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quinta-feira, 13 de março de 2014

O homem feminista é um perigo para as mulheres.

Brilhante sátira presente neste blogue.
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As mulheres que são perturbadas e oprimidas pelos homens estão a ser as primeiras a dar início ao confrontos físicos, normalmente pontapeando e esmurrando os abusadores masculinos; mas uma tendência preocupante em crescimento é que os homens estão a lutar de volta e, tal como diriam alguns misóginos, "a defenderem-se a eles mesmos". Os homens que practicam o feminismo começaram a tratar as mulheres como iguais e quando se chega ao momento das lutas, e embora existam muitas leis que punem os homens que o façam, eles continuam a fazê-lo.

Mas o que mais preocupa as feministas é a reacção que ocorre na internet; vídeos onde se vêem mulheres a atacar os homens e sendo nocauteadas logo de seguida quando os homens lutam de volta, estão a ser aplaudidos e louvados por uma larga maioria dos visualizadores. Uma das pessoas cuja atenção foi capturada por isto é Catherine Cockburn, da "Toronto Womyns Officer":

Isto é apenas mais uma das consequências de se viver numa sociedade pós-feminista. Se por acaso tu és uma mulher, e vais agredir um homem, certifica-te previamente que esse homem não é um feminista porque ele é mais susceptível de te tratar como igual, o que resultará em tu seres agredida como resposta.

(Estas "justificações" são encontradas por toda a
internet e em larga maioria os homens feministas são responsáveis por elas)
Cockburn aconselha as mulheres a evitar os homens feministas, e brevemente irá entrar com uma petição junto das autoridades de modo a que todos os homens feministas sejam registados tal como os criminosos sexuais e os pedófilos o são.

Não vale a pena discutir com um homem feminista do porquê eles nunca poderem agredir uma mulher. Primeiro, porque eles não têm masculinidade e são muito efeminados, e como tal, não dá para os envergonhar e dizer para eles "passarem a ser uns homens". Segundo, a emasculação e os homens feministas andam juntos. Não dá para ameaçar um homem emasculado porque ele já não tem mais nada a perder. Terceiro, e isto é o mais preocupante nos homens feministas, eles encontraram falhas morais como forma de justificar as suas acções quando estão a agredir uma mulher. As mais populares ou as semelhantes derivadas, são:

- "O homem tem permissão para exercer os seus direitos de legítima defesa"
- "Eu vou tratar as senhoras como senhoras quando elas começarem a agir como tal."
- "As mulheres quiseram igualdade, e com a igualdade chegam a igualdade nas responsabilidades e nas consequências"
- "Se vais agir como um homem, eu vou-te tratar como um homem!"

Se um homem te diz algo parecido com isto, ele é sem dúvidas um feminista, e eu apelo às mulheres para evitarem este tipo de homem e notificarem as autoridades competentes.

O vídeo que se segue mostra uma mulher lésbica que se defendia da misoginia e da homofobia quebrando o vidro da casa onde se encontrava, e esmurrando no nariz do dono antes de o provocar, incitando a que ele respondesse. O que esta mulher não sabia é que este era um homem feminista, e ele mostrou isso tratando a mulher como um homem, esmurrando-a na cabeça. O vídeo, que tem mais do que 500,00 visualizações, tem um taxa de aprovação de 83% (rácio entre o "Like" e "Dislike")


Desde que a comunidade Afro-Americana foi liberta pelo sufrágio feminino, ela tem tido uma série de "famílias" sem pai, ou matriarcados, que têm resultado no facto dos homens negros não terem sido educados por uma figura paterna sobre as condutas do cavalheirismo. Esse vazio é prontamente preenchido pelas ideias feminista de igualdade entre os homens e as mulheres.

No vídeo que se segue, que tem mais de 91% de aprovação e mais de 180,000 visualizações, uma mulher oprimida provoca repetidamente o homem, apesar dele tentar afastar-se dela.


Jessica Valenti, blogueira americana e escritora feminista, conhecida por ter fundado em 2004 o blogue feminista Feministing, alegou que o patriarcado está a usar a igualdade para oprimir as mulheres:

Actualmente, precisamos duma nova vaga de feminismo de modo a sermos mais iguais aos homens. Recentemente vi um vídeo no YouTube, que tem mais do que 500,000 visualizações, e muito mais "Likes" que "Dislikes", e inicialmente pensei que não era nada demais, que era um homem a esconder-se num armazém, defendendo-se do que eu pensei que fosse um homem agressivo a tentar agredi-lo. Mas depois olhei com mais atenção e vi que era uma mulher que estava a bater nele, e fiquei horrorizada pela forma como ele abusou dela, atirando-a literalmente para cima duma janela do vidro, ou a "defender-se", como diria um proponente da violação.

vídeo a que Valenti se refere tem mais do que 1 milhão de visualizações e uma taxa de aprovação na ordem dos 96%; o mesmo pode ser visto a seguir.
 

Valenti recomenda que as mães não amamentem os seus filhos de modo a que os rapazes não desenvolvam massa muscular (que no mundo industrializado de hoje é algo obsoleto e usado apenas para dominar e infligir violência nas mulheres), permitindo que as raparigas sejam iguais aos homens na força física, diminuindo assim as probabilidades dela ser violada. 

Isto já é um sucesso nas escolas, onde o sistema de ensino tem sido feminizado e padronizado de modo a que a raparigas possam, finalmente, competir com os rapazes, e ultrapassá-los, permitindo assim que todos possam trabalhar e aprender num ambiente seguro.




sábado, 23 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

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Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende uma vez que eles estavam bem cientes que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social. Como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo; primeiro geram os problemas através das suas políticas sociais (e não só) e depois colocam-se a eles mesmos como os agentes capazes de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?


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