terça-feira, 18 de outubro de 2011

Mulheres tóxicas

Vejam o link original (no final do texto) onde o autor tem lá bons vídeos.

Uma mulher é tóxica se ela abraçou o feminismo e vive de acordo com as crenças cardinais de total egoísmo e irresponsabilidade para as mulheres. As mulheres tóxicas não só são bastante comuns como não parece que sejam uma espécie em vias de se extinguir num futuro próximo. De facto, as mulheres tóxicas são em maior número que as mulheres não-tóxicas.

As mulheres tóxicas pensam que é moralmente correcto:

  • Usar o sistema legal sob controle feminista para roubar os bens do ex-marido após o divórcio;
  • Negar o acesso do pai aos seus próprios filhos se a mulher quiser;
  • Iniciar processos legais contra patrões e colegas se ela achar que esta a ser "oprimida";
  • Acusar um homem de violação se, após uma noite de intimidade, ele não a abraça pela manhã ou nunca mais volta a ligar;
  • Ter empregos como "bombeira" e polícia (ou militar) e receber o mesmo que os homens embora não tenham a mesma habilidade, força ou destreza, e nem corram os mesmos riscos que o homem corre.

Não é seguro um homem ficar sozinho com uma mulher tóxica e nem é seguro ele dar-lhe boleia até a sua casa ou fazer-lhe qualquer tipo de um elogio - as falsas acusações de violação ou assédio sexual estão prontas a serem lançadas por mulheres que sofram uma de uma vasta gama de problemas de personalidade.

Se um homem espera evitar problemas legais e financeiros, ele nunca deve sair em encontros românticos, ficar perto, contratar ou interagir com mulheres tóxicas.

Mulheres tóxicas na sociedade.

Se tu és um homem a viver na Europa ou nos EUA, ou em qualquer outro lugar onde o feminismo já tenha infectado as mulheres locais (Brasil, etc), então tu és um homem a viver entre milhões de mulheres tóxicas. Estas mulheres não são um bocado tóxicas: elas são tóxicas até ao extremo. Elas são tão tóxicas que apenas o gesto de estar ao lado delas é prejudicial para a saúde do homem.

O feminismo, e a sua disseminada adopção por parte da maior parte das mulheres ocidentais, gerou uma mentalidade feminina monstruosa que aflige todos à sua volta. Esta mentalidade "primeiro eu", "quero tudo", "sou melhor que tu" é uma atitude que estas mulheres abraçaram tendo pleno conhecimento (ou ignorância imperdoável) do mal que isso causa às pessoas à sua volta - em especial aos homens.

Quão tóxica é esta mulher?

  • Feministas são tóxicas se te casas com elas.

Antigamente o casamento não só era algo de importante como também era a base da sociedade, e, de facto, de toda a civilização. De uma forma ou outra, e atravessando culturas e divisões históricas, a definição formal de família - que implicava a união entre um homem e uma mulher - teve um propósito vital em incentivar o homem, proteger a mulher e gerar crianças.

Nos dias que correm, no entanto, o casamento é um contrato totalmente desigual onde o homem foi sobrecarregado com responsabilidades financeiras em relação à mulher, ao mesmo tempo que, à mulher, nada foi imposto, requerido ou restrito.

Com um divórcio sem responsabilidades, a mulher é livre para escolher abandonar o casamento (e em 90% dos casos é ela que inicia o divórcio) desde que ela assim o sinta, tendo como conforto a certeza de que o ex-marido vai ser obrigado a pagar o estilo de vida a que ela se acostumou. No entanto, não há qualquer tipo de provisão nesse sentido para o estilo de vida do homem - aparentemente é moralmente aceitável ele experimentar um decréscimo acentuado no seu estilo de vida devido ao facto dele estar a financiar as escolhas da sua ex-esposa.

As mulheres tornaram-se tão tóxicas, especialmente as mulheres americanas, que elas se aperceberam que estão a ser de modo incremental rejeitadas em favor de mulheres não-ocidentais. Mas em vez de levarem esse facto como um aviso ao seu nível tóxico, elas (as mulheres ocidentais) tentam impedir os homens de buscarem mulheres não insuladas pelo feminismo.

Se um homem não tomar cuidados extremos em escolher uma mulher que EXPLICITAMENTE renuncia o feminismo - e uma mulher em que ele possa depositar confiança - o casamento não é viável para o homem ocidental. A mulher tóxica tem muitas opções, muitas armas e muitas agências - incluindo o governo - que tem interesse em encorajá-la em abandonar o marido e destruí-lo no processo.

  • As mulheres são tóxicas se tiveres relações sexuais com elas.

Com a histeria injustificada em torno das violações que ocorrem nos encontros, ou violações sob efeito do álcool ou drogas, e mesmo violações entre conjugues, as mulheres estão sempre prontas a acusar os homens de violação quando se encontram na inconfortável posição de ter dormido com um homem e depois arrependerem-se pela manhã.

  • As mulheres são tóxicas se as contrata-as.

Contratar uma mulher com idade para conceber filhos não faz sentido para as pequenas empresas. Para além de elas poderem ter que se ausentar para ter os filhos, as mulheres no local de trabalho no geral são um risco e um peso para o patrão e para os colegas de trabalho.

A presença de mulheres no local de trabalho abre uma avenida de potenciais problemas que não existem com os homens:

* Alegações de assédio sexual
* Queixas em relação às diferenças salariais
* Ausências maternais
* Queixas em torno de "oportunidades iguais"
* "Alturas do mês".
  • As mulheres são tóxicas se lhes dás boleia a casa ou se partilhas um elevador com elas.

As falsas acusações de violação ou assédio sexual são bastante comuns em países como a Inglaterra. Isto é tanto assim que várias normas tem que ser seguidas para governar a interacção entre os homens e as mulheres. De um modo ostensivo, estas regras foram feitas para proteger as mulheres dos predadores masculinos (com todos os homens a serem inseridos neste grupo).

No entanto, apesar da misandria inerente a estas regras, elas ajudam os homens mais do que ajudam as mulheres uma vez que, embora os assédio reais e as violações sejam raras, as falsas acusações contra os homens são comuns.

Aconselha-se aos homens que se mantenham bem longe das mulheres tóxicas (feministas) e certifiquem-se que nunca se encontram sozinhos com elas em lugar algum.

  • As mulheres são tóxicas se tiveres filhos com elas.

Mães tóxicas não só estão totalmente à vontade para negar direitos de visita a pais sem custódia, como também possuem o total apoio do sistema de justiça - supostamente "no melhor interesse da criança".

As mulheres são também livres de acusar falsamente o homem de violência doméstica ou abuso sexual de modo a que a lei previna o marido de ver os filhos - e ela fique com a custódia.

Quando as mentiras das mulheres tóxicas são descobertas, os tribunais raramente punem as mulheres (supostamente como forma de "defender os interessas da criança").

  • As mulheres são tóxicas se discordas com elas.

Se um homem não está de acordo com as crenças cardinais do feminismo - pior, se ele chega a trazer a lume um ponto que não está de acordo com "os direitos da mulher" - ele é logo catalogado de "misógino". Desta forma, todas as opiniões masculinas feitas auto-defesa dos ataques feministas são suprimidas ao serem categorizadas de "ataques à mulher".

Por exemplo, se uma feminista declara que as mulheres são "o motor da sociedade", e tu lhe apontas para o facto de todas as grandes descobertas científicas e tecnológicas da Humanidade terem sido feitas por homens, apesar do que tu dizes ser uma constatação óbvia e historicamente correcta, a feminista pode considerar isso "um ataque às mulheres".

  • As mulheres são tóxicas se tu trabalhas com elas.

Devido aos seus receios de serem vítimas de falsas acusações de assédio, muitos (muitos!) homens que trabalham em sítios como a City de Londres nunca entram num elevador se a única pessoa lá presente é uma mulher. Mesmo homens poderosos e donos de grande companhias vivem com um medo constante das acusações das empregas.

  • Será que as mulheres vão mudar? Haverá luz no fundo do túnel?

Não, não há. Tal como as coisas estão actualmente, e devido às vantagens que essa ideologia lhes dá sobre os homens, não há incentivos para que as mulheres abandonem o feminismo. Apesar das supostas vantagens serem detrimentais para as mulheres - bem como para os homens e para as famílias - elas sabem bem para as mulheres e como tal, não há esperança em elas renunciarem essa ideologia.

O egoísmo das mulheres tóxicas simplesmente é demasiado extremo para elas se aperceberem da armadilha que o feminismo cavou para todos nós. Elas caíram na cantiga da sereia do feminismo e elas não só pensam que são as "escolhidas" como acreditam que são inerentemente superiores aos homens.

Elas ficam felizes quando roubam os bens do ex-marido e impedem-no de ter contacto com os filhos -- elas realmente pensam que isto é uma vitória para elas. Elas nem se apercebem dos estragos que o seu egoísmo causa nos seus próprios filhos ao privá-los da presença fundamental do pai.

Mulheres tóxicas não só gostam de sistemas de quotas (em inglês, "affirmative action" = acção afirmativa) que negam empregos a homens mais qualificados, como ficam contentes quando podem iniciar processos legais contra os patrões por qualquer que seja a razão. Elas consideram isso como "dar poder às mulheres".

Devido ao seu egoísmo, elas não se apercebem do mal que tal atitude está a causar à economia ocidental.

Os homens e os rapazes são tratados como inferiores às mulheres e às meninas quando, de facto, o mundo depende do homem duma forma que não depende da mulher. Como diz o ditado, "o homem constrói, as mulher decora". Ao porem de parte os homens e os rapazes - na verdade ao oprimirem-nos - a sociedade ocidental caminha para a auto-destruição (exactamente o que os marxistas querem).

As mulheres são muito mais consumidoras do que geradoras de riquezas, e elas dependem mais do homem do que o homem depende das mulheres. Se as mulheres deixassem de existir amanhã de manhã, os homens provavelmente inventariam úteros artificiais e prosseguiriam com a vida.

No entanto, se todos os homens morressem hoje, a civilização iniciaria o processo de extinção mal a primeira lâmpada se fundisse.

As mulheres tóxicas são a norma e não a excepção no ocidente. Se queres minimizar as hipóteses de cair na rede duma mulher tóxica, eis aqui alguns passos que podes tomar:

1) Toma muito cuidado com quem te casas. Se não conseguires encontrar uma mulher que não esteja infectada com mentiras feministas, o melhor é ficares solteiro.

2) Nunca tenhas relações sexuais com mulheres que não conheças bem se ela tiver consumido álcool.

3) No local de trabalho, evita ficar sozinho com uma mulher tóxica. Se tiveres um escritório próprio, deixa sempre a porta aberta quando uma mulher ficar sozinha contigo. Se estiveres para entrar num elevador, e vires que vais ficar sozinho com uma feminista, vai pelas escadas. Nunca dês boleia a feministas a menos que esteja sempre presente uma terceira pessoa.

4) Não é por acaso que não existe uma pílula masculina e a maior parte das crianças são concebidas sem o conhecimento (e aprovação) do pai. Estes dois pontos requerem ponderação mais alongada.

5) Se tens uma empresa, não contrates uma feminista em idade para ter filhos (20-35). Se o fizeres, é provável que te tornes num ex-patrão.

6) Faz um teste de paternidade para todos os teus filhos. A tua mulher não levantará problemas se o teu propósito é ter o mesmo grau de certeza que ela tem. Se ela colocar objecção - mesmo de um modo passivo - e apelar ao argumento da "confiança" ("Não confias em mim?!!!") , então estás a lidar com uma mulher tóxica. Provavelmente um dos filhos que ela diz ser teu é de outro homem.

As coisas estão assim tão más?

Claro que não - espero eu. No entanto, tal como escrito em cima, a esmagadora maioria das mulheres ocidentais subscreve a muitos princípios do feminismo. Como tal, não prejudica nada estar preparado.

Modificado a partir do original.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Polícia Judiciária preocupada com falsas violações no Norte do País


A Polícia Judiciária está preocupada com as situações de falsas violações que são comunicadas às autoridades e que implicam dispendiosas investigações, e afectação de meios, que depois se vêm a verificar não serem verdade.

Um comunicado divulgado esta segunda-feira, a polícia dá conta de várias ocorrências de queixas caluniosas, todas ocorridas no Norte do País

Em Setembro de 2010, foi comunicada uma situação de violação, na zona de Famalicão, apresentando como suspeito um agente de autoridade. Os factos teriam ocorrido “no exercício das suas funções e quando prestava auxílio a uma jovem”. No entanto, após várias diligências, o inquérito concluiu que se tratava de uma mentira.

Já no dia 8 de Dezembro do ano passado, uma jovem de 14 anos disse ter sido roubada e violada numa rua do Porto por vários indivíduos. Apurou-se agora que não existiu qualquer crime. “Remetido o inquérito à autoridade judiciária competente, foi determinado que fossem tomadas as medidas necessárias no âmbito de um processo tutelar e educativo pelo respectivo Tribunal de Família e Menores”, esclarece a PJ.

CASOS REPETEM-SE ESTE ANO

Mais recentemente, no passado dia 9 de Setembro, foi comunicado pela GNR de Vale de Cambra que dois homens, depois de tocaram à campainha de uma residência, agrediram a proprietária, colocaram-lhe um saco na cabeça e, já no interior da casa, agrediram-na e violaram-na. Afinal, tudo foi simulado pela alegada vítima.

Em Outubro, no dia 6, foi também denunciada uma situação de violação, ocorrida na zona de Santa Maria da Feira, desvendando-se na investigação que, por razões pessoais, foi imputada a autoria do crime a “pessoa determinada que se veio a apurar não corresponder à verdade”. A queixosa foi constituída arguida.

Por fim, no dia 10 de Outubro, em Vila Nova de Gaia, uma jovem comunicou que foi abordada, violada e transportada numa carrinha para junto do Hospital Santos Silva, onde depois deu entrada. “Desenvolvidas prontamente as investigações e respectivos exames e perícias, incluindo médico-legais, concluiu-se pela simulação do crime de violação, tendo já sido remetido o inquérito ao Ministério Público”, conclui a PJ.

Fonte


Claro que enquanto a situação não se resolve, os homens acusados ficam com o estigma de "violadores" sem terem culpa nenhuma. Para algumas mulheres, isto é perfeitamente aceitável.

O que é assustador nesta situação é saber que crianças de 14 anos já usam este tipo de metodologia. Por aqui se pode ver o quão profunda tem sido a corrosão feminista na sociedade portuguesa.

domingo, 16 de outubro de 2011

Patriarcado leva mulheres a escolher os melhores empregos

Eis aqui algo que fará as feministas acobardarem-se com medo. Estudos demonstram que muitas mulheres seguem os passos do pai quando escolhem um emprego.

Exacto; os homens são os responsáveis pelo facto das mulheres se interessarem por empregos bem remunerados. Não é o feminismo, nem os "estudos femininos", nem os programas governamentais que visam "dar poder às mulheres" mas sim os homens (nesta caso, o pai).

Para ser justo, o estudo não fornece o número exacto nem o motivo exacto, mas há uma tendência cultural notável especialmente com pais envolvidos na vida das filhas.

Porque é que isto é importante? Porque, tradicionalmente, os "empregos masculinos" são melhor remunerados devido ao esforço físico, melhores qualificações e maior ênfase na matemática e na ciência.

Durante todo o tempo em que algumas mulheres se queixaram de "estarem barradas de alguns empregos" a resposta estava bem à sua frente: passem mais tempo com o vosso pai, confrontem-no em relação aos empregos e ele vai-vos ajudar.

Embora a figura do pai biológico tenha sido destruída e horrivelmente desvalorizada na cultura moderna, aqueles sortudos que têm a presença do pai por mais do que dois fins de semana por mês têm maiores hipóteses de ter carreiras profissionais bem sucedidas.

Quanto mais o pai se envolveu na vida das filhas, mais elas desenvolveram melhores interesses profissionais. E sabem que mais? As filhas entraram em áreas similares à do pai. Quem esperaria tal coisa?

Isto demonstra o impacto positivo que um pai responsável tem na vida duma criança - especialmente na vida da filha. As crianças precisam de um bom pai e enquanto o pai for o ganha-pão da família, as crianças buscarão a sua opinião na altura de escolherem uma profissão.

A remoção do pai da vida familiar e a sua "substituição" pela pensão alimentícia (ou pelos subsídios estatais) aumentam o risco da sociedade perder uma boa funcionária na próxima geração.

Conclusão:

Manter o pai envolvido na vida dos filhos tem, a curto prazo, o condão de proporcionar um ambiente mais positivo para as crianças, e a longo prazo, a possibilidade de gerar um membro útil e produtivo para a sociedade (quem tem melhores empregos, ganha mais dinheiro, e, desde logo, pode investir mais na economia).

Modificado a partir do original


Claro que para as feministas, desejosas que colocar as crianças sob a alçada do Estado - essa entidade com um historial enorme e "positivo" na educação de crianças - a remoção do pai é um passo fundamental na sua guerra à família natural.

Quanto menos tempo as filhas passarem com o pai, maiores serão as probabilidades delas caírem no engodo e na mentira do feminismo (na sua contínua guerra contra o homem). Quem tem evidências familiares de que o homem não é inimigo das mulheres, nunca irá adoptar como ideologia de vida uma filosofia política baseada precisamente nessa não existente inimizade do homem em relação às mulheres.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Feminista distorce mitologia chinesa como forma de promover feminismo

Mais um exemplo de revisionismo histórico tão comum entre a esquerda política. Vejam a forma como esta feminista distorceu a sua própria cultura como forma de promover a sua nojenta ideologia.

Quero-vos dar um exemplo dos mitos que eu alterei. Quando a mulher guerreira fica com as palavras gravadas nas suas costas, isso, na realidade, é uma história masculina. É sobre a história dum homem chamado Yüech Fei a quem a mãe lhe gravou as palavras nas costas.

Eu peguei nisso, e atribui o evento a uma mulher. Dei o mito dum homem a uma mulher não só porque isso faz parte da guerra feminista que ocorre no livro (THE WOMAN WARRIOR) mas também para remover as histórias masculinas dele e atribuir a força das mesmas à mulher.

Eu vejo isso não só como um acto agressivo na narração duma história mas também como algo que faz parte da minha liberdade em brincar com o mito. Para além disso, eu sinto que os mitos têm que ser modificados e ser o objecto de brincadeiras a toda a hora como forma de os manter vivos.

Quando cheguei a esse ponto, decidi não dizer às pessoas a verdade em torno das histórias originais - e como eu havia brincado [mentido] com elas - uma vez que apenas queria prosseguir com a história. Eu pensei "deixa que sejam os estudiosos a descobrir mais tarde".


Ou seja, esta feminista literalmente castrou um dos heróis bélicos chineses mais famosos e transplantou os órgãos sexuais louros da história para a heroína revisionada como forma de, retroactivamente, "redistribuir poder às mulheres".

Suponho que se tu não tens a tua mitologia heróica autêntica é sempre mais fácil roubar a dos homens.


Herói chinês vítima da agenda feminista.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sedutora "loira e bonita" leva mangina à ruína

A paixão ardente de António, nome fictício, 57 anos, por uma brasileira "loura e bonita", de 28 anos, acabou por o levar à ruína. Em quatro anos ficou sem 160 mil euros, as poupanças da família, dois carros e a casa onde reside, no concelho de Porto de Mós, que estava paga e tem agora uma hipoteca. Sentindo-se burlado, apresentou queixa no Ministério Público.

"Dei-lhe tudo quanto me pediu, ela tem-me levado o dinheiro todo, mesmo depois de ter voltado para o Brasil, há dois anos", contou António ao CM, confessando que se apaixonou "perdidamente". "Acreditei que ela vinha para Portugal ter comigo, ela diz-me que vem no Natal e eu até já lhe paguei o bilhete de avião".

Desde finais de 2007, quando a conheceu através de um anúncio num jornal, António pagou várias cirurgias de aumento do peito à sua amada e comprou um café, em Leiria, para ela explorar com uma sobrinha, a quem pagou 20 mil euros pela festa de casamento com um português.

Mas o estabelecimento acabou vendido e o dinheiro usado para comprar uma loja de pronto-a-vestir, em Salvador da Baía, onde a jovem brasileira está a residir desde há dois anos.

Há alguns meses, ela veio a Portugal e comprou quatro mil euros em roupa, que António pagou, com o argumento de que "daria bom lucro no Brasil".

"Eu sei que é uma paixão maluca, o meu objectivo era ficar com ela, agora nem sei", conta António, adiantando que "ainda este mês lhe enviou "dinheiro para o Brasil, por ela lhe ter dito: "Se gostas de mim prova-o, arranja-me mais dinheiro".

Ao ver-se na penúria, abandonado pela mulher e pela filha, António admite a custo ter sido enganado. Já fez três queixas, por burla, no Ministério Público, desistindo das duas primeiras.

Fonte


Só demorou 4 anos para se aperceber que estava a ser burlado. Pelo menos ela não engravidou de outro homem e fingiu que este pobre coitado era o pai - forçando-o assim a pagar pensão alimentícia para o resto da sua vida.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Negro sul-africano: "A nossa vida era melhor durante o apartheid"


O repórter esquerdista irlandês Fergal Keane (BBC) ouve da boca dum local que a vida dos negros era melhor durante Apartheid e que as coisas apensas ficariam melhores se o governo que suportava o Apartheid voltasse ao poder.
  • Fergal: Josef, alguma vez pensas se a vossa vida ficará melhor?
  • Josef: Se calhar a minha vida melhoraria se o Partido Nacionalista voltasse ao poder, e não o ANC.
  • Fergal: Não acredito em ti. Fala a sério. Esse era o governo do homem branco que vos oprimia, que vos tratava de um modo terrível. De certo que tu não acreditas nisso?
  • Josef: Mas em termos de emprego, eles não nos oprimiam. Nós não fazíamos um grande esforço por um emprego naquela altura.
Parece que quando confrontado com evidências sobrepujantes de que ele suportou o partido errado na África do Sul, o repórter irlandês Fergal Keane ainda se recusa a aceitar que ele não estava certo, e como tal ele declara ao negro local, a viver na África do Sul, que ele, o irlandês que vive na Irlanda, sabe mais do que os habitantes locais..

Só um esclarecimento para os esquerdistas burros (sempre prontos para verem racismo em todo o lado - excepto no seu quintal) :
  • Este blogue é totalmente contra todas as políticas e ideologias que promovam e defendam a descriminação racial, quer sejam de brancos contra os negros, quer sejam dos negros contra os brancos (ou entre qualquer outra etnia).
Antes dos esquerdistas gritarem racismo, provavelmente eles deveriam explicar o porquê de alguns membros dum dos seus grupos protegidos serem tão racistas.

Julius Malema, líder juvenil sul-africano: "Matem os brancos!"

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Bêbeda universitária cai da janela e culpa a universidade por isso

Uma universitária foi a uma festa da sua irmandade. Durante a festa, ela embebedou-se e caiu duma janela. Em vez de assumir as consequências do seu comportamento, o que é que ela faz?
Uma estudante universitária de Idaho e os seus pais entraram com um processo legal contra a Universidade, a irmandade, o seu clube de moças, os oficiais universitários e muitos outros por terem falhado em impedi-la de beber tanto álcool.

Exacto. Os outros é que "falharam" em impedi-la de beber. Não foi ela que escolheu beber até perder controle dos seus membros.

A moça escolheu ir para aquela festa, escolheu beber um certo tipo de bebidas (várias vezes) escolheu sentar-se onde se sentou, e caiu. De quem é a culpa? De todos menos dela.

A dada altura entre o momento em que ela levantava a garrafa e o momento que ela a colava aos seus lábios, todas aquelas instituições aparentemente tinham a obrigação de aparecer do nada e tirar a garrafa das suas mãos - embora ela, como estudante universitária, seja maior de idade.

E porquê esperar que os outros te impeçam de beber demasiado? Porquê não esperar que os outros apenas te impeçam de sentar perto de janelas? E talvez impedir que tu vás a festas. No entanto, podemos ter a certeza que esta jovem não terá problemas em voltar a uma festa num futuro próximo.

Entretanto, fica aqui um vídeo duma moça que foi "obrigada" a beber.

ATENÇÃO: linguagem esquerdisticamente correcta mas demasiado agressiva para ouvidos não acostumados a vulgaridade.

sábado, 8 de outubro de 2011

A história dos bombeiros e das "bombeiras"


O termo inglês “Firefighter” foi inventado como forma de satisfazer a irracionalidade feminista em relação às capacidades físicas das mulheres no combate aos incêndios.

A vida é bela.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Dois homens ajustam o equipamento protector à medida que se preparam para enfrentar as chamas para salvar a tua família. Ambos são homens altos e fortes - quase demasiado grandes para os fatos. Ambos movimentam-se de forma profissional e eficiente.

Depois de prontos, os dois entram dentro da tua casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, ambos os homens saem da tua casa com a tua esposa semi-inconsciente nos braços de um deles, e o teu filho nos braços do outro bombeiro. Em menos de 2 minutos os paramédicos anunciam que tanto a tua esposa como a criança estão bem - apesar de sofrerem de inalação de fumo.

Os bombeiros chegam-se perto de ti e respondem às tuas perguntas:

Tivemos que arrombar a porta da frente e a porta do quarto. Que tipo de portas você tem na sua casa?!! Quase que parti o meu ombro a derrubá-las.
Louvados sejam os serviços de emergência. No calor do momento tu dás um abraço a um dos bombeiros que imediatamente responde "Hey! Primeiro um jantar à luz de velas e uma ida ao cinema!" Juntos, riem-se da piada. É bom estar vivo!


Eis agora um final alternativo e mais de acordo com o feminismo.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Duas mulheres bombeiras preparam o equipamento protector, prontas a entrar na tua casa e salvar a tua família. Elas são baixas e ligeiramente magras. O fato parece ser demasiado grande, mas elas movem-se de uma forma profissional.

As duas mulheres acabam de preparar o material e entram para dentro da casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, as duas mulheres saem da casa amparando-se uma a outra e cambaleando devido ao calor. A tua mulher e o teu filho ainda estão dentro da casa em chamas. As duas mulheres começam a despir o equipamento protector.

No calor do momento, tu tentas correr para dentro da mas os paramédicos (ambos homens) impedem-te de correr para a morte certa.

A primeira bombeira dirige-te a palavra e diz, ofegantemente:

As portas . . . . não conseguimos arrombar as portas . . . . demasiado sólidas. . . . . desculpe-me . . . . . tenho muita pena . . .
Os paramédicos, as bombeiras e um homem totalmente destroçado olham para a casa enquanto esta arde.

Já não sentes o calor. Tudo o que sentes dentro de ti é gelo.

Afastas o olhar das chamas que tu sabes estarem a consumir as pessoas que estão dentro da casa. O teu olhar cai na máquina de combate ao fogo que está por perto. Algumas palavras chamam a tua atenção:

Esta Brigada orgulha-se por lutar contra a descriminação contra as mulheres.
Mentalmente, tu acrescentas as palavras:
....independentemente de quem morra devido a isso.




Homens não deveriam escrever colunas de aconselhamento

Uma mulher pede conselhos a um colunista.

Caro John,

Espero que você me possa ajudar. Há alguns dias atrás fui trabalhar deixando o meu marido em casa a vêr televisão. Quando havia conduzido cerca de 1,5 quilómetros , o meu carro parou e foi abaixo. Tive que andar de volta para casa em busca da ajuda do meu marido.

Quando cheguei a casa nem poderia acreditar no que os meus olhos viam. Ele estava no nosso quarto com a filha do vizinho!

Eu tenho 32 anos, o meu marido tem 34 anos e a filha do vizinho tem 19. Estamos casados há 10 anos. Quando eu o confrontei, ele desfez-se em lágrimas e admitiu que já tinha o caso com a filha do vizinho há mais de 6 meses.

Ele não quer ter aconselhamento e eu temo que eu esteja em cacos e com necessidade urgente de conselhos. Será que você me pode ajudar?

Sinceramente, Sheila.


Cara Sheila,

O incidente do carro ir abaixo depois de conduzir uma curta distância pode ter sido causado por um de vários problemas no motor.

Comece por verificar se não há detritos na linha de combustível. Se a mesma estiver limpa, verifique os tubos de vácuo e as mangueiras no colector de admissão. Verifique também o aterramento de fios.

Se nenhum destes passos resolver o problema, pode-se dar o caso da bomba de combustível ter algum defeito - causando que uma pressão reduzida nos injectores.

Espero que isto lhe ajude de alguma forma.

John

10 estratégias de manipulação

Escrevo aqui no site a pedido dos amigos do twitter as 10 estratégias de manipulação através da mídia para manter o público alienado, escrito pelo linguista Noam Chomsky .



1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO-
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")".

6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...

7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')".

8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...

9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

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