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terça-feira, 17 de julho de 2012

Suécia: o inevitável acontece

Melhor é morar num canto de umas águas-furtadas
do que com a mulher rixosa, numa casa ampla.
Provérbios 25:24


A Suécia emergiu como o país com a maior percentagem de homens locais com esposas - ou parceiras - tailandesas. Para além dum crescente número de trabalhadoras a viajar para a Suécia como operárias sazonais, o número de mulheres tailandesas a chegar à Suécia aumentou 3 vezes nos últimos 10 anos.

Mais de 80% das imigrantes tailandesas a viver na Suécia encontram-se num relacionamento ou são esposas de homens suecos. A Suécia, tal como a Alemanha, tem uma longa tradição de buscar mulheres tailandesas para esposas ou parceiras para toda a vida.

A Suécia é um dos poucos países onde existe uma segunda e terceira geração de tailandeses que, no entanto, retém uma forte ligação com a Tailândia.

O incremental influxo de jovens mulheres tailandesas tornou-se, agora, agora num assunto político.

No ano passado uma governadora duma província rural da Suécia pediu a governo para analisar a situação, investigar o abuso e talvez limitar o número de mulheres tailandesas que recebem permissão para entrar no país. Esta mulher recebeu agora um mandato - proveniente do governo sueco - para investigar a tendência migratória actual, embora agências governamentais e académicos de renome tenham já levado a cabo estudos qualitativos em torno da natureza do crescente número de relacionamentos entre homens suecos e mulheres tailandesas

Embora a Suécia se identifique como um dos países mais liberais da Europa, o governo está preocupado que esta imigração se torne num assunto problemático e causador de discórdia.

Fonte

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É um testemunho da paciência do homem em geral - do homem sueco em particular - o facto destes evitarem desencadear manifestações agressivas e violentas - em jeito de resposta à forma misândrica como eles são tratados - mas que, em vez disso, eles optem pela via pacífica e adulta, rejeitando por completo as tóxicas mulheres suecas. Afinal, quem é que se quer casar com uma mulher que tem uma opinião tão negativa dos homens?



Antes que alguma feminazi diga que esta situação está, de alguma forma, relacionada com a prostituição, note-se que os suecos trazem as mulheres tailandesas e casam-se com elas (ou vivem um relacionamento sério). Contrariamente à mitologia em torno do filme "Pretty Woman", os homens que possuam opções não se querem casar com prostitutas.

Outra coisa que convém notar é a duplicidade do governo sueco em relação à imigração. Ao mesmo tempo que não oferecem qualquer tipo de resistência à imigração maometana - que genuínos problemas tem causado ao país - eles dão início a investigações em torno da imigração de . . . . mulheres tailandesas. Aparentemente homens que gritam "Allah akbar" ao mesmo tempo que decapitam homens e mulheres são menos perigosos do que mulheres pacíficas tailandesas.

O propósito disto é mais do que óbvio: poder de escolha. As mulheres suecas não querem que os homens suecos tenham poder de escolha no que toca às mulheres com quem eles se querem relacionar. Elas, as feministas suecas, aparentemente são de opinião que podem tratar o homem sueco da forma que elas acharem melhor, e depois esperar que ele rasteje até ela na altura do casamento ou no momento do relacionamento sério.

Dito de outra forma: as feministas suecas evitam fazer uma análise do seu comportamento como factor causador da recusa masculina em ter qualquer relacionamento com elas, e no seu lugar, avançam propostas que visem limitar o poder de escolha dos homens que elas tão mal têm tratado nos últimos 40/50 anos.

O feminismo é isto que se vê aí: misandria, irresponsabilidade e atitude ditatorial.


A mulher virtuosa é a coroa do seu marido
Provérbios 12:4


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Malmo: o "sucesso" do multiculturalismo sueco


É sempre bom ver como a vida é um mistério para os subscritores do politicamente correcto e do multiculturalismo.

Uma nova vaga de tiroteios ao estilo de execuções na terceira maior cidade sueca tem deixado a polícia confusa, e levantando suspeitas de que Malmo se tenha tornado num ponto de convergência para as matanças relacionadas com guerras entre gangues.

Na Terça-Feira dezenas de polícias saíram à rua da cidade do sul da Suécia (250,000 habitantes) como forma de acalmar o público e recolher dicas sobre os ataques. O porta-voz da polícia Lars-Hakan Lindholm afirmou:

Nós nunca tínhamos visto algo como isto no passado. É impressionante como num curto espaço de tempo tenham ocorrido tantos assassinatos. As pessoas estão preocupadas e querem falar sobre isto.

Em menos de 6 semanas, 5 pessoas foram mortas em assassinatos que aparentavam ser execuções. Isto não só levou a que a polícia local pedisse reforços aos investigadores nacionais, como levou a que o Mayor de Malmo Ilmar Reepalu implementasse um mais rigoroso controle de armas.

Claro que um controle de armas apenas vai ajudar os criminosos visto que os cidadãos obedientes à lei irão seguir as ordens do ignorante Mayor Reepali e ficar totalmente à mercê dos criminosos (que, por sua vez, irão ignorar as ordens do Mayor e manter as suas armas consigo).

O pior é que as leis de controle de armas na Suécia já são bastante rigorosas. As penas por posse ilegal de armas tipicamente variam entre multas a um ano de prisão. Violações mais sérias podem resultar em penas que podem chegar aos 4 anos.

Lindholm afirmou que, devido ao escalar das mortes, a presença policial aumento em 30 policias extra na cidade durante a semana e cerca de 40 durante o fim de semana.

Malmo é uma cidade totalmente destruída pelo multiculturalismo ecléctica onde 40% dos seus residentes são imigrantes de primeira ou segunda geração.

Fonte

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A lógica força-nos a concluir que o motivo pelo qual os polícias nunca haviam visto algo desta dimensão é o facto da Suécia ter sido, em tempos, habitada maioritariamente por suecos. Claro que é um "choque" enorme descobrir que aqueles que não são suecos não se comportam como os suecos, mesmo quando estão na Suécia.

Da forma como as coisas estão, somos forçados a entender que os Mongóis não abandonaram o tiro com o arco e as pilhas de crânios em favor do yoga tântrico quando imigraram para a Índia, e que quando Filipe conquistou Atenas, os Macedónios não decidiram trocar a sua monarquia imperial pela democracia grega.

Paralelamente, os soldados americanos não perdem tempo algum a seduzir burros e asnos independentemente do há quanto tempo eles estão no Afeganistão.

Os multiculturalistas tem que aprender uma lição duma vez por todas: não se combate a barbárie trazendo os bárbaros para a tua casa. Tu combates os bárbaros na sua casa e fazes todos os possíveis para que eles nunca se mudem para os teus termos.

O facto deles deixarem de viver na Arábia ou na Somália e passarem a viver em Malmo não vai mudar a sua cultura e os seus inferiores hábitos e costumes. Se eles eram violentos nas suas terras, eles vão continuar a ser violentos no mundo civilizado. Se eles matavam as suas filhas por motivos de "honra" nos seus países, eles vão continuar a matá-las no ocidente.

Mudar de país não altera a moralidade duma pessoa da mesma forma que mudar de casa não muda aquilo que um homem é.

No entanto, convém dizer que, ao contrário do que algumas pessoas erradamente defendem, a cultura não é uma determinação genética ou predisposição imutável. As pessoas escolhem que tipo de cultura querem criar e que tipo de cultura querem passar para os seus filhos. Os imigrantes que estão a destruir a cidade de Malmo fazem-no não devido à sua composição genética mas sim devido ao tipo de cultura que eles trouxeram dos seus países.

Outra coisa que convém ressalvar é como a Mão de Deus opera na História do homem. Os suecos investiram tempo e dinheiro no ataque organizado ao Cristianismo como forma de se criar uma "sociedade melhor" - livre de constrangimentos Cristãos e de sentimentos de culpa provenientes de comportamentos menos louváveis.

Tudo o que conseguiram foi criar um vazio espiritual que vai ser rapidamente preenchido por ideologias com um ódio terrível ao estilo de vida sueco.

A Suécia vai agora descobrir a diferença entre o Cristianismo e o não-Cristianismo, entre a civilização e a barbárie, entra a vida e a morte, entre o a submissão ao Deus Verdadeiro e a submissão aos deuses pagãos.

Vendo, pois, o Senhor, que se humilhavam, veio a palavra do Senhor a Semaias, dizendo:

Humilharam-se, não os destruirei; antes, em breve, lhes darei lugar de escaparem, para que o meu furor se não derrame sobre Jerusalém, por mão de Sisac.

Porém, serão seus servos, para que conheçam a diferença da Minha servidão e da servidão dos reinos da terra.

2 Crónicas 12:7-8

Os suecos vão agora conhecer a servidão "dos reinos da terra". Não creio que vá ser algo digno de se ver. Olhando para o tipo de notícias que nos chegam de lá, julgo que estou certo nesta apreciação.


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