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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Como o feminismo destrói a vida sexual da mulher

Por Linda Kelsey

Um novo livro controverso alega que o feminismo e o emergir do "novo homem" mataram os libidos das mulheres.

Amy, de 38 anos e uma advogada de empresas, vai trabalhar de saltos altos e com uma saia-lápis; ela comanda as coisas sendo remunerada com um mega-salário e tem uma equipa de assistentes ao seu redor e sempre disponíveis.

No emprego, eu estou sempre no controle e tenho que admitir que gosta das coisas assim. É excitante e sexy ser uma mulher Alfa.

Mas quando chega a casa, para junto do parceiro Max, que é também um advogado embora com um emprego de menor relevo, ela frequentemente dá por si a ter sentimentos confusos em relação a quem toma as decisões - especialmente no que toca ao sexo. "Quando chego a casa, já não quero ser correctora de poder, aquela que está sempre no comando e no controle. Preciso de ser cortejada e seduzida e sentir que o Max tem poder sobre mim," diz ela.

Às vezes ele cumpre com o papel, mas às vezes ele não é capaz e eu sinto-me desapontada. Isto leva-me a pensar do porquê eu estar relutante em tomar a iniciativa na cama quando sou tão confiante quando estou no emprego.

O desejo de Amy de ser dominada no quarto certamente parece estar em contradição com o seu comportamento no emprego, mas será que o facto de ser adepta de dar ordens no emprego causará a que ela tenha também o desejo de dar ordens entre os lençóis? Segundo os autores dum novo livro explosivo, "A Billion Wicked Thoughts: What The World’s Largest Experiment Reveals About Human Desire", a resposta é um retumbante "Não".
Usando a internet, os neurocientistas Ogi Ogas e Sai Gaddam analisaram 500,000 milhões de fantasias, preferências e prácticas sexuais, e fizeram uma relação entre os seus achados com os estudos em torno do comportamento animal e as últimas descobertas da neurociência para chegarem a não-muito-politicamente-correcta conclusão de que, quando se fala em sexo, as mulheres estão construídas para sentirem excitação com a sua submissão sexual. Para além disso, essa igualdade sexual, longe de emancipar a mulher, na verdade inibe o seu desejo.

Ogas afirma:

Se te sentes impulsionada para olhares para o sexo da mesma forma que olhas para o mundo do trabalho, então será difícil ficares estimulada.

Colocando as coisas de forma directa, tal como fizeram estes dois, o feminismo é mau para a actividade sexual e é a causa primária do aumento do número de mulheres que busca ajuda para resolver problemas associados ao baixo libido. Quase meio século depois do início dos Baloiçantes Anos Sessenta [inglês: "Swinging Sixties"] e do nascimento do feminismo moderno, estes pronunciamentos estão muito perto de serem uma heresia, mas será que estes cientistas qualificados têm um ponto de vista digno de ser levado em conta?

Segundo Ogas e Gaddam, pode-se aprender muito sobre o comportamento sexual feminino analisando ratos do laboratório. Eles insistem que se colocarmos um macho e uma fêmea perto um do outro, a fêmea começará a avançar sobre o macho, executando acções associadas ao interesse sexual - correndo e depois parando como forma de encorajar o macho a persegui-la.

Mas depois do beija-e-foge, a fêmea imobiliza-se, adoptando uma posição submissa até que o macho tome a iniciativa. Eles afirmam também que quase todas as qualidades dos machos dominantes - desde o seu odor até à forma como andam, e até a sua voz grave - desencadeia excitação no cérebro feminino, ao mesmo tempo que os homens "fracos", que não são mais altos, que têm uma voz aguda e um rendimento inferior, excitam-nos menos.

O que eles parecem estar a sugerir é que os homens das cavernas estavam certo o tempo todo e que o que as mulheres realmente querem é serem arrastadas pelo cabelo - ao mesmo tempo que fingem relutância - pelos homens agitando tacos de madeira.

Quando eu falei disto à minha amiga Kate, de 42 anos, que gere uma bem sucedida empresa de planeamento de eventos e que é casada com Geoff (que desistiu do seu emprego como policia, que ele odiava, e passou a ser um marido-doméstico a olhar pelos filhos com 3 e 6 anos), ela corou de constrangimento e disse:

Parece desleal admitir isto porque o Geoff é amável  em toda a linha. Ele é brilhante com as crianças, faz todas as compras, cozinha, mas a verdade é que eu já não estou sexualmente excitada. Ele sabe o quão cansada eu estou no final do dia, e embora ele esteja a ser atencioso, em vez de me perguntar se estou com vontade de fazer sexo, quero muito que seja mais dominador e diga "Desejo-te. Desejo-te agora."

Nas raras ocasiões em que nós temos relações sexuais, a única forma de ficar sexualmente excitada é tendo uma lívida fantasia de ser tomada à força por um homem de uniforme.

Phillip Hodson, psicoterapeuta e autor, é de opinião de que a resposta da Katie não é tão estranha como parece:

Na sua mente consciente e racional, a mulher pode dizer a ela mesma que trabalhou muito e batalhou pela independência, e como tal nenhum homem lhe dirá o que fazer na cama. Mas ela pode ter sido educada com expectativas diferentes em relação ao papel masculino, e como tal, ter dificuldades em se expressar sexualmente e emocionalmente com um homem que ganha muito menos que ela, e que é sexualmente pouco confiante.

Como evidência em favor da sua teoria, Ogas e Gaddam citam a continua popularidade das ficções eróticas. Certamente que se fizemos um julgmento com base no ainda-crescente aumento das vendas das novelas Mills & Boon, seá difícil não concordar. Só na Grã-Bretanha 3 milhões de livros por ano são vendidos por estes fornecedores de livros eróticos não-demasiadamente-maldosos. Para a bem sucedida escritora Jillu Cooper, isto não é surpresa:

Os homens encontram-se tão submissos hoje em dia. Eles estão tão fracos e preocupados e confusos que as mulheres têm que se voltar para as novelas e para os romances para encontrar um herói digno desse nome.

Daily Mail: http://ow.ly/qEnmJ

* * * * * * *
Em relação à última frase de Jillu Cooper, convém ressalvar que os "homens modernos" são criação da mulher moderna. Se os homens hoje em dia estão submissos e fracos, é porque as mulheres, e a cultura actual, os fizeram assim. Portanto, em vez de mulheres como a Jillu se voltarem para os livros eróticos para satisfazer o seu libido, elas deveriam tentar entender que tipo de mudanças sociais causaram a mudança no comportamento do homem.

O artigo de Linda Kelsey prossegue, afirmando algumas coisas que se encontram em oposição às experiências e à realidade do mundo em que vivemos. Por exemplo, Linda diz o seguinte:

As pesquisas de Ogas e Gaddam tocaram numa ferida, mas eles não levam em conta todas as razões que motivam a que a mulher tenha sofrido uma perda no seu libido - desde o cansaço passando pelas preocupações financeiras até às constantes discussões.

Essencialmente, o que Linda diz é que o feminismo não deve receber a totalidade da culpa da perda do desejo sexual feminino, visto que essa perda pode ter sido motivada pelo carreirismo da mulher. Ou seja, a culpa não é do feminismo, mas sim do carreirismo promovido pelo . . . . . . . feminismo.

Ela continua citando uma psicóloga com o nome de Linda Young que afirma o seguinte:

O tipo de homem que é protagonista nas fantasias sexuais da mulher não é necessariamente um homem que partilha os seus valores ou partilha as tarefas domésticas. E sim, as mulheres - até as feministas - ficam sexualmente excitadas com os "bad boys". Mas dizer que o feminismo está a causar uma perda do desejo feminino é enganador.

Como é que apontar o feminismo como causa primária da perda do desejo sexual da mulher pode ser "enganador" se é precisamente a anulação da distinção dos papéis sociais e sexuais do homem e da mulher que gera essa mesma insatisfação feminina? Os cientistas citados em cima claramente dizem que a mulher, para ter uma vida sexual mais satisfatória, tem que adoptar uma posição submissa em relação ao marido, mas o feminismo ensina que as mulheres não têm nada que ser submissas em relação aos maridos.


Disto se conclui, que não é "enganador" associar o feminismo com a perda do libido feminino.

A psicóloga acrescenta:

O feminismo centra-se na igualdade social, económica e política, e é independente do que excita alguém, ou das fantasias das pessoas.

Como dito em cima, é precisamente esta forma de pensar que está a destruir o desejo sexual da mulher. Se por um lado, a psicóloga afirma que o feminismo é inocente da actual situação sexual da mulher, ela segue afirmando que o feminismo promove exactamente aquilo que destrói o libido das mulheres: a igualdade. Ela aparentemente não consegue analisar coerentemente o que os estudos dos cientistas revelam, ou então está a tentar mudar o tópico em discussão.

Por fim, a autora do texto faz alusão a uma pesquisa onde se conclui que há uma menor satisfação sexual em países onde o homem tem uma posição mais dominante. Como exemplo, ela cita os países islâmicos.

Esta posição não deixa de ser curiosa, se levarmos em conta que, na Europa pelo menos, milhares de mulheres estão a adoptar o islão como a sua filosofia religiosa. Porque é que mulheres inglesas, alemãs e francesas abandonariam uma cultura onde há "igualdade" em favor de outra onde há a promoção do homem como o dominador?

A resposta é mais ou menos óbvia: a mulher não se encontra sexualmente satisfeita com a igualdade. Mas essa conclusão é politicamente incorrecta  e como tal, vamos continuar a promover a igualdade, e continuar a ver cada vez mais mulheres a buscar algum tipo de satisfação sexual junto de livros e romances quase pornográficos.
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

A extinção da mulher

Por Henry Makow

Há já algum tempo que tenho frequentado uma pequena aula de culinária vegetariana. A professora é uma mulher de 70 anos que poderia muito bem passar por uma mulher de 55 anos. Por lá está também uma outra aluna, uma professora Canadiana Francesa (reformada e também muito vivaça) na casa dos 60 anos.

Normalmente não reparo nas mulheres da minha idade (eu tenho quase 64 anos) mas havia algo de diferente nestas mulheres. Eu senti-me tão relaxado que quase adormeci na sua presença. Enquanto pensava nisto, apercebi-me do motivo que me levava a estar à vontade na sua presença: estas mulheres são femininas. Eu havia-me deparado com uma espécie que se encontra quase extinta: "a mulher".

Tal como eu, estas mulheres haviam emergido dos anos 60 - um momento de transição. Durante este período, as escolas ensinavam às raparigas temas em torno da economia doméstica enquanto que os rapazes aprendiam mais sobre reparações. Os rapazes convidavam as raparigas para encontros românticos - para dançar ou para ir ao cinema. O sexo pré-marital era desdenhado e as crianças ilegítimas eram chamadas de "bastardas". Uma canção popular na altura tinha como refrão o seguinte:

Love and marriage / Love and marriage / Go together like a horse and carriage.

Fomos ensinados a questionar a autoridade mas não o nosso género.

O que é que estas mulheres tinham que as definia como "femininas"? Se pudesse escolher uma palavra, ela seria "vulnerabilidade". Estas eram mulheres que não matavam as suas próprias cobras, mas que em vez disso dependiam dum homem - o marido - para as proteger e para as dirigir. Para além disso, elas não entravam em competição com os homens.

Outra palavra é "sacrifício". Elas dedicavam-se à família e, em retorno, elas eram valorizadas. Elas eram valorizadas não devido à sua aparência, nem devido às suas conquistas profissionais (e muito menos devido à sua capacidade de ter respostas prontas) mas sim devido à sua contribuição para a família. Outra palavra-chave é "rendição". Ficamos com a sensação de que um homem leal, visionário e determinado poderia obter a devoção eterna duma mulher deste tipo.

Tanto o homem como a mulher foram gravemente prejudicados pela engenharia social dos Illuminati - com a ajuda dos nossos governos, dos média e do sistema de ensino - que propositadamente debilitaram o sexo e o casamento. As mulheres foram "empoderecidas" e os homens foram efeminados. O propósito é o de neutralizar e re-criar a humanidade de modo a que esta se torne numa raça escravizada.

As mulheres foram originalmente criadas para se sacrificarem e se renderem para a família mas o feminismo ensinou às jovens mulheres que elas deveriam ser "fortes e independentes", e olhar para o homem, para o casamento e para a família com suspeição. Como resultado, foi negado às mulheres a realização que elas tanto anseiam e que só pode ser obtida através duma dedicação abnegada ao marido amoroso e aos filhos. Esta insatisfação ocorre também ao nível sexual.

Antigamente, as mulheres eram essencialmente diferentes dos homens: o seu foco era a vida doméstica, o seu espírito era um refúgio e um porto seguro para os homens, a sua energia feminina equilibrava a energia masculina dos homens. Hoje em dia as jovens mulheres estão tão ocupadas em busca duma carreira profissional que elas são virtualmente indistinguíveis dos homens. O feminismo deu órgãos sexuais masculinos psicológicos às mulheres.

Muitas destas jovens mulheres sofrem do que eu chamo de "transtorno de deficit de personalidade"; elas podem ter aparência mas têm muito pouca personalidade, pouco  estilo e ainda menos encanto. Elas não podem ser homens, mas elas já não sabem o que é ser mulher: elas são, se se pode dizer assim, mutantes.

Em contraste, há uma luz e um charme nas mulheres femininas da minha geração. Estas mulheres não se levam a elas mesmas muito a sério e os homens podem relaxar na sua presença. Elas continuam a ser um jeito de meninas e continuam a ser atraentes mesmo quando se encontram na casa dos 60 (e para além).

Sob a máscara dos "direitos" das mulheres e "direitos" dos homossexuais, os Illuminati desencadearam uma guerra à sexualidade natural e mutilaram os heterossexuais. Só satanistas é que poderiam atacar o amor que existe entre o marido e a mulher, mãe e filho.

Hoje em dia os homens são caracterizados como femininos e são facilmente dominados pelas mulheres; elas não se conseguem entregar ou amar homens assim.

A essência da masculinidade é o poder. O meu [do Henry] conselho para os homens jovens é que eles encontrem uma carreira profissional e que a desfrutem ao máximo. Façam uma linha visionária para a vossa vida e abram nela espaço para uma esposa. Depois disto, ajudem uma jovem mulher a encontrar a sua natureza feminina fundamental aceitando o teu papel de seu líder. Tens que ser o chefe ou ela não te vai respeitar. Se não fizeres isso, passarás a ser um irmão ou um filho.




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