Partindo do princípio de “domínio”, o liberalismo de Esquerda conclui então que o modo de ser masculino é privilegiado e que as mulheres devem, por isso, participar desse modo de ser. É nisto que consiste, grosso modo, a admissão subreptícia da superioridade do modo de ser masculino.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Engenharia social sueca
Partindo do princípio de “domínio”, o liberalismo de Esquerda conclui então que o modo de ser masculino é privilegiado e que as mulheres devem, por isso, participar desse modo de ser. É nisto que consiste, grosso modo, a admissão subreptícia da superioridade do modo de ser masculino.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Breivik e o punho fechado
Breivik descrevia, aliás, o gesto no seu longo manifesto em que dava atenção à propaganda: era um “sinal de força, poder e desafio contra os tiranos marxistas da Europa”, esses que o arguido acusa de fomentar o multiculturalismo. “A nossa saudação não tem nada a ver com a saudação romana onde a palma está virada para baixo com os dedos juntos”, também usada pelos nazis, explicava ainda Breivik.
Mas a verdade é que o punho fechado evoca muitas vezes algo contrário ao que Breivik pretendia simbolizar. Porque o punho fechado é normalmente mais associado com o gesto dos atletas Tommie Smith e John Carlos, no pódio das Olimpíadas de 1968, em protesto pelo tratamento dados pelas autoridades americanas à sua população negra.
E o punho tem sido mais usado ao longo da História por grupos de esquerda e de defesa de grupos oprimidos, sublinha a emissora britânica BBC. Há punhos fechados em cartazes de sindicatos em 1917, em fotografias de anti-fascistas espanhóis nos anos 1930, e ainda no logótipo feminista do punho fechado dentro do símbolo do género feminino.
Breivik não é, no entanto, o primeiro acusado de assassínios políticos a usar este gesto em tribunal. A BBC lembra que Lee Harvey Oswald fez o mesmo depois de ter sido detido pela morte de John F. Kennedy, e Carlos “o Chacal”, também.
No fundo, o sinal é popular porque junta conotações de resistência, solidariedade, orgulho e militância num gesto simples, diz o psicólogo Oliver James. "É um modo de indicar que pretendes combater uma força poderosa, malévola e institucional, com a tua própria força - és um indivíduo que se sente ligado a outros indivíduos para lutar um 'statu quo' opressivo."
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Quando um terrorista muçulmano leva a cabo ataques ao ocidente, a imprensa esquerdista dedica-se a analisar as "causas" que motivaram o crime. No caso de Breivik, no entanto, os mesmos esquerdistas não parecem muito interessados em analisar o que ele alega serem as causas do seu ataque a vítimas inocentes.
Outra coisa "curiosa" deste incidente é que muitas pessoas que normalmente se levantam contra a pena de morte levada a cabo pelos americanos, pedem agora que Anders seja executado. Contrariamente ao que é normal, eu estou de acordo com eles: Anders deveria ser executado pelo que fez.
domingo, 30 de outubro de 2011
Hipergamia: terrorista norueguês recebe cartas de amor
O terrorista norueguês Anders Behring Breivik está a receber cartas de amor na prisão, mesmo depois de ter assassinado mais de 70 pessoas, a maior parte adolescentes.
Psicólogos teorizam que as mulheres querem salvá-lo/curá-lo de uma forma ou outra. Mas se elas quisessem salvar ou providenciar algum tipo de apoio emocional, elas deveriam enviar as cartas às vítimas que sobreviveram.
Não há motivo algum para tentar salvar um assassino como aquele; não só é tarde demais, como dá aos homens razões para se tornarem assassinos.
Emma está certa. Se o motivo do desejo feminino por idiotas e imbecis é motivado pela vontade em "salvar" ou "curar", então elas deveriam estar a tentar "salvar" e "curar" as vítimas do assassino. Isto, claro, não falando nos inúmeros homens betas que precisam mais desesperadamente da "salvação" e "cura" feminina.
Este incidente expõe mais uma vez as mentiras feministas (e manginas) em relação à atracção que as mulheres têm por vilões e safados. Embora o complexo de salvação possa, em parte, explicar o desejo feminino, este não é nem a explicação primária nem a única.
A motivação primária é precisamente a atracção que as mulheres têm por vilões e homens que violam as regras sem arrependimento. As mulheres gostam dos vilões precisamente porque são vilões. Isto é assustador se pensarmos o tipo de reacção que isto pode causar nos homens civilizados e nas mulheres civilizadas.
Homens que enviam cartas de amor a prisioneiras assassinas fazem-se notar pela sua ausência.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Anders Breivik: Fundamentalista Cristão ou darwinista social?

Mal os actos perpetrados por Anders Behring Breivik vieram a lume, os órgãos de informação tentaram desvendar a ideologia por trás dos ataques.
Depois de inicialmente se especular (erradamente) que o atentado havia sido levado a cabo por um muçulmano (como o são a esmagadora maioria dos ataques terroristas do mundo), as agências noticiosas esquerdistas, que geralmente desdobram-se e contorcem-se de modo a não catalogarem os terroristas como "muçulmanos" quando os ataques são levados a cabo por...... muçulmanos, foram rápidos e caracterizar Breivik como um fundamentalista Cristão e de direita.
O problema para os esquerdistas é que agora ficamos a saber que Breivik não é um fundamentalista Cristão. De acordo com o seu manifesto "Declaração de Independência Europeia" (1518 páginas), ele pode até nem acreditar em Deus. Em vez do Cristianismo, ele pode ser descrito como o resultado duma mistura entre o fundamentalismo científico e o darwinismo social.
Um "ateu Cristão"?
Justificando a necessidade de se alinhar com um grupo que alegadamente defende os "valores Cristãos", ele responde:
A minha escolha baseia-se puramente no pragmatismo.
(pág. 1380)
Ele explica que o "Cristianismo" tem um maior "apelo das massas" que o nacionalismo, a supremacia branca ou o paganismo re-avivado, e como tal, é um estandarte mais eficiente sob o qual ele pode construir o seu movimento. (pág. 1381)Em suma, pode-se dizer que Breivik olha para a religião Cristã tal como Machiavelli olhava para esta fé: como uma arma política. É digno de se ressalvar que o livro de Machiavelli "The Prince" é listado como um dos livros favoritos de Breivik. (pág. 1407)
A sua verdadeira "religião".
Não vou fingir que sou uma pessoa muito religiosa porque isso seria uma mentira. Sempre fui muito pragmático e muito influenciado pelo ambiente e envolvência seculares.De facto, Breivik confessa que ele costumava defender a tese de que "a religião nada mais é que uma muleta para as pessoas fracas. Qual é a finalidade em acreditar Numa Força Superior [maiúsculas acrescentadas] se tu tens confiança em ti próprio?".
(pág. 1344, ênfase adicionado)
Aparentemente Breivik estudou na mesma escola de "pensamento crítico" que os editores de blogues neo-ateus como Portal Ateu, Diário Ateísta ou Que Treta estudaram uma vez que "ter confiança em ti mesmo" não está em oposição a "acreditar Numa Força Superior". Este tipo de "argumento" é bem comum entre os militantes ateus - desejosos de construir um "mundo melhor" sob a direcção de "homens sábios".
Breivik continua:
Se calhar isto é assim em muitos casos. A religião é uma muleta para as pessoas fracas e muitas abraçam a religião por motivos pessoas como forma de obter força mental (para alimentar o seu estado emocional fraco, por exemplo, durante doenças, mortes, pobreza, etc).Dito de outra forma, na melhor das hipóteses, ele vê a sua acomodação à religião é como uma muleta psicológica fornecedora de força anímica para as suas actividades horríveis.Como não sou hipócrita, afirmo directamente que esta é também a minha agenda.
(pág. 1344, ênfase acrescentado)
Embora ele acrescente que ele não chegou a orar a Deus como forma de ganhar forças, ele espera fazê-lo mal ele comece os seus actos assassinos:
Se orar servirá de impulso/calmante mental então o pragmatismo mostra que essa é a coisa certa de se fazer. Acho que na altura hei-de saber . . . . Se Deus existe, eu vou ter permissão para entrar no céu tal como os outros mártires da Igreja do passado.Note-se o "Se" na sua declaração àcerca da existência de Deus. Desde quando é que um "fundamentalista Cristão" se questiona sobre a existência de Deus?
(pág. 1345)
Com relativa frequência Breivik identifica-se como "Cristão cultural", uma expressão que ele define como sendo o mesmo que "ateu Cristão". (pág. 1360)
Sem surpresa alguma, a ideia de Breivik de "Cristianismo cultural" pouco tem a ver com o Cristianismo que a maior parte das pessoas conhece. Por exemplo, Breivik mostra de forma bem clara que para se juntar ao seu movimento em favor do Cristianismo cultural "não é necessário ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus". (pág. 1361)
De facto, Breivik gostaria de alargar o "Cristianismo" de modo a que este incluísse aqueles que adoram o deus nórdico Odin. Breivik apela à Igreja Cristã que "seja re-criada .... como uma Igreja nacionalista que tolera e permite (de forma bem abrangente) as culturas/o património/a forma de pensar tais como o odinismo." (pág. 1361)
Embora use o adjectivo "cultural", o "Cristianismo cultural" que Breivik tinha em mente não deixa espaço para que os Cristãos possam de facto exercer algum tipo de influência na sociedade, com a excepção dos rituais sociais.
Breivik afirma de forma enfática que ele quer um estado Europeu secular onde...
... a Igreja e os líderes Cristãos não terão permissão para influenciar questões políticas não-culturais. Isto inclui a ciência, a pesquisa, o desenvolvimento e todas as áreas que beneficiarão a Europa no futuro.
Isto incluirá todas as áreas relativas à procriação, natalidade, políticas de fertilidade e assuntos relacionados com importância científica (reprogenética)."
(pág. 1137, ênfase acrescentado)
Como se pode ver, Breivik tem uma preocupação "especial" com os Cristãos ao limitar as áreas onde estes podem (e não podem) exercer influência. E porquê? Porque ele vê a ciência biológica - e não Deus ou o Cristianismo - como a verdadeira "salvação" da sociedade. Segundo a sua visão, os avanços na Biologia tornarão possível uma nova forma vigorosa de darwinismo social que irá salvar a raça nórdica através de eugenismo positivo.
Conclusão:
- 1. Não precisa de acreditar na existência de Deus.
- 2. Identifica-se como "Cristão" por motivos pragmáticos e não por acreditar nos fundamentos da fé Cristã.
- 3. Usa o Cristianismo como arma politica.
- 4. Não se identifica como uma pessoa religiosa.
- 5. Considera a fé em Deus como algo feito para pessoas fracas.
- 6. Considera a oração um impulso ou calmante mental (e não comunicação com o Criador).
- 7. Considera que as suas "boas obras" o levarão ao céu, quando a Bíblia diz que as nossas "boas obras" são "trapo da imundícia" aos Olhos de Deus. (Isaías 64:6), e desde logo, insuficientes para a nossa salvação.
- 8. Acredita que é possível acreditar que Deus existe ao mesmo tempo que se defende que Deus não existe ("Cristão ateu").
- 9. Acha que o Cristianismo deveria dar legitimidade ao paganismo, pese embora o facto da Bíblia dizer que o paganismo, e os seus rituais, têm origens no inimigo de Deus (1 Coríntios 10:20: "Antes digo que, as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demónios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demónios")
- 10. Defende que o Cristianismo não pode ter influencia alguma sobre a sociedade, quando o Senhor Jesus diz exactamente o contrário:
"Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há-de salgar? para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens . . . Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus."Sempre que detectarem uma pessoa com estas características, fujam na direcção contrária porque podem estar na presença dum "fundamentalista Cristão" com tendências genocidas.
(Mateus 5:13,16)




