quinta-feira, 13 de março de 2014

O homem feminista é um perigo para as mulheres.

Brilhante sátira presente neste blogue.
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As mulheres que são perturbadas e oprimidas pelos homens estão a ser as primeiras a dar início ao confrontos físicos, normalmente pontapeando e esmurrando os abusadores masculinos; mas uma tendência preocupante em crescimento é que os homens estão a lutar de volta e, tal como diriam alguns misóginos, "a defenderem-se a eles mesmos". Os homens que practicam o feminismo começaram a tratar as mulheres como iguais e quando se chega ao momento das lutas, e embora existam muitas leis que punem os homens que o façam, eles continuam a fazê-lo.

Mas o que mais preocupa as feministas é a reacção que ocorre na internet; vídeos onde se vêem mulheres a atacar os homens e sendo nocauteadas logo de seguida quando os homens lutam de volta, estão a ser aplaudidos e louvados por uma larga maioria dos visualizadores. Uma das pessoas cuja atenção foi capturada por isto é Catherine Cockburn, da "Toronto Womyns Officer":

Isto é apenas mais uma das consequências de se viver numa sociedade pós-feminista. Se por acaso tu és uma mulher, e vais agredir um homem, certifica-te previamente que esse homem não é um feminista porque ele é mais susceptível de te tratar como igual, o que resultará em tu seres agredida como resposta.

(Estas "justificações" são encontradas por toda a
internet e em larga maioria os homens feministas são responsáveis por elas)
Cockburn aconselha as mulheres a evitar os homens feministas, e brevemente irá entrar com uma petição junto das autoridades de modo a que todos os homens feministas sejam registados tal como os criminosos sexuais e os pedófilos o são.

Não vale a pena discutir com um homem feminista do porquê eles nunca poderem agredir uma mulher. Primeiro, porque eles não têm masculinidade e são muito efeminados, e como tal, não dá para os envergonhar e dizer para eles "passarem a ser uns homens". Segundo, a emasculação e os homens feministas andam juntos. Não dá para ameaçar um homem emasculado porque ele já não tem mais nada a perder. Terceiro, e isto é o mais preocupante nos homens feministas, eles encontraram falhas morais como forma de justificar as suas acções quando estão a agredir uma mulher. As mais populares ou as semelhantes derivadas, são:

- "O homem tem permissão para exercer os seus direitos de legítima defesa"
- "Eu vou tratar as senhoras como senhoras quando elas começarem a agir como tal."
- "As mulheres quiseram igualdade, e com a igualdade chegam a igualdade nas responsabilidades e nas consequências"
- "Se vais agir como um homem, eu vou-te tratar como um homem!"

Se um homem te diz algo parecido com isto, ele é sem dúvidas um feminista, e eu apelo às mulheres para evitarem este tipo de homem e notificarem as autoridades competentes.

O vídeo que se segue mostra uma mulher lésbica que se defendia da misoginia e da homofobia quebrando o vidro da casa onde se encontrava, e esmurrando no nariz do dono antes de o provocar, incitando a que ele respondesse. O que esta mulher não sabia é que este era um homem feminista, e ele mostrou isso tratando a mulher como um homem, esmurrando-a na cabeça. O vídeo, que tem mais do que 500,00 visualizações, tem um taxa de aprovação de 83% (rácio entre o "Like" e "Dislike")


Desde que a comunidade Afro-Americana foi liberta pelo sufrágio feminino, ela tem tido uma série de "famílias" sem pai, ou matriarcados, que têm resultado no facto dos homens negros não terem sido educados por uma figura paterna sobre as condutas do cavalheirismo. Esse vazio é prontamente preenchido pelas ideias feminista de igualdade entre os homens e as mulheres.

No vídeo que se segue, que tem mais de 91% de aprovação e mais de 180,000 visualizações, uma mulher oprimida provoca repetidamente o homem, apesar dele tentar afastar-se dela.


Jessica Valenti, blogueira americana e escritora feminista, conhecida por ter fundado em 2004 o blogue feminista Feministing, alegou que o patriarcado está a usar a igualdade para oprimir as mulheres:

Actualmente, precisamos duma nova vaga de feminismo de modo a sermos mais iguais aos homens. Recentemente vi um vídeo no YouTube, que tem mais do que 500,000 visualizações, e muito mais "Likes" que "Dislikes", e inicialmente pensei que não era nada demais, que era um homem a esconder-se num armazém, defendendo-se do que eu pensei que fosse um homem agressivo a tentar agredi-lo. Mas depois olhei com mais atenção e vi que era uma mulher que estava a bater nele, e fiquei horrorizada pela forma como ele abusou dela, atirando-a literalmente para cima duma janela do vidro, ou a "defender-se", como diria um proponente da violação.

O vídeo a que Valenti se refere tem mais do que 1 milhão de visualizações e uma taxa de aprovação na ordem dos 96%; o mesmo pode ser visto a seguir.
 

Valenti recomenda que as mães não amamentem os seus filhos de modo a que os rapazes não desenvolvam massa muscular (que no mundo industrializado de hoje é algo obsoleto e usado apenas para dominar e infligir violência nas mulheres), permitindo que as raparigas sejam iguais aos homens na força física, diminuindo assim as probabilidades dela ser violada. 

Isto já é um sucesso nas escolas, onde o sistema de ensino tem sido feminizado e padronizado de modo a que a raparigas possam, finalmente, competir com os rapazes, e ultrapassá-los, permitindo assim que todos possam trabalhar e aprender num ambiente seguro.




sábado, 8 de março de 2014

É o Dia Internacional das Mulheres propaganda Comunista?


Há já muito tempo que o Dia Internacional das Mulheres (8 de Março) é uma ferramenta de propaganda Comunista. O que é que significa o facto deste feriado Soviético estar embutido na nossa cultura? Claramente, o Comunismo não morreu; ele apenas sofreu algumas modificações e passou a agir através de ideologias como o Feminismo.

Isto confirma a famosa alegação de Norman Dodd de que o Presidente da Ford Foundation lhe disse em 1954, que a agenda era levar a cabo uma "engenharia social" dentro da vida Americana de modo a que "ela se possa mergir confortavelmente com a União Soviética" como parte do governo mundial controlado pelos banqueiros. Todos os anos os média supostamente capitalistas ecoam os antigos brometos Soviéticos em torno da opressão da mulher, a edição da violência doméstica, e todos os anos eu publico esta refutação.

O "Dia das Mulheres" finge celebrar as mulheres mas o poster perto da minha casa em Winnipeg mostra uma megera ranzinza agitando um martelo. 


Ela parece estar possuída, e o sub-título diz, "se eu tivesse um martelo...".  O que é que ela faria com o martelo? Destruiria a sociedade? Atacaria as mulheres que querem um marido e filhos?

Estas opções não são assim tão fora do contexto. Por baixo do anuncio de dança lê-se: "Vem esmagar o patriarcado à meia-noite". Não parece que ela tenha muito que temer por parte dos homens. É pedido às mulheres que irão participar na marcha que tragam "os vossos capacetes, os cintos de ferramentas, coletes de segurança e ideias para trocar."

De forma típica dos Comunistas, eles definem as mulheres de uma forma que as retira da existência, isto é, como homens carpinteiros. Através do substituto feminista, os Comunistas retiraram das mulheres a sua segurança e a honrada identidade social como mães e esposas, e transformou-as em trabalhadoras e mercadorias sexuais, reféns da economia e das devastações da idade. Obviamente que este evento não reconhece a mulher pela sua graça, charme, e inteligência. O que os Comunistas fazem às mulheres é gerar um falso sentimento de ressentimento e sentimentos de que se deve algo às mulheres como forma de as manipular.

Eles [os Comunistas] usaram as mesmas tácticas com os Judeus, com os Negros e com os operários, trazendo estes grupos para a sua agenda. O objectivo é o de concentrar toda a riqueza e poder nas mãos do cartel de banqueiros centralizados, os Illuminati (Masónicos), que se encontra actualmente a colonizar todo o mundo. O verdadeiro propósito de "mudar o mundo" é o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.

O "Dia Internacional das Mulheres" é ódio dirigido às mulheres e à sociedade levado a cabo pelos mesmos traidores banqueiros do establishment, o que inclui a maior parte dos políticos "feministas", educadores, e os órgãos de informação em massa. As mulheres são participantes enganadas e "idiotas úteis". Isto nada mais é que os vestígios dos movimentos "frente popular" Comunistas inicialmente organizados nos anos 30 como forma de enganar os idealistas ingénuos usando termos que fazem as pessoas sentirem-se bem tais como "igualdade", "paz" e "direitos humanos". Esses aldeões não sabiam que esses movimentos eram financiados e controlados por Moscovo.

O propósito era alienar a intelligentsia da sua sociedade e torná-la mais susceptível de se aliar à agenda Comunista, e, por fim, ao "governo mundial".  Parece que, em larga escala, isto foi bem sucedido. (Ver o livro de 1993 "Double Lives", por Stephen Koch)

O Comunismo centra-se no dividir e no reinar. O Dia Internacional das Mulheres teve inicio em Copenhaga (Dinamarca) sob acção da "Internacional Socialista" (isto é, Comunistas) como forma de promover os "direitos das mulheres." Tal como o poster que se segue demonstra, este evento era celebrado na Rússia Soviética.

Eis aqui o manifesto para o Dia Internacional das Mulheres publicado em Alemão e com o título "Die Kommunistin" (2 de Março de 1921):

A todas as operárias! Tu que fazes exigências e lutas tens a companhia de milhões.... Em todos os países onde deserdados avançam sob o signo do Comunismo contra a exploração e o subjugador poder do capitalismo. No Dia Internacional das Mulheres, mães cheias de dor, dons de casa dobradas devido às preocupações, mulheres trabalhadoras exaustas, funcionários de escritório, professores, e donos de pequenas propriedades juntam-se." (Wiemar Republic Sourcebook, 1995)

O Dia Internacional das Mulheres tem como propósito fazer com que as mulheres se sintam oprimidas. Por exemplo, uma página de "factos de género" diz-lhes que "as mulheres fazem 2/3 de todo o trabalho do mundo mas só recebem 10% da renda mundial." Logo, a mulher ocidental, a geração mais favorecida da História, fica de forma indirecta com um ressentimento. As mulheres levaram uma lavagem cerebral para pensarem que era do seu interesse separarem-se dos seus pais, maridos, irmãos e filhos.

Por todo o mundo, milhares de eventos são planeados. Por exemplo, na Igreja Unitária de Londres Ont, uma organização que milita em favor das mulheres e das meninas afegãs "irá honrar e celebrar as mulheres locais com música, canção, danças e refrescos. Todas as mulheres e meninas são bem vindas. Entrada gratuita!" Cheira-me a lesbianismo.

Em São Francisco ocorrerá uma festa cocktail, bem como um filme, para ressalvar o sofrimento da mulher em Gaza. Então e os homens e os rapazes do Afeganistão e de Gaza? Será que eles não contam? Em nome da igualdade, estes Comunistas ingénuos estão a practicar a desigualdade. Ao destruírem as famílias, eles irão deixar as mulheres e as raparigas muçulmanas ainda mais vulneráveis.

CONCLUSÃO:

O facto deste agitprop de inspiração Comunista fazer parte da cultura mainstream é um exemplo da forma como a sociedade foi subvertida. A maior parte das pessoas não é socialista e muito menos Comunista. Enquanto uma elite secreta .... tiver permissão para controlar o crédito governamental e planear um governo mundial, a sociedade será cúmplice com a sua destruição, e nós não teremos ninguém a quem culpar se não nós mesmos..



quinta-feira, 6 de março de 2014

Como sabotar uma nação

Por Bill Muehlenberg

Será que as nações vagueiam até ao declínio, estagnação e degeneração? Ou será que esse processo é estimulado por aqueles que de modo activo buscam formas de minar e subverter uma nação? Quanto mais nós entendemos a forma de agir dos grupos activistas e dos grupos subversivos, mais nos apercebemos que a segunda hipótese desempenha um papel importante nisto tudo. De facto, o estudante de História aprende que embora as nações normalmente entrem em declínio a partir do seu interior, esse processo é amplificado e acelerado por grupos que operam de forma decidida para implementar as suas agendas sociais radicais.

Eu já escrevi sobre figuras importantes deste processo, tais como Antonio Gramsci e a Escola de Frankfurt, e já examinei a forma como o Marxismo cultural continua a avançar tranquilamente no dias de hoje, trabalhando incessantemente para minar, subverter, e eventualmente suplantar o Ocidente livre.

Embora o Muro de Berlim tenha caído em 1989, e isso tenha criado a imagem de que o comunismo havia chegado ao fim, não foi isso que aconteceu. Os Marxistas mais dedicados, hoje em dia chamados de "progressistas", continuam a trabalhar nos seus planos anti-Ocidente. E eu não estou a falar de conspirações super secretas, visto que a sua agenda é simplesmente uma lista de objectivos que têm que ser cumpridos, e nós não temos que escavar muito para descobrir que objectivos são esses. Na verdade, eles têm sido bem directos ao revelarem publicamente quais são os seus objectivos. Vez após vez, eles informaram-nos do que eles tentam atingir, e a forma como eles esperam atingir esses objectivos. E embora muitas destas admissões possam ter soado demasiado fantasiosas no momento em que elas foram escritas, olhando para trás em retrospectiva, apercebemo-nos duma realidade mais sóbria e sombria.

Vale a pena olhar para alguns dos desejos presentes na lista dos radicais. Como exemplo, por volta de 1963 apareceu na "US Congressional Record" uma lista de 45 objectivos para aqueles determinados em derrubar os EUA. Esta lista teve como base um livro mais antigo escrito por um analista do FBI.

Eis aqui então uma dúzia desses objectivos. É preciso levar em conta que este material foi reunido há meio século atrás. O aspecto mais importante a ser notado é quanto da agenda já foi realizada.

Capturar um ou os dois partidos Americanos.

Usar decisões técnicas dos tribunais para enfraquecer as instituições Americanas alegando que as suas actividades violam os direitos civis.

Controlar as escolas. Usá-las como cintos de transmissão para a propaganda socialista e comunista. Amolecer os currículos. Obter o controle das associações de professores. Escrever os livros escolares de acordo com a vontade partidária.

Obter o controle de todos os jornais estudantis.

Usar as manifestações estudantis para fomentar protestos contra programas ou as organizações que estão sob ataque Comunista.

Infiltrar a imprensa. Obter o controle 1) das instituições que avaliam os livros, 2) da escrita editorial e 3) das posições onde são feitas as politicas sociais.

Obter o controle de posições-chave na rádio, na TV e na indústria cinematográfica.

Continuar a desacreditar a cultura Americana degradando todas as formas de expressão artística.

Eliminar todas as leis que governam a obscenidade qualificando-as de "censura" e também de "violação da liberdade de expressão e liberdade de imprensa".

Destruir os padrões culturais em torno da moralidade promovendo a pornografia e a obscenidade nos livros, nas revistas, no filmes, na rádio e na TV.

Apresentar o homossexualismo, a degeneração e a promiscuidade como "normal, natural e saudável."

Infiltrar as igrejas e substituir a revelação religiosa por uma religião "social". Desacreditar a Bíblia e colocar ênfase na necessidade de maturidade intelectual que não precisa de "muletas religiosas".

Eliminar a oração ou qualquer momento de expressão religiosa nas escolas, alegando que isso viola o princípio da "separação da igreja com o estado."

Desacreditar a Constituição Americana qualificando-a de inadequada, antiquada e desajustada com as necessidades modernas - um impedimento para a cooperação entre as nações numa base mundial.

Desacreditar os Pais Fundadores da América, apresentando-os como aristocratas egoístas que não tinham qualquer tipo de preocupação com o "homem comum."

Desmerecer todas as formas de cultura Americana e desencorajar o ensino da história dos EUA alegando que ela é apenas uma pequena parte do "quadro completo".

Desacreditar a família como uma instituição. Encorajar a promiscuidade e o divórcio fácil.

Colocar ênfase na necessidade de educar as crianças longe da influência negativa dos pais. Atribuir preconceitos, bloqueios e atrasos mentais à repressora influência dos pais.

Há alguma coisa mencionada nesta lista que não esteja a ser observada a decorrer perante os nossos olhos, tanto nos EUA como no resto do mundo ocidental? Aqueles que estão determinados em destruir o nosso estilo de vida afirmaram que o queriam fazer, e cumpriram. No entanto, nós, tal como uma nação de cordeiros, nem nos apercebemos que isto está a ocorrer - e está a ocorrer duma forma total e bem rápida. Uma vez que a maior parte desta subversão ocorre nos bastidores, ou está a ser feita sob o manto de várias tendências tais como a justiça social, nós nem nos apercebemos que estamos a perder tudo.

Para além destes planos, há outros planos bem claros que poderiam ser mencionados aqui. Por exemplo, já antes disto, Joseph Stalin havia dito:

A América é um corpo saudável e a sua resistência é assenta sobre três pilares: o patriotismo, a moralidade e a vida espiritual. Se conseguirmos fragilizar estas três áreas, a América entrará em colapso a partir do seu interior.

A menos que algo nos tenha escapado, estas três áreas têm estado sob intenso ataque por parte dos radicais durante os últimos 50 anos. Parece que estes activistas têm um plano, estão a operar segundo esse plano, e estão a ser bem sucedidos. E muitos outros já falaram de desmantelar os EUA e o Ocidente livre e substituí-los com os seus utópicos esquemas colectivistas e estatizantes.

Dado que tantas pessoas já falaram claramente do que tencionam fazer, porque é que tão poucos estão cientes disso, e agindo em conformidade? Esta é, sem dúvida, a pergunta mais importante do momento. Porque é que permitimos que nos guiassem como se fôssemos ovelhas para o matadouro? Porque é que nos tornamos tão inconscientes, tão mal informados e tão descuidados? Porque é que somos tão apáticos em relação a estas forças que operam dia e noite para destruir aquilo que nós tanto estimamos?

Até nós respondermos a estas questões, e respondermos o mais rapidamente possível, não podemos esperar que a civilização Ocidental permaneça por muito mais tempo. E se por acaso ela cair no esquecimento, sendo substituída por um novo totalitarismo, só nós é que seremos os culpados.

Para aqueles que querem explorar melhor estes assuntos, recomendo o novo DVD com o nome de "Agenda", onde se discute esta guerra onde estamos envolvidos, e o que podemos fazer para reverter as coisas.



Violência Doméstica: Mulher agride criança de 3 anos e envia vídeos da agressão ao pai da menina

Mulher de Laredo filmou-se a ela mesma enquanto agredia uma criança de 3 anos na banheira, e enviou os actos de agressão para o ex-marido como forma de se vingar dele.

A mulher, Jessica Lee Carreon (27 anos) foi presa na Sexta-Feira e acusada de colocar em perigo a vida duma criança e negligência criminal.

Carreon foi presa depois da "Child Protective Services" ter entrado em contacto com a polícia devido a um alegado caso de violência contra uma criança.

A polícia ficou a saber que o homem havia entrado em contacto com a CPS depois de ter recebido vídeos enviados pela sua ex-mulher, mais tarde identificada como Carreon, onde se via a mulher a agir de forma violenta contra a menina de 3 anos.



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Este é o tipo de violência doméstica que não causa muita comoção na sociedade porque a mesma não pode ser instrumentalizada em favor do esquerdismo (feminismo). No entanto, se fosse um homem (de preferência branco e Cristão) a agredir uma criança desta forma, e a enviar o vídeo da gravação para a mãe da criança, ele seria justificadamente condenado de forma agressiva.


segunda-feira, 3 de março de 2014

Introdução ao Marxismo Cultural


Há já algum tempo que eu queria escrever um artigo sobre o Marxismo Cultural, mas tentar limitar o alcance do meu artigo ou cobrir todas as ideias distintas tem sido um desafio. Já li o artigo na Wikipedia e ele fala na Escola de Frankfurt, mas não estou convencido de que ele é assim tão aprumado; eu acho até que isto está mais relacionado com a natureza humana do que com Karl Marx. Este será apenas o primeiro artigo que eu tenciono escrever sobre o Marxismo Cultural, mas gostaria de deixar este artigo disponível como uma introdução ao tópico, ou como algo do tipo "como detectar um Marxista Cultural", antes de começar a explorar os diferentes aspectos do Marxismo Cultural de uma forma mais profunda.

Socialismo, Comunismo e Marxismo

Os Marxistas são um grupo diverso; muitas pessoas podem afirmar que o que os une são as suas ideias de colectivismo. Eu discordo; o que os une é a ideia de que todas as relações humanas, que atravessam as áreas da etnia, da classe, da cultura, da religião, da política, da sexualidade e da vida pessoal, podem ser reduzidas para a dinâmica de dominação e submissão com um opressor e um oprimido. Ou seja, onde quer que haja uma distinção entre dois grupos, a sua relação será uma de "opressor versus oprimido", isto é, boas pessoas e más pessoas.

Para além disso, o grupo que está na mó de cima, ou que é visto como estando na mó de cima ("privilegiado"), é automaticamente a parte culpada. Qualquer pessoa que os Marxistas Culturais classifiquem de "privilegiado" é inimigo da sociedade. A única posição segura é criar a impressão de ser uma vítima indefesa.

Eu não acredito que Marx tenha inventado o Marxismo, mas sim que o mesmo faça parte da nossa programação igualitária primitiva e tribalista que foi muito bem usada pela nossa espécie durante os tempos nómadas. Ela manteve a maioria dos membros da tribo vivos através dum sistema de exploração dos trabalhadores mais eficazes, e desde logo providenciando uma vantagem de sobrevivência à espécie.

Os marxistas culturais não são diferentes dos revolucionários ou dos comunistas no propósito final que eles têm para todas as sociedades. Eles só diferem deles porque desejam avançar com a sua agenda usando tácticas não-violentas de causar a vergonha dentro da sociedade ["social shaming"] e o cultivo da culpa. Uma vez que isto é motivado por um instinto primitivo, duvido que a maior parte dos marxistas culturais esteja ciente do que faz, ou do porquê eles o fazerem, mas eles são pessoas cheias de boas intenções, apenas lhes faltando a perspectiva da forma como o seu comportamento está, na verdade, a impactar o mundo à sua volta, e como isso está a impactar a sua própria habilidade de terem vidas felizes e satisfatórias.

Uma pessoa independente e que tenha o que tem como consequência do esforço próprio, não pode ser um marxista cultural porque a sua independência retira dele todas os incentivos para que ele venha a depender de outras pessoas. Quanto mais dependente a pessoa for de outros, emocionalmente, socialmente ou materialmente, maiores serão as probabilidades dessa pessoa vir a ser marxista cultural.

Politicamente Correcto

A melhor definição de politicamente correcto que já ouvi é "colocar a responsabilidade da reacção do ouvinte sobre os ombros de quem fala". Por exemplo, se por acaso tu dizes algo que me deixa perturbado, então tu és culpado por me teres perturbado, e como tal, da próxima vez que fores a falar, toma cuidado com o que vais dizer como forma de não magoares os meus frágeis sentimentos e eu não me responsabilizar por te ter espancado. Esta é a mentalidade dum tirano, no entanto todos os dias nós andamos por ruas que estão cheias de pessoas que pensam assim.

Os marxistas culturais pensam desta forma porque eles dependem emocionalmente de outras pessoas.

Será fácil detectar os marxistas culturais quando se chega ao politicamente correcto porque eles ficam zangados sempre que tu dás uma opinião diferente da deles. Por exemplo, é um facto amplamente estabelecido que, nos EUA, os negros comentem mais crimes que os brancos. Não existe qualquer razão racional para alguém ficar ofendido com este facto, mas os marxistas culturais irão reagir de formas que vão desde tentar silenciar o teu discurso, ridicularização e até inventar directamente acusações de racismo.

Outro exemplo seria expressar uma opinião tal como, "Eu acredito que em média, os homens têm um limiar de dor mais elevado que as mulheres"; esta é uma opinião que eu já expressei abertamente e por uma vez a reacção foi, "nem te atrevas a dizer isso a uma mulher!"

No entanto, a pessoa com quem eu estava a falar era uma mulher, e ela pessoalmente não se importava com esta minha opinião; ela não concordava mas ela não sentia necessidade de fazer com que eu concordasse com ela, ou vice-versa; nós pudemos discordar de forma amigável.

Mas o facto dela ter que me avisar (para a minha própria protecção) para não expressar tal opinião, ressalva o poder do politicamente correcto e, consequentemente, do Marxismo Cultural. Embora uma menor proporção de pessoas seja marxista cultural, eles têm uma alargada e desproporcional influência na liberdade e no discurso na nossa sociedade através do seu uso da intimidação de pessoas até que elas se calem e não expressem publicamente as suas sinceras opiniões.

Quando foi a última vez que tu falaste com uma pessoa e disseste exactamente o que estava na tua mente antes de passares por um intenso processo de análise para saber se era seguro falar ou não? Agradece isso ao facto dos marxistas culturais monitorizarem todos os teus pensamentos.

Nacionalismo Negativo

Nacionalismo Negativo é a crença de que o teu país é corrupto, degenerado e indigno do teu amor e da tua lealdade. A título pessoal, posso dizer que este é um dos sinais mais repulsivos e alarmantes no Marxismo Cultural. O desprezo que muitas pessoas, especialmente estudantes universitários, têm pelo seu próprio país é uma situação extremamente perturbadora, particularmente se levarmos em conta que os graduados universitários irão preencher a larga maioria das posições de autoridade na nossa sociedade.

Quando eu falo de nacionalismo, ou do amor pelo próprio país, não estou a falar da obediência desmiolada ao governo ou a um líder nacional. O nacionalismo é o amor pelo país e, de facto, amar o próprio país envolve uma certa desconfiança,, suspeita, e até hostilidade para com os governos nacionais visto que é impossível confiar aos políticos o cuidado necessário do bem-estar de algo que tanto amamos.

O nacionalismo centra-se em dizer, "Eu exijo melhores líderes para o meu país. Eu exijo melhores motivos que justifiquem a nossa entrada numa guerra como forma de dar apoio à ganância corporativista, ou ideias altruístas vagas de civilizar os Povos 'selvagens'". O Nacionalismo é criar uma sociedade onde as pessoas olha umas pelas outras visto que partilham duma identidade comum e um conjunto de valores.

O nacionalismo é criar uma comunidade forte e unida. O nacionalismo não é o conformismo ou lealdade descuidada. De facto, um líder ou governo que exige lealdade descuidada por parte do seu país está a dar apoio a um crime contra a nação, crime que chamamos de "traição".

O nacionalismo negativo é uma forma de traição. No passado, se alguém dissesse "Tenho vergonha em ser Australiano!", nós chamaríamos a essa pessoa de traidora ou pelo menos ficaríamos com a suspeição de que ela estava disposta a cometer actos de traição. O que é muito revelador na pessoa que diz "Odeio o meu país", é que as razões que elas dão prendem-se com decisões feitas pelo governo. "Odeio o meu país por aquilo que o governo fez" é a mesma mentalidade perturbada de confundir o nacionalismo com a adoração do governo ou do estado. Se o governo tomasse decisões com as quais eles concordam, será que eles amariam o seu país então?

Quem é que estaria à vontade em confiar numa pessoa cujo "amor" pelo seu país é tão ténue? Seria mais lógica olhar para esta pessoa como um oportunista pronto a trair o país na primeira oportunidade que tivesse, e como forma de ganho próprio.

Para o marxista cultural, se o governo não age segundo a sua visão socialista ou comunista utópica, eles odeiam o seu país. É difícil pensar numa atitude mais traiçoeira ou desprezível que um concidadão pode ter. No entanto, aqui no Ocidente, nós já nos habituamos tanto ao facto dos marxistas culturais denegrirem a dignidade e a santidade das nossas nações que nós nem tentamos colocar em causa as suas palavras. Em vez disso, nós retiramo-nos para um lugar isolado, frio, solitário e assustador que é para onde vão as pessoas sem a unidade nacional que os fala sentir unidos, fortes, cuidados e protegidos.

Ateísmo Marxista

De forma a entendermos a diferença entre o Ateísmo racional pessoal e o ateísmo Marxista temos que entender que o Marxismo é uma religião. Tal como todas as outras religiões, o Marxismo tem um livro de vida completo. Para além disso, ele tem os seus textos sagrados (“Das Kapital” e “O Manifesto Comunista”), santos e profetas (Marx, Engels, Lenin, Trotsky, Mao, etc…) e até copia outras religiões tal como o Catolicismo. Eis aqui um exemplo da história Marxista e como eles se alinham com a história Católica e as suas profecias:

Catolicismo: No passado, nós estávamos com Deus num lugar chamado Jardim do Éden.

Comunismo: No passado, nós vivíamos felizes e satisfeitos em sociedade nómadas num estado chamado de comunismo primitivo.

Catolicismo: Cometemos pecado e consequentemente fomos expulsos do paraíso.

Comunismo: Inventamos a propriedade individual (o capital) e começamos a destruir a nossa felicidade e o nosso mundo.

Catolicismo: Entraremos num estado completo de pecado, onde irmão matará o irmão e a mães comerão os seus filhos.

Comunismo: Entraremos num estado de capitalismo completo, onde irmão matará o irmão e as mães comerão os seus filhos.

Catolicismo:  Devido ao peso do pecado mundial entrar em colapso sobre si mesmo, o Senhor Jesus voltará.

Comunismo: O sistema de capitalismo global entrará em colapso devido ao peso da sua própria corrupção.

Catolicismo: Por fim, re-entraremos no reino de Deus e viveremos no paraíso até ao final da história.

Comunismo: Por fim, recriaremos uma sociedade comunista perfeita que irá durar até ao final da história.
(...)
A oposição do Marxismo Cultural às outras religiões existe pelos mesmos motivos que o Cristianismo e o islão estão em oposição a todas as outras religiões: eles são rivais na luta pelo domínio cultural.

Se a vida já não fosse suficientemente complicada, é importante ter em mente que nem todos os ateus são marxistas culturais; eu [Jason] sou totalmente contra o Marxismo Cultural e sou um ateu. Só porque se é um ateu, não significa que se é um marxista cultural, do mesmo modo que crer em deus(es) não significa que não se possa ser um  marxista cultural. Não existem marxistas culturais puros, da mesma forma que não existem Cristãos puros. 

O Marxismo Cultural está dissolvido na nossa cultura e se ele alguma ver atingir os seus objectivos, teremos os gulags e os campos de concentração necessários para purificar os marxistas culturais impuros do meio de nós. Mas nós ainda não chegamos a esse nível de consciencialização; tudo o que temos por enquanto é uma proliferação de sabotadores dentro das nossas sociedades. No entanto, se a actual tendência continuar, então a situação dos gulags e dos campos de concentração são inevitáveis.

A Manada e o Indivíduo

O que é mais importante? Os interesses de muitos ou os interesses do indivíduo? A resposta óbvia é, os interesses de muitos. No entanto, isto é uma enorme simplificação do pensamento civilizado e um tipo de pensamento que eu estou certo tu te arrependerás se tentares viver segundo ele. Os marxistas culturais colocam este ponto sobre a mesa frequentemente como justificação para as suas políticas sociais: "Temos que os 99%! A maioria pensa desta forma, e como tal, temos que avançar e fazer as coisas!" Isto é uma forma de dizer que o que conta é a lei do mais forte; se estás em maior número, então estás moralmente correcto.

No entanto, vencer e estar moralmente certo têm uma relação puramente coincidente, se por acaso ocorrerem ao mesmo tempo. No entanto, ao usarem o argumento da manada contra o indivíduo, os marxistas culturais irão esconder o seu vácuo moral interior.

Imaginemos que se quer escolher alguma e como forma de os trazer, pede-se emprestado o saco da Betty; ela recusa. Respeitando a sua decisão, tu encontras alguns pedaços de material e com eles tu fazes o teu próprio saco de compras. Depois disto, tu pedes ao Toby que te empreste a sua escada, ao que ele diz não. Como consequência, tu resolves trepar as árvores embora seja mais perigoso e mais cansativo tu fazeres isso. Depois disto, pedes à Julie que te ajude a apanhar a fruta, e ela diz não. Finalmente, perguntas ao Gary se ele te pode dar uma boleia do morro até a pomar, e ele diz não.

Sem perderes a calma, sobes esse morro, arranhas-te quando sobes as árvores para colher o fruto, batalhas para carrega-las de volta dentro do teu saco feito por ti, mas depois de tanto trabalho, tu voltas para casa com uma recompensa. Estás em vias de te sentar para saboreares os frutos quando aparecem a Betty, o Toby, a Julie e o Gary  a exigir a sua parte da tua fruta. Eles falam da importância da igualdade e exigem que a fruta seja dividida uniformemente com 20pct (porcento) para cada um.

É isto um final justo? Sem dúvida que é um resultado igual e no interesse da maioria. Se nós estivéssemos a viver numa savana pré-histórica, esta decisão ajudaria na sobrevivência do grupo.
Isto é o socialismo e o Marxismo Cultural - a crença de que as pessoas preguiçosas e as pessoas que em nada ajudam têm o direito ao resultado do trabalho das pessoas engenhosas e laboriosas. Eles, os socialistas e os marxistas culturais, chamam a isto de "compaixão", de providência ["welfare"], de acção afirmativa, e eles chamam a isto "pensar nos outros que têm menos sorte que tu".

Para além disso, eu acredito que se tu não pagas impostos, tu não deverias ter direito de voto. Não é justo que aqueles que em nada contribuem para os recursos do estado tenham a mesma voz que aqueles que dão para o estado. Os marxistas culturais insistirão, no entanto, que todos têm o direito à tua propriedade ou fortuna, e que isto é no melhor interesse da maioria.

NOTA: Sei que o capitalismo tem as suas falhas, e isso eu não nego. Eu só nego que o socialismo seja a solução para essas falhas.

Para que qualquer sociedade possa sobreviver, é necessário cultivar uma atitude de reciprocidade: eu ajudo-te e tu ajudas-me. Isto é o individualismo - que não pode ser confundido com o egoísmo (isso é o socialismo), que é onde o indivíduo pode ver os direitos individuais sobre os seus corpos, a sua propriedade e os seus recursos serem-lhe ser retirados pela maioria sempre que eles assim desejarem.

Eu preocupo-me com os sem-abrigo, e também me preocupo com a fome no continente Africano; mas isso não é motivo para exigir que eu entregue o meu dinheiro em prol de pessoas que nunca chegarão a exibir qualquer tipo apreciação, e muito menos reciprocidade, pelo meu sacrifício feito em seu favor. Os marxistas culturais dirão que sou insensível e ganancioso; eu respondo e digo que eu tenho respeito por mim mesmo, e se há algo que os marxistas culturais odeiam, é pessoas com respeito por si mesmas visto que é muito difícil extorquir dinheiro e recursos a eles.

Os marxistas culturais querem que te sintas desmoralizado, sem valor e imerecedor; melhor ainda, eles querem que te sintas assim porque de outro modo, todo o sistema económico socialista não funciona, e qualquer pessoa com um átomo de respeito próprio irá construir o seu próprio ninho mal consigam; para além disso, o Bloco do Leste tinha este tipo de corrupção em níveis endémicos.

Feminismo

O feminismo é a crença de que as mulheres formam uma classe - tal como os escravos ou os negros formam uma classe - e que segundo a teoria marxista, existe uma dialéctica e uma relação histórica de antagonismo entre os homens e as mulheres de opressor e oprimida, tal como a relação entre o rico dono de terras e o servo.

Eu já escrevi um artigo mais extenso sobre isto (que irei publicar brevemente) explicando que o feminismo e o socialismo são essencialmente a mesma coisa; como tal, não entrarei agora em maiores detalhes.

No entanto, posso dizer que, embora nem todas as pessoas (homem ou mulher) que se identificam como feministas são marxistas culturais, é bastante seguro assumir que são.

Arte Abstracta Sem Sentido

Eu não sei bem como é que isto foi causado directamente pelo Marxismo Cultural, ou se o Ocidente sofreu danos colaterais provenientes do Marxismo Cultural, mas posso dizer que a maior parte da arte Ocidental é demasiado cara, sem inspiração, degenerada e feia. Eu acho que as coisas acontecem da seguinte forma:

* Um artista decide criar uma pintura, escultura, novela ou uma peça de música. O que pode ele criar, pensa ele?

a) Uma bela imagem de perfeição física, tal como David ou Vénus? Não, porque isso é politicamente incorrecto; as pessoas podem pensar que eu não gosto de pessoas feias ou que sou uma espécie de fascista.

b) Uma história inspiradora em torno de um colono ou explorador? Não, porque isso também não é politicamente correcto visto que os brancos têm vergonha da sua história e da sua cultura. Pelo menos deveriam ter.

c) A história dum homem heterossexual triunfando na vida quando as probabilidades estavam todas contra ele? Não, porque isso também não é politicamente correcto visto que os homens heterossexuais são canalhas privilegiados violentos que criaram os problemas do mundo. Para além disso, essa história poderia chatear todos aqueles que não são brancos e heterossexuais.

d) Uma história retirada dum mito cultural Europeu? Não, visto que os Europeus têm demasiados privilégios e essa história poderia chatear os não-Europeus.

Já sei! Vou desenhar umas linhas coloridas sem qualquer tipo de significado, visto que isso não irá chatear ninguém. Se por acaso alguém lançar alguma crítica, eu lançarei sobre eles o truque do "Rei vai nu" e fazer com que eles se sintam burros [por "não entenderem arte"]. Ou então, crio uma história em torno dum estrangeiro ou dum homossexual - história com a qual 95% das pessoas neste país não se vai identificar de alguma forma significativa - ou então crio uma peça de arte onde exponho o quão corrupta e degenerada a humanidade é - especialmente os homens brancos heterossexuais - e então a audiência dos marxistas culturais brancos pode-se sentar e se auto-flagelar, dizendo uns aos outros o quão moralmente superiores eles são só porque se odeiam a eles mesmos (...).

É suposto que a arte seja a história cultural das pessoas, e que ela não só as una, mas também que una a sua história, a sua identidade, e as inspire a fazer grandes coisas e a expressar amor pela nobreza, força e beleza. A arte não é uma ferramenta política para os marxistas culturais como forma de desmoralizar a sociedade. Alguém diga isso aos marxistas culturais, se faz favor!

Infantilismo Racial

Sempre que os marxistas culturais falam dos estrangeiros, é sempre em termos deles serem vítimas indefesas e os brancos como opressores gananciosos. As linhas orientadoras desta forma de pensar têm semelhanças com panfletos de propaganda Soviética, e embora seja uma coisa boa o facto do marxistas culturais serem letrados - de facto, eles lêem muito - o facto deles não se aperceberem do quão racistas eles são quando pensam assim é desencorajador.

Os marxistas culturais olham para o mundo em termos de "vítimas" e "opressores"; as vítimas são inocentes e impotentes para se ajudarem a eles mesmos visto que são oprimidos, ao mesmo tempo que os opressores são culpados imperdoáveis e são os únicos que têm vontade própria. Os marxistas culturais não vêem zonas neutras nos conflitos internacionais ou nos discursos. Em vez disso, eles analisam a situação em busca das "vítimas" e dos "opressores". Eles têm tão pouca percepção dos relacionamentos tal como uma princesa mimada.

A colocarem os não-brancos como vítimas perpétuas, os marxistas culturais negam que eles tenham vontade própria e capacidade de mudar o seu futuro; para além disso, os marxistas culturais negam aos não-brancos a sua dignidade humana ao afirmar que eles são impotentes perante as suas circunstâncias e eles precisam de ser salvos. Algumas pessoas podem até gostar de receber este tipo de tratamento infantil ("repara, se eu disser que o que ele disse é racista, eles dão-me coisas boas, e calam-se!"), mas a maior parte das pessoas apercebe-se que ser tratado como uma criança é humilhante de degradante - mas os marxistas culturais não se apercebem disso.

Embora eu pessoalmente prefira focar-me no que as pessoas fazem e não na cor da sua pele, os marxistas culturais parecem ter uma obsessão pela cor da pele, e pela atribuição de privilégios inatos às distintas cores da pele. Não existe aquilo que eles chamam de "privilégio branco", mas sim brancos que, em média, olham mais por si do que os não-brancos. A ideia do privilégio branco faz com que os não-brancos pensem algo do tipo, "Não interessa o quanto que eu me esforço, ou assuma responsabilidade pela minha vida, ou pelas minhas decisões, porque eu não tenho o que os brancos supostamente têm por defeito." Com uma atitude como esta, como é que eles irão sair da pobreza?

Conseguem ver o quão racista isto é? Alertem os marxistas culturais para pararem de falar dos outros grupos étnicos como se eles fossem crianças ao mesmo tempo que olham para os brancos como pais abusadores. A maior parte do mundo não vive segundo um relacionamento de dominância e submissão mas sim de respeito e cooperação, conceitos totalmente alheios à abordagem dialéctica antagonista de Marx.

Colonialismo Cultural

Os marxistas culturais gostam de falar em "diversidade", mas o que eles têm em mente é que todas as pessoas, todos os países e todas as comunidades têm que se conformar às ideologias marxistas culturais. A globalização centra-se na padronização mundial da cultura, da etnia, das leias, dos valores e da forma de pensar. Ninguém pode continuar a ter as suas próprias ideias, opiniões, cultura e propriedade; o politicamente correcto significa conformidade - conformidade absoluta a tal ponto onde ter ideias próprias é um tipo de desordem de personalidade. A ideia dum país, grupo ou indivíduo querer preservar a sua identidade cultural, social ou a sua história, é algo que aterroriza os marxistas culturais; tu tens que concordar com eles porque se não estás do seu lado, então estás contra eles.

Isto não está a ocorrer só no Ocidente, onde os brancos estão a ser privados da sua história e da sua identidade cultural por parte dos marxistas culturais, mas em todo o mundo onde os Marxistas estão a promover políticas de assimilação e conversão em todos os países não-Ocidentais de modo a que eles se transformem em países Marxistas. Os Chineses têm que se conformar aos nossos pontos de vista sociais; os Indianos têm que viver a sua vida da forma que nós queremos que eles vivam; os Africanos têm que adoptar as nossas politicas; os Árabes têm que adoptar o nosso ponto de vista no que toca à religião. Todas as mulheres da Terra têm que ser feministas quer ela queira ou não.

O Marxismo Cultural é uma doença que se tenta propagar para o interior de outros anfitriões (outras sociedades) como forma de os infectar. Não interessa se as pessoas têm as suas tradições, os seus valores ou o seu modo de vida; para o seu próprio bem, elas têm que se conformar visto não haver alternativas ao Marxismo Cultural. 

Conclusão: 

Para concluir, o tópico do Marxismo Cultural é vasto e, de uma forma ou outra, o mesmo afecta todas as pessoas do planeta. Neste artigo eu apenas falei superficialmente dos assuntos aqui mencionados, mas ao escrevê-lo como uma introdução para a série de artigos que eu planeio escrever, espero trazer alguma perspectiva do quão diversos estes assuntos são e, embora superficialmente possam parecer distantes uns dos outros, eles estão intimamente ligados com a doença intelectual que é o Marxismo Cultural.

Estou plenamente convicto de que, onde só há uma voz, não há liberdade e isso aplica-se a culturas e a nações. Se só existir um governo central mundial e uma cultura mundial, não existirão liberdades individuais; mesmo que nós nos sintamos mais seguros nesse tal mundo, ele só viria a existir através da redução da nossa vida de viver para sobreviver.

Felizmente, existem muitas outras soluções e outros caminhos através dos quais nós podemos nos fortalecer e encontrar felicidade e satisfação nesta aventura que chamamos de vida.



domingo, 2 de março de 2014

Maria Kang e o ódio às mulheres que cuidam do seu corpo

Uma mulher da Califórnia, entusiasta de fitness e mãe de três rapazes, entrou em modo de defesa depois duma foto sua ter gerado um rol imenso de críticas no Facebook e ela ter sido acusada de envergonhar as mulheras gordas ["fat shamming"]. 

Na foto, Maria Kang, de 32 anos, aparece com um sutiã desportivo e uns calções pequenos - revelando uma figura incrivelmente tonificada e abdominais definidos - ao mesmo tempo que está rodeada pelos seus três filhos, hoje com 1, 3 e 4 anos de idade. Pairando  por cima da sua cabeça está a pergunta, "Qual é a tua desculpa?" [“What’s your excuse?”].

A foto tornou-se viral - com mais de 16 milhões de visualizações no Facebook - e gerou mais de 12,000 comentários. E embora a maior parte dos comentários tenham sido de apoio, ao estilo "assim é que é, miúda!", muitas outros foram enervados ataques pessoais ao assunto da foto, qualificando Maria com nomes que iam desde "detestável" e "falsa", e até péssima mãe e até intimidadora.

Mas Kang, numa entrevista exclusiva à Yahoo Shine, disse que fazer com que as mulheres se sentissem mal com elas mesmas é exactamente o contrário do que ela queria. "Queria inspirar as pessoas," disse ela, acrescentando que as palavras "Qual é a tua desculpa?" nada mais eram que populares palavras emprestadas que têm sido usadas em várias campanhas de “fitspiration”.

O que eu queria dizer era algo do tipo 'Eu sei que tu pensas que não tens tempo se por acaso tens filhos. Mas se eu consigo, tu também consegues'.

Maria Kang, do Sacramento, Califórnia, é uma antiga pageant queen e concorrente de aptidão ["fitness competitor"] que em 2007 fundou uma organização sem fins lucrativos com o nome de "Fitness Without Borders". Ela é também uma bulímica em recuperação. Kang diz que entende o porquê de algumas pessoas terem reagido duma forma tão defensiva:

Eu acho que as pessoas lutam contra o seu peso. E quando a isso se adiciona o facto de ser mãe - e a pressão que encaramos para obtermos tudo e ainda sermos tudo, incluindo pessoas em forma - as expectativas são bastante elevadas. Eu acho que algumas mães olharam para a foto e pensaram "Isto é ridículo".

Mas mesmo assim, diz Kang, "Senti uma frustração enorme. Ser chamada de péssima mãe e má pessoa realmente causou mágoa em mim."

Embora ela tenha postado a sua foto no Facebook há mais de um ano, Kang reparou que ela começou a ser mais partilhada nos últimos tempos e que ela estava a gerar um turbilhão de comentários negativos dirigidos a Kang. Devido a isso, ela voltou a postar a sua foto na sua conta do Facebook, para os seus 72,000 seguidores, associando a ela um pedido de desculpas - que, diz ela, na verdade é uma "não-desculpa":

Sinto muito que vocês tenham pegado numa imagem e que a tenham ressoado duma forma não negativa. Não entrarei em detalhes mas eu batalhei com a minha genética, desordens alimentares, trabalhar a tempo inteiro sendo dona de dois negócios, não tendo um ama-seca para os meus filhos, não sendo naturalmente magra e por não trabalhar como uma personal trainer. O que eu VOU dizer é isto: a forma como vocês interpretam as coisas não é problema meu. É vosso. O primeiro passo para que vocês possam tomar posse das vossas vidas, do vosso corpo e do vosso destino e TOMAR POSSE dos pensamentos que procedem da vossa própria cabeça. Não fui eu que os criei. Foram vocês. Portanto, se vocês querem continuar a "odiar" esta imagem, habituem-se a odiar muitas outras coisas para o resto das vossa vidas.

Este post gerou um frenesim de respostas negativas, incluindo:

- "Essas coisas pequenas e preciosas precisam muito mais duma mãe do que tu teres músculos glamorosos"
- "Não é que eu precise duma desculpa, sua idiota hipócrita, mas eis a minha . . .  fibromialgia."
- "Tu fazes parte do problema de envergonhamento de corpos que está a ocorrer na América do Norte e em outras partes do mundo."
- "Tu és uma intimidadora com um sentido super inchado de ti própria"

Muitos outros, no entanto, colocaram-se do lado de Kang afirmando coisas como "Nunca peças desculpa" e "Deixem a mulher em paz e cuidem das vossas vidas" e "Muito bem!" Como consequência do dilúvio de mensagens, Kang viu-se forçada a uma página FAQ sobre a sua vida pessoal, lugar onde ela respondeu a muitas das críticas e acusações que já se tornaram comuns na sua vida. Por exemplo,

* "Tu trabalhas?" (Sim, ela tem duas pequenas instalações residenciais para os idosos).
* "Tens alguma ama-seca?" (Não)
* "Esses filhos são teus?" ("Tenho que admitir que este foi o comentário mais cómico. Obviamente, os meus filhos têm tanto a aparência da mãe como do pai", escreve ela. "Tenho origens Malais, Chinesas e Filipinas. O meu marido é branco com origens Alemãs, Francesas, Norueguesas e Espanholas. Todos eles são meus filhos.")

Kang diz que faz exercício entre 5 a 6 dias por semana, o que inclui meia hora de treino muscular e meia hora de cárdio - correr, escadas, spin ou a aula de Zumba. Ela acrescenta ainda que, embora possa parecer espantoso que ela consiga fazer exercício de maneira regular ao mesmo tempo que educa 3 crianças, ela estrutura o seu tempo de maneira que tudo funcione. Ela não vê televisão, acorda às 6 da manhã, e enquanto está no parque com as crianças, "Estou a treinar. Não chego lá e sento-me com o meu iPhone." Para além disso, ela obtém bastante ajuda do seu marido David Casler.

Casler, que sofreu uma traumática lesão cerebral num ataque bombista no Iraque, onde ele trabalhou como segurança privado, já não é capaz de trabalhar. Em vez disso, ele faz voluntariado com a organização "Team Rubicon", que oferece ajuda em zonas de calamidade.

Esta não foi a primeira vez que uma mãe voltada para o treino físico causou comoção nas redes sociais. No mês passado, uma mãe-caseira de Los Angeles recebeu uma enxurrada de críticas depois de ter postado fotos suas a levantar pesos durante o treino CrossFit.

Kang conclui dizendo que muitas coisas da vida envolvem o controle da mente sobre a matéria - quer seja a recuperar de uma ataque como aquele que o seu marido sofreu, ou permanecer em forma ao mesmo tempo que se educam três rapazes. "Realmente, tudo se centra no sítio onde tu tens a tua mente," disse ela em referência às variadas formas como a sua foto foi interpretada.

Só espero que a pessoa que se sinta realmente sobrepujada possa ver que ela pode controlar o seu destino, e saber que não há desculpas para não se ter tempo para si própria.

* * * * * * *
Maria Kang foi vitima da polícia de pensamento feminista e "feministizada" que monitoriza as redes sociais - e a sociedade em si -  de modo a que nenhum pensamento ou imagem que de alguma forma coloca responsabilidade sobre os ombros das mulheres se torne demasiado popular ou "aceite". Responsabilizar algumas mulheres pelo facto delas terem peso a mais não é mais aceitável.

As mulheres bonitas, sendo o alvo preferencial da atenção masculina, são um dos muitos alvos do movimento feminista; reduzir o padrão de beleza das mulheres é muito importante para o movimento feminista visto que, quanto mais bonita for a mulher, mais atenção e cuidados ela terá dos homens, e menos ela irá precisar de depender do movimento feminista.

Portanto, o rejeição do "fat shamming" não ocorre porque as feministas se preocupam com as mulheres mas sim porque as feministas querem manter as mulheres dentro do movimento feminista.





sábado, 1 de março de 2014

Feministas atacam Wikipedia

Por Christopher Agee

A fonte de referências online Wikipedia tem sido frequentemente vítima de ataques devido à sua política de permitir que os utilizadores comuns alterem a informação, levando a que se conclua que alguma da informação lá contida é potencialmente incorrecta.

Mesmo assim, a Wikipedia tornou-se num dos destinos primários daqueles que buscam um acesso rápido à informação relativa a um certo número de tópicos.

Apesar da enorme popularidade, existe pelo menos um segmento da população que chegou à conclusão de que a Wikipedia precisa duma melhoria. Grupos feministas de pelo menos 15 universidades americanas juntaram forças para combater o que elas qualificam de "viés masculino" presente tanto entre os editores, bem como no layout do site.

A "Portland State University" levou a cabo um workshop com o nome “Wikipedia Edit-a-Thon on Art and Feminism,” que buscou encorajar as mulheres a substituir o conteúdo que elas qualificam de sexista por informação que elas pensem que reflita a sua própria visão cultural. Eventos semelhantes foram planeados por todo o país [EUA].

Uma das participantes explicou que o site é "estéticamente muito masculino no seu design", ao mesmo tempo que o grupo activista Eyebeam alegou que os artigos da Wikipedia eram inerentemente tendenciosos contra as mulheres. A organização alegou que, "se compararmos a Wikipedia com a Encyclopedia Britannica, faltam muitos artigos em torno de mulheres notáveis”, oferecendo como conclusão a alegação de que "a Wikipedia é claramente enviesada."

Para além das mulheres envolvidas na campanha, homens tais como o professor Joseph Reagle (Northeastern University) deram as suas opiniões em torno do aparente sexismo do site, sugerindo que um "ambiente do tipo sala-fechada com 'brogrammers'" [= brothers + programmers] está a impedir as mulheres de participar no esforço.

Um certo número de escolas estão a dar continuidade ao activismo em torno deste assunto que teve início no ano passado. Para além disso, um número de escolas deu aos alunos créditos escolares acrescidos por submeterem "pensamento feminista" nos artigos já existentes no site.


* * * * * * *
Tal como é comum entre os esquerdistas, estas feministas perpetuamente ofendidas estão a reagir a um agravo artificial visto que o site está aberto a ambos os sexos e os donos do mesmo não podem ser responsabilizados pelo facto dos homens serem a maioria dos contribuintes.

Caso as mulheres decidam submeter artigos usando o mesmo processo, elas são livres para o fazer. Atacar a Wikipedia por algo que eles não têm culpa é, claramente, um caso de culpa mal atribuída.

Este incidente não só revela (mais uma vez) como o feminismo é birra duma minoria de mulheres elitistas sem causas válidas para lutar, como revela que aquilo que esta mesma elite não-representativa das mulheres chama de "sexismo" nada mais é que consequência natural das escolhas de cada um dos sexos; as mulheres escolhem (repito: ESCOLHEM) participar menos na edição dos artigos da Wikipedia, e as feministas usam a menor participação VOLUNTÁRIA das mulheres como "evidência" de que elas estão a ser "vítimas de discriminação sexual".





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