comentou o livro alegou que "dei por mim a atirar o livro ao chão e a abandonar a sala, zangada e agressiva."

Com este nível de censura, não é surpresa o facto dos cientistas ocultarem as suas pesquisas que sugerem que os homens e as mulheres são distintos de forma inata. Podemos ter a certeza de que o livro The Female Brain nunca fará parte dum projecto de estudo nas universidades. Enquanto isso, os livros de sociologia e "estudos femininos" estão cheios de falsas alegações em torno dos sexos. A ciência legítima está a ser sacrificada no altar do politicamente correcto. A ideologia esquerdista com o nome de feminismo está a causar uma estagnação do conhecimento em torno das distinções genéticas.

Claro que nem todas as feministas rejeitam o que ciência demonstra em torno das distinções de género; o problema é que as suas vozes são abafadas pelas histéricas que abandonam salas, ou atiram livros ao chão, apenas e só porque não concordam com o que está lá escrito. No seu livro Professing Feminism, as professoras de estudos femininos Daphne Patai e Noretta Koertge descrevem a sua confrontação com uma colega feminista. A feminista estava zangada devido a mera sugestão de que os mães deveriam amamentar os seus próprios filhos visto que, citando a feminista zangada, "os homens também tem a capacidade de produzir leite."

Dada a atitude anti-ciência da comum feminista, podemos esperar pelo dia em que as feministas comecem a denunciar a ideia das mulheres terem ovários e os homens não.

Fonte


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dianne Core: "Para se salvar a família, o feminismo tem que ser banido"


Eu suporto de forma inequívoca a visão da Erin Pizzey da forma como o feminismo está a destruir a família.

Eu era uma das pessoas que estava com a Erin [que abriu o primeiro abrigo para as mulheres vítimas de violência doméstica] quando nos confrontamos pela primeira vez com as feministas no refugio de Chiswick. Estas mulheres histéricas , com as suas botas Doc Marten e os seus cortes de cabelo à tropa, haviam perdido todo o contacto com a sua feminidade. Foi assustador.

Certamente que pude ver a escrita na parede: os homens nunca mais saberiam qual é o seu papel na família. Hoje, muitos anos depois, isto tornou-se realidade. Os homens não sabem onde se posicionar no grande esquema das coisas, especialmente quando estão numa família. As coisas ficaram tão más que alguns centros de abrigo recusaram-se a aceitar rapazes, e as meninas cresceram a acreditar que todos os homens são maus.

Os efeitos disto destruíram por completo a visão terna e balanceada da vida familiar. Os homens lidam com mulheres masculinizadas que não aceitam que elas têm que saber cozinhar, limpar a casa ou contribuir para a casa de alguma forma.

Só vejo coisas feias no feminismo, e quanto mais cedo ele for parado, melhor.

Temos que trazer de volta a fêmea gentil, amorosa, bonita e orgulhosa de ser mulher.



domingo, 2 de setembro de 2012

Brinquedo que as feministas tentaram censurar revela-se um sucesso económico


Lego, empresa dinamarquesa construtora de brinquedos, declarou que os seus lucros aumentaram para 2bn kroner (£212m), de 1.48bn kroner no primeiro semestre de 2011. As vendas aumentaram 24% para 9.1bn kroner. Segundo a AP, a companhia afirma que vendeu o dobro do conjunto "Lego Friends", superando as suas expectativas.

Joergen Vig Knudstorp, director-executivo da empresa, afirma:
Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.
Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.

Nos EUA, a organização SPARK - movimento que luta contra a sexualização de meninas e jovens mulheres - organizou uma petição com mais de 50,000 assinaturas exigindo que a Lego alterasse a sua estratégia de marketing.

A Lego afirma que a nova linha foi desenvolvida após pedidos feitos pelos pais das meninas em favor de conjuntos mais realistas e formas mais detalhadas, com cores vivas e oportunidade de desempenhar papéis.

A companhia não só afirmou que o resultado, até esta altura do ano, chega numa altura em que o mercado global dos brinquedos está em declínio, como afirmou que, devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado.

Vig Knudstorp disse que a primeira metade do ano 2012 "excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos. No entanto, ainda é muito cedo para fornecer estimativas nos resultados esperados para o ano inteiro uma vez que os meses finais do ano são cruciais para o nosso negócio."

A Lego disse, durante o ano de 2012, expandirá a sua capacidade em todas as áreas do seu negócio como forma de suprir as crescentes exigências. Para além disso, a empresa planeia contratar este ano mais 1,000 novos funcionários globalmente. A companhia, que não se encontra listada publicamente, conta com 10,000 funcionários em todo o mundo, e tem publicado os seus ganhos deste 1997.


* * * * * * *

Mais uma vez as feminazis estão do lado errado da decência, moralidade, biologia e liberdade de escolha. Essencialmente, se o histerismo feminista fosse levado a sério pela empresa fabricante, milhares de meninas veriam a sua felicidade reduzida pelo simples facto de não terem o análogo feminino dos brinquedos Lego. Isto demonstra mais uma vez que, longe de ser uma ideologia que "protege" o sexo feminino, o feminismo oprime-o e tenta usá-lo para fins meramente políticos.

Esta notícia revela que a empresa está contente com o sucesso do brinquedo, os pais e as mães estão contentes com a felicidade que as meninas agora têm ao brincarem com estes brinquedos - aliás, foram os pais e as meninas que pediram o brinquedo - e, obviamente, as meninas estão contentes. As únicas pessoas que estão desapontadas com o sucesso económico e social deste brinquedo voltado para as meninas, são as mesmas pessoas que afirmam "lutar" pelos direitos dessas mesmas meninas.

Uma das razões que leva as feministas a oferecer resistência a brinquedos que estão especialmente direccionados ao mercado feminino prende-se com a sua hilariante e totalmente ridícula crença de que o sexo e os comportamentos associados a ele não são, na sua esmagadora maioria, biologicamente inatos, mas aprendidos em sociedade ("socialização"). Para elas, o facto das meninas naturalmente preferirem um certo tipo de brinquedos (bonecas, etc) e os rapazes naturalmente preferirem outros (carros, soldados, etc), não é evidência de distinções inatas nos sexos mas sim consequência dos ensinamentos recebidos por ambos durante o seu desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que isto é falso ao fornecer evidências claras em torno das distinções biológicas, cerebrais, hormonais, emocionais e anatómicas entre os homens e as mulheres. No entanto, isto não impede as feministas de continuar com as suas mentiras e falsidades uma vez que elas estão perfeitamente à vontade para investir elevadas somas de dinheiro em propaganda enganosa. Isto prende-se com o facto do seu movimento ser financiado maioritariamente 1) pelos governos (com o dinheiro dos contribuintes), e 2) pelos grandes grupos globalistas (que usam o movimento feminista como arma de desestabilização social tendo em vista a subversão da cultura).

Finalmente, o motivo maior por trás da raiva feminista dirigida a este brinquedo provavelmente centra-se numa coisa muito simples: este movimento anti-mulher e anti-homem não quer de maneira nenhuma que as meninas se habituem a papéis que envolvem cuidar de crianças. O feminismo quer as mulheres fora de casa; como tal, brinquedos que colocam meninas a brincar com bonecas são um perigo para quem quer que as meninas cresçam a considerar essas funções como "opressoras", "machistas" ou "pouco dignas" para uma "mulher moderna.". [Curiosamente, andar com os seios à mostra nas marchas da vadias já é "digno"]

Por isso é que, apesar das meninas, os pais, as mães e os vendedores do brinquedo estarem perfeitamente satisfeitos com o mesmo (e o brinquedo poder vir a gerar empregos para, pelo menos, mais 1000 pessoas em todo o mundo), as feministas continuarão com a sua luta anti-mulher, tendo em vista a destruição (ou minimização) do natural e extremamente importante instinto maternal uma vez que tal instinto joga contra as suas intenções políticas.

Para as feministas, a felicidade da mulher não interessa; o que interessa é o que a mulher pode fazer pelo feminismo, mesmo que aquilo que a elite feminista decida seja exactamente o contrário daquilo que a esmagadora maioria das mulheres quer.





sábado, 1 de setembro de 2012

Jornalista turco: Jogos Olímpicos estão a destruir a figura feminina

Já há muito que se sabe que, com a excepção de algumas modalidades, as participantes femininas dos eventos desportivos têm uma aparência muito pouco feminina. O que não se sabia é que estas coisas não poderiam ser ditas.

Um colunista dum jornal turco foi duramente criticado depois de escrever um artigo onde ele defende que os Jogos Olímpicos (JOs) estão a destruir a figura feminina. O artigo - com o nome de "Womanhood is dying at the Olympics'" [A feminidade está a morrer nos Jogos Olímpicos] - foi escrito por Yuksel Aytug e foi publicado no jornal diário com o nome de Sabah - e no site do respectivo jornal.

No entanto, em pouco tempo o artigo espalhou-se pelo mundo inteiro ao afirmar que os JOs estavam a distorcer os corpos das mulheres, e que pontos extras deveriam ser conferidos às atletas que tivessem a forma mais feminina.

Segundo o Hurriyet Daily News, ele afirmou:
Com ombros largos, peitos lisos e ancas pequenas, elas são totalmente indistinguíveis dos homens. Os seus seios - símbolos da feminidade e maternidade - são achatados uma vez que são vistos como um impedimento para a velocidade.
Aytug afirmou ainda que a aparência de muitas atletas olímpicas era "patética".

Depois da publicação do artigo, Aytug foi duramente criticado através do Twitter, e mesmo pelas suas colegas.

Zoe Smith, de 18 anos, e que fez parte da equipa britânica que esteve presente nos JOs, sofreu abuso cibernético antes do evento. Depois de ter aparecido num documentário no início do ano, ela foi sujeita a abuso maligno através da internet, com trolls anónimos a afirmarem que ela tinha a aparência duma "lésbica" e dum "homem".


* * * * * * *
A reacção histérica que se seguiu à publicação do artigo não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta que o que ele escreveu é a pura verdade.

"Mulheres"


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