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quinta-feira, 15 de junho de 2017

O movimento conservador está sob o controle do Marxismo cultural

Por Paul Gottfried

(...) Por volta de 2011, a VDARE postou uma comentário meu sobre a legitimidade do conceito "Marxista Cultural". (Usei esse termo de modo relutante apenas e só porque não conseguia encontrar um melhor. Tal como disse na altura, esta ideologia está longe do Marxismo ortodoxo e era visto pelos Marxistas sérios como um filho bastardo. No entanto, muitos daqueles designados como "Marxistas Culturais" ainda se viam a si mesmos como Marxistas clássicos, e ainda olham para si desta forma.

Pessoas associadas ao que a Escola de Frankfurt deu o nome de "Teoría Crítica" - tais como Herbert Marcuse, Theodor Adorno e Erich Fromm - eram vistos pelos Marxistas ortodoxos como falsos ou Marxistas ersatz. Mas eles adoptaram a teoria Marxista-Leninista em aspectos-chave:
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles olhavam para a burguesia como uma classe contra-revolucionária.
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles olhavam para o mundo de forma simplista e em  termos de grupos de interesse e relações de poder.
  • Tal como os Marxistas ortodoxos - cuja rotura com o liberalismo Victoriano clássico neste aspecto era chocante duma forma que era facilmente ignorada depois da experiência totalitária do século 20 - eles evitavam de modo explícito o debate, preferindo em seu favor o insulto e se possível a repressão dos seus oponentes. (Este é um método Marxista fundamental que embora alegue ser "científico", ele é, na realidade, um sistema de valores à priori que rejeita o debate e a sua concomitante, a "ciência burguesa". É por isso que existe o Politicamente Correcto" - o produto mais proeminente do "Marxismo cultural".)
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles apoiam, pelo menos em princípio, uma economia socialista (isto é, uma economia controlada pelo governo).
  • Tal como os Marxistas ortodoxos, eles inclinavam-se de modo variante para o lado Comunista da Guerra Fria. (Marcuse, que se alegrou com a supressão Soviética do levantamento Húngaro de 1956, era um Estalinista confesso, coisa que posso confirmar de modo pessoal depois de ter sido, a dada altura, aluno seu.)

Estes discípulos da Escola de Frankfurt, tal como Marx, estavam desejosos de substituir o que eles viam como a sociedade burguesa em favor duma nova ordem social. Nesta nova ordem em potência, a humanidade iria experimentar pela primeira vez uma igualdade genuína. Isto seria possível porque nesta sociedade politicamente e socialmente reconstruída, nós não iríamos mais ficar alienados da nossa verdadeira identidade, a mesma que havia sido distorcida pelas desigualdades que existem até agora.

Mas ao contrário dos Marxistas autênticos, os Marxistas Culturais têm-se oposto principalmente à cultura das sociedade burguesas - e só em segundo lugar à sua organização material. A homofobia, o Nacionalismo, o Cristianismo, a masculinidade, e o antissemitismo têm sido os vilões principais do enredo Marxista Cultural.

Isto é particularmente verídico à medida que avançamos da filosofia dos fundadores Alemães da Escola de Frankfurt do período que se encontra entre as duas grandes guerras, tais como Theodore Adorno, Max Horkheimer and Herbert Marcuse, para a segunda geração. Esta segunda geração é representada por Jurgen Habermas e pela maioria dos teóricos multiculturalistas que se encontra instalada nas universidades Ocidentais.

Para a maioria destes Marxistas Culturais mais avançados, a cruzada contra o capitalismo foi gradualmente subordinada à guerra contra o "preconceito" e contra a "discriminação". Eles justificam a necessidade dum estado burocraticamente centralizado a controlar os recursos materiais não porque isso trará a classe operária ao poder, mas sim para lutar contra o "racismo", contra o "fascismo", e contra outros resíduos do passado Ocidental.

Se eles não forem capazes de levar a cabo tal mudança radical, os Marxistas Culturais contentam-se em revolucionar a nossa consciência com a ajuda de endinheirados Esquerdistas, gestores de capital de risco, Mark Zuckerberg, etc. Ironicamente, a nacionalização das forças produtivas e a criação do "paraíso dos trabalhadores", isto é, o que resta do Marxismo clássico, torna-se na parte mais descartável do seu programa revolucionário, muito provavelmente devido ao embaraçoso colapso das economias controladas do bloco Soviético.

Em vez disso, o que é essencial para o Marxismo Cultural é a eliminação das estruturas nacionais burguesas, a obliteração dos papéis sexuais, e a devastação total de "família patriarcal".

O Conservadorismo está infectado com o Marxismo Cultural

Não só o Marxismo Cultural existe, como parece estar a tomar conta o Conservadorismo Oficial. Devido a isso, mesmo enquanto Paris se encontrava a arder, a National Review ainda se encontrava a atacar a Direita. Na segunda ronda das eleições Francesas, Tom Rogan apelou a que se votasse em Emmanuel Macron segundo a lógica de que Marine Le Pen não era suficientemente hostil a Vladimir Putin, e que ela era uma "socialista" só porque "apoiava o proteccionismo".

O facto de Macron encontrar-se afiliado ao Partido Socialista, e de acreditar que não existe algo que se possa identificar como cultura Francesa, aparentemente não era um problema. [French election: American Conservatives Should Support Macron, April 24, 2017].

O Conservadorismo Oficial concorda com isto porque estes objectivos são parcialmente atingidos através de capitalistas corporativos, que apoiam de modo activo os planos sociais dos Esquerdistas e castigam comunidades inteiras se elas não estão suficientemente entusiastas com o casamento homossexual, líderes de escuteiros homossexuais, casas de banho para transgéneros, cidades santuárias, etc..

Devotada como está à ideia-cliché dos "livres mercados", a Direita Oficial não só não se opõe à agenda plutoratica, como em vez disso oferece cortes fiscais aos actores mais ricos e mais malévolos.

É precisamente porque o Marxismo Cultural pode sobreviver dentro da actual estrutura política e cultural que os nossos assim-chamados "conservadores" estão mais perto de se alinharem com a Nova Esquerda do que com a Antiga Direita. O comportamento dos nossos "capitães industriais" demonstra o quão profunda é a podridão e que o multiculturalismo faz agora parte do pensamento "democrático e liberal" Americano, chegando até a informar os nossos falsos "conservadores".

Actualmente, o "Conservadorismo" encontra-se definido como pensamento que fomenta guerras sem fim em nome de valores universalistas, valores esses que qualquer outra geração iria qualificar de pensamento radical esquerdista. E os próprios Marxistas Culturais obtiveram o poder de definir o que são os "valores Ocidentais" - por exemplo, a aceitação do homossexualismo.

A usurpação é tão completa que podemos até dizer que o "Marxismo Cultural" viveu para além da sua utilidade como qualificação ou como descrição de uma ideologia estrangeira hostil. De facto, estamos a lidar com "conservadores" que são, de muitas formas, mais extremistas e mais destrutivos que a própria Escola de Frankfurt.

Muitos conservadores parece acreditar que o Marxismo Cultural nada mais é que uma excentricidade estrangeira que de alguma forma se infiltrou no nosso país. O bestseller de Allan Bloom, "The Closing of the American Mind", contendeu que o multiculturalismo nada mais era que um exemplo da "Ligação Alemã". 

Isto é ridículo. 

Exemplo: ao contrário de Horkheimer, ou do meu antigo professor Herbert Marcuse, escritores importantes dentro do Conservadorismo Oficial são simpateticos a algo parecido com o "casamento" homossexual. Por exemplo:

Jonah Goldberg [Gay Marriage vs. goodwill, USA Today, 1 de Abril de 2013]
Jamie Kirchick, publicado no "National Review" e chegando a estar histérico em relação ao assunto.
John Podhoretz [Why John Podhoretz is Wrong on Gay Marriage, by Matthew Schmitz, First Things, 21 de Novembro de 2012]
David Brooks [The Power of Marriage, by David Brooks, New York Times, 22 de Novembro de 2003]

De facto, a emancipação é tão central para p conservadorismo moderno que os pundits da Direita Oficial apelam aos soldados Americanos que a imponham à força um pouco por todo o mundo. Kirchick queixa-se que nós ainda não pressionamos o "rufião" Russo (Vladimir Putin) de modo eficaz de modo a que ele aceite traços "conservadores" na vida pública tais como as paradas homossexuais.  [Why Putin’s Defense of “Traditional Values” Is Really A War on Freedom, by James Kirchick, Foreign Policy, 3 de Janeiro de 2014]

Outra frequente escritora do National Review, Jillian Kay Melchior, expressou preocupação que a retirada Americana da Ucrânia pode expor aquela região a um mior controle Russo, diminuindo assim os direitos dos transgéneros. [Ukrainians are still alone in their heroic fight for freedom, New York Post, 8 de Outubro de 2015].

Se é desta forma que a nossa Direita Respeitável reage aos assuntos sociais, então se calhar é ridiculo continuar a criticar os Marxistas Culturais originais. O nosso pensamento revolucionário ultrapassou o pensamento daqueles iconoclastas Judeus Alemães que criaram o Instituto de Frankfurt durante a década 20, e que mudaram o seu empreendimento para os Estados Unidos durante a década 30.

Culpar estes intelectuais há muito mortos pelas aberrações presentes pode parecer como culpar as atrocidades da Nacional Socialista aos fascistas Latinos de década 20. Estamos em melhor posição se examinarmos aqueles que adoptaram de modo selectivo o modelo original para saber o que realmente aconteceu.

Por este altura, não deveríamos perguntar se a Escola de Frankfurt continua a lançar uma sombra sobre nós, mas sim perguntar o porquê dos "conservadores" concordarem ou levarem a cabo reformas mais radicais do que aquelas encontradas nos escritos de Adorno e Horkheimer.

Claramente, a Conservadorismo Oficial divagou tanto para a Esquerda que nós já nem nos surpreendemos quando um respeitado jornalista conservador exalta Leon Trostky e os Comunistas da Brigada Abraham Lincoln da Guerra Civil Espanhola. 

No entanto, ainda é surpreendente observar o quão à esquerda a Direita Oficial se encontra actualmente em questões sociais. Ainda mais surpreendente é o quão pouco dispostos os membros deste movimento estão em ver a contradição entre este processo e a alegação de que são "conservadores".

E nem vale a pena fingir que o Conservadorismo Oficial está simplesmente a usar a abordagem da "Tenda Alargada". Aqueles que controlam a Direita Oficial a partir do topo estão ansiosos por entrar em algum tipo de acordo com a Esquerda, desde que aqueles que eles conseguirem recrutar partilhem da sua política externa intervencionista e beligerente e nada façam para ofender os benfeitores neoconservadores, ao mesmo tempo que lançam fora tudo o que se encontra à sua direita.

Este consenso pós-Cristão e pós-burguês encontra-se actualmente centrado nos Estados Unidos e nos países Ocidentais afiliados, e é transmitido através da cultura, da indústria, do sistema educacional, da burocracia do "Deep State", e através dos partidos políticos do Establishment.

A Direita Oficial opera como um partido fachada sob o antigo sistem Sovietico. Tal como esses partidos, a nossa Direita do Establisment tenta-se "encaixar" fragilizando aqueles à sua Direita e lentamente absorvendo as posições sociais e os heróis da Esquerda.

Ocasionalmente, esta "Direita" é alvo de ataques por não se mover rapidamente para a Esquerda. Mas isto só aumenta a imagem do Conservadorismo Oficial como os defensores da América tradicional contra a Esquerda - imagem essa que não irá perder mesmo quando se move na direcção do seu alegado adversário.

Resumidamente, o Conservadorismo Oficial não só é uma farsa, mas tem-se tornado também num fantoche do Marxismo Cultural. E a Direita Dissidente é composta por aqueles que conseguem ver exactamente isso.

Fonte: http://bit.ly/2ssiA9K

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O que se pode ler neste texto alinha-se com o que se pode ler neste texto, isto é, que todos os partidos do Establishment no Ocidente (e até alguns da Europa Oriental) são controlados pelas mesmas forças que sempre financiaram a Esquerda. O mesmo se aplica à maior parte das "grandes figuras" da "Direita" no ocidente visto que quase todas elas estão controladas e quase todas eles fazem o seu papel de impedir a ascensão duma Direita Nacionalista e proteccionista.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Como o Marxismo Cultural transformou a Inglaterra e preparou o caminho para o islão

Um dos bispos mais importantes da Igreja de Inglaterra avisou que o declínio dos valores morais Cristãos está a destruir a essência do que é ser Britânico (inglês: "Britishness") e a criar um "vácuo moral" que está a ser preenchido pelo islão radical. O Bispo de Rochester, o Rt Rev Michael Nazir-Ali, alegou que a revolução "social e sexual" dos anos 60 levou a um declínio acelerado da influência do Cristianismo na sociedade, algo que os líderes eclesiásticos não souberam resistir.

Nazir acrescentou que no lugar da influência Cristã, a Grã-Bretanha ficou agarrada a uma doutrina de "indulgência infindável" que levou à destruição da vida familiar, aumento dos níveis de consumo de drogas e de álcool, e violência gratuita nas estradas. O bispo avisa que as frases-feitas dos políticos modernos em torno do respeito e da tolerância não são suficientemente fortes para prevenir o colapso das virtudes tradicionais; ele avisou ainda que o islão radical está agora a mover-se para preencher o vazio gerado pelo declínio do Cristianismo.

As suas alegações, publicadas num artigo presente na revista política Standpoint, chegaram poucos dias depois dele ter acusado a Igreja de Inglaterra de ter falhado na sua obrigação de converter os muçulmanos britânicos ao Cristianismo. O Dr Nazir-Ali alega que a Grã-Bretanha, que era no passado "uma turba de tribos mutuamente hostis" nunca se tornaria no império global que foi sem a chegada do Cristianismo. Mas ele afirmou também que a influência da Igreja começou a desaparecer durante os anos 60, citando um académico que culpa a perda "de fé e piedade por parte das mulheres" como um dos passos para o declínio da frequência religiosa Cristã.

Ele afirma que os estudantes Marxistas encorajam uma "revolução social e sexual" perante a qual os teólogos liberais e os líderes da Igreja "capitularam de todo". 

Esta é a situação que criou um vácuo moral e espiritual dentro do qual nós nos encontramos agora. Embora o consenso Cristão tenha sido dissolvido, com a excepção da auto-indulgencia perpétua, nada mais foi colocada no seu lugar.

O bispo, que recebeu ameaças de morte no princípio deste ano depois de ter afirmado que algumas partes da Grã-Bretanha haviam-se transformado em "no-go zones" [ed: zonas onde um grupo étnico ou religioso impede ou dificulta a interferência de outros] para os não muçulmanos, afirmou que o Marxismo foi exposto como algo sem nexo, mas continuou afirmando:

Hoje nós deparamo-nos com outra ideologia igualmente séria, o islamismo radical, que alega também ser abrangente no seu alcance.

Questionado sobre as armas com as quais seria possível lutar nesta "batalha ideológica", o bispo disse que os valores propagados pelos políticos tais como o "respeito, tolerância e bom comportamento, dificilmente são os mais adequados para a tarefa perante nós."

As consequências da perda deste discurso estão manifestas para todos verem: a destruição da família devido a alegada paridade entre as diferentes formas de vida; a perda da figura paterna (especialmente para os rapazes) porque o papel dos pais é considerado ocioso; o uso de substancias (incluindo o ´álcool); a perda do respeito pela vida humana o que conduz a ataques horríveis e negligentes às pessoas.

O bispo acrescentou que a hospitabilidade Cristã foi substituída pela "ultramoderna e insegura" doutrina do multiculturalismo, que permitiu que os imigrantes criassem "comunidades segregadas e vidas paralelas".

Ela afirmou ainda que, apesar de muitos valores respeitados pela sociedade, tais como a dignidade da vida humana, a igualdade e a liberdade, serem baseados nos valores Cristãos, eles não permanecerão para sempre sem a coluna Cristã, e o novo sistema de crenças pode estar fundamentado em valores distintos.

O islamismo radical, por exemplo, colocará ênfase na solidariedade da umma (comunidade muçulmana mundial) em detrimento da liberdade do indivíduo. (...) Em vez das virtudes Cristas da humildade, disponibilidade e sacrifício, poderão existir valores como a honra, a piedade e a importância de se "manter as aparências"

Numa crítica implícita ao Arcebispo de Canterbury por este ter afirmado que era inevitável a adopção de  algumas partes da lei islâmica

Reconhecer a sua jurisdição em termos de uma lei pública é algo cheio de dificuldades precisamente por as mesmas são o efeito dum conjunto de assumpções distintas das nossas tradições legais.

Nazir disse ainda que a Igreja de Inglaterra tem que reter a sua importância na vida pública nesni que ela não mantenha o privilégio de ser a igreja oficial.

É importante entender de onde nós viémos como forma disso nos guiar para onde vamos, e trazer-nos de voltal na eventualidade de nos afastarmos demasiado do caminho do destino nacional.


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Na verdade, o islão não veio preencher o vazio deixado pelo Cristianismo mas sim o vazio deixado pelo esquerdismo social. Há já muito tempo que o Cristianismo deixou de ser uma influência séria no Reino Unido.

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Adoração do feminino nas igrejas

Nem as mulheres cristãs estão imunes ao lixo feminista. Vejam os vídeos seguintes [Fonte] e vejam como a ideologia que os MRAs cristãos combatem no mundo secular já se infiltrou nas igrejas.

Citação chave:

Tu és uma Princesa; tu foste chamada para dominar; tu foste chamada para reinar e como tal foste ordenada para agir sobre estas promessas!



Satanás prometeu a Eva: "Tu vais ser como Deus"; a Cristandade (! = Cristianismo) está a cumprir essa promessa. Estas "princesas" estão a receber a adoração que tanto almejam. Pelo menos Satanás não foi suficientemente longe alegando que as mulheres sejam adoradas como deusas. (Bem, pelo que se vê, ele já levou algumas "moças de família" a pensar que sim.)

Portanto, jovens cristãos, façam-se homens e casem-se com estas princesas de modo a que elas possam reinar sobre o universo tal como elas foram ordenadas.





sábado, 26 de fevereiro de 2011

Os planos da Irmandade Muçulmana assemelham-se aos do marxismo cultural

Esta é então a nossa estratégia,” afirmou o Presidente Bush há alguns anos: “Nós vamos lutar contra eles como forma de evitar lidar com eles nos Estados Unidas da América.” Ele falava de jihadistas, claro.

Mas o ex-presidente aparentemente não sabia que a luta já decorre nos EUA. A evidência disso são documentos de 1991 que o FBI encontrou quando fez uma rusga à casa de um suspeito em Virgínia.

Este "memorando explanatório" traça o "propósito estratégico" para a operação da América do Norte da Irmandade Muçulmana ("Ikhwan"). Eis aqui o parágrafo chave:

O processo de instalação [do islão nos EUA] é uma processo "Civilizacional-Jihadista" com tudo o que a palavra significa.

A Ikhwan tem que entender que o seu trabalho na América é uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos] de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões.

Sem este nível de percepção, nós não estamos prontos para este desafio e não estamos prontos para a Jihad.

É o propósito do muçulmano executar a jihad onde quer que se encontre e onde quer que ele se fixe até a hora final chegar, e não há escapatória a esse propósito excepto para aqueles que escolhem desleixarem-se.

O documento de 18 páginas delineia uma estratégia a longo prazo que descreve o plano compreensivo da Irmandade Muçulmana no seu propósito de se estabelecer na sociedade civil, começando com o financiamento e o controlo das organizações muçulmanas americanas como forma de unificar e educar a comunidade muçulmana - isto como forma de preparar a dita comunidade no estabelecimento do estado islâmico global governado pela Sharia.

Soa a teoria da conspiração mas é real. Husain Haqqani, o principal do Centro de Relações Internacionais da Universidade de Boston (e um antigo muçulmano radical), confirma que a Irmandade "tem gerido as principais organizações muçulmanas nos EUA" como parte do plano delimitado no documento estratégico.


É devido a coisas como estas que se vê que o islão é uma teoria política e não uma religião no verdadeiro sentido da palavra. O seu propósito é o controlo político do mundo sob a bandeira de Allah. Quem se insurgir à "pax islamica" vai ser vitimado.

Os seus planos são planos políticos e não espirituais. A sua estratégia é uma estratégia usada por organizações políticas e não algo que se esperaria dum líder religioso preocupado com a transformação interior de cada indivíduo. A sua forma de governação é a emulação do mesmo sistema de governação que existia na Arábia Saudita no século VII. Qual é a espiritualidade nisto?

Outra coisa que se nota é quão semelhante é a forma de subversão existente entre os muçulmanos e os comunistas: infiltração e destruição. Eles não propõem um ataque frontal (guerra organizada) porque o Ocidente é superior ao islão e às nações (ainda) comunistas. Como não podem vencer em guerras convencionais, os mesmos (muçulmanos e marxistas) optam pela destruição das estruturas que sustentam a superior Civilização Judaico-Cristã: família, patriotismo, governação da lei, etc, etc.

Conclusão:

A Irmandade Muçulmana é uma organização forte com planos bem estabelecidos. O seu objectivo é a implantação do Islão no Ocidente. Todos aqueles que julgam que é possível negociar com organizações ligadas a esta organização tudo o que fazem é uma "hudna" (estado de paz até que os muçulmanos estejam suficientemente fortes para voltar a atacar).

Mas como o mundo é governado por pessoas com o mesmo ódio anti-Cristão que o islão tem, todas as evidências que mostram os propósitos anti-ocidente da Irmandade Muçulmana vão ser ignoradas.

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