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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Fugindo da mulher ocidental e ocidentalizada

Talvez este seja o caminho a seguir como forma de evitar as imensas mulheres tóxicas existentes no mundo ocidental.

Sou um americano de 28 anos a viver na Índia, casado com uma mulher indiana. Foi um casamento arranjado junto aos pais e desde logo, não foi um "casamento de amor" onde o homem conhece a mulher e propõe o casamento directamente a ela.

Havendo crescido nos Estados Unidos, eu não tinha uma opinião favorável das mulheres. Claro, sempre há umas poucas boas raparigas, mas na maior parte dos casos, e para ser totalmente directo, as mulheres que eu conhecia era umas p**** (inglês: "whores").

Lembro-me duma rapariga que, com apenas 16 anos, teve relações sexuais com 20 homens diferentes no espaço de 3 meses. Não só perdi todo o respeito pela mulher americana como apenas as via como animais.

ÍNDIA.

Tudo mudou quando visitei a Índia. As mulheres que conheci eram completamente diferentes - mulheres genuinamente femininas que não haviam recebido a lavagem cerebral de ódio aos homens tão comum na cultura feminista do Ocidente. As mulheres indianas possuíam qualidades como mansidão, submissão, humildade e bondade.

A minha mulher tem 18 anos e é muito feminina e graciosa. Ele é suave, humilde e branda. Este tipo de comportamento feminino naturalmente provoca a atitude de cavalheiro em mim. É preciso ver que é o desejo natural do homem de agir como protector das mulheres, mas quando as mulheres agem de forma arrogante, "independente" e cheia de ódio, isso "desliga" o instinto protector que os homens naturalmente possuem em favor delas.

Como consequência, os homens ocidentais já não querem proteger as mulheres. Tivemos um exemplo disso há alguns dias atrás na Austrália. Houve uma enchente e uma jovem mulher estava a ser levada pelas águas. Um grupo de homens ficou a ver o incidente mas em vez de tentarem ajudá-la eles filmaram o seu afogamento com os seus telemóveis.

A minha mulher cozinha diariamente, limpa a casa e nunca pensa que estas actividades são "degradantes" ou inferiores ao seu estatuto. Claro que após alguns anos vamos ter os nossos filhos.

Eu não paguei nada aos pais dela porque eles não pediram nada - e eu não perguntei pelo valor do dote. Já conheci algumas mulheres indianas que tiveram a coragem de pedir dinheiro (o que eu achei isso muito ofensivo).

Como é que tive a ideia de levar a cabo isto? Bem, eu buscava formas de me casar porque na Índia não se pode ter relações sexuais fora do casamento. Não é como no ocidente ou noutros países da Ásia onde podes ter namoradas. Uma vez que a Índia é muito tradicional, o conceito de casamento ainda se aplica.

Claro que se eu vivesse na Tailândia nunca me casaria uma vez que teria todas as minhas necessidades satisfeitas por uma "massagista".

Portanto, quanto mais as mulheres oferecem sexo aos homens, menos incentivos eles têm para se casar com elas. Isto é algo que as mulheres ocidentais deveriam levar em consideração.

Como é que resolvi a questão do casamento? Conheci os seus pais e eles ofereceram-me a sua filha em casamento. Combinamos a data de casamento e seguimos em frente com a cerimónia. Será que ela satisfaz as minhas necessidades de companheirismo? Sim, acho que sim.

Será que a falta de educação formal é um factor? Bem, acho que a falta de educação é uma coisa boa. Demasiada educação na mulher torna-a independente. Quanto mais educação tiver a mulher, menos dependente ela fica do homem.

As mulheres ocidentais são tão independentes precisamente porque possuem demasiada "educação" profissional. A educação nada mais é que indoutrinação mascarada.

As mulheres ocidentais tiram doutoramentos em Psicologia e outros temas sem utilidade mas nem conseguem cozinhar uma boa refeição. Por isso é que classifico essa educação de "inútil"!

CONCLUSÃO

A minha mulher é uma mulher genuína, age de forma feminina e como tal, eu estou satisfeito.


E esta é uma das funções mais importantes do casamento: companheirismo e satisfação pessoal segundo os papéis matrimoniais definidos pelo Criador. As feministas que visam destruir a identidade sexual, e diluir os papéis masculinos e femininos na sociedade, nada mais fazem que aumentar infelicidade geral, especialmente a felicidade das mulheres - as mesmas que supostamente o feminismo veio para "ajudar".

Claro que esta abertura no "mercado" de casamento é uma péssima notícia para as mulherzinhas que tentam restringir as escolhas masculinas entre elas. Quando se fala em casamento, os homens não gostam de mulheres promiscuas.

[Quando digo "não gostam" estou a ser simpático. A verdade é que os homens odeiam ter como esposas mulheres que já foram rodadas por vários homens. Veja-se este incidente.]

A solução das feministas para o facto dos homens rejeitarem mulheres promiscuas quando pensam em casar? Eis como uma tenta resolver essa situação:

Eu acho que se a maior parte das mulheres (ou muitas mulheres) tivessem uma história sexual frutífera, isso tornaria-se na norma e desde logo aceitável.
A escritora do blogue Susan Walsh comenta:
Isto é de facto uma declaração notável. A solução feminista para a rejeição de mulheres promiscuas é recrutar o maior número possível de mulheres para a promiscuidade de forma a que o mercado de mulheres sexualmente inexperientes desapareça.

Por outras palavras, os homens teriam a sua diversão enquanto fossem estudantes universitários mas quando chegasse a hora de casar, a sua única opção seriam as mulheres "frutíferas".

Esta declaração é interessante porque mostra que os homens não podem ser convertidos para o pensamento feminista.

O Movimento das Mulheres destruiu muitos muros mas o cérebro do homem é a sua última fronteira - e o cerco feminista não consegue erradicar esta dualidade de critérios.

A reacção feminista às consequências não previstas e indesejáveis do seu feminismo é tipicamente fascista. Em vez de re-avaliar as suas crenças, o que as feministas tentam fazer é reduzir todas as mulheres a objectos sexuais de forma a que os homens não tenham por onde escolher senão entre uma delas.

Talvez por isso é que as feministas tenham um ódio tão grande pelas mulheres que mantém o seu respeito e não sigam o caminho da "auto-valorização" através promiscuidade sexual. Essas mulheres - aquelas suficientemente confiantes para saber que não precisam de sexo para se sentiram "poderosas" - estão literalmente a condenar as feministas a uma velhice infeliz e solitária.



PS: Vejam também como a mulher ocidental [feminista], "forte e independente", é fiável:

"Amo meu namorado mas quero dar pra outro"

Eu amo meu namorado, temos 4 anos e meio de namoro, e temos discussõezinhas bobas, como todo mundo, mas nunca brigamos sério ou terminamos, nada!

Eu já namorei antes, e sei q amar mesmo, só amei esse meu atual, mas ultimamente não sei o q está acontecendo, acho q estou com uma queda por um colega de trabalho!

Isso começou a acontecer depois q sonhei com ele, e foi mto bom, diga-se de passagem. Ele tb namora, e eu odeio a namorada dele, pq ela é mto chata, tem umas atitudes péssimas com ele, sempre a odiei, pq ele é mto legal e não merecia passar pelo q ele passa.

Ele é um doce d pessoa, do tipo q abre a porta do carro pra mim, super carinhoso, me abarça, me leva presentinhos...isso td tá me deixando mto confusa!!

Me sinto culpada pelo meu namorado. Até pensei em dar um tempo com ele, mas não consigo, pq sinto falta dele...tentei não vê-lo no fds mas não resisti! E qndo tô com ele é td mto bom, não tenho pq terminar...a gnt se ama, o relacionamento tá ótimo, o sexo, td!

Mas me sinto mal por pensar no amigo... acho q só queria fazer sexo com ele e pronto, nunca faria isso pq abomino traição. Mas não quero terminar meu namoro por um motivo besta!

Prevejo que o número de casamentos entre indianas e homens ocidentais aumente no futuro próximo.

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