domingo, 3 de abril de 2011

Professora de História vai a julgamento por falar de sexo nas aulas

Sub-Título: Educação Sexual - Versão Francisco Loiçã


Espinho – A professora de História, Josefina Rocha, vai a julgamento por crime de injúrias e ameaças, depois de queixa apresentada por uma mãe de aluna do 7º ano, que gravou uma das aulas colocando um gravador na mochila da filha.

A professora de Espinho acusada de falar sobre questões da sua vida sexual nas aulas de História, em 2009 vai ser julgada por um crime de injúria e outro de ameaça.

Em causa estão as alegadas conversas de Josefina Rocha, professora de História na EB 2/3 Sá Couto, em Espinho, sobre a sua vida sexual e que motivaram a queixa de Carla Morais, mãe de uma das alunas, à direcção da escola.

Não obtendo resposta por parte da direcção da escola, a encarregada de educação, gravou uma aula da professora com um gravador colocado na mochila da filha.

Confrontada com a gravação, a docente terá garantido que iria pedir desculpas às alunas envolvidas neste episódio. No entanto, a professora terá ameaçado as duas alunas com o objectivo de a fazer retirar as queixas e denúncias que tinham entretanto apresentadas junto das autoridades escolares.

A encarregada de educação, Carla Morais fez queixa na PSP, e a professora foi suspensa da actividade lectiva tendo sido também sancionada pela inspecção do ME com uma pena de suspensão de 180 dias.

Na decisão instrutória ontem proferida, o juiz de instrução do Tribunal de Espinho considerou que os factos são suficientes para levar a docente a julgamento.

*Fonte*


Portanto, se uma professora chega a uma sala de aula e se põe a falar da sua vida sexual, ela sofre consequências legais. Justamente.

Agora, se durante uma aula de "educação sexual" um professor se põe a perguntar às alunas o que as excita sexualmente, isso já é "formação de carácter".

Relacionados:

1. O estado sexual da Educação

2. Vergonha Nacional

3. Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

4. Aborcionistas: “Crianças de 10 Anos Precisam de Educação Sexual”

sábado, 2 de abril de 2011

Esquerdistas usam os muçulmanos como desculpa para a sua intolerância anti-Cristã

Este site informou-nos no ano passado que, não só os oficiais da escola "St. Peter Head Start" erraram ao terminar com as visitas do pai natal às salas de aulas, como erraram ao colocarem os somalis que vivem na comunidade sob intenso criticismo. Dois somalis de Mankato, que vivem na área num total de 23 anos, dizem que isto é muito injusto.

Fanah Adam, que tem tem filhos na escola , disse que o respeito pelas diferentes culturas e costumes é uma via de dois sentidos - um conceito que foi manchado aquando da proibição das visitas do pai natal alegadamente devido a queixas por parte de algumas famílias. Fanah Adam afirma que:

O pai natal e as tais famílias somalis não foram responsáveis pela decisão: os administradores da escola Head Start é que decidiram por si mesmos acabarem com as visitas.
Ahmed e Adam temeram que a reacção anti-Somali que se poderia gerar nos sites comentados e nos fóruns pudesse ser um terreno fértil para "crimes de ódio".

Dennis Jackson, o homem que desempenha o papel de pai natal nessa escola há quatro anos, foi notificado pelos directores da escola que as suas aparições poderiam ser contra os desejos de algumas pessoas. Não lhe foram dados mais detalhes.

Chris Marben, que coordena a agenda dos programas através da "Minnesota Valley Action Council", disse o seguinte:

Temos algumas famílias somalis no programa e nós estamos a respeitar os desejos das famílias.
Ela não disse quantas pessoas levantaram objecções à presença do pai natal e nem declarou se as famílias somalis se opuseram de modo específico a tais presenças.

Resumindo: os responsáveis pelo programa escolar natalício terminaram com as visitas do pai natal porque isso "poderia ofender" os pais muçulmanos que possuem filhos nas escolas. Quando consultados, esses mesmos muçulmanos declararam não ter problema nenhum com as visitas do pai natal. Daí se infere que os directores escolares provavelmente mentiram ao usarem os muçulmanos como desculpa para o término da visita natalícia.

Os esquerdistas estão sempre a inventar formas através das quais um grupo PODE ficar "ofendido" com símbolos Cristãos. Porque é que estes raivosos contra Cristo não se revelam de forma aberta em vez de usarem pessoas de outras confissões para esconderem a sua intolerância ao Cristianismo?

Nós sabemos que eles desprezam as sensibilidades religiosas (alheias) portanto, para quê esta pretensão de preocupação? Talvez porque seria difícil manter a aura de neutralidade religiosa em relação ao Cristianismo se a população se apercebesse do que, mesmo assim, é bastante óbvio: os esquerdistas na verdade não são contra a religião mas sim contra o Cristianismo. Sempre que virmos um esquerdista a falar da "guerra" entre a "religião" e a "ciência", ele está a falar do Cristianismo e não do Budismo, do Hinduísmo ou do Confucionismo.

A sua lógica é quase sempre a mesma: "tirem este símbolo Cristão daqui senão um membro de uma fé qualquer pode-se sentir ofendido por ele". Invariavelmente, são os esquerdistas que se ofendem com tais símbolos Cristãos, mas como não podem revelar a sua intolerância ao Cristianismo, eles usam um outro grupo qualquer como desculpa.

Veja-se o que a Associação dos Zangados com Deus (mais conhecida por Associação "Ateísta" Portuguesa) disse em relação à decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em permitir que as escolas da Itália (país com população maioritariamente Cristã) mantivessem crucifixos nas suas salas de aula:

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem “as crianças de outros credos” e tendo, por isso, condenado a Itália.
Se forem vêr o que originou a que este caso chegasse ao Tribunal Europeu, constatarão que foi uma militante ateísta (e não o pai ou mãe duma criança "com outro credo") quem se insurgiu com a presença de símbolos cristãos numa sala de aula dum país de maioria Cristã.

(Podem vêr uma refutação à palhaçada dos militantes ateus neste post do Jairo)

Portanto, com acções como esta, os esquerdistas atraem o ódio da população Cristã contra o grupo que eles alegadamente estão a tentar "ajudar".

Esta mentalidade da "guerra de classes" é demoníaca e geradora de ressentimento, mas como sabemos, é esse o propósito do marxismo cultural.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Deseducação sexual - por José César das Neves

A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.

A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.

É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.

De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, auto-denominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.

Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais.

Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.

(Fonte)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Marxista Van Jones no dia 12 de Setembro de 2001

Van Jones foi um dos muitos marxistas que o comunista Obama colocou na sua administração quando chegou a presidente. Jones, que não teve inspecção do Congresso nem do Senado e só respondia a Obama, era o "czar" responsável pela pasta dos "empregos ecológicos" (eng: green jobs).

Devido ao trabalho de investigação de blogueiros e jornalistas (trabalho esse que deveria ter sido feito pela Administração de Obama antes de o contratar), veio-se a descobrir que Van Jones era um marxista radical dedicado a lutar para a subversão do sistema político americano através duma "revolução". Veio-se a saber também que Van Jones tinha tomado parte dum CD em homenagem a um assassino de polícias.

Agora vem a lume que no dia 12 de Setembro de 2001 (um dia depois dos muçulmanos terem assassinado mais 3,000 americanos inocentes) Van Jones juntou-se a um grupo de "revolucionários" para de uma forma ou outra tentar colocar as culpas do atentado islâmico no governo americano.

Sim, na mente revolucionária (= comunista), sempre que o ocidente Judaico-Cristão é atacado por outras culturas, é sempre culpa do ocidente e nunca dessas culturas.


Van Jones aparece aos 4:38.


PS: No vídeo de cima podem-se ver pessoas de várias etnias juntas na crítica ao governo de George Bush, como se a reacção natural americana ao terrorismo islâmico tenha alguma coisa a ver com a raça. Mas esta "união" racial (com a exclusão dos brancos que suportem a direita americana) é pura mitologia uma vez que essas etnias são tudo menos unidas.

No vídeo seguinte pode-se ver o que um grupo racista mexicano tem a dizer sobre um afro-americano.

Esta suposta unidade multi-étnica revolucionária é pura fantasia marxista. Se há união neles é só em torno do ódio à superior civilização Judaico-Cristã.

A Única Pessoa que pode unir os seres humanos de uma forma coerente e satisfatória a todos os níveis é o Senhor Jesus Cristo.

quarta-feira, 30 de março de 2011

A barbárie, na Inglaterra politicamente correcta, era inevitável !

Por Orlando Braga.

Nunca existiu em Inglaterra tamanha violência em manifestações públicas — com a excepção da manifestação dos estudantes, em Londres, há meia dúzia de meses.


O que estamos a assistir em Inglaterra (vejam os vídeos) é produto da revolução politicamente correcta nos costumes. Era inevitável que todo um processo de dissolução dos costumes e da tradição da cultura inglesa desse nisto.

Porém, ainda “a procissão vai no adro”. Um povo que se diz maioritariamente secular e mesmo anti-religioso, encaixa que nem uma luva na estratégia de António Gramsci, que defendia a ideia segundo a qual a condição para a instalação do comunismo na Europa ocidental seria a erradicação cultural da religião. Censurando a religião a nível de toda a sociedade, cortam-se os laços culturais com o passado histórico; a sociedade passa a viver em um presentismo, como se ela tivesse tido início há poucas décadas atrás. A ética e a moral tradicionais são recusadas; e o resultado está à vista.

Esta é uma das razões porque a Esquerda em geral ataca as religiões. No caso da esquerda fabiana e, por exemplo, de Mário Soares, esse ataque às religiões traduz-se numa ânsia de controlo hierárquico das religiões a partir das suas cúpulas — e por isso temos um clero católico dócil e submisso à Esquerda marxista cultural.

O que se está a passar em Inglaterra tende a piorar e parece-me que a sociedade inglesa já passou o ponto de não-retorno, e de tal forma que Theodore Dalrymple, que é ateu, afirma que é necessária a reintrodução do Cristianismo na cultura do povo inglês.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Tribunal americano determina que as escolas não podem censurar críticas à homossexualidade

O lobby sodomita avançou tanto que agora é preciso lembrar às pessoas que criticar comportamentos é perfeitamente legal.

O Tribunal de Apelo do 7º Circuito emitiu uma decisão que pode ter implicações mais abrangentes na liberdade de expressão e na questão em torno do "casamento" homossexual nos Estados Unidos.

Uma escola que permita a propagação dos direitos dos estudantes homossexuais não pode ser permitida a amordaçar o criticismo à homossexualidade.
O caso remonta à "Indian Prairie School District", onde estudantes foram proibidos de expressar a sua visão religiosa sobre o comportamento homossexual com as suas t-shirts. O tribunal rejeitou o argumento dos oficiais da escola que alegaram que a Primeira Emenda pode ser posta de parte, e censurar t-shirts que digam “Be Happy, Not Gay” ("Sê feliz e não homossexual") como forma de impedir que alguns estudantes tenham os seus sentimentos feridos.

O tribunal acrescentou:

A escola alegou (e ainda alega) que banir ‘Be Happy, Not Gay’ era apenas uma forma de proteger os "direitos" dos estudantes visados com a mensagem da t-shirt. Mas as pessoas na nossa sociedade não tem o direito legal de prevenir o criticismo às suas crenças ou ao seu estilo de vida.
A Alliance Defense Fund (ADF), que defendeu o caso dos estudantes cristãos, afirmou que:
Os estudantes cristaos não podem ser descriminados por expressarem as suas crenças...O 7º Circuito, mais uma vez, correctamente reconheceu que a Primeira Emenda protege os direitos dos estudantes..... Num ambiente que abertamente permite o discurso que promove o comportamento homossexual, a escola simplesmente não pode censuar a visão contrária.
Em Abril de 2006, Heidi Zamecnik, estudante na "Neuqua Valley High School" (Naperville) usou uma t-shirt com a mensagem "Be Happy, Not Gay." No dia anterior a escola tinha permitido que estudantes usassem uma t-shirts mostrando apoio ao comportamento homossexual como parte do "Dia do Silêncio", promovido pela "Gay, Lesbian, Straight Education Network".

Embora a t-shirt de Zamecnik não tenha causado qualquer tipo de distúrbio, o reitor da escola exigiu que a estudante retirasse a t-shirt ou fosse mandada para casa para o resto do dia. Após conversa telefónica com a mãe da estudante, todos concordaram em mudar a t-shirt para que esta mostrasse "Be Happy, Be Straight." ("Sê Feliz, Sê Heterossexual"), mas o reitor não cumpriu a sua parte do acordo, e em vez disso fez com que uma conselheira riscasse as palavras "Not Gay" da t-shirt de Zamecnik de modo a que esta só mostrasse "Be Happy."

Alex Nuxoll, outro estudante da "Neuqua Valley High School", disse que tencionava expressar a sua visão sobre o comportamento homossexual durante o ano seguinte, incluindo no dia seguinte ao "Dia do Silêncio". No entanto o 7º Circuito emitiu uma decisão em Abril de 2008 que resultou na injunção preliminar prevenindo os oficiais da escola de censurarem a mensagem de Nuxoll enquanto o caso, Zamecnik v. Indian Prairie School District #204, avançava nos tribunais.

Conclusão:

Como é normal no lobby homossexual, "liberdade" para eles significa "liberdade para nós mas não para quem se opõe à nossa mensagem". Não cabe na cabeça de alguém minimamente sensível que se tente restringir o direito à expressão contra um comportamento como modo de "proteger as sensibilidades".

Se vamos por esse caminho, que tal proteger as "sensibilidades" dos cristãos e impedir judicialmente que se ataque a Bíblia?

sábado, 26 de março de 2011

A Hora da Terra está a morrer

Coitaditos dos abraça-árvores. A súbita realização de que, não só a sua seita está a morrer, mas também que a igreja do Al Gore apenas quer o seu dinheiro e a sua obediência é suficiente para deixar os ambientalistas desesperados e confusos.

A Hora da Terra começou a ser celebrada em 2007 em Sydney, de onde se espalhou por todo o mundo, tornado-se um assunto sério por todo o lado menos nos EUA (onde nunca foi levado muito a sério; até o seu site está vazio e parece ser falso).

Este ano os organizadores australianos prometem mais de mil milhões de participantes em 133 países. Muitos anúncios de imprensa tem voado por toda a internet, mas algo parece estar em falta. Este ano, as luzes parecem estar a diminuir não com um estrondo mas com lamurias.

Há 3 anos atrás 10,000 pessoas prestaram atenção à Nelly Furtado quando esta cantou “Turn out the light” durante o concerto da "Hora da Terra", em Toronto. Este ano o concerto foi cancelado.

O que é que está a causar o aborrecimento em torno da "Hora da Terra"?

O abraça-árvores não chega a responder à questão por motivos bem óbvios. Se ele respondesse à sua própria pergunta, ele seria forçado a admitir que a "Hora da Terra" é simplesmente uma ideia sem nexo que não atinge objectivo algum uma vez que durante o resto do ano os abraça-árvores voltam para a sua vida normal de alto consumo de CO2.


Claro que o movimento ambientalista moderno nada tem a ver com verdadeiros propósitos de conservação do meio ambiente. As pessoas que hoje alegam por "justiça climática" são as mesmas que há 10, 20 ou 30 anos atrás apelavam a uma "revolução", à "justiça social" e a destruição do sistema económico mais justo e livre que existe: o capitalismo.

O propósito do movimento ambientalista moderno é o de entregar o controle dos recursos naturais a um grupo selecto de pessoas, isto é, o colectivismo tão do agrado dos marxistas. Por isso é que os aquecimistas e ambientalistas radicais odeiam os EUA uma vez que esta nação é uma evidência forte para a superioridade do capitalismo e para a injustiça do socialismo.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Crianças que vivem com os pais biológicos são mais felizes

Inglaterra - Segundo um estudo recente, crianças que vivem com os pais naturais possuem uma "satisfação de vida" superior. Semelhantemente o estudo declara que as refeições em família são importantes. Os achados vem do estudo da "Understanding Society", uma pesquisa que questionou cerca de 14,000 famílias.

O estudo apurou que:

Não viver com ambos os pais naturais tem um impacto negativo maior do que a sua situação financeira.
O estudo declara que "a satisfação de vida é mais elevada entre aqueles que vivem com ambos os pais naturais". Paralelamente, foi reportado que "crianças que comem uma refeição nocturna com a família pelo menos 3 vezes por semana são mais susceptíveis de reportar estarem completamente felizes com a situação familiar do que as crianças que nunca comem em família ou que comem menos de 3 vezes por semana juntos".

De acordo com a pesquisa, 60% dos jovens reportou estar "completamente satisfeito" com a sua família, mas as crianças que vivem com um só parente eram menos susceptíveis de reportar estarem "completamente felizes"

O estudo verificou que, "depois de se levarem em conta várias características, os casais que coabitam eram significativamente menos felizes nas suas relações que os em casamento.

Ressalvando a importância do sono, a reportagem diz que "os casados reportam um melhor sono enquanto que os divorciados/separados são mais susceptíveis de possuírem problemas durante o sono".


Esta notícia é mais uma a juntar a todas as outras que demonstram como a família nuclear é fundamental para a criança e, mais tarde, para a sociedade em si. Se a família não funciona, a sociedade também não.

Isto talvez explique a necessidade que os marxistas culturais tem em corromper e destruir a família uma vez que famílias estáveis geram crianças emocionalmente saudáveis, que por suas vez se tornam adultos menos susceptíveis de caírem nas mentiras dos "revolucionários".

Além disso, uma criança que cresça num ambiente saudável tem mais hipótese de avançar nos estudos e tornar-se financeiramente independente das "ajudas" do Estado. Mas isto é exactamente o que os marxistas não querem uma vez que pessoas financeiramente independentes são mais difíceis de controlar.

Carne halal: marxistas culturais avançam com a islamização da Inglaterra

A imprensa britânica começou a revelar o rastejo da Jihad Secreta para a posição de supremacia na cultura inglesa. Em Janeiro passado o Daily Mail revelou que carne halal é servida rotineiramente em alguns dos mais populares recintos desportvos, pubs, escolas e hospitais sem a aprovação nem o conhecimento das demais.

Toda a carne bovina, carne de galinha e carne de cabrito vendida aos fãs no Estádio do Wembley tem sido secretamente preparada de acordo com a lei islâmica.

Centenas de pubs e restaurantes por toda a Grã-Bretanha - bem como casas de corridas, escolas e hospitais - agora só servem galinha que tenha sido ritualmente preparada de acordo com a lei Sharia.

Os fãs dos jogos de râguebi em Twickenham e os entusiastas pelas corridas de cavalo em visita a Ascot só podem comprar galinha halal.

Um pouco por toda Inglaterra as escolas dão carne halal às crianças. A alternativa é comida vegetariana. Num município de Londres, em Tower Hamlets, mais de 100 escolas usam apenas carne halal.

Hospitais públicos insistem que toda a carne tem que estar de acordo com a lei Sharia. O maior grupo de hotéis e restaurantes de Inglaterra , a Whitbread, admitiu que mais de 3/4 da sua comida é halal.


Uma coisa é quando uma ideologia inimiga tenta conquistar a tua cultura, mas outra é quando os teus líderes se aliam ao inimigo ideológico para destruir a tua civilização.

O medo de ofender as sensibilidades islâmicas não explica tudo. A resposta mais racional é a de que os líderes ingleses quererem "transformar fundamentalmente" a cultura inglesa de modo a que as pessoas que possam travar o avanço do marxismo cultural sejam coagidas a submissão.

O inimigo ideológico do marxismo cultural é, foi e sempre há-de ser o Cristianismo, e como tal, os marxistas culturais que controlam a Inglaterra tratam de promover uma ideologia alternativa (no bom espírito da "guerra de classes") e esperam criar suficiente caos de modo a que eles se possam colocar como os "estabilizadores da sociedade".

Essa auto-conferida capacidade vai requerer (claro) que eles tenham mais e mais poder de modo a que possam "trazer a paz e justiça social".

quarta-feira, 23 de março de 2011

Antonio Gramsci e sua influência na revolução cultural de nossos tempos

*Tradução de Renato Salles

A DEGRADAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES EM NOSSO TEMPO

A degradação da cultura e dos valores em nosso tempo, na busca de um pensamento Único e de uma Nova Ordem Mundial formam parte de uma inteligente estratégia desenhada por Antonio Gramsci (1891-1937).

1.- QUEM FOI ANTONIO GRAMSCI?

Foi um pensador e político italiano, um dos fundadores do Partido Comunista italiano.

Nasceu em Sardenha no ano de 1891 de família muito humilde. Estudante universitário em Turim de 1911 a 1914. Abandonou por problemas de saúde. Em 1919, junto com Palmiro Togliatti, fundou o diário ORDINE NUOVO, que logo foi órgão do partido comunista italiano fundado por ele em 1921.

1921-1924: trabalhou em Moscou e Viena para a II Internacional Socialista.

1925: De volta a Roma enfrenta a ditadura de Benito Mussolini. Foi preso em 1926 e encarcerado em 1928.

1928-1937: Do cárcere difundiu suas idéias revolucionárias através de cadernos manuscritos que só depois de sua morte se deram a conhecer com o nome de Cadernos do Cárcere (1948 e 1951)

Em 27 de abril de 1937 morreu no hospital da cadeia em Roma.

2.- A ESTRATÉGIA GRAMSCIANA

Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra.

Por isso desenhou sua estratégia do seguinte modo:

Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENTIDO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de “ver a vida e seus valores”. Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política. (conjunto de organismo que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).

Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum), era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE, ESCOLA E ARTES. Para ali havia que apontar. Com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A CHINA de Mao; a CUBA de Fidel Castro).

Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.

3.- OBSTÁCULOS A SUPERAR PARA O ÊXITO DO PROCESSO GRAMSCIANO

O mesmo Gramsci assinalou que, para que o processo tivesse êxito, havia que rifar 2 obstáculos:

A IGREJA CATOLICA E A FAMILIA.

3.1. POR QUE A IGREJA CATOLICA? Porque Gramsci pensava que a razão da permanência da Igreja através dos séculos se apoiava nos três pontos seguintes:

a) a profissão de uma fé firme e inquebrantável, sem concessões e na constante repetição dos mesmos conteúdos doutrinais. Deste modo, [a Igreja] pôde conseguir um forte sentido comum (modo de pensar) no povo através dos séculos.

b) Haver conseguido amalgamar em seu seio tanto o povo analfabeto, a classe media e a elite intelectual própria. Com efeito, nenhuma filosofia imanentista, incluindo o marxismo, havia conseguido unir em um mesmo sentido comum ou crença, os intelectuais e o povo, os doutrinários e os praticantes, os expertos e os neófitos (ou “iniciados”). Gramsci, nisso, invejava a Igreja.

c) Por último, enquanto o marxismo exigia ao homem lutar para o êxito de uma sociedade sem classes aqui e agora, porque com a morte terminava tudo, a Igreja havia conseguido convencer o homem para a transcendência, ao mais além, e com isso não somente havia dado uma resposta ao sentido da vida como também ao sentido da morte.

3.2.-POR QUE A FAMILIA? Está claro que se a estratégia consistia na formação de um modo de pensar através da educação nos novos valores revolucionários, a família, primeira educadora do homem desde seu nascimento e durantes os primeiros e cruciais 5 anos de vida, era um incômodo intolerável.

4.- ESTRATÉGIA PARA SUPERAR ESTES OBSTÁCULOS SEGUNDO GRAMSCI

4.1. DESPRESTIGIAR A IGREJA, ao máximo possível com a desqualificação de sua doutrina (“a religião é o ópio dos povos”) e de seus membros hierárquicos (clero e vida consagrada).

4.2. DESTRUIR A FAMILIA, apresentado-a como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na “nova cultura”. (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos fiquem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão.


5. ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS SOCIOCULTURAIS DA VIGÊNCIA FÁTICA DO GRAMSCISMO

Não podemos deixar de reconhecer “que muitos dos esforços e previsões deste político e filósofo sardo, se foi materializado de forma tal, que hoje são elementos que formam parte já da atmosfera comum que respiramos. Há uma inocultável hegemonia secularista que satura a mentalidade de grandes segmentos da sociedade atual – para além de opiniões políticas e variantes de países, regiões e cidades - e vai possibilitando, dia após dia, que o que antes era visto como inaceitável, negativo ou inclusive aberrante, se veja como “normal”, positivo e até elogiável, em mais de uma ocasião.

Vejamos alguns exemplos facilmente constatáveis: Gramsci postulava que da única realidade que se pode (e se deve) falar, é a “daqui embaixo” (fecha-se em um imanentismo total), que os escritores e os pensadores secularistas deviam hegemonizar os meios massivos de comunicação (basta ligar a televisão, escutar certos programas de radio ou debruçar-se sobre qualquer banca de jornal), que se tinha que acabar com o prestígio dos autores, instituições, meios de comunicação ou editoriais fieis aos valores da tradição, opostos aos desígnios dos secularistas, laicistas e “modernizantes”.

Inclusive, Gramsci previu a defecção de numerosos “católicos” que, deslumbrados pela utopia secularista, haviam de aceitar as diversas formas de “compromisso histórico”. O agudo intelectual italiano sabia bem que, se obtinham maiores ganhos por estas vias graduais, de lenta mas contínua transformação da mentalidade que pela via de uma perseguição aberta. Toda uma hábil guerra de posição estrategicamente concebida e executada. E muito mal entendida e enfrentada por quem estaria obrigado a fazê-lo.

Pareceria que vivemos em um mundo desenhado (e à medida de) Gramsci: se foi invertido os valores morais e políticos, se busca “desierarquizar” tudo o que é valioso, se exalta tudo que seja ou implique “horizontalismo”, se “desconstrói” o são pensamento filosófico e teológico, de forma tal que fica “pulverizado” em uma multidão de novas ideologias e “filosofias” cujo só empenho é “desmistificar”, “secularizar”, “dessacralizar”.

Seguramente se comprazeria – e muito- Antonio Gramsci ao ver em pleno processo de realização (atualização, diria Gentille) algo que alguma vez “profetizou”: o fim da religião teria que ocorrer por “suidicio”, ao diluir-se os limites da Cristandade com respeito ao mundo moderno. Enquanto uns recordam que o que está acontecendo é uma “cristianização do mundo”, o que na realidade se está dando é justamente o contrário: segmentos consideráveis de “cristãos” se mundanizam, adotando os parâmetros e critérios próprios de uma mentalidade totalmente inserida em uma cosmovisão intramundana e secularista. Ainda que nem sempre neguem explicitamente, vivem como se o mundo transcendente não existisse, como se tudo começasse e terminasse “aqui em baixo”.

O programa era (e é) bem claro: “conseguir o desprestígio da classe hegemônica, da Igreja, do exército, dos intelectuais, dos professores, etc. Haverá inclusive que hastear as bandeiras das liberdades burguesas, da democracia como brechas para penetrar na sociedade civil. Haverá que apresentar-se maquiavelicamente como defensor destas liberdades democráticas, mas sabendo muito bem que as considera tão só como um instrumento para a marxisação geral do sentido comum do povo” [8].

Outro lamentável fato facilmente constatável em diversos ambientes culturais do Ocidente, sobre tudo latino e latinoamericano, é o que se foi dado a chamar a “traição dos intelectuais”. Isto foi conseguido por diferentes vias, seja mediante favores, concessão de prebendas e bajulações de todo tipo, ou bem mediante a tática oposta, que é a seguida por intelectuais e professores que não se dobram antes as formas de cooptação; para eles estão a pressão, a chantagem, a ameaça e o boicote quando não o desprestígio, a calunia e a difamação.

E é que na estratégia gramscista o quebrantar de um modo ou outro ao intelectual opositor é fundamental: ouçamos de novo ao Padre Sáenz: “Gramsci considera que se ganhou uma grande batalha quando se consegue a defecção de um intelectual, quando se conquista a um teólogo traidor, um militar traidor, um professor traidor, traidor de sua cosmovisão... Não será necessário que estes “convertidos” se declarem marxistas ; o importante é que já não são inimigos, são aceitáveis para a nova cosmovisão. Daí a importância de ganhar-se os intelectuais tradicionais, que, aparentemente colocados por cima da política, influem decisivamente na propagação das idéias, já que cada intelectual (professor, periodista ou sacerdote) arrasta atrás de si um número considerável de prosélitos” [9].

O que na mentalidade predominante de nossos dias prevalece a nível popular o “da igualdade de qualquer religião”, “tudo é segundo como você vê”, “faz o que quiser desde que seja autêntico”, “agora tudo é permitido”, e já a nível filosófico o “não há natureza humana senão história”, “eu me dou minha própria essência”, “não há ser, senão tão somente o devir, ou inclusive, devires”, “não há verdade, tudo se reduz a multiplicidade(s)”, “não há escritor, somente texto”, “não há sujeito, senão estruturas epistêmicas”, e outras sandices e disparates do estilo (o catalogo, é inesgotável), quer dizer que um gramsciano camuflado, em invisível aliança (deliberada ou não) com o movimento New Age e outras inefáveis aderências, segue-se impondo em toda linha, para além das cada vezes mais escassas menções públicas deste autor, tanto por parte de quem o apóiam como por parte de seus detratores.”

Como vimos, o gramscianismo representa o mais agressivo, caustico e dissolvente ataque contra toda forma de religião transcendente e em particular contra o catolicismo. Muita da descristianização atual obedece em boa parte à ação destrutiva e semi-oculta dos “intelectuais orgânicos” a la Gramsci, estrategicamente situados, cuja ação toda se encontra encaminhada à “mutação do sentido comum” teísta e cristão a fim de que tenha direito o seu oposto.

Isso implica seu projeto de “decomposição interna do catolicismo” de “fazer assaltar a Igreja desde dentro” e de liquidar totalmente o “antigo conceito do mundo” inserido na cultura cristã-católica.

Finalmente, é míster assinalar que poucas coisas contribuem tanto ao avanço do secularismo como a defecção de teólogos, professores, pensadores, periodistas ou escritores. Pelo qual deverão pensar em congruência com os princípios dizem professar mas, não menos importante, também deverão levar uma vida coerente que não desvincule e incomunique as distintas dimensões da vida humana. “Quem não vive como pensa, acabará pensando como vive”.

Fonte do espanhol:

http://www.conviccionradio.cl/neomarxismo/antonio-gramsci-y-su-influencia-en-la-revolucion-cultural-de-nuestro-tiempo.html

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