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sábado, 1 de novembro de 2014

7 mentiras que as mulheres dizem durante um relacionamento

Por Nicholas Jack

Muitos de vocês certamente que já ouviram falar do livro que escrevi com o título The Key Logger . Para escrever esse livro, usei um key logger para registar todas as coisas tecladas pelas mulheres que usaram o meu computador durante o tempo em que elas se encontravam num relacionamento comigo. Tive um key logger no meu computador durante bastante tempo, e isso permitiu-me fazer uma coisa que a maioria dos homens não pode: saber quando é que as mulheres me estavam a mentir.

Estas sete mentiras foram as mais comuns que as mulheres me disseram durante os muitos anos que usei um key logger. Irei linkar-me a vários artigos e estudos como forma de vos ajudar a entender o porquê das mulheres mentirem à vossa frente, e o porquê disso estar totalmente errado.

7. Idade

A maior parte das raparigas com quem saio têm idades compreendidas entre os 18 e os 22 anos. No entanto. reparei numa coisa junto do pequeno grupo de mulheres com mais de 24 anos com quem andei: elas frequentemente mentem em relação à sua idade. Podem ser só alguns anos, mas elas mentem. Normalmente não incluiria uma amostra tão pequena nesta lista, mas devido ao facto de muitas delas terem tentado "cortar" alguns anos, eu tive que acrescentar.

As mulheres mentem em relação à sua idade por motivos óbvios: os homens têm atracção por mulheres jovens [ed: isto tem o nome de coreogamia - do grego “kore“, para mulher jovem solteira, donzela, sugerindo uma mulher atraente núbil, e, claro, -gamia, que significa fertilização, ou reprodução, do grego gamos, que significa "casamento"]. Leiam este artigo que fala em que idades as mulheres e os homens se acham no ponto mais alto do seu poder de atracção.

Mesmo com as mentiras dos média ("40 são os novos 30"), as mulheres sabem instintivamente quando é que os homens as acham mais atraentes, e quando elas se encontram acima dessa idade, elas tentam saltar para dentro uma máquina do tempo. Infelizmente, isso não funciona.

6. Estar solteira

Outra mentira que as mulheres dizem é em relação ao facto de estarem ou não solteiras. Há a mentira óbvia que elas dizem de ter um namorado quando o homem que se aproxima delas não lhes interessar, mas vamos focar a nossa atenção na situação inversa. Quando as mulheres realmente gostam dum homem que elas acabam de conhecer, muitas mentem e dizem não ter namorado. Ou mentem, ou nunca chegam a mencionar, o que é o mesmo que mentir.

Houve algumas mulheres que se encontravam num relacionamento sério antes de me conhecerem. Eu normalmente nunca pergunto se ela está solteira; eu assumo que sim a partir do facto dela me deixar beijá-la e tocá-la duma forma muito mais que amigável. Estas raparigas nunca mencionavam que tinham namorados e eu nunca saberia deles disto, se não fossem telefonemas estranhos, mensagens no Facebook, ou o facto de eu usar o key logger contra elas e ficar a saber que elas estavam a fazer malabarismo com dois (ou mais) homens.

Por vezes, estas raparigas tentavam continuar a ter um relacionamento comigo e com o outro homem, mas em outras alturas elas acabavam o relacionamento com o outro homem se por acaso nós os dois homens estivéssemos a desenvolver um padrão de vida onde acabavamos por nos encontrar. E havia também as raparigas que traíam os namorados de longa data apenas e só pela paixão e pela excitação de estar com outro homem.

A coisa mais assustadora disto é que o homem com quem elas traem pode acabar por lhes engravidar. Vejam este estudo para verem o quão honestas elas são em relação a isto. 50% das mulheres ADMITEM que iriam mentir ao namorado e dizer que o filho era seu (quando não era), e 42% das mulheres iriam mentir em relação à pílula como forma de engravidarem (...).

5. Somos apenas amigos, ele não está interessado

Outra mentira comum que as mulheres dizem quando dizem que estão num compromisso contigo é dizer, "Nós somos apenas amigos, ele não está interessado em mim." Eu pensava que elas realmente acreditavam nisto, e que apenas eram ingénuas o suficiente para notar no que estava a acontecer.. Isto não mudou muito até que notei na maneira óbvia como estes outros homens agiam em relação a elas: "Estou com saudades tuas" , "Estão tão sensual nesta foto", etc.. 

A partir deste tipo de mensagens ficou claro que nenhuma pode honestamente acreditar que estes outros homens só estavam interessados em ter amizade com elas. Para além disso, havia mulheres que respondiam a estes homens da mesma forma como eles falavam com elas.

Porque é que as mulheres fazem isto? Existem alguns motivos: Por vezes elas fazem isto para obter algum tipo de validação. Noutras alturas pode-se dar o caso delas estarem aborrecidas, ou então elas terem outros planos.

As mulheres costumam ter "planos de segurança" e "aqueles que me escaparam" com quem elas continuarão a falar e a flirtar. Elas guardam os "planos de segurança" para o caso do relacionamento actual não funcionar, e elas terem alguém para quem correr sempre que ocorrer uma discussão enorme dentro do relacionamento. Elas guardam "aqueles que me escaparam" para o caso delas conseguirem conquistá-los. Vocês podem ser despachados brevemente se por acaso elas forem bem sucedidas em conquistar um dos "que escaparam".

As mulheres normalmente saltam dum barco a afundar para outro sempre que pensam que podem obter um homem de valor superior. Isto é perturbador devido a forma bem fácil através da qual ela pode acabar por ficar grávida de outro homem. Pode acontecer que "aquele que lhe escapou" durma com ela uma vez e nunca mais a veja, ou então um dos homens do "plano de segurança" consiga ter acesso às suas calcinhas bem no meio duma das vossas discussões.

De qualquer forma, ela pode acabar na mesma situação que este homem. Este homem educou uma criança, mas depois ficou a saber que a sua esposa o havia enganado com outro homem e este outro homem era o pai da criança. Depois disto tudo, eles acabaram por se divorciar. Vamos lá, adivinhem quem teve que continuar a pagar pensão alimentícia para a criança. Vou-vos dar uma pista: não é o pai biológico. Exacto; é o homem que foi enganado e levado a criar a criança de outro homem.

Para aumentar ainda mais o insulto, a sua ex-mulher acabou por voltar para o pai biológico da criança. Portanto, o homem acabou por pagar uma pensão para uma criança que não era sua e que vivia com a mãe e com o pai biológico. É bem provável que o affair da esposa tenha acontecido depois da mulher dizer ao marido que o pai biológico da criança "nada mais é que um amigo".

4. Eu não flirto com outros homens

A mentira comum que se segue é uma que elas dizem com frequência: "Eu não flirto com outros homens." Esta é uma mentira comum e uma difícil de levá-la a admitir porque tudo depende da definição vaga de "flirtar".

Eis aqui a minha definição de flirtar: falar com um homem normal duma forma que o leve a pensar que tu estás sexualmente interessada nele. As mulheres conseguem ler a linguagem corporal melhor que os homens, e como tal, elas sabem quando é que elas estão a flirtar e quando é que eles estão interessados em "algo mais". Elas fazem isto pelos mesmos motivos listados em cima: planos de segurança, aborrecimento, etc.

3. É a primeira vez que eu faço isto

Acho que todos os homens experientes já ouviram isto várias vezes. Depois de trazeres uma mulher para tua casa após o  primeiro encontro, ou depois de se terem conhecido no clube, ela dirá algo do tipo "Eu nunca havia feito isto antes." Ela diz isto só para que tu penses que ela á uma boa rapariga, e que ela é incapaz de ir para cama com um homem que acabou de conhecer, e que tu és um-num-milhão com quem isto acabou por acontecer. Claro que se ela diz isto, então nem de perto nem de longe esta foi a primeira vez que isto aconteceu.

As raparigas tentam gerar a aparência de inocência de modo a que não percam a chance de ter um relacionamento contigo. As raparigas sabem que "Não é possível transformar uma vadia numa dona de casa" e como tal, elas irão tentar gerar a ilusão na esperança de que tu acredites nela. Infelizmente, muitos homens caem no golpe e coisas tais como as mencionadas no estudo que se segue acabam por acontecer.
Quanto mais parceiros sexuais os inquiridos [homens e mulheres] haviam tido entre os seus 18 anos e o momento do seu primeiro casamento ou primeira coabitação, mais provável ele ou ela eram de serem infiéis. (1.01) Fonte.
Sim, tu entras num casamento, e surpresa!, ela trai-te.

2. A última vez que teve relações sexuais

Esta é uma das perguntas favoritas. Comecei a fazer esta pergunta há muito tempo, e ainda é engraçado perguntar devido à ridiculamente elevada percentagem de mulheres que mente nas suas respostas. Não sei porquê, mas a maioria das mulheres gosta de dizer que a última vez que tive relações sexuais foi há seis meses atrás. Por alguma razão, nas suas cabeças, isto soa bem. Que pena que 8 em cada 10 instâncias isto seja uma mentira descarada.

Tal como disse anteriormente, as mulheres estão bem cientes que os homens não querem ter um relacionamento sério com mulheres promiscuas, da mesma maneira que as mulheres não querem ter um relacionamento sério com um homem desempregado ou que vive com a sua mãe. Elas sabem disto, e como tal, elas fingem uma inocência que não têm e usam-na como uma arma.

Este é um artigo que escrevi há algum tempo atrás, documentando o facto duma mulher ter dormido com os três escritores de Swooptheworld no espaço de 9 meses. Isto revela as suas hilariantes respostas quando confrontada com o facto de todos nós os três sabermos que havíamos estado com ela. Mesmo assim, ela ainda queria ser vista como uma "boa moça".

1. Número de parceiros sexuais

A mentira mais comum dita pelas mulheres centra-se na sua contagem de parceiros sexuais. Eu diria que 90% das mulheres mentiram-me em relação a isto, e esta foi a primeira mentira em relação a qual eu reparei, há anos atrás, na existência dum padrão. As raparigas querem ser vistas como inocentes, mas elas querem também que isso seja credível para ti. A maior parte de nós viu o filme “American Pie.” Nesse filme há uma cena que menciona o seguinte:
Jessica: Se um homem te diz o número de raparigas com quem ele já teve um relacionamento, esse número nem de perto nem de longe está perto da realidade. Pegas nesse número e divides por três, e então chegas ao número verdadeiro. Ok. Portanto, se ele te diz três raparigas, então é bem mais provável que seja apenas uma ou nenhuma. 
Vicky: Nenhuma? 
Jessica: A regra é três. Isto é uma ciência exacta. Consistente como a gravidade.
A regra dos três também funciona nesta situação, mas em sentido contrário. Quando a rapariga te diz que ela só teve três homens, então o mais provável é terem sido 9. Se ela te diz seis, então são 18. No entanto, já descobri que em muitas situações o número é 6 ou mesmo 7 vezes mais elevado que o número que ela te disse. Ao contrário do que a Jessica diz em relação à regra dos três, isto não é uma ciência exacta, mas usar esta regra é uma boa forma de ver o número de homens com quem ela já esteve.

É estranho que ninguém fale nisto visto que é uma mentira óbvia, e uma que pode levar um homem a dar tudo o que tem uma mulher que tem andado a saltar de cama em cama durante toda a sua vida. Reparem neste estudo que revela a forma drástica como os divórcios aumentam após cada um dos parceiros com quem ela dormiu:


O que estas mentiras comuns nos dizem:

Sim, as mulheres têm-te mentido durante toda a tua vida, mas há um dado positivo que pode ser extraído destas mentiras todas: elas significam que ela está interessada em ter um relacionamento contigo. Infelizmente, isso é a ÚNICA coisa positiva destas mentiras. Só porque elas querem algo sério contigo, isso não justifica o uso de mentiras como forma de tu teres um relacionamento com elas.

Elas usam o facto dos homens quererem uma mulher inocente [para relacionamento sério], e como tal,  tornaram-se mestres na arte de gerar a ilusão de serem mais inocentes do que realmente são. 

Elas querem o seu príncipe mas não querem viver como princesas. Não se deixem enganar.




terça-feira, 21 de outubro de 2014

Promiscuidade feminina e felicidade matrimonial

Daily Mail

Segundo uma nova pesquisa levada a cabo pelo National Marriage Project, mais de metade das mulheres que só haviam tido relações sexuais com o marido actual sentiam-se bastante satisfeitas no seu casamento. Mas esta percentagem caiu para 42% mal as mulheres que haviam tido relações sexuais com pelo menos 2 parceiros, e caiu 22% para as mulheres que tinham tido 10 ou mais parceiros.

Com os homens, o seu número de parceiras sexuais não parece influenciar a felicidade que eles sentem dentro do casamento. Os pesquisadores disseram que o estudo mostrou que o sexo com muitos parceiros "pode ser arriscado" se a mulher está em busca dum casamento de qualidade. O mesmo estudo conclui:

Lembrem-se de que aquilo que vocês fazem antes de casar parece ter um impacto notável na vossa vossa futura vida matrimonial.

Os dados recolhidos foram apresentados no artigo 'Before 'I Do': What Do Premarital Experiences Have to Do with Marital Quality Among Today’s Young Adults?', e publicados na Universidade da Virginia.

O relatório, escrito por Galena K Rhoades e Scott M Stanley, defende que a primeira conclusão a ser retirada do estudo é "O que acontece em Las Vegas, não fica em Las Vegas". Segundo eles, isto significa que as nossas experiências passadas, especialmente no que toca ao amor, estão directamente associadas à nossa futura qualidade matrimonial.

Os pesquisadores disseram que as mulheres que tiveram mais parceiros sexuais tinham mais dificuldades em firmar-se no compromisso com o esposo uma vez que estavam cientes das alternativas. Eles acrescentaram também que quantos mais as pessoas passam por separações, mais susceptíveis elas são de terem uma "visão mais apodrecida do amor", o que pode afectar os relacionamentos futuros. O relatório diz:

Muitos da geração YOLO ("you only live once" = "Só Se Vive Uma Vez") acreditam que o que acontece na juventude não irá afectar o seu futuro, mas a nossa pesquisa revela algo totalmente diferente. Isto não significa que o sexo antes do casamento irá condenar o casamento, mas o sexo com muitos parceiros distintos pode ser arriscado para alguém que busca um casamento de qualidade.

Ter tido mais relacionamentos amorosos antes do casamento significa também ter mais experiências de separação. Uma história de múltiplas separações pode fazer com que as pessoas tenham uma visão mais pobre do amor e dos relacionamentos.

O estudo apurou também que os casais que haviam tido mais do que 150 convidados no casamento tinham uma qualidade matrimonial superior com o passar do tempo:

Somos de opinião de que isto centra-se no facto de se fazer uma declaração pública de compromisso e ter um apoio comunitário. Quanto mais apoio o casal tiver, mais eles serão capazes de navegar através das ocasionais águas conturbadas associadas ao casamento.

O estudo analisou os relacionamentos duma amostra nacional representativa na América composta por 1,294 homens e mulheres solteiros com idades entre os 18 e os 24. Os pesquisadores acompanharam-nos durante um período de cinco anos. Por essa altura, 418 estavam casados. Apenas 23% das pessoas que se casaram durante a pesquisa havia mtido sexo apenas e só com a pessoa com quem se tinham casado.

..

Este tipo de informação ressalva a importância de casar com uma mulher com um número de parceiros sexuais baixo ou igual a zero, especialmente para a maioria dos homens que não se enquadram dentro da definição de "macho alfa". Cada parceiro adicional que a mulher teve aumenta as probabilidades dela ser uma Viúva dum Alfa (ver mais embaixo), e apenas estar a ficar com um homem por não ter mais opções (e vir a qualificar o teu casamento de "insatisfatório").

Este tipo de informação é uma que as mulheres também têm que levar em conta. O custo do sexo fora do casamento é uma redução da felicidade matrimonial na ordem dos 21%, na eventualidade dela vir a sentir-se altamente realizada no casamento. E o custo da promiscuidade pré-matrimonial é uma redução na ordem dos 58%, na eventualidade de vir a existir felicidade matrimonial.

Isto não significa que o homem deve rejeitar automaticamente a mulher que já teve mais do que 10 parceiros sexuais; afinal, há 25% de hipóteses dela sentir-se feliz no casamento. No entanto, essas probabilidades não são suficientes para dar tranquilidade a um homem com a intenção de casar.

"Viúva dum Alfa" ou "Viuvez Alfa" é a descrição dum comportamento observado nas mulheres, e não algo criado com o propósito de assombrar os maridos com um estatuto sexual-social baixo.

O Steve já está comigo há 50 anos, e Ron há 47, mas nenhum deles é o homem com quem me casei, e nunca mais falei com eles desde que tinha os meus 20 anos. Ao mesmo tempo, não há a mínima dúvida que isso perturbou o meu casamento com o Olly, o homem que tem estado ao meu lado há 40 anos.

Dei por mim a pensar neles à medida que lia a pesquisa que nos informava que as mulheres que eram promiscuas antes do casamento eram mais infelizes no matrimónio do que as mulheres que entraram virgens para o casamento. A minha primeira reacção foi: porque é que as coisas são assim?

Eu sempre acreditei que um bocado de experiência, tanto no amor como no sexo, era algo benéfico para o nosso entendimento do que realmente queremos quando escolhemos um parceiro para toda a vida. Ter uma história a qual se referir - assentar sem ter uma ideia do que o mundo tem para oferecer - parece ser uma receita para o desastre e não para a satisfação.No entanto, não dá para negar que os meus antigos parceiros fizeram sentir a sua presença no meu casamento - chegando até a colocar em causa o meu compromisso.

Segundo Susan Nolen-Hoeksema, psicóloga de Yale e autora do livro Women Who Think Too Much, as mulheres, muito mais do que os homens, são muito mais susceptíveis do que os homens a pensar no rumo que a sua vida teria tomado se elas tivessem ficado com alguns dos parceiros mágicos da altura - se a excitação teria ficado, e se isso teria produzido um relacionamento muito mais satisfatório que o actual.

Da forma como eu vejo, estas fantasias são fantasmas poderosos, assombrando as zonas ocultas da nossa psique, prontos a manifestarem-se e a causar problemas, se lhes dermos essa chance. Certamente que o meu casamento fica assombrado quando, depois da primeira década de casamento com o Olly, pequenas coisas que na altura nada mais eram que imperfeições passaram a ter um significado maior.

Note-se que a Viuvez Alfa não se centra primariamente no sexo, embora seja aí que os fantasmas dos Alfas se formem. Mesmo depois de 40 anos de casamento, esta mulher ainda se encontra presa às memórias de dois homens em particular que causaram uma impressão duradoura na sua psique sexual; nem chegar a ser surpreendente que um deles a tenha deixado porque achava a fidelidade como algo "difícil".

E note-se que a insegurança masculina não é responsável pelo facto das mulheres literalmente colocarem em causa o seu compromisso de quase meio século devido a experiências sexuais passadas. O facto simples e facilmente observável é que mulheres com experiência sexual têm mais dificuldade em estabelecer uma ligação com o marido e viver de acordo com os compromissos matrimonias. Isto não quer dizer que é impossível ela fazer qualquer uma das duas, mas sim que isso é um desafio enorme para que ambas as partes têm que reconhecer e ultrapassar - especialmente a esposa.

Para o homem com intenções matrimoniais, a forma mais lógica de evitar este tipo de complicações é ignorar as mulheres com uma experiência sexual proibitiva, e focar a atenção nas mulheres castas

Fonte do comentário: http://bit.ly/1u1ljCc

* * * * * * *

Quanto mais parceiros sexuais a mulher tem, menores são as probabilidades dela (e não o marido) se sentir satisfeita no casamento. A lógica leva-nos a inferir que a mulher que realmente quer um casamento de qualidade, guarda-se para o seu futuro marido. Como o feminismo defende não existir qualquer tipo de consequência negativa na promiscuidade feminina, nós podemos inferir também que e o feminismo não quer que a mulher tenha um casamento feliz.

Mas isso já nós sabemos





terça-feira, 8 de abril de 2014

O porquê dos homens preferirem casar com mulheres castas

Quando ele se sente suficientemente forte para pensar no passado, as memórias de Andy Phillips em relação ao seu filho são dolorosas, tal como no passado eram preciosas. Há aquele emocionante num dia de Novembro de 1990 quando Jordan nasceu no Tameside General Hospital em Derbyshire, e foi colocado nos seus braços. Quando fecha os olhos e pensa nisso, Andy ainda consegue ver o pequeno Jordan a dar os primeiros passos. Andy lembra-se de lhe comprar o primeiro conjunto de bateria e ver, espantado, a forma como o pequeno rapaz imediatamente toca a música "Hey Jude!" dos Beatles.

Por cima de todas estas memórias felizes, no entanto, encontra-se o terrível dia, há dois anos, quando Jordan, então cim 21 anos, apareceu na casa de Andy (Telford, Shropshire) com um pedaço de papel no seu bolso de trás. Andy, de 43 anos, recorda:

Era um teste de ADN. Jordan disse que tinha algo para me contar. Fez uma pausa e disse: "Tu não és o meu pai"

Esse momento devastador deu início a dois anos infernais na vida de Andy, durante os quais ele batalhou para entender o porquê de ter sido terrivelmente enganado pela mãe do Jordan, Andrea Roberts (42 anos).

Forçado a pagar pensão depois de se ter separado de Andrea quando Jordan tinha 7 anos, Andy acredita que há já muitos anos que Andrea suspeitava que Jordan não era filho dele. E embora Andrea tenha concordado em pagar £19,000 como parte dum acordo legal feito nos instantes finais, depois dele ter dado início a um processo legal tendo em vista algum tipo de compensação por danos psicológicos a si causados por parte da mentira de Andrea, Andy afirma que não há vencedores nesta triste história - muito menos o Jordan, que tem andado para trás e para  frente na guerra entre os seus "pais".

De facto, o caso judicial causou uma tal mágoa a Jordan, hoje com 23 anos e baterista duma banda, que ele já não fala com o homem a quem ele dantes chamava de Pai apesar de Andy sempre dizer que o amava como um filho:

Ele não quer saber mais de mim. É como se eu o tivesse perdido duas vezes.

Embora Andy (engenheiro) esteja ainda a receber aconselhamento psicológico como forma de lidar com o trauma de ter descoberto que Jordan não é seu filho, Andrea diz que também ela sofreu, insistindo que não sabia ao certo se Jordan era filho de Andy ou não, e que só ficou a saber de certeza depois do teste de Outubro de 2011 ter revelado toda a verdade:

Eu tinha 18 anos. Nem acredito que o que aconteceu quando eu ainda era tão jovem ainda me atormenta até aos dias de hoje.

Numa carta sentida que ela enviou ao Andy depois dele ter descoberto a verdade há dois anos atrás, ela escreveu:

Quando eu tinha 18 anos, eu não tinha qualquer tipo de plano, mas [eu] era uma rapariga assustada, imatura e confusa, cujo próprio pai lhe havia virado as costas. Eu levava as coisas um dia de cada vez, e [eu] tentava fazer o que era o melhor para mim. Eu e tu estávamos juntos, e era assim que eu queria que ficássemos. Eu não queria magoar ninguém. [ênfase adicionado]

E em mais um episódio desta história, Andrea encontra-se agora num relacionamento com o pai biológico dde Jordan - um antigo amante dela.

O Princípio

Então como foi que as coisas chegaram a este ponto confuso e triste? Segundo documentos legais enviados ao Daily Mail, as sementes da mentira foram plantadas logo desde o início da relação entre o Andy e a Andrea.

Conheceram-se num pub em Glossop (Derbyshire) no verão de 1989 quando Andrea tinha 17 anos e Andy 19. Eles tinham andado na mesma escola integral na cidade mas mal se lembravam um do outro dos tempos da escola:

Ela aproximou-se de mim. Ela era muito bonita e conversadora. Começamos a sair juntos e eu sempre a acompanhava para casa. Eu era muito leal a ele, logo desde o início.

Mas Andy não era o único admirador de Andrea. Alguns meses depois de se terem tornado amantes, ela traiu Andy com o seu primeiro namorado, Paul Rothery, outro antigo aluno da "Glossop Comprehensive" que Andy conhecia de jogar futebol com ele no clube de jovens local. Por essa altura, Andy não ficou a saber da infidelidade da sua namorada. Andrea alega que o seu "encontro" com Paul foi um "incidente único".

Na carta que ela enviou ao Andy, ela disse que, embora ela suspeitasse que Paul pudesse ser o pai, "havia sempre a chance dele (Jordan) ser teu filho". [ed: os testes de ADN existem desde os finais dos anos 70, início dos anos 80]

Andrea estava grávida de vários meses quando disse a Andy sobre o bebé. Ele comprometeu-se a ficar com ela, o que gerou a ira do pai dela - um sargento-detective na  polícia de Greater Manchester -  bem como a ira dos seus próprios pais. Andy relata:

Eu sempre usava contraceptivos, e como tal, fui apanhado de surpresa; mas assumi que algo tinha falhado. Eu estava apaixonado por ela e nem questionei a possibilidade do filho não ser meu. Eu tinha um emprego estável e estava feliz por me tornar num pai. Mas o pai dela estava furioso e como tal, ela veio viver comigo e com os meus pais pouco antes do Jordan nascer.

Andy esteve presente no nascimento de Jordan, em Novembro de 1990, e lembra-se de ver Jordan a rastejar pela primeira vez. Os pais dele também adoravam o bebé:

Foi um momento espectacular e muito emotivo. Mas hoje em dia é muito difícil pensar nisso, sabendo que eu estava a cuidar do bebé de outro homem, e que ela nunca me disse que suspeitava que o Jordan não era meu.

Por meados de 1991, Andy havia poupado dinheiro suficiente para alugar uma pequena casa em Glossop para a sua pequena família. Ele pagou tudo, diz Andrea, enquanto Andrea cuidava do Jordan:

Eu só ganhava cerca de £300 por semana, mas estava feliz em suportá-los. Quando eu chegava a casa, depois do trabalho, levava o Jordan ao parque. As pessoas diziam o quanto que ele se parecia comigo, e como ela tinha os meus maneirismos. Não havia nada que me deixasse suspeito.

Mas ele sempre achou estranho a Andrea não ter tido interesse em casar ou ter mais filhos.

Olhando para trás, pergunto-me se isso não era porque ela nunca me amou. Se calhar nós só estávamos juntos porque eu fui o único que permaneci por perto durante o período em que ela estava grávida.

Mesmo que seja possível sentir simpatia pelo drama de Andrea, é muito mais difícil de sentir simpatia pelo comportamento que ela adoptou nos anos que se seguiram. Sem surpresa alguma, dado o segredo que ela escondia, o relacionamento deles lentamente se deteriorou:

Com relativa frequência, eu estava cansado depois do trabalho, e ficava em casa a tomar conta do Jordan. Ela começou a sair demasiadas vezes com as suas amigas.

No entanto, Andrea colocou a sua própria versão dos eventos nos documentos legais, afirmando que o temperamento de Andy causou uma divisão entre eles. Andy nega tudo isto e diz que - ameaçada por uma acção legal - esta foi uma tentativa desesperada de tentar manchar a reputação do antigo companheiro.

Eles separaram-se temporariamente em 1995, quando Jordan tinha 5 anos, mas no ano seguinte, Andy convenceu Andrea a dar mais uma chance à relação por amor ao Jordan. Em 1997, e depois dela voltar a dizer para ele se ir embora [da casa que ele havia comprado], ele saiu de casa e nunca mais voltou:

Era mais do que óbvio que ela não me queria por perto.

Começam os Pagamentos

A separação poderia ter apresentado uma chance de Andrea colocar as coisas em pratos limpos e revelar toda a verdade em torno da paternidade de Jordan, mas em vez disso, ela pediu ao Andy que lhe pagasse £120 por mês como pensão alimentícia, mesmo depois dela se ter casado com o mais novo namorado (1990), Rod Pryce. [Note-se que o argumento de que ela escondeu a paternidade do Jordan porque estava "assustada, imatura e confusa" já não cola desta vez.]

Poucos anos depois ela pediu ao Andy que aumentasse os pagamentos para £160 por mês, ameaçando que se queixaria à "Agência de Apoio à Criança" [Child Support Agency - CSA] caso ele não concordasse. Andy, que se recusou a pagar mais por acreditar que já estava a pagar o suficiente, disse:

Foi cruel da sua parte fazer-me passar por tudo isto sabendo que havia a possibilidade do Jordan não ser meu. Todos aqueles anos de engano são difíceis de serem perdoados. Durante os meus anos 20 e anos 30 tive isto a pairar sobre a minha cabeça.

Explicando o porquê de ter mantido a mentira por tanto tempo, Andrea escreveu na sua carta a Andy:

À medida que o tempo foi passando, comecei a pensar seriamente de que tínhamos que saber a verdade. Senti que o Jordan tinha o direito de saber, mas o tempo certo nunca parecia chegar. Mais do que tudo, eu estava assustada com a perspectiva de magoar o Jordan.

Mas se Andrea tinha suspeitas em torno da paternidade do filho, o pai biológico de Jordan, Paul Rothery, também as tinha. E em mais uma declaração legal disponibilizada como parte deste caso perturbador, disse que desde o princípio que a ideia de Jordan ser seu filho lhe passou pela cabeça. Houve uma altura, era Jordan ainda criança, que Paul - que vivia por perto - o viu a brincar no jardim e notou semelhanças físicas que o levaram a admitir:

Isto fez com que eu começasse a pensar que se calhar Jordan era meu filho.

Ele escreveu a Andrea, sem mencionar as suas suspeitas, mas ele diz que Andrea nunca lhe respondeu à cara. Foi só em 2011, depois do casamento com o padrasto de Jordan, Rob Pryce, se ter desmoronado, que eles finalmente se encontraram e discutiram o assunto.Alguns meses depois, contaram a Jordan dos seus receios e ele pediu logo que o assunto fosse resolvido com um teste de ADN.

Andy foi o último a saber. Por essa altura, ele estava casado com Mariya, hoje  com 33 anos, que ele conheceu há 10 anos e com quem se casou em 2007. O seu filho Joshua nasceu em Abril de 2011 e havia sido apresentado a Jordan como seu meio-irmão. Embora Andy se tenha mudado para Telford, que fica a duas horas de carro, Jordan às vezes vinha e passava lá a noite, chegando até por uma vez a trazer a sua namorada.

Não consigo perdoar a Andrea por não vir ela mesma, para me dizer. Nem consigo pensar no que Jordan passou por ter que me contar os resultados dos testes e visto que a sua mãe não tinha a coragem de ser ela a fazer isso.

Embora Andy tenha chorado quando soube da notícia, Jordan permaneceu calmo:

Ele já sabia da notícia há alguns meses, e como tal, eu questiono-me se ele já não tinha superado o seu momento de dor. Ele [Jordan] disse que isso não iria afectar a nossa relação, e que ele ainda me via como pai e que isso não iria mudar. Eu estava totalmente chocado mas eu disse-lhe o mesmo: que o amava e que ele seria sempre meu filho.

Mas Jordan retirou-se da presença de Andy, e depois de mais algumas visitas, parou de responder às suas chamadas e aos seus SMS.

Finalmente, eu liguei para o padrasto do Jordan, Rob, e perguntei-lhe se ele estava bem. Ele disse-me que ele apenas estava a tentar lidar com a situação.

Andrea tentou explicar o seu comportamento numa carta enviada a Andy ANTES dele ter dado início ao processo legal. Nessa carta, ela escreveu:

Eu só me posso culpar a mim mesma, mas eu desejava que, com tal idade, eu não tivesse que lidar com tal problema - sozinha. Eu não podia falar com ninguém, não tinha apoio e não tinha onde viver. Precisei da minha mãe e do meu pai mas eles não estavam lá para me ajudar. Devido a isso, eu tive que resolver as coisas sozinha. Tu e eu estávamos juntos e era assim que eu queria que as coisas ficassem. Por essa altura, eu não pensei a longo prazo e inocentemente pensei que poderíamos ser uma família. [ênfase adicionado]

Nos dois anos que já se passaram desde que ficou a saber a verdade, e afastado que está do convívio com Jordan, a dor de Andy transformou-se em raiva, e, sem surpresa, em amargura dirigida à Andrea:

Isto começou a devorar-me por dentro. Senti que não conseguia respirar de noite e nem conseguia dormir. Essa altura da minha vida foi horrível.

O sentido de injustiça de Andy tornou-se tão profundo que ele escreveu uma carta à CSA perguntando se ele poderia ter os seus pagamentos de volta. Ele calcula que os pagamentos somem um total de £4,894 e que ele pagou £2,760 adicionais, colocados na conta de Jordan durante os anos. Quando lhe foi dito que ele não pode ter de volta o seu dinheiro, ele decidiu seguir pela via legal.

Em retrospectiva, será que este foi um passo inteligente? Será que ele não previu que isso poderia ser doloroso para o seu filho? Admitindo que ele não levou em conta como isso poderia afectar a relação, Andy afirmou:

Eu queria justiça. Não estava interessado na vingança mas não conseguia viver cm o que ela me havia feito.

Visto que os tribunais do Reino Unido consideram o acto de educar uma criança como um privilégio, não é possível reclamar pagamentos de manutenção que tenham sido feitos a uma mãe mentirosa, mas só reclamar danos psicológicos como consequência da decepção.

O advogado de Andy, Roger Terrell, que se especializa na fraude na paternidade, afirma que tal número de alegações está a crescer rapidamente. Em Janeiro de 2013, naquele que se acredita ter sido o primeiro caso deste tipo, outro dos seus clientes, Richard Rodwell, recebeu £25,000 em danos depois de descobrir que o filho e a filha que havia criado não eram dele. Desde então, o Terrell foi contactado por dezenas de outros homens que de igual modo foram enganados; crê-se que um em cada 25 pais estão a criar filhos que não são seus.

Mas em casos como este, raramente há um final feliz. Andy descobriu através de documentos enviados ao seu advogado que seis meses depois dos testes de ADN, Jordan mudou o seu nome de Phillips para Pryce, segundo o ex-marido de Andrea e seu ex-padrasto. Andy comenta:

Isto foi incrivelmente doloroso. Eu ainda olhava para ele como o meu filho, e ainda teria um relacionamento com ele, se pudesse, mas o Jordan virou-se contra mim. Ele pensa que, ao tomar esta acção legal contra a sua mãe, eu o estou a castigar; mas ele é uma vítima, tal como eu o sou.

O relacionamento da Andrea com o pai biológico de Jordan foi o mais recente dado desta história. Mas tal como ela diz na sua declaração legal, "Não estaria correcto pensar que estamos a jogar o jogo da "Família Feliz" com o Jordan visto que isso está totalmente longe da realidade." Na sua declaração, Paul admite que:

Tem sido difícil gerar um relacionamento com o Jordan e isso é algo que está a demorar tempo.

E depois de tantos anos de segredos e mentiras, é difícil ver como é que as feridas se podem curar facilmente. Andy, que espera outro filho com a sua esposa, diz:

É como se uma grande parte da minha vida não tivesse sido o que eu pensava que era.

(...)

Daily Mail

* * * * * * * *
De forma bem concreta, esta história revela um dos grandes motivos que leva os homens a não querer casar com mulheres promiscuas (ou mulheres com um passado sexual "frutífero"). Este homem, Andy, envolveu-se com uma mulher promiscua e passou 20 anos da sua vida a pagar por um filho que não é seu, algo que ninguém no seu perfeito juízo qualificaria de "bom". 

Isto não quer dizer que casar com mulheres castas é garantia de não ser vítima de fraude, e nem quer dizer que não é possível uma mulher com um passado sexual promíscuo mudar o seu estilo de vida. O que isto quer dizer é que o homem é perfeitamente lógico e racional em usar o passado sexual da mulher para saber quais são as probabilidades dele vir a ser vítima de fraude no futuro.





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