sábado, 8 de novembro de 2014

Mulheres são mais susceptíveis de preferir um homem como chefe

Por Vanessa Wong e Natalie Kitroeff

As mulheres que batalham para que haja uma presença alargada de mulheres nos níveis mais elevados da administração empresarial enfrentam pelo menos um obstáculo: a maior parte dos funcionários não as quer lá. Apenas 1/5 das pessoas inquiridas pela Gallup durante esta semana preferiu uma mulher como patrão, e não um homem. Um terço preferiu um homem como patrão, e os restantes não tinham opinião.

A pesquisa, que recolheu respostas junto de mais de 1,032 adultos a viver nos EUA, apurou que as mulheres eram mais susceptíveis que os homens de preferir um homem como chefe: 39% das mulheres queriam ser lideradas por um homem, comparados com os 26% de homens que preferiram ter um homem como patrão. Nos 60 anos que a Gallup já leva a cabo esta pesquisa, as mulheres nunca preferiram ter uma mulher como chefe.


A ausência de fé na liderança feminina junto de algumas mulheres pode estar parcialmente relacionada à amplamente propagada percepção negativa das mulheres em cargos de liderança, algo documentado em estudos científicos e pormenorizadamente no livro de Lean In, de Sheryl Sandberg (Directora de operações da Facebook).

Uma crescente pilha de evidências sugere que as mulheres não confiam, e podem minar, o trabalho de ouitras mulheres. Numa pesquisa levada a cabo em 2010 junto de 142 secretárias legais, nenhuma preferiu trabalhar para uma mulher (cerca de 47% não tinha preferência). Um post do blogue HBR ressalva que os homens ainda dominam a industria legal, e se "tens como plano engatar o teu vagão a uma estrela em ascenção, os homens são a melhor aposta."

Uma pesquisa de 2011 apurou que 95% das mulheres sentia que havia sido minada por parte de outra mulher pelo menos uma vez durante a sua vida profissional. Num estudo de 2008, as mulheres que trabalhavam para supervisoras sofriam mais stress do que aquelas que trabalhavam para homens supervisores, reportou o Wall Street Journal.

Um dos motivos que pode levar a que as mulheres desconfiem uma das outras é o facto de poderem sofrer sanções por se ajudarem mutuamente. Um estudo de Julho levado a cabo junto de centenas de mulheres executivas apurou que as mulheres seniores que trabalham de modo a avançar as carreiras de outras mulheres recebem avaliações mais negativas por parte dos seus superiores.

Seria tentador assumir que a tendência irá mudar à medida que a geração mais jovem ascende nos rankings, mas os dados da Gallup sugerem, no entanto, que muitos que fazem parte da geração milenar [aqueles que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000] continuarão a preferir não ter uma mulher em cargos de liderança. 



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As mulheres são mais susceptíveis que os homens de preferir ter um homem como chefe (e não uma mulher). De que forma é que as feministas tencionam resolver este "problema"?

Como sempre, o feminismo encontra-se repleto de inconsistências internas (algo comum nas ideologias que não acreditam numa verdade absoluta): se as próprias mulheres não querem ter mulheres como chefes, então de que forma é que uma verdadeira feminista pode apoiar a ideia de que deveriam existir mais mulheres chefes? Certamente que o feminismo não pode ser uma ideologia que força as mulheres a aceitar coisas que elas não querem.

Para as pessoas que estão mais alertas em relação à psicologia feminina, não existe qualquer tipo de dicotomia: as mulheres estão sempre em competição intra-sexual e como tal, dentro do ambiente de trabalho as mulheres olham para as outras mulheres como rivais pela atenção masculina. Para além disso, é mais difícil para uma mulher assegurar a sua posição tendo uma mulher como chefe do que tendo um homem.


Portanto, sempre que o movimento feminista exigir a presença mais mulheres em cargos de liderança, temos que levar em consideração que essa posição não é mantida pela maioria das mulheres.






sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Juíza Mary Jane Mowat diz o óbvio mas as feministas não concordam

As estatísticas em torno das condenações por motivos de violação não irão melhor "até que as mulheres parem de se embebedar"; quem o afirma é uma juíza reformada, e previsivelmente estas palavras já lhe valeram críticas por parte dos grupos feministas, alegando que as palavras da juíza reformada são "potencialmente prejudiciais".

A juíza Mary Jane Mowat, de 66 anos e que até recentemente trabalhou para a Oxford Crown Court, afirmou que era complicado assegurar as condenações quando as mulheres não tinham a certeza do que aconteceu devido ao facto de terem bebido demasiado.

Ela disse que os jurados deparam-se com uma tarefa impossível quando o caso se resume à palavra duma pessoa contra a palavra de outra. 

Falando para um jornal de Oxford, a juíza disse o seguinte

Serei ridicularizada por afirmar isto, mas as condenações por motivos de violação não irão melhorar até que as mulheres parem de se embebedar. É inevitável que seja a palavra duma pessoa contra a palavra doutra, e o ónus da prova é que tu tens que ter a certeza antes de emitir uma condenação.

Não estou a dizer que é correcto violar uma mulher que se encontra embriagada, e nem estou a dizer que é moralmente correcto aproveitar-se duma mulher bêbada.

O que se passa é que os jurados encontram-se numa posição onde têm à sua frente uma mulher que diz "Eu estava totalmente fora de mim, não me lembro do que estava a fazer, não me lembro do que disse, não me lembro de ter dado consentimento, mas sei que nunca o faria".


Quando um júri se depara com uma situação deste tipo, de que forma é que é suposto eles reagirem?

Katie Russell, que faz parte do grupo Rape Crisis England, descreveu os comentários dela de "potencialmente muito prejudiciais":

O ponto que ela e outras pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal deveriam deixar publicamente bem claro é que se uma mulher se encontra incapacitada por motivos de drogas ou álcool, então ela não é capaz de dar consentimento.

E a responsabilidade legal está do lado do réu visto que ele tem que demonstrar como é que ele procurou e obteve consentimento; não é função da sobrevivente ser obrigada a recordar todos os detalhes.

É importante lembrar que actualmente só uns estimados 15% daqueles que são sexualmente abusados é que escolhem reportar isto à polícia. 


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Quando o feminismo chega a um ponto onde ele já não consegue dar um único conselho comportamental que seja objectivamente benéfico para as mulheres, podemos deduzir imediatamente que este movimento é claramente maléfico para as mulheres. As palavras de Mary Jane Mowat são lógicas e sensatas: pessoas bêbadas têm dificuldade em se recordar dos detalhes, e quanto menos detalhes uma pessoa bêbada e que tenha sido sexualmente abusada souber, mais difícil é condenar o acusado.

Tal como disse a juíza reformada, o ponto não é o de culpar as mulheres pelo decorrido, mas sim dar maior peso ao seu testemunho por virtude dela se recordar dum maior número de detalhes, facilitando assim a condenação do acusado. Basicamente o que a ex-juíza está a dizer às mulheres é:

"Quantos menos dados o sistema legal tiver, mais difícil é condenar um criminoso. Quanto mais bêbadas vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o réu, Logo, evitem ficar bêbadas porque, em caso de violação, fica mais fácil condenar o violador."

Esta forma de pensar pode ser usada com qualquer pessoa, independentemente do sexo. Aos homens potenciais vítimas de assalto pode-se dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o ladrão, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de assalto, fica mais fácil condenar o ladrão."

Aos homens potenciais vítimas de agressão física podemos dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o agressor, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de agressão, fica mais fácil condenar o agressor."

Em nenhuma destas situações se está a minimizar o acto criminoso, e nem a "culpar a vítima".

Semelhantemente, não é preciso que "as pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal" deixem "publicamente bem claro" que se um homem está incapacitado por motivos de álcool ou bebida, ele é incapaz de se defender da mesma maneira que se defenderia se não estivesse alterado, porque isso já se sabe.

Do mesmo modo, o sistema legal ocidental sabe (ou deveria saber) que mulheres bêbadas não têm a capacidade normal para dar consentimento, mas isso é irrelevante para o que a ex-juíza disse..

O ponto não se centra nas capacidades femininas quando elas se encontram sob o efeito do álcool, mas sim que elas deveriam evitar o álcool para que as suas capacidades de decisão estejam intactas, e também para que, na eventualidade de algum acto criminoso, elas melhor se lembrarem dos dados que podem levar à captura e prisão do(s) criminoso(s).

Quem quer o bem das mulheres, segue o conselho da ex-juíza, mas quem não quer agir de forma responsável, segue a mentalidade feminista. Quem perde com isto são as mulheres visto que criminosos que poderiam ser mais facilmente identificados por uma pessoa sóbria, são deixados em liberdade (com o risco de voltarem a fazer o mesmo) porque a vitima não se lembra de detalhes importantes consequência à quantidade de álcool ingerida.

Pronta para testemunhar em tribunal




segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Como o politicamente correcto causou o abuso sexual de mais de 1400 meninas

Por Roger Scruton

Uma história de abuso sexual  desenfreado - ignorada e encorajada pela polícia - está a emergir d povoação Britânica de Rotherham. Até hoje, a sua dimensão e alcance seriam impensáveis num país civilizado, e os seus detalhes irão causar a que os vossos cabelos fiquem de pé.

Imaginem o seguinte caso: uma rapariga é levada para os cuidados dos serviços sociais da sua área porque os seus pais são tóxico-dependentes e porque ela tem sido negligenciada e tem faltado à escola.

Ela é uma de muitas, visto que isto é normal na Inglaterra actual. E as entidades governamentais locais - Concílios - podem ser ordenados pelos tribunais a ocupar o lugar dos pais perante a criança negligenciada. O Concílio coloca  rapariga numa casa, onde ela é mantida sob supervisão do departamento dos serviços sociais.

A casa é frequentemente visitada por homens jovens que tentam seduzir a jovem rapariga para dentro dos seus carros como forma de lhes dar drogas, álcool, e levá-las a ter sexo com elas. A rapariga, que se encontra solitária e sem ninguém que se preocupe com ela, encontra-se com os homens no exterior, que lhe prometem idas ao cinema e a festas onde estão crianças da sua idade.

Ela cai na armadilha.

Depois de ter sido repetidamente abusada sexualmente por um grupo de cinco homens, é-lhe dito que, se ela disser a alguém o que ocorreu com ela, ela será retirada da casa e espancada. Quando, depois da repetição do episódio, ela ameaça ir à polícia, ela é levada para o campo, regada com gasolina, e ameaçada com fogo até que ela promete não ir para a polícia.

Entretanto, ela tem que aceitar ser abusada semanalmente em troca de drogas e álcool. Rapidamente ela dá por si a ser levada para outras áreas da povoação, e contratada para propósitos sexuais por parte de outros homens. Ela sente-se atormentada e deprimida, e quando chega ao ponto de já não conseguir mais aguentar, ela dirigi-se à polícia. Ela só consegue dizer atabalhoadamente algumas palavras e não consegue acusar alguém em especial. A sua queixa é rejeitada com base de que qualquer contacto sexual que tenha ocorrido foi consensual.

A assistente social a cargo do seu caso ouve a sua queixa, mas diz que ela nada pode fazer até que a rapariga identifica os abusadores. Mas quando a rapariga os identifica, a  assistente social rejeita as suas palavras e diz que ela nada pode fazer. O seu pai, apesar do vício das drogas, tentou manter o contacto com a filha e suspeita que algo está a acontecer. Mas quando ele se dirige à polícia, ele é preso por "obstrução de justiça" e acusado de fazer a polícia  perder o seu tempo.

Durante os dois anos que se seguem, por várias vezes ela tenta acabar com a sua vida, mas eventualmente acaba abandonada e sem-abrigo, sem uma educação formar e sem perspectiva de algum dia vir a ter uma vida normal.

"É Impossível", dirão vocês, "que tal coisa possa ocorrer na Grã-Bretanha". Na verdade, este é apenas um de 1,400 casos, todos eles materializados durante os últimos 15 anos na povoação South Yorkshire de Rotherham, e todos ele envolvendo raparigas vulneráveis que se encontravam ao cuidado do Concílio ou sem protecção adequada por parte da sua família (e totalmente à mercê de gangues de predadores sexuais).

Quase ninguém foi preso, nenhuma assistente social ou membro da polícia foi repreendido, e até recentemente, o assunto foi ignorado por todos os responsáveis e classificado de "insignificante". No entanto, um aumento do conhecimento público em relação ao caso levou a queixas, despoletando uma série de relatórios oficiais. O mais recente, do Professor Alexis Jay - antigo inspector-chefe de trabalho social na Escócia - e com 153 perturbadoras páginas, revela a verdade pela primeira vez. Um facto torna-se bem óbvio, e ele é que as vítimas eram brancas e os violadores eram Paquistaneses.

Os sociólogos convenceram o governo de que a polícia era racista.

Há quinze anos atrás, quando estes crimes estavam a começar, o Stephen Lawrence Inquiry na conduta da polícia Britânica foi feito pelo Sir William Macpherson - Juiz do Tribunal Supremo. A ocasião imediata havia sido o assassinato  onde a vítima era negra, os assassinos brancos, e o comportamento da polícia de investigação havia sido negligente e provavelmente preconceituoso. O relatório acusou a polícia - não só aqueles envolvidos no caso, mas toda a força policial do país - de "racismo institucionalizado". Esta propaganda sociológica foi, na altura, muito popular entre os sociólogos esquerdistas visto que fazia uma acusação que não poderia ser refutada por alguém que tivesse o azar de ser acusada dela.

Independentemente da forma como alguém se comportasse e da forma como alguém tratava as pessoas de raças distintas (sem levar em conta a sua identidade étnica ou a cor da sua pele), essa pessoa seria acusada de "racismo institucionalizado" pura e simplesmente devido a facto de se pertencer a uma dada instituição, e em nome de quem se falava. Sem surpresa alguma, os sociólogos e as assistentes sociais, maioritariamente dispostos a acreditar que a classe média é incuravelmente racista, agarrou-se à expressão.

Também MacPherson se juntou ao vagão na altura visto que, na altura, era a forma mais fácil e segura de lavar as mãos em público, e dizer que eu, pelo menos, não sou culpado do único crime que é universalmente reconhecido e cujas evidências estão por todo o lado.

A polícia estava mais preocupada com o politicamente correcto do que com o crime.

A consequência disto tem sido que as forças policiais têm-se desdobrado como forma de evitarem a acusação de racismo, ao mesmo tempo que as assistentes sociais  hesitam em intervir em casos onde podem ser acusadas de discriminação contra uma minoria étnica. As coisas ficam ainda piores com o aumento do islão militante, que acrescentou ao antigo crime de racismo um novo crime: a "islamofobia".

Actualmente, nenhuma assistente irá arriscar er acusada dum crime. Em Rotherham, uma assistente social teria que ser maluca, e a polícia ainda mais, para dar início a uma investigação de abuso sexual quando os criminosos são muçulmanos Asiáticos e as vítimas etnicamente Inglesas.  O melhor é varrer tudo isto para debaixo do tapete, encontrar formas de acusar as vítimas ou os seus pais (ou a cultura existente) de "racismo institucionalizado", e focar a atenção em assuntos muitos mais importantes tais como habitação para os recém-imigrantes, ou as infracções de trânsito cometidas pelos racistas da classe média.

Também os Americanos conhecem este síndrome. O politicamente correcto deriva de convicções sociológicas e das já-gastas teorias que as produziram, mas para as pessoas normais, ela deriva do medo. As pessoas de Rotherham sabem que não é seguro uma rapariga [branca] entrar num táxi com alguém com traços Asiáticos [ed: muçulmanos] eles sabem que, com relativa frequência, os muçulmanos não tratam as raparigas brancas com o mesmo respeito com que tratam as raparigas da sua comunidade. Eles sabem, e já sabem há 15 anos, que existem gangues de predadores que buscam raparigas vulneráveis, e que esses gangues são na sua maioria jovens homens Asiáticos que, na sua maioria, olham para a sociedade Inglesa não como uma comunidade a que pertencem, mas sim como uma campo de caça sexual.

Mas os habitantes de Rotherham não se atrevem a expressar este conhecimento - quer seja em palavras ou em actos. Menos ainda eles se atrevem a fazer isso se o seu emprego é o de uma assistente social ou um oficial da polícia. Se deixarem escapar a sugestão de que muçulmanos Paquistaneses são mais susceptíveis que os homens Ingleses  de levar a cabo crimes sexuais, serão classificados de racistas islamofóbicos, e serão ostracizados no local de trabalho e, de agora em diante, colocados sob monitorização.

Ninguém perderá o emprego

Isto seria menos importante se não houvessem consequências. Infelizmente, o politicamente correcto causa a que as pessoas não só disfarcem as suas crenças, mas se recusem a agir de acordo com elas, acusem os outros que confessam essas crenças, e, de modo geral, agir de acordo com as políticas que têm sido forçadas aos Ingleses por parte duma minoria de activistas.

O propósito dos activistas é perturbar e desmantelar as antigas formas de ordem social. Eles acreditam que a nossa sociedade não só é racista, como demasiado confortável, demasiado desigual, demasiado limitada a uma forma de estar antiquada que é tida pelas pessoas na base da nossa sociedade - a classe operária, os imigrantes, os sem-abrigo, os imigrantes ilegais - como opressiva e exigente. Eles [os activistas] propagam de modo entusiasta doutrinas do politicamente correcto como uma forma de vingança contra a nossa ordem social (da qual eles se sentem alienados).

As pessoas normais encontram-se tão intimidadas com isto que repetem estas doutrinas, como se elas fossem mantras religiosos com os quais eles esperam ficar protegidos dentro dum território hostil. Consequentemente, as pessoas Britânicas aceitaram sem resistência a enorme transformação com a qual foram afligidos durante os últimos 30 anos - transformação essa levada a cabo maioritariamente por activistas a operar através do Partido Trabalhista. Eles aceitaram políticas de imigração que encheram as nossas cidades com muçulmanos descontentes, muitos dos quais foram agora lutar contra nós na Síria e no Iraque.

Eles aceitaram o crescimento de escolas islâmicas dentro das quais as crianças são ensinadas a ficarem prontas para a jihad contra a ordem que os rodeia. Eles aceitaram a constante difamação do seu país, das suas instituições e da sua religião herdada, pelo simples motivo de que estas coisas são delas e, portanto, manchadas com lealdades proibidas [ed: Deus, patriotismo e família].

E quando finalmente a verdade é expressa, ninguém perde o seu emprego, ninguém é preso, e a Polícia eleita e o Comissário Comunitário para Rotherham, embora forçado a sair do Partido Trabalhista, recusa-se a apresentar a sua demissão. Depois de algumas semanas, tudo isto estará sob a tapete, e o trabalho de destruição poderá prosseguir como normal.

Fonte:  http://onforb.es/Y2QcsA



sábado, 1 de novembro de 2014

7 mentiras que as mulheres dizem durante um relacionamento

Por Nicholas Jack

Muitos de vocês certamente que já ouviram falar do livro que escrevi com o título The Key Logger . Para escrever esse livro, usei um key logger para registar todas as coisas tecladas pelas mulheres que usaram o meu computador durante o tempo em que elas se encontravam num relacionamento comigo. Tive um key logger no meu computador durante bastante tempo, e isso permitiu-me fazer uma coisa que a maioria dos homens não pode: saber quando é que as mulheres me estavam a mentir.

Estas sete mentiras foram as mais comuns que as mulheres me disseram durante os muitos anos que usei um key logger. Irei linkar-me a vários artigos e estudos como forma de vos ajudar a entender o porquê das mulheres mentirem à vossa frente, e o porquê disso estar totalmente errado.

7. Idade

A maior parte das raparigas com quem saio têm idades compreendidas entre os 18 e os 22 anos. No entanto. reparei numa coisa junto do pequeno grupo de mulheres com mais de 24 anos com quem andei: elas frequentemente mentem em relação à sua idade. Podem ser só alguns anos, mas elas mentem. Normalmente não incluiria uma amostra tão pequena nesta lista, mas devido ao facto de muitas delas terem tentado "cortar" alguns anos, eu tive que acrescentar.

As mulheres mentem em relação à sua idade por motivos óbvios: os homens têm atracção por mulheres jovens [ed: isto tem o nome de coreogamia - do grego “kore“, para mulher jovem solteira, donzela, sugerindo uma mulher atraente núbil, e, claro, -gamia, que significa fertilização, ou reprodução, do grego gamos, que significa "casamento"]. Leiam este artigo que fala em que idades as mulheres e os homens se acham no ponto mais alto do seu poder de atracção.

Mesmo com as mentiras dos média ("40 são os novos 30"), as mulheres sabem instintivamente quando é que os homens as acham mais atraentes, e quando elas se encontram acima dessa idade, elas tentam saltar para dentro uma máquina do tempo. Infelizmente, isso não funciona.

6. Estar solteira

Outra mentira que as mulheres dizem é em relação ao facto de estarem ou não solteiras. Há a mentira óbvia que elas dizem de ter um namorado quando o homem que se aproxima delas não lhes interessar, mas vamos focar a nossa atenção na situação inversa. Quando as mulheres realmente gostam dum homem que elas acabam de conhecer, muitas mentem e dizem não ter namorado. Ou mentem, ou nunca chegam a mencionar, o que é o mesmo que mentir.

Houve algumas mulheres que se encontravam num relacionamento sério antes de me conhecerem. Eu normalmente nunca pergunto se ela está solteira; eu assumo que sim a partir do facto dela me deixar beijá-la e tocá-la duma forma muito mais que amigável. Estas raparigas nunca mencionavam que tinham namorados e eu nunca saberia deles disto, se não fossem telefonemas estranhos, mensagens no Facebook, ou o facto de eu usar o key logger contra elas e ficar a saber que elas estavam a fazer malabarismo com dois (ou mais) homens.

Por vezes, estas raparigas tentavam continuar a ter um relacionamento comigo e com o outro homem, mas em outras alturas elas acabavam o relacionamento com o outro homem se por acaso nós os dois homens estivéssemos a desenvolver um padrão de vida onde acabavamos por nos encontrar. E havia também as raparigas que traíam os namorados de longa data apenas e só pela paixão e pela excitação de estar com outro homem.

A coisa mais assustadora disto é que o homem com quem elas traem pode acabar por lhes engravidar. Vejam este estudo para verem o quão honestas elas são em relação a isto. 50% das mulheres ADMITEM que iriam mentir ao namorado e dizer que o filho era seu (quando não era), e 42% das mulheres iriam mentir em relação à pílula como forma de engravidarem (...).

5. Somos apenas amigos, ele não está interessado

Outra mentira comum que as mulheres dizem quando dizem que estão num compromisso contigo é dizer, "Nós somos apenas amigos, ele não está interessado em mim." Eu pensava que elas realmente acreditavam nisto, e que apenas eram ingénuas o suficiente para notar no que estava a acontecer.. Isto não mudou muito até que notei na maneira óbvia como estes outros homens agiam em relação a elas: "Estou com saudades tuas" , "Estão tão sensual nesta foto", etc.. 

A partir deste tipo de mensagens ficou claro que nenhuma pode honestamente acreditar que estes outros homens só estavam interessados em ter amizade com elas. Para além disso, havia mulheres que respondiam a estes homens da mesma forma como eles falavam com elas.

Porque é que as mulheres fazem isto? Existem alguns motivos: Por vezes elas fazem isto para obter algum tipo de validação. Noutras alturas pode-se dar o caso delas estarem aborrecidas, ou então elas terem outros planos.

As mulheres costumam ter "planos de segurança" e "aqueles que me escaparam" com quem elas continuarão a falar e a flirtar. Elas guardam os "planos de segurança" para o caso do relacionamento actual não funcionar, e elas terem alguém para quem correr sempre que ocorrer uma discussão enorme dentro do relacionamento. Elas guardam "aqueles que me escaparam" para o caso delas conseguirem conquistá-los. Vocês podem ser despachados brevemente se por acaso elas forem bem sucedidas em conquistar um dos "que escaparam".

As mulheres normalmente saltam dum barco a afundar para outro sempre que pensam que podem obter um homem de valor superior. Isto é perturbador devido a forma bem fácil através da qual ela pode acabar por ficar grávida de outro homem. Pode acontecer que "aquele que lhe escapou" durma com ela uma vez e nunca mais a veja, ou então um dos homens do "plano de segurança" consiga ter acesso às suas calcinhas bem no meio duma das vossas discussões.

De qualquer forma, ela pode acabar na mesma situação que este homem. Este homem educou uma criança, mas depois ficou a saber que a sua esposa o havia enganado com outro homem e este outro homem era o pai da criança. Depois disto tudo, eles acabaram por se divorciar. Vamos lá, adivinhem quem teve que continuar a pagar pensão alimentícia para a criança. Vou-vos dar uma pista: não é o pai biológico. Exacto; é o homem que foi enganado e levado a criar a criança de outro homem.

Para aumentar ainda mais o insulto, a sua ex-mulher acabou por voltar para o pai biológico da criança. Portanto, o homem acabou por pagar uma pensão para uma criança que não era sua e que vivia com a mãe e com o pai biológico. É bem provável que o affair da esposa tenha acontecido depois da mulher dizer ao marido que o pai biológico da criança "nada mais é que um amigo".

4. Eu não flirto com outros homens

A mentira comum que se segue é uma que elas dizem com frequência: "Eu não flirto com outros homens." Esta é uma mentira comum e uma difícil de levá-la a admitir porque tudo depende da definição vaga de "flirtar".

Eis aqui a minha definição de flirtar: falar com um homem normal duma forma que o leve a pensar que tu estás sexualmente interessada nele. As mulheres conseguem ler a linguagem corporal melhor que os homens, e como tal, elas sabem quando é que elas estão a flirtar e quando é que eles estão interessados em "algo mais". Elas fazem isto pelos mesmos motivos listados em cima: planos de segurança, aborrecimento, etc.

3. É a primeira vez que eu faço isto

Acho que todos os homens experientes já ouviram isto várias vezes. Depois de trazeres uma mulher para tua casa após o  primeiro encontro, ou depois de se terem conhecido no clube, ela dirá algo do tipo "Eu nunca havia feito isto antes." Ela diz isto só para que tu penses que ela á uma boa rapariga, e que ela é incapaz de ir para cama com um homem que acabou de conhecer, e que tu és um-num-milhão com quem isto acabou por acontecer. Claro que se ela diz isto, então nem de perto nem de longe esta foi a primeira vez que isto aconteceu.

As raparigas tentam gerar a aparência de inocência de modo a que não percam a chance de ter um relacionamento contigo. As raparigas sabem que "Não é possível transformar uma vadia numa dona de casa" e como tal, elas irão tentar gerar a ilusão na esperança de que tu acredites nela. Infelizmente, muitos homens caem no golpe e coisas tais como as mencionadas no estudo que se segue acabam por acontecer.
Quanto mais parceiros sexuais os inquiridos [homens e mulheres] haviam tido entre os seus 18 anos e o momento do seu primeiro casamento ou primeira coabitação, mais provável ele ou ela eram de serem infiéis. (1.01) Fonte.
Sim, tu entras num casamento, e surpresa!, ela trai-te.

2. A última vez que teve relações sexuais

Esta é uma das perguntas favoritas. Comecei a fazer esta pergunta há muito tempo, e ainda é engraçado perguntar devido à ridiculamente elevada percentagem de mulheres que mente nas suas respostas. Não sei porquê, mas a maioria das mulheres gosta de dizer que a última vez que tive relações sexuais foi há seis meses atrás. Por alguma razão, nas suas cabeças, isto soa bem. Que pena que 8 em cada 10 instâncias isto seja uma mentira descarada.

Tal como disse anteriormente, as mulheres estão bem cientes que os homens não querem ter um relacionamento sério com mulheres promiscuas, da mesma maneira que as mulheres não querem ter um relacionamento sério com um homem desempregado ou que vive com a sua mãe. Elas sabem disto, e como tal, elas fingem uma inocência que não têm e usam-na como uma arma.

Este é um artigo que escrevi há algum tempo atrás, documentando o facto duma mulher ter dormido com os três escritores de Swooptheworld no espaço de 9 meses. Isto revela as suas hilariantes respostas quando confrontada com o facto de todos nós os três sabermos que havíamos estado com ela. Mesmo assim, ela ainda queria ser vista como uma "boa moça".

1. Número de parceiros sexuais

A mentira mais comum dita pelas mulheres centra-se na sua contagem de parceiros sexuais. Eu diria que 90% das mulheres mentiram-me em relação a isto, e esta foi a primeira mentira em relação a qual eu reparei, há anos atrás, na existência dum padrão. As raparigas querem ser vistas como inocentes, mas elas querem também que isso seja credível para ti. A maior parte de nós viu o filme “American Pie.” Nesse filme há uma cena que menciona o seguinte:
Jessica: Se um homem te diz o número de raparigas com quem ele já teve um relacionamento, esse número nem de perto nem de longe está perto da realidade. Pegas nesse número e divides por três, e então chegas ao número verdadeiro. Ok. Portanto, se ele te diz três raparigas, então é bem mais provável que seja apenas uma ou nenhuma. 
Vicky: Nenhuma? 
Jessica: A regra é três. Isto é uma ciência exacta. Consistente como a gravidade.
A regra dos três também funciona nesta situação, mas em sentido contrário. Quando a rapariga te diz que ela só teve três homens, então o mais provável é terem sido 9. Se ela te diz seis, então são 18. No entanto, já descobri que em muitas situações o número é 6 ou mesmo 7 vezes mais elevado que o número que ela te disse. Ao contrário do que a Jessica diz em relação à regra dos três, isto não é uma ciência exacta, mas usar esta regra é uma boa forma de ver o número de homens com quem ela já esteve.

É estranho que ninguém fale nisto visto que é uma mentira óbvia, e uma que pode levar um homem a dar tudo o que tem uma mulher que tem andado a saltar de cama em cama durante toda a sua vida. Reparem neste estudo que revela a forma drástica como os divórcios aumentam após cada um dos parceiros com quem ela dormiu:


O que estas mentiras comuns nos dizem:

Sim, as mulheres têm-te mentido durante toda a tua vida, mas há um dado positivo que pode ser extraído destas mentiras todas: elas significam que ela está interessada em ter um relacionamento contigo. Infelizmente, isso é a ÚNICA coisa positiva destas mentiras. Só porque elas querem algo sério contigo, isso não justifica o uso de mentiras como forma de tu teres um relacionamento com elas.

Elas usam o facto dos homens quererem uma mulher inocente [para relacionamento sério], e como tal,  tornaram-se mestres na arte de gerar a ilusão de serem mais inocentes do que realmente são. 

Elas querem o seu príncipe mas não querem viver como princesas. Não se deixem enganar.




quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Porque é que as feministas não se focam onde a violência sexual realmente acontece?

O silêncio das feministas em relação ao explosivo tópico da imigração e da violação é mais um indicador da sua total incoerência e mais um motivo para se rejeitar por completo as suas opiniões. Por todo o lado, desde a Austrália até a Noruega, os imigrantes maometanos estão a violar sexualmente em grupo raparigas brancas em números elevado....e devido a isto, as feministas dedicam o seu tempo ao horrível problema das raparigas universitárias embebedarem-se e terem relações sexuais consensuais com jovens homens brancos.
É difícil exagerar ao afirmar o quão horríveis estes crimes foram, tal como é difícil exagerar quando se afirma que as autoridades falharam por completo ao não protegerem as vítimas. Uma das raparigas foi regada com gasolina e ouviu que ela seria incendiada se não concordasse. Outras raparigas foram forçadas a observar raparigas a serem violadas, ao mesmo tempo que lhes era dito que elas seriam as seguintes se dissessem isso a alguém. A polícia olhava para estas raparigas com o mesmo desprezo com que olhava para os violadores.

E naquele que provavelmente é o parágrafo mais horrível do relatório publicado ontem, ficamos a saber que em dois casos, os pais localizaram as sus filhas, e tentaram salvar as filhas das casas onde elas eram mantidas, apenas para se verem presos pela polícia ao mesmo tempo que os violadores permaneciam livres.

Quantos membros do Conselho vocês imaginam que se encontram sob investigação ou foram despedidos? Sim, estão correctos: Nenhum. O presidente-executivo do Conselho de Rotherham, Martin Kimber, não só permaneceu no seu lugar, como afirmou não existirem evidências suficientes para processar ou disciplinar um únino membro do concílio...

A Esquerda política grita horrorizada quando existe a indicação mais ínfima de comportamento arrogante por parte dum homem branco. O projecto surdo com o nome "Everyday Sexism" é uma arma exclusivamente usada contra o homem branco da classe média por parte da mulher branca da classe média. Mas este mesmo projecto inventa desculpas para violadores, e até pedófilos, quando os criminosos são negros ou, especialmente, quando são membros da comunidade muçulmana. 
Por agora, é bastante aparente que, se tu vives nos EUA ou no Reino Unido, a lei não te irá defender; tu terás que te defender sozinho, e, possivelmente, contra os melhores esforços da lei. E isto não é problema visto que os membros do sistema legal são uma minoria, e eles sabem que são (...).

Fonte: http://bit.ly/Y1kBHZ

* * * * * * *
Porque é que as feministas centram os seus esforços no grupo étnico estatisticamente e proporcionalmente menos susceptível de levar a cabo um acto de violência sexual contra as mulheres? Porque o feminismo não tem como propósito defender as mulheres, nem "acabar com o abuso sexual das mulheres", mas sim (entre outras coisas)  atacar o poder dos homens brancos heterossexuais:

Naturalmente que, devido ao "poder estrutural" dos homens nos pontos mais elevados da sociedade, nenhuma destas alterações culturais e legais poderiam ter ocorrido sem a sua colaboração. Então, porque é que eles colaboram?

A razão principal prende-se com o facto dos "homens-no-poder" de qualquer sociedade terem sempre olhado para a larga maioria dos homens com uma mistura de desprezo e receio. Normalmente, os homens competem nas hierarquias, e aqueles que se encontram no topo das hierarquias geralmente sabem que eles estão sob algum tipo de ameaça dos restantes homens da hierarquia. Historicamente, isto tem sido controlado por aqueles que se encontram no topo através duma combinação de lealdades e prácticas feudais criadas para abater as classes mais baixas de homens - tais como guerras prolongadas e a classe de eunucos.

O Marxismo cultural dos finais do século 20 deu aos homens-no-poder uma ferramenta poderosa com a qual manter os homens dos escalões inferiores controlados (de forma mais ou menos permanente), organizando todo o resto da sociedade contra eles. Desta forma, os homens-no-poder reduziram a ameaça feita pelos outros homens.

Ou seja, a elite que financia o feminismo (homens brancos heterossexuais) usa esta ideologia para manter os outros homens brancos heterossexuais controlados e manietados de modo a que estes últimos nunca cheguem a remover os homens brancos heterossexuais que se encontram no topo do seu lugar de destaque. Por isso, ou também por isso, é que as feministas centram-se nos crimes dos homens brancos heterossexuais, mas ignoram por completo os erros dos homens não-brancos e não-heterossexuais.

Mas uma imagem vale mil palavras.....


No vídeo que se segue, vemos um homossexual a agredir violentamente uma rapariga, sem que isso tenha gerado algum tipo de comoção junto das hostes feministas. Se isto fosse feito por um homem branco heterossexual, as feministas não deixariam de usar este acto brutal para atacar todos os homens brancos heterossexuais.





sábado, 25 de outubro de 2014

A conspiração e corrupção da Escola de Frankfurt

Por Timothy Matthews

A civilização Ocidental encontra-se actualmente a passar por uma crise que é, essencialmente, diferente de qualquer outra que tenha sido alguma vez experimentada. No passado, as outras sociedades alteraram as suas instituições sociais ou as suas crenças religiosas devido à influência de forças externas ou devido ao lento desenvolvimento de crescimento interno. Mas nenhuma delas, tal como a nossa, enfrentou de modo consciente a perspectiva duma alteração fundamental nas suas crenças e instituições sobre as quais todo o tecido da vida social assenta.... A civilização [Ocidental] está a ser desenraizada dos seus fundamentos naturais e tradicionais, e a ser reconstruída numa nova organização que é tão artificial e mecânica como uma fábrica moderna. - Christopher Dawson. Enquiries into Religion and Culture, p. 259.

A maior parte da obra de Satanás no mundo é feita de modo a que a mesma permaneça oculta mas dois feixes de luz foram recentemente atirados sobre o seu trabalho. O primeiro, um pequeno artigo feito pela ACW Review da Association of Catholic Women; o segundo, um comentário (que inicialmente me surpreendeu) dum padre da Rússia que alegou que nós, no Ocidente, vivemos numa sociedade Comunista. Estes feixes de luz ajudam a explicar os ataques burocráticos que, em muitos países de todo o mundo, foram bem sucedidos em remover os pais como educadores e protectores primários dos seus filhos.

O ACW Review examinou o trabalho corrosivo da "Escola de Frankfurt" - um grupo de intelectuais Germano-Americano que desenvolveu perspectivas altamente provocantes e originais sobre a sociedade e sobre a cultura actual, baseando-se em Hegel, Marx, Nietzsche, Freud e Weber. Não se dava o caso da sua ideia duma "revolução cultural" ser algo inovador. "Até agora", escreveu Joseph Comte de Maistre (1753-1821) que durante 15 anos foi membro da maçonaria, "as nações eram mortas através da conquista - ou seja, por invasão: mas eis que surge agora uma pergunta importante: será possível uma nação morrer no seu próprio solo, sem qualquer tipo de recolonização ou invasão, permitindo que as moscas da decomposição corrompam o próprio cerne desses princípios originais e constituintes que fizeram dessa nação o que ela é".

O que foi a Escola de Frankfurt? Bem, nos dias que se seguiram à Revolução Bolchevique na Rússia, acreditava-se que a revolução do proletariado iria varrer a Europa e, eventualmente, chegar aos Estados Unidos. Mas isto não aconteceu. Mais para o final de 1922, a Internacional Comunista (Comintern) começou a considerar as lições que se poderiam extrair disto e sob iniciativa de Lenine, decorreu um encontro no Instituto Marx-Engels em Moscovo. O propósito deste encontro era o de esclarecer, e dar efeito concreto, à revolução cultural Marxista.

Entre os presentes estava Georg Lukacs (aristocrata Húngaro, filho de banqueiros, que se havia tornado Comunista durante a 1ª Guerra; um bom teórico Marxista, Lukacs desenvolveu a ideia da "Revolução do Eros" - o instinto sexual a ser usado como instrumento de destruição) e Willi Munzenberg (cuja solução proposta era a de "organizar os intelectuais de modo a usá-los para fazer com que a Civilização Ocidental cheire mal. Só então, depois deles terem corrompido todos os valores, e ter tornado a vida impossível, poderiam eles impor a ditadura do proletariado"). Segundo Ralph de Toledano (1916-2007), autor conservador e co-fundador do ‘National Review’, provavelmente, este encontro "mais prejudicial para a civilização Ocidental de que a própria Revolução Bolchevique".

Lenine morreu em 1924. Por essa altura, no entanto. Estaline começava a olhar para Munzenberg, Lukacs, e pensadores com a mesma orientação, como "revisionistas". Em Junho de 1949, Münzenberg fugiu para o Sul da França, onde, sob ordens de Estaline, um esquadrão que fazia parte da NKVD [polícia secreta Soviética] o apanhou e o enforcou numa árvore.

No Verão de 1924, depois de ter sido visto seus escritos atacados durante o 5º Congresso do Comitern, Lukacs mudou-se para a Alemanha, onde ele presidiu o primeiro encontro duma grupo de sociólogos de orientação Comunista, um encontro que levou à Fundação da Escola de Frankfurt. Esta "Escola" (criada para colocar em práctica o seu programa revolucionário) foi iniciada na Universidade de Frankfurt, no Institut für Sozialforschung. Para começar, esta Escola e o Instituto eram indistinguíveis. Em 1923, o Instituto foi oficialmente estabelecido e financiado por Felix Weil (1898-1975).

Weil havia nascido na Argentina e com 9 anos foi enviado para estudar na Alemanha. Ele frequentou as universidades em Tübingen e Frankfurt, onde ele se doutorou em ciência política. Durante o período em que se encontrava nas universidades, Weil foi ficando cada vez mais interessado no socialismo e no Marxismo. Segundo o historiador intelectual Martin Jay, o tópico da suas dissertação foi "os problemas prácticos da implementação do socialismo".

Carl Grünberg, o director do Instituto entre 1923 a 1929, era um Marxista declarado - embora o Instituto não tivesse qualquer afiliação política oficial - mas em 1930 Max Horkheimer assumiu o controle e ele acreditava que a teoria de Marx deveria ser a base para a pesquisa do Instituto. Quando Hitler ascendeu ao poder, o Instituto foi fechado e, através dos mais variados percursos, os seus membros fugiram para os Estados Unidas e migraram para as mais importantes Americanas universidades - Columbia, Princeton, Brandeis, e California em Berkeley.

A Escola contava entre os seus membros o guru da Nova Esquerda dos anos 60, Herbert Marcuse (criticado pelo Papa Paulo VI devido à sua teoria de emancipação que "abre a porta à permissão mascarada de liberdade"), Max Horkheimer, Theodor Adorno, o popular escritor Erich Fromm, Leo Lowenthal, e Jurgen Habermas - provavelmente o representante mais influente da Escola.

Basicamente, a Escola de Frankfurt acreditava que, enquanto o indivíduo tivesse a crença - ou até a esperança da crença - de que a sua dádiva divina da razão poderia resolver os problemas da sociedade, então essa mesma sociedade nunca atingiria o estado desesperança e alienação considerado necessário para que se provoque a revolução socialista. A sua tarefa, portanto, era de o minar o mais rapidamente possível o legado Judaico-Cristão.

Para levar a cabo isto, eles fundamentaram-se na mais destrutiva e negativa critica possível a todas as esferas da vida, que seria formada como forma de desestabilizar a sociedade e destruir o que eles viam como uma ordem "opressora". As suas políticas, esperavam eles, iriam-se propagar tal como um vírus "continuando o trabalho dos Marxistas ocidentais, mas por outros meios", tal como ressalvou um dos seus membros. Como forma de avançar com a sua "silenciosa" revolução cultural - sem nos dar, no entanto, qualquer tipo de indício dos seus planos futuros - a Escola de Frankfurt recomendou (entre outras coisas):

1. A instalação de ofensas raciais.
2. Mudanças contínuas como forma de gerar confusão.
3. O ensino do sexo e do homossexualismo às crianças.
4. A fragilização da autoridade das escolas e dos professores.
5. A imigração em massa como forma de destruir a identidade.
6. A promoção do consumo excessivo de álcool.
7. O esvaziamento das igrejas.
8. Um clima de suspeição sobre o sistema legal (com um viés em favor da vítima do crime).
9. A dependência do Estado ou de benefícios estatais.
10. O controle e redução intelectual dos média.
11. Fomentação da destruição da família.

Uma das ideias principais da Escola de Frankfurt era a exploração da ideia Freudiana com o nome de ‘panssexualismo’ - a busca do prazer, a exploração das diferenças entre os sexos, a subversão dos relacionamentos tradicionais entre os homens e as mulheres. Para avançar mais com a sua agenda, a Escola iria:

atacar a autoridade do pai, negar os papéis específicos do pai e da mãe, e retirar das famílias os seus direitos de educadores primários dos seus filhos.
abolir as diferenças na forma como se educam os rapazes e as raparigas.
• abolir todas as formas de domínio masculino - o que explica a presença de mulheres nas forças armadas.
• declarar as mulheres como "classe oprimida" e os homens como "classe opressora".

Munzenberg resumiu da seguinte forma os planos a longa prazo da Escola de Frankfurt:

Vamos fazer com que o Ocidente cheire mal.

A Escola acreditava que existiam dois tipos de revolução: a (a) política e a (b) cultural. A revolução cultural destrói a partir de dentro. "As formas modernas de sujeição estão marcadas pela brandura". Eles viam isso como um projecto a longo prazo, e mantiveram a sua atenção focada na família, na educação, nos média, no sexo e na cultura popular.

A Família

A "Teoria Crítica" da Escola de Frankfurt pregava que a "personalidade autoritária" é produto duma família patriarcal - uma ideia directamente associada com o livro de Engels com o título "Origins of the Family, Private Property and the State", que promovia o matriarcado. Antes disso, e falando da radical noção da "comunidade de mulheres" (e escrevendo no The German Ideology de 1845), Karl Marx havia já escrito de forma depreciativa sobre o conceito da família como unidade básica da sociedade.

Este era um dos pilares da Teoria Crítica: a necessidade de destruir a família contemporânea. O Instituto pregava que "Até o colapso parcial da autoridade paternal na família tende a aumentar a prontidão da geração vindoura em aceitar alterações sociais".

Seguindo as pegadas de Marx, a Escola demonstrou de que forma é que a "personalidade autoritária" era um produto da família patriarcal - foi Marx quem escreveu de um modo negativo da família como unidade básica da sociedade, o que preparou ainda mais a guerra contra o sexo masculino levada a cabo pela Nova Esquerda durante os anos 60 (promovida por Marcuse sob a máscara de "emancipação da mulher"). Eles propuseram a transformação da nossa sociedade numa sociedade dominada pelas mulheres.

Em 1933, Wilhelm Reich, um dos membros da Escola de Frankfurt,, escreveu "The Mass Psychology of Fascism" onde dizia que o matriarcado era o único e o genuíno tipo familiar da "sociedade natural". Eric Fromm era também um defensor activo da teoria do matriarcado. O masculino e o feminino, disse ele, não eram reflexões das diferenças sexuais "essenciais", tal como os Românticos haviam pensado, mas sim algo que derivava das funções mundanas que eram em parte determinadas pela sociedade. O seu dogma estabeleceu o precedente para os radicais anúncios feministas que, actualmente, aparecem em todos os jornais e programas de televisão.

Os radicais sabiam exactamente o que queriam, e como fazer as coisas. Eles foram bem sucedidos.

Educação

O Lorde Bertrand Russell juntou-se à Escola de Frankfurt no seu esforço de engenharia social e disse de sua justiça no seu livro de 1951 com o título "The Impact of Science on Society". Nele, Russell escreve:

A fisiologia e a psicologia têm dentro de si espaço para técnicas cientificas que ainda aguardam desenvolvimento. A importância da psicologia em massa aumentou consideravelmente devido ao crescimento dos métodos modernos de propaganda. Destes, o mais influente é aquele chamado de "educação". Os psicólogos sociais do futuro irão ter um número de cursos para as crianças em idade escolar, e neles serão testados métodos distintos de forma a produzir a inabalável convicção de que a neve é preta.

Rapidamente, se obterão vários resultados. Primeiro, que a influência do lar é destrutiva. Segundo, que nada mais pode ser feito a menos que a indoutrinação comece antes dos 10 anos. Terceiro, que os versos musicais entoados de forma repetitiva são muito eficazes. Quarto, que a opinão de que a neve é branca tem que ser mantida como forma de demonstrar um gosto mórbido pela excentricidade.

Mas já me estou a antecipar. Cabe aos cientistas do futuro dar precisão a estas máximas, e descobrir quanto é que custa, por cabeça, fazer com que as crianças acreditem que a neve é preta, e quão menos custaria levá-los a acreditar que ela é cinzenta-escura. Quanto a técnica tiver sido aperfeiçoada, todos os governos que estiverem encarregados da educação durante uma geração, serão capazes de controlar os seus súbditos sem a necessidade de exércitos e polícias

Escrevendo para a Fidelio Magazine em 1992, Michael Minnicino nota como os herdeiros de Marcuse e Adorno dominam por completo as universidades, "ensinando os seus alunos a deixar de lado a razão em favor de exercícios ritualistas do Politicamente Correcto. Foram publicados muito poucos livros teóricos de arte, letras, ou línguas nos Estdos Unidos ou na Europa que não reconheçam abertamente a sua dívida para com a Escola de Frankfurt. A "caça às bruxas" que ocorre actualmente nas universidades nada mais é que a implementação do conceito de Marcuse com o nome de "tolerância repressiva" - 'tolerância para com os movimentos da esquerda, ms intolerância para com os movimentos da direita' - forçada pelos estudantes da Escola de Frankfurt."

Drogas

O Dr. Timothy Leary oferece-nos outro olhar para dentro da mente da Escola de Frankfurt com a sua descrição do trabalho da Harvard University Psychedelic Drug Project com o nome ‘Flashback'. Leary citou uma conversa que teve com Aldous Huxley:

Estas drogas mentais, produzidas em massa nos laboratórios, irão levar a cabo alterações gigantescas na sociedade. Isto irá ocorrer comigo e contigo, ou sem nós os dois. Tudo o que podemos fazer é propagar a palavra.
Timothy, o obstáculo a esta evolução é a Bíblia.

Leary prossegue, afirmando:

Tínhamo-nos deparado com o compromisso Judaico-Cristão com Um Deus, uma religião, uma realidade, que há séculos amaldiçoava a Europa, e que também amaldiçova os Estados Unidos desde os seus dias iniciais. As drogas que abriam a mente para realidades múltiplas inevitavelmente levavam-nos para uma visão politeista do universo. Sentíamos que o tempo para uma nova religião humanista fundamentada na inteligência, no pluralismo benéfico e no paganismo científico havia chegado.

Um dos directores do projecto "Personalidade Autoritária", R. Nevitt Sanford, desempenhou um papel fulcral no uso das drogas psicadélicas. Em 1965, ele escreveu o seguinte num livro, publicado pelo braço editorial do Instituto Tavistock (Reino Unido):

A nação parece fascinada com os nossos +/- 40,000 viciados em drogas que são vistos como pessoas rebeldes duma forma alarmante, e que têm que ser refreadas a todo o custo através de dispendiosas actividades policiais. Só um desconfortante Puritanismo poderia dar o seu apoio à práctica de se focar nos viciados em drogas (e não nos 5 milhões de alcoólatras) e tratá-los como um problema de polícia e não como um problema médico, ao mesmo tempo que se suprimem drogas inofensivas tais como a marijuana e o peyote juntamente com as drogas perigosas.

Hoje dia, os principais propagandistas do lobby das drogas fundamentam os seus argumentos (para a legalização) nas mesmas mentiras científicas propagadas há anos pelo Dr. Sanford. Entre tais propagandistas encontra-se o multi-milionário ateu George Soros, que escolheu como um dos seus primeiros programas domésticos juntar esforços que visavam colocar em causa a eficácia dos $37 bilhões por ano gastos na guerra às drogas.

O Lindesmith Center, apoiado por George Soros, á a voz principal dos Americanos que querem descriminalizar ao uso das drogas. Soros é o ‘Daddy Warbucks da legalização das drogas,’ alegou Joseph Califano Jr. do National Center on Addiction and Substance Abuse da Universidade de Columbia (The Nation, Sep 2, 1999).

Música, Televisão e Cultura Popular

Adorno viria a torna-se no líder da divisão focada nos "estudos músicas" da Escola de Frankfurt, que promoveu no seu livro "Theory of Modern Music" a perspectiva de propagar a música atonal, bem como a popular, como forma de destruir a sociedade, formas de música degeneradas como forma de promover a doença mental. Ele afirmou que os Estados Unidos poderiam ser colocados de joelhos através do uso da rádio e da televisão como forma de promover a cultura de pessimismo e desespero; perto do final dos anos 30, Adorno (juntamente com Horkheimer) haviam migrado para Hollywood.

A expansão de jogos de computador violentos também apoiava os propósitos da Escola de Frankfurt. 

Sexo

No seu livro, The Closing of the American Mind, Alan Bloom observou a forma como Marcuse havia atraído os estudantes universitários dos anos 60 com uma combinação de Marx e Freud. Nos seus livros "Eros and Civilization" e "One Dimensional Man"Marcuse prometeu que a superação do capitalismo e da sua falsa consciência iria resultar numa sociedade onde as maiores satisfações seriam sexuais. A música rock foca-se no mesmo ponto junto dos jovens. Expressão sexual sem limites, anarquia, exploração do inconsciente irracional e atribuição de total liberdade, é o que eles têm em comum.

Os Média

Os media actuais - e ninguém menos que Arthur ‘Punch’ Sulzberger Jnr., que assumiu o controle do New York Times em 1992 - baseou-se muito no estudo da Escola de Fankfurt com o nome de The Authoritarian Personality. (New York: Harper, 1950). No seu livro Arrogance, (Warner Books, 1993) o antigo repórter da CBS News Bernard Goldberg, ressalvou que Sulzberger ‘ainda acredita em todas aquelas noções dos anos sessenta em torno da "emancipação" e "o homem que muda o mundo" . . .  De facto, os anos-Punch têm sido uma marcha inabalável pela Avenida Politicamente Correcta, com uma redacção ferozmente dedicada à todas as formas de diversidade, excepto a intelectual.'

No ano de 1953, o Instituto voltou para a Universidade de Frankfurt. Adorno morreu em 1955, e Horkheimer em 1973. O Instituto para Pesquisa Social continuou, mas o que era conhecido como a Escola de Frankfurt não continuou. O "Marxismo cultural" que entretanto tomou posse das nossas escolas e das nossas universidades - aquele "politicamente correcto" que tem destruído os laços familiares, as nossas tradições religiosas, e toda a nossa cultura - emergiu da Escola de Frankfurt.

Foram estes intelectuais Marxistas que, mais tarde, durante as demonstrações contra a guerra do Vietname, cunharam a frase "make love not war"; foram estes intelectuais que promoveram a dialéctica do criticismo "negativo"; foram estes teóricos que sonharam com uma utopia onde os seus líderes iriam governar. Foi o seu conceito que levou à tendência actual de re-escrever a história, e para a moda do "desconstrucionismo". Os seus slogans: "as distinções sexuais são um contracto; se sabe bem, faz; faz o que te apetece".

Nas suas palavras ditas à US Naval Academy em Agosto de 1999, o Dr Gerald L. Atkinson, Comandante da Marinha Americana (Retirado), deu uma palestra geral sobre a Escola de Frankfurt, lembrando à sua audiência de que foram os "soldados rasos" da Escola de Frankfurt que introduziram as técnicas de "treino da sensibilidade" que têm sido usadas nas escolas públicas há mais de 30 anos (e estão actualmente a ser usadas no Exército Americano como forma de educar as tropas sobre o tópico do "assédio sexual").

Durante os treinos de "sensibilidade", foi dito aos professores que não ensinassem mas sim que "facilitassem", técnica esta criada como forma de convencer as crianças de que eles eram a autoridade única nas suas vidas.


Atkinson continua, dizendo:

A Personalidade Autoritária, estudada pela Escola de Frankfurt nos anos 40 e 50 na América, preparou o caminho para a guerra posterior contra o sexo masculino promovida por Herbert Marcuse e o seu grupo de revolucionários sociais (sob a máscara de "emancipação das mulheres"), bem como pelo movimento da Nova Esquerda dos anos 60. A evidência de que as técnicas psicológicas de alteração de personalidade têm como propósito a feminização do homem Americano é disponibilizada por Abraham Maslow, fundador da "Third Force Humanist Psychology" e promotor das aulas psicoterapêuticas, que escreveu, ".... o próximo passo da evolução pessoal é a transcendência para além da masculinidade e da feminilidade para a humanidade geral".

No dia 17 de Abril de 1962, Maslow deu uma palestra a um grupo de freiras do Sacred Heart, colégio feminino Católico em Massachusetts. Maslow ressalvou no seu diário a forma como o seu discurso havia sido "muito bem sucedido", mas ele classificou esse facto de perturbador:

Elas não deveriam aplaudir o que eu dizia mas sim atacar-me. Se elas estivessem plenamente cientes do que eu estava a fazer, eles iriam atacar. (Journals, p. 157).

A Rede

No seu folheto "Sex & Social Engineering" (Family Education Trust 1994), Valerie Riches ressalvou que nos finais dos anos 60 e princípios dos anos 70, existiam campanhas parlamentares intensas que emanavam dum número de organizações das áreas do controle de natalidade (isto é, contracepção, aborto, esterilização):

A partir da nossa análise dos seus relatórios anuais, tornou-se aparente que um número comparativamente pequeno de pessoas encontravam-se, até um nível surpreendemente, envolvida numa gama de grupos de pressão. Esta rede não só se encontrava unida através das pessoas comuns, mas também pelo financiamento comum, ideologia comum, e até moradas comuns.

Esta rede era também apoiada por uma vasta gama de interesses e ocasionalmente suportada com dinheiro de departamentos governamentais. No centro da  rede encontrava-se a Family Planning Association (FPA) com a sua colecção de ramificações.

O que nós descobrimos foi uma estrutura de poder com uma influência enorme.

Investigações mais aprofundadas revelaram que a rede estendia-se para áreas como a eugénica, controle populacional, controle de natalidade, reformas sexuais, direito familiar, educação sexual e educação em torno da saúde. Os seus tentáculos atingiam editoras, instituições médicas, instituições educacionais e de pesquisa, organizações femininas e grupos de orientação matrimonial - onde quer que a sua influência se pudesse fazer sentir. Parecia que essa rede tinha uma influência enorme nos média, sobre os oficiais permanentes de departamentos governamentais relevantes, levando em conta todas as proporções e os números envolvidos.

Durante a nossa investigação, um palestrante do Sex Education Symposium em Liverpool delineou as tácticas da educação sexual, afirmando, "Se nós não entrarmos dentro da educação sexual, as crianças simplesmente seguirão as escolhas dos seus pais". O facto da educação estar em vias de passar a ser um veículo para os vendedores ambulantes do humanismo secular, rapidamente se tornou claro.

No entanto, por essa altura o poder da rede e a totalidade ds implicações decorrentes das suas actividades não eram plenamente entendidas. Pensava-se que a situação se limitava à Grã-Bretanha e as implicações internacionais não eram compreendidas. Pouco depois, surgiu um pequeno livro com o intrigante título de "The Men Behind Hitler—A German Warning to the World". A sua tese era a de que, depois do holocausto na Alemanha Nacional Socialista, o movimento eugénico, que havia obtido popularidade no início do século 20, tinha-se retirado para a clandestinidade mas ainda se encontra activo e funcional através de organizações tais como aquelas que promoviam o aborto, a eutanásia, a esterilização, a saúde mental, etc.

O autor apelou ao leitor que olhasse para o seu país, e para os países à sua volta, porque certamente que ele iria ver que os membros e os comités destas organizações eram comuns até um nível impressionante.

Outros livros e artigos provenientes de fontes independentes vieram mais tarde a confirmar esta situação. . . . Um livro notável foi também publicado nos Estados Unidos documentando as actividades do grupo "Sex Information and Education Council of the United States" (SIECUS). Tinha o título de "The SIECUS Circle A Humanist Revolution". O grupo SIECUS foi estabelecido no ano de 1964 e não passou muito tempo até tomar parte num programa de engenharia social através da educação sexual nas escolas.

A primeira directora-executiva foi Mary Calderone e tinha ligações próximas com a Planned Parenthood, a equivalente Americana da British FPA. Segundo o livro "The SIECUS Circle", Calderone apoiou os sentimentos e as teorias avançadas pelo humanista Rudolph Dreikus tais como:

· misturando ou revertendo os sexos ou os papéis sexuais;
· emancipando as crianças das suas famílias; 
· abolir a família tal como nós a conhecemos.

No seu livro Mind Siege, (Thomas Nelson, 2000) Tim LaHaye e David A. Noebel confirmaram os dados apurados por Riches relativos a uma rede internacional:

As vozes autoritárias do Humanismo Secular pode ser graficamente retratadas como uma equipa de basebol: a atirar a bola está John Dewey; a agarrar está Isaac Asimov; na primeira base está Paul Kurtz; na segunda Corliss Lamont; na terceira Bertrand Russell; entre a segunda e a terceira base ["shortstop"] está Julian Huxley; do lado esquerdo está Richard Dawkins; no meio campo está Margaret Sanger do lado direito está Carl Rogers; o técnico é Ted "o Cristianismo é para derrotados" Turner; a rebatedora designada é Mary Calderone; na lista de jogadores utilitários estão as centenas de nomes presentes no verso do Manifesto Humanista I e do Manifesto Humanista II, incluindo Eugenie C. Scott, Alfred Kinsey, Abraham Maslow, Erich Fromm, Rollo May, e Betty Friedan.

Nas arqui-bancadas encontram-se organizações patrocinadoras ou organizações de apoio tais como ..... a Escola de Frankfurt, a facção esquerdista do Partido Democrata, os Socialistas Democratas da América, as universidades Harvard, Yale, Minnesota, Berkley (Califórnia), bem como outros 2,000 colégios e universidades.

Um exemplo práctico da forma como o pensamento tsunâmico de Maslow engoliu as escolas Inglesas foi revelado num artigo presente no jornal Catholic Family do British Nat assoc. of Catholic Families’ (NACF) (Agosto de 2000), onde James Caffrey lançou um aviso sobre o programa "Citizenship" (PSHE), que seria pouco depois colocado no Curriculo Nacional:

Temos que olhar atentamente para o vocabulário usado neste novo tema, e mais importante ainda, descobrir a base filosófica sobre o qual está assente. As pistas para isto podem ser encontradas na palavra "escolha" que ocorre com frequência na documentação do [programa] Citizenship, e o enorme ênfase que é colocado no acto dos alunos discutirem e "esclarecerem" o seu ponto de vista, os seus valores e as suas escolhas em torno dum dado assunto. Isto nada mais é que o conceito conhecido como "Esclarecimento de Valores" - conceito que é anátema para o Catolicismo (...).

Este conceito foi inicialmente propagado na Califórnia durante os anos 60 por parte dos psicólogos William Coulson, Carl Rogers e Abraham Maslow. O mesmo baseava-se na psicologia "humanista", onde os pacientes eram vistos como os juízes únicos das suas acções e do seu comportamento moral. Havendo promulgado a técnica do "Esclarecimento de Valores", os psicólogos introduziram-no nas escolas bem como em outras instituições - tais como conventos e seminários - com resultados desastrosos.

Os conventos esvaziaram-se, os religiosos perderam a sua vocação e houve uma perda generalizada da fé em Deus [ed: tal como era suposto]. Porquê? Porque as instituições têm como base crenças absolutas tais como o Credo e Os Dez Mandamentos, só para dar alguns exemplos. O "Esclarecimento de Valores" assume o relativismo moral onde não há um bem ou um mal absolutos, e nenhuma dependência de Deus. Este mesmo sistema está em vias de ser introduzido às crianças, aos juniores e aos adolescentes com mentes vulneráveis (...).

A filosofia inerente do "Esclarecimento de Valores" defende que o facto dos professores promoverem virtudes tais como a honestidade, a justiça ou a castidade, é uma forma de indoutrinar as crianças e uma "violação" da sua liberdade moral. É defendido que as crianças sejam livres para escolher os seus próprios valores; o professor deve apenas "facilitar" e evitar toda a moralização e toda a crítica.

Tal como um advogado disse recentemente, em relação à preocupante tendência da educação Australiana, "O tema chave do esclarecimento de valores é o que não existem valores morais certos ou errados. A educação de valores não buscar identificar e transmitir os valores "certos", ensinos da Igreja, especialmente a encíclica papal Evangelium Vitae."

Na ausência de algum tipo de orientação moral, as crianças naturalmente fazem escolhas com base nos seus sentimentos. A poderosa pressão social, liberta dos valores que emanam duma Fonte Divina, garantem que os "valores comuns" afundem-se para o mais baixo denominador comum. Referências à sustentabilidade ambiental levam a uma forma de pensar onde os argumentos anti-vida (para o controle populacional) sejam apresentados não só responsáveis como também como desejáveis.

Semelhantemente, a "escolha informada" em torno da saúde e do estilo de vida são eufemismos para atitudes contrárias às visões Cristãs em torno da maternidade, da paternidade, do sacramento do casamento e da vida familiar O "Esclarecimento de Valores" é dissimulado e perigoso, e ele é a base de toda a racionalidade do Citizenship (PSHE) e ele será brevemente introduzido nas escolas do Reino Unido.

Isto irá dar valores seculares às crianças e encorajá-las a adoptar a atitude de que só eles são a autoridade máxima e judicial nas suas vidas. Nenhuma escola Católica pode incluir este novo tema tal como formulado no documento Curriculum 2000 dentro da provisão do actual currículo O Dr. William Coulson reconheceu os danos psicológicos que a técnica de Rogers infligiu aos jovens e rejeitou-os, dedicando a sua vida a expor os perigos.

Não deveriam aqueles em posição de autoridade dentro das instituições Católicas fazer o mesmo, à medida que o ‘Citizenship’faz a sua mortífera aproximação? Se permitirmos que esta subversão de valores e de interesses, prossiga, iremos perder, nas gerações futuras, tudo pelo qual os nossos antepassados lutaram e morreram. Fomos avisados, disse Atkinson. Uma leitura da história (e tudo isto está nos relatos históricos mainstream) diz-nos que estamos em vias de perder o que nós temos de mais precioso - as nossas liberdades individuais.

Philip Trower, numa carta para o autor, diz:

O que nós estamos a sofrer actualmente é uma mistura de duas escolas de pensamento: a Escola de Frankfurt e a tradição liberal que teve início no Iluminismo do século 18. Claro que a Escola de Frankfurt tem como fonte remota o Iluminismo do século 18, mas tal como o Marxismo de Lenine, ele é um movimento separatista. O objectivo imediato tanto do liberalismo clássico como da Escola de Frankfurt tem sido, essencialmente, o mesmo (ver os 11 pontos de cima), mas o propósito final é diferente. Para os liberais, a sua ideologia leva à "melhoria" e ao "aperfeiçoamento" da cultura ocidental, mas para a Escola de Frankfurt, ela leva à sua destruição.

Ao contrário dos Marxistas da linha dura, a Escola de Frankfurt não faz planos para o futuro. (Mas) a Escola de Frankfurt parece ver mais além do que os nossos liberais clássicos e do que os nossos secularistas. Pelo menos eles vêem que os desvios morais que eles promovem irão tornar a vida social impossível e intolerável. Mas isto levanta uma grande questão em torno da forma como seria um futuro liderado por eles.

Entretanto, a Revolução Silenciosa avança.




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