Por Daryush Valizadeh
Este era o primeiro encontro romântico que Joe e Mary estavam a ter. Ele perguntou-lhe o que é que ela queria fazer com a sua vida, ao que ela respondeu, "Quero estabelecer a minha carreira profissional porque para mim, isso é a coisa mais importante." Inabalável em relação à revelação de que ela "não precisava dum homem", Joe continuou a entretê-la com histórias suficientemente cómicas e declarações inteligentes que lhe permitiram que ela deixasse que ele começasse a tocar levemente no seu ante-braço.
Mais para o final do encontro, quando eles já haviam cruzado os seus braços, e à medida que caminhavam para o metro subterrâneo, dois homens do Médio Oriente numa moto de patrulha chegaram-se perto deles e disseram que eles estavam proibidos de se tocar. "Esta á uma zona sharia", disseram eles, tendo um forte sotaque Inglês e estando bem à frente loja halal.
O Joe e a Mary sentiram-se mal por terem ofendido os dois homens visto que eles haviam aprendido na escola a respeitar todas as religiões - excepto a religião dos seus antepassados [Cristianismo]. Uma das primeiras coisas que eles aprenderam foi que a sua pele branca lhes dava um privilégio adicional na vida, e esse privilégio tinha que ser constantemente reprimido. Mesmo que eles discordassem com os dois homens, eles não o poderiam fazer verbalmente porque as leis contra o ódio iriam colocá-los na prisão sob acusação de discriminação religiosa. Eles descruzaram os braços e mantiveram uma distância de mais ou menos 1 metro um do outro.
Infelizmente para Joe, Mary já não quis sair mais com ele, mas passados sete anos, ele recebeu uma mensagem de Facebook da parte dela. Ela havia-se tornado presidente duma companhia, mas não conseguia encontrar um homem na mesma condição com que casar visto que actualmente as mulheres ganham, em média, mais 25% do que os homens. Há já muito tempo que Joe havia deixado o país e tinha ido viver para a Tailândia, onde se havia casado com uma jovem mulher Tailandesa e com quem tinha 3 filhos. Ele não tinha planos para voltar para o seu país, a América.
Se por acaso o colapso cultural ocorrer tal como eu passo a descrever, o cenário descrito em cima será a norma dentro de algumas décadas. O mundo Ocidental está a ser colonizado em sentido inverso, mas não através de armas ou de força bruta, mas através duma combinação de progressivismo e baixas taxas reprodutivas. Estes dois factores irão levar ao colapso cultural em muitos países do Ocidente nos próximos 200 anos. Esta teoria irá mostrar o mecanismo mais provável que irá proceder na América, no Canadá, no Reino Unido, na Escandinávia e na Europa Ocidental.
O que é o Colapso Cultural?
O colapso cultural é o declínio, a decadência ou o desaparecimento dos rituais, hábitos, comunicação interpessoal, relacionamentos, arte, e linguagem da população nativa. Ele coincide com o declínio relativo da população quando comparado com grupos externos. A identidade nacional e a identificação de grupo serão perdidas ao mesmo tempo que história revisionista será colocada em práctica para demonizar ou encontrar problemas na população nativa. O colapso cultural não pode ser confundido com o colapso económico ou o colapso do estado visto que a nação que sofre um colapso cultural pode, mesmo assim, ser economicamente produtiva e ter um governo operacional.
Primeiro, irei fazer um curto resumo do progresso do colapso cultural explicando-o com um detalhe maior. Depois disso, irei falar dos países do mundo que eu vejo a seguir este caminho.
O progresso do colapso cultural
1. Remoção da narrativa religiosa da vida das pessoas, substituindo-a com a escada rolante do "progresso" científico e tecnológico.
2, Eliminação dos papéis sexuais tradicionais através do feminismo, da igualdade de género, do politicamente correcto, do Marxismo cultural, e do socialismo.
3. Atraso ou abstenção na formação familiar por parte das mulheres como forma destas buscarem estilos de vida carreiristas ao mesmo tempo que os homens aguardam num limbo confuso.
4. Diminuição das taxas de natalidade da população nativa.
5. Medidas governamentais de imigração em massa tendo em vista a prevenção do colapso económico.
6. Recusa dos imigrantes de se adaptarem, forçando a nação anfitriã a adoptar rituais estrangeiros ao mesmo tempo que é demograficamente suplantada.
7. População nativa começa a ser marginalizada no seu próprio país.
Este era o primeiro encontro romântico que Joe e Mary estavam a ter. Ele perguntou-lhe o que é que ela queria fazer com a sua vida, ao que ela respondeu, "Quero estabelecer a minha carreira profissional porque para mim, isso é a coisa mais importante." Inabalável em relação à revelação de que ela "não precisava dum homem", Joe continuou a entretê-la com histórias suficientemente cómicas e declarações inteligentes que lhe permitiram que ela deixasse que ele começasse a tocar levemente no seu ante-braço.
Mais para o final do encontro, quando eles já haviam cruzado os seus braços, e à medida que caminhavam para o metro subterrâneo, dois homens do Médio Oriente numa moto de patrulha chegaram-se perto deles e disseram que eles estavam proibidos de se tocar. "Esta á uma zona sharia", disseram eles, tendo um forte sotaque Inglês e estando bem à frente loja halal.
O Joe e a Mary sentiram-se mal por terem ofendido os dois homens visto que eles haviam aprendido na escola a respeitar todas as religiões - excepto a religião dos seus antepassados [Cristianismo]. Uma das primeiras coisas que eles aprenderam foi que a sua pele branca lhes dava um privilégio adicional na vida, e esse privilégio tinha que ser constantemente reprimido. Mesmo que eles discordassem com os dois homens, eles não o poderiam fazer verbalmente porque as leis contra o ódio iriam colocá-los na prisão sob acusação de discriminação religiosa. Eles descruzaram os braços e mantiveram uma distância de mais ou menos 1 metro um do outro.
Infelizmente para Joe, Mary já não quis sair mais com ele, mas passados sete anos, ele recebeu uma mensagem de Facebook da parte dela. Ela havia-se tornado presidente duma companhia, mas não conseguia encontrar um homem na mesma condição com que casar visto que actualmente as mulheres ganham, em média, mais 25% do que os homens. Há já muito tempo que Joe havia deixado o país e tinha ido viver para a Tailândia, onde se havia casado com uma jovem mulher Tailandesa e com quem tinha 3 filhos. Ele não tinha planos para voltar para o seu país, a América.
Se por acaso o colapso cultural ocorrer tal como eu passo a descrever, o cenário descrito em cima será a norma dentro de algumas décadas. O mundo Ocidental está a ser colonizado em sentido inverso, mas não através de armas ou de força bruta, mas através duma combinação de progressivismo e baixas taxas reprodutivas. Estes dois factores irão levar ao colapso cultural em muitos países do Ocidente nos próximos 200 anos. Esta teoria irá mostrar o mecanismo mais provável que irá proceder na América, no Canadá, no Reino Unido, na Escandinávia e na Europa Ocidental.
O que é o Colapso Cultural?
O colapso cultural é o declínio, a decadência ou o desaparecimento dos rituais, hábitos, comunicação interpessoal, relacionamentos, arte, e linguagem da população nativa. Ele coincide com o declínio relativo da população quando comparado com grupos externos. A identidade nacional e a identificação de grupo serão perdidas ao mesmo tempo que história revisionista será colocada em práctica para demonizar ou encontrar problemas na população nativa. O colapso cultural não pode ser confundido com o colapso económico ou o colapso do estado visto que a nação que sofre um colapso cultural pode, mesmo assim, ser economicamente produtiva e ter um governo operacional.
Primeiro, irei fazer um curto resumo do progresso do colapso cultural explicando-o com um detalhe maior. Depois disso, irei falar dos países do mundo que eu vejo a seguir este caminho.
O progresso do colapso cultural
1. Remoção da narrativa religiosa da vida das pessoas, substituindo-a com a escada rolante do "progresso" científico e tecnológico.
2, Eliminação dos papéis sexuais tradicionais através do feminismo, da igualdade de género, do politicamente correcto, do Marxismo cultural, e do socialismo.
3. Atraso ou abstenção na formação familiar por parte das mulheres como forma destas buscarem estilos de vida carreiristas ao mesmo tempo que os homens aguardam num limbo confuso.
4. Diminuição das taxas de natalidade da população nativa.
5. Medidas governamentais de imigração em massa tendo em vista a prevenção do colapso económico.
6. Recusa dos imigrantes de se adaptarem, forçando a nação anfitriã a adoptar rituais estrangeiros ao mesmo tempo que é demograficamente suplantada.
7. População nativa começa a ser marginalizada no seu próprio país.
...
1. Remoção das narrativa
Há milénios que a religião tem sido um poderoso mecanismo de contenção do comportamento humano, impedindo-o de realizar os seus desejos mais vis e as suas tendências narcisistas como forma de satisfazer um deus [sic]. A formação de famílias é a unidade central da maior parte das religiões, muito provavelmente porque as crianças aumentam a membrasia da igreja a custo zero (isto é, não é preciso recrutá-las).
A religião pode promover a ignorância científica [ed: depende da religião] mas facilita a reprodução ao dar às pessoas a narrativa que coloca a família perto do centro da sua existência.(1,2,3)
Depois do Iluminismo, o avanço rápido da ciência e das suas explicações lógicas mas niilistas do universo, removeram a narrativa religiosa colocando no seu lugar uma vazia narrativa de progresso científico, conhecimento, e tecnologia - que age como barreira para a formação familiar, permitindo que as pessoas busquem os objectivos individuais de riqueza ou prazer hedonista. (4) Tanto quanto sabemos, não há uma única população não-religiosa que seja capaz de se reproduzir acima da taxa de morte. (5)
Embora hoje em dia muitas pessoas
aleguem
acreditar em Deus, muitos delas não entram nunca igreja mais do que uma
ou dias vezes por ano em ocasiões especiais. A religião deixou de ser
um estilo de vida, um manual de vida, para algo que se pensa de
passagem.
2. Eliminação dos
papéis sexuais tradicionais
Mal a religião deixa de desempenhar um
papel central na vida das pessoas, estão lançadas as bases para a
destruição do laço homem-mulher - laço esse que é colectivamente
atacado por várias ideologias resultantes das crenças da teoria
Marxista Cultural que têm um propósito comum: a destruição da unidade
famíliar de modo a que os cidadãos fiquem dependentes do estado.
Eles atingem este objectivo através da
marginalização dos homens e do seu papel social sob a
bandeira da "igualdade".
Com o feminismo a ser empurrado para a linha da frente deste movimento
abrangente, os esforços em favor da igualdade acabam por ser uma forma
das mulheres
obterem mais poder. Este ataque é levado a cabo em várias frentes:
- Medicação dos rapazes desde a mais tenra idade com drogas para o déficit de atenção e hiper-actividade [ADHD] como forma de erradicar demonstrações de masculinidade.
- Envergonhar os homens por terem um interesse sexual óbvio por mulheres atraentes e férteis.
- Criminalização do normal comportamento masculino através da redefinição de algumas instâncias de actividade sexual consensual como "violação".
- Prisão dos pais desempregados devido à falta de pagamento da pensão alimentar, causando a que eles passem a estar desamparados e incapazes de fazer parte da vida dos seus filhos.
- Cobrar mais impostos aos homens como forma de redistribuir o seu dinheiro entre as mulheres.
- Promover as mães
solteiras e o estilo de vida homossexual acima da
família nuclear.
A consequência disto é que os homens,
confusos em relação à sua identidade e aversos ao castigo estatal do
assédio sexual, da violação que ocorre durante os encontros românticos
["date rape"], e também aversos aos procedimentos em torno do divórcio,
tomam a
decisão racional de observar
o desenrolar das coisas
de longe.
As mulheres, ainda não satisfeitas com o poder que lhes foi dado [pelo estado], continuam a sua guerra contra os homens, instruindo-os a que "se façam homens" e tomem parte no que se tornou num mau negócio para eles: o casamento.
As mulheres, ainda não satisfeitas com o poder que lhes foi dado [pelo estado], continuam a sua guerra contra os homens, instruindo-os a que "se façam homens" e tomem parte no que se tornou num mau negócio para eles: o casamento.
A elevação das mulheres acima dos homens é
permitida pelas grandes empresas que adoptam o marketing do “girl power” como forma de alargar a sua
base de consumidores e aumentar
o lucro.
Os governos permitem também que isto ocorra porque desta forma aumentam a receita fiscal; visto que há muito dinheiro a ser obtido quando as mulheres trabalham e se tornam consumidoras, não há (por parte da elite) qualquer tipo de esforço para parar com este estado de coisas.
Os governos permitem também que isto ocorra porque desta forma aumentam a receita fiscal; visto que há muito dinheiro a ser obtido quando as mulheres trabalham e se tornam consumidoras, não há (por parte da elite) qualquer tipo de esforço para parar com este estado de coisas.
3. As mulheres começam
a colocar a carreira profissional acima da família.
Ao mesmo tempo que os homens são
emasculados, passando a ser vistos como nada mais que "doadores de
esperma", as mulheres são encorajadas
a adoptar os objectivos profissionais e o estilo
de vida competitivo dos homens, o que inevitavelmente causa a que elas
adiem o casamento, normalmente adiando
para uma idade para além qual elas já não conseguem encontrar um
marido adequado com mais recursos que elas.
A maior parte das mulheres sentirá enormes
dificuldades em conjugar e equilibrar a carreira com a família, e como
elas não têm que se preocupar em serem "despedidas" da sua família, que
elas
podem até ver como um impedimento para os seus objectivos
profissionais,
elas irão dedicar uma crescente proporção do seu tempo aos seus
empregos.
O rendimento
das mulheres no agregado familiar irá mais cedo ou mais tarde ser
igual ou superior
ao rendimento
dos homens. Um
motivo-chave que historicamente levou as mulheres a casar era elas
serem sustentadas pelos maridos, mas este motivo já não irá persistir e
as mulheres sentirão cada vez menos pressão ou motivação para casar.
A florescente população de solteironas simplesmente passará a ser uma oportunidade para as grandes empresas ganharem dinheiro junto duma crescente população de mulheres solitárias. A venda de gatos e de pequenos cães irá aumentar.
A florescente população de solteironas simplesmente passará a ser uma oportunidade para as grandes empresas ganharem dinheiro junto duma crescente população de mulheres solitárias. A venda de gatos e de pequenos cães irá aumentar.
As mulheres sucumbem aos seus instintos
sexuais primários e aos desejos materialistas de viver um estilo
de vida “Sex and the City”,
cheio de jantares finos, sexo casual, e
felicidade tecnológica (e gula geral) sem aprender as tradicionais
habilidades domésticas ou as qualidades femininas que as tornariam mais
atraentes aos olhos dos homens.
Os homens adaptam-se às mulheres carreiristas fazendo o seguinte:
- Como forma de saciar os seus naturais
desejos sexuais, os homens permitem baixar
o seu rendimento visto que a estabilidade económica já não é uma
forma de atrair mulheres quando estas se encontram no ponto mais alto
da sua fertilidade e da sua beleza.
- Imitam o comportamento social dos "machos alfas" como forma de ter encontros sexuais com mulheres que, sem qualquer necessidade dos recursos económicos do homem para sobreviver, podem escolher os homens com base na sua confiança, estética, e na sua capacidade geral de entreter as mulheres.
- Retiram-se para o mundo dos videogames e da internet, satisfazendo os seus desejos básicos de jogar e caça simulada.
As mulheres carreiristas que mais tarde
tomam a decisão de casar, farão isto à pressa quando chegarem à casa
dos 30 visto que
temem envelhecer sozinhas; mas como elas já passaram há muito o ponto
mais alto da sua fertilidade, elas terão dificuldades em se
reproduzir. Na hipótese duma reprodução bem sucedida em idade tão
avançada, poucas crianças podem nascer antes dela chegar ao ponto da
infertilidade biológica, o que limita o tamanho das famílias (quando
comparadas com o passado histórico).
4. As taxas de
natalidade junto da população nativa diminuem.
Está montado o palco para que a taxa de mortalidade supere a taxa de
natalidade. Isto gera um penhasco demográfico onde há uma crescente
população de idosos que não trabalha em relação aos parentes mais
jovens que trabalham. Disto resultam dois problemas:
- Não há receitas fiscais suficientes geradas pela população laboral como forma de sustentar (com a assistência médica e pensão) os mais idosos.
- Queda da actividade económica visto que mais pessoas estão a morrer que a comprar.
Nenhuma nação moderna conseguiu
encontrar uma forma de aumentar de
forma substancial as taxas de natalidade junto da população nativa. O
esforço mais bem sucedido foi feito pela França, mas mesmo
este só foi capaz de manter a taxa de nascimento junto das mulheres
nativas um bocado abaixo da taxa de substituição (2.08 versus 2.1). A
maneira mais fácil de resolver este problema de dois gumes é promovendo
imigração em massa de indivíduos jovens que irão trabalhar, gastar
e procriar a taxas mais elevadas que os nativos.
É necessário um aumento
de nascimentos para que haja novos contribuintes, trabalhadores,
empresários, e consumidores, como forma de manter o desenvolvimento
económico da nação. Embora muitos aleguem que o planeta está a sofrer
de "sobrepopulação", os países que não aumentem de forma estável as
suas taxas de natalidade caminham para um colapso económico.
5. Largo aumento de imigração.
5. Largo aumento de imigração.
Uma população a envelhecer, sem
jovens que ocupem o seu lugar, irá
causar
uma escassez de mão-de-obra, o que aumentará o preço do trabalho. As elites empresariais irão fazer pressão
junto dos governos como forma de aliviar esta pressão crescente nos
salários. Ao mesmo tempo, o mantra actual do crescimento estável do PIB
irá pressionar os políticos para que estes disseminem dados favoráveis
de crescimento económico como forma de os ajudar nas re-eleições.
A forma mais simples de aumentar o
PIB sem inovação ou desenvolvimento
industrial é através do aumento da população. Devido a isto, tanto as
elites do mundo
político como as elites empresariais estão agora com os objectivos
alinhados onde a
solução mais fácil é a imigração. Embora os políticos falem
constantemente em criar políticas migratórias permanentes, os
imigrantes continuam a fixar-se na nação.
O problema nacional das taxas de
natalidade é resolvido do dia para a
noite visto que é muito mais fácil drenar as nações do terceiro-mundo
da sua expectante população com promessas de viver no primeiro mundo do
que é encorajar as mulheres nativas a reproduzir. (A imigração lateral
de um país do primeiro mundo para outro país do primeiro mundo é
relativamente tão insignificante que o termo "expatriação" foi criado
para a descrever).
As mulheres nativas irão exibir uma
resistência teimosa a qualquer
sugestão de que devem gerar famílias, preferindo em seu lugar o
estilo de vida relativamente irresponsável de variedade sexual,
encontros românticos casuais (combinados através da internet com
aplicações para telemóveis). excessos de consumo, e empregos
confortáveis com bons salários em escritórios bem refrigerados.
Invariavelmente, os imigrantes
chegarão de países muito mais
religiosos e, no caso do islão em relação à
imigração Europeia, muito mais primitivos em termos científicos e
bem rígidos em relação aos seus costumes.
6. A sanitização da cultura anfitriã coincide com o aumento do poder do imigrante.
6. A sanitização da cultura anfitriã coincide com o aumento do poder do imigrante.
Embora muitos imigrantes
adultos venham a ficar agradecidos com a oportunidade de viver numa
nação mais próspera, outros irão rapidamente sentir o ressentimento
de que são forçados a trabalhar em empregos
humildes num país que é muito
mais caro que o seu. A maior parte destes imigrantes ficará dentro
das classes económicas mais baixas [ed: tal como é suposto, visto que
os esquerdistas que abriram as portas da imigração não querem pessoas
economicamente independentes], a viver em empobrecidas
"comunidades de imigrantes" onde eles podem falar a sua língua, comer a
sua comida, e seguir os seus costumes e a sua religião.
Em vez de saírem das suas comunidades estrangeiras, os imigrantes buscarão formas de expandir essas comunidades, organizando-as. Eles formarão grupos locais e organizações cívicas como forma de ensinar aos nativos melhores formas de entender e servir as populações imigrantes. Estas comunidades estarão desejosas de publicitar casos onde os imigrantes tenham sido insultados pelos insensíveis nativos, ou tratados de forma injusta pelas autoridades policiais em caso de pequenos delitos.
Os currículos escolares podem ser modificados como forma de promover a diversidade ou o multiculturalismo - com custos enormes junto da população nativa. Serão feitas concessões para que os imigrantes não sejam ofendidos. Serão apuradas correntes contínuas de "ultrajes" e estas irão alimentar o poder das organizações e criar um estado dentro do estado onde a elite da população nativa passará a ter medo de aplicar a lei junto dos imigrantes.
Durante o meu ano e meio que fiquei na Polónia, vi um lento aumento do
nível progressivismo moderado, do carreirismo junto das mulheres, do
hedonismo e da idolatria dos valores Ocidentais, especialmente
daqueles valores
que chegam da Inglaterra (local para onde foi uma larga percentagem da
população Polaca em busca de trabalho).
Os Polacos mais jovens podem não agir de forma distinta dos seus pares Ocidentais no seu estilo de vida mais festivo, mas mesmo assim ainda existe uma ténue presença dos papéis sexuais. As mulheres em idade fértil estão em busca de relacionamentos e não de encontros românticos de uma noite só, mas o carreirismo está a causar a que elas adiem a formação de famílias. Isto coloca pressão descendente nas taxas de natalidade, que emana do facto de muitas mulheres em idade fértil imigrar para países tais como o Reino Unido, os Estados Unidos, dados que estão associados às incertezas económicas da transição para o capitalismo.
Em vez de saírem das suas comunidades estrangeiras, os imigrantes buscarão formas de expandir essas comunidades, organizando-as. Eles formarão grupos locais e organizações cívicas como forma de ensinar aos nativos melhores formas de entender e servir as populações imigrantes. Estas comunidades estarão desejosas de publicitar casos onde os imigrantes tenham sido insultados pelos insensíveis nativos, ou tratados de forma injusta pelas autoridades policiais em caso de pequenos delitos.
Os currículos escolares podem ser modificados como forma de promover a diversidade ou o multiculturalismo - com custos enormes junto da população nativa. Serão feitas concessões para que os imigrantes não sejam ofendidos. Serão apuradas correntes contínuas de "ultrajes" e estas irão alimentar o poder das organizações e criar um estado dentro do estado onde a elite da população nativa passará a ter medo de aplicar a lei junto dos imigrantes.
7.
Destruição da cultura nativa.
Esta fase ainda não aconteceu em país algum do primeiro mundo, portanto eu vou prevê-la tendo como base a consequência lógica dos eventos já descritos.
As elites locais irão prometer mundos e fundos aos grupos imigrantes (como forma de obter votos) mas não lhes irão dar qualquer tipo de posse ou poder económico. As regras eleitorais podem até a vir ser alteradas como forma de impedir que os imigrantes sejam eleitos. As elites continuarão (na sua maioria) isoladas da crise cultural visto que continuarão a viver nas suas comunidades isoladas, frequentarão escolas privadas e clubes sociais privados - algo que lhes permitirá incubar a sua própria sub-cultura sem interferências externas.
Ao mesmo tempo que vivem esta vida protegida, as elites farão discursos e colocarão em práctica políticas como forma de forçar a população nativa a aceitar o multiculturalismo e a imigração em massa.
O declínio cultural começa de forma real quando os nativos sentem vergonha ou culpa por serem como são, da sua história, do seu estilo de vida, e ou sentem vergonha do sítio de onde vieram os seus ancestrais. Eles irão permitir que os grupos imigrantes critiquem os seus costumes sem protestar, ou então irão aceitar os costumes dos imigrantes através da conversão religiosa ou do casamento inter-étnico.
O orgulho nacionalista será condenado como sendo um fenómeno da "extrema-direita" e os políticos nacionalistas serão comparados a Hitler. Os nativos irão aprender a arte da auto-censura, limitando o alcance do seu discurso e limitando a sua liberdade de expressão, e passado pouco tempo só os mais velhos terão permissão para falar as verdades do declínio cultural (ao mesmo tempo que os jovens que se encontrem por perto irão atribuir este tipo de discurso à senilidade ou à nostalgia. racista).
Com o ambiente do politicamente correcto totalmente estabelecido (vejam a fase 2), a cultura local torna-se num tipo de cultura do "mundo" que pode ser declarada tolerante e progressiva desde que haja ausência de crítica aos imigrantes, ao multiculturalismo, e à sua influência combinada. Toda a identidade cultural será eventualmente perdida, e ser, por exemplo, "Americano" ou "Britânico"deixará de ter o significado actual dentro duma perspectiva sociológica.
As tradições nativas serão erradicadas e a mistura cultural tomará o seu lugar, mistura essa onde os cidadãos duma parte do mundo serão idênticos em comportamento, pensamento e gostos consumistas aos cidadãos de outro país. Mal o colapso [cultural] começa, ele não pode ser revertido; a herança cultural da nação será perdida para sempre.
Quero agora dar uma rápida vista de olhos aos diferentes países e ver em que fase do progresso do colapso cultural é que eles se encontram.
Rússia
Este é um caso interessante, visto que, até recentemente, havíamos assistido a taxas de natalidade baixas mas não devido aos ideias progressistas mas sim devido à complicada transição para o capitalismo no início dos anos 90 (e também devido à elevada taxa de mortalidade masculina devido ao alcoolismo).
Para ajudar a suster a sua população, a Rússia alegremente aceita imigrantes das regiões da Ásia Central, tratando-os como cidadãos de segunda classe e recusando-se a fazer qualquer tipo de acomodação que se afaste do estilo de vida Russo. Até as autoridades policiais fecham os olhos quando grupos locais de skinheads atacam os imigrantes.
Para além disso, a Rússia não mostrou qualquer tipo de tolerância para com os grupos homossexuais ou progressistas, impedindo os seus efeitos negativos junto da sua cultura. As taxas de natalidade subiram em anos recentes para níveis Europeus, mas ainda se encontram abaixo da taxa de mortalidade. A Rússia irá ser alvo dum colapso demográfico antes dum colapso cultural.
Probabilidade dum colapso cultural nos próximos 50 anos: Muito Baixa.
Brasil
Temos estado a testemunhar a um rápido aumento das fases 2 e 3, onde a ideologia progressista semelhante ao modelo Americano tem sido adoptada e onde a enorme população pobre garante que os políticos progressistas se mantenham no poder através da promessa de redistribuição económica. No espaço de 15 anos é provável que comecemos a observar um forte declínio das taxas de natalidade e um afrouxamento das leis da imigração.
Probabilidade dum colapso cultural nos próximos 50 anos: Moderada
Estados Unidos da América
Algumas pessoas podem alegar que os EUA já estão a passar por um colapso cultural. Ela sempre foi uma cultura frágil devido às suas bases imigrantes, mas os imigrantes do passado (tais como os meus pais) rapidamente se adaptaram à cultura local como forma de gerar um sentimento de orgulho nacional em torno da ética do trabalho árduo e da partilha dos valores democráticos.
Mas isto está a ser rapidamente destruído à medida que a cultura ginocêntrica toma o seu lugar, com o seu foco em tendências, no homossexualismo, no multiculturalismo, e nos ataques aos homens. Os nativos passaram a ser pessoas que buscam o prazer, com pouca inclinação para a reprodução quando se encontram no momento mais alto da sua fertilidade.
Esta fase ainda não aconteceu em país algum do primeiro mundo, portanto eu vou prevê-la tendo como base a consequência lógica dos eventos já descritos.
As elites locais irão prometer mundos e fundos aos grupos imigrantes (como forma de obter votos) mas não lhes irão dar qualquer tipo de posse ou poder económico. As regras eleitorais podem até a vir ser alteradas como forma de impedir que os imigrantes sejam eleitos. As elites continuarão (na sua maioria) isoladas da crise cultural visto que continuarão a viver nas suas comunidades isoladas, frequentarão escolas privadas e clubes sociais privados - algo que lhes permitirá incubar a sua própria sub-cultura sem interferências externas.
Ao mesmo tempo que vivem esta vida protegida, as elites farão discursos e colocarão em práctica políticas como forma de forçar a população nativa a aceitar o multiculturalismo e a imigração em massa.
O declínio cultural começa de forma real quando os nativos sentem vergonha ou culpa por serem como são, da sua história, do seu estilo de vida, e ou sentem vergonha do sítio de onde vieram os seus ancestrais. Eles irão permitir que os grupos imigrantes critiquem os seus costumes sem protestar, ou então irão aceitar os costumes dos imigrantes através da conversão religiosa ou do casamento inter-étnico.
O orgulho nacionalista será condenado como sendo um fenómeno da "extrema-direita" e os políticos nacionalistas serão comparados a Hitler. Os nativos irão aprender a arte da auto-censura, limitando o alcance do seu discurso e limitando a sua liberdade de expressão, e passado pouco tempo só os mais velhos terão permissão para falar as verdades do declínio cultural (ao mesmo tempo que os jovens que se encontrem por perto irão atribuir este tipo de discurso à senilidade ou à nostalgia. racista).
Com o ambiente do politicamente correcto totalmente estabelecido (vejam a fase 2), a cultura local torna-se num tipo de cultura do "mundo" que pode ser declarada tolerante e progressiva desde que haja ausência de crítica aos imigrantes, ao multiculturalismo, e à sua influência combinada. Toda a identidade cultural será eventualmente perdida, e ser, por exemplo, "Americano" ou "Britânico"deixará de ter o significado actual dentro duma perspectiva sociológica.
As tradições nativas serão erradicadas e a mistura cultural tomará o seu lugar, mistura essa onde os cidadãos duma parte do mundo serão idênticos em comportamento, pensamento e gostos consumistas aos cidadãos de outro país. Mal o colapso [cultural] começa, ele não pode ser revertido; a herança cultural da nação será perdida para sempre.
Quero agora dar uma rápida vista de olhos aos diferentes países e ver em que fase do progresso do colapso cultural é que eles se encontram.
Rússia
Este é um caso interessante, visto que, até recentemente, havíamos assistido a taxas de natalidade baixas mas não devido aos ideias progressistas mas sim devido à complicada transição para o capitalismo no início dos anos 90 (e também devido à elevada taxa de mortalidade masculina devido ao alcoolismo).
Para ajudar a suster a sua população, a Rússia alegremente aceita imigrantes das regiões da Ásia Central, tratando-os como cidadãos de segunda classe e recusando-se a fazer qualquer tipo de acomodação que se afaste do estilo de vida Russo. Até as autoridades policiais fecham os olhos quando grupos locais de skinheads atacam os imigrantes.
Para além disso, a Rússia não mostrou qualquer tipo de tolerância para com os grupos homossexuais ou progressistas, impedindo os seus efeitos negativos junto da sua cultura. As taxas de natalidade subiram em anos recentes para níveis Europeus, mas ainda se encontram abaixo da taxa de mortalidade. A Rússia irá ser alvo dum colapso demográfico antes dum colapso cultural.
Probabilidade dum colapso cultural nos próximos 50 anos: Muito Baixa.
Brasil
Temos estado a testemunhar a um rápido aumento das fases 2 e 3, onde a ideologia progressista semelhante ao modelo Americano tem sido adoptada e onde a enorme população pobre garante que os políticos progressistas se mantenham no poder através da promessa de redistribuição económica. No espaço de 15 anos é provável que comecemos a observar um forte declínio das taxas de natalidade e um afrouxamento das leis da imigração.
Probabilidade dum colapso cultural nos próximos 50 anos: Moderada
Estados Unidos da América
Algumas pessoas podem alegar que os EUA já estão a passar por um colapso cultural. Ela sempre foi uma cultura frágil devido às suas bases imigrantes, mas os imigrantes do passado (tais como os meus pais) rapidamente se adaptaram à cultura local como forma de gerar um sentimento de orgulho nacional em torno da ética do trabalho árduo e da partilha dos valores democráticos.
Mas isto está a ser rapidamente destruído à medida que a cultura ginocêntrica toma o seu lugar, com o seu foco em tendências, no homossexualismo, no multiculturalismo, e nos ataques aos homens. Os nativos passaram a ser pessoas que buscam o prazer, com pouca inclinação para a reprodução quando se encontram no momento mais alto da sua fertilidade.
Probabilidade dum
colapso cultural nos próximos 50 anos: Muito Elevada.
Inglaterra
Embora os EUA sempre tenham tido uma
elevada quantidade de imigração. e desde logo, um sistema de
integração, a Inglaterra é nova no jogo. Nos últimos 20 anos eles
avançaram de forma acelerada os
seus esforços de imigração.
Uma visita a Londres irá confirmar que os nativos estão lentamente a
passar a ser uma minoria, com as suas icónicas cabines
telefónicas vermelhas a serem deixadas em paz apenas por motivos
turísticos.
Actualmente, cerca de 5% da população Inglesa é muçulmana. Em vez dela se aclimatizar, esta comunidade estrangeira está, na verdade, a ser bem sucedida em criar zonas onde impera a lei sharia. Enquanto isso decorre, a elite Inglesa está a enviar para a prisão os nativos Ingleses através do uso das leis contra o racismo. A Inglaterra teve uma bem sucedida história de imigração com a imigração Polaca, que rapidamente se adaptou à cultura Inglesa, mas abriu agora as portas a pessoas que não se querem integrar.
Actualmente, cerca de 5% da população Inglesa é muçulmana. Em vez dela se aclimatizar, esta comunidade estrangeira está, na verdade, a ser bem sucedida em criar zonas onde impera a lei sharia. Enquanto isso decorre, a elite Inglesa está a enviar para a prisão os nativos Ingleses através do uso das leis contra o racismo. A Inglaterra teve uma bem sucedida história de imigração com a imigração Polaca, que rapidamente se adaptou à cultura Inglesa, mas abriu agora as portas a pessoas que não se querem integrar.
Suécia
A Suécia está a passar por uma
situação
imigracional semelhante à Inglaterra, mas eles têm uma mais elevada
quantidade de vergonha própria e "culpa branca".
Em vez de permitir a entrada de imigrantes que poderiam trabalhar
dentro da economia Sueca, eles estão a encorajar a migração de
requerentes de asilo que ficaram desamparados com a guerra. Estes
imigrantes entram na Suécia e imediatamente recebem benefícios sociais.
Em termos prácticos, a Suécia está a dar as boas vindas às
pessoas menos economicamente produtivas do mundo.
Estes imigrantes pouco ou nada irão
produzir em termos de benefícios económicos, e podem
até piorar a economia Sueca. Os imigrantes estão a transformar
algumas partes da Suécia, tais como a área Rosengard de Malmo, num
guetto.
Probabilidade dum
colapso cultural: Muito Elevada.
Polónia
Os Polacos mais jovens podem não agir de forma distinta dos seus pares Ocidentais no seu estilo de vida mais festivo, mas mesmo assim ainda existe uma ténue presença dos papéis sexuais. As mulheres em idade fértil estão em busca de relacionamentos e não de encontros românticos de uma noite só, mas o carreirismo está a causar a que elas adiem a formação de famílias. Isto coloca pressão descendente nas taxas de natalidade, que emana do facto de muitas mulheres em idade fértil imigrar para países tais como o Reino Unido, os Estados Unidos, dados que estão associados às incertezas económicas da transição para o capitalismo.
Como a "menos multicultural" nação
Europeia, há já muito tempo
que a
Polónia hesita entre aceitar ou não aceitar imigrantes, mas
recentemente ela mudou a sua filosofia e está a aceitar imigrantes.
Diga-se em seu favor, que a Polónia está em busca de empresários do
primeiro mundo, e não trabalhadores com baixa qualificação ou
requerentes de asilo. O seu destino cultural será um desenvolvimento
interessante nos anos que se seguem, mas o prognóstico será mais
negativo desde que a sua população mais jovem continue desejosa de
deixar a pátria.
Probabilidade
do colapso
cultural: Possível.
--
--
A Polónia e a Rússia revelam as
limitações da Teoria do Colapso
Cultural visto que ela aplica-se melhor às nações do primeiro mundo com
economias altamente desenvolvidas. Ambos os países têm taxas de
natalidade baixas mas não devido aos mecanismos que já descrevi em cima
(embora seja previsível que, se eles enveredarem pelo mesmo caminho
ideológico que o Brasil, eles venham a testemunhar os mesmos resultados
que se têm abatido sobre a Inglaterra e sobre a Suécia).
Há muitos caminhos que podem ser
tomados para que se acabe numa
destruição cultural, e as nações mais semelhantes irão gravitar rumo ao
mesmo caminho - tal como os países Europeus do Leste estão a sofrer
baixas taxas de natalidade devido à emigração em massa causada pela sua
entrada na União Europeia.
Como Impedir um Colapso Cultural.
Como Impedir um Colapso Cultural.
Preservar a taxa de natalidade da
população nativa ao mesmo tempo
que
se impede que a elite permita a imigração de força laboral estrangeira
é a forma mais eficaz de impedir um colapso cultural. Uma vez que o
multiculturalismo é uma experiência sem eficácia comprovada, a cultura
só pode ser preservada através dum grupo relativamente homogéneo onde
os integrantes se identificam uns com os outros.
Quando essa homogeneidade entra em
colapso, e o cidadão olha para
a
porta a lado e não vê uma pessoa com os mesmos valores que os seus, a
cultura entra em colapso e em desespero à medida que a população nativa
começa a perder o veículo comum da comunicação e da identidade.
Mal a
percentagem da população imigrante atravessa um certo limiar (talvez os
15%), o declínio avança progressivamente e o colapso cultural
tornar-se-á
aparente para todos os observadores.
As políticas actuais de resolução das
baixas taxas de natalidade
através da imigração são medidas a curto prazo com consequências a
longo prazo. Efectivamente, estas políticas nada mais são que
prescrições-Cavalos-de-Tróia para uma destruição cultural irreversível.
O estado deve-se prevenir de cair numa posição onde a imigração em
massa é considerada a solução bloqueando as ideologias progressistas
[Marxismo cultural] de ganhar poder dentro da cultura.
Uma das formas através da qual isto
pode ser feito é através da
promoção duma religião estatal que encoraja a família nuclear em vez de
mães solteiras e do homossexualismo. No entanto, introduzir a religião
como esteio da vida do cidadão numa era pós-iluminsmo pode ser
impossível.
Temos que considerar a era científica
como um traço evolutivo
[sic]
mal-adaptado da humanidade que a selecção natural irá punir de modo
condizente (isto é, aqueles que são anti-religiosos e pró-ciência irão
pura e simplesmente reproduzir em menor número). Deve também ser levado
em consideração que, com a religião em declínio permanente, o colapso
cultural pode ser uma certeza que certamente, e eventualmente, irá
ocorrer
em todas as nações desenvolvidas.
Afinal, parece que a religião era evolutivamente [sic] benéfica para a raça humana.
Outra solução possível é fomentar uma sociedade patriarcal onde os homens são provedores fortes. Se for encorajado o desenvolvimento de homens bem sucedidos que possuem habilidades indispensáveis, e desde logo recursos que as mulheres não têm, sempre irão existir mulheres abaixo da sua posição que querem casar e procriar com eles. Mas, por sua vez, se fomentarmos a produção de mulheres fortes, o casamento e a procriação dificilmente irão ocorrer em níveis acima da taxa de morte.
Afinal, parece que a religião era evolutivamente [sic] benéfica para a raça humana.
Outra solução possível é fomentar uma sociedade patriarcal onde os homens são provedores fortes. Se for encorajado o desenvolvimento de homens bem sucedidos que possuem habilidades indispensáveis, e desde logo recursos que as mulheres não têm, sempre irão existir mulheres abaixo da sua posição que querem casar e procriar com eles. Mas, por sua vez, se fomentarmos a produção de mulheres fortes, o casamento e a procriação dificilmente irão ocorrer em níveis acima da taxa de morte.
Tem sempre que existir um fosso entre
os sexos, em favor dos
homens, se
por acaso é suposto que a procriação ocorra a taxas elevadas, ou então
algo parecido à situação dos Estados Unidos irá acontecer, onde as
mulheres urbanas não conseguem encontrar "bons homens" com quem dar
início a uma família (isto é, homens que são significativamente mais
bem sucedidos que elas). Em vez disso, elas ficam solteiras e estéreis,
sendo ocasionalmente usadas por gigolôs para sexo casual excitante.
Um ponto que eu ignorei
propositadamente é o efeito da tecnologia
e do
consumismo na diminuição das taxas de natalidade. De que forma é que os
vídeogames, a Internet, e os smartphones contribuíram para o
declínio das taxas de natalidade? Quão consequente é o consumismo
Ocidental no atraso do casamento? Suspeito que isto tem um efeito
amplificador e não um efeito causador.
Se um pais está a progredir rumo ao modelo do colapso cultural, a
tecnologia apenas irá apressar o
colapso, mas dar acesso à Internet a
um grupo de pessoas tradicionalmente religioso pode não causar a que
eles mudem do dia para a noite. Serão necessárias mais pesquisas nestas
áreas como forma de se poder falar com mais certeza.
Conclusão:
Conclusão:
A primeira iteração de qualquer
teoria está destinada a gerar mais
questões que perguntas, mas espero que ao propor este modelo, se torne
mais claro o porquê de algumas culturas parecerem tão rápidas em entrar
em decadência enquanto outras exibem uma espécie de imunidade.
Alguns
países pode estar demasiado avançados no caminho errado de modo a serem
salvos, mas espero que a informação aqui apresentada disponibilize aos
leitores mais preocupados ideias de como proteger a sua própria
cultura, permitindo que eles vejam como as ideias progressistas
[Marxismo cultural] podem parecer inocentes e benignas
superficialmente, mas que podem levar a um colapso claro da cultura da
sua nação.
* * * * * * *
Tal como dito várias
vezes neste e em muitos outros´sítios antes deste blogue, no Ocidente,
o Cristianismo é a única força organizada que pode resistir ao
terrorismo cultural levado a cabo pelos marxistas culturais [isto é,
pela elite Ocidental]. A Rússia de Putin está a "promover" os valores
da Igreja Ortodoxa não porque Putin ou a elite Russa subitamente se
tenha tornado "Cristã", mas sim porque eles já se aperceberam que o
Cristianismo Ortodoxo é a mais poderosa força unificadora desta nação
(tal como Estaline e os seus assassinos esquerdistas fizeram uma pausa
na sua perseguição aos Cristãos durante a guerra contra a Nacional
Socialista como forma de unificar os Russos).
A Teoria do Colapso Cultural de
Daryush Valizadeh volta
mais
uma vez a reforçar a ideia de que todas as forças Ocidentais que
militam de forma brava contra a influência e contra o poder
Cristianismo estão a trabalhar para a destruição da cultura e valores
desse pais - quer isto seja na Rússia, em Portugal ou nos Estados
Unidos. Os agentes do Marxismo cultural assumem muitas formas e usam
muitas
máscaras (tal como os demónios), mas todos eles recebem ordens das
mesmas forças, e todos eles têm em vista o mesmo propósito
(conscientemente ou inconscientemente).
Por isso é que é dito com frequência que resistir à agenda feminista, ou à agenda
homossexualista, ou à agenda das "minorias raciais", não é de maneira
nenhuma ódio aos membros desses grupos específicos, mas sim uma guerra
de resistência
pela preservação da Civilização Cristã e pela preservação da nossa
liberdade.
Numa altura em que até escritores
não-Cristãos (como o autor deste
texto) já se aperceberam da importância do Cristianismo na
preservação da Civilização Ocidental, é absolutamente irracional os
Cristãos tentarem de alguma forma entrar em algum tipo de acordo com os
agentes do Marxismo cultural (feministas, gayzistas, lideres de
"minorias" raciais e religiosas) quando na verdade o propósito do
Cristão tem que ser o de expor a sua agenda totalitária e destruir
estes movimentos de ódio e de destruição cultural.
"Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.
Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério. Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo.
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." - 2 Timóteo 4:1-7.



