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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Promiscuidade feminina e felicidade matrimonial

Daily Mail

Segundo uma nova pesquisa levada a cabo pelo National Marriage Project, mais de metade das mulheres que só haviam tido relações sexuais com o marido actual sentiam-se bastante satisfeitas no seu casamento. Mas esta percentagem caiu para 42% mal as mulheres que haviam tido relações sexuais com pelo menos 2 parceiros, e caiu 22% para as mulheres que tinham tido 10 ou mais parceiros.

Com os homens, o seu número de parceiras sexuais não parece influenciar a felicidade que eles sentem dentro do casamento. Os pesquisadores disseram que o estudo mostrou que o sexo com muitos parceiros "pode ser arriscado" se a mulher está em busca dum casamento de qualidade. O mesmo estudo conclui:

Lembrem-se de que aquilo que vocês fazem antes de casar parece ter um impacto notável na vossa vossa futura vida matrimonial.

Os dados recolhidos foram apresentados no artigo 'Before 'I Do': What Do Premarital Experiences Have to Do with Marital Quality Among Today’s Young Adults?', e publicados na Universidade da Virginia.

O relatório, escrito por Galena K Rhoades e Scott M Stanley, defende que a primeira conclusão a ser retirada do estudo é "O que acontece em Las Vegas, não fica em Las Vegas". Segundo eles, isto significa que as nossas experiências passadas, especialmente no que toca ao amor, estão directamente associadas à nossa futura qualidade matrimonial.

Os pesquisadores disseram que as mulheres que tiveram mais parceiros sexuais tinham mais dificuldades em firmar-se no compromisso com o esposo uma vez que estavam cientes das alternativas. Eles acrescentaram também que quantos mais as pessoas passam por separações, mais susceptíveis elas são de terem uma "visão mais apodrecida do amor", o que pode afectar os relacionamentos futuros. O relatório diz:

Muitos da geração YOLO ("you only live once" = "Só Se Vive Uma Vez") acreditam que o que acontece na juventude não irá afectar o seu futuro, mas a nossa pesquisa revela algo totalmente diferente. Isto não significa que o sexo antes do casamento irá condenar o casamento, mas o sexo com muitos parceiros distintos pode ser arriscado para alguém que busca um casamento de qualidade.

Ter tido mais relacionamentos amorosos antes do casamento significa também ter mais experiências de separação. Uma história de múltiplas separações pode fazer com que as pessoas tenham uma visão mais pobre do amor e dos relacionamentos.

O estudo apurou também que os casais que haviam tido mais do que 150 convidados no casamento tinham uma qualidade matrimonial superior com o passar do tempo:

Somos de opinião de que isto centra-se no facto de se fazer uma declaração pública de compromisso e ter um apoio comunitário. Quanto mais apoio o casal tiver, mais eles serão capazes de navegar através das ocasionais águas conturbadas associadas ao casamento.

O estudo analisou os relacionamentos duma amostra nacional representativa na América composta por 1,294 homens e mulheres solteiros com idades entre os 18 e os 24. Os pesquisadores acompanharam-nos durante um período de cinco anos. Por essa altura, 418 estavam casados. Apenas 23% das pessoas que se casaram durante a pesquisa havia mtido sexo apenas e só com a pessoa com quem se tinham casado.

..

Este tipo de informação ressalva a importância de casar com uma mulher com um número de parceiros sexuais baixo ou igual a zero, especialmente para a maioria dos homens que não se enquadram dentro da definição de "macho alfa". Cada parceiro adicional que a mulher teve aumenta as probabilidades dela ser uma Viúva dum Alfa (ver mais embaixo), e apenas estar a ficar com um homem por não ter mais opções (e vir a qualificar o teu casamento de "insatisfatório").

Este tipo de informação é uma que as mulheres também têm que levar em conta. O custo do sexo fora do casamento é uma redução da felicidade matrimonial na ordem dos 21%, na eventualidade dela vir a sentir-se altamente realizada no casamento. E o custo da promiscuidade pré-matrimonial é uma redução na ordem dos 58%, na eventualidade de vir a existir felicidade matrimonial.

Isto não significa que o homem deve rejeitar automaticamente a mulher que já teve mais do que 10 parceiros sexuais; afinal, há 25% de hipóteses dela sentir-se feliz no casamento. No entanto, essas probabilidades não são suficientes para dar tranquilidade a um homem com a intenção de casar.

"Viúva dum Alfa" ou "Viuvez Alfa" é a descrição dum comportamento observado nas mulheres, e não algo criado com o propósito de assombrar os maridos com um estatuto sexual-social baixo.

O Steve já está comigo há 50 anos, e Ron há 47, mas nenhum deles é o homem com quem me casei, e nunca mais falei com eles desde que tinha os meus 20 anos. Ao mesmo tempo, não há a mínima dúvida que isso perturbou o meu casamento com o Olly, o homem que tem estado ao meu lado há 40 anos.

Dei por mim a pensar neles à medida que lia a pesquisa que nos informava que as mulheres que eram promiscuas antes do casamento eram mais infelizes no matrimónio do que as mulheres que entraram virgens para o casamento. A minha primeira reacção foi: porque é que as coisas são assim?

Eu sempre acreditei que um bocado de experiência, tanto no amor como no sexo, era algo benéfico para o nosso entendimento do que realmente queremos quando escolhemos um parceiro para toda a vida. Ter uma história a qual se referir - assentar sem ter uma ideia do que o mundo tem para oferecer - parece ser uma receita para o desastre e não para a satisfação.No entanto, não dá para negar que os meus antigos parceiros fizeram sentir a sua presença no meu casamento - chegando até a colocar em causa o meu compromisso.

Segundo Susan Nolen-Hoeksema, psicóloga de Yale e autora do livro Women Who Think Too Much, as mulheres, muito mais do que os homens, são muito mais susceptíveis do que os homens a pensar no rumo que a sua vida teria tomado se elas tivessem ficado com alguns dos parceiros mágicos da altura - se a excitação teria ficado, e se isso teria produzido um relacionamento muito mais satisfatório que o actual.

Da forma como eu vejo, estas fantasias são fantasmas poderosos, assombrando as zonas ocultas da nossa psique, prontos a manifestarem-se e a causar problemas, se lhes dermos essa chance. Certamente que o meu casamento fica assombrado quando, depois da primeira década de casamento com o Olly, pequenas coisas que na altura nada mais eram que imperfeições passaram a ter um significado maior.

Note-se que a Viuvez Alfa não se centra primariamente no sexo, embora seja aí que os fantasmas dos Alfas se formem. Mesmo depois de 40 anos de casamento, esta mulher ainda se encontra presa às memórias de dois homens em particular que causaram uma impressão duradoura na sua psique sexual; nem chegar a ser surpreendente que um deles a tenha deixado porque achava a fidelidade como algo "difícil".

E note-se que a insegurança masculina não é responsável pelo facto das mulheres literalmente colocarem em causa o seu compromisso de quase meio século devido a experiências sexuais passadas. O facto simples e facilmente observável é que mulheres com experiência sexual têm mais dificuldade em estabelecer uma ligação com o marido e viver de acordo com os compromissos matrimonias. Isto não quer dizer que é impossível ela fazer qualquer uma das duas, mas sim que isso é um desafio enorme para que ambas as partes têm que reconhecer e ultrapassar - especialmente a esposa.

Para o homem com intenções matrimoniais, a forma mais lógica de evitar este tipo de complicações é ignorar as mulheres com uma experiência sexual proibitiva, e focar a atenção nas mulheres castas

Fonte do comentário: http://bit.ly/1u1ljCc

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Quanto mais parceiros sexuais a mulher tem, menores são as probabilidades dela (e não o marido) se sentir satisfeita no casamento. A lógica leva-nos a inferir que a mulher que realmente quer um casamento de qualidade, guarda-se para o seu futuro marido. Como o feminismo defende não existir qualquer tipo de consequência negativa na promiscuidade feminina, nós podemos inferir também que e o feminismo não quer que a mulher tenha um casamento feliz.

Mas isso já nós sabemos





sábado, 24 de maio de 2014

Fidel Castro tinha uma vida de rei, revela ex-segurança

Um livro escrito com a colaboração de um ex-segurança do antigo presidente cubano Fidel Castro revela que, ao contrário do que o líder fazia acreditar, ele tinha uma vida de luxo. As informações são do Daily Mail.

Em "La Vie Cachée de Fidel Castro" ("A vida escondida de Fidel Castro"), o ex-funcionário conta como o líder cubano nunca renunciou aos "confortos do capitalismo".

Segundo Juan Reinaldo Sánchez, que trabalhou com Fidel por 17 anos e hoje vive nos Estados Unidos, o político vivia em uma ilha privada em Cayo Piedra, no sul da Baía dos Porcos, que contava com um criadouro de tartarugas e golfinhos.

Sánchez conta que o acesso à ilha era feito com o iate privado de Castro, feito com madeira nobre da Angola e motor cedido pelo ex-presidente soviético Leonid Brezhnev. Entre as suas outras propriedades estaria uma casa na capital, Havana, equipada com uma pista de boliche no último piso e um centro médico.

Ainda segundo o cubano, Castro sempre era acompanhado por, pelo menos, 10 guarda-costas. Segundo Sánchez, Castro desfrutava de tamanho luxo em um momento em que a economia cubana estava entrando em colapso após a desintegração do principal parceiro comercial da ilha, a União Soviética.

Outra revelação do livro diz respeito à vida amorosa de Castro, que teve nove filhos, proibidos de serem mencionados pela mídia cubana.

De acordo com Sanchéz, ele decidiu ajudar o jornalista francês Axel Gyldén a escrever o livro após ter sido preso, ao pedir para se aposentar. Ele diz ter sido torturado e colocado na cadeia "como um cão". 

"Esta foi a primeira vez que alguém do círculo íntimo de Castro falou em público (...) isso muda a imagem que temos de Castro porque seu estilo de vida contradiz com o que ele prega", declarou o autor da obra ao jornal britânico The Guardian. 

Em 2006, a revista Forbes listou o ex-presidente cubano como um dos líderes mais ricos do mundo, mas Castro negou.

Fidel Castro deixou o poder em 2008, após adoecer, em 2006, e, desde então, tem feito poucas aparições públicas.




terça-feira, 1 de outubro de 2013

O aumento do número de mulheres nos cargos de liderança aumenta a produtividade?

O que dizer desta manchete provocativa do Daily Mail:
Mais mulheres em posições de liderança significa mais lucro: empresas cujos conselhos administrativos são compostos com pelo menos 1/3 de mulheres têm um aumento de 42% nos lucros.
Isto parece muito pouco provável, como tal eu verifiquei. A fonte para a estatística é um grupo com o nome Catalyst. Uma das missões do grupo é aumentar o número de mulheres na liderança das empresas. Obviamente que isto não significa que a estatística é falsa, mas levanta a questão do potencial viés.

Depois de ter olhado para outras pesquisas em torno deste assunto, apurei que os dados não estão de acordo com as alegações da  Catalyst. Por exemplo, houve uma pesquisa levada a cabo aquando da altura em que o governo Norueguês forçou as companhias a ter conselhos directivos administrativos por 40% de mulheres:
Amy Dittmar, professora-adjunta de finanças na "Ross School of Bussness" da "University of Michigan" analisou recentemente o impacto da decisão Norueguesa .... O estudo de Dittmar e de Ahern apurou que quando um conselho directivo duma empresa tem um aumento de 10% no número de mulheres, o valor da companhia caia. Quanto maior fosse a mudança na estrutura dos conselhos administrativos, maior era a queda consequente.
Uma fonte de informação alternativa ainda melhor em torno deste assunto é o artigo escrito por dois sociólogos da Universidade de Harvard sumariando as pesquisas até hoje. Segundo o seu estudo, a maior parte das pesquisas apuraram que acrescentar mulheres nos conselhos administrativos não melhora a performance da companhia:
Os analistas exploraram os efeitos da diversidade nos conselhos, tanto nos lucros como na valorização das acções. O padrão geral do que foi apurado através de dezenas de artigos que foram já publicados até hoje suportam a tese de que a diversidade sexual inibe a  performance (p.10).
Os sociólogos de Harvard reconheceram o facto da pesquisa da empresa Catalyst fazer uma ligação entre as mulheres que estão nos conselhos administrativos e  rentabilidade:
Muito provavelmente, o estudo mais publicitado que faz a conexão entre a diversidade e a rentabilidade é a comparação levada a cabo pela Catalyst junto de 500 empresas americanas de topo, durante o período compreendido entre 2001 e 2004.
No entanto, os sociólogos criticam esta pesquisa por não considerar a possibilidade da causalidade reversa. Dito de outro modo, será que colocar mulheres nos lugares de topo aumenta os lucros da empresa, ou será que o aumento dos lucros da empresa levam a que mais mulheres sejam colocadas nos lugares de topo?

Segundo os sociólogos de Harvard, os projectos de pesquisa que examinam o tópico da causalidade reversa apuram que 1) ou não há qualquer diferença na rentabilidade quando as mulheres são nomeadas para os conselhos directivos, 2) ou há um declínio nos lucros. Eis aqui alguns dos projectos de pesquisa que eles listam:
  • Zahra e Stanton descobriram que, no geral, não há qualquer tipo de efeito, mas revelam alguns efeitos negativos entre algumas empresas americanas de dimensões consideráveis durante os anos 80.

  • Os países escandinavos eram os líderes na promoção da diversidade sexual nos conselhos administrativos. Estudos recentes não revelaram qualquer tipo de efeito na diversidade sexual na performance nos mercados de acções junto de 443 empresas Dinamarquesas.

  • Smith, Smith, e Verner usam dados recolhidos junto de 2500 empresas Dinamarquesas para explorar explorar várias medidas de desempenho. Directoras externas causam efeitos negativos, mas directoras internas causam efeitos positivos.

  • No seu estudo de 2009, Adams e Ferreira usam dados recolhidos entre 1996 e 2003 junto de 1939 grandes empresas Americanas. A sua análise é provavelmente a mais sofisticada e a mais transparente publicada até aos dias de hoje. Embora eles tenham apurado que os conselhos com mais mulheres têm um desempenho superior nas empresas de monitorização, eles apuraram também efeitos negativos junto das mulheres pertencentes aos conselhos tanto do q de Tobin q como da ROA (retorno sobre activos). 

    De modo particular, eles apuraram efeitos positivos como consequência da diversidade sexual nos modelos OLS [Método dos mínimos quadrados ou MQO], mas duas técnicas distintas para lidar com a endogeneidade (efeitos fixos e efeitos fixos com variáveis instrumentais) produziram significativos efeitos negativos (para os lucros e para o valor no mercado das acções) e uma terceira técnica produziu efeitos negativos insignificantes nos dois resultados (pp.11-12)
A conclusão é a seguinte:
Levando tudo em conjunto, estes estudos são consistentes em demonstrar que empresas que estão a ser bem sucedidas são mais susceptíveis de contratar mulher para os lugares de liderança, mas que por sua vez esta liderança feminina tem efeitos neutrais ou negativos na  performance da empresa.
Vários estudos lidam com este ponto de modo mais directo. Farrell e Hersch examinam uma amostra de 300 empresas (presentes na lista Fortune-500) durante o período 1990-1999, revelando que as firmas com lucros fortes (ROA) são as mais susceptíveis de nomear mulheres para cargos de directoria, mas que a directoria feminina não tem qualquer tipo de efeito na performance subsequente. 
A Adams e Ferreira apurou que através do valor do q de Tobin, mas não do valor do ROA, dava para prever a susceptibilidade duma empresa nomear uma mulher para o cargo de directora, mas, como notado, as mulheres directoras geram efeitos negativos subsequentes. 
Eles concluem: "Embora uma relação positiva entre a diversidade sexual nos conselhos administrativos e a performance da empresa seja frequentemente citada na imprensa popular, isso não está manifesto em qualquer dos nossos métodos de examinação da endogeneidade da diversidade sexual  (p.12)."
Esta última frase é a forma académica de dizer "não acreditem em tudo o que lêem nos jornais em torno deste assunto". O problema é que a estatística da  Catalyst é bastante útil para forçar as empresas a adoptar quotas para mulheres nos cargos de liderança, e como tal, é bem provável que esta mesma estatística sejam lida com frequência daqui para a frente.


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Aparentemente, as únicas empresas que se aventuram a nomear mulheres para cargos de liderança são, na sua maioria, empresas que já têm uma condição financeira estável. Ou seja, só aquelas que se podem dar ao luxo é que nomeiam mulheres para cargos de liderança.

Os estudos sérios levados a cabo por entidades competentes produzem uma imagem totalmente oposta àquela desejada pela Catalyst: não só a nomeação de mulheres para cargos de liderança não aumentam os lucros, como podem, sim, ter efeitos económicos negativos. Mas para quem tem uma agenda a seguir, isso é irrelevante; o que interessa é forçar as empresas a admitir pessoas com base na sua composição genética (XX) e não com base na sua capacidade, aptidão e conhecimento.

Via notificação por parte da editora do blogue "Tradicionalíssima".



terça-feira, 7 de maio de 2013

Helen McNallen: "Eu deveria ter engravidado quando era mais nova"


O Daily Mail conta histórias de mulheres com educação universitária que adiaram em demasia a maternidade. Uma das mulheres listadas na notícia explica a sua situação.

Helen McNallen é a tipica mãe-adiada que deu prioridade à sua carreira e não à sua família. Logo após ter obtido as suas qualificações na "Bristol University", Helen foi "caçada" pela Goldman Sachs onde, como mulher na área do comércio e por esta altura (inicio dos anos 90), ela era uma raridade. Trabalhar durante 12 horas por dia era o normal. Normalmente, o seu dia de trabalho começava por volta das 6 da manhã.

Ela casou-se com Duncan (cinegrafista freelance) quando ela tinha 30 anos, e continuou a trabalhar.

Eu queria um bebé, mas estava num carrocel do qual não conseguia sair. Eu visualivava um futuro com crianças, mas nós enterramos a cabeça na areia e esperamos que as coisas se revolvam por si só, mas elas raramente se resolvem.

Para a Helen, as consequências de adiar a maternidade foram catastróficas. Quando deu início ao seu novo emprego (onde ganhava cerca de £200,000 por ano num banco alemão) ela trabalhou ainda mais como forma de justificar o seu elevado salário. Mas o nível de stress aumentou proporcionalmente. Finalmente, no ano de 2001 e com 33 anos de idade, ela sofreu uma crise nervosa e foi diagnosticada com depressão.

Por esta altura, ela queria ter um filho mas estava impedida de o fazer visto que a medicação que ela tomava poderia causar danos no bebé. Entretanto, o seu casamento, esticado até ao ponto de rotura devido à sua doença, entrou em colapso. Passaram-se 6 anos até que Helen parou de tomar a medicação para a depressão. Por esta altura ela tinha 40 anos e estava sozinha.

Hoje em dia, ela vive em Yorkshire com o seu parceiro de 45 anos (com quem está há dois anos) e trabalha como conselheira para as pessoas que se encontram em depressão. Para além disso, ela tem um site com o nome de "Depression Can be Fun".  Ela diz ainda:

Eu e o meu parceiro ainda esperamos ter um filho. É algo que eu penso todos os dias. Tento viver sem arrependimento, mas, olhando para trás, eu deveria ter "mordido a bala". Eu deveria ter engravidado quando era mais nova.
 
Outra mulher cuja história foi reportada pelo Daily Mail é Kristina Howells. Para ela, hoje com 40 anos, estudar tornou-se um substituto para a criança que ela não tinha. Quando estava na casa dos 20, ela liderava a escola de música de Kent.
Era a altura ideal para ter filhos, mas eu era consumida pelo trabalho. Quando eu não estava a ensinar, estava a planear lições, ou a tomar parte de actividades extra-curriculares, ou a organizar festivais e concertos. Era recompensador mas esgotante. Lembro-me de pensar "Ainda sou bastante jovem. Posso sempre encontrar o homem certo quando estiver na casa dos 30."

Tu olhas para ti e pensas que és invencível. Mas foi então que cheguei aos meus 30 anos e comecei a entrar em pânico; eu tinha uma carreira profissional mas não tinha um homem com quem ter um filho. Para além disso, eu não queria ser uma mãe solteira.
Soluções? Parece que a cultura esquerdista chegou a um ponto onde a mensagem que é transmitida às mulheres é a de que, a única coisa que realmente conta é a carreira profissional, e que este é a forma delas atingirem a sua auto-realzação. Faz sentido que esta mensagem destrutiva tenha sido seguida de modo masi fervoroso pelas mulheres da classe média-alta da sociedade, visto que estas mulheres têm maior acessoa profissões de maior status e maior rendimento.

Também não se dá o caso destas mulheres não quererem ter filhos; o que se passou foi que elas não buscaram de forma determinada esse propósito, pensado que isso aconteceria por si só num tempo futuro indeterminado.

Portanto a solução é, em parte, promover uma visão mais realista dentro da sociedade. Esta visão deve reconhecer que as mulheres têm que procurar homens com vontade de casar (e planear a sua vida familiar) quando se encontram nos seus anos 20. Isto prende-se não só com a decrescente fertilidade feminina, mas também com o facto dos homens serem koreogâmicos e terem uma atracção sexual superior pelas mulheres com a aparência mais jovem (Kore sendo a palavra do Antigo Grego que significa donzela / mulher jovem).

Via

* * * * *
O que se pode concluir deste tipo de notícias é que todas as ideologias que fomentam o carreirismo junto das mulheres, e que a motivam a colocar a vida laboral acima da vida familiar, estão a conduzi-las   para uma vida de solidão e arrependimento. 
Obviamente que isto não significa que todas as mulheres adiaram a maternidade vivem vidas de arrependimento e solidão; o que isto significa é que a mulher que escolhe adiar a maternidade (ou não ter filhos) pode, mais tarde, arrepender-se amargamente dessa decisão. E uma sociedade composta por mulheres que não se reproduzem, é uma sociedade que caminha a passos largos para o colapso.



sábado, 17 de novembro de 2012

É seguro casar com uma carreirista?


SEMELHANTEMENTE vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que, também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte das suas mulheres sejam ganhos, sem palavra  
1 Pedro 3:1

Fonte

Estudo da Cornell University revela que os divórcios são mais elevados entre as mulheres que possuem ordenados superiores aos do marido (mais elevadas taxas de infidelidade). Para além disso, tanto o homem como a mulher sentem-se mais à vontade quando o homem é o ganha-pão principal do lar.

Parcialmente falando, as taxas de divórcio parecem ser determinadas por quem veste as calças na família. Se é a esposa, então, segundo o estudo em cima referido, isso pode gerar problemas.

Não é preciso ser um cientista para verificar o que este estudo está a revelar, e isso é: quando a mulher tem uma marido caseiro, e quando ela recebe mais dinheiro que o marido, a relação rapidamente se desequilibra e os papéis sexuais ficam totalmente alterados. Mas os pesquisadores da Cornell University produziram um estudo que dá legitimidade ao óbvio: se a esposa recebe mais dinheiro que o marido, se ela é a principal ganha-pão da família, e se a mulher tem um marido caseiro, o seu casamento tem mais probabilidades de terminar do que se o inverso for verdade.

O estudo claramente mostrou que as taxas de divórcio são mais elevadas junto dos homens que fazem menos dinheiro que as esposas. Para começar, os homens cujas esposas tinham um rendimento superior eram mais susceptíveis de trair a esposa. . . . . Semelhantemente, as mulheres cujo rendimento é superior ao do marido são mais susceptíveis de trair o marido (...).

Tudo isto aumentou as probabilidades de divórcio para o casal e como tal, o divórcio é mais elevado para os casais neste grupo de estudo controlado.

No entanto, o reverso não é acontece uma vez que quando o homem ganha mais do que a esposa, é menos provável o casamento acabar em divórcio e ela é menos susceptível de trair o esposo.

Pode também ser inferido do estudo de Cornell que se ambas as partes ganham essencialmente o mesmo dinheiro, os problemas de infidelidade, insatisfação e adultério continuam a existir. Algo no ADN masculino (e provavelmente também no feminino), exige que ele faça mais dinheiro, que seja o ganha-pão principal da casa de modo a que ele se sinta 1) poderoso, 2) no controle dos eventos e, basicamente, 3) que se sinta como um homem. (...)

Podemos perturbar a Natureza o mais que conseguirmos, mas há coisas fundamentais que nunca serão alteradas. (...)

* * * * * * *

Segundo autor do texto de cima, o Daily Mail diz que o motivo que leva o homem caseiro a trair a esposa carreirista é a presença de "mulheres apetitosas no parque de diversões". No entanto, o mesmo texto diz que, para além da mulher carreirista ser mais susceptível de trair o marido, ela é também mais susceptível  de se sentir insatisfeita com o mesmo. Supostamente, o motivo que gera a desproporcional taxa de adultério feminino junto das carreiristas não é a presença de "homens apetitosos no local de trabalho", nem a sua aparente inabilidade para conter os seus instintos hipergâmicos, mas sim a sua "insatisfação" com o marido caseiro.

Portanto, ficamos a saber que o responsável pela infidelidade masculina é o homem, e o responsável pela infidelidade feminina também é o homem.

Não deixa de ser curioso que os dados confirmem que o modelo familiar funcional, ordenado e desejável é precisamente aquele que foi a norma durante mais de 2000 anos no mundo ocidental: homem-provedor e actor principal na esfera extra-doméstica; mulher-educadora, dona e senhora da esfera doméstica.

Biologia supera ideologia e não há nada que possa ser feito em relação a isso.

O que nós podemos aprender com estudos como este, e respondendo à pergunta que serve de título ao post, é que, se o homem estiver a considerar enveredar pelo matrimónio, ele tem que forçosamente colocar de lado as mulheres carreiristas, e escolher a mulher mais tradicional.





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