quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Como o patriarcado afecta as mulheres ao volante

A parte do "patriarcado" era distracção. O vídeo é só sobre mulheres ao volante. Reparem na última manobra do vídeo.

ATENÇÃO: Se és uma feminista igualitária, bêbada com a noção de que o homem é uma cópia defeituosa da mulher, ou um mangina desejoso de comer as migalhas que caem das mesas feministas, não vejas este vídeo.


domingo, 18 de setembro de 2011

Dawn Eden: Sou uma das muitas vítimas do feminismo e do sexo casual

Uma antiga groupie (mulher que acompanha bandas musicais durante as digressões) explica como ela veio a descobrir que a moralidade e a castidade fazem mais sentido do que o "amor livre".

A geração dos anos 60 pensava que tudo deveria ser livre. No entanto, alguns anos mais tarde, os hippies vendiam garrafas de água nos festivais de rock a 5 dólares cada.

Mas para mim o preço do "amor livre" foi ainda maior. Sacrifiquei aqueles que deveriam ter sido os melhores anos da minha vida pela mentira sombria do amor livre. Todo o sexo que alguma vez tive - e tive mais do que a minha conta - longe de trazer o relacionamento duradouro que buscava, apenas tornou o casamento uma miragem.

Não estou sozinha nesta forma de pensar. Podem-me incluir entre as insatisfeitas filhas da revolução sexual, um grupo contra-cultural composto por mulheres que se aperceberam que o sexo casual é uma mentira e estão a preferir permanecer castas.

Tenho 37 anos e como milhões de outras raparigas, nasci num mundo onde as jovens mulheres eram encorajadas a explorar a sua sexualidade. Isto era-nos apresentado como um facto feminista.

Durante os anos 60, a futura editora da Cosmopolitan Helen Gurley Brown perguntou "Pode uma mulher ter sexo como um homem?" Sim, disse ela, uma vez que "tal como o homem, [a mulher] é uma criatura sexual".

A sua perspectiva iniciou o lançamento de artigos em várias revistas femininas contendo coisas como "100 novos truques sexuais". Então, a feminista amante-do-sexo Germaine Greer afirmou que "as grupies são importantes porque elas desmistificam o sexo; elas aceitam-no como algo físico e elas não são possessivas em relação às suas conquistas." Como historiadora da música pop e filha da revolução sexual, aceitei o chamamento da Germaine Greer.

Enquanto eu era ainda ignorante da ordem formal da Greer para ter relações sexuais livremente, li o livro "I’m With the Band" - escrito pela super-grupie Pamela Des Barres (na foto com Keith Moon) - invejando a sua habilidade de absorver tudo o que era desejável nos roqueiros - a sua aparência, humor, criatividade e fama - sem perder parte alguma dela mesma nas suas inúmeras escapadelas com os mesmos.

Tentei imitá-la e acho que fui bem sucedida. De certa forma, o roqueiro em digressão era o meu parceiro sexual ideal . Com ele, eu poderia estabelecer intimidade passageira sem nunca ter que lidar com o [amor] genuíno (e a verdadeira rejeição que poderia ocorrer).

Mesmo sabendo no meu coração que a relação nunca iria funcionar, eu sentia à mesma que havia existido uma conexão mais profunda com o meu parceiro sexual.

Faz parte da natureza do acto sexual despertar emoções profundas em nós, emoções que não são bem vindas quando se tenta manter a relação leve e descomprometida. Nós poderíamos nos enroscar um ao outro, dar risadinhas ou adormecer nos braços um do outro, mas tanto eu como ele sabíamos que era tudo teatral.

Independentemente do que a Greer e a sua corja possa dizer, eu experimentei a sua filosofia - de que a mulher pode fornicar como o homem - e ela não funciona. Nós não estamos construídas dessa forma. As mulheres estão construídas para criar laços. Nós somos vasos que buscam preenchimento.

Por essa razão, por mais que nós tentemos nos convencer do contrário, o sexo vai deixar-nos com um vazio interior a menos que saibamos que somos amadas, que o acto [sexual] faz parte dum grande plano onde nós somos amadas por tudo o que somos e não apenas pelos nossos corpos.

Demorei muito tempo para me aperceber disto.

A nossa cultura - tanto nos média através de programas como "Sex in the City" e nas interacções diárias - avança de um modo asfixiante a ideia de que a luxuria é uma estação a caminho do amor. Não é. Isto deixou-me com uma frágil fachada incapaz de genuína intimidade.

A equivocada e hedonista filosofia força as mulheres a levar a cabo comportamentos que prejudicam ambos os sexos - mas são particularmente mais prejudiciais para as mulheres uma vez que as pressiona a subverter os seus desejos emocionais mais profundos.

As campeãs da revolução sexual são cínicas. Os seus corações de estanho sabem muito bem que sexo casual não faz a mulher feliz.

....

Numa noite do ano passado tive um jantar com um amigo - um jornalista inglês encantador que eu poderia namorar caso ele partilhasse a minha fé (não partilhava) e se ele estivesse interessado em casar (não estava). Ele fez-me várias perguntas sobre a castidade, chegando ao ponto de sugerir que, uma vez que há já tanto tempo que eu procurava alguém, eu poderia muito bem não encontrar o homem que tanto desejava.

"Isso não é bem assim" respondi eu.

As minhas hipóteses são melhores agora do que alguma vez foram uma vez que, antes de ser casta, eu procurava nos sítios errados. Só agora é que estou pronta para o casamento e tenho uma visão clara do tipo de homem que quero.Posso ter 37 anos, mas em termos de anos de busca de marido, eu tenho 22.


O artigo original revelou também como a Eden se converteu ao Cristianismo.
Hoje em dia vivo uma estilo de vida diferente. Ainda estou em contacto com os músicos mas é muito mais provável eu passar o meu tempo com coros de igreja.

Sou casta. A minha decisão de resistir ao sexo casual foi mais uma vez influenciada pela minha mãe - mas não da forma que ela inicialmente esperava.

Embora ela fosse judia, ela abandonou as suas crenças Nova Era em favor do Cristianismo quando eu era adolescente. Por essa altura eu não tinha planos para seguir esse caminho.

Da forma como eu via as coisas, os Cristãos pareciam-me uma massa sem cara, chata e que controlava o mundo.

Foi então que, num dia de Dezembro de 1995, enquanto eu fazia uma entrevista por telefone com o líder da banda de Los Angeles (os Sugarplastic) que lhe perguntei o que ele estava a ler. Ele respondeu "The Man Who Was Thursday" por G K Chesterton.

Adquiri uma cópia só por curiosidade e fiquei cativada. Passado pouco tempo eu comecei a lêr tudo o que Chesterton havia escrito, começando pelo livro "Orthodoxy" - a sua tentativa em explicar o porquê dele acreditar na fé Cristã.

Foi aí que me apercebi que havia algo de excitante no Cristianismo.

Continuei a ler Chesterton à medida que eu dissipava o meu antigo estilo de vida até que numa noite de Outubro de 1999 tive uma experiência hipnagógica - daquelas em que tu não sabes se estás acordada ou a dormir.

Ouvi a voz duma mulher a dizer "Algumas coisas não são supostas serem sabidas. Algumas coisas são supostas serem entendidas."

Eu ajoelhei-me, orei e eventualmente entrei na Igreja Católica.


Conclusão: mais uma mulher que esbanjou os seus melhores anos na realização do ideal feminista da "igualdade sexual"; foi retirada do mercado de casamento (tal como planeado pelo feminismo) e agora, com 37 anos, quer encontrar o homem certo.

Até pode ser que encontre, mas as hipóteses são muito menores agora do que eram quando tinha 22, 27 ou 30 anos.

As ex-feministas fariam um bem à sociedade se pegassem neste tipo de informação e a disseminassem de forma agressiva (mas respeitadora) entre a nova geração de feministas. Basta olhar para a forma como se vestem as mulheres de hoje para vêr que a esmagadora maioria delas vai fazer exactamente os mesmos erros que a geração anterior de feministas fez (e obter os mesmos resultados).

Mas sinceramente, não há motivos para pensar que surja entre as mulheres um movimento anti-feminista tão vocal como o movimento feminista. Espero estar enganado, mas acho que não estou.

Vêr também:

1. Colunista feminista chocada por descobrir que os homens não se querem casar com mulheres promiscuas

2. "Fui enganada pelo feminismo"

3. O amor que nunca vai ser expresso

O impacto dum pai na vida do filho

sábado, 17 de setembro de 2011

O aviso climático do Príncipe de Gales

O Príncipe de Gales acredita que, se não alterarmos o nosso estilo de vida de modo a que acabemos com o consumo em massa, a humanidade enfrenta uma extinção, aumentos significativos do aquecimento global e a destruição da vida animal.

No seu primeiro discurso como presidente do "Worldwide Wildlife Fund" (WWF) UK, o Príncipe Charles sugeriu que a nossa sobrevivência deveria ser uma prioridade.

Referindo-se a ele mesmo como "uma espécie em perigo", ele avisou que o mundo já está no 6º evento de extinção, com as espécies a morrerem a taxas mais elevadas do que em qualquer outra era da história da Homem desde a extinção dos dinossauros.

Apesar de fazer campanha em favor do não-existente aquecimento global há já alguns anos, ele afirmou que as alterações climáticas não eram o único problema mas sim algo que está a avançar com a voraz destruição dos recursos naturais (água, terra, e mantimentos, etc) vitais para a sobrevivência humana.

O Príncipe afirmou que se o mundo continuar com os seus negócios como habitualmente então a raça humana pode estar em perigo.

Telegraph


Solução para o aquecimento global/alterações climáticas? Mais poder e mais dinheiro para uma elite não representativa dos desejos da maioria.

Alguém deveria avisar os aquecimistas de que o seu alarmismo é contraproducente.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Carteiros ingleses recusam-se a distribuir literatura Cristã

Funcionários postais ingleses recusaram-se a distribuir CDs com leituras da Bíblia depois de qualificarem-no de "material ofensivo". Várias igrejas haviam pago a produção dos discos (com gravações do Evangelho de São Marcos) como forma de celebrar o 400º aniversário da tradução "King James Bible".

Estava agendado que os CDs fossem entregues em todas as casas da "Channel Island of Jersey" mas o líderes eclesiásticos ficaram perplexos quando lhes foi dito que os funcionários postais não fariam o seu trabalho e entregar os 45,000 CDs. Supostamente a entrega de literatura Cristã seria ofensiva para algumas pessoas (isto é, muçulmanos e esquerdistas).

Felizmente, alguns voluntários disponibilizaram-se para distribuir os CDs provando mais uma vez que a existência dum governo coercivo é muito menos importante do que fomos levados a acreditar.

Entretanto, ficamos a saber que os burocratas defendem-se que foi tudo um "erro".


Este exemplo mostra que a força de mudança da sociedade é o povo conservador e moral. O governo, independentemente do seu tamanho, não tem forma de fingir ser democrático ao mesmo tempo que se recusa a garantir a liberdade de expressão e a liberdade religiosa.

Outra coisa que este incidente mostra é o quão profunda tem sido a corrosão marxista cultural na sociedade inglesa. Por enquanto, distribuir a Bíblia é "ofensivo". Quanto tempo mais até a posse duma Bíblia ser punível pela lei? Cinco anos? Dez anos? Dois anos?

Literatura ofensiva.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A resposta estática

Breve demonstração da supremacia da ideologia sobre as evidências e a ciência:
Surtos de cólera parecem estar a aumentar, mas um novo estudo descobriu que os mesmos não podem ser explicados pelo aquecimento global. . . . . O vibrião vive em águas perto da foz do rio - aumentando e diminuindo de tamanho consoante a variação do plâncton das plantas.

O plâncton é comido por pequenos crustáceos sob cujas conchas o vibriao se agarra. A superfície superior mais quente da água oceânica suprime o crescimento do plâncton, e como tal os cientistas assumiram que o surto de cólera diminuiria com o aquecimento global.

Portanto, a hipótese defendia que os surtos haveriam de diminuir com o aquecimento global. No entanto, observações subsequentes mostram que os surtos de cólera estão a aumentar.

A mente lógica e racional concluiria que provavelmente o aquecimento global não está a ocorrer, mesmo que seja possível que não haja relação entre os surtos de cólera e as temperaturas globais.

Mas como o que hoje em dia passa por "ciência" não permite que certos dogmas revelados pelo Consenso Divino sejam escrutinados (atenção, evolucionistas!), a conclusão é a de que a hipótese ("aquecimento global = diminuição dos surtos de cólera") deve estar errada. Pior, para se manter a ideologia intacta vai ser necessário construir uma nova hipótese que 1) aceite o aquecimento global e 2) acomode o aumento dos surtos de cólera.

Portanto, mesmo quando a "nova ciência" está errada, ela está certa. Deve ser aquela coisa da "auto-correcção" que os evolucionistas e os aquecimistas tanto falam ("sim, as observações não estão de acordo com a teoria, mas isso é a vantagem da ciência: auto-correcção!").

Na mente dos evolucionistas e dos proponentes do aquecimento global, a resposta é sempre estática; o que varia é a pergunta.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Al Gore Quer Usar a Tua Conta do Facebook (ou Twitter) Por Um Dia

No dia 14 de Setembro (daqui a dois dias) Al Gore e o "Climate Reality Project" irão revelar toda a verdade em torno da crise climática. Para tal, eles precisam da tua ajuda. Tudo o que eles te pedem é a tua alma acesso à tua conta do Twitter ou Facebook.
Um dia antes do evento, tu dás-nos permissão para escrever posts no teu nome. Para além de nós só colocarmos posts que estejam dentro do contexto da "24 Hours of Reality" e alterações climáticas, só iremos criar uns poucos posts por hora.

Não só tu vais continuar a poder usar as tuas contas to Twitter e do Facebook normalmente, como podes revogar o nosso acesso a qualquer hora.

Depois do dia 15 de Setembro nós não usaremos mais as tuas contas do Twitter e do Facebook, e tu podes pôr término ao nosso acesso.

Não há hipótese alguma das coisas darem para o torto, certo? Afinal de contas, se nós não conseguimos disponibilizar o acesso das nossas contas privadas a um laureado com um Nobel (de modo a que ele possa usar a nossa identidade na propagação de spam da verdade do aquecimento global) em quem é que vamos confiar?

Todos os patos voluntários são bem vindos.

sábado, 10 de setembro de 2011

Mulher dá à luz duas crianças depois de roubar o esperma congelado do ex-marido


O homem de 57 anos havia guardado o seu esperma numa famosa clínica de fertilidade depois de saber que tratamento médico para a artrite poderia torná-lo infértil. No entanto ele afirma que 2 meses depois da sua separação, a sua ex-mulher, uma velha de 51 anos, falsificou a sua assinatura e usou as £25,000 (29,075.73 €) do acordo de divórcio para dar à luz um filho e uma filha através da FIV (fertilização in vitro) .

O homem só soube das crianças 3 anos mais tarde quando a irmã da sua ex-mulher lhe ligou e disse que o filho estava criticamente doente no hospital. Por essa altura, ele já se havia casado e tinha já duas outras crianças.

O homem, que não pode ser identificado por nome por motivos legais, tem acesso limitado aos seus filhos e desde então gastou quase £200,000 ( 232,605 €) em batalhas legais com a sua ex-mulher. Quando ela se endividou como forma de tomar conta dos filhos, um juiz determinou que o homem pagasse £100,000 (116,302 €) para ajudar nas despesas de educação das crianças.

Ou seja, ela roubou a semente do homem sem a sua autorização e mesmo assim ele é obrigado a satisfazer despesas que ele não queria. Se ela não tinha condições para tomar conta de crianças, porque é que teve os filhos?

O pai-de-quatro pede agora que se altere a lei para garantir que outros pais não sofram de modo semelhante. O homem disse:

Fiquei surpreendido quando descobri que ela havia levantado o meu esperma sem a minha autorização uma vez que, por aquela altura, nós já nos tínhamos separado, e atravessávamos o período de divórcio.

Isto foi um acto deliberado para trazer ao mundo duas crianças sem um pai para cuidar delas. Nunca estive na clínica e nunca assinei qualquer tipo de documento.

Mais um homem que descobre que a lei ocidental actual não leva em conta os interesses do pai mas só os da mãe e dos grupos sociais que se alinham com a esquerda política.
Eu amo as crianças e já gastei dinheiro com roupas para elas, mas este tipo de despesas são do tipo que eu nunca deveria ter. Os custos têm sido enormes.
Exacto. O homem planeou a sua vida de uma forma, mas uma mulher maligna impôs-lhe custos que ele nunca deveria suportar. Como não o poderia obrigar a pagar de livre e espontânea, ela usou o sistema legal para extorquir-lhe o dinheiro.
É assustador pensar o quão ínfimo controle eu tive sobre todo este assunto. Não entendo o porquê deles terem acreditado nela.
Porque ela é uma mulher, naturalmente.
O stress desta situação transtornou a minha por completo.
O homem guardou o seu esperma na clínica (em 1999) como forma de garantir que ele e a sua (então) esposa (com quem ele se casou em 1979) pudessem ter filhos juntos no caso dos comprimidos contra a artrite o tornarem infértil.

Eles divorciaram-se em Junho de 2000, mas apenas algumas semanas depois, ela visitou a clínica e falsificou a sua assinatura - permitindo assim que os médicos criassem um embrião com o seu esperma e o óvulo dela. Ela deu à luz a sua filha em Junho de 2001 antes de voltar à clínica e ter dado à luz a um rapaz em Setembro de 2003.

O homem, que entretanto havia voltado a casar com uma mulher de 32 anos (viva a hipergamia!), foi forçado a revelar (a ela e às filhas de 8 e 7 anos) a existência dos seus outros filhos.

Ele disse que conheceu as crianças - agora com 9 e 7 anos - quando a filha havia pedido para conhecer o pai. O homem disse que quando as crianças começaram a perguntar de onde tinham vindo, ela havia dito "do congelador".

Inicialmente, ele apenas tinha permissão para ver os filhos num centro de contacto, mas, não só as visitas domiciliares são agora permitidas, como, segundo o pai, existe agora uma relação harmoniosa com as outras crianças.

Ele acrescenta:

A minha nova esposa tem sido espectacular em relação a isto. Ela fala com a minha ex-mulher e faz o possível pelas crianças, mas esta situação colocou alguma tensão no nosso relacionamento.

Isto afectou muitas vidas, incluindo os meus quatro filhos, e é algo que vai para sempre ser uma situação estranha.

No ano de 2007 o mesmo juiz que decidiu sobre as audições do seu divórcio, ordenou que o homem pagasse £100,000, alegando que o acordo inicial não levava em conta as duas crianças.

Isto talvez explique o porquê desta pessoa ter forjado a assinatura do homem e roubado o seu esperma sem a sua autorização. Sem dúvida que ela, conhecedora do sistema legal anti-homem existente no ocidente, assumiu que poderia roubar mais dinheiro ao homem se tivesse filhos dele.

E ela estava certa. Roubou, mentiu, usurpou e no fim, teve tudo o que quis: filhos e um homem a pagar pelas despesas deles (e dela). E o homem? Ele ficou prejudicado financeiramente e familiarmente.

Questionada sobre as suas acções, a ex-mulher disse:

Não acredito que tenha feito algo de errado. O tempo passava e passava, e eu queria mesmo ter um filho.
Portanto, falsificar a assinatura dum homem não é algo de errado desde que "se queira mesmo ter um filho".
Se eu não o tivesse feito, não seria abençoada com os meus filhos.
Brilhante lógica: Não há problemas em falsificar assinaturas alheias desde que o resultado final seja uma "bênção" (para mim). Como filhos são uma bênção, então tudo o que nos permita ter filhos é perfeitamente justificável e moralmente correcto.

Ela acrescentou ainda que o tribunal havia determinado que o que ocorreu não foi uma falsificação mas uma "simulação". (Isto demonstra - se mais evidências fossem necessárias - como os tribunais ocidentais mais não são que armas nas mãos de pessoas ideologicamente motivadas, sem aliança alguma com a verdade ou com a decência.)

A clínica Bourn Hall Clinic, local da falsificação simulação, recusou-se a comentar o incidente.

-Fonte-


Resumindo:

A mulher via os anos a passar e a possibilidade de ter filhos a esfumar-se. Lembrou-se que o ex-marido havida guardado esperma numa clínica. Falsificou a sua assinatura (sim, é uma FALSIFICAÇÃO e não a estupidez duma "simulação"), obteve o esperma, teve os filhos, e mandou a conta para o homem.

O Estado, que deveria proteger todos de igual modo, colocou-se do lado da estúpida da mulher e obrigou o homem a pagar pelas despesas dos filhos que ela roubou dele.

Eis aqui, portanto, um exemplo clássico do que acontece quando a ideologia sobrepõe-se à verdade. A ideologia feminista, determinada a colocar a mulher acima de qualquer crítica e escrutínio, tornou os homens em pessoas jurídicas de segundo classe, responsáveis até por coisas que não são de sua autoria.

Se o propósito da mulher era só ter um filho, ela não precisava do esperma DESTE homem. Ela poderia pedir um doador anónimo em qualquer banco de esperma. Mas, claro, nesse caso ela não teria ninguém a quem pedir dinheiro pelos filhos. Como ela queria o DINHEIRO e não os filhos, ela roubou o esperma DESTE homem específico como forma de o chantagear mais tarde.

Este é o estado do sistema jurídico actual: punem-se os inocentes e protegem-se os grupos sociais que alinham com o esquerdismo.

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