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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A elite usa as mulheres para controlar os homens

Há uns ano atrás, na empresa onde eu trabalhava, só havia homens na minha secção. Como é normal em secções 100% masculinas, havia conversas e comportamentos que nunca seriam tidas ou executados na presença do patrão ou na presença duma mulher

Só que um dia, um dos colegas resolveu (talvez por acidente) agir dessa forma na presença do dono da empresa.  O mesmo não gostou e disse uma coisa que toda a gente entendeu, mas sem saber bem o porquê:
Vocês querem que eu coloque uma mulher aqui no meio de vocês?
Basicamente o que o patrão estava a dizer é que ele conseguiria controlar o nosso comportamento durante a sua ausência bastando para isso colocar uma mulher no nosso meio; ele sabia que a presença duma mulher seria suficiente para reduzir ou alterar a expressão da nossa masculinidade.

O que este ex-patrão tencionava fazer (que, felizmente, nunca chegou a acontecer) é o que as elites um pouco por todo o lado fazem a nível nacional: destruir os locais 100% masculinos como forma de controlar os homens, e torná-los menos susceptíveis de fazer qualquer tipo de oposição às elites.

Normalmente, as mulheres não fazem oposição aos governos; isso é feito quase sempre por organizações masculinas. Como tal, é do interesse das elites (que controlam os governos) atacar a masculinidade, e consolidar o seu poder.

Um bom exemplo disso é  imagem que se segue, que é uma junção de dois cartazes de recrutamento militar no Japão:


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- Minds.com
- Medium.com

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Camille Paglia e as virtudes masculinas


Camille Paglia está muito longe de ser uma tradicionalista. Ela é uma erudita feminista que eu já critiquei no passado devido ao seu niilismo vitalista (ver aqui e aqui). Mas mesmo assim, ela é uma pensadora independente que tece críticas válidas ao modernismo liberal.

Na sua mais recente entrevista, Paglia voltou a criticar a ideia liberal de que as distinções sexuais são uma construção opressora que têm que ser abolidas. Mesmo quando ela era um jovem académica, ela não aceitou a negação das distinções biológicas entre os homens e as mulheres:
Houve um momento em que ela [Paglia] "mal conseguiu suportar todo o jantar" quando saiu com um grupo de professoras de estudos femininos do "Bennington College", local onde ela teve o seu primeiro emprego como professsora, que insistiram que não havia qualquer tipo de diferença hormonal entre o homem e a mulher. "Eu saí antes da sobremesa." 
Paglia acredita que a negação das distinções sexuais levaram à desnaturação do homem e da mulher, e a uma cultura que "não permite que as mulheres sejam mulheres" e que deixa os homens "sem exemplos de masculinidade."

Eu já falei um bocado sobre isso aqui neste blogue. O que é diferente é que a Camille Paglia prossegue, fazendo uma ligação entre a "neutralização da masculinidade" com o declínio civilizacional. Segundo Paglia, "O que estamos a observar é a forma como uma civilização comete suicídio." Para Paglia, o mundo seria bem melhor se mais políticos fizessem serviço militar:
Dentro da classe elitista, quer seja nas finanças, na política e assim por adiante, nenhum deles fez serviço militar - quase nenhum, porque ainda há uns poucos. Mas já não há prestígio associado ao serviço militar. Isso é receita para desastre.
Por razões que irei explicar de seguida, acredito que os seus instintos estão no caminho certo aqui, embora ela não dê uma explicação convincente para a sua posição. Ela diz o seguinte da actual colheita de políticos:
Estas pessoas não pensam de uma forma militar, e como tal, há esta ilusão de que as pessoas são basicamente simpáticas, e que se nós formos gentis e benevolentes com todos, eles também o serão. Eles não têm percepção nenhuma do mal e da criminalidade.
Eu não acredito que este seja o ponto fulcral em jogo. Primeiro, deixa-me dizer que, desde que a ideologia estatal seja o liberalismo, não interessa qual é o calibre do líder que existe. Um melhor líder colocaria o seu talento ao serviço dos propósitos errados.

No entanto, eu sou de opinião de que a sociedade moderna tende a produzir líderes que estão presos no nível material. Eles tendem a ser tecnocratas: "homens económicos" que estão mais fortemente orientados para os resultados materiais tais como o PIB, e que olham para a nação como um veículo para estabelecer poder e influência internacionalmente ou remodelar a sociedade doméstica segundo linhas orientadoras fortemente ideológicas. Estes líderes querem estabelecer um estado administrativo que, em prol dum funcionamento racional e equitativo, preferem lidar com as pessoas como unidades abstractas e intercambiáveis​​.

Portanto, mesmo que se consiga substituir o liberalismo como ideologia estatal, nós ficamos mesmo assim com a tarefa de produzir líderes com uma mentalidade melhor que esta. Precisamos duma classe de elite que tenha sido educada para ascender para cima do crude nível de pensamento material  (a para cima da ideologia reducionista).

A pergunta é: como é que isto pode vir a ser feito?

Uma das formas é permitir que os rapazes e os jovens pertençam a fraternidades dos mais variados tipos visto que isto tende a desenvolver virtudes tais como a lealdade, a coragem, a honra, a auto-disciplina, bem como um sentido de história e tradição. O exército é uma das instituições que têm algumas das características duma fraternidade (pese embora o facto dos exércitos dos países Ocidentais estarem a ser feminizados) - e é por isso que eu penso que o instinto de Camille Paglia está parcialmente correcto.

As escolas também podem agir como fraternidades, embora apenas sob algumas condições. Se uma escola para rapazes tem uma história longa, boas instalações, uma boa tradição desportiva, funcionários maioritariamente machos (e masculinos), e a habilidade de executar disciplina, então ela é mais susceptível de ter as raízes duma cultura fraternal entre os rapazes. As equipas desportivas funcionam como fraternidades; o mesmo pode ser dito de organizações de actividade tais como os escuteiros; tal como os cadetes; tal como organizações de serviços; tal como organizações de ajuda tais como os salva-vidas. Até as ocupações masculinas e locais de trabalho podem ter o mesmo efeito.

Não é de estranhar que o sentido da virtude masculina esteja em declínio, dado que a maior parte das fraternidades foram feminizadas. Até os escuteiros ["boy scouts"] tiveram que abdicar da parte "boy" da sua existência.

Não estou a sugerir que as fraternidades são suficientes para gerar uma elite com maior qualidade, no entanto, eu acredito que elas fazem parte do processo que pode atingir este objectivo - de colocar os homens a pensar para além do materialismo ou individualismo hedonista. Essa foi parte da razão da sua existência - o cultivo da virtude masculina - dentro da tradição Ocidental.

* * * * * * *
O problema é que que a destruição da masculinidade faz parte da agenda politica globalista - principalmente, ou quase exclusivamente, da masculinidade do homem branco. E é aí que entram a agenda feminista e a agenda gayzista.



sábado, 29 de dezembro de 2012

Sistema de ensino inglês favorece as meninas e prejudica os rapazes

Fonte

Na sua ânsia de promover a ideologia feminista, o sistema educacional [inglês] está a prejudicar os rapazes. Qualquer sucesso masculino actual é visto como uma vantagem sexual, e não algo resultante de trabalho árduo ou do direito humano de prosperar. Os rapazes são amorosos, carinhosos, inteligentes, engraçados e inocentes, mas a sociedadde raramente lhes dá credito por isto. Em vez disso, é-lhes dito que eles são estupidos, emocionalmente atrofiados, depravados e violentos, estabelecendo assim o destino social dos rapazes mesmo antes deles abandonarem a escola.

O vídeo que se encontra mais embaixo descreve a experiência pessoal dum rapaz que esteve dentro do sistema educacional inglês entre 1997 a 2006. O mesmo foi baseado no conteúdo dum post online do utilizador "Duran", do fórum antimisandry.com. A transcrição, que é uma versão resumida do post original, encontra-se a seguir ao vídeo.




Nasci no ano de 1991, dentro duma família feliz; tinha uma irmã seis anos mais velha, e dois pais amorosos. O meu pai era o provedor da família e a minha mãe, que era doméstica, costumava levar-nos para a escola, ir-nos buscar quando estavamos doentes - basicamente, ela fazia as coisas de mãe.

Os meus primeiros anos escolares foram bons e a minha educação excelente; eu tinha notas elevadas, jogava futebol na equipa da escola e às vezes practicava  boxe. O meu pai e o meu avô (pai do meu pai) eram ambos pugilistas, e o tempo de união que passava com o meu pai no ginásio era fantástico.  A vida não poderia ser melhor.

À medida que ia chegando ao final da minha escola primária, comecei a notar uma tendência estranha; a minha família parecia ser uma minoria. Quando eu ficava em casa de amigos, eram quase sempre mães divorciadas ou apenas mães solteiras a olhar pelos meus amigos. Nunca prestei muita atenção a isso porque tinha só 6-11 anos, mas sempre perguntei aos meus amigos "Onde está o teu pai?"

Enfim, continuando para a minha transição para a escola secundária, foi aí que as coisas mudaram para pior. A escola secundária na Inglaterra engloba as idades que vão dos 11 aos 16 anos; não sei como é nos outros países.

Mal as aulas começaram, e naquela tenra idade, imediatamente foram-nos ensinadas as atrocidades que o homem ocidental havia feito contra todos os outros povos.  Nós fomos, literalmente, e sem exagero, ensinados a ter vergonha de nós próprios, do nosso sexo, e da nossa cultura, ao mesmo tempo que era ensinado às raparigas o quão fabulosas as sufragistas eram, e que sem elas, as raparigas ainda estariam debaixo da tirania dos homens malignos.

Lembro-me duma situação particular numa aula de História onde as professoras e as estudantes encontravam-se todas a rir da estupidez dos rapazes e dos homens. Enquanto as meninas todas se riam, lembro-me da professora ressalvar que "todos os homens tinham que lutar nas guerras, mas as mulheres não tinham. Mas eram sempre os homens quem começava com as guerras!" Lembro-me de olhar para os lados, para os rapazes, e vê-los sentados, estáticos, olhar vazio na face, dizendo nada.

Foi então que me apercebi! Eu também estava a fazer a mesma coisa que eles: nada.

No entanto, havendo sido submetido (pelo sistema de educação) a anos de politicamente correcto e auto-vergonha, não tinha conhecimentos para refutar o que me era dito. Tudo o que elas me diziam parecia ser verdade. Se não fosse o meu pai a ensinar-me desde a tenra idade sobre os feitos dos grandes homens do passado, eu realmente penso que seria mais um pateta triste indoutrinado pela ideologia feminista.

Esta experiência era, no entanto, um dos problemas que eu e os outros rapazes enfrentávamos por esta altura. Outro problema é que não só nós fomos ensinados a ter vergonha no nosso sexo, como fomos ensinados a ter vergonha da nossa raça. Sim, se tu eras um rapaz branco, Deus te livre, mas esperavam-te tempos difíceis: horas e horas de todas as atrocidades e crimes que os nossos antepassados infligiram aos Africanos, aos Nativos Americanos, ao povo Judeu, e, claro, às mulheres (porque as mulheres [brancas] não faziam parte do mal que os brancos haviam feito).

Não havia UMA ÚNICA menção de todo o bem que haviamos feito; só o mal. Se por acaso eles diziam algo de bom que o homem branco havia feito, eles nunca ressalvavam o facto disso ter sido feito por um homem branco. Só quando eles envergonhavam é que gostavam de ressalvar as características da pessoa ou grupo de pessoas que estavam a envergonhar.

Enquanto isto decorria, nós tinha o Mês da História Negra para celebrar os feitos da cultura negra e dos negros em geral. Eu não só não tenho problemas nenhuns com isto, como acho fantástico que as pessoas possam celebrar a sua própria cultura. Mas isso trouxe-me ao pensamento uma coisa: quando é que nós teremos permissão para celebrar e ter orgulho na nossa cultura [branca]? A resposta? Nunca, visto que isso é politicamente incorrecto e essa linha de pensamento produz uma nação de Nazis, aparentemente.

Depois disto tudo, reparei numa mudança em mim: tornei-me apático, preguiçoso, desmotivado e eu, que aos 11 anos tinha notas que me colocavam no grupo dos 5% de topo do país, passei a ter notas que me colocavam no extremo oposto. Lembro-me que aos 11 anos era suposto ter só A* [ed: nota mais elevada] e ter As nas provas GCSEs [General Certificate of Secondary Education]. Bem, saí daquela escola sem um único GCSE. E porquê? Porque deixei de me importar com a escola; havia dias que nem aparecia porque já não aguentava mais. Era horrível ser descriminado desta forma pelas pessoas que não só nos deveriam estar a ensinar de modo objectivo, como também a dar uma educação normal.

Quando o meu pai se apercebeu que havia algo de errado, já era tarde demais para se fazer alguma coisa. Isto ocorreu nos últimos seis meses do ano, e a escola nunca avisou o meu pai da queda drástica nas minhas notas e da minha falta de comparência. Estes sentimentos não eram só meus; posso dizer que 90% dos rapazes que estavam no mesmo ano que eu não terminaram o ano com mais do que 1 ou 2 GCSEs. 

Por outro lado, muitas raparigas - na verdade, a maioria - acabou a escola com notas incríveis. Uma rapariga de quem eu gostava muito terminou o ano com 3 estrelas A, se bem me lembro. Ah, e a minha irmã não só terminou a escola primária com notas altas, como deu continuidade a essas notas altas pela escola secundária, terminando-a com notas muito elevadas - tudo As e Bs.  Ela prosseguiu para os níveis A e estava a caminho de se tornar muito bem sucedida, aprendendo muitas línguas tais como o Alemão e o Latin, quando ela decidiu abandonar isso tudo, e concentrar-se em criar uma família.

Para a geração mais antiga que se encontra por aí: gostaria de vos dizer que isto é o que aconteceu com quem cresceu no sistema de educação dos anos 1997-2006. Claro que não posso dizer se isto acontecia em todas as escolas uma vez que eu não tinha forma de saber isso. Mas se todas as escolas eram como a minha, então estamos com problemas sérios. Fiquei a saber recentemente que os homens mais jovens recebem menos que as mulheres com idades entre os 20 e os 29.

A minha pergunta é: o que é acontecerá quando a minha geração tiver que viver no seu espaço neste mundo? Daquilo que sei da minha experiência, e dos factos ao meu redor, a maioria dos rapazes da mesma faixa etária que eu ou estão desempregados ou a desempennhar trabalhos básicos como reposição de prateleiras, escavação ou outro trabalho servil.

De forma literal, nós criamos uma geração de homens que têm ódio a si mesmos, sem uma figura paterna nas vidas, e mesmo os que têm uma figura paterna como eu, são prejudicados de forma dura pelo que têm que suportar da parte do sistema educacional. Honestamente, estou muito interessado em ver o que acontecerá nos próximos 20 anos. Será que as feministas se aperceberão que a sua auto-gratificação condena esta geração de homens, já de si destruída e ostracizada e com poucas hipóteses de ver todo o seu potencial de vida desenvolvido?

Eu fui um dos poucos que não ficou surpreso com os motins que ocorreram no Reino Unido; isto era algo pronto a acontecer. Era suposto esta geração de homens ser a espinha dornal do nosso futuro. Gostaria muito de saber o que a geração de homens mais velha pensa deste estado de coisas, e o que pensam da forma como os seus filhos têm sido tratados pelo sistema educacional e pela sociedade no geral.

Ah, e antes que alguém me acuse de culpar o sistema de Educação pelos meus fracassos, o meu pai  inscreveu-me numa escola só com rapazes, onde obtive 7 As nos GCSEs no meu primeiro ano (depois da escola mandatória ter terminado). Mais tarde passei por dois anos de "A levels" onde obtive 5 em todos eles. O que eu contei não é uma história para que alguém tenha pena de mim. Eu estou realmente interessado em saber o que vocês pensam que irá acontecer se o cenário por mim descrito é o mesmo que se verifica junto da maioria dos rapazes em crescimento.
..........
A produção deste vídeo foi um esforço conjunto entre Andy Man e Archi.

* * * * * * *

Não é difícil prever o futuro se este estado de coisas se mantiver; os rapazes continuarão a abandonar  as escolas, e a obter empregos abaixo das suas capacidades, ao mesmo tempo que as mulheres continuaráo a ser artificialmente elevadas, só para escolherem profissões tais como professoras de Inglês, Sociologia ou Psicologia (e mais tarde, abandoná-las para constituir uma família).

As profissões STEM [Science, Technology, Engineering, Mathematics], tradicionalmente mais masculinas, continuarão a perder pessoas dispostas ou capazes de trabalhar nelas. [As mulheres têm a liberdade e a capacidade de trabalhar nestas áreas, mas elas normalmente escolhem áreas mais de acordo com a sua natureza empática e relacional.]

Isto tudo, note-se, como consequência da feminização do sistema de ensino como forma de colocar as mulheres no mercado de trabalho - quer elas queiram ou não queiram.  

Isto é o feminismo a destruir a vida de homens, mulheres e crianças.



domingo, 25 de novembro de 2012

O egoísmo por trás da inversão dos papéis sexuais

Talvez este seja um dos motivos por trás da feminização do homem.

Qualquer pessoa - homem ou mulher - que aspire ascender para a posição de topo como director-executivo (C.E.O. = chief executive officer) precisa dum largo sistema de apoio. A professora de Administração de Empresas de Harvard, Rosabeth Moss Kanter, afirmou o seguinte num artigo presente no New York Times:

Era costume dizer que os homens precisavam duma mulher em casa e de outra mulher no escritório - a tradicional secretária. Hoje, as mulheres [que querem ser CEOs] precisam da mesma coisa: uma assistente no trabalho e um marido caseiro, ou pelo menos, um marido flexível e apoiante.

Quando lhe perguntaram o que é que os homens poderiam fazer para ajudar a mulher a avançar no seu papel de liderança, a srª Kanter, autora do influente “Men and Women of the Corporation,” respondeu, "Lavar a roupa."

Ainda existe um estigma social sobre o marido caseiro, ou o marido não-tão-bem-sucedido, que as mulheres não enfrentam. Os peritos em administração de empresas afirmam que isso tem que mudar se as mulheres querer ser proporcionalmente representadas com números e talento nos empregos de topo.
Kanter acrescenta:

As mulheres nunca dirão, 'O meu marido não foi tão bem sucedido como poderia ter sido porque esteve a apoiar-me'. Isso seria visto como uma tentativa de rebaixá-lo. Mas quando as coisas são invertidas, os homens dizem, 'Realmente, ela ajudou-o.' As pessoas dizem 'Não é uma maravilha que ele tenha alguém que lhe permita focar-se no trabalho?'

Isto é culturalmente valorizado.

As estatísticas sugerem que as pessoas que aspiram chegar ao topo dos empregos empresariais têm que ter um marido/mulher, parceiro/a ou alguém disposto a dedicar-se à sua carreira.

Embora isto seja senso comum, o mesmo senso comum normalmente vai de férias quando se fala em namoros e relacionamentos. Embora os machos alfa se sintam atraídos pelas mulheres alfa [mulheres bonitas], os relacionamentos mais comuns e mais bem sucedidos ocorrem quando os parceiros têm papéis distintos. Se ambos trabalham 60 horas por semana, ninguém tem algo para dar ao relacionamento.

Um/a director-executivo precisa mesmo duma parceira/dum parceiro paciente, apoiante e compreensivo/a que fique ao seu lado. Por isso é que este é um princípio fundamental do meu treino em torno de relacionamentos: namorem pessoas que sejam vossas complementares e não vossos clones.

* * * * * * *

Esta é sem dúvida uma hipótese interessante. As mulheres masculinizadas (feministas) aspiram obter o prestígio, poder e rendimento dos machos alfa sem ser através do casamento, como era no passado. Mas para concretizarem as suas aspirações profissionais, elas precisam que alguém fique em casa e dê o apoio necessário à sua carreira. Como elas não querem ficar, tem que ser outra pessoa.

Portanto, um dos propósitos da feminização do homem, para além de torná-lo numa cópia aberrante da mulher - e desde logo mais facilmente subjugado por ela - é "educá-lo" de modo a que ele venha a preencher o lugar doméstico deixado vazio pela mulher carreirista.

O que isto demonstra é que, contrariamente ao que foi dito durante grande parte dos últimos 30/40 anos, existem papéis claros e distintos dentro do casamento.  O que se passa é que, embora não exista qualquer tipo de movimento masculino que vise separar os homens do seu papel tradicional, dentro dum casamento tradicional, existem vários movimentos esquerdistas que tentam "libertar" a mulher dos seus papéis tradicionais, colocando o homem feminizado no seu lugar.

Ou seja, o feminismo é que uma ideologia que visa separar a mulher das suas responsabilidades sociais (maternidade, educação, esposa fiel)  ao mesmo tempo que apregoa combater em favor duma efémera e mentirosa a "igualdade." Essencialmente, elas não estão dispostas a desempenhar os papéis associados ao seu sexo, mas querem reter as regalias que são associadas às mulheres que querem desempenhar o mesmo papel que elas se recusam a desempenhar.

Como fiz F. Roger Devlin:

(...) nunca foram as mulheres em si que desfrutaram de elevado estatuto mas sim os papéis sociais associados a elas - primordialmente, os papéis de mãe e de esposa. Nascer fêmea (ou macho) é meramente um facto natural sem qualquer valor moral intrínseco; mas levar a cabo papéis sociais envolve esforço e, muitas vezes, sacrifício.

Consequentemente, o respeito conferido às mulheres não era um direito de nascença, mas sim algo reservado às mulheres que realizavam as suas obrigações femininas. Entre estas obrigações, a fidelidade matrimonial era de importância suprema - tanto assim que na nossa língua, termos gerais como a virtude e a moralidade têm sido especificamente usados para se referirem à fidelidade sexual nas mulheres. Isto não se deve a puritanismo irracional, como os apóstolos da emancipação imaginavam, mas sim ao reconhecimento de que tudo o que é preciso para destruir uma raça e uma civilização é a recusa feminina em ser uma fiel mãe e esposa.

Conclusão:

Ficamos a saber, portanto, que, para além de toda a sinistralidade associada à educação "sem género", existe também uma elevada dose de vaginocentrismo tão característica do movimento feminista. Os homens estão a ser alterados não porque havia algo de extraordinariamente errado neles, mas sim porque o "novo homem" serve melhor aos interesses da elite esquerdista e feminista. (Tudo gira em volta do que é bom para a elite feminista, mesmo que seja mau para as mulheres)

O consolo de quem se levanta contra este movimento misândrico é a certeza de que, devido à sua natureza anti-natural (e não só), estas medidas e atitudes anti-homem não durarão muito tempo. Quando a elite esquerdista - aquela que financia o feminismo - finalmente obtiver o que quer , eles livrar-se-ão do movimento feminista e voltarão a impor o mais estrito patriarcado.

Por essa altura não haverá mais "marchas das vadias", nem promoção do carreirismo junto das mulheres. Quando essa hora chegar, as feministas comuns abrirão os olhos, e verão que foram duplamente enganadas - tanto pela elite globalista como pela elite feminista. Mas para elas, infelizmente, já vai ser tarde demais.

Não erreis; Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso, também, ceifará.
Gálatas 6:7
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Adoração do feminino nas igrejas

Nem as mulheres cristãs estão imunes ao lixo feminista. Vejam os vídeos seguintes [Fonte] e vejam como a ideologia que os MRAs cristãos combatem no mundo secular já se infiltrou nas igrejas.

Citação chave:

Tu és uma Princesa; tu foste chamada para dominar; tu foste chamada para reinar e como tal foste ordenada para agir sobre estas promessas!



Satanás prometeu a Eva: "Tu vais ser como Deus"; a Cristandade (! = Cristianismo) está a cumprir essa promessa. Estas "princesas" estão a receber a adoração que tanto almejam. Pelo menos Satanás não foi suficientemente longe alegando que as mulheres sejam adoradas como deusas. (Bem, pelo que se vê, ele já levou algumas "moças de família" a pensar que sim.)

Portanto, jovens cristãos, façam-se homens e casem-se com estas princesas de modo a que elas possam reinar sobre o universo tal como elas foram ordenadas.





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