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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mulher é condenada a 8 anos de prisão depois de abandonar filho na estrada na esperança do mesmo ser atropelado

Uma mulher russa foi condenada a oito anos de prisão depois de ter deixado o seu filho bebé no meio da estrada, na esperança que fosse atropelado.

Um tribunal em Moscovo ouviu Elena Osina, de 24 anos, que estaria «farta» de tomar conta do seu filho de nove meses, depois que o seu namorado a deixou.

O bebé foi encontrado por um condutor e desde então já foi adoptado, segundo o Standardmedia.co.ke.

O irmão mais novo de Elena, Alexander, de 21 anos, também foi condenado à mesma pena por ter colaborado na tentativa de homicídio. Ambos admitiram a culpa perante a lei.

Os investigadores que foram encarregados do caso explicaram que os irmãos ficaram a assistir nas redondezas depois de deixarem o bebé numa estrada de quatro faixas, nos arredores de Moscovo, em Maio de 2011, para ver quando seria atropelado.

Um condutor que passava na altura parou depois de ver na estrada o que pensou ser «um cão ou um gato». As autoridades disseram que era «um milagre» o filho não ter sofrido nenhum ferimento.

Após a leitura do veredicto, a mulher afirmou que considerava as penas «demasiado pesadas». «Toda a gente pode cometer um erro», comentou.

Fonte

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Existe um blogue com o nome "Quem o Machismo Matou Hoje" cujo propósito de existência é o de reportar incidentes onde um homem mata uma mulher - independentemente de ser em legítima defesa, acidental ou não. A lógica parece ser a de culpar o "machismo" [seja lá o que isso for na boca duma feminazista] por todo o mal que os homens fazem às mulheres.

Usando essa "lógica" defeituosa, podemos culpabilizar o feminismo por todo o mal que as mulheres fazem aos homens e às crianças. Se não, porque não?

Este incidente na Rússia é mais uma evidência forte para o que já foi aludido aqui neste blogue, bem como em muitos outros blogues: a violência é um defeito humano e não um defeito masculino. Contrariamente ao que uma blogueira cetácea sul-americana diz, não há nada na masculinidade que torne um homem mais violento. - seja violência sexual [abuso sexual] ou não.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Violência doméstica: mãe solteira mata filho recém nascido atirando-o para o caixote de lixo

Um bebé recém-nascido foi encontrado morto num terreno, dentro de um caixote do lixo, em Cernache do Bonjardim, no concelho da Sertã.

A mãe, uma jovem e solteira, é suspeita de o ter abandonado após o parto, realizado em casa, em circunstância que a PJ do Centro ainda está a tentar apurar. A mulher já foi identificada e o corpo do bebé será hoje submetido a autópsia no Instituo de Medicina Legal de Coimbra, que irá esclarecer se se trata de um caso de homicídio ou de abandono de um nado--morto.

O caso foi denunciado às autoridades por familiares da jovem que se terão apercebido de movimentações estranhas. Após a realização de buscas, em que participaram a GNR, os bombeiros e elementos da Segurança Social, foi encontrado durante a tarde o feto, aparentemente de tempo completo.

A mãe, que ocultou a gravidez, terá feito o parto em casa sozinha durante a noite, tendo depois abandonado o recém-nascido. Às autoridades a jovem disse que desconhecia se o bebé estava vivo ou morto após o parto.

Fonte

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Sem dúvida que este acto horrível vai ter os normais atenuantes que são usados sempre que um crime é feito por uma mulher recentemente grávida: "stress de gravidez", "trauma", etc, etc...


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mulher grávida acusada de homicídio por ingerir veneno para rato que matou o bebé

Uma mulher do Indiana foi acusada de homicídio depois de uma tentativa de suicídio lhe ter deixado com vida mas ter morto o filho intra-uterino.

Bei Bei Shuai, de 34 anos, encontra-se acusada de tentativa de feticídio depois de, no dia 23 de Dezembro, consumir veneno para rato quando estava na 33ª semana da sua gravidez. De acordo com uma declaração policial, Shuai, que é da China, disse que se tentou matar depois do namorado a ter abandonado.

A tentativa de suicídio falhou depois de uma amiga a ter encontrado num carro e a ter levado de urgência para o Hospital Metodista Indianapolis. A filha de Shuai, Angel Shuai, nasceu com vida na Véspera do Ano Novo, mas foi retirada do suporte de vida no dia 3 de Janeiro.

A polícia disse que a autópsia revelou que a criança morreu devido a derramamento de sangue no cérebro causado por envenenamento químico.

A advogada de Shuai (Linda Pence) disse que as acusações deveriam ser rejeitadas uma vez que Shuai amava o bebé e que a traição do namorado, que prometeu casar-se com ela e ajudar a cuidar da criança, levaram-na a um acto de desespero.

Se ela "amava" o seu bebé, porque é que ela ingeriu químicos que ela sabia que matariam o bebé que ela "amava"? O facto do namorado a ter abandonado não anula o facto duma vida ter terminado devido ao veneno que ele ingeriu.

A advogada alegou também que as leis contra a matança de bebés intra-uterinos destinam-se a proteger os bebés não-nascidos de ataques vindos de terceiros tais como assaltantes.

Isto parece implicar que se o assassino for a própria mãe, a lei já não protege o bebé. Só protege se for outra pessoa qualquer. Ou seja, a mulher parece assim ter mais direitos que o resto da população pelo simples facto de não estar sujeita à lei que vincula o resto da sociedade.

Onde estão as feministas e as suas buscas pela "igualdade"?

A feminista advogada da assassina disse ainda:

A mãe controla o seu corpo. A mãe tem o direito de viver. Esta não é a altura para se falar sobre estes assuntos horríveis.
Aparentemente a mãe não controla só o seu corpo mas o corpo do seu bebé uma vez que foi o veneno ingerido pela mãe que matou o bebé.

Como seria de esperar, a advogada está a receber ajuda legal por parte da "National Advocates For Pregnant Women". Esta organização não só se opõe a subversão da decisão Roe v. Wade (que legalizou a matança de bebés nos EUA) como também está contra a imposição de limites ao aborto.

No entanto, de acordo com uma reportagem da TheIndyChannel.com, Dave Rimstidt, o representante legal da Marion County, disse que as acusações não foram feitas de modo descuidado.

Todas as acusações são difíceis e todas elas atravessam um processo onde nós consideramos todos os factos e circunstâncias, e dada a situação, achamos que fizemos acusações que nós temos capacidade de provar.

Aparentemente as aborcionistas querem colocar as mulheres fora da sujeição legal. Se um homem agredir uma mulher grávida e esta perder o bebé, o homem vai justamente preso acusado de homicídio, mas as feministas querem que a mãe do bebé não sofra as consequências do mesmo acto.

Esta é a "igualdade" que as feministas querem: colocar as mulheres acima da lei. Que tal termos uma sociedade controlada por estas maníacas com fortes tendências homicidas?

(Fonte)

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