quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Misandria no sistema de ensino


Uma das razões-chave que leva a que os rapazes se atrasem nas salas de aula (quando comparadas com as meninas) foi revelada hoje pela primeira vez: as professoras.

Pesquisa de proporções inovadoras mostrou que os rapazes reduzem as suas expectativas se acreditam que o seu trabalho vai ser avaliado por uma mulher visto que eles são de opinião que a nota será inferior.

A pesquisa revelou também que as suas suspeitas estão correctas: em média, as professoras atribuíram notas mais baixas aos rapazes do que as notas atribuidas por avaliadores externos não-identificados.


Os resultados, publicados hoje pelo "Centre for Economic Performance", podem ter repercussões imensas para os rapazes devido à escassez de professores [homens]. Apenas 15 porcento dos professores primários são homens.

Estes resultados foram descritos ontem como "fascinantes" por parte dum dos pesquisadores académicos de topo, o professor Alan Smithers, do "Centre for Education and Employment" na Universidade de Buckingham. Smithers afirmou que as pesquisas, levadas a cabo junto de 1,200 crianças em 29 escolas, exibiram uma causa possível por trás do fosso de performance entre os rapazes e as raparigas durante a educação escolar.

O estudo revelou também que as meninas esforçavam-se mais quando tinha um professor, visto que acreditam que teriam melhores notas. Estas suspeições, no entanto, não se confirmaram uma vez que os professoras deram essencialmente as mesmas notas que os avaliadores externos às estudantes. 

Segundo o estudo, os rapazes acreditavam que as suas respostas seriam 3 porcento inferiores se as mesmas fossem classificadas por uma mulher. Por sua vez, as estudantes acreditavam que os seus resultado seriam 6 porcento mais elevados se classificados por um homem.

O professor Smithers disse:

É um estudo fascinante, que ressalva a importância da avaliação independente para a examinação de estatuto elevado.

Fonte

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Para se ter verdadeira noção do que este estudo revela e significa, substituam "rapazes" por "negros" e "meninas" por "brancos". Agora, se um estudo social rigoroso revelasse que os professores brancos davam notas mais elevadas aos alunos brancos (ou notas mais baixas aos alunos negros), isso seria uma descoberta horrível e provavelmente passível de processo criminal ; muitos alunos negros estariam a ver a sua vida profissional condicionada devido à atitude de um ou mais professores mal intencionados.

No entanto, o estudo aludido no post revela que, em média, as mulheres dão notas inferiores aos rapazes precisamente por eles serem rapazes. Pior que isso, estes estudantes - de alguma forma ou outra - já sabem, que se eles, como membros do sexo masculino, forem avaliados por uma mulher, existem grandes probabilidades de não lhes ser feita justiça. Isto parece indicar que existe uma grande dose de activismo misândrico junto de muitas mulheres presentes na área do ensino. 

"Fascinante", sem dúvida.



terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Os revolucionários da "Earth First!"


Se os apelos do Professor Richard Parncutt para a execução de quem não acredita no aquecimento global não te convencem de que os ambienta-nazis não são  só um bocado doidos, mas malignos, pode ser que o apelo do grupo Earth First! para  “eco-assassínios” te faça mudar de opinião.

Encantados pelas actividades terroristas do seu herói e modelo Ted Kaczynski, os EF! estão a formar um grupo dissidente explicitamente dedicado a não colocar de lado a violência. Uma lista de alvos é fornecida, contendo as moradas e os números de telefone dos alvos, exibindo na sua maioria CEOs [directores executivos] de companhias que fornecem energia à sociedade de modo a que esta possa funcionar.

Brandon Darby, que avisou as autoridades dos planos que os esquerdistas tinham de lançar bombas incendiárias sobre carros da polícia durante a conveção Republicana de 2008, faz também parte da lista. Os esquerdistas evitam acusações formais de conspiração ao serem cuidadosos para não propor o assassinato:
Sejamos claros, isto não é um apelo ao assassinato da elite nojenta que está a pilhar o planeta e a escravizar a população - não porque nós achemos que isso é uma má ideia. E não é também por acharmos que matar CEOs e lobistas seja má publicidade. De facto, a maior parte das pessoas odeias estes idiotas, e muitos saudariam a sua queda. [ed: a normal tendência esquerdista de pensar que toda a população é tão doente como eles]
Se tivessem essa hipótese, alguns estariam até bastante entusiasmados em fazer uma oferta à roupa interior do assassino, tal como se viu no ano passado quando o Estado vendeu os objectos pessoais deTed [Kaczynski] como forma de ajudar a família Thomas J. Mosser, vítima o Unabomber (...).
Não estamos a apelar ao assassinato de CEOs e lobistas primariamente porque estes [OBSCENIDADE APAGADA] são descartáveis e facilmente trocados por outros, enquanto que nós, eco-revolucionários,  somos poucos em número, e se alguém for acusado com este tipo de acusação, pode ficar fora do jogo por muito tempo.
Portanto, até que a policia estatal e o complexo industrial prisional estejam enfraquecidos, tornando as coisas mais equilibradas, nós propomos uma campanha de “assassinatos de brincadeira.” Isto envolve vários actos criados com o expresso propósito de lembrar as pessoas que eles são vulneráveis, e bastante odiados, e que nós desejamos muito que eles morram.
Os "assassinatos de brincadeira" sugeridos envolvem actos infantis que, de modo característico, envolvem fezes. Mas se um destes doentes mentais que faz "assassinatos de brincadeira" fizer um assassinato a sério e matar alguém, isso não é, segundo a EF!, "uma má ideia."

Os violadores da "mãe Terra" alegadamente merecem morrer por tornarem possível que a luz funcione quando se carrega no interruptor.

Este punho tem uma  longa história por trás de si, e normalmente, quando ele chega ao poder, milhões de inocentes perdem a vida.




sábado, 5 de janeiro de 2013

A terrível injustiça feita a Brian Banks

Fonte

No dia 8 de Julho de 2002, Brian Banks, um linebacker da "Beach Poly High" (16 anos, 1,93m de altura e 102 quilos de peso) sentia-se no ponto mais alto do mundo. Ele era um atleta fortemente requisitado por um certo número de universidades, incluindo a USC( que se havia comprometido a oferecer-lhe uma bolsa de estudo a 100%). Mas antes do dia terminar, o seu mundo seria transtornado por completo.

Pouco antes do meio dia, Brian dirigia-se para a sua escola, para falar das suas candidaturas universitárias, quando se encontrou com Wanetta Gibson, uma colega de 15 anos. Brian já a conhecia desde a "middle school" [ed: períodio intermédio da escola secundária]. Eles não se encontravam romanticamente envolvidos mas decidiram passar alguns minutos juntos numa alcova isolada da escola. "Beijamo-nos, acariciamo-nos, tocamo-nos, mas nunca tivemos qualquer tipo de relação sexual,” disse Brian. Antes de cada um seguir o seu caminho, Brian fez o erro de dizer algo a Wanetta que a deixou zangada.

Mais tarde nesse dia, Brian soube que algo se passava quando viu um certo número de polícias perto da sua escola. Pouco depois, ele viu Wanetta a sair da escola acompanhada pela policia. Brian nunca tinha tido problemas com a polícia, mas agora sentia que o seu coração iria sair para fora do seu corpo, de tanto bater.

A Mentira

Antes de Brian chegar, Wanetta havia dito à polícia que Brian a havia violado. Brian disse mais tarde que ela não queria que a sua família soubesse que ela era sexualmente activa. Wanetta disse que cruzou com Brian quando supostamente tinha saido da sua aula de História por volta das 11:45 a.m. (para se dirigir à casa de banho). Depois dela sair da casa de banho, Brian alegadamente agarrou nela, e empurrou-a para dentro do elevador, que supostamente subiu um andar.

Depois disto, Brian alegadamente forçou Wanetta a sair do elevador, arrastando-a através do hall e passando por dois lances de escadas até chegarem a uma alcova isolada. Supostamente foi aqui que Brian a violou durante cerca de 15 a 20 minutos. Wanetta alegou que Brian ejaculou dentro dela.

Brian foi preso e acusado - como adulto - de violação e sodomia forçada. Mais tarde, ele foi encarcerado. "Acreditamos que isto é um incidente isolado,'' declarou Jana Blair (policia de Long Beach), assegurando ao enervado público tanto a segurança da escola, como a veracidade da alegação de Wanetta Gibson.

Desde o princípio, Brian afirmou que o encontro romântico havia sido consensual, e que não havia ocorrido qualquer tipo de relação sexual. Menos de um mês depois da prisão de Brian, o co-director da escola onde, até algumas horas atrás, Brian era considerado uma estrela, declarou que Brian "não mais voltará à escola, independentemente do resultado do procedimento judicial."

Porquê? Mesmo que Brian fosse ilibado das acusações, o porta-voz da "Long Beach Unified School District", Dick Van Der Laan, disse que Brian havia violado as linhas orientadoras e o código disciplinar do distrito porque ele, alegadamente, havia tido uma relação sexual consensual em terreno escolar. Ninguém perguntou se Wanetta Gibson receberia o mesmo tipo de tratamento se mais tarde se apurasse que a sua alegação de violação era falsa.

A História de Wanetta Gibson Não Faz Qualquer Tipo de Sentido

Não houve testemunhas para a alegada violação, e a história de Wanetta não era coerente. Por exemplo, ela afirmou que Brian havia ejaculado dentro dela, mas não foi encontrado sémen algum - nem uma única molécula. Justin Brooks do "California Innocence Project" explicou:

Ela disse que limpou tudo com uma toalha de papel, mas isso é impossível.

De facto, não havia qualquer tipo de evidência física que suportasse a história de Wanetta Gibson. Justin Brooks explicou também que a logística da história de Wanetta não fazia sentido:

Para o Brian tê-la levado da casa de banho para o elevador, ele teria que passar por várias salas de aulas. Alguém teria visto ou ouvido algum tipo de luta.

A história de Brian - que o encontro havia sido consensual - era, na opinião de Brooks, "a única que fazia algum tipo de sentido."

Books conclui que Brian nunca deveria ter sido acusado. . . Houve um trabalho policial desleixado, e nem sei o nível de escrutínio que a acusação fez.

Um antigo promotor da "Los Angeles County", especializado em crimes sexuais, afirmou perante um repórter que, "o Promotor nunca deveria ter avançado com este caso; em vez disso, o mesmo deveria ter sido abandonado imediatamente" devido a ausência de qualquer tipo de evidência ADN e também devido às declarações inconsistentes de Wanetta em torno do que aconteceu.

1 Milhão e Meio de Dólares Para Wanetta Gibson

Depois da alegação de violação, os órgãos de informação entraram em contacto com a mãe de Wanetta Gibson, que afirmou estar irritada com a falta de segurança da escola.

Cheguei a um ponto onde já nem quero deixar as crianças ir para a escola. . . . Verdadeiramente, não existe um sítio seguro para elas. Seria de pensar que na escola estariam seguras, mas não foi isso que aconteceu.

A mãe de Gibson deu entrada a um processo legal contra o distrito escolar de Long Beach devido à suposta falta de segurança da escola que causou o suposto incidente envolvendo Wanetta. Chegou-se a um acordo antes do julgamento, e Wanetta recebeu 1 milhão e meio de dólares ($1.500 000), dividindo metade com o advogado e retendo $750,000.

Por outro lado, e como forma de pagar a advogada, a mãe de Brian viu-se forçada a vender a casa e o carro, bem como a pedir emprestado elevadas somas de dinheiro à família.

Wanetta afirmou que tentou "revelar toda a verdade" e admitir a mentira . . . mas o advogado disse "Não digas nada. Tipo, nem fales. Deixa que eles façam o que têm a fazer."

Os Esteriótipos

Enquanto isso, Brian ficou na prisão durante um ano enquanto o seu caso serpenteava pelos tribunais. Brian enfrentava uma pena de 41 anos de prisão, se convicto; por esta altura a advogada levava a cabo esforços para o convencer a litigar um acordo. Finalmente, ela disse a Brian que ela havia obtido um acordo bastante favorável, urgindo para que Brian o aceitasse. O acordo resumia-se em ele não contestar as acusações de violação e rapto. Ela disse a Brian que isto provavelmente resultaria em 18 meses adicionais de prisão para além do ano que ele havia já cumprido.

Num caso envolvendo "ele disse/ela disse", onde as evidências não davam apoio às acusações levantadas pela suposta vítima, Brian disse que a advogada o tinha dito que, se o caso fosse para tribunal, ele perderia. E porquê? "Se tu fores para aquela sala de tribunal," Brian lembra-se dela dizer, "o júri automaticamente verá um enorme adolescente negro, e assumir automaticamente que és culpado."

Mais tarde, Justin Brooks (California Innocence Project) afirmou que, inquestionavelmente, o racismo desempenhou um papel no que aconteceu. Segundo Brooks, a primeira advogada de Banks disse ao adolescente que, uma vez que ele era grande, negro e jovem, o julgamento seria a sua palavra contra a dela [Wenetta]; devido a isto, disse a advogada, Brian deveria aceitar o acordo.

A "Escolha" Que Nunca Chegou a Ser

Brian, então com 17 anos, alega que a sua própria advogada negou o seu [do Brian] pedido para consultar os seus pais sobre o assunto do acordo, e que ele teve apenas 10 minutos para decidir. Brian sentou-se e chorou. Finalmente, decidiu que 18 meses era "muito melhor que 41 anos a prisão perpétua". Ele afirma:

Foi-me vendido um sonho.

Mas Brian não obteve os 18 meses que esperava. Em vez disso, Brian foi condenado a seis anos de prisão, seguidos de 5 anos de liberdade condicional, e um registo permanente como um criminoso sexual -- esta última como forma da sua comunidade estar sempre segura em saber onde é que Brian se encontrava. Para além disso, Brian seria forçado a usar um dispositivo de rastreamento GPS no seu tornezelo. Ele não tinha também permissão para viver a menos de ~610 metros (2,000 pés) duma escola ou dum parque; ele tinha um tempo de recolher obrigatório; ele não poderia sair do país sem autorização; ele não poderia sair do Estado sob nenhumas circunstâncias.

Justin Brooks afirmou:

No que se trata a este acordo, Brian recebeu mau aconselhamento legal. A advogada deveria ter levado as coisas até ao tribunal. Nem consigo imaginar alguém não levar isto até ao tribunal uma vez que Wanetta tinha proferido muitas declarações inconsistentes.

O sistema falhou.

Brian também se apercebeu rapidamente do mesmo:

A minha mãe vendeu a casa, o carro, e pediu emprestado dinheiro à família para pagar a advogada que nos representava, e tudo o que obtivemos foi um acordo . . . um acordo que destruiu a minha vida.

Brian passou mais de 5 anos atrás das grades por um crime que não cometeu. Cinco anos, no primor da vida, quando poderia estar a jogar futebol a nível universitário ou profissional.

Sem dinheiro, Brian tentou, sozinho, um recurso legal, mas não foi bem sucedido. Foi então que ele recorreu ao "California Innocence Project."

'Livre'

Mesmo depois do fim do seu encarcermento, Brian foi incapaz de levar uma vida normal.

Tenho estado desempregado desde que saí da prisão. Só tive um verdadeiro emprego, e foi a trabalhar num armazém. Para sobreviver, tive que viver com a minha mãe, depois com a minha namorada, e nos últimos 7 ou 8 meses, tenho vivido com o meu irmão.

Foi então que algo espantoso aconteceu. Em Março de 2011, e assim do nada, Wanetta Gibson entrou em contacto com Brian através do facebook, e disse que queria reconciliar a amizade. "Ela não exibiu qualquer tipo de remorso," afirmou Brian. Wanetta afirmou:

Pensei que eu e tu poderíamos deixar para trás o que aconteceu. O que passou, passou. Naquela altura, eu era imatura, mas hoje sou muito mais madura.

Brian ficou perplexo. Ele rapidamente fechou o portátil e pensou "O que foi que eu acabei de ver?". Brian pensou que alguém estava a pregar-lhe uma partida maldosa, mas ele manteve-se calmo.

Depois de ter recebido aquele pedido de amizade através do Facebook, entrei em contacto com ela. Quando nos encontramos frente a frente, o meu único propósito foi o de secretamente gravar retratação.

Wanetta concordou em encontrar-se com Brian e com um investigador privado, Freddie Parish. Porque é que Wanetta concordou em encontrar-se com Brian? Brian é de opinião de que ela tentava uma reconciliação. Uma fonte que trabalhou no caso afirmou:

Se vocês forem ler o que ela escrevia, essa é a única conclusão lógica [reconciliação]. Ela parece não ter ideia nenhuma daquilo que as suas acções haviam causado junto de Brian.

Quando ambos se encontraram, Brian contou-lhe tudo o que aconteceu na sua vida e ela, totalmente abstraída do sofrimento de Brian, tentou equivaler o que ele lhe contava relatando aquilo pelo que ela tinha passado.

Montando uma pequena câmera numa caneta, Freddie Parish, o investigador privado, teve a ideia de secretamente gravar Wanetta, e levá-la a retratar-se da acusação que ela lançou sobre Brian.

'Não, Ele Não Me Violou'

"Não, ele não me violou"
Foi perguntado a Wenetta se Brian a havia violado, ao que ela respondeu, "Não, ele não me violou." Parish pensou consigo mesmo "wow! Conseguímos o que queríamos!" Mas ela também admitiu que estava preocupada com a possibilidade de ter que devolver os $750,000 pagos durante o processo legal levantado contra as escolas de Long Beach. Ela disse o seguinte a Brian:

Eu farei tudo o que for necessário para te ajudar, mas, tipo, ao mesmo tempo, o dinheiro que eles nos deram, digo, que me deram, não quero devolvê-lo.

Para além disso, Gibson temia a forma que a retratação afectaria a sua relação com os filhos.

Como forma de se ver o quão mal ela se sentia, e o quão madura ela estava agora, Wenetta mais tarde alegou que a retratação em si era uma mentira, e que Brian a havia oferecido $10,000 de suborno como forma de levá-la a afirmar que ele não a havia violado. Esta última acusação, tal como a anterior, não tinha qualquer tipo de plausibilidade uma vez que Brian não tinha dinheiro. "Foi revoltante," afirmou Brian perante um repórter televisivo.

Depois de tudo ter terminado, Brian contou o comentário "o que passou, passou" no programa de televisão de Jay Leno, e a audiência manifestou-se ruidosamente.

Verdadeiramente Livre

Armado com a retratação em vídeo, e ciente da ausência de qualquer evidência para as alegações de Wenetta, Justin Brooks convenceu o promotor distrital a analisar novamente o caso. Books disse:

Eu disse-lhes, 'Falem com ambos e vocês verão que ele está a dizer a verdade e ela está a mentir'. Não só ela não tinha qualquer tipo de credibilidade, como eles levaram a cabo a sua própria investigação.

Na audiência realizada no dia 24 de Maio de 2012, e perante o Juíz Mark C. Kim, o jurista que presidiu o caso original, o Promotor concordou com Brooks e convenceu o juíz de que a condenação de Brian deveria ser revertida. Brian curvou a cabeça. Não foram só lágrimas que caíam da sua face, mas sim rios de lágrimas.



Numa questão de dias, Brian Banks -- o miúdo que havia sido preso e cujo mundo havia sido virado do avesso quando tinha apenas 16 anos com base numa mentira; o miúdo a quem havia sido dito que nunca mais teria permissão para voltar à sua escola, mesmo que estivesse inocente; o miúdo que foi pressionado a aceitar um acordo judicial só porque era um jovem negro corpulento, e porque supostamemnte ninguém acreditaria nele; o miúdo que passou mais de cinco anos preso e forçado a usar um tipo de engenho de rastreamento que normalmente é colocado nos animais; o miudo que não conseguia arranjar um emprego desde a altura que havia saído da prisão, e como consequência via-se forçado a viver com amigos e familiares -- ESSE MIÚDO -- recebeu propostas para treinar na NFL [National Footbal Association] com os Seattle Seahawks, os San Francisco 49ers, os San Diego Chargers, e os Kansas City Chiefs.

Mike Shanahan, treinador dos Redskins, ligou para Brian pessoalmente e disse:

Falei com ele pelo telefone. Acho que quando uma pessoa passa pelo tipo de situação que ele passou, merece uma oportunidade para treinar para alguém. Considerando tudo o que ele passou, lendo apenas a sua história - não o conheço pessoalmente - liguei para ele e disse 'Adoraríamos ter-te aqui a treinar.' Para a semana ele vem cá treinar e por essa altura veremos em que tipo de forma ele se encontra.

Este miúdo merece uma oportunidade.

Para além disso, ele recebeu uma oferta não-solicitada do presidente e CEO dos Arizona Diamondbacks. Infelizmente, até hoje [ed: altura em que o texto original foi escrito] Brian não conseguiu ainda um contrato profissional na NFL. Durante o Verão, ele assinou com os Las Vegas Locomotives, da "United Football League"; jogou 4 vezes como linebacker antes de problemas financeiros forçarem a Liga a cancelar o resto da época.

Mas mesmo assim, Brian mantém de espirito positivo. Quando ele esteve presente no programa de Jay Leno, a primeira coisa que este jovem - que havia dito a 8 de Julho de 2002 que se encontrava "no ponto mais alto do mundo" - disse a Jay Leno foi que ele se encontrava "no ponto mais alto do mundo."

Um jornal declarou que "a Justiça eventualmente prevaleceu", mas será isto verdade?

Depois da Tempestade

Brian, hoje com 27 anos, diz que quer colocar tudo isto para trás e que não está a pensar em avançar com acções legais contra Wanetta.

Permaneci imbatido durante toda esta situação, e sei que se conseguir passar por isto e ter de volta a minha vida, serei capaz de atravessar o resto. Com esta renovada liberdade, promete-te e juro-te que farei grandes coisas.

O conhecido escritor desportista Rick Reilly escreveu:

Não te conheço, mas não me lembro de outra história que alternadamente me tenha dado vontade de esmurrar alguma coisa e abraçar alguém. A forma como Banks se segurou, sem amargura ou cólera, gracioso e corajoso, faz com que desejes que ele se candidate para o Senado Americano. Se fosse eu no lugar dele, eu estaria a bater com o pé no chão, agitando acções legais e gritando EU BEM TE DISSE que eu não o fiz!!!!

O Ministério Público de Los Angeles afirmou que não tem planos de acusar Wenetta Gibson pelas falsas alegações, afirmando que seria um caso difícil de provar. Brian Banks tentará obter $100 por cada dia que ele esteve injustamente preso - que perfará um total de $200,000. Isto é tudo o que a lei permite que ele receba. Segundo se sabe, Wenetta ficará com o dinheiro que obteve pela alegada violação. Existem evidências de que a maior parte do dinheiro foi gasto em coisas como carros e afins, portanto, mesmo que a escola distrital não tivesse à sua frente dificuldades legais para obter o seu dinheiro de volta, Wenetta encontra-se practicamente à prova de qualquer juízo.

"Não quero devolver [o dinheiro]"

Ela recebeu assistência pública durante um tempo, e os seus filhos ainda recebem. Inicialmente, Wenetta foi ordenada a pagar $600 por mês em pensão para os filhos, mas durante o ano passado [ed: 2011], os oficiais do distrito disseram que ela não tinha que pagar nada, citando uma falta de rendimento e emprego.

(....)


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Certamente que este tipo de notícia dificilmente será reportada nos blogues que sonham com uma imaginada "cultura de estupro".

Brian Banks: livre e honrado



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Criminalidade e feminismo

Médico especializado em Psiquiatria do Adolescente pela Universidade de Paris XI

Ninguém nasce gostando de trabalhar. O gosto pelo trabalho só nasce depois que o adolescente é “obrigado” a trabalhar.  Mas, hoje, por causa da legislação de inspiração feminista (“contra os homens truculentos”), não se pode mais colocar os adolescentes para trabalhar.  Também não se pode mais corrigi-los, tudo em nome do feminismo “anti-macho-truculento” (“acho um absurdo aqueles pais, homens,  que batem nos filhos”). Então, por causa deste feminismo, não podemos mais corrigir os adolescentes truculentos ou preguiçosos (como  quase todo adolescente é durante determinada fase de sua vida ).

Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente -  ou seja, uma mente que só quer “curtir”, festas, sexo, agitação, aventura, experimentar novas sensações,  gangues, “disputa por quem faz mais coisa errada”,  comportamento sem compromisso, sem respeito à hierarquia, etc.

Esta historiazinha feminista de que “esporte” corrige isto, capoeira, “discussão sobre sexo e drogas”, “diálogo com os pais”, etc, é pura balela. O que modifica , de facto, uma mente adolescente, é a obrigação de trabalhar ou ocupar-se com algo útil, obrigação de aceitar ordens, obedecer hierarquias, disciplinar seus impulsos agressivos, aventureiros, sexuais. 

Esta “obrigação” é contrabalanceada,  nas famílias saudáveis (que quase não existem mais ), pelo amor ao pai (outro cuja autoridade e presença é descartada na família feminista de hoje). É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”. Já as mulheres modernas de hoje, as feministas, trabalham o tempo todo para tirar esta “autoridade” do homem, julgando-a machista e truculenta.

As mães, de modo geral, não conseguem instalar este mecanismo “disciplinar-laboral” na mente do adolescente. No máximo, uma mãe diz : “meu filho, vá trabalhar, vá estudar”. Aí o adolescente retruca : “não vou não, mãe; não quero, não gosto”. E aí a mãe responde : “então tá; mas fica aqui em casa, não saia não, vá ver TV, vá jogar videogame”. A mãe não tem autoridade ou energia máscula para corrigir este adolescente; para ela, se ele ficar em casa, vendo TV e videogame já está bom demais.

O problema é que, diferentemente de sua mãe, o adolescente ou a adolescente gostam  mesmo é de rua, e aí a coisa degringola.  Já aquele que tem um pai amoroso e rígido, depois que é “forçado” a trabalhar, ocupar-se, começa a gostar, pois a maioria dos seres humanos têm um “instinto obsessivo” que os faz gostar de realizar coisas, construir, fazer coisas certinhas, ver o resultado do próprio trabalho, etc.

É um “instinto laboral” que nos faz, enquanto seres humanos, termos gosto pela realização própria. Mas só descobre isto quem é obrigado a trabalhar. Se a pessoa não é jogada no trabalho, nunca vai descobrir este “prazer de realizar”, prazer de ser útil, prazer de construir, prazer de fazer a diferença para algo ou para alguém.

Nossos adolescentes de hoje, premidos pelo feminismo, pela ideologia e pelas leis feministas, já não têm mais contacto com este tipo de prazer, pois são deixados a seu bel-prazer. Deixados por conta própria, só buscam o próprio prazer, e a busca do próprio prazer, além de ser destrutiva a médio prazo, é algo que não alimenta a alma e não gera a verdadeira felicidade.

Infelizes, lá no fundo, entram numa busca cada vez mais frenética e arriscada pelo prazer, pela aventura, mas nunca alcançarão a verdadeira paz e a verdadeira felicidade com isto.

Sem ter o que fazer, os adolescentes enveredam-se pelo crime e a sociedade, sem vislumbrar solução para isto, parte para a correção na base da bala (sabe que “consultórios de psicologia” não resolvem isto; sabe que “centros  e programas governamentais para o adolescente” não resolvem isto; sabe que “aulas de capoeira”, de sexo, de drogas,  não resolvem isto; sabe que “juízes de menores e assistentes sociais passando a mão na cabeça deles e dizendo : “não faça isto , é errado, é feio”, não resolve isto; sabem que este tal de Estatuto do Adolescente não resolve isto ).

Daí surgem os grupos de extermínio, aumento de homicídios, para “corrigir” a invasão de zumbis (drogados) e adolescentes criminosos para todo  lado.   

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Uma comentadora feminista, provavelmente perturbada pelo facto da ciência psicológica mostrar que as crianças geradas segundo o modelo feminista são mais  susceptíveis de ter problemas sociais (tal como era suposto acontecer), deixou na caixa de comentários o tradicional rol de mentiras feministas que eu gostaria de comentar a seguir.

Para maior comodidade, aconselho que se leia o comentário dela por inteiro antes de avançar com as minhas respostas.


A resposta da Rosalmos23 é a típica resposta feminista a um problema sério e grave: a propositada destruição da família por parte das feminazis. Vejamos os seus "argumentos":

Um médico 'especializado' em psiquiatria do adolescente, que não tendo nada de útil, nenhuma proposta para a juventude se apoia na misoginia e no sexismo para denegrir o feminismo.

O texto diz: "Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente". Se isto não é uma proposta útil, então o que é? E também não deixa de ser curioso que a Rosalmos23 coloque "especializado" entre parentes quando ele é mesmo isso que ela coloca entre parentes. Ou será que ele perde a sua autoridade profissional mal aponta o seu dedo profissional aos males sociais que o feminismo causa?

Segundo: pelo que se sabe, não é crime "denegrir o feminismo" portanto não se entende de que forma é que esta linha de pensamento invalida o que o profissional alega.

Terceiro: enumerar as consequências lógicas da agenda feminista não é "misoginia" (ódio às mulheres) e nem "sexismo" (seja lá o que isso for na cabeça da Rosalmos23). Associar o feminismo com as mulheres é análogo a confundir nazis com os alemães, ou os brancos com o KKK. Atacar o nazismo não é um ataque aos alemães, da mesma forma que atacar o KKK não é um ataque aos brancos, e atacar o feminismo não é atacar as mulheres.

Naturalmente o 'especialista' baliza seu modelo de psiquiatria do adolescente nos ultrapassados moldes hierárquico-patriarcal, onde a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal.

Ele baseia-se na realidade empírica que uma família sem a figura paterna é mais susceptível de gerar filhos disfuncionais. Isto ou é verdade ou é mentira.




O Dr. Marcelo afirma que a figura paterna é importante para os filhos na medida em que uma má relação com ele (ou uma não-existente relação) torna a criança mais susceptível de olhar com desconfiança para outras figuras de autoridade. Como diz o Dr Marcelo, "É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”." Em lugar algum o Dr. Marcelo afirma que "a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal".

E é claro, que justificar o seu modelo, a figura da mãe (da mulher) é apresentada como frágil e sem autoridade e o feminismo a causa de todos os males.

Não é que a mãe não tenha autoridade, mas sim que os adolescentes são mais susceptíveis de desobedecer às mães do que aos pais. A partir duma certa idade qualquer criança sabe que basta apelar às emoções e à chantagem emocional para obter da mãe aquilo que não conseque obter do pai. Isto não é "fraqueza" ou "fragilidade" da mãe, mas sim 1) a percepção que o adolescente tem da mãe e do pai, e 2) a natural empatia das mães pelos filhos que lhes tornam menos dispostas a discipliná-los.

mas Mães vem criando filhos sózinhas por esse mundo afora e tem formado cidadãos de bem.

Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.
Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o factor das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.
Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.
Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.
Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.
Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.

A tradicional resposta feminista à estes factos é pegar num exemplo da sua vida pessoal, onde uma mãe solteira conseguiu educar uma ou mais crianças de modo que estas se tenham tornado cidadãos produtivos dentro da sociedade (graças a Deus), e extrapolar isso para o resto do  mundo. O que as Rosalmos23 deste mundo não entendem é que os exemplos das suas vidas pessoais, embora válidos para elas, são irrelevantes para o grande esquema social.

Para se ver o ridículo do argumento "ah, mas eu conheço uma pessoa que..", veja-se a seguinte alegação: se eu disser que a classe média de Lisboa está a passar por dificuldades económicas devido às medidas de austeridade, será que este argumento é falsificado se alguém responder "eu conheço alguém da classe média de Lisboa que não está a passar dificuldade"?

Do mesmo modo, mesmo que a Rosalmos23 conheça 100 pessoas que tenham sido educadas por uma mãe solteira, e que posteriormente se tenham tornado indivíduos sem problemas emocionais ou problemas com a lei, isso não invalida o argumento base: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de ter problemas legais, sociais e psicológicos.

Famílias patriarcais tem criado filhos e muitos deles se desviam do caminho do bem.

Ninguém alegou que todas as famílias onde existe uma figura paterna geram filhos com uma forma de pensar normal e aconselhável (a evidência disso é o facto de muitas feministas terem sido educadas dentro duma família natural, mas pensarem as asneiras que pensam). A alegação do Dr Marcelo é que a falta duma figura paterna aumenta as probabilidades dos adolescentes de envolverem em actividades criminosas.

Nem as mães, nem as mulheres e nem o feminismo são culpados pela violência

Sem dúvida que o feminismo é responsável pelo aumento da violência visto que o feminismo promove a dissolução das famílias (remoção da figura paterna), o que aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em actividades marginais:

"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)

"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).


Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais.

A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social
.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ou seja, o movimento feminista é usado pelo aparelho de Estado para destruir a família, de modo a que a mesma entidade que financia o feminismo possa ocupar o papel paterno dentro da família, e "resolver" os problemas que ele mesmo criou. O feminismo é portanto co-responsável pelo aumento da criminalidade e delinquência.

isso é uma análise frívola das verdadeiras causas: o capitalismo selvagem,

Não sei o que é o "capitalismo selvagem", mas provavelmente deve ser a nova versão de "capitalismo", consequência directa das actividades esquerdistas levadas a cabo nos últimos 30/40 anos. Essencialmente, o que aconteceu é que os esquerdistas aperceberam-se que nunca conseguiriam destruir o capitalismo - por diversas razões, uma delas sendo o facto deste estar fortemente impregnado e estabelecido no mundo ocidental. Incapazes de destruí-lo, os esquerdistas infiltraram-se dentro do sistema e perverteram-no a partir do seu interior. Este novo "capitalismo" tornou-se, de facto, selvagem, desumano, violento e brutal. O que os esquerdistas não aceitam é que este novo capitalismo seja invenção sua.

a corrupção das classes dominantes

Rockefeller? George Soros? Ford Foundation? A família Rothschild? Bilderberg? Certamente que esta feminista nunca citará nenhuma destas organizações como "classe dominante corrupta" porque muitos deles são firmes apoiantes da agenda feminista.

Representantes da Igreja Católica afirmaram recentemente perante o governo que organizações estrangeiras com uma agenda aborcionista estão a pressionar os países sul-americanos de modo a que estes possam legalizar a práctica mortífera. Numa iniciativa inspirada na agenda de controle populacional da Fundação Rockefeller, e em outras organizações abastadas, o Senado está a considerar uma proposta de lei que visa eliminar as penais criminais impostas sobre o aborto. Uma representante da "Family and Life Ministry" da "Uruguayan Episcopal Conference", Gabriela Lopez, afirmou o seguinte perante o comité senatorial em torno da Saúde Pública:
Hoje em dia, muito poucas pessoas continuam na ignorância em torno da existência de interesses internacionais que visam impor o aborto nos países. Existem fundações internacionais por trás destas pressões - tais como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e muitas outras . . . que olham para o crescimento populacional como um problema de segurança.
A raiva feminista contra a "corrupção das classes dominates" é uma raiva selectiva; só é válida para os grandes grupos ou as grandes correntes sociais que não se alinham com a agenda marxista cultural.

a cultura de violencia

Como esta?

e do individualismo nas mídias, o sucesso a qualquer preço, a impunidade na justiça, o culto à 'lei de gerson' e etc, são os males que afligem esse mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue.

Resumindo, os responsáveis pela destruição da família não são as pessoas que têm dinheiro e autoridade estatal para fazer isso mesmo (feministas), mas sim o  "mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder", etc.  O problema, obviamente, é que se as famílias fossem de facto patriarcais, hierárquicas e onde houvesse autoridade paterna, este texto nem deveria existir visto não ocorreriam os problemas que originaram as palavras do Dr Marcelo.

Portanto, seguindo a Rosalmos23, os responsáveis pela remoção da figura paterna das famílias, e consequente aumento da criminalidade, são as instituições que lutam pela presença da figura paterna dentro das família. O feminismo, que abertamente milita para a destruição da família ("A família nuclear tem que ser destruída" Linda Gordon - Feminista) não pode ser de maneira nenhuma responsabilizado por aquilo que fez e diz que quer fazer.

Isto é clássico pensamento feminista: não assumir a responsabilidade pelas suas acções.

O feminismo questiona isso e luta pelos direitos das mulheres e por uma sociedade mais justa para todos.

Este argumento é também um argumento clássico entre as feministas. Logicamente falando, ninguém são e honesto quer lutar contra a "justiça" (dentro daquilo que as pessoas normais qualificam de "justiça"). Todos nós queremos que as pessoas sejam tratadas de forma justa e honesta. Conhecedoras desta forma de pensar presente na maioria das pessoas, as feministas usam este argumento ad nauseum sempre que alguém mais informado começa a listar os vários incidentes históricos onde as feministas agiram de forma que contradiz a sua alegada busca pela igualdade.

Essencialmente, o que elas querem é definir à priori que "feminismo" = "igualdade" ou "feminismo" = "justiça, e desde logo, invalidar as feministas que abertamente lutam pela supremacia feminina. Isto, obviamente, é análogo ao argumento do genuíno escocês, aludido por Antony Flew:
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas." No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
O problema para a Rosalmos23 é que o mundo já tem informação suficiente para saber que o feminismo não luta pela "igualdade" ou pela "justiça" mas - entre outras coisas - para separar a mulher das consequências dos seus actos. As feministas não querem igualdade; as feministas querem tratamento preferencial sempre que possível (por virtude de serem mulheres), e igualdade quando lhes interessa. 

Nenhuma feminista luta pela igualdade no dinheiro investido nas doenças que afectam cada um dos sexos porque isso não lhe interessa. (Nota: a Medicina investa muito mais dinheiro na pesquisa das doenças que afectam exclusivamente as mulheres do que naquelas que afectam exclusivamente os homens. Isto, note-se, numa sociedade "feita para os homens").

Semelhantemente, nenhuma feminista luta para que sejam criadas quotas universitárias de modo a que o número de homens e mulheres seja proporcional à sua presença na sociedade uma vez que elas estão perfeitamente satisfeitas com o facto das universidades terem mais mulheres que homens (e todos sabemos o porquê disso ocorrer).

Por fim, e em mais um exemplo claro de que as feministas não querem igualdade mas sim supremacia e tratamento preferencial, nós temos informação de que existem grupos feministas que lutam para um tratamento prisional distinto para as mulheres.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres)

Feminismo = movimento politico criado como arma de dessestabilização social.

Mulher = condição biológica inata moralmente neutra.

Mãe = aquela que tem filhos

Das três, em lado algum vimos o Dr Marcelo a culpar as últimas duas; todos os seus argumentos dirigiram-se exclusivamente ao movimento politico com o nome de feminismo.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres) pela sociedade violenta, individualista em que vivemos só demonstra que o machismo está vivo e tem seus defensores entre aqueles que deveriam trabalhar pela saúde mental dos jovens

Ou seja, segundo esta feminista, quando o Dr Marcelo revela que a falta duma figura paterna - algo que o feminismo quer - aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em problemas com a lei, isso não é "trabalhar pela saúde mental dos jovens". Para a Rosalmos23, é perfeitametne aceitável identificar as causas das criminalidade juvenil, desde que essas causas não estejam minimamente relacionadas com o feminismo.

Aparentemente, só é "trabalhar pela saúde mental dos jovens" quando as causas da delinquência juvenil podem ser - de alguma forma ou outra - associadas aos "valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue."

mas só conseguem enxergar as mulheres e mulheres feministas como culpadas por esse estado de coisas e não conseguem analisar a situação da sociedade de maneira isenta

Mas foi exactamente isso que o Dr Marcelo fez: ele identificou o problema (criminalidade) e listou uma causa provável (ausência da figura paterna). Depois disso, ele fez ligação entre a ausência do pai e as ideologias que abertamente militam para a remoção do pai da família. A análise do Dr Marcelo não só está correcta, como está de acordo com o que outros pesquisadores de outros países já apuraram: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolverem em problemas com a lei.

Outra coisa a levar em conta é o entendimento do termo "isenta"; dentro do feminismo, por "isenta" entenda-se "de forma que não culpe as feministas". Segundo se sabe, quem culpa as feministas de algo (mesmo que se cite uma feminisita para demonstrar a veracidade dessa alegação) não está a ser "isento".

apenas procura um culpado e esse 'culpado' é claro, para os machistas, são as mães e as feministas.

Não são só os machistas que identificam o feminismo (e não as mães) como uma das causas do aumento da criminalidade; são vários estudos sociais levados a cabo por todo o mundo.

O feminismo nunca matou ninguem, o machismo mata todo dia.

Será?


Conclusão:

A resposta histérica da Rosalmos23 é a resposta clássica das feministas. Ela não oferece qualquer tipo de refutação aos argumentos do Dr Marcelo mas em lugar disso usa a tradicional histeria do "machismo" e do "patriarcado" para silenciar as vozes que criticam o feminismo.

O Dr Marcelo tem toda a razão no que diz: verdadeiramente, a ausência duma figura paterna pode ser o factor com mais peso no desenvolvimento emocional das crianças. Jovens rapazes que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolver em actividades criminosas.

Sabendo-se disto, e como o feminismo tem sido bem sucedido na destruição da familia natural, é perfeitamente lógico associar o feminismo com o aumento dos homicídios.

As feministas podem não gostar das conclusões, mas elas não tem como disputar os factos.



Mulheres perdem 90% dos óvulos até os 30 anos


Via

Cientistas descobriram por que é tão difícil para mulheres terem filhos depois dos 30 anos – elas, provavelmente, já usaram 90% da sua reserva de óvulos até então. Ainda é possível que elas produzam óvulos enquanto têm 30 ou 40 anos, mas, na verdade, seu “reservatório” de óvulos em potencial já diminuiu para praticamente nada.

O estudo sugere também que o organismo feminino escolhe os melhores óvulos para “ir primeiro” e a qualidade dos restantes seria menor, aumentando a dificuldade de concepção e os riscos de saúde que o bebê sofre.

Uma mulher saudável nasce com, aproximadamente 300 mil óvulos em potencial, mas o declínio desse número é muito maior do que se pensava. Quando chega aos 30 anos, só lhe restam 12% da quantidade inicial de óvulos.

Os pesquisadores dizem que as mulheres erram ao pensar que, porque elas ainda estão com o ciclo menstrual inalterado, a sua fertilidade ainda é a mesma. Mas o estudo que analisou mais de 300 mulheres britânicas mostrou que a realidade é bem diferente.

Outra descoberta proveniente de estudos recentes foi que o número de óvulos que cada mulher produz é significativamente diferente. Algumas podem produzir até milhões enquanto algumas produzem apenas trinta mil. Para as últimas que desejam filhos, os médicos aconselham a não deixar a gravidez para mais tarde. [Telegraph]

* * * * * * *

Portanto, os médicos aconselham a não adiar a gravidez, mas o feminismo diz exactamente o contrário.  O resultado é quase sempre o mesmo.

[Actualização] Há alguns anos atrás uma agência de publicidade afirmou essencialmente o mesmo que esta notícia revela: as mulheres possuem uma janela de oportunidade reduzida para terem filhos saudáveis. Os únicos grupos que se manifestaram "horrorizados" com a notícia foram os mesmos grupos que alegam "defender os interesses da mulher."

Obviamente que a revelação de notícias como esta não é feita com o expresso propósito de forçar as mulheres a adoptar um certo tipo de comportamento, mas sim para alertar que, tal como todos os comportamentos carregam consigo uma consequência, a mulher que propositadamente adia a gravidez para uma faixa etária mais tardia, corre o risco de descobrir, amargurada, que já não pode gerar nova vida dentro de si.

O inimigo do feminismo





terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Tribunal Europeu proíbe críticas à União Europeia

O Tribunal Europeu da Justiça determinou que a União Europeia (UE) pode suprimir legalmente as críticas políticas levantadas contra as suas instituições e contra as suas figuras de topo, colocando de lado a "English Common Law" e 50 anos de precendentes Europeus em torno das liberdades civis

O mais importante tribunal da UE determinou que a Comissão Europeia tinha o "direito" de despedir Bernard Connolly (economista britânico demitido em 1995 por ter escrito uma crítica à integração monetária Europeia com o nome de "The Rotten Heart of Europe" ["O Apodrecido Coração da Europa"].)

A decisão legal declarou que não só a comissão [Europeia] pode restringir as vozes dissidentes (como forma de "proteger os direitos dos outros"), como pode também punir os indivíduos que "prejudiquem a imagem e a reputação da instituição".

Este caso tem implicações mais abrangentes em torno da liberdade de expressão que se podem alargar para cidadãos da UE que não trabalham para a burocracia de Bruxelas.

O tribunal qualificou o livro de Connolly de "agressivo, pejorativo e insultuoso", focando-se especialmente na sugestão do autor de que a União Monetária e Económica é uma ameaça à democracia, à liberdade e "em última análise, à paz".

No entanto, o tribunal colocou de lado um argumento levantado há 3 meses pelo advogado-geral, Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, que implicitamente afirmou que as críticas levantadas por Bernard Connolly contra a UE eram semelhantes a uma blasfémia extrema e, como tal, não era discurso protegido.

O sr Connolly, que se viu na obrigação de arcar com os custos legais da Comissão Europeia, disse que o processo não foi o que se poderia qualificar de uma audiência justa. Ele diz:


Voltamos aos tempos dos "Star Chamber" e dos "Acts of Attainder": os direitos dos réus não são nem respeitados nem garantidos de forma alguma; a ofensa de difamação sediosa foi ressuscitada.

Em Novembro último Damaso Colomer escreveu no seu artigo de opinião que um caso judicial Britânico de relevo (em torno da liberdade de expressão) "não tinha fundamento nem relevância" dentro da lei Europeia, sugerindo que o Tribunal Europeu se encontrava pouco disposto a dar demasiada consideração à tradição legal Britânica.

Bernard Connolly planeia agora levar o seu caso para outro tribunal Europeu, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos localizado em Estrasburgo.

Fonte



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