sábado, 22 de outubro de 2011

As mulheres liberadas são infelizes. Está supreso?

Por Margaret C. Galitzin

Traduzido por Andrea Patrícia

Na semana passada, fui convidada a visitar a capital de um país praticamente desconhecido chamado Lapônia. É uma cidade bem agradável, de clima temperado, sem mosquitos e com uma baixa taxa de criminalidade. O povo, porém, é um pouco diferente.

Os homens da Lapônia adotaram cores e vestuário femininos

Os homens desse país estavam seguindo uma moda popular que tomou conta do país há quarenta anos em que eles tentaram parecer mais delicados e femininos. A mídia e máquinas de propaganda da Lapônia estavam claramente por trás da tendência: roupas de homens em tons pastéis e estampas delicadas seguiram as linhas fluidas e macias do vestuário das mulheres.

Tricô e acolchoados para homens proliferaram. Um locutor anunciou com orgulho que aquelas típicas profissões femininas eram agora dominadas pelos homens: 85% de manicures, cabeleireiros, babás, costureiros e faxineiros domésticos eram homens. Aulas de balé também foram preenchidas com os meninos e homens.

Os meninos encheram as aulas de balé

O ambiente calmo da cidade apresentava um cenário idílico repleto de homens pacíficos, domesticados. No entanto, vim a saber, os homens não estavam felizes. Pesquisas mostraram que, apesar de a moda para os homens evitar os seus traços masculinos e abraçar características femininas, esses homens estavam descontentes. Os homens da Lapônia estavam deprimidos, buscando tratamento psiquiátrico, e geralmente insatisfeitos com a vida.

Por que isso não é surpreendente? Quando os homens negam sua natureza e tentam ser o que não são, nós encontramos o resultado esperado: frustração, desequilíbrios mentais, insatisfação e infelicidade.

Agora, quando eu aplico a minha experiência na Lapônia aos Estados Unidos, eu vejo que não é muito diferente na medida em que nós mudamos os sexos – ao contrário dos homens que tomam o lugar das mulheres, aqui as mulheres estão tomando o lugar dos homens.

De fato, para o último meio século, as mulheres nesse país têm de engolir os mitos do feminismo – que deveriam agir e se vestir como homens, deixar a casa e entrar no mundo dos negócios, ocupar postos de trabalho profissional, competir nos esportes – e tudo o mais no mundo do “homem”.

A busca para ser como os homens e alcançar a igualdade em todas as esferas tornaria as mulheres mais felizes e realizadas. Esta foi a suposição geral por trás do mito. E assim as mulheres se tornaram policiais e entraram nas forças armadas. Tornaram-se motoristas de ônibus, caminhão e taxistas. Elas inundaram as escolas de medicina, engenharia e direito e ocuparam as mesas de trabalho em escritórios comerciais. Elas entraram no mundo das finanças, tornando-se gerentes de bancos, corretoras e planejadores de investimento. Elas praticam esportes masculinos como basquete, futebol e até artes marciais* e boxe. Elas se tornaram financeiramente independentes, “sexualmente liberadas” e psicologicamente livres.

As mulheres entraram no exército e se tornaram corretoras da bolsa, mas são infelizes

De acordo com toda a propaganda com a qual temos sido bombardeados com durante os últimos quarenta anos, a mulher deve ser feliz, certo? Errado. Dois relatórios recentemente apresentaram resultados mostrando que as mulheres têm se tornado cada vez mais infelizes desde 1972. Parece que o feminismo não abriu o caminho que muitas mulheres pensaram que abriria.

Um estudo, “The Paradox of Declining Female Happiness” [O Paradoxo da diminuição da Felicidade Feminina], foi realizado pelos economistas Betsey Stevenson e Justin Wolfers. Eles devidamente notam que as mulheres americanas são mais parecidas com os homens do que eram há quarenta anos: Elas trabalham fora de casa, vão para a faculdade, controlam a sua fertilidade e praticam esportes profissionais. Não obstante, as chamadas conquistas da era feminista deixaram as mulheres em grande infelicidade.

Na década de 1960, as mulheres americanas declararam-se mais felizes, em média, do que os homens. Hoje, a felicidade das mulheres caiu tanto em termos absolutos quanto relativamente aos homens. (1).

O segundo relatório foi uma sondagem especial realizada pela Fundação Rockefeller e pela revista Time. Comparando os resultados de hoje com uma pesquisa similar sobre a situação das mulheres americanas realizadas em 1972, somos informados de que há quarenta anos, 1/3 das mulheres eram trabalhadoras – agora quase todas são. Elas constituem 57% dos estudantes de faculdade. As mulheres compõem 15% do Exército – um aumento de 2% desde 1972. Hoje elas são representadas no Gabinete, na legislatura e no Supremo Tribunal de Justiça. (2)

Há também outras estatísticas que mostram as consequências negativas do feminismo: Em 1970 a maioria das crianças cresceram com uma mãe dona-de-casa, agora cerca de 30% o fazem. Hoje, 39% de todos os nascimentos são de mães solteiras, comparado com 12% em 1972, graças a este fenômeno assim como da devastação criada pelo divórcio, 23% das crianças vivem com uma mãe solteira. Além disso, apesar de mais mulheres trabalharem fora de casa, elas continuam a ser a principal responsável por cuidar dos filhos e trabalhar dentro da casa. (3)

O relatório da Time conclui que a mulher americana liberada de 2009 está definitivamente mais poderosa – mas também, sem dúvida, menos feliz.

Você está surpreso? Para mim, a surpresa não é que hoje as mulheres são infelizes. Qualquer um com os olhos abertos pode ver isso no dia-a-dia e ao falar com as mulheres modernas. A novidade é que estudos confiáveis de grande escala estão realmente relatando o fato. Até agora, esta verdade tinha sido cuidadosamente coberta para promover o feminismo. É um sinal de esperança ver se este nevoeiro vai começar a levantar.

Como os homens na Lapônia, a mulher moderna que tem seguido a moda do feminismo nestas últimas décadas, têm sido enganadas pelas suas mentiras. Uma mulher não foi feita para ser como um homem, ela foi feita para ser sua companheira. Ela tem sua própria natureza e vocação da maternidade que Deus deu especialmente para ela. Se ela vai contra a sua natureza, ela não vai ser como os homens. Ela vai perder a sua delicadeza, dignidade e auto-respeito. Ela vai se tornar uma mulher insatisfeita, frustrada e infeliz.

_____________________________

1. The Paradox of Declining Female Happiness, edição on-line.
2. 2. “The State of the American Woman,” TIME magazine, 26 de outubro de 2009, pp 24-33.
3. Ibid.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Decadência: Boxes para prostitutas “trabalharem” com mais privacidade

Havendo rejeitado a única ideologia que poderia de forma segura lutar contra a perversão sexual, a Europa acomoda a prostituição.

A polícia propôs a instalação de “sex boxes” no distrito da luz vermelha de Zurique (Suíça) a fim de fazer com que as prostitutas locais trabalhem com mais privacidade. O autor da ideia é Daniel Leupi, chefe da polícia da cidade, que resolveu apelar depois de uma enxurrada de reclamações de moradores.

As “sex boxes” já estão em uso em algumas cidades alemãs, como Essen e Colônia. Elas são
cercas de metal que possibilitam que um interessado nos serviços de uma prostituta estacione tranquilamente sem ser notado pela vizinhança negociando com a profissional do sexo. Para a vizinhança, a cena, muitas vezes em plena luz do dia, não é agradável.

“Não podemos nos livrar da prostituição, então temos que aprender a controlá-la”, disse Reto Casanova, porta-voz da polícia de Zurique.

Depois de se ler o que está a negrito, só podemos imaginar qual vai ser a forma que os esquerdistas europeus vão encontrar para "controlar" a pedofilia.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Amnistia Internacional quer que Canadá prenda George W. Bush


A Amnistia Internacional pediu nesta quarta-feira às autoridades canadianas que detenham e levem à justiça o antigo Presidente norte-americano George W. Bush, por “crimes contra o direito internacional” que incluem “tortura”, quando este visitar o Canadá, a 20 de Outubro.

Este pedido está contido num memorando entregue pela organização de direitos humanos às autoridades canadianas a 21 de Setembro, indica um comunicado da Amnistia.

Como as autoridades dos EUA até agora ainda não levaram à justiça o ex-Presidente Bush, a comunidade internacional deve intervir”, diz Susan Lee, directora da AI para as Américas. Se o Canadá se abstiver de agir durante a sua visita, isso constituirá uma violação da Convenção das Nações Unidas contra a tortura e será uma manifestação de desprezo em relação aos direitos humanos fundamentais”, continua, citada pelo comunicado.

As acusações da AI dizem respeito ao programa secreto da CIA aplicado entre 2002 e 2009 que infligiu aos detidos “a tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos e degradantes, assim como desaparecimentos forçados”, acusa a organização. A AI refere ainda que durante a sua presidência, Bush autorizou “técnicas violentas de interrogatório”.

Fonte


Alguém pergunte aos esquerdistas da AI se o Obama continua com as mesmas técnicas de interrogação ou não.

Para além disso, espero que eles façam o mesmo quando os líderes iranianos, sauditas, sudaneses, norte-coreanos, cubanos (e practicamente de qualquer país comunista ou islamita) visitarem o Canadá.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

França: 5 norte-africanos atacam casal branco

Obrigado ao rafael123montovani pela sugestão.

Sem dúvida que o SOS Racisme foi contactado e notificado deste óbvio caso de crime de ódio.

Certo? Certo?!!

Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.

A ideologia toma preeminência sobre a moralidade.

A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.

Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.

Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.

É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.

O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.

Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:

After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.

Mulheres tóxicas

Vejam o link original (no final do texto) onde o autor tem lá bons vídeos.

Uma mulher é tóxica se ela abraçou o feminismo e vive de acordo com as crenças cardinais de total egoísmo e irresponsabilidade para as mulheres. As mulheres tóxicas não só são bastante comuns como não parece que sejam uma espécie em vias de se extinguir num futuro próximo. De facto, as mulheres tóxicas são em maior número que as mulheres não-tóxicas.

As mulheres tóxicas pensam que é moralmente correcto:

  • Usar o sistema legal sob controle feminista para roubar os bens do ex-marido após o divórcio;
  • Negar o acesso do pai aos seus próprios filhos se a mulher quiser;
  • Iniciar processos legais contra patrões e colegas se ela achar que esta a ser "oprimida";
  • Acusar um homem de violação se, após uma noite de intimidade, ele não a abraça pela manhã ou nunca mais volta a ligar;
  • Ter empregos como "bombeira" e polícia (ou militar) e receber o mesmo que os homens embora não tenham a mesma habilidade, força ou destreza, e nem corram os mesmos riscos que o homem corre.

Não é seguro um homem ficar sozinho com uma mulher tóxica e nem é seguro ele dar-lhe boleia até a sua casa ou fazer-lhe qualquer tipo de um elogio - as falsas acusações de violação ou assédio sexual estão prontas a serem lançadas por mulheres que sofram uma de uma vasta gama de problemas de personalidade.

Se um homem espera evitar problemas legais e financeiros, ele nunca deve sair em encontros românticos, ficar perto, contratar ou interagir com mulheres tóxicas.

Mulheres tóxicas na sociedade.

Se tu és um homem a viver na Europa ou nos EUA, ou em qualquer outro lugar onde o feminismo já tenha infectado as mulheres locais (Brasil, etc), então tu és um homem a viver entre milhões de mulheres tóxicas. Estas mulheres não são um bocado tóxicas: elas são tóxicas até ao extremo. Elas são tão tóxicas que apenas o gesto de estar ao lado delas é prejudicial para a saúde do homem.

O feminismo, e a sua disseminada adopção por parte da maior parte das mulheres ocidentais, gerou uma mentalidade feminina monstruosa que aflige todos à sua volta. Esta mentalidade "primeiro eu", "quero tudo", "sou melhor que tu" é uma atitude que estas mulheres abraçaram tendo pleno conhecimento (ou ignorância imperdoável) do mal que isso causa às pessoas à sua volta - em especial aos homens.

Quão tóxica é esta mulher?

  • Feministas são tóxicas se te casas com elas.

Antigamente o casamento não só era algo de importante como também era a base da sociedade, e, de facto, de toda a civilização. De uma forma ou outra, e atravessando culturas e divisões históricas, a definição formal de família - que implicava a união entre um homem e uma mulher - teve um propósito vital em incentivar o homem, proteger a mulher e gerar crianças.

Nos dias que correm, no entanto, o casamento é um contrato totalmente desigual onde o homem foi sobrecarregado com responsabilidades financeiras em relação à mulher, ao mesmo tempo que, à mulher, nada foi imposto, requerido ou restrito.

Com um divórcio sem responsabilidades, a mulher é livre para escolher abandonar o casamento (e em 90% dos casos é ela que inicia o divórcio) desde que ela assim o sinta, tendo como conforto a certeza de que o ex-marido vai ser obrigado a pagar o estilo de vida a que ela se acostumou. No entanto, não há qualquer tipo de provisão nesse sentido para o estilo de vida do homem - aparentemente é moralmente aceitável ele experimentar um decréscimo acentuado no seu estilo de vida devido ao facto dele estar a financiar as escolhas da sua ex-esposa.

As mulheres tornaram-se tão tóxicas, especialmente as mulheres americanas, que elas se aperceberam que estão a ser de modo incremental rejeitadas em favor de mulheres não-ocidentais. Mas em vez de levarem esse facto como um aviso ao seu nível tóxico, elas (as mulheres ocidentais) tentam impedir os homens de buscarem mulheres não insuladas pelo feminismo.

Se um homem não tomar cuidados extremos em escolher uma mulher que EXPLICITAMENTE renuncia o feminismo - e uma mulher em que ele possa depositar confiança - o casamento não é viável para o homem ocidental. A mulher tóxica tem muitas opções, muitas armas e muitas agências - incluindo o governo - que tem interesse em encorajá-la em abandonar o marido e destruí-lo no processo.

  • As mulheres são tóxicas se tiveres relações sexuais com elas.

Com a histeria injustificada em torno das violações que ocorrem nos encontros, ou violações sob efeito do álcool ou drogas, e mesmo violações entre conjugues, as mulheres estão sempre prontas a acusar os homens de violação quando se encontram na inconfortável posição de ter dormido com um homem e depois arrependerem-se pela manhã.

  • As mulheres são tóxicas se as contrata-as.

Contratar uma mulher com idade para conceber filhos não faz sentido para as pequenas empresas. Para além de elas poderem ter que se ausentar para ter os filhos, as mulheres no local de trabalho no geral são um risco e um peso para o patrão e para os colegas de trabalho.

A presença de mulheres no local de trabalho abre uma avenida de potenciais problemas que não existem com os homens:

* Alegações de assédio sexual
* Queixas em relação às diferenças salariais
* Ausências maternais
* Queixas em torno de "oportunidades iguais"
* "Alturas do mês".
  • As mulheres são tóxicas se lhes dás boleia a casa ou se partilhas um elevador com elas.

As falsas acusações de violação ou assédio sexual são bastante comuns em países como a Inglaterra. Isto é tanto assim que várias normas tem que ser seguidas para governar a interacção entre os homens e as mulheres. De um modo ostensivo, estas regras foram feitas para proteger as mulheres dos predadores masculinos (com todos os homens a serem inseridos neste grupo).

No entanto, apesar da misandria inerente a estas regras, elas ajudam os homens mais do que ajudam as mulheres uma vez que, embora os assédio reais e as violações sejam raras, as falsas acusações contra os homens são comuns.

Aconselha-se aos homens que se mantenham bem longe das mulheres tóxicas (feministas) e certifiquem-se que nunca se encontram sozinhos com elas em lugar algum.

  • As mulheres são tóxicas se tiveres filhos com elas.

Mães tóxicas não só estão totalmente à vontade para negar direitos de visita a pais sem custódia, como também possuem o total apoio do sistema de justiça - supostamente "no melhor interesse da criança".

As mulheres são também livres de acusar falsamente o homem de violência doméstica ou abuso sexual de modo a que a lei previna o marido de ver os filhos - e ela fique com a custódia.

Quando as mentiras das mulheres tóxicas são descobertas, os tribunais raramente punem as mulheres (supostamente como forma de "defender os interessas da criança").

  • As mulheres são tóxicas se discordas com elas.

Se um homem não está de acordo com as crenças cardinais do feminismo - pior, se ele chega a trazer a lume um ponto que não está de acordo com "os direitos da mulher" - ele é logo catalogado de "misógino". Desta forma, todas as opiniões masculinas feitas auto-defesa dos ataques feministas são suprimidas ao serem categorizadas de "ataques à mulher".

Por exemplo, se uma feminista declara que as mulheres são "o motor da sociedade", e tu lhe apontas para o facto de todas as grandes descobertas científicas e tecnológicas da Humanidade terem sido feitas por homens, apesar do que tu dizes ser uma constatação óbvia e historicamente correcta, a feminista pode considerar isso "um ataque às mulheres".

  • As mulheres são tóxicas se tu trabalhas com elas.

Devido aos seus receios de serem vítimas de falsas acusações de assédio, muitos (muitos!) homens que trabalham em sítios como a City de Londres nunca entram num elevador se a única pessoa lá presente é uma mulher. Mesmo homens poderosos e donos de grande companhias vivem com um medo constante das acusações das empregas.

  • Será que as mulheres vão mudar? Haverá luz no fundo do túnel?

Não, não há. Tal como as coisas estão actualmente, e devido às vantagens que essa ideologia lhes dá sobre os homens, não há incentivos para que as mulheres abandonem o feminismo. Apesar das supostas vantagens serem detrimentais para as mulheres - bem como para os homens e para as famílias - elas sabem bem para as mulheres e como tal, não há esperança em elas renunciarem essa ideologia.

O egoísmo das mulheres tóxicas simplesmente é demasiado extremo para elas se aperceberem da armadilha que o feminismo cavou para todos nós. Elas caíram na cantiga da sereia do feminismo e elas não só pensam que são as "escolhidas" como acreditam que são inerentemente superiores aos homens.

Elas ficam felizes quando roubam os bens do ex-marido e impedem-no de ter contacto com os filhos -- elas realmente pensam que isto é uma vitória para elas. Elas nem se apercebem dos estragos que o seu egoísmo causa nos seus próprios filhos ao privá-los da presença fundamental do pai.

Mulheres tóxicas não só gostam de sistemas de quotas (em inglês, "affirmative action" = acção afirmativa) que negam empregos a homens mais qualificados, como ficam contentes quando podem iniciar processos legais contra os patrões por qualquer que seja a razão. Elas consideram isso como "dar poder às mulheres".

Devido ao seu egoísmo, elas não se apercebem do mal que tal atitude está a causar à economia ocidental.

Os homens e os rapazes são tratados como inferiores às mulheres e às meninas quando, de facto, o mundo depende do homem duma forma que não depende da mulher. Como diz o ditado, "o homem constrói, as mulher decora". Ao porem de parte os homens e os rapazes - na verdade ao oprimirem-nos - a sociedade ocidental caminha para a auto-destruição (exactamente o que os marxistas querem).

As mulheres são muito mais consumidoras do que geradoras de riquezas, e elas dependem mais do homem do que o homem depende das mulheres. Se as mulheres deixassem de existir amanhã de manhã, os homens provavelmente inventariam úteros artificiais e prosseguiriam com a vida.

No entanto, se todos os homens morressem hoje, a civilização iniciaria o processo de extinção mal a primeira lâmpada se fundisse.

As mulheres tóxicas são a norma e não a excepção no ocidente. Se queres minimizar as hipóteses de cair na rede duma mulher tóxica, eis aqui alguns passos que podes tomar:

1) Toma muito cuidado com quem te casas. Se não conseguires encontrar uma mulher que não esteja infectada com mentiras feministas, o melhor é ficares solteiro.

2) Nunca tenhas relações sexuais com mulheres que não conheças bem se ela tiver consumido álcool.

3) No local de trabalho, evita ficar sozinho com uma mulher tóxica. Se tiveres um escritório próprio, deixa sempre a porta aberta quando uma mulher ficar sozinha contigo. Se estiveres para entrar num elevador, e vires que vais ficar sozinho com uma feminista, vai pelas escadas. Nunca dês boleia a feministas a menos que esteja sempre presente uma terceira pessoa.

4) Não é por acaso que não existe uma pílula masculina e a maior parte das crianças são concebidas sem o conhecimento (e aprovação) do pai. Estes dois pontos requerem ponderação mais alongada.

5) Se tens uma empresa, não contrates uma feminista em idade para ter filhos (20-35). Se o fizeres, é provável que te tornes num ex-patrão.

6) Faz um teste de paternidade para todos os teus filhos. A tua mulher não levantará problemas se o teu propósito é ter o mesmo grau de certeza que ela tem. Se ela colocar objecção - mesmo de um modo passivo - e apelar ao argumento da "confiança" ("Não confias em mim?!!!") , então estás a lidar com uma mulher tóxica. Provavelmente um dos filhos que ela diz ser teu é de outro homem.

As coisas estão assim tão más?

Claro que não - espero eu. No entanto, tal como escrito em cima, a esmagadora maioria das mulheres ocidentais subscreve a muitos princípios do feminismo. Como tal, não prejudica nada estar preparado.

Modificado a partir do original.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Polícia Judiciária preocupada com falsas violações no Norte do País


A Polícia Judiciária está preocupada com as situações de falsas violações que são comunicadas às autoridades e que implicam dispendiosas investigações, e afectação de meios, que depois se vêm a verificar não serem verdade.

Um comunicado divulgado esta segunda-feira, a polícia dá conta de várias ocorrências de queixas caluniosas, todas ocorridas no Norte do País

Em Setembro de 2010, foi comunicada uma situação de violação, na zona de Famalicão, apresentando como suspeito um agente de autoridade. Os factos teriam ocorrido “no exercício das suas funções e quando prestava auxílio a uma jovem”. No entanto, após várias diligências, o inquérito concluiu que se tratava de uma mentira.

Já no dia 8 de Dezembro do ano passado, uma jovem de 14 anos disse ter sido roubada e violada numa rua do Porto por vários indivíduos. Apurou-se agora que não existiu qualquer crime. “Remetido o inquérito à autoridade judiciária competente, foi determinado que fossem tomadas as medidas necessárias no âmbito de um processo tutelar e educativo pelo respectivo Tribunal de Família e Menores”, esclarece a PJ.

CASOS REPETEM-SE ESTE ANO

Mais recentemente, no passado dia 9 de Setembro, foi comunicado pela GNR de Vale de Cambra que dois homens, depois de tocaram à campainha de uma residência, agrediram a proprietária, colocaram-lhe um saco na cabeça e, já no interior da casa, agrediram-na e violaram-na. Afinal, tudo foi simulado pela alegada vítima.

Em Outubro, no dia 6, foi também denunciada uma situação de violação, ocorrida na zona de Santa Maria da Feira, desvendando-se na investigação que, por razões pessoais, foi imputada a autoria do crime a “pessoa determinada que se veio a apurar não corresponder à verdade”. A queixosa foi constituída arguida.

Por fim, no dia 10 de Outubro, em Vila Nova de Gaia, uma jovem comunicou que foi abordada, violada e transportada numa carrinha para junto do Hospital Santos Silva, onde depois deu entrada. “Desenvolvidas prontamente as investigações e respectivos exames e perícias, incluindo médico-legais, concluiu-se pela simulação do crime de violação, tendo já sido remetido o inquérito ao Ministério Público”, conclui a PJ.

Fonte


Claro que enquanto a situação não se resolve, os homens acusados ficam com o estigma de "violadores" sem terem culpa nenhuma. Para algumas mulheres, isto é perfeitamente aceitável.

O que é assustador nesta situação é saber que crianças de 14 anos já usam este tipo de metodologia. Por aqui se pode ver o quão profunda tem sido a corrosão feminista na sociedade portuguesa.

domingo, 16 de outubro de 2011

Patriarcado leva mulheres a escolher os melhores empregos

Eis aqui algo que fará as feministas acobardarem-se com medo. Estudos demonstram que muitas mulheres seguem os passos do pai quando escolhem um emprego.

Exacto; os homens são os responsáveis pelo facto das mulheres se interessarem por empregos bem remunerados. Não é o feminismo, nem os "estudos femininos", nem os programas governamentais que visam "dar poder às mulheres" mas sim os homens (nesta caso, o pai).

Para ser justo, o estudo não fornece o número exacto nem o motivo exacto, mas há uma tendência cultural notável especialmente com pais envolvidos na vida das filhas.

Porque é que isto é importante? Porque, tradicionalmente, os "empregos masculinos" são melhor remunerados devido ao esforço físico, melhores qualificações e maior ênfase na matemática e na ciência.

Durante todo o tempo em que algumas mulheres se queixaram de "estarem barradas de alguns empregos" a resposta estava bem à sua frente: passem mais tempo com o vosso pai, confrontem-no em relação aos empregos e ele vai-vos ajudar.

Embora a figura do pai biológico tenha sido destruída e horrivelmente desvalorizada na cultura moderna, aqueles sortudos que têm a presença do pai por mais do que dois fins de semana por mês têm maiores hipóteses de ter carreiras profissionais bem sucedidas.

Quanto mais o pai se envolveu na vida das filhas, mais elas desenvolveram melhores interesses profissionais. E sabem que mais? As filhas entraram em áreas similares à do pai. Quem esperaria tal coisa?

Isto demonstra o impacto positivo que um pai responsável tem na vida duma criança - especialmente na vida da filha. As crianças precisam de um bom pai e enquanto o pai for o ganha-pão da família, as crianças buscarão a sua opinião na altura de escolherem uma profissão.

A remoção do pai da vida familiar e a sua "substituição" pela pensão alimentícia (ou pelos subsídios estatais) aumentam o risco da sociedade perder uma boa funcionária na próxima geração.

Conclusão:

Manter o pai envolvido na vida dos filhos tem, a curto prazo, o condão de proporcionar um ambiente mais positivo para as crianças, e a longo prazo, a possibilidade de gerar um membro útil e produtivo para a sociedade (quem tem melhores empregos, ganha mais dinheiro, e, desde logo, pode investir mais na economia).

Modificado a partir do original


Claro que para as feministas, desejosas que colocar as crianças sob a alçada do Estado - essa entidade com um historial enorme e "positivo" na educação de crianças - a remoção do pai é um passo fundamental na sua guerra à família natural.

Quanto menos tempo as filhas passarem com o pai, maiores serão as probabilidades delas caírem no engodo e na mentira do feminismo (na sua contínua guerra contra o homem). Quem tem evidências familiares de que o homem não é inimigo das mulheres, nunca irá adoptar como ideologia de vida uma filosofia política baseada precisamente nessa não existente inimizade do homem em relação às mulheres.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Feminista distorce mitologia chinesa como forma de promover feminismo

Mais um exemplo de revisionismo histórico tão comum entre a esquerda política. Vejam a forma como esta feminista distorceu a sua própria cultura como forma de promover a sua nojenta ideologia.

Quero-vos dar um exemplo dos mitos que eu alterei. Quando a mulher guerreira fica com as palavras gravadas nas suas costas, isso, na realidade, é uma história masculina. É sobre a história dum homem chamado Yüech Fei a quem a mãe lhe gravou as palavras nas costas.

Eu peguei nisso, e atribui o evento a uma mulher. Dei o mito dum homem a uma mulher não só porque isso faz parte da guerra feminista que ocorre no livro (THE WOMAN WARRIOR) mas também para remover as histórias masculinas dele e atribuir a força das mesmas à mulher.

Eu vejo isso não só como um acto agressivo na narração duma história mas também como algo que faz parte da minha liberdade em brincar com o mito. Para além disso, eu sinto que os mitos têm que ser modificados e ser o objecto de brincadeiras a toda a hora como forma de os manter vivos.

Quando cheguei a esse ponto, decidi não dizer às pessoas a verdade em torno das histórias originais - e como eu havia brincado [mentido] com elas - uma vez que apenas queria prosseguir com a história. Eu pensei "deixa que sejam os estudiosos a descobrir mais tarde".


Ou seja, esta feminista literalmente castrou um dos heróis bélicos chineses mais famosos e transplantou os órgãos sexuais louros da história para a heroína revisionada como forma de, retroactivamente, "redistribuir poder às mulheres".

Suponho que se tu não tens a tua mitologia heróica autêntica é sempre mais fácil roubar a dos homens.


Herói chinês vítima da agenda feminista.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sedutora "loira e bonita" leva mangina à ruína

A paixão ardente de António, nome fictício, 57 anos, por uma brasileira "loura e bonita", de 28 anos, acabou por o levar à ruína. Em quatro anos ficou sem 160 mil euros, as poupanças da família, dois carros e a casa onde reside, no concelho de Porto de Mós, que estava paga e tem agora uma hipoteca. Sentindo-se burlado, apresentou queixa no Ministério Público.

"Dei-lhe tudo quanto me pediu, ela tem-me levado o dinheiro todo, mesmo depois de ter voltado para o Brasil, há dois anos", contou António ao CM, confessando que se apaixonou "perdidamente". "Acreditei que ela vinha para Portugal ter comigo, ela diz-me que vem no Natal e eu até já lhe paguei o bilhete de avião".

Desde finais de 2007, quando a conheceu através de um anúncio num jornal, António pagou várias cirurgias de aumento do peito à sua amada e comprou um café, em Leiria, para ela explorar com uma sobrinha, a quem pagou 20 mil euros pela festa de casamento com um português.

Mas o estabelecimento acabou vendido e o dinheiro usado para comprar uma loja de pronto-a-vestir, em Salvador da Baía, onde a jovem brasileira está a residir desde há dois anos.

Há alguns meses, ela veio a Portugal e comprou quatro mil euros em roupa, que António pagou, com o argumento de que "daria bom lucro no Brasil".

"Eu sei que é uma paixão maluca, o meu objectivo era ficar com ela, agora nem sei", conta António, adiantando que "ainda este mês lhe enviou "dinheiro para o Brasil, por ela lhe ter dito: "Se gostas de mim prova-o, arranja-me mais dinheiro".

Ao ver-se na penúria, abandonado pela mulher e pela filha, António admite a custo ter sido enganado. Já fez três queixas, por burla, no Ministério Público, desistindo das duas primeiras.

Fonte


Só demorou 4 anos para se aperceber que estava a ser burlado. Pelo menos ela não engravidou de outro homem e fingiu que este pobre coitado era o pai - forçando-o assim a pagar pensão alimentícia para o resto da sua vida.

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