quarta-feira, 20 de junho de 2012

Mãe que deixou a filha morrer de fome enfrenta acusação de homicídio

A jovem de 16 anos, portadora de deficiência mental, terá sido vítima da ideologia "pró-fome" da mãe. Pesava apenas 18 quilos quando foi encontrada morta pela polícia.

A filha, à esquerda, quando era mais nova, e a mãe

Ebony Berry, de 38 anos (na foto e ao lado duma foto da filha quando esta era mais nova), ter-se-á recentemente juntado a um grupo "pró-fome" no Facebook e, segundo os familiares, citado pelo tablóide Daily Mail, castigava regularmente a filha, Markea Blakely-Berry.

Na última sexta-feira, o pai da adolescente recebeu uma chamada da ex-mulher a avisar que a filha tinha desmaiado. Quando a polícia chegou, já a encontrou sem vida.

A mãe enfrenta agora acusações de homicídio e crueldade contra crianças por suspeitas de deixar a filha morrer de fome.

Segundo a avó paterna da vítima, Ebony Berry "odiava" a filha.

Fonte

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Violência doméstica é um triste fenómeno que aflige pessoas e não exclusivamente mulheres. A mulher é tão violenta como o homem. A diferença é que, devido à sua natural inferioridade física, a violência feminina ou é dirigida às crianças, ou é levada a cabo através de outros homens ou instituições criadas pelos homens (forças policias ou governo).





terça-feira, 19 de junho de 2012

Discriminação contra os brancos na Austrália

Se tencionas levar a cabo um assassinato ou uma violação na Austrália, certifica-te de que não és branco, Cristão, anglófono ou heterossexual uma vez que se fores, é bem provável que a tua fiança não receba o mesmo tratamento que as fianças das pessoas que não pertencem aos grupos supracitados.

Segundo a nova lei em torno das fianças, os assassinos e os violadores vão poder aguardar o julgamento fora da prisão.

Apesar dos protestos das forças policiais, o relatório da "Law Reform Commission" emitido pelo Procurador-Geral Greg Smith recomendou também um tratamento especial nas fianças dos aborígenes, dos nativos das Ilhas Torres Strait , dos homossexuais e de todos aqueles que venham de culturas não-anglófonas.

O relatório advoga que os jovens, as pessoas com deficiências mentais ou cognitivas, os aborígenes e os nativos das Ilhas Torres Strait recebam consideração especial - e se por acaso alguma fiança for estabelecida, "qualquer vulnerabilidade ou necessidade deve ser levada em consideração."

Estas vulnerabilidades ou necessidades incluem "ter uma deficiência ou doença, ser idoso e frágil, ser duma minoria étnica ou religiosa, ser originário duma cultura não-anglófona, ou ser gay, lésbica, bissexual, transgénero ou interssexual."

Fonte

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Esta notícia revela a forma como a esquerda militante olha para as minorias étnicas, religiosas e para os grupos com "sexualidade alternativa". Para a esquerda militante, estas pessoas estão ao mesmo nível dos deficientes mentais ou pessoas com insuficiências cognitivas ou físicas; são, como dito em cima. "necessitados" ou "vulneráveis".

Ou seja, para a esquerda militante, os negros, os gays, as lésbicas, e os não-Cristãos pertencem a um grupo necessitado e vulnerável que, por si só, não conseguem prosperar. (E, obviamente, os únicos que "entendem" as "necessidades" destes grupos são os esquerdistas.)

A perda do princípio fundamental da igualdade perante a lei é um testemunho do sucesso do marxismo cultural na sua destruição dos fundamentos da superior Civilização Ocidental.

Recado para a esquerdalha: ser aborígene, negro, chinês, indiano não é uma "necessidade" ou uma "vulnerabilidade" mas sim características biológicas inatas, dignas do mesmo respeito e consideração que todas as outras. Achar que certos grupos étnicos não são capazes de olhar por si, e que, como consequência, devem receber facilidades legais, é uma atitude condescendente e paternalista por parte de quem pensa assim.

Segundo o esquerdismo, este africano e este aborígene são "vulneráveis" precisamente por serem da etnia que são.



domingo, 17 de junho de 2012

Ameaçadores e atraentes

Mulheres solteiras submeteram a scans cerebrais ao mesmo tempo que olhavam para fotos de homens cujas faces sido subtilmente alteradas de modo a torna-las mais ou menos masculinas.

As caras mais masculinas ficaram à frente em termos de atracção, mas as áreas do cérebro que foram activadas indicaram que essas caras eram também aquelas que as mulheres consideravam ser as mais ameaçadoras.:shock:

Os pesquisadores envolvidos no estudo depararam-se com resultados interessantes.

Primeiro, quando comparadas com as caras mais efeminizadas, as caras mais masculinas provocaram mais actividade em 5 áreas específicas do cérebro:

  • a zona superior-esquerda do giro temporal
  • o giro bilateral precentral
  • o córtex cingulado posterior direito
  • o lóbulo parietal inferior bilateral
  • o bilateral córtex cingulado anterior
Estas áreas não só foram associadas ao processamento facial como também com a avaliação de risco. Isto sugere que, conscientemente ou não, as faces mais masculinas eram tidas não só como as mais atraentes como também as mais perigosas.

Os efeitos foram bastante robustos, considerando a forma subtil como as caras foram alteradas.

Fonte - Via

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Colocando as coisas de forma visual:





sábado, 16 de junho de 2012

Mulher ameaça homem com alegações de violência doméstica como forma de expulsá-lo de casa

Um antigo promotor de "Albany County District Attorney's Office" chamado William Conboy III, de 35 anos, e a sua esposa Kelly Conboy, de 33 anos, envolveram-se numa amarga batalha de divórcio e custódia quando Kelly Conboy reportou à polícia que o seu marido lhe tinha apertado o pescoço, lançado para o chão, pontapeado no pescoço arrastado a bota do seu pescoço até ao seu peito.

O marido alegou que todas estas acusações eram falsas.

Segundo o advogado do marido, as alegações de Kelly (a esposa) coincidiram com eventos importantes na disputa de custódia que se gerou com o divórcio. Kelly Conboy recebeu os papéis de divórcio no dia 19 de Dezembro de 2011. Os registos mostram que no mesmo dia, mas mais tarde, Kelly enviou um email ao "Assistant District Attorney", o principal promotor dos casos evolvendo crimes sexuais em Albany County. O email dizia:

Preciso de saber e falar com quem quer que está a tomar conto do meus caso ASAP. [ASAP = "As Soon As Possible" = o mais cedo possível]
Para além disso, só depois do juiz decidir que Kelly Conboy só poderia ter visitas supervisionadas com a sua filha é que ela oficialmente deu início ao processo contra o marido William Conboy. Ele tentou provar que as acusações eram falsas, mas, tal como a reportagem da WNYT declara, "como um jovem promotor, William Conboy sabia que ele se encontrava na difícil posição de ser forçado a provar uma negativa. Dito de outra foma, ele teria que provar que nada havia acontecido.."

O caso estava pronto para ir a tribunal, o júri havia já sido escolhido, mas o caso foi rejeitado mesmo antes das alegações iniciais. A testemunha-chave da acusação, a própria Kelly Conboy, recusou-se a estar presente no tribunal.

O advogado de William Conboy estava pronto para passar a gravação duma conversa que o marido havia tido com a esposa onde se ouvia a mesma a ameaçá-lo com uma falsa acusação. A raiva e a atitude vingativa da voz de Kelly Conboy são indescritíveis:

Kelly: Quero que saibas o que vai acontecer.

Bill: Ok

Kelly: Se tu não sais de casa até ao final do dia, vou ligar ao Departamento Policial de Alban, dizer que tu me agrediste, e pedir uma ordem de protecção contra ti para a próxima semana.

Bill: Vais inventar uma história qualquer e dizer que eu te agredi?

Kelly: Sim, sem dúvidas.

Bill: kel, porque é que farias uma coisa dessas?

Kelly: Porque é que eu faria uma coisa dessas? Para te por fora de casa. Essa é a razão.

A gravação foi mais do que suficiente para que todas as acusações contra Bill Conboy fossem rejeitadas. Segundo o advogado do marido, embora este não tenha planos de processar a sua esposa, isso pode já não estar dentro do seu âmbito de escolha uma vez que um promotor especial foi escolhido para rever o caso.

O advogado da Kelly Conboy afirmou o seguinte a um repórter:

Isto não foi um acto de vingança por parte da srª Mrs. Conboy. A razão pela qual ela resolveu não testemunhar prende-se com a sua crença de que isso apenas pioraria a sua relação com o sr Conboy e isso poderia ter um impacto negativo na filha de ambos.
Ele ressalvou que a gravação ocorreu depois da alegada violência doméstica e que a mesma "não prova que nada aconteceu".

O advogado disse ainda que a sua cliente mantém as suas alegações.

Fonte

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Resumindo, uma mulher vê-se na eminência de ter acesso limitado à sua filha, e como resultado disso, tenta usar o sistema legal como forma de expulsar o marido da sua própria casa e limitar o acesso deste à sua filha. Para seu azar, o marido gravou a sua conversa telefónica.

Esta estúpida estava disposta a mentir ao tribunal como forma de expulsar um homem da sua própria casa e manter a custódia da filha de ambos. Segundo algumas feministas, as mulheres não mentem em questões de violência doméstica ou abuso sexual.

Mais uma evidência forte de que uma mulher não precisa de ser uma militante feminista para usar o sistema legal misândrico para seu proveito. Da forma como as coisas estão construídas, o homem é considerado culpado até prova em contrário. Para ter o sistema legal, a imprensa e practicamente toda a sociedade do seu lado, tudo o que uma mulher tem que dizer é "ele agrediu-me" ou "ele violou-me". Nenhum evidência é necessária para confirmar esta alegação; basta a sua palavra.

E isto é na suposta sociedade que "oprime" as mulheres.


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Mariana Britto não sabe o que é o feminismo

A Mariana não gostou da forma como as mulheres listadas neste post se insurgiram contra o comportamento vergonhoso das feministas presentes nas ridículas marchas das vadias. Como a Mariana parece ter um discurso pré-formatado para falar com os "machistas" - que ela não define - ela não deu qualquer tipo de resposta às mulheres que foram listadas no post, mas despejou o normal rol de mentiras que normalmente acompanham o "discurso" da esquerda militante - especialmente das idiotas úteis que se alinham com o feminismo.

A Mariana começa:

O que vi nesta postagem me pareceu por demais vazio, sem concretude e muito preconceituoso. Você diz: "Desde o início que as marchas das vadias se revelaram um circo sem qualquer tipo de sentido tendo em conta a forma como as mesmas surgiram." Então é totalmente sem sentido se revoltar com a violência que nós mulheres sofremos todos os dias?
Explica-me lá de que forma é que as feministas acabam com a "violência que as mulheres sofrem todos os dias" com slogans do tipo:
  • "Come meu c-"
  • "o meu orgasmo é uma delícia"
  • "tô p-ta"
  • "trepo com todo o mundo"
  • "quando ajoelho, não é para rezar"
  • "masturbe-se. melhor gozar sozinha do que mal acompanhada"
  • "minha bu--ta é o meu poder"
  • "homenagem a todas as prostitutas"
  • "meu corpo á uma festa!

Qual é a "violência" que é combatida com frases que promovem a promiscuidade sexual?

Talvez faça sentido pra um machista que um policial aconselhe mulheres a não se vestirem como "vadias" pra não serem estupradas.
Mariana, fica aqui uma imagem para tu veres como o que tu dizes é ridículo..

Usando a tua lógica, e a lógica das feministas que te indoutrinaram, nós não devemos ensinar as pessoas a tomar medidas de precaução contra o furto, mas sim educar TODOS os homens a não roubar. Para além disto ser uma estupidez de todo o tamanho, isto é bastante ofensivo para os homens uma vez que assume que todos são ladrões. Se tu queres ensinar todos os homens a não serem ladrões, então é porque todos eles o são. Isto é o mesmo que dizer que todas as mulheres são prostitutas e assassinas apenas e só porque uma minoria delas troca sexo por dinheiro ou mata os seus próprios filhos.

O que o polícia canadiano disse foi a coisa mais sensata do mundo, mas, como se viu pela reacção histérica das feministas, sensatez não abunda nas suas fileiras. O polícia, sabendo que há uma MINORIA de homens que gosta de impor a sua vontade sobre os corpos das mulheres (tal como as feministas gostam de impor a sua vontade sobre os bebés que se encontram nos úteros), avisou as mulheres que tomassem cuidados de modo a não atraírem a atenção de homens potencialmente perigosos. Em vez de agradecerem o conselho do policia, vocês feministas viram nisso uma "ataque" à vossa "liberdade".

Se a sociedade funcionasse da forma histérica que vocês feministas querem, ninguém tomaria precauções para nada. Se o dono duma loja fosse avisado por um polícia para não deixar elevadas somas de dinheiro na gaveta dum dia para o outro, ele poderia processar o homem que o avisou e dizer que os seus "direitos" foram violados" apenas e só porque alguém lhe disse "toma cuidado!".

Tu vês agora como o que vocês alegam é uma estupidez de todo o tamanho?

Como se a culpa da violência fosse da mulher, como se a mulher desejasse aquela violação.
O culpado da violação é do violador, tal como o culpado dum furto é o ladrão. No entanto, isto de maneira nenhuma significa que o dono de casa e a mulher não possam tomar medidas que visem reduzir o risco de se tornarem em vítimas.

Como já foi dito no passado. vocês feministas têm que entender a diferença entre o que é e o que deveria ser:

  • O que deveria ser: nenhuma mulher deveria ser violada.
  • O que é: muitas mulheres são violadas.

Vocês focam-se no que deveria ser mas esquecem-se do que é. Todos os homens (excepto os violadores) concordam que nenhuma mulher deve ser abusada. Mas elas continuam a ser abusadas. A forma de reduzir isto não é focar-se no que deveria ser (porque não vivemos num mundo perfeito - ainda) mas sim no que é. Como as mulheres, infelizmente, vão continuar a ser abusadas por uma minoria de homens (e não te esqueças que é mesmo uma minoria de homens), o melhor é a mulher precaver-se e proteger-se.

Se o propósito das marchas das vadias fosse apenas levar a cabo um manifesto CONTRA OS VIOLADORES, a maioria dos homens juntar-se-ia a vocês e manifestar-se-ia do vosso lado.

Mas em vez de levar a cabo uma manifestação legítima, honrada e digna, vocês aproveitam a publicidade que receberam para desencadear um ataque A TODOS OS HOMENS, como se todos os homens fossem culpados pelo que uma minoria faz. Se tu pensas assim, então eu vou-te culpar pessoalmente por todas as mulheres que mataram os seus filhos, visto que tu és mulher como elas. Aceitas?

Acontece que a culpa da violência do homem e da sociedade.
Não, ó menina ignorante. A culpa é dos violadores e não dos homens. Não é a condição de homem que o torna violador, da mesma forma que não é a condição de mulher que tornam uma mulher em assassina de bebés inocentes ou prostituta.
Culpa da sociedade que aliena, que oprime, que submete a mulher uma inferiorização nojenta, nos pagando salários mais baixos, querendo ter controle sobre nosso corpo, nos segregando.
Eis aqui algumas imagens onde se podem ver momentos de "inferiorizarão nojenta":

É a tua elite feminista que usa os corpos das mulheres para manifestar o seu sentimento misândrico. Tu estás a ser usada por elas e nem te apercebes.

Em relação aos salários mais baixos; as mulheres recebem salários mais baixos porque produzem menos e/ou têm empregos menos remunerados. Tu achas mesmo que um engenheiro deve ser pago o mesmo que uma mulher licenciada em "estudos femininos" ou "identidade de género"?

O motivo que leva a que uma mulher, ao contrário dos homens. escolha investir menos na carreira é óbvio: maternidade. As mulheres escolhem ter filhos, o que significa menos tempo nos empregos e menos investimento no crescimento profissional.

A maternidade é uma escolha e não uma obrigação. Se a mulher escolhe ser mãe, ela já sabe que nunca vai avançar tanto na carreira profissional como a mulher que (infelizmente) escolhe não ser mãe.

Você diz que é "ataque ao cristianismo" a frase: "Não vim da sua costela, você que veio do meu útero". Vamos aprender biologia básica: todos viemos de um útero!
Eu não vim do útero da mulher com o cartaz que diz "Você veio do meu útero", portanto, se vamos seguir essa linha de pensamento "biológico", vamos ser 100% factuais.

Segundo, a frase é sim um ataque ao Cristianismo uma vez que a Bíblia diz que a PRIMEIRA mulher veio do homem (e não dum útero). Agora, tu podes acreditar ou rejeitar isto - ninguém te obriga a ser cristã - mas não podes negar que isso é um ataque ao Cristianismo.

É lindo o livro do Genesis, mas me desculpe, eu não saí de nenhuma costela.
Eu também não saí do útero de nenhuma as estúpidas que tomaram parte das marchas das vadias. E ninguém disse que tu pessoalmente vieste duma costela.
Nem qualquer outra mulher.
Tu sabes disso porque estavas lá quando a vida surgiu, certo? Ou seja, como a tua fé feminista te obriga a rejeitar a Bíblia, tu pensas que tens autoridade para dizer como surgiu a mulher. Em cima dizes que isto não é um ataque ao Cristianismo, mas agora já confirmas que é um ataque ao Cristianismo. Em que é que ficamos?
Acredito profundamente em Deus, só não acredito nessa besteira de vir da costela de Adão.
Como tu te conferes o direito de ofenderes o Livro Sagrado dos Cristãos, deixa-me retribuir a amabilidade e dizer que tu és uma falsa "crente em Deus", mentirosa de todo o tamanho e ainda por cima burra.
Você diz: "O uso de crianças numa marcha onde estão presentes mulheres em trajes menores é algo condenável." Primeiro que as crianças não estavam sendo usadas;
Ai não? Então estás a dizer que as crianças decidiram por si só ir para as marchas das vadias e fazer figuras como as que se vêem nas imagens seguintes?


Continuas a pensar o mesmo?

De facto, e segundo, pra que nudez maior do que a do carnaval?
Ó ignorante, mas viste alguém aqui a defender a decadência dos carnavais mundiais? Foca-te naquilo que este blogue defende sem levantares espantalhos.
Você diz: "Levando em conta que o feminismo promove o aborto, e como todos os abortos matam um ser humano, é seguro dizer que o feminismo tem as mãos cobertas de sangue inocente." O feminismo não promove o aborto.
O feminismo promove o aborto. Não sejas mentirosa.
O feminismo quer garantir o direito ao aborto para aquelas mulheres que desejarem interromper a gravidez.
Eis aqui algumas imagens dos "direitos" que as feministas querem para si:




Como é que tu, que te qualificas de alguém que "acredita profundamente em Deus", harmonizas a tua crença feminista na despenalização da matança de bebés inocentes com o que Deus diz? Ou tu achas legítimo um ser humano decidir sobre a vida de bebés inocentes?

Ainda dizes acreditas que o feminismo não tem as mãos cheias de sangue de inocentes?

Já que, uma vez descriminalizado o aborto, NENHUMA MULHER SERÁ OBRIGADA A ABORTAR, apenas dará àquelas que desejarem abortar total suporte para tal.

Portanto, tu queres que as mulheres tenham o "direito" de esquartejar, decapitar, queimar e deitar no caixote do lixo os seus próprios bebés? Ou preferes que eles sejam dados aos cães como alimento, como acontece em algumas zonas da Índia?

Você diz: "Só que ser feminista não é um "favor a si mesma" mas sim um favor à elite globalista que usa a psicologia feminina para destruir a família." O feminismo não tem intenção de destruir a estrutura familiar
Ai não?

* * * Ódio à família * * *

  • "De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente." (Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)
  • "O fim da instituição do casamento é condição necessária para a libertação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens." - ("The Declaration of Feminism," November 1971)
  • "Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição [família]. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." - (Radical feminist leader Sheila Cronan)
  • "A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." - (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)
  • "Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." - (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)
  • "Todo a intimidade sexual, mesmo a consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres." - (Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)
* * * Ódio ao Cristianismo * * *

Em Espanha, os ataques e ofensas aos católicos estão-se a agravar à medida que os grupos radicais aumentam a sua agressividade. Os assaltos às capelas universitárias em todo o país ou a convocatória de uma "procissão ateia" em Madrid cuja referência é o incêndio de igrejas durante a II Républica, são só alguns exemplos.

No último ataque, e provavelmente o mais grave tendo em conta como foi reivindicado, foi a tentativa de incendiar uma igreja em Barcelona nos finais de Março. Os responsáveis deste último ataque vangloriaram-se. Num site na internet publicou-se um texto do grupo feminista que reivindica o ataque.

Encoberto pelo anonimato, neste site de grupos esquerdista afirma-se que

"na noite de terça-feira, 22 de Março, para quarta-feira 24, um grupo de mulheres incendiou a porta principal de seis metros, da igreja situada na praça de Sarriá."

Acrescentam que

"embora também constasse dos nossos objectivos criar dano material, e assim aconteceu, esta acção é principalmente simbólica. A Igreja simboliza e representa a opressão histórica e actual sobretudo contra nós enquanto mulheres, decidindo sobre os nossos corpos e os nossos papéis sociais nesta sociedade patriarcal."
As feministas que reivindicam este crime prosseguem com o seu ódio aos católicos e afirmam no texto onde se auto-incriminam,
"com esta acção, oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores: 3 litros de gasolina, que arderam iluminando a escuridão da noite".
Orgulhando-se do delito continuam
"queremos dedicar este gesto a todas aquelas mulheres mortas pela moral do perdão e da submissão, a todas as meninas abusadas e a todas as mulheres que não se conformam com o papel que lhes é imposto".
Por isto, "incentivam todas as rebeldes de dia e de noite" a atacar igrejas. "A única igreja que ilumina é aquela que arde", termina o texto.

Marciana, ainda continuas a acreditar que as feministas não nutrem ódio ao Cristianismo?

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O Cristianismo, e em especial a Igreja Católica que vocês ignorantemente odeiam, apesar das muitas falhas humanas (e não doutrinárias), concedeu à mulher um estatuto ímpar na história da humanidade.

Mais mudanças com a chegada do patriarcado Cristão.

A fidelidade matrimonial, exigência antiga feita às mulheres, passou a ser um requerimento junto dos homens. Cavalheirismo e códigos de honra são ramificações de sociedades patriarcais que forçam os homens a proteger o rei, o país, as mulheres e as crianças.

Os cavaleiros não se limitavam a lutar; eles faziam comprometiam-se a elaborar códigos de conduta que incluíam o respeito pelas mulheres e um certo decoro comportamental.

Sexo e Casamento.

Algumas das alegadas restrições mais opressivas -- particularmente aquelas envolvendo questões relativas ao sexo e ao casamento -- aparentam ser mais apelativas do que onerosas, especialmente quando comparadas com as alternativas modernas.

Quem é que não escolheria o amor cortês, polido e lisonjeiro, que emergiu na declaradamente Europa patriarcal medieval, em lugar da grosseira cultura "sexo fácil" dos tempos modernos?

Naquela altura, os trovadores louvavam as virtudes das mulheres e, como diz o historiador Jacques Barzun, ajudaram a estabelecer "em teoria, os direitos e privilégios que a mulher merece e que tem, em realidade, desfrutado, começando pelo respeito pela sua pessoa e admiração pelas suas qualidades."

Hoje em dia as qualidades mulheres são "admiradas" em fontes como Temptation Island e Maxim. Folhear a revista Playboy, e não através da poesia, é a forma contemporânea e aceitável dum homem se maravilhar com os "encantos femininos".

. . . .

Vocês são tão burras que nem se apercebem que o ataque ao Cristianismo é a pior coisa que podem fazer. Se vocês forem bem sucedidas na tarefa de destruir o Cristianismo no mundo ocidental, quem é que achas que vai ocupar o seu lugar? Deixa-me dar-te algumas pistas:

Miúda sueca violada pelos novos donos da Europa.


Marcha das vadias no Afeganistão


Como os muçulmanos lidam com as "feministas"



Marcha das vadias no Egipto


Marcha das vadias no Afeganistão

Atacar o Cristianismo é péssimo para a mulher, mas vocês bem se apercebem. Tudo o que vocês fazem, quando lutam contra o Cristianismo, é obedecer as ordens que os globalistas impuseram às feministas como condição para o financiamento da sua vagenda. No dia em que as feministas deixarem de atacar o Cristianismo e as famílias, o vosso financiamento termina e o vosso movimento volta a ser o que era nos finais da década 60: marginal, odiado por todos e sem dinheiro.
As intenções do feminismo são: promover a igualdade entre os gêneros
Se o propósito do feminismo é o de promover a "igualdade",
  • Porque é que nunca vos ouvimos falar no facto dos homens se aposentarem mais tarde que as mulheres?
  • O dinheiro envolvido nas pesquisas médicas em torno das doenças que afectam as mulheres é bastante superior ao dinheiro investido nas doenças que afectam os homens. Quando é que as feministas se debruçam contra essa falta de igualdade?
  • No torneio de Ténis em Wimbledon os homens e as mulheres recebem o mesmo prémio, mas os homens jogam 5 sets enquanto que as mulheres jogam três. As mulheres batalharam para serem pagas o MESMO que os homens, mas não batalharam para jogar o mesmo tempo que os homens. Onde está a porcaria da "igualdade" nisso?
  • Alguma vez viste uma feminista a reclamar em torno da falta de mulheres nas minas? Não achas que é machista que só os homens trabalhem nas minas e nas docas? Onde estão as feministas a exigir um maior número de mulheres nesses locais de trabalho?
  • Para além de constituírem a esmagadora maioria dos mortos nos locais de trabalho, os homens - e não as mulheres - fazem os empregos que ninguém (isto é, mulheres) não querem fazer. Para quando é que as feministas lutam contra essa desigualdade?

Ainda acreditas que as feministas querem "igualdade" ou queres mais evidências? Abre os olhos e vê que estás a ser enganada. O feminismo não tem nada a ver com a igualdade mas sim com a destruição da ordem social através da psicologia e supremacia feminina.

E mais uma coisa: na tragédia do Titanic não houve muita igualdade:

  • 114 mulheres morreram, 324 mulheres sobreviveram: 72% das mulheres sobreviveu.
  • 1339 homens morreram, 325 sobreviveram: 19% dos homens sobreviveu.

Ou seja, quando a masculinidade era defendida e respeitada, todos beneficiaram com ela, especialmente as mulheres. Hoje que a masculinidade está a ser alvo de ataques organizados por parte do Estado e das feministas, as mulheres começam a sentir os efeitos deste gesto, tal como se viu aqui. Se o feminismo continuar a avançar da forma que tem avançado, pode ser que durante a próxima calamidade morram mais mulheres e menos homens.

O feminismo defende a liberdade sexual. Quem quer ser lésbica, ou gay, ou bissexual, ou transexual, ou assexuado é pq quer e pq escolheu isso. As pessoas escolhem aquilo que lhes parece ser o melhor.
Mas de acordo com a elite feminista, uma boa feminista tem que ser lésbica.
"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena."
(Sheila Cronan - "National NOW Times" - Janeiro de 1988)

Portanto, se tu queres ser uma "boa feminista", tens que violar a tua natureza feminina, e submeter o teu corpo à degradação do homossexualismo.

Mais uma imagem que tu provavelmente não conhecias:

Feminismo e lesbianismo andam de mãos dadas. O que não deixa de ser surpresa alguma, uma vez que algumas feministas pensam que o sexo CONSENSUAL entre um homem e uma mulher é forma de "opressão" e "violência" contra as mulheres.

Você diz: "Uma mulher que anda com o sutiã e os seios à mostra no meio da rua revela problemas de carácter." Problema de carácter é ser corrupto, é mentir, é trapacear, é ser desonesto. Roupa não define carácter.
Andar com as mamas à mostra em plena rua define muito o seu carácter.
Sobre mulheres que bebem você diz: "Não só é feio como é clinicamente auto-destrutivo e perigoso para a mulher." É lógico que é feio mulher bebendo né, só homem que pode.
Quem foi que disse que "só homem que pode"?
Meu caro, a ingestão de álcool é destrutiva tanto pra mulheres quanto pra homens, e terrivelmente perigoso pra ambos. Mas homem pode; mulher não. Isso pra mim é apenas MACHISMO.
Ó mulher, onde é que tu viste este blogue a alegar que só os homens é que podem ficar bêbados? Eu estou a falar especificamente de cartazes feministas a glorificar uma práctica auto-destrutiva e perigosa para as mulheres. De maneira nenhuma estou a dizer que só com as mulheres é que a bebida é perigosa.
Sobre o cartaz "Mulheres bem comportadas raramente fazem história!" você diz: "Depende sempre da "história" que se quer fazer. Além disso, será que este cartaz está a apelar às mulheres que sejam "mal comportadas" como forma de "fazerem história"? Que tipo de mensagem isto passa às meninas?" Por mulher "bem comportada" se quer dizer mulher submissa, que aceita ser inferiorizada, que aceita ser oprimida.
Estás a fazer uma redefinição do termo "bem comportada" de modo a que ela se torne uma qualificação humilhante. Bom comportada não tem nada a ver com "aceitar ser oprimida" ou "aceitar ser inferiorizada". Ser bem comportada significa isso mesmo, ser bem comportada (algo que as vadias não são).
Você acha que Margareth Tatcher foi bem comportada? Não, ela não foi. Ela lutou contra o machismo e foi a primeira mulher a entrar no Parlamento Britânico e foi a primeira (e única) Primeira Minista da Grã-Bretanha.
Curiosamente, as feministas odiavam a Margaret Tatcher.

Durante a sua campanha para liderar a Grã-Bretanha, em 1979, um slogan popular emitido pelas feministas dizia:

Nós queremos o direito das mulheres e não mulheres da direita.
Isto demonstra que o feminismo é uma ideologia que trabalha para a esquerda política e não um movimento que tem em vista o bem da mulher em si.

Em 1983 as coisas ficaram piores quando os esquerdistas passaram a dizer “Ditch the bitch” em referência à Primeira-Ministra. Uma colunista afirmou a visão feminista em torno da Dama de Ferro:

Ela pode ser uma mulher mas ela não é uma irmã.
Ou seja, como ela não sacrifica no altar do feminismo, ela não faz parte da irmandade feminista.

No parlamento inglês os oponentes qualificavam-na de “Attila the Hen” (hen = galinha em inglês).

Mas Margaret Thatcher respondeu às feministas bem ao seu estilo:

Não devo nada ao movimento de libertação das mulheres.

As feministas odeiam-me, não é? Não as posso culpar uma vez que odeio o feminismo. É puro veneno.

Ou seja, a mulher que tu queres usar como evidência de feminismo é a mesma que, não só era odiada pelas feministas, como odiava o feminismo. Isto é mais uma evidência em favor da tese de que tu não fazes ideia nenhuma do que é o feminismo.
Não é preciso ir tão longe: você acha que nossa presidentA foi bem comportada?
"Presidenta" não existe. Escreve-se "presidente". Mas deixando de lado esse óbvio erro feminista, a noção de Dilma - ou outro esquerdista - servir de exemplo para alguma coisa é no mínimo hilariante. Tu estás a falar de alguém que fez parte de grupos terroristas e, como resultado, foi presa pelas autoridades brasileiras.
Ela lutou contra a Ditadura, foi presa, perseguida, torturada
Eis aqui uma foto da Dilma depois de ter sido "torturada":

Repara nas cicatrizes, nas mazelas e no esforço que ela tem de fazer para estar sentada. Claramente, os dias de "tortura" deixaram sinais mais do que óbvios (!).

* * * *

Em resumo, a tua resposta revela que foste muito bem indoutrinada pela elite feminista. Tu falas muito mas o que tu dizes revela que és muito infantil na tua análise. A noção de que o aborto é um "direito" revela que tu tens tendências infanticidas. Espero bem que as crianças sejam mantidas bem longe de ti visto que tu não tens problemas em cortá-las aos pedaços e deitá-las fora.

Não sabias dos propósitos do feminismo para o casamento e para a família, e pensavas mesmo que o feminismo quer a mitológica "igualdade". Paralelamente, acreditas que as mulheres recebem menos que os homens por preconceito ou machismo. quando são as mulheres que escolhem ficar perto dos filhos e investir menos nos empregos.

Por fim, querias usar a grande mulher conservadora Margaret Thatcher como evidência em favor do feminismo, mas eis o que ela diz desse movimento:

Esperemos que daqui a alguns anos tu estejas a dizer o mesmo.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Qual é a variável com maior peso no momento em que a mulher decide se toma ou não o nome do marido?

"Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem."
Mateus 19:6

Gad Saad, citando um estudo no Journal of Family Issues, responde:

De todas as variáveis que foram investigadas como possíveis moderadoras dessa práctica particular [por exemplo, idade da mulher, diferença de idades entre marido e a mulher, etnia do marido e etnia da mulher, realização educacional da mulher, ocupação da mulher, rendimento do marido e rendimento da mulher], aquela que de forma sobrepujante mais influencia a decisão da mulher é o seu nível educacional.

Eis aqui o rácio das probabilidades [quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional era inferior ao bacharelato]:

  • Mulheres com bacharelato: 1.7
  • Mulheres com um mestrado: 2.8
  • Mulheres com grau profissional: 5.0
  • Mulheres com doutoramento: 9.8

Os rácios probabilísticos que são listados no fim [todos eles são estatisticamente significativos; p menor que .001] revelam a probabilidade incremental da mulher não usar o nome do marido.

Por exemplo, as mulheres com doutoramento são 9.8 vezes mais susceptíveis de usar um sobrenome "não-convencional" [isto é, qualquer coisa menos o nome do marido] quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional é inferior ao bacharelato.

Fonte

* * * * * * *

Portanto, quando mais a mulher se alinha com o ideal feminista de "forte e independente", para além dela ser mais susceptível de se recusar a aceitar o nome do marido, ela torna-se mais violenta, mais promiscua, mais predisposta a matar bebés inocentes, mais mentirosa, pior mãe, mais invejosa, mais anti-família , e, basicamente, mais repulsiva aos olhos dos homens.

No entanto, um substancial número de mulheres, qual manada de lemingues lançando-se dum precipício, continua a seguir o que a elite feminista lhes diz que é "bom para elas". O facto de não ser, é irrelevante.

Outra situação caricata é que muitas destas feministas que se recusam a usar o nome do marido no casamento. não têm problemas nenhuns em ficar com o dinheiro do mesmo homem aquando do divórcio. O nome dele não é digno dela [feminista] mas o dinheiro já é.


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Adoração do feminino nas igrejas

Nem as mulheres cristãs estão imunes ao lixo feminista. Vejam os vídeos seguintes [Fonte] e vejam como a ideologia que os MRAs cristãos combatem no mundo secular já se infiltrou nas igrejas.

Citação chave:

Tu és uma Princesa; tu foste chamada para dominar; tu foste chamada para reinar e como tal foste ordenada para agir sobre estas promessas!



Satanás prometeu a Eva: "Tu vais ser como Deus"; a Cristandade (! = Cristianismo) está a cumprir essa promessa. Estas "princesas" estão a receber a adoração que tanto almejam. Pelo menos Satanás não foi suficientemente longe alegando que as mulheres sejam adoradas como deusas. (Bem, pelo que se vê, ele já levou algumas "moças de família" a pensar que sim.)

Portanto, jovens cristãos, façam-se homens e casem-se com estas princesas de modo a que elas possam reinar sobre o universo tal como elas foram ordenadas.





domingo, 10 de junho de 2012

Casamento é mais feliz quando a esposa é mais magra que o marido

Más notícias para as igualitárias que tentam alterar as preferências masculinas em vez de entrar num ginásio e controlar a alimentação:
  • Segundo um estudo recente levado a cabo pela Universidade do Tennessee, e usando como métrica o IMC - índice de massa corporal (inglês: BMI "body mass index") - de cerca de 170 recém-casados, bem como a evolução da sua satisfação, os casamentos são mais felizes quando as esposas são mais magras que o marido.

Andrea Meltzer, a editora principal, disse o seguinte à Discovery News:

Verificamos este efeito inicialmente no grau de satisfação dos maridos no início dos casamentos . . . os maridos estavam mais satisfeitos naquela altura do casamento na medida em que as suas mulheres tinham um IMC inferior ao deles.
O facto dos homens tenderem a ser mais felizes com uma mulher mais magra que eles pode não ser surpreendente, mas Meltzer e os seus colegas descobriram que as mulheres que tinham um IMC inferior ao dos seus maridos eram significativamente mais felizes no seu casamento.

Ou seja, quando as mulheres são mais magras que os maridos, ambos são mais felizes.

Meltzer explica:

As mulheres são mais felizes à medida que os maridos são felizes. Se fossemos analisar outra qualidade que é mais importante para as mulheres do que para os homens - por exemplo, os recursos económicos - observaríamos um efeito reverso. As mulheres podem ficar mais satisfeitas quando os maridos geram mais riqueza que elas.
Meltzer diz que este estudo é importante porque demonstra que as mulheres de qualquer tamanho podem ser felizes no seu relacionamento se tiverem o parceiro correcto.
Não é necessariamente um apelo à magreza mas sim um apelo a ficar mais magra que o parceiro.
Portanto, diz o artigo, as mulheres que tenham peso a mais e que buscam aumentar as probabilidades um casamento satisfatório, podem escolher um marido mais pesado que elas ou um marido com peso normal e fazer um esforço para ficar mais magra em comparação.

Resta saber quantas mulheres estarão dispostas a perder peso como forma de mantê-lo inferior ao do marido.

A preferência por parceiros mais magros é uma via de dois sentidos, obviamente. Não são só os homens que buscam mulheres magras: estudos demonstram que tanto os homens como as mulheres expressam uma forte preferência por parceiros magros.

Um outro factor possível por trás destes dados - para além do grau de atracção - é o facto da satisfação matrimonial estar relacionado com a saúde do conjugue. Meltzer afirma:

Os casais estão mais satisfeitos quando o parceiro é saudável. Como em média, as mulheres mais magras são mais saudáveis que as mulheres com peso a mais ou que as obesas, elas (as mais magras) melhoram o casamento para ambos.

O estudo foi publicado na edição de Julho de Social Psychological and Personality Science..

* * * * * *

Sempre bom quando a ciência supera as desilusões e a preguiça.

Notícia relacionada: Enfermeira de MG emagrece 41 kg após desistir de cirurgia e remédios. Força de vontade supera vitimismo.



Padre Paulo e os ideólogos


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Um hospício chamado Suécia

No jardim infantil sueco com o nome de "Egalia" os funcionários evitam palavras como "ele" ou "ela" mas tratam as crianças como "amigos" em vez de "rapazes" e "raparigas". Desde a cor e a localização dos brinquedos até à escolha dos livros, todos os detalhes foram cuidadosamente planeados de modo a garantir que as crianças não "caiam" nos estereótipos de género.

Jenny Johnsson, professora de 31 anos, diz:

A sociedade espera que as raparigas sejam femininas, simpáticas e bonitas ao mesmo tempo que espera que os rapazes sejam másculos, duros e frontais. Egalia dá-lhes a fantástica oportunidade de ser o que eles bem entender.
O jardim infantil público que abriu no ano passado no distrito liberal de Sodermalm (Estocolmo) e que está dirigido a crianças com idades entre 1 a 6 anos, está entre os exemplos mais radicais dos esforços suecos de arquitectar a igualdade entre os sexos desde a mais tenra idade.

Quebrar os papéis de género é um dos propósitos mais importantes no currículo nacional dirigido aos jardins infantis, algo que tem como justificação a noção de que mesmo um país igualitário como a Suécia dá "avanços" aos rapazes em detrimento das raparigas.

Para equilibrar as coisas, muitos jardins infantis contratam "pedagogos de género" [?!!] como forma ajudar os educadores a identificar linguagens e comportamentos que "arriscam" reforçar estereótipos.

Alguns pais alegam que as coisas já foram longe demais. Uma obsessão com a remoção dos papéis de género, dizem eles, pode deixar as crianças confusas e despreparadas para enfrentar o mundo fora do jardim infantil. Tanja Bergkvist, blogueira de 37 anos e uma das vozes suecas mais importantes na luta contra o que ela identifica de "loucura de género" afirma:

Os papéis distintos não são problemáticos desde que eles sejam igualmente valorizados.
Aqueles que estão determinados a destruir os papéis de género "afirmam que existe uma hierarquia onde tudo que os rapazes fazem recebe um valor superior, mas eu [Tanja] pergunto-me: quem é que decide o que é que tem um valor superior?"
Porque é que brincar com carros tem um valor superior?
Na escola Egalia - cujo nome tem conotações com a "igualdade" - os rapazes e as raparigas brincam juntos na cozinha infantil, agitando utensílios de plástico e fingido cozinhar.

Os tijolos da Lego e os outros blocos de construção são intencionalmente colocados perto da cozinha de brincar como forma de garantir que as crianças não constroem qualquer tipo de barreira mental entre cozinhar e construir.

A directora Lotta Rajalin ressalva que a Egalia coloca um ênfase especial na construção dum ambiente tolerante das pessoas gays, lésbicas, bissexuais e transgéneras. Duma das prateleiras ela tira um livro que conta a história de duas gifafas macho que estavam tristes por não terem filhos - até que eles se deparam com um ovo de crocodilo abandonado.

Quase todos os livros lidam com "casais" homossexuais, mães solteiras e crianças adoptadas. Não há "Branca de Neve" ou "Cinderela" ou outro conto infantil clássico visto como promotor de estereótipos.

Jay Belsky, psicólogo infantil na University of California, disse que não só não está ciente de qualquer outra escola como a Egalia, como questiona se isto é algo certo para ser levado a cabo.

O tipo de coisas que os rapazes gostam de fazer - correr e transformar pedaços de pau em espadas - vão ser reprovadas. Portanto a neutralidade de género é, no pior dos cenários, a castração da masculinidade.

* * * * * * *

Como disse um blogueiro americano, sempre que ouvirmos alguém falar em "neutralidade de género", podemos ter a certeza que a masculinidade está a ser extirpada duma criança. O propósito da neutralidade de género não é a "igualdade", uma vez que eles mesmos admitem que existem distinções biológicas entre machos e fêmeas, mas sim o condicionamento psicológico dos rapazes.

Sem surpresa alguma, este tipo de medidas geram os "homens" previsíveis:





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