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sábado, 3 de maio de 2014

O porquê das feministas odiarem Kirsten Dunst

A supressão tirânica dos pontos de vista contrários levada a cabo pela esquerda militante seria menos ridícula se essa mesma esquerda não olhasse para si como a pseudo-defensora da tolerância e da liberdade de expressão. Na nossa cultura dominada pelo esquerdismo, as categorias de discurso permitidas estão a ficar cada mais reduzidas.

Se, por exemplo, tu és um apresentador dum programa de rádio, tens que estar permanentemente alerta uma vez que a esquerda quer ressuscitar a "Fairness Doctrine" como forma de suprimir os pontos de vista contrários, e voltar a ter o monopólio dos maiores órgãos de informação.

Se por acaso tu tens uma pequena companhia de catering e o pseudo-casamento homoerótico viola as tuas sinceras e constitucionalmente garantidas convicções religiosas, a esquerda militante quer forçar-te a disponibilizar comida para cerimónias homoeróticas.

Se por acaso és uma instituição que fornece serviços médicos e és contra o acto de disponibilizar cobertura [seguro] para produtos abortivos ou contraceptivos, sem dúvida que verás a tua liberdade de agir desta forma negada.

Se fazes parte duma organização conservadora que busca isenção de impostos, os esquerdistas da administração de Obama irão assediar-te, atrasar a tua candidatura, e/ou negá-la.

Mas a censura no discurso feita pelos esquerdistas não se limita ao facto do governo esmagar os direitos constitucionais dos conservadores visto que os esquerdistas encontram-se envolvidos em todo o tipo de actividades que têm como propósito final congelar a liberdade de expressão dos adversários que não são violações constitucionais.

Se, por exemplo, tu tens a coragem de apoiar a definição Bíblica de casamento, e és o dono ou o director-administrativo duma companhia, tens que ser boicotado ou fechado.

O facto da maior parte das pessoas do mundo inteiro pensar como tu é irrelevante para os esquerdistas visto que para eles, todas as opiniões vindas de pessoas que não se alinham com o seu demograficamente minoritário mas economicamente bem financiado movimento revolucionário são desinformadas, ignorantes e inaceitáveis. Por enquanto, tu tens a liberdade de manter as tuas opiniões pré-históricas, desde que as mantenhas só para ti, mas Deus te livre de as afirmar publicamente ou de forma que possam ser rastreadas através do Google.

Se, e dando outro exemplo, tu acreditas que a vida tem o seu início na concepção e que o aborto está sempre errado, então tu tens que ser atacado e classificado como um misógino retrógrado que quer subjugar as mulheres e colocá-las à mercê de abortos nas escadarias. Tu não tens também a liberdade para seres contra a promiscuidade promovida pelo governo através da facilitação do acesso a produtos abortivos.

Se por acaso és um conservador sem rodeios que tem o sonho de adquirir um clube de futebol, é bem provável que precises dum encontro com a realidade. Se és um estudante conservador politicamente activo, é melhor pensares duas vezes antes de abrires a boca.

Se és uma actriz bem sucedida cuja opinião não se conforma em toda a linha com o que é aceitável segundo o dogma feminista, então é melhor pensares duas vezes antes expressares a tua opinião da forma como a fez Kirsten Dunst. Numa entrevista dada à "Harper’s Bazaar" (Reino Unido), esta actriz teve a audácia de se afastar do que é permitido dentro do movimento feminista, e expressar o seu apoio ao papéis sexuais tradicionais dentro do casamento:

Sinto que o feminino tem sido desvalorizado. Todos nós temos que obter os nosso empregos e fazer o nosso próprio dinheiro, mas ficar em casa, cuidar de crianças, ser mãe, cozinhar, são coisas com valor que me foram ensinadas pela minha mãe. Por vezes, tu precisas do teu cavaleiro com armadura brilhante. Vão-me desculpar. Tu precisas que o homem que faça o seu papel masculino e que a mulher faça o seu papel feminino.

Note-se que, antes de terminar a sua frase, Dunst sentiu em que tipo de situação se estava a meter ao dizer "Vão-me desculpar". Porque é que ela haveria de prefaciar os seus comentários sinceros, sentidos e inócuos com um pedido de desculpas?

Eu explico porquê: Hoje em dia as pessoas não têm a liberdade de afirmar pontos de vista que se encontrem em oposição aos dogmas esquerdistas. O militante lobby homossexual não é o único a exigir conformidade absoluta; há já muito tempo que as feministas militantes fazem isso a elas mesmas.

Para o feminismo militante, já não é suficiente apoiar remuneração idêntica para trabalho idêntico, ou acreditar que as mulheres têm o direito de enveredar pela profissão que elas assim quiserem. As feministas exigem que as mulheres adoptem a sua atitude hostil contra os papéis sexuais tradicionais, mesmo quando as mulheres voluntariamente os apoiam e se sentem satisfeitas dentro eles.

Os activistas esquerdistas são tão a favor da "escolha" das mulheres como são a favor da "escolha" na hora de abortar um bebé. Eles insistem que tu rejeites os papéis tradicionais dentro duma relação uma vez que eles classificam-nos de "indignos" e "destrutivos". Se por acaso tu és uma mulher que apoia a liberdade das mulheres de ter um emprego mas ao mesmo tempo defendas a existência de alguns papéis tradicionais - mesmo que limitados - tu és uma inimiga e tu tens que ser atacada e silenciada.

Note-se que no incidente da Kirsten Dunst nem se dá o caso dela ser contra o facto das mulheres serem bem sucedidas profissionalmente, como a sua própria carreira o demonstra. Mas afirmar que ela gosta de homens masculinos ou cavalhereiscos, e que as mulheres têm que ser femininas, é uma "blasfémia". O facto dela verbalizar algo que a humanidade sempre soube, desde que o ser humano foi colocado na Terra - que os homens e as mulheres são fundamentalmente distintos mas complementares - é ameaçador para as feministas.

Isto leva-nos a sentir pena da pobre Kirstn Dunst por ela descobrir o que é ter a polícia de pensamento feminista a bater-lhe a porta. Algumas feministas qualificaram-na de  "insuportável" por falar abertamente sobre o que pensa da relação homem-mulher, ao mesmo tempo que outras feministas disseram que ela era uma "burra" e que "ela nunca deveria ter permissão para dar a sua opinião perto de raparigas jovens."

Parece que as jovens mulheres tais como a Kirsten Dunst têm muito mais coragem e estão muito mais confortáveis na sua pele feminina do que as pessoas que tentam intimidá-la de modo a que ela negue a sua própria natureza. O politicamente correcto está a tornar-se cada vez mais opressor e cada vez menos razoável nas suas posições.

O mais engraçado é que apesar das inúmeras evidências em contrário, os grupos da esquerda militante ainda olham para si mesmos como grupos "tolerantes", o que é tragicamente cómico.

Modificado a partir do original

* * * * * * *

O que se passa aqui e o velho problema da "autonomia" versus "realidade". Infelizmente para nós, vivemos numa sociedade onde, acima de tudo, a autonomia individual é sobrevalorizada. Logo, as jovens mulheres são enganadas e levadas a valorizar a "autonomia" e a "independência dos homens" (particularmente através das carreiras profissionais). A maternidade torna-se então numa "restrição" imposta  às mulheres (e uma potencial desvantagem). Isto leva-nos directamente para a ideia duma paternidade unissexual onde os homens e as mulheres têm a obrigação de partilhar precisamente as mesmas tarefas paternas (o que supostamente "liberta" as mulheres).

Nos seus comentários, Kirsten Dunst articula alguns dos problemas da visão esquerdista liberal: se a autonomia é o bem supremo. então as outras coisas têm que perder o seu valor.

Por exemplo. Dunst claramente valoriza o que a sua mãe fez por ela e não quer que isso se perca através da busca pela autonomia feminina. Ela afirma também que os relacionamentos heterossexuais fundamentam-se na distinção entre o masculino e o feminino, e que, desde logo, é melhor que os homens retenham o seu papel masculino dentro dos relacionamentos.

Outra coisa que coloca em perigo a ideologia esquerdista é a própria vocalização e defesa dos papéis tradicionais por parte duma mulher - aquela que supostamente "lutou" para se "emancipar" desses papéis alegadamente "restritivos". Se as mulheres sentem-se universalmente bem dentro do seu papel feminino nas relações, o que dizer do feminismo quando ele alega que veio para "livrar" as mulheres desse suposto "fardo"? 

Se nós observamos vez após vez que aquilo que as mulheres realmente querem não está de acordo com o que a elite feminista diz que as mulheres querem, não se torna cada vez mais óbvio que o feminismo não tem como plano primário gerar as condições necessárias para o aumento da felicidade da mulher, mas sim outro plano sinistro qualquer?



domingo, 12 de fevereiro de 2012

Samuel L. Jackson: "Votei no Obama porque ele é preto"

Falando na edição de Março da revista "Ebony", Samuel L. Jackson afirmou que votou no socialista Barack Obama apenas e só devido a etnia comum:
Votei no Barack Obama porque ele é preto. Fiz isso porque é esse o motivo que leva indivíduos a votar em certas pessoas - porque se parecem com elas.
Aparentemente, Samuel Jackson, para além de racista, é ignorante. Se fosse verdade que os americanos votam com quem elas se identificam racialmente, Obama nunca seria eleito como presidente dos EUA uma vez que os negros americanos são apenas 12-15% da população total.

Isto significa que houve um grande número de brancos americanos que votou no Obama, apesar dele não ser branco.

O racista prossegue:

Esta é a política americana, pura e simples [Não, não é]. A mensagem do Obama não significava porra nenhuma para mim. Afinal, ele é apenas um político. Eu apenas fiquei esperançoso que ele fizesse parte do que ele prometeu fazer.

Eu sei que os políticos dizem m****; eles mentem apenas e só para serem eleitos.

Usando de forma repetida a palavra "nigger", Jackson acrescentou que a presença filosófica do Obama tem sido universalmente apelativa:
No final das contas, eles nunca iriam eleger um "nigger" (sic) .... Niggers (sic) não permitem que um branco lhes chame de mentiroso a meio dum discurso.
Isto é uma referência a uma acusação genuína que o Representante Joe Wilson fez ao Obama há cerca de um ano atrás. O tempo veio dar razão ao Representante.


Jackson continua:

Um "nigger" (sic) teria parado o discurso logo aí e perguntado 'Quem foi que disse isso?'

Espero que o Obama se torne mais assustador nos próximos 4 anos visto que ele não vai ter que se preocupar em ser reeleito.

Defendendo o uso da expressão tabu "nigger", Jackson disse:
Essa palavra tornou-se parte do meu vocabulário quando nasci . . . . Era usada na minha casa com frequência . . . . Conheço a palavra "nigger" (sic) como uma admoestação, um carinho, uma crítica e uma injúria. Como tal, eu uso-a. Não a evito.

Não tenho problemas com ela nem com as pessoas que a usam. Eu uso-a sempre no seu respectivo contexto, tal como ela foi usada em referência a mim.

Fonte

. . . . . . .

Como se pode ver pelas palavras do Jackson, há pelo menos um tipo racismo que é socialmente aceitável dentro duma cultura dominada pelo esquerdismo. Se um actor branco dissesse que votou no McCain só porque ele é branco, isso provavelmente seria o fim da sua carreira. No entanto, como o racismo exibido no texto provém dum dos grupos "protegidos" pela esquerda política, o mesmo é tolerado pelas órgãos de informação esquerdistas.

Isto tem muito a ver com a teoria da "tolerância selectiva" proposta pelo marxismo cultural. Segundo esta ideologia, a tolerância só se aplica a ideologias que podem directa ou indirectamente avançar com o movimento revolucionário. Se uma forma de pensar for contrária ao movimento revolucionário, ela deve ser vítima de intolerância e crítica, mesmo que seja verdade.

Por exemplo, se um conservador diz que uma desproporcional percentagem do crime norte-americano é levado a cabo por membros da etnia negra, ele vai ser vítima de críticas e ataques pessoais, apesar disto ser factual.

Se um homem disser que, em média, os homens são melhores que as mulheres em algumas áreas da vida social e profissional (sendo as mulheres melhores em outras), isto será visto como "sexismo" e "descriminação", apesar de ser uma verdade auto-evidente. Não se pode criticar a "igualdade" entre os sexos e nem a "igualdade" entre os comportamentos raciais porque o avanço do marxismo cultural depende destas mentiras.

Por outro lado, se um esquerdista acusar a Michelle Bachman ou a Sarah Palin ou o conservador negro Allen West de serem mentirosos, racistas e ignorantes, este tipo de atitude será desculpabilizada pela esquerda política visto que este comportamento ajuda o movimento revolucionário (críticas ao conservadorismo).

Por estas é que o Padre Paulo Ricardo diz o que diz neste vídeo.

Disto se deduz o que já se sabia: a palavra dum revolucionário não vale nada.



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Ódio antigo na boca de novos intérpretes

Isto foi no passado:



Isto é agora:


Mudam os intérpretes mas o ódio é o mesmo. Até parece que são inspirados pela mesma personalidade....

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Carteiros ingleses recusam-se a distribuir literatura Cristã

Funcionários postais ingleses recusaram-se a distribuir CDs com leituras da Bíblia depois de qualificarem-no de "material ofensivo". Várias igrejas haviam pago a produção dos discos (com gravações do Evangelho de São Marcos) como forma de celebrar o 400º aniversário da tradução "King James Bible".

Estava agendado que os CDs fossem entregues em todas as casas da "Channel Island of Jersey" mas o líderes eclesiásticos ficaram perplexos quando lhes foi dito que os funcionários postais não fariam o seu trabalho e entregar os 45,000 CDs. Supostamente a entrega de literatura Cristã seria ofensiva para algumas pessoas (isto é, muçulmanos e esquerdistas).

Felizmente, alguns voluntários disponibilizaram-se para distribuir os CDs provando mais uma vez que a existência dum governo coercivo é muito menos importante do que fomos levados a acreditar.

Entretanto, ficamos a saber que os burocratas defendem-se que foi tudo um "erro".


Este exemplo mostra que a força de mudança da sociedade é o povo conservador e moral. O governo, independentemente do seu tamanho, não tem forma de fingir ser democrático ao mesmo tempo que se recusa a garantir a liberdade de expressão e a liberdade religiosa.

Outra coisa que este incidente mostra é o quão profunda tem sido a corrosão marxista cultural na sociedade inglesa. Por enquanto, distribuir a Bíblia é "ofensivo". Quanto tempo mais até a posse duma Bíblia ser punível pela lei? Cinco anos? Dez anos? Dois anos?

Literatura ofensiva.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Confrontos com a polícia nas manifestações anti-Cristãs em Madrid

Com a imprevisibilidade dum nascer do Sol, os Cristofóbicos e anti-Cristãos "laicos" espanhóis manifestam-se contra o líder da maior denominação Cristã do mundo. As desculpas são sempre as mesmas, mas todos sabemos os verdadeiros motivos.


Desta vez a polícia espanhola já estava avisada. Para além dos dentes de alho, água-benta e estacas de madeira, a polícia trouxe consigo algo que lhes permitisse lidar com estes raivosos contra Deus da única forma que eles merecem: à paulada.

Um dos comentadores da edição do facebook da notícia diz:

Anti-Cristã não. Anti-Crise. Um Pais como Espanha, com 25% de desemprego e uma crise profunda, gasta uma fortuna para um encontro religioso? Não me parece intolerância, parece-me indignação.
Sim, nada revela genuína "indignação" do que atacar uma pessoa que nada tem a ver com a forma desastrosa que os esquerdistas, socialistas, aborcionistas, pró-sodomia espanhóis estão a governar o seu país. Se querem cortar nas despesas, que tal começar no corte ao aborto? Não só isso é puro assassinato de pessoas frágeis e inocentes, como tem que ser pago pelos contribuintes - muitos deles Católicos.


O encontro entre os manifestantes da marcha laica, que protestam contra o financiamento público da Jornada Mundial da Juventude em Madrid, e os peregrinos acabou com várias detenções e confrontos com a polícia, escreve a imprensa espanhola.

O El Mundo dá conta de um manifestante ["laico"] detido por ter agredido um polícia com uma garrafa e escreve que as autoridades tiveram de se insurgir contra vários membros da marcha laica para que abandonassem a Puerta del Sol.

O El País fala de uma tarde de constante tensão que acabou com seis homens ["laicos"] e duas mulheres ["laicas"] detidos na sequência de confrontos com a polícia.

Há também registo de um grupo de manifestantes laicos que atacaram com pontapés cerca de duas dezenas de católicos, lançando também objectos contra os agentes policiais.

A polícia foi obrigada a proteger os peregrinos desde a saída do metro até à rua Arenal, o primeiro dos acessos à Puerta del Sol.

SOL

domingo, 10 de julho de 2011

Felizmente os Espanhóis Eram Intolerantes

No dia 13 de Agosto de 1521, Hernando Cortez subverteu o império Asteca levando à rápida queda do culto a Huitzilopochtli - o mais importante deus do panteão asteca. Huitzilopochtli não só era o deus nacional dos astecas, como era também o deus da guerra. Ele exigia sangue humano como forma de adoração.

Em dias festivos, as vítimas teriam o seu coração arrancado, oferecido ao Sol (Huitzilopochtli era também o deus do Sol) e atirado ao fogo. O corpo seria atirado pelo templo abaixo, mais tarde esfolado, entalhado e comido. A pele seria posteriormente usada como camisa durante as festividades religiosas.

Os astecas acreditavam que sem sacrifícios humanos aos seus deuses, não só o mundo chegaria ao fim como também as suas plantações não produziriam o desejado. Esta crença criou uma enorme procura por sacrifícios humanos e manteve os astecas em guerras perpétuas com os seus vizinhos. Prisioneiros de guerra e criminosos eram constantemente necessários para os sacrifícios.

Portanto, a sua religião era uma religião bélica porque as suas crenças religiosas impeliam-nos para a guerra.

Felizmente para o mundo, Cortez e os espanhóis não eram tolerantes, multiculturalistas e relativistas morais. Se fossem, no nome da tolerância religiosa, os deuses astecas seriam venerados até hoje. Em vez disso, Cortez ordenou que os seus templos fossem convertidos em igrejas. Aqueles que resistiam aos novos senhores eram sentenciados com a pena comum do século 16: execução.

Se os deuses astecas ainda fossem venerados hoje como o eram no século 16, o que é que os multiculturalistas diriam? Provavelmente qualquer coisa como isto:

Tu até podes não concordar com o costume asteca de sacrifícios humanos e do uso de pele humana como casaco, mas nós não os podemos julgar. Lembra-te: o que parece mau para ti é bom para os outros.

Em vez disso, desfrutemos a rica tapeçaria humana de religiões e culturas distintas.

A propósito, se por acaso visitares Tenochtitlan (Cidade do México) nos dias das suas festividades, leva uma armadura. Não vais querer perder a tua pele carteira por lá.


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