quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Negro sul-africano: "A nossa vida era melhor durante o apartheid"


O repórter esquerdista irlandês Fergal Keane (BBC) ouve da boca dum local que a vida dos negros era melhor durante Apartheid e que as coisas apensas ficariam melhores se o governo que suportava o Apartheid voltasse ao poder.
  • Fergal: Josef, alguma vez pensas se a vossa vida ficará melhor?
  • Josef: Se calhar a minha vida melhoraria se o Partido Nacionalista voltasse ao poder, e não o ANC.
  • Fergal: Não acredito em ti. Fala a sério. Esse era o governo do homem branco que vos oprimia, que vos tratava de um modo terrível. De certo que tu não acreditas nisso?
  • Josef: Mas em termos de emprego, eles não nos oprimiam. Nós não fazíamos um grande esforço por um emprego naquela altura.
Parece que quando confrontado com evidências sobrepujantes de que ele suportou o partido errado na África do Sul, o repórter irlandês Fergal Keane ainda se recusa a aceitar que ele não estava certo, e como tal ele declara ao negro local, a viver na África do Sul, que ele, o irlandês que vive na Irlanda, sabe mais do que os habitantes locais..

Só um esclarecimento para os esquerdistas burros (sempre prontos para verem racismo em todo o lado - excepto no seu quintal) :
  • Este blogue é totalmente contra todas as políticas e ideologias que promovam e defendam a descriminação racial, quer sejam de brancos contra os negros, quer sejam dos negros contra os brancos (ou entre qualquer outra etnia).
Antes dos esquerdistas gritarem racismo, provavelmente eles deveriam explicar o porquê de alguns membros dum dos seus grupos protegidos serem tão racistas.

Julius Malema, líder juvenil sul-africano: "Matem os brancos!"

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Bêbeda universitária cai da janela e culpa a universidade por isso

Uma universitária foi a uma festa da sua irmandade. Durante a festa, ela embebedou-se e caiu duma janela. Em vez de assumir as consequências do seu comportamento, o que é que ela faz?
Uma estudante universitária de Idaho e os seus pais entraram com um processo legal contra a Universidade, a irmandade, o seu clube de moças, os oficiais universitários e muitos outros por terem falhado em impedi-la de beber tanto álcool.

Exacto. Os outros é que "falharam" em impedi-la de beber. Não foi ela que escolheu beber até perder controle dos seus membros.

A moça escolheu ir para aquela festa, escolheu beber um certo tipo de bebidas (várias vezes) escolheu sentar-se onde se sentou, e caiu. De quem é a culpa? De todos menos dela.

A dada altura entre o momento em que ela levantava a garrafa e o momento que ela a colava aos seus lábios, todas aquelas instituições aparentemente tinham a obrigação de aparecer do nada e tirar a garrafa das suas mãos - embora ela, como estudante universitária, seja maior de idade.

E porquê esperar que os outros te impeçam de beber demasiado? Porquê não esperar que os outros apenas te impeçam de sentar perto de janelas? E talvez impedir que tu vás a festas. No entanto, podemos ter a certeza que esta jovem não terá problemas em voltar a uma festa num futuro próximo.

Entretanto, fica aqui um vídeo duma moça que foi "obrigada" a beber.

ATENÇÃO: linguagem esquerdisticamente correcta mas demasiado agressiva para ouvidos não acostumados a vulgaridade.

sábado, 8 de outubro de 2011

A história dos bombeiros e das "bombeiras"


O termo inglês “Firefighter” foi inventado como forma de satisfazer a irracionalidade feminista em relação às capacidades físicas das mulheres no combate aos incêndios.

A vida é bela.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Dois homens ajustam o equipamento protector à medida que se preparam para enfrentar as chamas para salvar a tua família. Ambos são homens altos e fortes - quase demasiado grandes para os fatos. Ambos movimentam-se de forma profissional e eficiente.

Depois de prontos, os dois entram dentro da tua casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, ambos os homens saem da tua casa com a tua esposa semi-inconsciente nos braços de um deles, e o teu filho nos braços do outro bombeiro. Em menos de 2 minutos os paramédicos anunciam que tanto a tua esposa como a criança estão bem - apesar de sofrerem de inalação de fumo.

Os bombeiros chegam-se perto de ti e respondem às tuas perguntas:

Tivemos que arrombar a porta da frente e a porta do quarto. Que tipo de portas você tem na sua casa?!! Quase que parti o meu ombro a derrubá-las.
Louvados sejam os serviços de emergência. No calor do momento tu dás um abraço a um dos bombeiros que imediatamente responde "Hey! Primeiro um jantar à luz de velas e uma ida ao cinema!" Juntos, riem-se da piada. É bom estar vivo!


Eis agora um final alternativo e mais de acordo com o feminismo.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Duas mulheres bombeiras preparam o equipamento protector, prontas a entrar na tua casa e salvar a tua família. Elas são baixas e ligeiramente magras. O fato parece ser demasiado grande, mas elas movem-se de uma forma profissional.

As duas mulheres acabam de preparar o material e entram para dentro da casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, as duas mulheres saem da casa amparando-se uma a outra e cambaleando devido ao calor. A tua mulher e o teu filho ainda estão dentro da casa em chamas. As duas mulheres começam a despir o equipamento protector.

No calor do momento, tu tentas correr para dentro da mas os paramédicos (ambos homens) impedem-te de correr para a morte certa.

A primeira bombeira dirige-te a palavra e diz, ofegantemente:

As portas . . . . não conseguimos arrombar as portas . . . . demasiado sólidas. . . . . desculpe-me . . . . . tenho muita pena . . .
Os paramédicos, as bombeiras e um homem totalmente destroçado olham para a casa enquanto esta arde.

Já não sentes o calor. Tudo o que sentes dentro de ti é gelo.

Afastas o olhar das chamas que tu sabes estarem a consumir as pessoas que estão dentro da casa. O teu olhar cai na máquina de combate ao fogo que está por perto. Algumas palavras chamam a tua atenção:

Esta Brigada orgulha-se por lutar contra a descriminação contra as mulheres.
Mentalmente, tu acrescentas as palavras:
....independentemente de quem morra devido a isso.




Homens não deveriam escrever colunas de aconselhamento

Uma mulher pede conselhos a um colunista.

Caro John,

Espero que você me possa ajudar. Há alguns dias atrás fui trabalhar deixando o meu marido em casa a vêr televisão. Quando havia conduzido cerca de 1,5 quilómetros , o meu carro parou e foi abaixo. Tive que andar de volta para casa em busca da ajuda do meu marido.

Quando cheguei a casa nem poderia acreditar no que os meus olhos viam. Ele estava no nosso quarto com a filha do vizinho!

Eu tenho 32 anos, o meu marido tem 34 anos e a filha do vizinho tem 19. Estamos casados há 10 anos. Quando eu o confrontei, ele desfez-se em lágrimas e admitiu que já tinha o caso com a filha do vizinho há mais de 6 meses.

Ele não quer ter aconselhamento e eu temo que eu esteja em cacos e com necessidade urgente de conselhos. Será que você me pode ajudar?

Sinceramente, Sheila.


Cara Sheila,

O incidente do carro ir abaixo depois de conduzir uma curta distância pode ter sido causado por um de vários problemas no motor.

Comece por verificar se não há detritos na linha de combustível. Se a mesma estiver limpa, verifique os tubos de vácuo e as mangueiras no colector de admissão. Verifique também o aterramento de fios.

Se nenhum destes passos resolver o problema, pode-se dar o caso da bomba de combustível ter algum defeito - causando que uma pressão reduzida nos injectores.

Espero que isto lhe ajude de alguma forma.

John

10 estratégias de manipulação

Escrevo aqui no site a pedido dos amigos do twitter as 10 estratégias de manipulação através da mídia para manter o público alienado, escrito pelo linguista Noam Chomsky .



1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO-
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")".

6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...

9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pai quer ficar com o filho que mulher abandonou

Pai quer ficar com o filho que mulher abandonou

Notícia deixou o camionista em choque. Hoje é ouvido pela Comissão de Menores.

A família do bebé abandonado em Vilar de Pinheiro no sábado espera recuperar a tutela do recém-nascido até amanhã ou, no limite, segunda-feira.

Uma situação que, de acordo com a advogada da mulher de 30 anos que abandonou a criança, poderá ser facilitada pelo facto de o procurador encarregado do processo não desejar a institucionalização do recém-nascido.

O pai quer ficar com o filho e é ouvido hoje pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Vila do Conde.

(Fonte)



Prémio Nobel da Paz atribuído a três mulheres

A Presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, a ativista liberiana Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkul Karman ganharam o prémio Nobel da Paz 2011, foi hoje anunciado.

O Comité Nobel Norueguês distinguiu as três mulheres «pela luta pacífica em defesa da segurança das mulheres e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz».

Tawakkul Karman, que a agência noticiosa francesa AFP inicialmente identificou como liberiana, é de nacionalidade iemenita.

Johnson Sirleaf, de 72 anos, economista formada em Harvard, é a primeira mulher presidente de África eleita democraticamente em 2005.

Vista como reformista e pacifista quando assumiu o poder, Sirleaf apresenta-se novamente às eleições presidenciais, que decorrem este mês. Recentemente, opositores acusaram Sirleaf de comprar botos e usar fundos governamentais na campanha eleitoral. O seu campo negou as acusações.

Até 2003, a Libéria foi palco de uma guerra civil. Actualmente, o país luta pela manutenção da paz com a ajuda de missões das Nações Unidas.

A activista liberiana Leymah Gbowee organizou um grupo de mulheres cristãs e muçulmanas para desafiar os senhores da guerra na Libéria.

Tawakul Karman, de 32 anos, tem três filhos e liderou a organização Mulheres Jornalistas sem Correntes, um grupo de defesa dos direitos humanos. Tem desempenhado um papel fundamental na organização dos protestos no Iémen contra o governo do Presidente Ali Abdullah Saleh, que se iniciaram no final de janeiro.

O pai de Karman foi ministro dos assuntos legais no governo de Saleh. Karman é jornalista e membro do partido islâmico Islah.

«Não podemos alcançar a democracia e paz duradoura no mundo sem que as mulheres consigam as mesmas oportunidades que os homens para influenciar os acontecimentos em todos os níveis da sociedade», acrescentou o comité norueguês.

(Fonte)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mulher perfeita é enfermeira, morena e curvilínea, diz pesquisa

E elas gostam dele bem-humorado, de olhos claros e, de preferência, que pague sempre a conta

Uma pesquisa da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, realizada com 4 mil mulheres e 3 mil homens, contesta o padrão de que a mulher de sonho tem de ser loira.

Segundo a mesma, ela é enfermeira, tem curvas e é morena, de preferência com cabelos longos e ondulados.

Já o homem perfeito é médico, tem olhos claros e está sempre de bom humor.

O estudo aponta ainda que a maioria dos homens não se sente atraído por modelos de passerelle e 75% dos questionados acredita que um sorriso bonito transforma uma simples mulher numa grande sedutora.

Nota máxima também para quem sabe cozinhar, já elas gostam que eles a levem para jantar fora e paguem a conta.

Nove entre dez mulheres olham para homens que as fazem rir e não se preocupam com o histórico sexual do parceiro, já o homem faz contas de cabeça sobre quantos já passaram pela mulher que tem diante de si.

-Fonte-


Coisas a reter deste estudo:
  • As mulheres não se preocupam com o número de parceiras sexuais que o homem já teve.
  • Para grande desespero das igualitárias, os homens preocupam-se com o número de parceiros sexuais que a mulher já teve. Nenhum homem quer para esposa uma mulher com um passado sexual "frutífero":

1. Porque é que os homens não se querem casar com mulheres promiscuas?
2. Promiscuidade pré-matrimonial prepara caminho para adultério
3. Feminista chocada por descobrir que os homens não se querem casar com promiscuas

  • Os homens não se sentem atraídos pelos esqueletos andantes pelas mulheres das passareles. Isto é muito importante porque, contrariamente ao que os homossexuais que controlam o mundo da moda pensam, a esmagadora maioria dos homens não se sente atraído por mulheres que parecem rapazinhos esfomeados.
  • A preferência por enfermeiras provavelmente centra-se na aura feminina que as enfermeiras geralmente têm. Não tem nada a ver com o número de enfermeiras bonitas (se assim fosse, as mulheres das passareles estariam à frente) mas sim com a feminidade.

    Por mais incrível que isto possa parecer, os homens são mais atraídos pela feminidade do que pela beleza.

    Há mulheres bonitas mas sem feminidade e há mulheres não tão bonitas mas que se tornam bonitas e atraentes devido à sua feminidade.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ataques coordenados ao patriarcado

Reparem nestes dois títulos do Wall Street Journal e vejam lá se o mesmo não está a tentar passar a mensagem de que os homens deveriam abandonar os seus empregos e passar a ser o "senhor Mãe".
Em cima: "Serão os machos alfa saudáveis?"

Escusado será dizer que ambas as histórias são pura propaganda feminista.

A sua tese de que os homens estão biologicamente programados para cuidar de crianças (papel que sempre esteve entregue às mulheres) está em contradição com a História da humanidade. As sociedades mais saudáveis são aquelas onde os machos alfa dominam; as menos saudáveis são aquelas onde os homens ficam em casa a cuidar das crianças ou são tornados irrelevantes como figuras de autoridade.

Os homens estão programados para lutar (fora de casa) por uma melhor vida, para conquistar o mundo e não para ficar em casa a tomar conta das crianças. As sociedades ocidentais actuais, que promovem fêmeas alfa e machos beta, estão a preparar o caminho para a sua própria destruição.

Vocês acham mesmo que a Al-Qaeda e os jornais muçulmanos dizem coisas como "Hey! Ser Um Macho Alfa É Haram e Não é Saudável" ou "Os Homens Estão Programados Para Serem Mulheres e Cuidar de Crianças"? Claro que não.

Mas é precisamente isso que os europeus e os americanos ensinam. O pior é que muitos homens estão a acreditar nessa mentira e a assumir o papel de "cuidador do lar".

O patriarcado dura. O matriarcado não.

Violência em Londres: Consequência do feminismo e do matriarcado

sábado, 1 de outubro de 2011

Como as mulheres beneficiaram com o patriarcado


O patriarcado serve de vilão conveniente para uma geração de jovens mulheres que são das mais abastadas e melhores situadas do planeta. Na Universidade de Oregon, por exemplo, as estudantes organizaram uma conferência intitulada "Contra o Patriarcado."

Os participantes focaram-se em questões do tipo "Como identificar o privilégio masculino?", e "Como é que o domínio masculino se interliga com outro tipo de opressão como o racismo, o heterossexismo . . . . o capitalismo, o governo e o especismo?"

O patriarcado -- entenda-se por "Civilização Ocidental" -- não merece este tipo de tratamento. De facto, pode ser dito que o mesmo é a melhor coisa que alguma vez aconteceu às mulheres.

Para se vêr como as mulheres beneficiaram com os últimos 2000 anos de patriarcado, temos que analisar o estatuto da mulher durante o início da era presente.

História.

Atenas, cujo nome é sinónimo de cultura elevada e conquistas filosóficas, não permitia que as mulheres fossem cidadãs ou possuíssem propriedade.

Maridos romanos eram livres para ter qualquer tipo de aventura sexual, mas a mulher que cometesse adultério poderia ser morta -- a doutrina da "patria potestas" garantia-o. Um pai romano agia como sacerdote, juiz, legislador, e, de facto, carrasco na sua casa. Isto, claro, sem qualquer tipo de preocupação pelos direitos da mulher e dos filhos.

Se isto fosse tudo o que o patriarcado tivesse para oferecer, as feministas estariam no seu direito em classificá-lo de exemplo máximo do mal.

No entanto, e verdade seja dita, a instituição patriarcal que as académicas feministas mais gostam de odiar -- a Igreja Católica -- começou a fazer incursões dentro deste sistema. Primeiro, houve a ideia revolucionária de que todas as pessoas -- incluindo as mulheres -- eram seres preciosos e importantes.

Isto revelou-se tão atraente para as mulheres oprimidas -- genuinamente oprimidas -- que elas afluíram para esta actualmente caluniada instituição de modo maciço. Isto chegou a um ponto tal que os imperadores pagãos proibiram os missionários de porem os pés em qualquer casa pagã onde vivessem mulheres uma vez que havia o "perigo" de conversão.

Segundo, as mulheres do mundo antigo raramente tinham voto na matéria na escolha dos esposos. Mas a Igreja Medieval insistiu que o consentimento da mulher fosse de importância igual ao consentimento do esposo.

Isto de forma alguma significa que não existiram casamentos arranjados entre famílias reais, ou que os pais tivessem parado imediatamente de forçar as filhas para casamentos miseráveis. O que isto significa é que passou a existir um novo ideal, um novo direito que, através dos tempos, se tornou numa realidade e não numa abstracção.

Mais mudanças com a chegada do patriarcado Cristão.

A fidelidade matrimonial, exigência antiga feita às mulheres, passou a ser um requerimento junto dos homens. Cavalheirismo e códigos de honra são ramificações de sociedades patriarcais que forçam os homens a proteger o rei, o país, as mulheres e as crianças.

Os cavaleiros não se limitavam a lutar; eles faziam comprometiam-se a elaborar códigos de conduta que incluíam o respeito pelas mulheres e um certo decoro comportamental.

Sexo e Casamento.

Algumas das alegadas restrições mais opressivas -- particularmente aquelas envolvendo questões relativas ao sexo e ao casamento -- aparentam ser mais apelativas do que onerosas, especialmente quando comparadas com as alternativas modernas.

Quem é que não escolheria o amor cortês, polido e lisonjeiro, que emergiu na declaradamente Europa patriarcal medieval, em lugar da grosseira cultura "sexo fácil" dos tempos modernos?

Naquela altura, os trovadores louvavam as virtudes das mulheres e, como diz o historiador Jacques Barzun, ajudaram a estabelecer "em teoria, os direitos e privilégios que a mulher merece e que tem, em realidade, desfrutado, começando pelo respeito pela sua pessoa e admiração pelas suas qualidades."

Hoje em dia as qualidades mulheres são "admiradas" em fontes como Temptation Island e Maxim. Folhear a revista Playboy, e não através da poesia, é a forma contemporânea e aceitável dum homem se maravilhar com os "encantos femininos".

A evolução dos direitos legais da mulher foi lenta. Os antigos não eram adeptos da ideia de conferir direitos às mulheres. E porque é que seriam? As mulheres, para os antigos, eram propriedade. No entanto, na ainda patriarcal sociedade do século 19, isto havia já mudado. As mulheres solteiras desfrutavam do estatuto legal de "femme sole" ; isto dava-lhe o direito de possuir propriedades no seu nome e fazer contractos.

As mulheres casadas viviam uma situação diferente. "Cobertura" (inglês/francês:"Coverture"), norma do final do século 19 onde a mulher perdia toda a sua independência legal a partir do casamento, não era algo que a mulher actual pudesse permitir.

No entanto, e pelo menos, isto era um pequeno passo para as mulheres uma vez que, ao contrário dos antigos romanos, o homem agora tinha a obrigação legal de proteger a sua esposa. Como Sir William Blackstone descreveu nos seus comentários das Leis de Inglaterra, a mulher estava "por baixo das asas, protecção e cobertura" do marido.

Durante os anos 30 do século 19, reformas legais nos EUA estenderam o direito de possuir propriedade às mulheres casadas, abolindo desde logo a "cobertura". Embora o progresso tenha sido lento, ele foi progressivo.

Não há alternativas viáveis e funcionais ao patriarcado.

Os ataques feministas ao patriarcado poderiam ter razão de ser se elas recomendassem alternativas que fizessem algum sentido. Mas tais alternativas fazem-se notar pela sua ausência. As teóricas feministas mais activas a lutar contra este demónio oferecem algo muito menos robusto: teorias espúrias de antigas sociedades matriarcais.

Só que estas utopias matriarcais, embora populares em cursos de história feminina, não tem bases em factos históricas - tal como Cynthia Eller demonstrou no seu livro "The Myth of Matriarchal Prehistory".

De formas muito variadas, as sociedades patriarcais foram mais além a partir dos indícios provenientes da honra que as mulheres receberam durante a época medieval.

Afinal, foram as sociedades patriarcais que produziram os triunfos da lógica, ciência, arte e literatura ; e, na maior parte, foi o patriarcado que desenvolveu as filosofias políticas liberais que conduziram as sociedades à democracia, direitos individuais e emancipação da mulher.

Conclusão:

O patriarcado foi o arranjo social dominante durante a maior parte da História da civilização Ocidental - a civilização que produziu as expressões de liberdade humana e direitos individuais que as feministas radicais querem agora rejeitar.

(Fonte)


Resumindo: as feministas querem destruir o patriarcado ocidental em favor de sabe-se lá o quê. Não oferecem alternativas viáveis, mas "sabem" que o que existe tem que ser destruído.

O problema é que a destruição do patriarcado Cristão - como se vê na Europa ex-Cristã - só lhes vai deixar debaixo dum patriarcado bem menos tolerante.


Vai ser engraçado vêr as "emancipadas" feministas europeias a implorar pelo regresso do patriarcado Cristão. O problema é que pode ser tarde demais.

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