sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pai quer ficar com o filho que mulher abandonou

Pai quer ficar com o filho que mulher abandonou

Notícia deixou o camionista em choque. Hoje é ouvido pela Comissão de Menores.

A família do bebé abandonado em Vilar de Pinheiro no sábado espera recuperar a tutela do recém-nascido até amanhã ou, no limite, segunda-feira.

Uma situação que, de acordo com a advogada da mulher de 30 anos que abandonou a criança, poderá ser facilitada pelo facto de o procurador encarregado do processo não desejar a institucionalização do recém-nascido.

O pai quer ficar com o filho e é ouvido hoje pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Vila do Conde.

(Fonte)



Prémio Nobel da Paz atribuído a três mulheres

A Presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, a ativista liberiana Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkul Karman ganharam o prémio Nobel da Paz 2011, foi hoje anunciado.

O Comité Nobel Norueguês distinguiu as três mulheres «pela luta pacífica em defesa da segurança das mulheres e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz».

Tawakkul Karman, que a agência noticiosa francesa AFP inicialmente identificou como liberiana, é de nacionalidade iemenita.

Johnson Sirleaf, de 72 anos, economista formada em Harvard, é a primeira mulher presidente de África eleita democraticamente em 2005.

Vista como reformista e pacifista quando assumiu o poder, Sirleaf apresenta-se novamente às eleições presidenciais, que decorrem este mês. Recentemente, opositores acusaram Sirleaf de comprar botos e usar fundos governamentais na campanha eleitoral. O seu campo negou as acusações.

Até 2003, a Libéria foi palco de uma guerra civil. Actualmente, o país luta pela manutenção da paz com a ajuda de missões das Nações Unidas.

A activista liberiana Leymah Gbowee organizou um grupo de mulheres cristãs e muçulmanas para desafiar os senhores da guerra na Libéria.

Tawakul Karman, de 32 anos, tem três filhos e liderou a organização Mulheres Jornalistas sem Correntes, um grupo de defesa dos direitos humanos. Tem desempenhado um papel fundamental na organização dos protestos no Iémen contra o governo do Presidente Ali Abdullah Saleh, que se iniciaram no final de janeiro.

O pai de Karman foi ministro dos assuntos legais no governo de Saleh. Karman é jornalista e membro do partido islâmico Islah.

«Não podemos alcançar a democracia e paz duradoura no mundo sem que as mulheres consigam as mesmas oportunidades que os homens para influenciar os acontecimentos em todos os níveis da sociedade», acrescentou o comité norueguês.

(Fonte)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mulher perfeita é enfermeira, morena e curvilínea, diz pesquisa

E elas gostam dele bem-humorado, de olhos claros e, de preferência, que pague sempre a conta

Uma pesquisa da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, realizada com 4 mil mulheres e 3 mil homens, contesta o padrão de que a mulher de sonho tem de ser loira.

Segundo a mesma, ela é enfermeira, tem curvas e é morena, de preferência com cabelos longos e ondulados.

Já o homem perfeito é médico, tem olhos claros e está sempre de bom humor.

O estudo aponta ainda que a maioria dos homens não se sente atraído por modelos de passerelle e 75% dos questionados acredita que um sorriso bonito transforma uma simples mulher numa grande sedutora.

Nota máxima também para quem sabe cozinhar, já elas gostam que eles a levem para jantar fora e paguem a conta.

Nove entre dez mulheres olham para homens que as fazem rir e não se preocupam com o histórico sexual do parceiro, já o homem faz contas de cabeça sobre quantos já passaram pela mulher que tem diante de si.

-Fonte-


Coisas a reter deste estudo:
  • As mulheres não se preocupam com o número de parceiras sexuais que o homem já teve.
  • Para grande desespero das igualitárias, os homens preocupam-se com o número de parceiros sexuais que a mulher já teve. Nenhum homem quer para esposa uma mulher com um passado sexual "frutífero":

1. Porque é que os homens não se querem casar com mulheres promiscuas?
2. Promiscuidade pré-matrimonial prepara caminho para adultério
3. Feminista chocada por descobrir que os homens não se querem casar com promiscuas

  • Os homens não se sentem atraídos pelos esqueletos andantes pelas mulheres das passareles. Isto é muito importante porque, contrariamente ao que os homossexuais que controlam o mundo da moda pensam, a esmagadora maioria dos homens não se sente atraído por mulheres que parecem rapazinhos esfomeados.
  • A preferência por enfermeiras provavelmente centra-se na aura feminina que as enfermeiras geralmente têm. Não tem nada a ver com o número de enfermeiras bonitas (se assim fosse, as mulheres das passareles estariam à frente) mas sim com a feminidade.

    Por mais incrível que isto possa parecer, os homens são mais atraídos pela feminidade do que pela beleza.

    Há mulheres bonitas mas sem feminidade e há mulheres não tão bonitas mas que se tornam bonitas e atraentes devido à sua feminidade.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ataques coordenados ao patriarcado

Reparem nestes dois títulos do Wall Street Journal e vejam lá se o mesmo não está a tentar passar a mensagem de que os homens deveriam abandonar os seus empregos e passar a ser o "senhor Mãe".
Em cima: "Serão os machos alfa saudáveis?"

Escusado será dizer que ambas as histórias são pura propaganda feminista.

A sua tese de que os homens estão biologicamente programados para cuidar de crianças (papel que sempre esteve entregue às mulheres) está em contradição com a História da humanidade. As sociedades mais saudáveis são aquelas onde os machos alfa dominam; as menos saudáveis são aquelas onde os homens ficam em casa a cuidar das crianças ou são tornados irrelevantes como figuras de autoridade.

Os homens estão programados para lutar (fora de casa) por uma melhor vida, para conquistar o mundo e não para ficar em casa a tomar conta das crianças. As sociedades ocidentais actuais, que promovem fêmeas alfa e machos beta, estão a preparar o caminho para a sua própria destruição.

Vocês acham mesmo que a Al-Qaeda e os jornais muçulmanos dizem coisas como "Hey! Ser Um Macho Alfa É Haram e Não é Saudável" ou "Os Homens Estão Programados Para Serem Mulheres e Cuidar de Crianças"? Claro que não.

Mas é precisamente isso que os europeus e os americanos ensinam. O pior é que muitos homens estão a acreditar nessa mentira e a assumir o papel de "cuidador do lar".

O patriarcado dura. O matriarcado não.

Violência em Londres: Consequência do feminismo e do matriarcado

sábado, 1 de outubro de 2011

Como as mulheres beneficiaram com o patriarcado


O patriarcado serve de vilão conveniente para uma geração de jovens mulheres que são das mais abastadas e melhores situadas do planeta. Na Universidade de Oregon, por exemplo, as estudantes organizaram uma conferência intitulada "Contra o Patriarcado."

Os participantes focaram-se em questões do tipo "Como identificar o privilégio masculino?", e "Como é que o domínio masculino se interliga com outro tipo de opressão como o racismo, o heterossexismo . . . . o capitalismo, o governo e o especismo?"

O patriarcado -- entenda-se por "Civilização Ocidental" -- não merece este tipo de tratamento. De facto, pode ser dito que o mesmo é a melhor coisa que alguma vez aconteceu às mulheres.

Para se vêr como as mulheres beneficiaram com os últimos 2000 anos de patriarcado, temos que analisar o estatuto da mulher durante o início da era presente.

História.

Atenas, cujo nome é sinónimo de cultura elevada e conquistas filosóficas, não permitia que as mulheres fossem cidadãs ou possuíssem propriedade.

Maridos romanos eram livres para ter qualquer tipo de aventura sexual, mas a mulher que cometesse adultério poderia ser morta -- a doutrina da "patria potestas" garantia-o. Um pai romano agia como sacerdote, juiz, legislador, e, de facto, carrasco na sua casa. Isto, claro, sem qualquer tipo de preocupação pelos direitos da mulher e dos filhos.

Se isto fosse tudo o que o patriarcado tivesse para oferecer, as feministas estariam no seu direito em classificá-lo de exemplo máximo do mal.

No entanto, e verdade seja dita, a instituição patriarcal que as académicas feministas mais gostam de odiar -- a Igreja Católica -- começou a fazer incursões dentro deste sistema. Primeiro, houve a ideia revolucionária de que todas as pessoas -- incluindo as mulheres -- eram seres preciosos e importantes.

Isto revelou-se tão atraente para as mulheres oprimidas -- genuinamente oprimidas -- que elas afluíram para esta actualmente caluniada instituição de modo maciço. Isto chegou a um ponto tal que os imperadores pagãos proibiram os missionários de porem os pés em qualquer casa pagã onde vivessem mulheres uma vez que havia o "perigo" de conversão.

Segundo, as mulheres do mundo antigo raramente tinham voto na matéria na escolha dos esposos. Mas a Igreja Medieval insistiu que o consentimento da mulher fosse de importância igual ao consentimento do esposo.

Isto de forma alguma significa que não existiram casamentos arranjados entre famílias reais, ou que os pais tivessem parado imediatamente de forçar as filhas para casamentos miseráveis. O que isto significa é que passou a existir um novo ideal, um novo direito que, através dos tempos, se tornou numa realidade e não numa abstracção.

Mais mudanças com a chegada do patriarcado Cristão.

A fidelidade matrimonial, exigência antiga feita às mulheres, passou a ser um requerimento junto dos homens. Cavalheirismo e códigos de honra são ramificações de sociedades patriarcais que forçam os homens a proteger o rei, o país, as mulheres e as crianças.

Os cavaleiros não se limitavam a lutar; eles faziam comprometiam-se a elaborar códigos de conduta que incluíam o respeito pelas mulheres e um certo decoro comportamental.

Sexo e Casamento.

Algumas das alegadas restrições mais opressivas -- particularmente aquelas envolvendo questões relativas ao sexo e ao casamento -- aparentam ser mais apelativas do que onerosas, especialmente quando comparadas com as alternativas modernas.

Quem é que não escolheria o amor cortês, polido e lisonjeiro, que emergiu na declaradamente Europa patriarcal medieval, em lugar da grosseira cultura "sexo fácil" dos tempos modernos?

Naquela altura, os trovadores louvavam as virtudes das mulheres e, como diz o historiador Jacques Barzun, ajudaram a estabelecer "em teoria, os direitos e privilégios que a mulher merece e que tem, em realidade, desfrutado, começando pelo respeito pela sua pessoa e admiração pelas suas qualidades."

Hoje em dia as qualidades mulheres são "admiradas" em fontes como Temptation Island e Maxim. Folhear a revista Playboy, e não através da poesia, é a forma contemporânea e aceitável dum homem se maravilhar com os "encantos femininos".

A evolução dos direitos legais da mulher foi lenta. Os antigos não eram adeptos da ideia de conferir direitos às mulheres. E porque é que seriam? As mulheres, para os antigos, eram propriedade. No entanto, na ainda patriarcal sociedade do século 19, isto havia já mudado. As mulheres solteiras desfrutavam do estatuto legal de "femme sole" ; isto dava-lhe o direito de possuir propriedades no seu nome e fazer contractos.

As mulheres casadas viviam uma situação diferente. "Cobertura" (inglês/francês:"Coverture"), norma do final do século 19 onde a mulher perdia toda a sua independência legal a partir do casamento, não era algo que a mulher actual pudesse permitir.

No entanto, e pelo menos, isto era um pequeno passo para as mulheres uma vez que, ao contrário dos antigos romanos, o homem agora tinha a obrigação legal de proteger a sua esposa. Como Sir William Blackstone descreveu nos seus comentários das Leis de Inglaterra, a mulher estava "por baixo das asas, protecção e cobertura" do marido.

Durante os anos 30 do século 19, reformas legais nos EUA estenderam o direito de possuir propriedade às mulheres casadas, abolindo desde logo a "cobertura". Embora o progresso tenha sido lento, ele foi progressivo.

Não há alternativas viáveis e funcionais ao patriarcado.

Os ataques feministas ao patriarcado poderiam ter razão de ser se elas recomendassem alternativas que fizessem algum sentido. Mas tais alternativas fazem-se notar pela sua ausência. As teóricas feministas mais activas a lutar contra este demónio oferecem algo muito menos robusto: teorias espúrias de antigas sociedades matriarcais.

Só que estas utopias matriarcais, embora populares em cursos de história feminina, não tem bases em factos históricas - tal como Cynthia Eller demonstrou no seu livro "The Myth of Matriarchal Prehistory".

De formas muito variadas, as sociedades patriarcais foram mais além a partir dos indícios provenientes da honra que as mulheres receberam durante a época medieval.

Afinal, foram as sociedades patriarcais que produziram os triunfos da lógica, ciência, arte e literatura ; e, na maior parte, foi o patriarcado que desenvolveu as filosofias políticas liberais que conduziram as sociedades à democracia, direitos individuais e emancipação da mulher.

Conclusão:

O patriarcado foi o arranjo social dominante durante a maior parte da História da civilização Ocidental - a civilização que produziu as expressões de liberdade humana e direitos individuais que as feministas radicais querem agora rejeitar.

(Fonte)


Resumindo: as feministas querem destruir o patriarcado ocidental em favor de sabe-se lá o quê. Não oferecem alternativas viáveis, mas "sabem" que o que existe tem que ser destruído.

O problema é que a destruição do patriarcado Cristão - como se vê na Europa ex-Cristã - só lhes vai deixar debaixo dum patriarcado bem menos tolerante.


Vai ser engraçado vêr as "emancipadas" feministas europeias a implorar pelo regresso do patriarcado Cristão. O problema é que pode ser tarde demais.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Uganda: forças armadas queimam casas, matam crianças e desalojam cerca de 20,000 pessoas devido ao aquecimento global


Segundo propostas da companhia como forma de se juntar um programa das Nações Unidas em relação ao "ar limpo", os colonos a viver na área abandonaram as terras de forma "pacífica" e "voluntária". No entanto, os locais lembram-se dos eventos duma forma distinta.

Emmanuel Cyicyima, de 33 anos, disse:

Ouvi pessoas a serem agredidas e como tal vim para fora. As casas estavam a ser queimadas.
Outros moradores descreveram soldados de arma em punho e uma criança de 8 anos a arder até à sua morte quando a sua casa foi incendiada pelas forças de segurança.

William Bakeshisha, que se escondeu nas plantações de café enquanto observava a sua casa a arder, declarou:

Eles disseram que se nós hesitássemos, seríamos abatidos.

Segundo uma reportagem publicada pelo grupo Oxfam, mais de 20,000 pessoas afirmam terem sido expulsas das suas casas nos últimos como forma de arranjar espaço para a plantação de árvores gerida por uma companhia britânica.

Mas neste caso, o governo e a companhia afirmaram que os colonos eram ilegais e devido a isso, foram despejados por um bom motivo: para proteger o meio ambiente e combater o aquecimento global.

(Fonte)


O ódio pela vida humana por parte das ideologias esquerdistas é satânico. Há poucos dias atrás ficamos a saber que o grupo esquerdista PETA considerou um ataque dum tubarão a um homem como um acto de "justiça" ou "vingança".

Agora ficamos a saber que, em nome do não-existente aquecimento global antropogénico, crianças de 8 anos são queimadas vivas.

Feminista horrorizada por descobrir que as mulheres checas desprezam o feminismo

Eis aqui um breve olhar para a vida fora da Matriarx - e as tentativas desesperadas das mimadas feministas ocidentais em exportar para nações livres da praga do feminismo essa mesma ideologia.

O desprezo pelo feminismo na República Checa (RC) nem sempre está oculto. Por exemplo, uma agência de namoros publicita o seguinte:
Este programa está direccionado a homens solteiros em busca de uma genuína parceira de vida que seja bonita, inteligente, educada, que não tenha sido contaminada pelo feminismo, e cuja cultura seja uma de suporte e respeito pelo esposo.
Outro argumento encontrado na RC é o de que as mulheres neste país são iguais aos homens. Como tal, o feminismo não é necessário.

Uma activa profissional checa, escrevendo para a New Presence argumenta:

Como mulher, não me sinto de forma alguma descriminada. Pelo contrário, considero isso um ponto a favor, mesmo que nenhuma das minhas colegas feministas acredite em mim. Mas isso já é problema delas.
A maior resistência à ideologia feminista, e o reconhecimento dos problemas com os quais as mulheres se deparam, vem das próprias mulheres.

Resumindo: a feminista ocidental está chocada por descobrir que as mulheres podem-se sentir realizadas sem adoptar as mentiras do feminismo.

Em vez da feminista ocidental reavaliar a sua fé no feminismo (e o próprio feminismo em si), ela imputa às mulheres (as mesmas que não se sentem de forma alguma descriminadas) algum tipo de falta de percepção em relação aos "problemas com os quais as mulheres se deparam".

Ou seja, a feminista está a oferecer uma "cura" para um problema inexistente (ou que existe só na sua cabecinha inundada pelas mentiras feministas).

A questão é: se não está danificado, para quê repará-lo? As feministas estão determinadas em "resolver problemas" um pouco por todo o mundo, mas os outros países não precisam dessa ideologia destrutiva.

O que a feminista ocidental não entende é que o feminismo é totalmente desnecessário onde as mulheres são naturalmente femininas, e, devido a isso, o equilíbrio é atingido de forma natural.

Só quando as mulheres perdem a sua feminidade e tentam ser homens é que a disfuncional luta pelo poder começa. Talvez isso explique as seguintes palavras de Sheila Cronan citadas na "National NOW Times" em Janeiro de 1988:

A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena.
Ou seja, para se ser uma firme aderente do lixo feminista ("feminista plena"), a mulher tem que abandonar a sua natural e saudável atracção por homens, e começar a ter desejos sexuais anormais por outras mulheres.

Isto demonstra de forma cabal que o feminismo não tem em vista os interesses das mulheres mas outro tipo de interesses.


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Tornem-se vegetarianos ou serão comidos por um tubarão.

São conhecidos (e odiados) mundialmente pela sua publicidade chocante incluindo o uso de pessoas famosas nuas como forma de impulsionar a sua mensagem em torno dos "direitos" dos animais. No entanto, desta vez a PETA pode ter ido longe demais com a sua última campanha ao sugerir que pessoas que nadam ou pescam em águas onde há tubarões, e são atacadas pelos mesmos, isso constitui uma forma de "vingança".
O novo poster mostra um tubarão a comer uma perna humana decepada com um slogan manchado de sangue a dizer "a vingança é um inferno!". O mesmo tem o propósito de tornar todos os que lêem em vegetarianos [boa sorte!]. 

A PETA afirma particularmente que esperam que o poster faça as pessoas repensar as actividades piscatórias, sugerindo que, se as pessoas infligem dôr aos animais marinhos, então merecem receber também dôr por parte destes. Esta publicidade pode ser considerada particularmente ofensiva quando se sabe que há alguns dias atrás um britânico foi atacado por um tubarão branco quando nadava no mar, na Cidade do Cabo (África do Sul). O mesmo luta pela sobrevivência.

Sem dúvida que muitos (todos?) de nós ficamos com vontade de passar a ser vegetarianos depois de ficarmos a saber que um homem a matar um tubarão é moralmente equivalente a um tubarão matar um ser humano. Uma pergunta para os vegetarianos radicais: se matar um animal é equivalente a matar um ser humano, o que é que se faz quando um animal mata outro ser animal? Um julgamento e prisão perpétua?
Não é fascismo quando somos nós a fazê-lo.

Feminismo e o ódio à família natural

Eis aqui algumas citações feministas em relação à estrutura mais importante da sociedade funcional: a família.

À medida que forem lendo as suas palavras, lembrem-se que há miúdos que são educados por mulheres que acreditam neste lixo.


"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente."
(Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)

"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a libertação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens. . . . Toda a História tem que ser re-escrita em termos de opressão da mulher. Temos que voltar ao tempo das antigas religiões femininas como a bruxaria."
("The Declaration of Feminism," November 1971)

"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." (Radical feminist leader Sheila Cronan)

"Como sexo, nós somos infinitamente superiores aos homens"
(Elizabeth Cady Stanton, "One Woman, One Vote", Wheeler, p.58)

"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)

"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)

"Todo a intimidade sexual, mesmo o consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres."
(Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)

"A mulher que tem relações sexuais com um homem, fá-lo contra a sua vontade, mesmo que ela não se sinta forçada." (Judith Levine)

"O macho é um animal doméstico que, se lidado com firmeza . . . pode ser treinado a fazer a maioria das actividades." (Jilly Cooper, SCUM - Society For Cutting Up Men)

"Numa sociedade patriarcal, todas as relações sexuais heterossexuais são uma violação uma vez que as mulheres, como grupo, não são suficientemente fortes para dar um consentimento significativo."
(Catharine MacKinnon, citada em Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies.)

"Quando uma mulher atinge gratificação sexual durante o acto sexual com um homem, ela apenas está a colaborar com o sistema patriarcal, erotizando a sua opressão."
(Sheila Jeffrys)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Feminista: "Aconselho-o que morra!!"

Escrevendo no blogue "Feministas sem Fronteiras" a Maria Helena Santos alega:
A igualdade entre homens e mulheres é importante em termos de desenvolvimento!
A isto eu perguntei de que forma é que o homem e a mulher são iguais. Ela respondeu conforme está a negrito:
Quando falamos de igualdade entre homens e mulheres, estamos a falar de igualdade de oportunidades e de direitos (como, aliás, já está inscrito na Constituição), e não em termos físicos.

[Eu] Mas a noção da igualdade de oportunidades e direitos é baseadas em quê?

Ou seja, o que está em causa não é tornar as pessoas iguais (no sentido de semelhantes, ou não diferentes), mas acabar com a hierarquia que existe entre elas na sociedade.

Se calhar a hierarquia existe porque os homens são biologicamente distintos das mulheres? Por exemplo, num cenário de guerra, é normal e louvável os homens sacrificarem-se pelas mulheres. É esse tipo de hierarquia que a Maria Helena quer mudar?

Embora muito caminho já tenha sido percorrido no sentido da igualdade de género nos últimos anos

Voltamos ao mesmo; porque é que deveria haver "igualdade de géneros" se os "géneros" não são iguais? Repare que a Maria Helena aludiu aos "géneros".

(ex: as mulheres já podem votar e ser eleitas, etc.), continua a haver desigualdade.

Sim, continua a haver muita desigualdade. Por exemplo, em caso de divórcio é SEMPRE o homem que tem que pagar à mulher, e não o reverso. Semelhantemente, em caso de divórcio as mulheres quase sempre ficam com as crianças, mesmo que o pai tenha melhores condições financeiras. Onde está a igualdade nisto?

Pior, esta desigualdade é assimétrica, ou seja, há uma hierarquia que teima em persistir, sendo as mulheres geralmente dominadas pelos homens.

Existe hierarquia laboral porque os homens em regra investem mais na carreira do que as mulheres. As mulheres, quando começam a ter filhos, voluntariamente escolhem dedicar mais tempo aos filhos (vêr este link).

Além disso, as mulheres preferem ser lideradas por homens (vêr este link) do que por outras mulheres. Portanto a hierarquia que existe muitas vezes é 1) funcional e 2) do agrado das mulheres.

É isso que é preciso combater, porque todas/os temos a ganhar.

Não, nós não temos nada a ganhar com a destruição da ordem e da organização da sociedade ocidental só para o agrado duma minoria de mulheres feministas. A esmagadora maioria das mulheres está perfeitamente satisfeita com a hierarquia existente, e elas ESCOLHEM ficar sob a autoridade dos homens.

Não há uma única sociedade funcional onde haja "igualdade" entre homens e mulheres pelo simples facto de que as mulheres e os homens são distintos (mas complementares).

Enquanto as feministas não se mentalizarem que a biologia determina a hierarquia, elas vão continuar a lutar contra moinhos de vento e viver uma vida sem propósito.

...........

Depois desta troca de palavras outra feminista fez um comentário bastante ignorante mas revelador:

Percebo que queira ferozmente a continuação da ordem patriarcal.
Se por "ordem patriarcal" a feminista quer dizer "a ordem que sempre existiu em todas as sociedades funcionais desde o princípio da História da Humanidade", então evidentemente que sim. Eu e todas as pessoas que queiram o bem da sociedade (incluindo a maior parte das mulheres) desejam a ordem na sociedade. Ou será que a feminista tem alguma alternativa?
Percebo que se enfureça quando nós a denunciamos.
Percebe mesmo? Acho que não. Acho que a feminista coloca os interesses feministas acima da funcionalidade social.
Percebo que diga que a biologia determina a hierarquia.
A biologia determina muita da hierarquia existente. Por isso é que os homens é que fazem um certo tipo de trabalho (mineiros, etc) e as mulheres não.
Percebo muito bem tudo o que defende que é o status quo da ordem masculina.
Da ordem social, tal como manifesta na História da humanidade? Sim, claro. Tem alguma alternativa?
Sabe que há homens que defendem a igualdade entre géneros?
Irrelevante. Sabe que há mulheres que defendem a desigualdade dos sexos?
Sabe que há homens e mulheres que partilham tarefas em casa e que estão ao lado um do outro na vida?
O feminismo não exige igualdade dentro de casa mas igualdade em todo o sítio (excepto nas minas e nos testes físicos para a admissão dum certo tipo de emprego). Como tal, a crítica que eu faço é em relação aos planos malignos que as feminazis têm para a sociedade.
Sabe que há mulheres a chefiar? Sabe que nós lutamos e continuaremos a lutar para que os pais do sexo masculino tenham direito, em pé de igualdade com as mães do sexo feminino, de guarda dos filhos?
Boa. Onde estão essas iniciativas que visam a que a descriminação contra os pais termine?
Sabe que muitos homens conquistaram já o direito de exprimirem as suas emoções?
Antes do feminismo chegar, os homens não tinham o direito a "exprimirem as suas emoções"? Quando é que esta "conquista" aconteceu?
Por último sabe que a especificidade humana reside na modelação cultural daquilo que é biológico e que daí resultaram a linguagem articulada, a arte, as normas, as convenções?
Irrelevante. Ninguém disse que a cultura não influencia o nosso comportamento. O que eu digo é que a vossa ridícula busca pela "igualdade entre os sexos" é uma estupidez porque..... os sexos não são iguais.

Se vocês feministas lutam pela "igualdade", primeiro têm que mostrar onde há essa igualdade e depois dizer como é que essa suposta "igualdade" vos dá o direito de subverter as instituições que servem de suporte à sociedade.

Se não acredita na modelação cultural, então páre de escrever e comece a dar urros, saia do seu trabalho e vá para a selva caçar para os seus filhos e vá com uma pele de animal sobre a pele.
Como eu sei que a cultura pode (e deve) melhorar, então não preciso de fazer nada disto.
E arranque o material com que alguns dos seus dentes foram tratados pelo dentista, uma vez que pelas leis da biologia eses dentes já teria caído? E já agora aconselho-o a que morra pois negando a cultura (em sentido global) nega as vacinas que os seus pais lhe deram quando era pequenino.
Ou seja, ou eu me deixo morrer ou aceito a noção de "igualdade" que as feministas querem impôr à sociedade. Brilhante.

Mas ainda bem que fala em eu parar de escrever no computador, parar de tratar dos dentes e parar de usar a medicina.

O computador, a ciência dentífrica e a medicina foram invenções do patriarcado. Se calhar quem deveria deixar de usar essas coisas é você? Se você não gosta do patriarcado, não acha um bocado hipócrita desfrutar dos benefícios do mesmo?

Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que feministas coerentes não existem.

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