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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Será que o marido precisa da permissão da esposa para fazer o que bem entender com o seu próprio corpo?

Aparentemente, sim, a julgar pelo incidente reportado aqui. Peter Lloyd narra os eventos.
....

Mulher britânica está a fazer campanha em favor do direito legal de vetar a escolha do marido de doar o seu sémen a um banco de esperma. A queixosa não identificada afirmou que o seu parceiro disponibilizou amostras do seu sémen a uma clínica registada depois de ter ficado stressado após o nascimento do filho de ambos.

Descontente, a mulher de Surrey contactou a "Human Fertilisation And Embryology Authority", alegando que as mulheres de Reino Unido (RU) deveriam poder negar o livre arbítrio dos maridos neste assunto, uma vez que o esperma é "um bem marital".

Ela está errada

Como activista pelos direitos dos homens [MRA] e alguém cuja mãe foi conselheira no "Liverpool's British Pregnancy Advisory Service", onde passei um tempo considerável da minha infância, eu dou grande importância [sic] à escolha. Mas a escolha é uma via de dois sentidos. A velha máxima "meu corpo, minha escolha" é uma que se aplica a ambos os sexos, e não só às mulheres.

O que o homem decide fazer com o seu esperma - a sua linhagem, ADN e personificação da sua liberdade reprodutiva - é decisão sua, e só sua, apesar do seu estado marital. E dado que a permissão do homem não é necessária para o término duma gravidez [assassinar o bebé], eu considero o pedido desta mulher particularmente ofensivo.

Sim, provavelmente ele tinha a obrigação moral de informar a sua esposa, mas certamente que ele não tinha - nem deve ter - qualquer tipo de obrigação legal. Afinal de contas, a mulher nunca deveria precisar da autorização do esposo para doar os seus próprios ovos [sic].

Claramente, este homem tomou a sua decisão livremente e dentro dos parâmetros rígidos do mundo médico. Paralelamente, ele nunca voltou atrás no seu consentimento, que é o cerne da questão. Bem, consentimento e controle do marido.

Esta mulher alega que está preocupada com o efeito psicológico que as crianças geradas pelo marido pode ter nela. Ela diz também que os tais filhos podem "perturbar" a sua família. Mas que razão horrível para negar alguém a chance de gerar de modo legítimo filhos: inconveniência.

Pessoalmente, eu [Peter Lloyd] suspeito que a mulher está zangada porque não pode aprisionar o marido. Há já algum tempo que a gravidez tem sido usada como trunfo na "guerra entre os sexos", como ela é conhecida. Mas, subitamente, há uma abertura jurídica na legislação.

Temos pena, mas isto não é motivo para alterar a lei, e alienar o direito do paciente em torno da confidencialidade, ou negar a oportunidade de gerar uma família, principalmente se levarmos em conta que os homens já sofrem de direitos insuficientes no que toca a paternidade. Normalmente, é negado aos homens o acesso aos seus filhos (embora sejam forçados a sustentá-los) e mesmo quando obtém aprovação legal para visitar os filhos, ela raramente é aplicada.

Do mesmo modo, levemos em conta o número de homens que são vítimas de fraude de paternidade [isto é, a mulher engravida de outro homem, mas mente e diz que o filho é do marido]. Os mesmos homens pedem teste de ADN aos recém-nascidos, apenas para o verem negado devido à falta de consentimento da esposa. Onde está a justiça nisto?

No ano passado, um homem viu o seu nome retirado da certidão de nascimento da sua filha apenas e só porque a mãe e a sua parceira [lésbica] queriam apagar qualquer vestígio do seu (crucial) envolvimento. Negar aos homens qualquer tipo de direito de paternidade é desumano. Obviamente que as mulheres também enfrentam os seus problemas no que toca à maternidade, mas ninguém está a tentar marginalizar os seus direitos.

Pessoalmente, eu suspeito que esta mulher quer controlar e limitar as escolhas do seu marido, quando ela se deveria questionar do porquê ele sofrer stress pós-traumático.

Se esta mulher for bem sucedida em alterar a lei, onde é que as coisas terminarão? Que outras partes do corpo é que o parceiro alegará co-possuir? Pode um homem impedir a mulher de ser barriga de aluguer? Pode uma mulher impedir o marido de fazer uma vasectomia?

O casamento ou se centra na possessão ou não se centra na possessão. Pessoalmente, eu acho que se centra na parceria, mas não creio que esta mulher acredite nisso. Por diversas vezes esta mulher foi citada a explicar como esta situação lhe afecta, e como isto não afecta o marido. Isto é um mau sinal.

Sim, isto pode ter repercussões nela, mas, para o bem ou para o mal, ela escolheu casar-se com ele. Simpatizo com o facto da decisão do marido poder afectá-la emocionalmente, mas a vida é assim. Isto não significa que alteremos a lei por causa disto. Mais importante ainda, a verdade mantém-se: o corpo do homem é escolha sua. E eu atirar-me-ei em frente do cavalo do (futuro) rei se isto algum dia mudar.

* * * * * * *

Peter Lloyd está errado ao equivaler a escolha do homem em doar o seu sémen com a "escolha" da mulher em fazer um aborto pelo simples facto do aborto matar outro ser humano, e a doação do sémen ser só isso: doar algo que é seu. Além disso, a doação do sémen é uma porta aberta para uma futura vida, enquanto que o aborto é o término duma vida. Não há equivalência nenhuma entre estas "escolhas."

Segundo, a notícia ressalva mais uma vez o que o autor dos vídeos do site ManWomanMyth.com alegou: algumas mulheres sentem-se intimidadas com a possibilidade dos homens possuírem áreas da sua vida que não podem ser influenciadas e manipuladas por elas. Para além delas já terem o controle total sobre a vida e a morte do filho de ambos, aparentemente algumas querem agora controle sobre o que o homem faz com o seu próprio corpo.

Neste caso, o motivo provavelmente prende-se com o aspecto financeiro:; quanto mais filhos o homem tiver, menos vai sobrar para ela e para o seu filho.


sábado, 10 de setembro de 2011

Mulher dá à luz duas crianças depois de roubar o esperma congelado do ex-marido


O homem de 57 anos havia guardado o seu esperma numa famosa clínica de fertilidade depois de saber que tratamento médico para a artrite poderia torná-lo infértil. No entanto ele afirma que 2 meses depois da sua separação, a sua ex-mulher, uma velha de 51 anos, falsificou a sua assinatura e usou as £25,000 (29,075.73 €) do acordo de divórcio para dar à luz um filho e uma filha através da FIV (fertilização in vitro) .

O homem só soube das crianças 3 anos mais tarde quando a irmã da sua ex-mulher lhe ligou e disse que o filho estava criticamente doente no hospital. Por essa altura, ele já se havia casado e tinha já duas outras crianças.

O homem, que não pode ser identificado por nome por motivos legais, tem acesso limitado aos seus filhos e desde então gastou quase £200,000 ( 232,605 €) em batalhas legais com a sua ex-mulher. Quando ela se endividou como forma de tomar conta dos filhos, um juiz determinou que o homem pagasse £100,000 (116,302 €) para ajudar nas despesas de educação das crianças.

Ou seja, ela roubou a semente do homem sem a sua autorização e mesmo assim ele é obrigado a satisfazer despesas que ele não queria. Se ela não tinha condições para tomar conta de crianças, porque é que teve os filhos?

O pai-de-quatro pede agora que se altere a lei para garantir que outros pais não sofram de modo semelhante. O homem disse:

Fiquei surpreendido quando descobri que ela havia levantado o meu esperma sem a minha autorização uma vez que, por aquela altura, nós já nos tínhamos separado, e atravessávamos o período de divórcio.

Isto foi um acto deliberado para trazer ao mundo duas crianças sem um pai para cuidar delas. Nunca estive na clínica e nunca assinei qualquer tipo de documento.

Mais um homem que descobre que a lei ocidental actual não leva em conta os interesses do pai mas só os da mãe e dos grupos sociais que se alinham com a esquerda política.
Eu amo as crianças e já gastei dinheiro com roupas para elas, mas este tipo de despesas são do tipo que eu nunca deveria ter. Os custos têm sido enormes.
Exacto. O homem planeou a sua vida de uma forma, mas uma mulher maligna impôs-lhe custos que ele nunca deveria suportar. Como não o poderia obrigar a pagar de livre e espontânea, ela usou o sistema legal para extorquir-lhe o dinheiro.
É assustador pensar o quão ínfimo controle eu tive sobre todo este assunto. Não entendo o porquê deles terem acreditado nela.
Porque ela é uma mulher, naturalmente.
O stress desta situação transtornou a minha por completo.
O homem guardou o seu esperma na clínica (em 1999) como forma de garantir que ele e a sua (então) esposa (com quem ele se casou em 1979) pudessem ter filhos juntos no caso dos comprimidos contra a artrite o tornarem infértil.

Eles divorciaram-se em Junho de 2000, mas apenas algumas semanas depois, ela visitou a clínica e falsificou a sua assinatura - permitindo assim que os médicos criassem um embrião com o seu esperma e o óvulo dela. Ela deu à luz a sua filha em Junho de 2001 antes de voltar à clínica e ter dado à luz a um rapaz em Setembro de 2003.

O homem, que entretanto havia voltado a casar com uma mulher de 32 anos (viva a hipergamia!), foi forçado a revelar (a ela e às filhas de 8 e 7 anos) a existência dos seus outros filhos.

Ele disse que conheceu as crianças - agora com 9 e 7 anos - quando a filha havia pedido para conhecer o pai. O homem disse que quando as crianças começaram a perguntar de onde tinham vindo, ela havia dito "do congelador".

Inicialmente, ele apenas tinha permissão para ver os filhos num centro de contacto, mas, não só as visitas domiciliares são agora permitidas, como, segundo o pai, existe agora uma relação harmoniosa com as outras crianças.

Ele acrescenta:

A minha nova esposa tem sido espectacular em relação a isto. Ela fala com a minha ex-mulher e faz o possível pelas crianças, mas esta situação colocou alguma tensão no nosso relacionamento.

Isto afectou muitas vidas, incluindo os meus quatro filhos, e é algo que vai para sempre ser uma situação estranha.

No ano de 2007 o mesmo juiz que decidiu sobre as audições do seu divórcio, ordenou que o homem pagasse £100,000, alegando que o acordo inicial não levava em conta as duas crianças.

Isto talvez explique o porquê desta pessoa ter forjado a assinatura do homem e roubado o seu esperma sem a sua autorização. Sem dúvida que ela, conhecedora do sistema legal anti-homem existente no ocidente, assumiu que poderia roubar mais dinheiro ao homem se tivesse filhos dele.

E ela estava certa. Roubou, mentiu, usurpou e no fim, teve tudo o que quis: filhos e um homem a pagar pelas despesas deles (e dela). E o homem? Ele ficou prejudicado financeiramente e familiarmente.

Questionada sobre as suas acções, a ex-mulher disse:

Não acredito que tenha feito algo de errado. O tempo passava e passava, e eu queria mesmo ter um filho.
Portanto, falsificar a assinatura dum homem não é algo de errado desde que "se queira mesmo ter um filho".
Se eu não o tivesse feito, não seria abençoada com os meus filhos.
Brilhante lógica: Não há problemas em falsificar assinaturas alheias desde que o resultado final seja uma "bênção" (para mim). Como filhos são uma bênção, então tudo o que nos permita ter filhos é perfeitamente justificável e moralmente correcto.

Ela acrescentou ainda que o tribunal havia determinado que o que ocorreu não foi uma falsificação mas uma "simulação". (Isto demonstra - se mais evidências fossem necessárias - como os tribunais ocidentais mais não são que armas nas mãos de pessoas ideologicamente motivadas, sem aliança alguma com a verdade ou com a decência.)

A clínica Bourn Hall Clinic, local da falsificação simulação, recusou-se a comentar o incidente.

-Fonte-


Resumindo:

A mulher via os anos a passar e a possibilidade de ter filhos a esfumar-se. Lembrou-se que o ex-marido havida guardado esperma numa clínica. Falsificou a sua assinatura (sim, é uma FALSIFICAÇÃO e não a estupidez duma "simulação"), obteve o esperma, teve os filhos, e mandou a conta para o homem.

O Estado, que deveria proteger todos de igual modo, colocou-se do lado da estúpida da mulher e obrigou o homem a pagar pelas despesas dos filhos que ela roubou dele.

Eis aqui, portanto, um exemplo clássico do que acontece quando a ideologia sobrepõe-se à verdade. A ideologia feminista, determinada a colocar a mulher acima de qualquer crítica e escrutínio, tornou os homens em pessoas jurídicas de segundo classe, responsáveis até por coisas que não são de sua autoria.

Se o propósito da mulher era só ter um filho, ela não precisava do esperma DESTE homem. Ela poderia pedir um doador anónimo em qualquer banco de esperma. Mas, claro, nesse caso ela não teria ninguém a quem pedir dinheiro pelos filhos. Como ela queria o DINHEIRO e não os filhos, ela roubou o esperma DESTE homem específico como forma de o chantagear mais tarde.

Este é o estado do sistema jurídico actual: punem-se os inocentes e protegem-se os grupos sociais que alinham com o esquerdismo.

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