quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Violência doméstica: a Dama de Gelo

Uma mulher acusada de esquartejar o ex-marido e o amante e esconder os corpos em um porão sob concreto admitiu os crimes ao começar a ser julgada nesta segunda-feira em Viena, na Áustria. O julgamento vem ganhando grande atenção da mídia austríaca, que apelidou a mulher, dona de uma sorveteria em Viena, de "Dama de Gelo".

Estibaliz Carranza, que tem dupla cidadania espanhola e mexicana, é acusada de matar o ex-marido com um tiro na cabeça em 2008 e de matar o amante dois anos depois enquanto ele dormia.

A mulher, hoje com 34 anos, contou no tribunal como teria cortado os corpos e os escondido com concreto no porão da sorveteira depois de congelá-los.

Ela contou que desmembrou o corpo do ex-marido com uma serra eléctrica.

Abusos

A promotoria a descreveu como uma mulher perigosa e de sangue frio, que planeou os dois crimes. Mas a defesa alega que ela sofria abusos e era tiranizada pelos dois homens. Carranza alega que o ex-marido gritava com ela e ironizava sua falta de fluência em alemão e que o amante era infiel.

Uma avaliação psiquiátrica indicou que Carranza sofria de uma desordem de personalidade, além de sérias anormalidades mentais e psicológicas.

O caso foi descoberto por acaso no ano passado, quando pedreiros que trabalhavam no local encontraram ossos e outros pedaços de corpos no porão da sorveteira.

Estibaliz Carranza fugiu então em um táxi para a Itália, onde foi presa e extraditada para a Áustria.

A mulher é defendida pelo advogado Rudolf Mayer, que se tornou conhecido no país por defender também Joseph Fritzl, preso em 2008 por manter uma relação incestuosa com a filha, a quem manteve em cativeiro em um porão de sua casa por 24 anos.




terça-feira, 20 de novembro de 2012

A mulher como vítima de engenharia social

Algo está seriamente errado com as mulheres actuais. Se não notaste é porque não tens prestado atenção. As mulheres americanas e as mulheres ocidentais encontram-se atoladas em preocupações, tristeza, depressão, ansiedade emocional e física, problemas e saúde e doenças nunca vistas no passado.

De forma geral, os média não reportam esta triste verdade na sua profundidade, mas se mantiveres os teus olhos abertos, observarás que algo está errado, e podes até encontrar parcelas de evidências desta doença em massa nos jornais, revistas e na televisão:
Estudo recente apurou que uma em cada quatro mulheres com idades compreendidas entre 45 e os 59 está a tomar anti-depressivos.” — USA TODAY
"De modo acelerado, os Estados Unidos está a atrasar-se em relação aos outros países industrializados no que toca a expectativa de vida, e nenhum outro grupo demográfico se depara com um declínio mais acelerado que as mulheres. Segundo um estudo levado a cabo pelo "Institute for Health Metrics and Evaluation" (IHME) na Universidade de Washington, a expectativa de vida da mulher americana não está a crescer lentamente . . . na verdade, ela está em queda." Travis Waldron, Thinkprogress.org
Estima-se que 8 milhões de americanos sofram duma desordem alimentar - 7 milhões de mulheres e 1 milhão de homens.” —Press TV
Entre duas a três mulheres americanas em cada 100, sofre de bulimia.” — South Carolina Department of Mental Health
Uma em cada 200 americanas sofre de anorexia.South Carolina Department of Mental Health
Actualmente, uma em cada 4 mulheres com idades compreendidas no intervalo 45-64 sofre algum tipo de desordem mental - um aumento de 20% durante os últimos 15 anos.”  The Telegraph
Estas estatísticas, tal como sintomas duma doença oculta, são um forte indicador duma crescente epidemia. Mas o que é que está a acontecer?

A resposta, segundo aqueles que analisam este tipo de dados, prende-se com o facto das mulheres estarem a trabalharem mais do que nunca. Isto é o resultado directo do movimento feminista que varreu os EUA desde os anos 60 até aos anos 1990.
“O Movimento Feminista, ou o Movimento de Libertação da Mulher, é um período de actividade feminista nos Estados Unidos que teve início no princípio dos anos 60 e durou até ao final dos anos 90.” —Wikipédia
Claro que, mulheres a ter carreiras profissionais e a obter a mesma educação que os homens é algo de bom. O problema encontra-se no facto das mulheres actuais não só trabalharem a tempo inteiro, mas também levarem a cabo o seu papel tradicional de mães, esposas, filhas e matriarcas. À medida que as horas aumentam, e juntamente com o stress resultante da crise económica,  muitas mulheres estão a ter dificuldade em enfrentar esta nova dinâmica:
As mulheres de meia idade que tentam coordenar as carreiras, os filhos e os parentes mais velhos, estão a sofrer mais de depressão e ansiedade que qualquer outro grupo social, revelam dados da NHS.The Telegraph
O grupo de caridade 'Mind', que trata de problemas mentais, afirmou que as mulheres nos seus 40 e 50 anos estão a ficar cada vez mais afectadas por tentarem gerir as responsabilidades da família, da cada e do emprego.…Este grupo etário em particular foi provavelmente educado por mães caseiras mas agora elas são mulheres com carreiras profissionais que enfrentam a pressão financeira de fazer parte duma família com rendimento duplo.”  The Telegraph
Os órgãos de informação defendem que, graças ao movimento feminista dos pós-anos 60, as mulheres actuais possuem mais liberdades e mais oportunidades que as tornam quase iguais aos homens.

Ouvimos esta adulação do feminismo repetida por muitos jornalistas, líderes industriais e professores universitários. À primeira vista, esta ideia parece correcta e plausível, mas será mesmo verdade? Será que as mulheres já avançaram assim tanto? Estão as mulheres de hoje numa posição superior a qualquer outra era da história? 

As estatísticas não confirmam isso, quando se fala em termos de saúde. Mas para além disso, há outros factos em redor desta história.

Engenharia social secreta por trás da "mulher moderna"

(...) As mulheres ajudaram a moldar a cultura americana, não só nas últimas décadas, mas desde o tempo em que os peregrinos chegaram à América do Norte. Desde o princípio, as mulheres assumiram papéis de liderança na política, ciência, educação, literatura, medicina e como cidadãs informadas. Mas nas últimas décadas as mulheres americanas e as mulheres ocidentais sofreram uma transformação repentina; ocorreu uma mudança tão profunda e tão evidente que é surpreendente que tão poucos sociólogos tenham reconhecido e escrito em torno da gravidade das suas implicações.

De alguma forma, a sociedade - fomentada pelos órgãos de comunicação em massa e as grandes companhias que as subsidiam - pegou nas antigas histórias em torno das mulheres de sonho, que é algo mais ou menos igual a ISTO:



E transformaram esse sonho em algo como ISTO:





No entanto, o que se passa é que esta realidade só se aplica a uma pequeníssima quantidade de mulheres. Apesar de todo o idealismo dos média e da publicidade universitária que incita as mulheres a obter educação superior, o facto é que a vida das mulheres transformou NISTO:


Para além disso, uma larga percentagem de mulheres americanas trabalha nas vendas. Portanto, o "sonho" que está a ser vendido às mulheres americanas, se te queres aproximar da realidade, parece-se mais com ISTO:



O resultado é o lugar onde nos encontramos hoje, com  as crianças a sofrerem mais do que os outros, vítimas de elevados níveis de divórcios, destruição da família nuclear, ambos os pais a trabalhar (reduzindo o tempo familiar), preocupações financeiras, stress, etc. A mulher "trabalhadora" chegou até nós após o sacrifício das valores familiares tradicionais.

Pior ainda, a tal "emancipação" da mulher  transformou de um modo fundamental o comportamento da mulher. Agora, não mais dependente da família para o seu bem estar - tanto a família onde nasceu como a família que ajudou a criar - as mulheres são mais agressivas, mais promiscuas, mais frias e distantes, menos empáticas, e menos simpáticas. Essencialmente, elas estão a ser masculinizadas.

Mulher Moderna vs Mulher Tradicional

Comparemos agora a Mulher Moderna com a Mulher Tradicional.

Mulher Moderna:
  • Não quer filhos "para já", ou não os quer de todo
  • Gosta de ter relações sexuais com múltiplos parceiros e sente que está a ganhar poder
  • Consome mais álcool e drogas hoje de que em qualquer outra época da história
  • Gosta de exibir o seu corpo nos mais váriados níveis de nudez.
  • Age de modo mais agressivo que no passado, indirectamente ensinando as crianças que a agressividade é perfeitamente aceitável.
Mulher Tradicional:
  • Procura um bom marido
  • Anseia ter filhos
  • Acredita que o seu objectivo principal na vida é educar crianças, e está disposta a sacrificar-se por elas
  • Não busca sexo com outro homem que não seja o seu marido
  • Exibe comportamento afável e gentil de modo a que possa gerar uma comunidade / sociedade própria para educar crianças
Dos dois tipos de "mulher" descritas em cima, qual delas parece a mais acertada? Se és uma mulher, com qual das duas te identificas mais? Se és um homem, qual das duas se ajusta ao teu ideial de máe, irmã e esposa?

A Mulher Tradicional tem esta aparência:

Nancy Davis/Reagan posando para um foto


Comparativamente, a Mulher Moderna tem a aparência que se segue:


Sem dúvida que concordarás que a Mulher Tradicional exemplificada em cima, quando comparada com a Mulher Moderna, é mais esperta, mais forte, tem mais classe e tem mais inteligência. O que nós não nos apercebemos é que a Mulher Moderna não está apenas a evoluir naturalmente, mas é o resultado de criação propositada e engenharia social
Engenharia social é uma disciplina . . . que se centra nos esforços levados a cabo pelos governos ou por grupos privados tendo em vista a modificação de atitudes populares e comportamentos sociais em larga escala.Wikipedia
O que isto significa é que os órgãos de comunicação e os seus patrocionadores estão a "vender" a ideia da Mulher Moderna às jovens de hoje em dia. Aparentemente, eles (os média e os tais grupos privados) querem criar a Mulher Moderna junto das novas gerações de raparigas, uma Mulher Moderna que é o oposto da Mulher Tradicional

Como e porque é que a Elite está a fazer isto?

Comecemos pelo "como." O seu modo de agir é simples: eles estão a usar a ferramente hipnotizadora mais usado hoje em dia: a televisão e os órgãos de informação no geral. Olhem para a horrível lista de programas de TC que as grandes companhias estão a vender as jovens mulheres:
  • MOB WIVES
  • REAL HOUSEWIVES
  • JERSEY SHORE
  • SEX IN THE CITY
  • JERRY SPRINGER
  • STEVE WILKOS
  • MAURY POVICH
Estes programas não só têm uma influência negativa sobre as jovens mulheres e sobre os jovens homens, como têm um impacto social negativo duradouro. A isto acresce-se o facto das mulheres se sentirem inadequadas pelos órgãos de comunicação devido à exposição repetida a anúncios impressos, revistas, programas de televisão e filmes que mostram modelos excessivamente magras, bonitas, jovens e sem qualquer defeito.

Todos nós sabemos que isto é marketing bem óbvio de padrões impossíveis de atingir  que prejudicam de igual modo as mulheres jovens e as menos jovens.



Então, porque é que os órgãos de comunicação em massa continuam a fazer isto? Só há uma palavra para definir este ataque às mulheres: sinistro. Os média criam um padrão de valor, e as mulheres julgam-se segundo este padrão - conscientemente ou não. Tudo isto leva a que a maior parte das mulheres se sintam inadequadas. 
Em 1983, 3 em cada 10 mulheres americanas (30%) afirmou que se encontrava insatisfeita com a sua aparência geral. Este número subiu para quase 1 em cada 2 (48%) em 1993.Maggie Wykes, Barrie Gunter, If  Looks Could Kill
Claro que nos é dito que as mulheres sexualmente atraentes vendem produtos, mas será possível que os mass media não estejam assim tão interessados na venda de produtos quanto estão interessados em fazer com que a mulher se sinta inadequada, causando assim que ela busque realização pessoal noutro sítio (isto é, nas carreiras)?

Se pensas que é ridículo acreditar que as mulheres podem ser manipuladas e influenciadas pelos órgãos de comunicação, ou pelas grandes companhias, enttão vê o vídeo de 4 minutos que se segue, que faz parte do documentário premiado com o nome de The Century of the Self

No mesmo é-nos mostrado como nos anos 1940 uma grande companhia foi bem sucedida em congeminar um plano que encorajasse as mulheres a fumar - algo que, até essa altura, a maior parte das mulheres nem sonhava em fazer:



No vídeo é-nos mostrado como uma grande companhia criou a ideia de que se as mulheres fumassem, isso tornar-lhes-ia mais fortes e independentes - uma ideia que até hoje persiste. O propósito da companhia era o de vender mais cigarros, e eles usaram os média para atingir este objectivo implantando "uma ideia" na mente das mulheres. Será possível, portanto, que os meios de comunicação e os seus financiadores tenham também encorajado as mulheres  a entrar no mercado de trabalho? Será que o movimento feminista, o catalisador que empurrou as mulheres para o mercado de trabalho, socialmente arquitectado pelas grandes companhias como forma de obter mais lucro?

Para encontrar-mos a resposta, observemos o vídeo de 3 minutos que se segue. 

Aaron Russo (1943 – 2007), amigo de Nick Rockefeller (da dinastia Rockefeller) revela como Rockefeller admitiu que o movimento feminista foi uma obra de engenharia social criada para empurrar as mulheres para o mercado de trabalho como forma de aumentar o número de pessoas a cobrar impostos e aumentar os lucros das empresas (reduzindo os salários dos funcionários):


Este tipo de informação é surpreendente. Muitos acreditam que Russo foi assassinado precisamente devido ao tipo de coisas que ele revelou em torno de Nick Rockefeller e os planos secretos dos Rockefeller.

A influência total - económica, política e até espiritual - do movimento de emancipação das mulheres (feminismo) faz-se sentir até hoje em todas as áreas da sociedade. Devido ao facto das mulheres terem entrado em massa no mercado de trabalho, o preço das casas e dos carros aumentou exponencialmente, visto que as grandes empresas podiam agora exigir mais pelas casas e pelos carros devido a existência de duas pessoas com rendimentos.

Nós podemos ver como o paradigma mudou assistindo programas de TV a preto e branco como Leave it To Beaver que revelam uma família só com uma pessoa a trabalhar: o pai chega a casa por volta das 4 da tarde e mais tarde janta com as família. Eles desfrutam duma casa agradável, um bom carro e um enorme jardim. Esta era a forma como os americanos viviam.

Por contraste, hoje os pais e as mães empurram os filhos para as creches logo de manhã, e conduzem furiosamente para os seus empregos como forma de obter os dois rendimentos que lhes permitem manter as cabeças acima do nível da água e impedir que os bancos fiquem com as suas casas, os seus carros e as suas vidas. O tempo familiar e os valores familiares foram trocados por uma colecção inorgânica de madeira, pregos, aço, elástico e um espantoso engenho de GPS.

Hoje em dia, quer as mulheres queiram ou não, elas são forçadas a trabalhar, vítimas da economia criada pelo movimento feminista (que, indirectamente, prejudicou a sociedade americana e os valores familiares). A vasta maioria das mulheres encontra-se aprisionada nos seus empregos de baixo rendimento, sem futuro, o que só contribui para o seu sentimento de depressão, tristeza, raiva, confusão e aí por diante.
Hoje, as famílias têm cada vez menos filhos, um sinal claro de que as mulheres estão stressadas:
Dando prosseguimento a um declínio de 12 anos, a taxa de natalidade dos EUA atingiu o seu ponto mais baixo desde que dados nacionais têm estado disponíveis.About.com (2012 stats)
Para além disso, mais mulheres estão a gerar filhos fora do casamento - mais uma evidência da engenharia social da Mulher Moderna:
Mais de um terço de todos os nascimentos ocorre em mulheres solteiras.”  —About.com (2012 stats)
Como é que podemos lutar contra esta engenharia social da mulher? Como é que podemos ajudar as mulheres a lutar contra a doença que lhes aflige? Talvez começando por demonstrar que as mulheres nunca foram oprimidas, mas sim respeitadas, amadas e valorizadas primeiro e acima de tudo, dentro de casa.
O homem pode ser a cabeça do lar, mas a mulher é o pescoço. O pescoço pode girar a cabeça na direcção que ele bem entender.—My Big Fat Greek Wedding
Uma esposa feliz, é uma vida feliz.Provérbio
As mulheres sempre contribuíram para as artes, para a ciência e para a civilização como um todo, mas este facto é minimizado pelos mass media uma vez que não se ajusta à percepção de realidade que os média querem que as jovens mulheres acreditem. (...) Em vez disso, os média incentivam as mulheres a sentirem-se inferiores aos homens ao reportarem coisas como "telhados de vidro" e coisas assim, motivando as mulheres a alistarem-se numa guerra entre os sexos e plantando uma semente na sua cabeça que mais tarde gera sentimentos e desejos de querer competir com os homens.space

Mulheres Famosas na História

Estas mulheres parecem-te viver sob opressão?
Se as mulheres eram tão oprimidas antes do movimento feminista dos anos 1960-1990, como foi que ela atingiu tudo isto no princípio dos anos 1950?

Não encontrarás nomes de mulheres na Constituição. Salvo algumas excepções, elas foram largamente ignoradas pelos historiadores e pelos livros escolares dedicados aos inícios da história americana. Mesmo assim, houve mulheres que foram médicas, advogadas, pregadoras, escritoras e cantoras. Em todos estes casos, elas fizeram contribuições importantes para os primeiros anos da histórias americana.

Acreditar que as mulheres eram oprimidas pelos homens antes de terem sido "emancipadas" pelo movimento feminista dos anos 1960-1990 fundamenta-se num sonho sinistro implantado nas nossas mentes pelas meios de comunicação e pelos seus financiadores corporativos. Este sonho transformou-se agora num pesadelo não só para as mulheres, mas para todos nós e principalmente para as nossas crianças, que pagam o preço.

As boas notícias é que as mulheres parecem estar a acordar deste pesadelo. Usando a sua natural intuição - as mulheres sempre estiveram mais próximas da sua intuição que os homens - as mulheres começam a observar que, de alguma forma, alguém ou algo as está a empurrar para fora do papel central. Algo correu tragicamente mal, e embora a maior parte das mulheres não consiga dizer com precisão o que é que está destroçado, existe um claro sentimento de que as coisas não estão como deveriam estar.

Nós vemos isto num novo estudo da More Magazine, que mostra quem apesar do idealismo da mulher no local de trabalho, as mulheres estão menos ambiciosas do que estavam há 10 anos atrás. O terceiro relatório anual da More levou a cabo um inquérito junto das mulheres americanas sobre as suas atitudes em torno dos seus empregos.
  • Uns surpreendentes 43% das mulheres afirmou estar menos ambiciosa do que estava há 10 anos atrás.
  • 73% disseram que não se candidatariam para o lugar do patrão.
  • 38% disseram que não queriam as políticas, a pressão e a responsabilidade envolvida nos empregos de topo.
Este declinio na ambição, afirma a More, não é novo; o relatório cita dados de vários estudos nacionais levados a cabo pela Families and Work Institute que mostram como a percentagem de mulheres com idades entre os 35 e 44 que desejavam um emprego com mais responsabilidade caiu dos 40% para os 35% entre os anos de 1992 e 2008.

Claramente, as mulheres começam a questionar a mensagem que lhes foi alimentada pelos média e pelos seus financiadores. As mulheres estão a levantar questões, buscando respostas e, basicamente, a chegar às mesmas conclusões presentes neste artigo. Esperemos que a tendência continue.

Conclusão:

O movimento feminista do final do século 20 foi uma fraude socialmente arquitectada em oculto pelos 1% da Elite com o propósito de empurrar as mulheres para o mercado de trabalho. Com as mulheres a trabalhar, as grandes empresas ganharam mais dinheiro do que em qualquer outra altura da sua existência. A Elite conseguiu levar isto a cabo implantando na mente feminina a ideia de que estão a ser suprimidas pelos homens e que a forma de demonstrar genuína igualdade é competindo com os homens no mercado de trabalho. Infelizmente, as mulheres estão a ser esgotadas uma vez que têm também que levar a cabo os papéis tradicionais. 

Como resultado, as mulheres sofrem mais do que em qualquer outro momento da história, e muitas estão a ter menos filhos (algumas nem chegam a ter filhos). O sonho da mulher - de encontrar o príncipe encantado e viver uma vida feliz para sempre - transformou-se numa busca de formas de ganhar mais dinheiro e competir com os homens no local de trabalho. Como consequência, temos uma sociedade onde um peso enorme cai sobre os ombros das mulheres, e onde o Estado está a criar os filhos, em vez de serem mães dedicadas a fazer isso, e onde a saúde geral da mulher está em nítido decréscimo como nunca dantes.

domingo, 18 de novembro de 2012

Fascismo feminista no Canadá

No dia 15 de Novembro de 2012 o Dr. Warren Farrell pensou que daria uma pacífica palestra pró-homem na Universidade de Toronto (Canadá). O que ele descobriu foi que o comité de boas vindas feminista não é bem dos mais cordiais e pacíficos do mundo. Como se pode ver pelo vídeo que se segue, só um esquadrão de polícias de choque conseguiu controlá-las.

Enquanto isso, e no bom espírito da "tolerância libertadora" de Herbert Marcuse, as feministas gritavam "Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade!" Convém lembrar que quando as feminazis gritam "fim ao discurso de ódio" isso significa "fim à liberdade de expressão de quem não concorda connosco!".

 
E o que é que Dr. Farrell planeava falar? Bem, o seu discurso fazia parte dum evento com o nome  “Men’s Issues Awareness at the University of Toronto (MIAUT)” [Consciencialização dos Assuntos Masculinos na Universidade de Toronto]. Um sumário do "discurso de ódio" proposto:
Através do mundo industrializado, os rapazes estão certa de 1/4 de século atrás das meninas - abandonando a escola, preocupados com os vídeo-jogos, suicidando-se e demonstrando "fracasso na iniciação." 
Porque é que isto acontece e o que é que podemos fazer para resolver esta situação? 
Oh, sintam o "ódio"! Mas os elementos universitários anti-homem não gostaram nada do que estava planeado, e não foram nada tímidos em demonstrá-lo ao mundo! (Não tenho notícias de terem sido usadas lâminas corta-papel).

Eis aqui outro vídeo que não pode deixar de ser visto (inglês) onde se pode ver uma feminista local a ser entrevistada e a falar tal qual uma . . . . . feminista. É impressão minha ou ela está em vias de começar a chorar? Se sim, não seria a primeira vez que um grupo de feministas usa o choro como "argumento".


Finalmente, eis aqui uma tonelada de material do Twitter que te vai manter ocupado durante algum tempo: http://t.oronto.ca/protesting-warren-farrell-at-university-of-toronto/ 

Fonte

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Se mais evidências fossem necessárias para demonstrar a natureza violenta, totalitária, irracional, e misândrica do feminismo, acho que esta notícia é suficiente. Levando em conta que o feminismo é uma ideologia descendente do marxismo, a realização de que este é um movimento totalitário faz tanto sentido como a realização de que o perdão é parte integral do Cristianismo.

Façam esta pergunta a vocês mesmos: se o feminismo apenas e só "luta pela igualdade", porque é que as suas adeptas querem retirar a liberdade de expressão de quem defende os interesses do sexo masculino? Qual é a racionalidade por trás deste acto? Quem luta pela igualdade, vive e age como alguém que luta pela igualdade.

Será que as feministas agem deste modo porque se apercebem que a defesa dos interesses masculinos é uma forma de limitar o poder futuro que elas anseiam ter sobre os mesmos homens? A única forma de explicarmos este comportamento violento por parte das feministas é se assumirmos que as feministas não querem "igualdade" mas sim supremacia.

Analisando o seu comportamento violento sob este prisma, as coisas ficam mais claras: se alguém quer ter supremacia sobre o seu inimigo, ele - ou ela, neste caso - vai fazer todos os possíveis para retirar do seu inimigo aquilo que lhe pode colocar numa posição ameaçadora.

Para as feministas, os movimentos que defendem os direitos dos homens (MRAs = Men's Rights Activists ou MRM = Men's Rights Movement) não podem de maneira nenhuma receber credibilidade pública porque isso seria um travão para as aspirações totalitárias das feminazis. Disto se conclui que o feminismo não é um movimento que busca a igualdade mas sim supremacia. Não é possível qualquer espécie de entendimento entre defensores do totalitarismo feminista e promotores da liberdade de expressão porque uma das partes não aceita que a outra tenha direitos inerentes à sua condição de ser humano. (A liberdade de expressão é um direito humano).

Quando um grupo de feministas acha que há algo de fundamentalmente errado em falar dos problemas que afectam os homens, é seguro afirmar que o senso comum do mundo ocidental está practicamente destruído. Para estas feministas, o importante não é a verdade ou a natureza do que está a ser falado, mas sim se o que vai ser discutido de alguma forma prejudica a sua ideologia. Obviamente que as pessoas podem sempre dizer que falar só de assuntos que afectam os homens é "discriminação" e "preconceito". Mas será isso lógico? Se o evento se centrasse única e exclusivamente nos assuntos que afectam as mulheres (como acontecem pacificamente por todo o mundo ocidental) e um grupo de homens se manifestasse de forma violenta contra o mesmo, haveria alguma dúvida em caracterizar tais manifestantes de totalitários e inimigos da liberdade de expressão?

Se isto é assim para este cenário, então não há qualquer tipo de justificação lógica que justifique a impunidade social de quem age de forma violenta contra quem defende os direitos do sexo masculino. Tal como já falamos num post anterior, podemos esperar mais tipos de acções deste baixo nível por parte das feministas, e principalmente, a ausência de condenação firme por parte das líderes feministas. Essas, como se sabe, estão mais interessadas em promover a matança de bebés inocentes do que a controlar a violência dentro do seu movimento. (Será porque elas sabem que controlar a violência das feministas jogaria contra elas?)

Como diz o autor do texto de cima, se por acaso alguém for realizar eventos que se foquem em problemas que afectam exclusivamente os homens, tenham cuidado de tomar as precauções necessárias para garantir a vossa integridade física. Estejam também prontos para recolher todo o tipo de evidências (com máquinas de filmar, fotografias e testemunhas credíveis).

Outra coisa que pode ser feita para desmascarar as feminazis é forçá-las a condenar veementemente   actos como este. Se elas não condenarem, então ficamos com uma arma poderosa para usar contra elas. Ah, e Warren Farrell conseguiu, por fim, fazer a sua palestra. Pena é que a violência feminista a tenha atrasado em cerca de uma hora.


sábado, 17 de novembro de 2012

É seguro casar com uma carreirista?


SEMELHANTEMENTE vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que, também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte das suas mulheres sejam ganhos, sem palavra  
1 Pedro 3:1

Fonte

Estudo da Cornell University revela que os divórcios são mais elevados entre as mulheres que possuem ordenados superiores aos do marido (mais elevadas taxas de infidelidade). Para além disso, tanto o homem como a mulher sentem-se mais à vontade quando o homem é o ganha-pão principal do lar.

Parcialmente falando, as taxas de divórcio parecem ser determinadas por quem veste as calças na família. Se é a esposa, então, segundo o estudo em cima referido, isso pode gerar problemas.

Não é preciso ser um cientista para verificar o que este estudo está a revelar, e isso é: quando a mulher tem uma marido caseiro, e quando ela recebe mais dinheiro que o marido, a relação rapidamente se desequilibra e os papéis sexuais ficam totalmente alterados. Mas os pesquisadores da Cornell University produziram um estudo que dá legitimidade ao óbvio: se a esposa recebe mais dinheiro que o marido, se ela é a principal ganha-pão da família, e se a mulher tem um marido caseiro, o seu casamento tem mais probabilidades de terminar do que se o inverso for verdade.

O estudo claramente mostrou que as taxas de divórcio são mais elevadas junto dos homens que fazem menos dinheiro que as esposas. Para começar, os homens cujas esposas tinham um rendimento superior eram mais susceptíveis de trair a esposa. . . . . Semelhantemente, as mulheres cujo rendimento é superior ao do marido são mais susceptíveis de trair o marido (...).

Tudo isto aumentou as probabilidades de divórcio para o casal e como tal, o divórcio é mais elevado para os casais neste grupo de estudo controlado.

No entanto, o reverso não é acontece uma vez que quando o homem ganha mais do que a esposa, é menos provável o casamento acabar em divórcio e ela é menos susceptível de trair o esposo.

Pode também ser inferido do estudo de Cornell que se ambas as partes ganham essencialmente o mesmo dinheiro, os problemas de infidelidade, insatisfação e adultério continuam a existir. Algo no ADN masculino (e provavelmente também no feminino), exige que ele faça mais dinheiro, que seja o ganha-pão principal da casa de modo a que ele se sinta 1) poderoso, 2) no controle dos eventos e, basicamente, 3) que se sinta como um homem. (...)

Podemos perturbar a Natureza o mais que conseguirmos, mas há coisas fundamentais que nunca serão alteradas. (...)

* * * * * * *

Segundo autor do texto de cima, o Daily Mail diz que o motivo que leva o homem caseiro a trair a esposa carreirista é a presença de "mulheres apetitosas no parque de diversões". No entanto, o mesmo texto diz que, para além da mulher carreirista ser mais susceptível de trair o marido, ela é também mais susceptível  de se sentir insatisfeita com o mesmo. Supostamente, o motivo que gera a desproporcional taxa de adultério feminino junto das carreiristas não é a presença de "homens apetitosos no local de trabalho", nem a sua aparente inabilidade para conter os seus instintos hipergâmicos, mas sim a sua "insatisfação" com o marido caseiro.

Portanto, ficamos a saber que o responsável pela infidelidade masculina é o homem, e o responsável pela infidelidade feminina também é o homem.

Não deixa de ser curioso que os dados confirmem que o modelo familiar funcional, ordenado e desejável é precisamente aquele que foi a norma durante mais de 2000 anos no mundo ocidental: homem-provedor e actor principal na esfera extra-doméstica; mulher-educadora, dona e senhora da esfera doméstica.

Biologia supera ideologia e não há nada que possa ser feito em relação a isso.

O que nós podemos aprender com estudos como este, e respondendo à pergunta que serve de título ao post, é que, se o homem estiver a considerar enveredar pelo matrimónio, ele tem que forçosamente colocar de lado as mulheres carreiristas, e escolher a mulher mais tradicional.





sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fortuna comunista

O "New York Times" fez uma investigação sobre o enriquecimento da família do primeiro-ministro da China, de tal forma aprofundada e detalhada que a sua publicação já levou as autoridades chinesas a bloquear o acesso ao site do jornal norte-americano e a apagar ligações ao artigo publicadas em redes sociais chinesas, como o Sina Weibo.

A publicação da investigação jornalística surge num momento sensível para o poder chinês, já que o Partido Comunista se prepara para o congresso de Novembro, em que será escolhida a liderança para a próxima década, e quando faltam cinco meses para Wen Jiabao, de 70 anos, terminar o segundo e último mandato à frente do Governo de Pequim.

Segundo o "New York Times", muitos dos bens e acções dos familiares de Wen Jiabao estão dissimulados em sociedades e investimentos efectuados em nomes de terceiros, mas a fortuna do círculo familiar valerá pelo menos dois mil milhões de euros.

Enriquecimento após ascensão política

A mãe é uma professora reformada, mas em apenas um dos seus investimentos, efectuado há cinco anos, adquiriu 90 milhões em acções. A mulher, especialista em pedras preciosas, controla o comércio de diamantes, conta o jornal.

A empresa do irmão mais novo, por seu turno, estabeleceu contratos para tratamento de resíduos líquidos e hospitalares em algumas das maiores cidades chinesas no valor de 23 milhões. As acções da mulher do filho valem cerca de 320 milhões.

O próprio primeiro-ministro chinês, conhecido como um reformista, referira num recente discurso, vir de uma família humilde e o extremo enriquecimento do seu círculo familiar ocorreu após sua ascensão política. Em 1998 assumiu a vice-presidência, em 2003 a chefia do Governo.




quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Igualdade ou sobrevivência?

O facto das mulheres "ainda terem filhos" é a causa da ausência de igualdade na Grã-Bretanha segundo uma ministra "Lib Dem". Lynne Featherstone, ministra de desenvolvimento que se encontrava responsável pelas "igualdades" até Setembro último, disse que a natalidade era uma "barreira" para o sucesso profissional das mulheres.

Ela disse ainda que as mulheres que dedicam o seu tempo a educar crianças sofrem um "revés" uma vez que isso dá oportunidade a "homens medíocres" de passar por cima destas mulheres na escada profissional.

Os seus comentários francos chegam numa altura em que o lider do seu partido - Nick Clegg - anunciou planos que permitiriam os homens e as mulheres partilharem a licença de parto. No entanto, ele foi forçado a colocar de parte planos mais radicais que visavam prolongar a licença de paternidade para seis semanas depois de enfrentar oposição dos Tories e das empresas.

Maria Miller, a nova ministra pela igualdade, anunciará em breve planos que visam disponibilizar verbas para as pessoas interessadas iniciar negócios em torno de infantários - parte dos esforços da coligação tendo em vista o voto feminino.

A sra Featherstone, de 60 anos . . . . acredita que as mulheres ainda não atingiram o mesmo status que os homens. Ela diz:

Uma das grandes barreiras que existem no caminho para a igualdade plena é o facto das mulheres continuarem a ter filhos. Ter filhos é um contratempo para as mulheres porque dá oportunidade aos homens de ascender mais depressa - quer seja no comércio, na política ou em qualquer outra actividade.

As mulheres têm que lutar por cada centímetro do caminho uma vez que não existe a mesma rede de oportunidades e para além disso existem as pausas na carreira , se a mulher escolhe ter filhos. Portanto, as mulheres não têm estado presentes quando outros aproveitaram as chances.

Fui mãe solteira com duas crianças e é realmente duro de gerir tudo isto. E se estás a gerir, tudo o que sentes é culpa - nós mulheres ainda não superamos as nossas questões.


A srª Featherstone disse que infantários melhores e menos custosos poderiam resolver esta questão, e para além disso há ainda a questão da igualdade nos salários. A proporção de todos os 100 directores FTSE 100 que são fêmeas é agora cerca de 16 porcento, 2,5 porcento mais no total dos últimos três anos.

Um grupo de MPs (Membros do Parlamento) do partido Tory está a dar início a uma investigação para saber o porquê de tão poucos directores executivos das maiores companhias serem mulheres. O inquérito "Executive Women in the Workplace", co-liderado pela Therese Coffey e Mary Macleod, recolherá evidências de companhias, investidores e firmas de recrutamento.

Fonte

* * * * * * *

Será que a "Executive Women in the Workplace" recolherá evidências junto das mulheres que escolhem dedicar mais tempo aos filhos em vez de dedicar o seu tempo a uma carreira profissional? Será que eles levarão em conta a carga horária de trabalho de ambos os sexos? Será que eles considerarão os "intervalos na  carreira" levados a cabo por cada um dos sexos?

Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que estes "inquéritos" não visam apurar a verdade,  mas reforçar aquilo que eles, à priori, tomam como factual, isto é, que existe "discriminação" contra as mulheres nos locais de trabalho. A verdade dos factos, é que se houver discriminação, são as mulheres que se discriminam a elas mesmas ao voluntariamente escolherem passar menos tempo nos empregos, e mais tempo junto dos seus próprios filhos.

Para além disso, a noção de que a igualdade está a ser atrasada devido ao nascimento de crianças é absolutamente chocante. O que esta mulher está a dizer é que a mitológica igualdade é um "bem" tão nobre, tão elevado, e tão precioso, que a sobrevivência da espécie humana (procriação) tem que ser colocada em segundo plano.

Como já foi dito pelo autor de outro post, todas as ideologias que prejudicam a cooperação heterossexual são inimigas da raça humana. 

Uma ideologia que qualifica a próxima geração de humanos de "barreiras" é uma ideologia inimiga da humanidade.

Levando isto em conta, que tipo de atitude devemos ter em relação a ideologias que trabalham para o fim da espécie humana? Devemos respeitar essa mesma  ideologia, ou expô-la por aquilo que ela é, uma ideologia satânica, claramente construída para a desestabilização da ordem social?

ACTUALIZAÇÃO:

Testemunho de Lorelei Pugh
...
Cresci a pensar que não queria filhos mas queria uma carreira profissional porque "era a coisa certa de se fazer".

Fui para a faculdade (que, incidentalmente, havia começado como colégio onde as mulheres dav
am aulas desde os anos 1920, isto é, antes do movimento feminista) mas não me consegui firmar no que "queria ser". Devido a isso, tomei parte em várias aulas que me interessavam.

Trabalhei, estudei, andei com bandas punk, e diverti-me. Graduei-me e casei. Agora era a altura para dar início à minha carreira, certo? Não me sentia motivada mas mesmo assim tentei.


A minha carreira não estava a avançar e como tal, decidi engravidar e, Meu Deus!, adorei ser mãe. Trabalhei em regime de part-time para ajudar financeiramente o meu marido, mas o meu verdadeiro chamado, o meu verdadeiro amor, era ser mãe e dona de casa.


Estou tããããããão grata por ter tomado juízo a tempo e cada vez que olho para a minha filha (de 16 anos) nem quero acreditar que quase deixei esta vida de lado em favor duma desalmada carreira profissional!


Estão a mentir às meninas. Estão a negar às meninas o seu lugar natural na ordem da vida. O que eu mais desejo era ter mais recursos financeiros de modo a ter mais filhos.


Sempre fui um "corpo caseiro". Adoro ficar em casa a tratar de assuntos, certificar-me que todos estão bem de saúde, bem ajustados, bem alimentados, limpos e amados. Não há vergonha nenhuma nisso, vadias!


Fonte: http://alturl.com/ycpvg



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vandalismo contra o padrão de beleza


Desocupadas feministas (pleonasmo?) invadiram um espaço privado e levaram a cabo mais um acto de vandalismo.

Começa a ser norma as feminazis recorrerem a actos de violência sempre que a realidade não se acomoda às suas desilusões.




Os motivos desta raiva são os vídeos que se seguem:




A justificação das feminazis da FEMEN para este acto de vandalismo é:


Segundo as feministas, os dois vídeos de cima são um "desrespeito à diversidade humana" e "fazem apologia à ditadura de beleza".

Que diversidade é essa que elas aludem na sua justificação? Felizmente, as feminazis definem-na:

Basicamente o que as feminazis parecem estar a defender é o uso das "diversas" nos anúncios publicitários duma empresa privada. Ou seja, segundo as feminazis, a Marisa não é livre para escolher os modelos que melhor representarão o seu produto; esta empresa TEM que escolher uma das "diversas" como forma de evitar ser alvo de críticas das mesmas "diversa" (sim, porque quem se queixa dos padrões de beleza muito provavelmente não se e caixa no mesmo, como se pode ver pelas fotos das 3 activistas FEMEN que vandalizaram a loja da Marisa).

O mais irónico desta requisição por mais "diversidade" é que isso já foi tentado por outras empresas e as próprias mulheres rejeitaram essa acção. É-nos dito:
Popular revista feminina saudada por ter posto de parte as modelos magras em favor das "pessoas reais" reverteu a sua decisão passados que estavam dois anos - porque as vendas caíram à medida que os quilos aumentaram. A edição electrónica deste mês já exibe outra vez modelos excessivamente magras.

Isto significa que a experiência com "pessoas reais" foi um fracasso. Durante os 2 anos de  período experimental mais de 1,000 modelos com idades compreendidas entre os 18 aos 68 foram usadas em poses de moda e de beleza. - 'como forma de conferir à beleza o seu naturalismo e mostrar que a atracção tem muitas caras'.

Aparentemente nem as próprias mulheres se deixam enganar com o mantra de que "a beleza é relativa" uma vez que elas, tal como os homens, parecem ter uma ideia bem clara do que é e do que não é belo - e isto não parece ser algo sujeito a engenharia social. Em relação a esta notícia, Vox Day comenta:
 
Pensem nisto: a revista alemã, Brigitte, vende quase exclusivamente para mulheres. Sem duvida que foi garantido aos editores que a eliminação das modelos ofensivamente magras das páginas das revistas aumentaria as vendas, e provavelmente eles foram sujeitos à pressão aponta-e-envergonha que as mulheres têm dirigido a várias organizações e instituições durante os últimos 40 anos.
 
Os editores quase de certeza acreditaram que dar às mulheres aquilo que de modo activo elas exigiam seria benéfico para eles, não só em termos de vendas mas também em termos de publicidade positiva. Eles receberam a mais positiva publicidade que esperavam uma vez que os órgãos de comunicação de todo o mundo cobriram positivamente o seu gesto.
 
Mas não tiveram as vendas que anteciparam. A revista líder de mercado, que chegou a vender 700,000 cópias por mês, notou que as subscrições "caíram em quase 22 porcento  ao mesmo tempo que menos 35 porcento de cópias foram vendidas nas lojas". A revista estaria em melhor forma se os editores tivessem retido este princípio em mente: as mulheres não te podem dizer o que elas querem porque elas conscientemente não sabem o que querem. Os seus desejos só podem ser determinados pelas suas acções e não pelas suas declarações.
Resumindo:
  • Mulheres exigem que a revista pare de ter modelos magras e que em seu lugar coloque "pessoas reais", ou, para usar um termo usado pelas feminazis, "pessoas diversas".
  • A revista ceda aos pedidos das mulheres e começa a usar as tais "pessoas reais" (incluindo as "plus size").
  • Como consequência, as subscrições caem em quase 1/4, e as vendas nas lojas caem mais de 1/3.
Ou seja, a escolha que as mulheres exigiram causou a que as próprias mulheres perdessem interessa na revista.
Como se isso não fosse suficientemente problemático, temos ainda notícias de que a Marisa não é a única instituição a submeter-se à "ditadura de beleza":

Portanto, a mesma FEMEN que leva a cabo actos de vandalismo contra instituições privadas acredita na existência dos padrões de beleza, e força os seus membros a submeter-se ao mesmo. No entanto, em público, afirma ser contra esse mesmo padrão de beleza. Dá para levar a sério um movimento tão hipócrita como o feminismo?


Os comentários à notícia não fugiram ao que seria de esperar: 


Uma das coisas mais cómicas deste incidente é a forma como as feministas supostamente não simpatizantes com os métodos das Femen rapidamente entram em modo de controle de estragos. Uma página (Facebook) feminista disse


Ou seja, segundo a "Feminista Indelicada", por um lado, o acto levado a cabo pelas Femen força TODAS as feministas a responder por isso, e, aparentemente, isso não deveria ser assim (embora seja muito comum as feministas fazerem isso em relação aos MRAs). Mas por outro lado, ela diz é que está de "saco cheio de fazer protestos pacíficos". Isto implica que, segundo esta feminista, actos não-pacíficos estejam na ordem do dia.  Isto parece ser uma clara legitimação do comportamento violento. Se calhar não era má ideia a PF manter esta Feminista Indelicada sob vigia.

Conclusão:

O feminismo é uma ideologia especificamente criada para a subversão da ordem social, portanto, não é de estranhar que mais cedo ou mais tarde as adeptas entrem em contradição. Por um lado são contra a violência, mas por outro acham que o tempo para manifestações pacíficas já acabou. Por um lado são contra os padrões de beleza "machistas", mas por outro lado, submetem-se a esse mesmo padrão de beleza quando lhes é conveniente. Por um lado são a favor da auto-determinação das mulheres, mas por outro condenam as mulheres que se submetem a uma dado padrão estético, ou que escolhem ser donas de casa.

Um dado positivo deste incidente é que fica mais fácil ressalvar a duplicidade das feministas; se elas usam os apelos à violência dos famigerados Sanctus como arma com a qual atacar todos os MRAs de língua portuguesa, é perfeitamente lógico os mesmos MRAs usarem a genuína violência levada a cabo pelas FEMEN como forma de lançar críticas a todo o movimento feminista.

Se, por outro lado, as feminazis sabem fazer distinção entre as FEMEN e as demais feministas, então elas têm que ser capazes de fazer o mesmo em relação aos MRAs.

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