terça-feira, 8 de abril de 2014

O porquê dos homens preferirem casar com mulheres castas

Quando ele se sente suficientemente forte para pensar no passado, as memórias de Andy Phillips em relação ao seu filho são dolorosas, tal como no passado eram preciosas. Há aquele emocionante num dia de Novembro de 1990 quando Jordan nasceu no Tameside General Hospital em Derbyshire, e foi colocado nos seus braços. Quando fecha os olhos e pensa nisso, Andy ainda consegue ver o pequeno Jordan a dar os primeiros passos. Andy lembra-se de lhe comprar o primeiro conjunto de bateria e ver, espantado, a forma como o pequeno rapaz imediatamente toca a música "Hey Jude!" dos Beatles.

Por cima de todas estas memórias felizes, no entanto, encontra-se o terrível dia, há dois anos, quando Jordan, então cim 21 anos, apareceu na casa de Andy (Telford, Shropshire) com um pedaço de papel no seu bolso de trás. Andy, de 43 anos, recorda:

Era um teste de ADN. Jordan disse que tinha algo para me contar. Fez uma pausa e disse: "Tu não és o meu pai"

Esse momento devastador deu início a dois anos infernais na vida de Andy, durante os quais ele batalhou para entender o porquê de ter sido terrivelmente enganado pela mãe do Jordan, Andrea Roberts (42 anos).

Forçado a pagar pensão depois de se ter separado de Andrea quando Jordan tinha 7 anos, Andy acredita que há já muitos anos que Andrea suspeitava que Jordan não era filho dele. E embora Andrea tenha concordado em pagar £19,000 como parte dum acordo legal feito nos instantes finais, depois dele ter dado início a um processo legal tendo em vista algum tipo de compensação por danos psicológicos a si causados por parte da mentira de Andrea, Andy afirma que não há vencedores nesta triste história - muito menos o Jordan, que tem andado para trás e para  frente na guerra entre os seus "pais".

De facto, o caso judicial causou uma tal mágoa a Jordan, hoje com 23 anos e baterista duma banda, que ele já não fala com o homem a quem ele dantes chamava de Pai apesar de Andy sempre dizer que o amava como um filho:

Ele não quer saber mais de mim. É como se eu o tivesse perdido duas vezes.

Embora Andy (engenheiro) esteja ainda a receber aconselhamento psicológico como forma de lidar com o trauma de ter descoberto que Jordan não é seu filho, Andrea diz que também ela sofreu, insistindo que não sabia ao certo se Jordan era filho de Andy ou não, e que só ficou a saber de certeza depois do teste de Outubro de 2011 ter revelado toda a verdade:

Eu tinha 18 anos. Nem acredito que o que aconteceu quando eu ainda era tão jovem ainda me atormenta até aos dias de hoje.

Numa carta sentida que ela enviou ao Andy depois dele ter descoberto a verdade há dois anos atrás, ela escreveu:

Quando eu tinha 18 anos, eu não tinha qualquer tipo de plano, mas [eu] era uma rapariga assustada, imatura e confusa, cujo próprio pai lhe havia virado as costas. Eu levava as coisas um dia de cada vez, e [eu] tentava fazer o que era o melhor para mim. Eu e tu estávamos juntos, e era assim que eu queria que ficássemos. Eu não queria magoar ninguém. [ênfase adicionado]

E em mais um episódio desta história, Andrea encontra-se agora num relacionamento com o pai biológico dde Jordan - um antigo amante dela.

O Princípio

Então como foi que as coisas chegaram a este ponto confuso e triste? Segundo documentos legais enviados ao Daily Mail, as sementes da mentira foram plantadas logo desde o início da relação entre o Andy e a Andrea.

Conheceram-se num pub em Glossop (Derbyshire) no verão de 1989 quando Andrea tinha 17 anos e Andy 19. Eles tinham andado na mesma escola integral na cidade mas mal se lembravam um do outro dos tempos da escola:

Ela aproximou-se de mim. Ela era muito bonita e conversadora. Começamos a sair juntos e eu sempre a acompanhava para casa. Eu era muito leal a ele, logo desde o início.

Mas Andy não era o único admirador de Andrea. Alguns meses depois de se terem tornado amantes, ela traiu Andy com o seu primeiro namorado, Paul Rothery, outro antigo aluno da "Glossop Comprehensive" que Andy conhecia de jogar futebol com ele no clube de jovens local. Por essa altura, Andy não ficou a saber da infidelidade da sua namorada. Andrea alega que o seu "encontro" com Paul foi um "incidente único".

Na carta que ela enviou ao Andy, ela disse que, embora ela suspeitasse que Paul pudesse ser o pai, "havia sempre a chance dele (Jordan) ser teu filho". [ed: os testes de ADN existem desde os finais dos anos 70, início dos anos 80]

Andrea estava grávida de vários meses quando disse a Andy sobre o bebé. Ele comprometeu-se a ficar com ela, o que gerou a ira do pai dela - um sargento-detective na  polícia de Greater Manchester -  bem como a ira dos seus próprios pais. Andy relata:

Eu sempre usava contraceptivos, e como tal, fui apanhado de surpresa; mas assumi que algo tinha falhado. Eu estava apaixonado por ela e nem questionei a possibilidade do filho não ser meu. Eu tinha um emprego estável e estava feliz por me tornar num pai. Mas o pai dela estava furioso e como tal, ela veio viver comigo e com os meus pais pouco antes do Jordan nascer.

Andy esteve presente no nascimento de Jordan, em Novembro de 1990, e lembra-se de ver Jordan a rastejar pela primeira vez. Os pais dele também adoravam o bebé:

Foi um momento espectacular e muito emotivo. Mas hoje em dia é muito difícil pensar nisso, sabendo que eu estava a cuidar do bebé de outro homem, e que ela nunca me disse que suspeitava que o Jordan não era meu.

Por meados de 1991, Andy havia poupado dinheiro suficiente para alugar uma pequena casa em Glossop para a sua pequena família. Ele pagou tudo, diz Andrea, enquanto Andrea cuidava do Jordan:

Eu só ganhava cerca de £300 por semana, mas estava feliz em suportá-los. Quando eu chegava a casa, depois do trabalho, levava o Jordan ao parque. As pessoas diziam o quanto que ele se parecia comigo, e como ela tinha os meus maneirismos. Não havia nada que me deixasse suspeito.

Mas ele sempre achou estranho a Andrea não ter tido interesse em casar ou ter mais filhos.

Olhando para trás, pergunto-me se isso não era porque ela nunca me amou. Se calhar nós só estávamos juntos porque eu fui o único que permaneci por perto durante o período em que ela estava grávida.

Mesmo que seja possível sentir simpatia pelo drama de Andrea, é muito mais difícil de sentir simpatia pelo comportamento que ela adoptou nos anos que se seguiram. Sem surpresa alguma, dado o segredo que ela escondia, o relacionamento deles lentamente se deteriorou:

Com relativa frequência, eu estava cansado depois do trabalho, e ficava em casa a tomar conta do Jordan. Ela começou a sair demasiadas vezes com as suas amigas.

No entanto, Andrea colocou a sua própria versão dos eventos nos documentos legais, afirmando que o temperamento de Andy causou uma divisão entre eles. Andy nega tudo isto e diz que - ameaçada por uma acção legal - esta foi uma tentativa desesperada de tentar manchar a reputação do antigo companheiro.

Eles separaram-se temporariamente em 1995, quando Jordan tinha 5 anos, mas no ano seguinte, Andy convenceu Andrea a dar mais uma chance à relação por amor ao Jordan. Em 1997, e depois dela voltar a dizer para ele se ir embora [da casa que ele havia comprado], ele saiu de casa e nunca mais voltou:

Era mais do que óbvio que ela não me queria por perto.

Começam os Pagamentos

A separação poderia ter apresentado uma chance de Andrea colocar as coisas em pratos limpos e revelar toda a verdade em torno da paternidade de Jordan, mas em vez disso, ela pediu ao Andy que lhe pagasse £120 por mês como pensão alimentícia, mesmo depois dela se ter casado com o mais novo namorado (1990), Rod Pryce. [Note-se que o argumento de que ela escondeu a paternidade do Jordan porque estava "assustada, imatura e confusa" já não cola desta vez.]

Poucos anos depois ela pediu ao Andy que aumentasse os pagamentos para £160 por mês, ameaçando que se queixaria à "Agência de Apoio à Criança" [Child Support Agency - CSA] caso ele não concordasse. Andy, que se recusou a pagar mais por acreditar que já estava a pagar o suficiente, disse:

Foi cruel da sua parte fazer-me passar por tudo isto sabendo que havia a possibilidade do Jordan não ser meu. Todos aqueles anos de engano são difíceis de serem perdoados. Durante os meus anos 20 e anos 30 tive isto a pairar sobre a minha cabeça.

Explicando o porquê de ter mantido a mentira por tanto tempo, Andrea escreveu na sua carta a Andy:

À medida que o tempo foi passando, comecei a pensar seriamente de que tínhamos que saber a verdade. Senti que o Jordan tinha o direito de saber, mas o tempo certo nunca parecia chegar. Mais do que tudo, eu estava assustada com a perspectiva de magoar o Jordan.

Mas se Andrea tinha suspeitas em torno da paternidade do filho, o pai biológico de Jordan, Paul Rothery, também as tinha. E em mais uma declaração legal disponibilizada como parte deste caso perturbador, disse que desde o princípio que a ideia de Jordan ser seu filho lhe passou pela cabeça. Houve uma altura, era Jordan ainda criança, que Paul - que vivia por perto - o viu a brincar no jardim e notou semelhanças físicas que o levaram a admitir:

Isto fez com que eu começasse a pensar que se calhar Jordan era meu filho.

Ele escreveu a Andrea, sem mencionar as suas suspeitas, mas ele diz que Andrea nunca lhe respondeu à cara. Foi só em 2011, depois do casamento com o padrasto de Jordan, Rob Pryce, se ter desmoronado, que eles finalmente se encontraram e discutiram o assunto.Alguns meses depois, contaram a Jordan dos seus receios e ele pediu logo que o assunto fosse resolvido com um teste de ADN.

Andy foi o último a saber. Por essa altura, ele estava casado com Mariya, hoje  com 33 anos, que ele conheceu há 10 anos e com quem se casou em 2007. O seu filho Joshua nasceu em Abril de 2011 e havia sido apresentado a Jordan como seu meio-irmão. Embora Andy se tenha mudado para Telford, que fica a duas horas de carro, Jordan às vezes vinha e passava lá a noite, chegando até por uma vez a trazer a sua namorada.

Não consigo perdoar a Andrea por não vir ela mesma, para me dizer. Nem consigo pensar no que Jordan passou por ter que me contar os resultados dos testes e visto que a sua mãe não tinha a coragem de ser ela a fazer isso.

Embora Andy tenha chorado quando soube da notícia, Jordan permaneceu calmo:

Ele já sabia da notícia há alguns meses, e como tal, eu questiono-me se ele já não tinha superado o seu momento de dor. Ele [Jordan] disse que isso não iria afectar a nossa relação, e que ele ainda me via como pai e que isso não iria mudar. Eu estava totalmente chocado mas eu disse-lhe o mesmo: que o amava e que ele seria sempre meu filho.

Mas Jordan retirou-se da presença de Andy, e depois de mais algumas visitas, parou de responder às suas chamadas e aos seus SMS.

Finalmente, eu liguei para o padrasto do Jordan, Rob, e perguntei-lhe se ele estava bem. Ele disse-me que ele apenas estava a tentar lidar com a situação.

Andrea tentou explicar o seu comportamento numa carta enviada a Andy ANTES dele ter dado início ao processo legal. Nessa carta, ela escreveu:

Eu só me posso culpar a mim mesma, mas eu desejava que, com tal idade, eu não tivesse que lidar com tal problema - sozinha. Eu não podia falar com ninguém, não tinha apoio e não tinha onde viver. Precisei da minha mãe e do meu pai mas eles não estavam lá para me ajudar. Devido a isso, eu tive que resolver as coisas sozinha. Tu e eu estávamos juntos e era assim que eu queria que as coisas ficassem. Por essa altura, eu não pensei a longo prazo e inocentemente pensei que poderíamos ser uma família. [ênfase adicionado]

Nos dois anos que já se passaram desde que ficou a saber a verdade, e afastado que está do convívio com Jordan, a dor de Andy transformou-se em raiva, e, sem surpresa, em amargura dirigida à Andrea:

Isto começou a devorar-me por dentro. Senti que não conseguia respirar de noite e nem conseguia dormir. Essa altura da minha vida foi horrível.

O sentido de injustiça de Andy tornou-se tão profundo que ele escreveu uma carta à CSA perguntando se ele poderia ter os seus pagamentos de volta. Ele calcula que os pagamentos somem um total de £4,894 e que ele pagou £2,760 adicionais, colocados na conta de Jordan durante os anos. Quando lhe foi dito que ele não pode ter de volta o seu dinheiro, ele decidiu seguir pela via legal.

Em retrospectiva, será que este foi um passo inteligente? Será que ele não previu que isso poderia ser doloroso para o seu filho? Admitindo que ele não levou em conta como isso poderia afectar a relação, Andy afirmou:

Eu queria justiça. Não estava interessado na vingança mas não conseguia viver cm o que ela me havia feito.

Visto que os tribunais do Reino Unido consideram o acto de educar uma criança como um privilégio, não é possível reclamar pagamentos de manutenção que tenham sido feitos a uma mãe mentirosa, mas só reclamar danos psicológicos como consequência da decepção.

O advogado de Andy, Roger Terrell, que se especializa na fraude na paternidade, afirma que tal número de alegações está a crescer rapidamente. Em Janeiro de 2013, naquele que se acredita ter sido o primeiro caso deste tipo, outro dos seus clientes, Richard Rodwell, recebeu £25,000 em danos depois de descobrir que o filho e a filha que havia criado não eram dele. Desde então, o Terrell foi contactado por dezenas de outros homens que de igual modo foram enganados; crê-se que um em cada 25 pais estão a criar filhos que não são seus.

Mas em casos como este, raramente há um final feliz. Andy descobriu através de documentos enviados ao seu advogado que seis meses depois dos testes de ADN, Jordan mudou o seu nome de Phillips para Pryce, segundo o ex-marido de Andrea e seu ex-padrasto. Andy comenta:

Isto foi incrivelmente doloroso. Eu ainda olhava para ele como o meu filho, e ainda teria um relacionamento com ele, se pudesse, mas o Jordan virou-se contra mim. Ele pensa que, ao tomar esta acção legal contra a sua mãe, eu o estou a castigar; mas ele é uma vítima, tal como eu o sou.

O relacionamento da Andrea com o pai biológico de Jordan foi o mais recente dado desta história. Mas tal como ela diz na sua declaração legal, "Não estaria correcto pensar que estamos a jogar o jogo da "Família Feliz" com o Jordan visto que isso está totalmente longe da realidade." Na sua declaração, Paul admite que:

Tem sido difícil gerar um relacionamento com o Jordan e isso é algo que está a demorar tempo.

E depois de tantos anos de segredos e mentiras, é difícil ver como é que as feridas se podem curar facilmente. Andy, que espera outro filho com a sua esposa, diz:

É como se uma grande parte da minha vida não tivesse sido o que eu pensava que era.

(...)

Daily Mail

* * * * * * * *
De forma bem concreta, esta história revela um dos grandes motivos que leva os homens a não querer casar com mulheres promiscuas (ou mulheres com um passado sexual "frutífero"). Este homem, Andy, envolveu-se com uma mulher promiscua e passou 20 anos da sua vida a pagar por um filho que não é seu, algo que ninguém no seu perfeito juízo qualificaria de "bom". 

Isto não quer dizer que casar com mulheres castas é garantia de não ser vítima de fraude, e nem quer dizer que não é possível uma mulher com um passado sexual promíscuo mudar o seu estilo de vida. O que isto quer dizer é que o homem é perfeitamente lógico e racional em usar o passado sexual da mulher para saber quais são as probabilidades dele vir a ser vítima de fraude no futuro.





15 comentários:

  1. Mais um produto da liberdade sexual feminista.
    Mais um caso de "ex-namorado inesquecível".
    Mais um homem tratado como fonte de renda.
    A castidade, mais uma vez, como garantia de vida equilibrada para as pessoas e famílias.
    Se proibissem cobrança de pensão alimentícia por mães solteiras, essa farra acabaria logo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O problema é que o aumento das mães solteiras causa a um aumento da influência do estado na vida - e é por isso mesmo que o estado nada faz para preservar a instituição do casamento (fazendo exactamente o reverso).

      Eliminar
  2. Excelente post! Já vi mulheres zombando dos homens por causa disso e os chamando de medrosos por não quererem se relacionar com mulheres promíscuas, sendo que o medo nem sempre é algo ruim e irracional.

    Um exemplo é uma pessoa não querer chegar muito perto de um penhasco bem alto para não cair. Outro exemplo é uma pessoa não querer visitar um país em que o crime é alarmante.

    Algumas mulheres também se acham por serem elas é que podem engravidar e poderem saber quem é o pai, no entanto, até uma mulher promíscua pode não saber quem é o pai por se envolver com vários e isso pode acabar sendo muito prejudicial a ela e a criança no futuro.

    Essas mulheres que zombam dos homens e se acham se esquecem que mulheres também podem ser mães de filhos que não são delas: depois do parto normal ou da cesariana, é necessário passar por um período de recuperação e é aí que começa o problema: funcionárias incompetentes de hospitais podem confundir e trocar os bebês, de modo que as mães nem percebam e há até casos em que uma mãe acha o bebê de outra mais bonitinho e o troca pelo dela. O irônico é que isso é feito na maioria das vezes por outras mulheres.

    ResponderEliminar
  3. Espero que ele tenha aprendido a lição, e faça o teste do DNA no novo filho dele...

    ResponderEliminar
  4. o pior é que o número de casos como esse que não são reportados a lei ou que são mantidos em segredo pela piranha da mãe da criança é enorme , eu sei pelos relatos de "amigas" da minha mãe, eu saio com minha mãe de vez em quando e as vezes umas amigas dela vem e bem como eu sou o unico homem presente elas nem se preocupam em filtrar o que falam e oque eu ouço puta merda vcs nem fazem ideia o numero conhecido de casos assim e muito menor do que o numero de casos como esse que realmente acontecem.
    Na maioria de casos assim quando o pai descobre ele simplesmente não pode fazer nada, ja que o estado esta sempre do lado da mãe e as lei misândricas atuais não preveem nem um tipo de proteção ou compensação ao pai ou ao provedor enganado, o "pai" em questão não faz nada pois não a nada a se fazer e muitas vezes sequer sabe que criou filho alheio.

    ResponderEliminar
  5. Bolsa Família, que na verdade é o Bolsa Mãe Solteira, o pai na verdade é o Estado, todos pagam. Filho meu já farei DNA em até 30 dias, vai que trocam no hosp. tbm. Mulher pra casar, só virgem. Se TODOS os homens fizessem isso, a mulher não saia dando pra qqr um, acontece que hoje em dia CSPs são uns FDP pior que as vadias.

    ResponderEliminar
  6. É PRECISO DIZER A VERDADE:
    - Com o declínio do Tabú-Sexo (como seria de esperar) a percentagem de machos sem filhos aumentou imenso nas sociedades tradicionalmente monogâmicas.
    Mais, por um lado, muitas mulheres vão à procura de machos de maior competência sexual, nomeadamente, machos oriundos de sociedades tradicionalmente Poligâmicas [nestas sociedades apenas os machos mais fortes é que possuem filhos, logo, seleccionam e apuram a qualidade dos machos]... e... por outro lado, muitos machos das sociedades tradicionalmente monogâmicas vão à procura de fêmeas Economicamente Fragilizadas [mais 'dóceis'] oriundas de outras sociedades... ora, todavia, no entanto, recusar este caminho... deve ser um legítimo Direito ao qual os machos devem ter acesso!
    .
    .
    .
    .
    ANEXO:
    Eu não sou o cassete-carvalhas... todavia, no entanto (pela 'n'-ésima mais uma vez)... vou continuar a insistir em reivindicar um DIREITO que considero importante:
    - o Direito à Monoparentalidade em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas.
    .
    .
    - Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
    - No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade!... De facto, analisando o Tabú-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente MONOGÂMICAS) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver o blog «http://tabusexo.blogspot.com/».
    .
    Concluindo:
    - Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas é natural que sejam apenas os machos mais fortes a terem filhos; no entanto, todavia, as Sociedades Tradicionalmente MONOGÂMICAS têm de assumir a sua História: não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!... Assim sendo, nestas sociedades, deve ser possibilitada a existência de barrigas de aluguer para que os machos (de boa saúde) rejeitados pelas fêmeas, possam ter filhos!


    F.Rui.A.R.

    ResponderEliminar
  7. Bom dia, boa tarde, boa noite. Acho que aí é Portugal e não sei a diferença de fuso.

    Caso não tenham conhecimento ainda, creio que esta matéria lhes possa interessar :


    Mark Mayo, mais uma vítima do feminismo.

    A notícia sobre um soldado da Marinha dos Estados Unidos que perdeu a vida tentando salvar a de sua colega, chamou minha atenção.

    Um marginal, que já havia sido condenado por assassinato, chamado Savage (interessante o nome, não?) entrou com um caminhão na Base Naval e desarmou a marinheira que estava na entrada. Sim, uma militar treinada foi desarmada por um marginal...

    O marinheiro Mark Mayo, saltou na frente da mulher e atirou no bandido, que atirou nele também. Outros soldados atiraram no bandido. Morreram os dois.

    A família de Mark conta que ele sempre foi um bom aluno e que eles procuraram outra vizinhança por causa da segurança, e que não imaginavam que ele estivesse inseguro trabalhando dentro de uma Base Naval.

    Agora, o que uma mulher está fazendo guardando uma Base Naval? É claro que ela não iria guardar mesmo nada, pois não tem força, nem destreza, e nem habilidade para lutar e vencer homens! Quando é que as pessoas irão acordar para o fato de que homens são diferentes de mulheres? Que os dois não tem a mesma força ou destreza? Até quando iremos viver nessa mentira?

    Eu sei de umas coisas: se eu tivesse que escolher entre um militar - ou policial - homem ou mulher para me proteger, eu escolheria o mais forte e capaz para este serviço: o homem (estou partindo do pressuposto que os homens escolhidos para essas funções são os capazes, claro, pois é assim que acontece). Se eu tivesse que escolher entre um bombeiro homem e uma bombeira mulher para salvar minha casa do fogo, escolheria o mais forte e hábil para este serviço: o homem. É comprovado que as mulheres não conseguem passar nos testes de força que são aplicados para bombeiros. Mas elas processam e ganham e assim passam a fazer parte da força contra incêndio. É uma piada! Testes e exercícios são mudados e amenizados para que as mulheres passem a fazer parte do corpo de bombeiros, da polícia e das forças armadas. Isso é ridículo, simplesmente ridículo. Mas quem se importa? Eu duvido que um desses falsos profetas promotores da Nova Ordem Mundial, que elaboram essas políticas demoníacas para a sociedade, tenham mulheres como seguranças.

    Voltando ao caso do marinheiro. Mark Mayo fez o que todo homem normal e decente faz: proteger as mulheres. Ele saltou na frente da marinheira (bom, marinheira de faz-de-conta, porque não pode ser de fato marinheiro aquele que não possui força e destreza necessárias para tal serviço) protegendo-a de ser alvejada pelos tiros do bandido selvagem. Por causa disso, perdeu a vida. Que Deus tenha misericórdia de sua alma.

    Mark Mayo, mais uma vítima do feminismo!

    É desta fonte, cavalheiros : http://borboletasaoluar.blogspot.com.br/

    Abraços.

    ResponderEliminar
  8. "Em tese um homem quando esta solteiro quer transar com o maior numero de mulheres possível. Jovens, maduras, loiras, mulatas...o que é necessário para um homem hétero possa transar com várias mulheres? Ora, o óbvio. É preciso que existam varias mulheres com a mesma liberdade sexual do homem. É preciso que ela também tenha a liberdade e disposição de transar com vários homens do contrário se cada mulher com apenas um parceiro, nenhum dos supostos machões vai “comer” mais de uma mulher. Não é lógico? Então porque essa mania de julgar as mulheres que fazem exatamente o que supostos machões querem? Burrice? Eu diria que é o ódio enrustido que eles sentem por elas que fala mais alto nesse momento deixando transparecer quem realmente são misóginos." Trecho do texto de Ulisses Salles - O homem brasileiro não gosta de mulher.

    Com relação a ser mãe solteira Vamos usar a lógica, já que diz que homens são bons nisso então vamos ver: Os homens só querem transar e nada mais, querem sexo facil, rapido e de graça. Querem comer e fugir. Só permanecem na vida de uma mulher se ela tiver grana, carro casa propria. Ou se a mulher for top de linha e o cara fica com ela pra exibir para os amigos, as vezes nem gosta dela. Ou entao quando o cara é feio e quando consegue mulher ai ja parte para o namoro para nao ser o encalhado. Vai que mais nenhuma outra aparece na vida dele. Esses são motivos reais para um homem ter relacionamento, principalmente quando chega na casa dos 30 pois é nessa fase que homens e mulheres querem mostrar status. Onde o casamento é visto como a ultima etapa da vida deles. Com o casamento vao querer dizer que já estao bem resolvidos financeiramente, profissionalmente e agora só resta casar. Enquanto isso nao chega vcs iludem um monte de mulher, de preferencia mulheres decentes pois as vadias vcs somem e nao fazem filhos nelas, alguns homens até vacilam. Outros iludem as decentes querendo mante las, pois elas como querem coisa séria vcs aproveitam pra mante la pois nunca sabe quando vai ter outra pra comer e, ao mesmo tempo quer carne nova então vcs iludem a ponto da mulher achar que esta sendo amada. Ela amando sempre vão seder. Vcs sabem que iludindo vcs terao sexo sempre. Mesmo se sumir da vida delas por um espaço curto de tempo,depois é só voltar com alguma desculpa esfarrapada. Quanto mais nova mais tonta é a mulher. Entao chega a dois pontos que eu quero falar. Sobre a mãe solteira e depois sobre o estupro sutil . É nessa hora que vcs fazem filho na mulher decente. Como eu disse : A vadia é pra uma noite , a decente é pra manter e fazer rodizio com ela e com outras. Ou seja manter um rodizio de mulher. Uma nao sabe da outra e de preferencia moram em cidades diferentes ou do interior. Vcs usam manhas e artimanhas para fazerem isso. Para obter sexo vcs fazem até milagres. Agora imagine um cara chamado Zé, que mantém um rodízio de no máximo 5 mulheres (um exemplo) e faz filhos em três delas? E esse mesmo cara não assumiu e sim sumiu? Imagine se todos os caras cafajestes fizerem o mesmo que o Zé que citei como exemplo. Olha quantos filhos esses caras fizeram. Voltando no exemplo do Zé: de repente a vida desse panaca muda e ele conhece outra garota que provavelmente tem um filho, ou seja, é mãe solteira. Tem filho de outro cara. Resumindo: A tendência é cafajeste assumir filho de outro cafajeste. Quem mandou sair fazendo filhos, iludindo mulher, não se prevenindo sumindo. Quem planta aqui, colhe lá! A mulher tem que ter feeling pra captar se o cara é cafajeste mas é muito dificil principalmente porque homens assim estudam o mulher, compram até revista pra saber sobre nós e dar o bote e o golpe. Fazem ela acreditar que estão sendo amadas e desejadas as vezes por palavras, as vezes por atitudes senão os dois e depois que toma na cabeça é que ela vai saber que o cara não presta e mesmo assim custa acreditar que tudo não passou de uma ilusão, mentira.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Vocês feministas e mulheres liberais fazem o mesmo. Ninguém aqui está dizendo que todos os homens são santos, inclusive os cafagestes. Mas vocês, espertinhas militantes do "corpo é meu e faço o que quero" também adoram fugir de conscequências. Amam depois caçar os homens com quem se relacionaram irresponsávelmente pra arrancar a grana delee infernizá-lo de todos os modos possíveis. Feministas e modernetes apenas querem saber de homens bem destacados, bem sucedidos em todos os âmbitos da vida. Homens pobres, feios, honestos e trabalhadores? Nem pensar, legal mesmo é aquele gostosão da academia ou da balada que traçou toda minha rodinha de amigas. Vocês bebem, fumam, transam como se não houvesse amanhã e é muitíssimo fácil falar que a culpa é de outrem. Além do mais, vocês enganam falando que estão tomando pílulas, de que a camisinha não está furada ou ainda de que é estéril. Pobre e burro o homem promíscuo e que acredita em vocês, vadias. Aí vocês também aproveitam e usam isso como desculpa pra aborto -- engravidei de um "irresponsável" e agora devo abortar, sendo que eu também cedi fácil, caí na conversa furada do patife e não mantive menor respeito para comigo mesma. Muito exemplar da sua parte indicar todos os erros masculinos e ocultar a má índole feminina. Mulheres também enganam, veja só esse caso aí mesmo. O cara sustentou por 20 anos um filho que NÃO era dele. E ele acolheu uma mulher promíscua, que lhe enganou todos esses anos. Coitadinha, né? O homem, que pagou pensão, que passou tempo com o rapaz, ele é o irresponsável. Ele é o vilão, enquanto que o pai biológico do rapaz, onde estava? Onde estava, todo esse tempo? Os homens estão se tornando cafas aos montes porque é esse o comportamento que maioria brutal das mulheres estão pedindo. Elas QUEREM os cafas durões, sem sentimentos e cheios da grana. Elas eram os experientes sexualmente, os que são desejados por bandos e bandos de mulheres. Hoje em dia, mulheres não querem ser amadas, não querem saber de passar a vida inteira com um homem só, levando uma vida tranquila e amável, dentro dos planos de Deus. Querem saber de altas badalações, altas trepadas, viagens caras, roupas e acessórios de primeira qualidade, inveja de outras mulheres... Mulheres também enganam, fazem homens de trouxas, são vadias e só pensam em sexo, seguido de um belo aborto pra não arcar com "frutos de um amor traiçoeiro".

      Eliminar
    2. Algumas observações que invalidam toda a sua “lógica” sobre como a culpa de toda libertinagem da sociedade se resumir na existência de cafajestes.
      Este site tem como foco todos os males trazidos a sociedade pelo Marxismo Cultural. O Marxismo Cultural tem como alvo a família conservadora como forma de subversão e destruição da sociedade capitalista, conforme aquilo que foi idealizado por Antonio Gramsci. Se informe mais a respeito do assunto para entender que sua “lógica” não passa nem perto do real problema. Na verdade, suas palavras não passam de um revanchismo feminista hipócrita, que como padrão, isenta a mulher de qualquer responsabilidade por seus atos a como sempre, atribui toda a culpa nos homens e um suposto “patriarcado opressor”. Como se uma mulher não tivesse escolha na hora de se envolver com um cafajeste que ela mesma escolheu a dedo devido a sua aparência, altura, tamanho do pênis e experiência. Deixando em décimo plano a índole do individuo.
      O alvo da ideologia de Antonio Gramsci é tanto o homem como a mulher. Para o homem, é ensinado que ele deve comer todas as mulheres, se drogar, ir a baladas e que o casamento é uma instituição falida. Para a mulher, também é ensinado que ela deve trepar com todos os homens, se drogar, ir a baladas e que o casamento é uma instituição falida. Com isso temos a criação de cafajestes e vadias e, no meio desse fogo cruzado temos os conservadores (homens e mulheres). A situação é similar para ambos os sexos.
      Ai que entra o golpe de mestre: Como diria Napoleão “dividir para conquistar”. Como a sociedade possui uma proporção de 10 mulheres para cada 1 homem, são criados partidos socialistas feministas para combater a suposta “opressão contra as mulheres” em troca de dinheiro, votos, e poder. Nisso é criado o tipo de alienação a qual gera “argumentos” assim como o seu. Leis anticonstitucionais são criadas, pais honrados são removidos de casa, pensões absurdas são estipuladas, o homem de bem é taxado de forma generalizada como estuprador e cafajeste e enquanto isso, nas suas costas, o conservadorismo, a família e a intuição do casamento são destruídos sistematicamente.
      Este site é de conservadores para conservadores. Aqui não tem ninguém que apóia o comportamento libertino de qualquer indivíduo que seja. O fato de criticar com mais freqüência o comportamento feminino se justifica através daquilo que eu disse anteriormente: Para obter poder político e dinheiro pela proporção de 10 mulheres para cada homem, as mulheres são tratadas como eternas vítimas enquanto os todos homens (sem distinção) são taxados de eternos carrascos opressores, assim como a sua própria opinião exala. Enquanto na verdade o alvo da ideologia nefasta do marxismo é toda a sociedade e principalmente, aquilo que seria sua oposição.

      Eliminar
  9. Eu fiquei com a parte política e a Mary ficou com a parte do individuo. Gostei. Assim o argumento fica bem completo. :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isso sim é uma surra moral nessas canalhas. Revoltante a canalhice dessas feministas, modernetes liberais. O homem geralmente é o culpado, o canalha, infiel, psicopata, assassino, intolerante, burro... Isso porque vivemos numa sociedade machista, opressora e assassina de mulheres.

      Eliminar
    2. Ela faz sexo porque ela quer fazer,agora querer vim com esse papo de para justificar infidelidade,muitos homens são fiéis as suas mulheres e em trocar recebem só humilhação,cadê os valores morais e eticos

      Eliminar

Os 10 mandamentos do comentador responsável:
1. Não serás excessivamente longo.
2. Não dirás falso testemunho.
3. Não comentarás sem deixar o teu nome.
4. Não blasfemarás porque certamente o editor do blogue não terá por inocente quem blasfemar contra o seu Deus.
5. Não te desviarás do assunto.
6. Não responderás só com links.
7. Não usarás de linguagem PROFANA e GROSSEIRA.
8. Não serás demasiado curioso.
9. Não alegarás o que não podes evidenciar.
10. Não escreverás só em maiúsculas.
-------------
OBS: A moderação dos comentários está activada, portanto se o teu comentário não aparecer logo, é porque ainda não foi aprovado.

ATENÇÃO: Não será aceite comentário algum que não se faça acompanhar com o nome do comentador. ("Unknown" não é nome pessoal).

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT