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sábado, 23 de março de 2013

Feminismo sueco coloca vidas em risco

Desde o final dos anos 90 do século passado que a Suécia implantou uma política equalitária nas associações de bombeiro do país, o que exigiu uma redução dos padrões físicos como forma de trazer mais mulheres.

Só que segundo a "Dispatch International" (revista sueca), as mulheres bombeiras demoram dez vezes mais tempo para arrombar uma porta reforçada, tempo esse que mataria a maior parte das pessoas que se encontrassem dentro do apartamento em chamas:
Se um apartamento começa a arder, os bombeiros têm que chegar ao local rapidamente para te salvar. Uma porta dum apartamento comum pode ser forçada (arrombada) em cerca de 10/20 segundos; uma porta reforçada, por sua vez, exige entre 45 a 60 segundos para ser forçada.
Informações vazadas recentemente revelaram que as mulheres bombeiras demoram mais de 10 minutos para destruir uma porta reforçada. 
Se isto é verdade, o assunto é profundamente sério uma vez que depois de todo esse tempo, não haverá qualquer vida pronta para ser salva do outro lado da porta," afirma Henrik Persson, chefe do departamento de bombeiros de Höganäs.
Depois do artigo da "Dispatch International" (26 de Janeiro; sem edição inglesa) ter revelado como a agitação em torno da divertsidade dentro da "Emergency Services South" coloca vidas em risco, os editores receberam diversas dicas do quão más as coisas estão dentro das forças suecas de combate ao fogo. A situação parece ser pior na cidade de Lund, onde as forças locais foram listadas como "exemplares" devido ao facto de existir um equilíbrio sexual quase perfeito [ed: isto é, devido ao facto de haver quase tantas mulheres como homens].
Infelizmente para os suecos, a condição dos bombeiros parece estar a piorar à medida que o país gradualmente se torna como o resto do mundo (isto é, mais diverso), o que motivou muitos suecos a reforçar a sua segurança e, consequentemente, a aumentar o tempo necessário para destruir as portas.
Henrik Persson diz:
As condições para salvar as vidas que se encontram nos edifícios estão a piorar de forma progressiva. Hoje em dia é mais comum encontrar portas de segurança das mais variadas classificações quando tentamos entrar num apartamento.
Forçarmo-nos através duma porta de segurança requer muito esforço físico e trabalho de equipa, e isto sob constrangimentos temporais enormes. E embora eu nada saiba do caso específico de Lund, onde as mulheres demoraram onze minutos para forçar uma porta de segurança, eu estou bem ciente que a competência encontra-se em queda em várias áreas simplesmente porque as exigências físicas foram reduzidas.
Pode uma pessoa sobreviver 11 minutos numa casa em chamas?
Não. Teoricamente, depois de 11 minutos já não há qualquer vida para ser salva do outro lado da porta.
Quantas vidas vale a igualdade? Esta é uma pergunta inteiramente justa uma vez que a dada altura temos que ressalvar que o direito à vida está a ser esmagado  pelo previlégio moderno de fingir que os homens e as mulheres são exactamente iguais em termos de habildade. Infelizmente, duvido que surja uma resposta à pergunta.


* * * * * * *

Ficam aí as perguntas para as feministas: vocês preferem um corpo de bombeiros 100% masculino, e, desde logo, mais eficiente (visto que essa actividade envolve esforço físico, e fisicamente os homens são claramente superiores às mulheres) ou preferem que se imponha a igualdade sobre esta área tão vital da sociedade, e se coloquem mulheres fisicamente inferiores nas forças de combate aos fogos de modo a que elas fiquem bonitas e fotogénicas nos posters e nas fotos dos jornais, embora qualquer pessoa saiba que quando as coisas correrem mal, é por homens que as pessoas em perigo clamam?

Os comentadores deste blogue já ressalvaram isto, mas é sempre bom lembrar:
  • Os homens são fisicamente superiores às mulheres.
  • Actividades e profissões que dependem da força física são melhor executadas pelos homens. Logo, como forma de se aumentar a eficiência, talvez não seja má ideia ter só homens a desempenhá-las.
  • Uma vez que há vidas inocentes em jogo, é perfeitamente lógico não contratar mulheres fisicamente incapazes (ou homens fisicamente incapazes) para as forças de combate ao fogo.
  • O imperativo da "igualdade" não deveria ter qualquer lugar numa sociedade funcional visto que a) os homens e as mulheres não são iguais, b) tal ideologia coloca vidas em perigo.
Como dito num passado recente, o esquerdista comum não se move perante as evidências. Para uma feminista, o facto das mulheres demorarem em média DEZ VEZES MAIS TEMPO para arrombar uma porta reforçada (e o tempo ser absolutamente vital para salvar vidas inocentes), é irrelevante; o que intereressa é a "igualdade".

Outra coisa que convém ressalvar é como o esquerdismo é um aglomerado de problemas: a imigração em massa, promovida pelos esquerdistas, está por trás do reforço das portas dos apartamentos. Portanto, temos aí duas ideologias esquerdistas (multiculturalismo e feminismo) a corroer a ordem e estabilidade da sociedade sueca.

Apesar disto tudo, sempre existirão idiotas úteis a apontar para a Suécia como modelo duma sociedade "moderna", "progressista" e "livre de preconceitos religiosos". Só é pena que esse estado de coisas seja temporário (especialmente a parte onde se lê "livre de preconceitos religiosos").
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sábado, 3 de março de 2012

Nancy French não entende o porquê dos homens evitarem o casamento


A Nancy French questiona-se sobre as coisas que o casamento podem oferecer aos homens, e decide que algumas alterações terão que ocorrer se se quiser levar os homens a considerar o casamento como algo que faz parte do processo normal e antecipado da idade adulta:
Os pais têm que parar com os divórcios por motivos frívolos. Muitos homens que hoje têm 20-30 anos são o produto destes divórcios e como tal, não possuem exemplos de vida. Eles podem estar em busca de amor mas não sabem o que procurar. [...]

Segundo, temos que fazer recuar a mensagem que os boomers enviaram às jovens mulheres em torno do empoderamento feminino. De facto, não é coincidência que as taxas de casamento tenham caído a pique lado a lado com o fascínio americano pelo movimento feminista.

Dar poder às mulheres, tal como definido pelas feministas, não é libertador para as mulheres e nem aproxima os casais. Apenas os separa. Foca-se na mulher como vítima perpétua do Grande Homem Mau.

Porque é que um homem se casaria quando ele é classificado de "porco sexista" mal diz "Olá" ? No espaço de algumas décadas as mulheres conseguiram demover os homens de protectores e providenciadores respeitados para pessoas desnecessárias, irrelevantes e dispensáveis.

Mudar estas coisas não alteraria o estado actual do casamento. O que se passa não é que os homens não sabem o que querem. Eles sabem o que querem; o que se passa é que não estão a encontrar o que procuram.

Além disso, não é o facto de serem classificados de "porcos sexistas" que desmotiva os homens para o casamento, mas sim a garantia de sujeição económica e a inaceitável elevada possibilidade de perder a sua casa, as suas poupanças, os filhos e ver o lucro líquido futuro a reduzir.

Dentro do sistema legal onde segundo a lei ele não só não tem qualquer tipo de protecção, como pode até ser forçado para fora de casa tendo como base uma falsa acusação, é absurdamente irresponsável recomendar o casamento aos homens.

O casamento é extremamente importante para a estabilidade e sobrevivência da sociedade, mas a forma legal actual do casamento é maligna e deleteriosa para a sociedade, para os homens, para as mulheres e para as crianças.

Basicamente, a única entidade que fica a ganhar com o feminismo é o Estado - precisamente aquele que apoia o feminismo com dinheiro público.

Para se vêr o quão tóxicas as mulheres sob o efeito do feminismo se tornaram, considerem os seguintes relatos:

Em Lisboa, dois jovens enfermeiros casam após a conclusão dos respectivos cursos. O pai do jovem, trabalhador de classe média, num arrojo de amor paternal pelo seu filho disponibilizou as poupanças do sacrifício da sua vida, e ofereceu ao seu filho um apartamento em Telheiras (zona cara da cidade de Lisboa).

Pouco depois do casal ter dois filhos, a esposa inicia uma relação adúltera e um dia, quando o marido saiu de casa para o serviço, trocou a fechadura da casa! Ao marido, sem família, sem os seus filhos e sem os seus haveres restou alojar-se num quarto de pensão.

No divórcio o tribunal decretou, à revelia deste homem, que a senhora ficaria com a tutela dos filhos e, por consequência, com a casa para os criar.

A este homem, cujo pai lhe tinha oferecido uma casa numa zona central e luxuosa de Lisboa, após a humilhação, espoliação e perda de contacto com os filhos, restou ir viver solitariamente para um bairro da periferia da cidade ficando com os encargos da casa, da mobília e pensão de alimentos que o tribunal decretou para os seus filhos.

Isto é o que as feminazis qualificam de "igualdade". É com este tipo de mulher feminista que os homens têm que forçosamente que se casar?

Em Portugal ocorrem cerca de 20,000 divórcios por ano. Desses 20,000, 80% são iniciados pela mulher. Isso ocorre porque as mulheres sabem que, em caso de divórcio, não só o seu estilo de vida vai ser mantido, como lhe vai ser entregue a tutela dos filhos e lhe vai ser conferida uma injusta pensão alimentar proveniente do mesmo marido cuja companhia ela dispensa mas cujo dinheiro ela deseja.

Eis outro exemplo (este de um extracto mais baixo da sociedade):

Um homem vivia nos arredores de Sacavém e trabalhava numa empresa metalúrgica em Alverca (ambas localidades da periferia de Lisboa). Vivia só numa casa modesta e acolhedora, que era de sua propriedade.

Conhece uma senhora solteira e com um filho e inicia uma vida com ambos em união de facto. Quando um dia, após uma confraternização de amigos, este homem chega a casa embriagado, a senhora aproveitando-se do seu estado de embriaguez extraiu-lhe a chave de casa e lança-o na rua. Literalmente na rua!

Este homem, sem outra possibilidade, passou a abrigar-se sob um viaduto do auto-estrada do Norte. O tribunal decidiu que, tendo a senhora um filho menor, ficaria ela a desfrutar da casa.

Ao homem restou o abrigo sob o viaduto, a consequente perda de condições físicas e de higiene para poder permanecer no seu emprego, o despedimento e a morte pelo frio no Inverno seguinte sob o mesmo viaduto.

* * * * * * *

Muitos outros exemplos poderiam ser listados, mas podemos ter uma ideia do que leva os homens a evitar a mulher ocidental como parceira de casamento. O ponto a reter é: existem motivos suficientemente fortes que levam os homens a colocar de lado o casamento.

Enquanto este sistema legal - sobre o controle feminista - existir, o casamento com a mulher ocidental vai ser sempre um risco muito grande, mesmo com as mulheres que aparentemente "condenam" o feminismo. Ou o homem evita o casamento ou procura mulher noutra cultura.


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