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Um pacote escolar dirigido aos professores (e suportado pelas agências governamentais) defende que os rapazes das escolas primárias deveriam ser encorajados a usar vestidos ou a dançar com pompons na equipa de cheerleader.
O pacote foi produzido pela organização Stonewall, o grupo sodomita líder do movimento homossexual na Grã-Bretanha.Quem mais estaria interessada em usar o aparelho de Estado para incutir nos rapazes a noção de que homens a usar roupa de mulher é perfeitamente normal senão um grupo homossexual?
O DVD que acompanha o pacote, e suportado pela "Training and Development Agency" (TDA), mostra professores primários a dar os "melhores conselhos prácticos" baseados na sua experiência.Espera lá. O pacote da Stonewal visa colocar rapazes vestidos de mulher. Que "experiência" é que os professores tem nisso?
Um dos professores diz no DVD que os alunos deveriam ser ensinados a resistir aos valores dos seus pais e avós.Ah, cá está o verdadeiro propósito do marxismo cultural: a destruição das instituições Judaico-Cristãs e da moral que serviu de base para o sucesso do ocidente.
Um dos professores entrevistados no vídeo encoraja rapazinhos a usar vestidos enquanto outro diz que é "maravilhoso" que rapazes dancem com pompons no clube das cheerleaders. Sim, porque não há nada de suspeito no facto de "professores" primários imaginar rapazinhos vestidos de mulher ou com roupa de cheerleader. Nojento.
De acordo com algumas fontes, o grupo sodomita Stonewall recebeu cerca de £25,000 em financiamento por parte da TDA (organização governamental criada pelo Departamento de Educação). Como se isso não fosse suficiente nojento, temos ainda o ridículo do Departamento de Educação consultar os sodomitas da Stonewall como forma de reverem o planeamento para as aulas de educação sexual.
O pacote de treino para professores recomenda que se usem livros escolares pró-homossexualismo para as aulas de leitura. Sim, porque se há coisa que as crianças das escolas primária precisam de saber é sobre formas de usar o seu ânus como forma de obter prazer sexual.
Um dos livros, Tango Makes Tree, é sobre um pinguim que é criado por dois pinguins macho. Outro é chamado de "The Sissy Duckling" e mostra dois príncipes que se apaixonam e vivem para sempre como Rei e Rei.
O pacote da Stonewall sugere que se ponham as crianças a teatralizar tais livros em peças escolares. Se houver tempo, pode-se ensinar um pouco de Matemática e Gramática às crianças.
Esta campanha é suportada por 70 organizações incluindo departamentos Governamentais e autoridades locais.
As escolas e as autoridades locais foram encorajadas a usar o material pró-sodomita como forma de demonstrar que estão de acordo com o "Equality Act 2010". A mesma obriga as instituições públicas a promover a igualdade. Aparentemente ninguém parou para pensar se promover a agenda sexual de um grupo específico da sociedade contradiz de alguma forma a noção de "igualdade".
Para haver verdadeira "igualdade" os grupos que são contra a agenda da Stonewall deveriam ter o mesmo "espaço de antena" não só para mostrar os malefícios do vício da homossexualidade, como também para exibirem os benefícios médicos, sociais, psicológicos e espirituais para a restrição da sexualidade dentro dum casamento monogâmico e heterossexual. Mas como acho que todos já sabemos, os grupos que os marxistas culturais promovem não visam a "igualdade" mas sim a supremacia cultural (ou, usando palavras marxistas, a hegemonia cultural).
Mike judge, do Instituto Cristão disse:
Os pais pagadores de impostos esperam que uma educação decente seja dada aos seus pequenotes. Vestir os rapazes como mulheres e pô-los nas equipas de cheerleaders não é bem o que os pais tem em mente.Mas o mais perturbador é que estas escolas ensinem aos filhos que eles devem resistir os valores dos pais e dos avós.
O lobby sodomita faz as coisas por etapas e condiciona o público pouco a pouco. Eles sabem que se forem revelar o seu plano na sua integralidade o público vai rejeitá-los. Como tal, eles vão avançando pé ante pé até a consciência social estar cauterizada contra o terrível vício da homossexualidade.
Vejam como estes indivíduos querem sexualizar as crianças em favor do seu vício. Mas o que é que os homossexuais sabem das necessidades das crianças? Regra geral os homossexuais não tem experiência nenhuma em cuidar de crianças, portanto, porque é que o que a Stonewall "propõe"/impõe não levanta logo suspeitas?
Tal como disse em cima, é preciso ter em vista o propósito final da agenda homossexual. O que eles querem não é "igualdade" mas supremacia cultural de modo a que ninguém seja livre para criticar o seu comportamento. Mas eles sabem que isso não vai acontecer com os que agora são adultos (uma vez que esses foram educados numa cultura onde havia um réstia de moralidade).
Devido a isso, o lobby sodomita põe-se a jeito para condicionar a próxima geração de pessoas. E onde está a próxima geração? Ora, nas escolas primárias.
Além disso, convém não esquecer que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso infantil. Portanto esta sexualização das crianças também lhes prepara o caminho para a normalização futura da pedofilia (ou, como vai ser conhecida num futuro próximo, "relacionamentos intergeracionais").
Tendo como referências as mais variadas fontes, incluindo a "Encyclopaedia of Wars" compilada por C. Phillips e A. Axelrod, Vox Day examina 1,763 guerras levadas a cabo desde 2325 antes de Cristo até aos tempos modernos.
De todas estas guerras apenas 123, ou 6,98%, podem ser razoavelmente atribuídas às religiões. Como mais de metade destas guerras religiosas - 66 - foram levadas a cabo por Muçulmanos, isto significa que, com a excepção do Islão, as religiões do mundo foram responsáveis por 3,23% de todas as guerras durante mais de 4,000 anos.
Portanto, de acordo com Vox Day, "as evidências históricas são conclusivas. A religião não é a causa primária das guerras". Esta percentagem inclui, as infames Cruzadas.
Embora elas provavelmente se mantenham como o modelo da guerra santa Cristã, a razão pela qual ela já não está na linha da frente dos ataques ateus é a de estar a ficar cada vez mais difícil agitar um dedo acusador às acções de homens que se depararam com o desafio de resistir a expansão de uma militante "Ummah" (comunidade muçulmana) nas suas fronteiras.
Vox Day vira então o argumento contra os ateus. Ele mostra que o "Grande Salto em Frente" e o Holocausto, causados por um regime ateu e outro pagão-ateu, resultaram no genocídio de 43 e 6 milhões respectivamente, enquanto que a Inquisição Espanhola causou a morte a 3,230 pessoas durante um período de três séculos e meio.
Não só isso, mas num único ano (1936) ateus espanhóis mataram 6,832 membros do clero Católico, "mais do dobro das vítimas da Inquisição durante 345 anos."
Num único ano os ateus conseguiram superar - e dobrar - o número de mortes causado pelo mais horrífica matança feita por "cristãos".
Em suma, Vox Day revela que 52 líderes ateus do século 20 - entre 1917 a 2007 - foram responsáveis por uma contagem de corpos na ordem dos 148 milhões - "três vezes mais do que todos os seres humanos mortos em guerras nacionais, guerras civis e crime individual durante todo o século vinte combinado."
Não esperem que a pesquisa do Theodore Beale (Vox Day) seja aludida pelos órgãos de (des)informação esquerdistas.
Eles seguem sempre o que a ideologia e os partidos mandam e buscam líderes para os liderar. Eles pensam que fazem parte de uma onda histórica que evoluí conscientemente rumo a uma utopia social.
Eles acreditam firmemente nas promessas e nas manipulações dos políticos. Eles são autómatos condicionados que esperam de boca aberta como pássaros no ninho; eles esperam pela minhoca por parte dos seus líderes socialistas, ansiosos para se conformarem à próxima directiva socialista.
Isto é perfeitamente consistente com a visão materialista da História e a teoria Pavlovian de estímulo-resposta como forma de controlar as massas. Estes esquerdistas liberais condicionam-se a si mesmos para se tornarem em servos.

Entre as imagens de violência que ilustram a instauração do regime republicano em Portugal, sobressaem as que mostram as humilhações infligidas aos padres da Companhia de Jesus. Assaltados nas suas casas religiosas por fortes contingentes armados, presos, agredidos, insultados, expulsos do país, passaram ainda pela enxovalhante operação de medição dos seus crânios no posto antropométrico da Penitenciária de Lisboa, onde se faziam os estudos sobre a constituição física dos criminosos, para confirmação das teses em voga sobre as relações entre a criminalidade e as anomalias anatómicas.
Todos os países “modernos” tinham laboratórios antropológicos nas suas prisões, e embora Portugal não tivesse investido muito nesse domínio, o partido republicano, apóstolo dos métodos “avançados” e “científicos”, advogava a mais completa submissão da justiça portuguesa às teses de Lombroso e seus discípulos, que tinham conquistado a admiração de toda a Europa.
Na primeira semana de vigência do regime republicano, o ministro da justiça Afonso Costa, entrevistado por Joaquim Leitão, prometia um novo código penal, que daria “ampla satisfação a todas as theorias da moderna escola criminalista” (Joaquim Leitão, A Comedia Politica. Lisboa, Bertrand, 1910).
A escola da Antropologia Criminal, fundada por Cesare Lombroso (1835 / 1909), afirmava que o criminoso é um ser diferente dos outros homens, não apenas nos aspectos psicológico e moral, mas também no anatómico. Examinando minuciosamente a configuração física de centenas de detidos nas prisões italianas, observou Lombroso que as lesões, disformidades e assimetrias nos corpos destes eram muito mais frequentes que no conjunto da população do país.
Daqui deduziu rapidamente uma relação de causa e efeito, presumindo que a deficiência moral conducente ao acto criminoso seria o resultado de uma lesão ou deficiência física, que afectaria a vida psicológica do criminoso.
As lesões ou anomalias anatómicas teriam consequências na vida psíquica destes “degenerados”, provocando a impulsividade, a irritabilidade, a aversão ao trabalho contínuo e disciplinado, e privando-os, ao mesmo tempo, do sentido moral que afasta as pessoas saudáveis do crime. O criminoso aparecia assim transformado em doente, vítima de lesões inatas ou adquiridas, e a sociedade vislumbrava uma esperança de tratar o criminoso, prevendo e evitando o crime.
Os estudos de Lombroso e seus discípulos tiveram profunda repercussão no pensamento social dos finais do século XIX. Apresentados com um grande aparato de estatísticas e medições precisas respeitantes à proporção que cada anomalia física podia desempenhar no mundo do crime, eram ao mesmo tempo acompanhados de sugestivas descrições da vida dos criminosos, da sua linguagem, das suas manifestações artísticas, das suas convicções religiosas, do seu apego a certas manifestações da vida primitiva, como as tatuagens.
Os pontífices da vida intelectual renderam-se à força dos números e ao profundo conhecimento que os antropologistas criminais pareciam ter do mundo do crime. O público mais vasto deixou-se conquistar pela sedutora hipótese de poder identificar o delinquente por meia dúzia de traços fisionómicos característicos. Em 1898 o popularíssimo “Almanach Hachette”, respondendo a inúmeros pedidos, explicava aos seus leitores como poderiam identificar à primeira vista o carácter dos seus criados.
O texto, ilustrado com uma dezena de retratos, correspondentes aos principais tipos fisionómicos, esclarecia os principais defeitos que se podiam esperar de cada um deles: os que indicavam a propensão para a bebida, os que eram indício de tendência para o roubo, os que denunciavam o perigo de maltratar as crianças, etc..
Os discípulos de Lombroso – Garofalo, Nordau, Ottolenghi e outros - acrescentaram às teorias do mestre novas observações, que pareciam especificar a ligação de cada anomalia física a certo tipo de crime, ao mesmo tempo que seleccionavam partes do corpo humano particularmente reveladoras das inclinações para a deliquência.
As assimetrias faciais e cranianas pareciam ser companheiras constantes dos criminosos. Nos narizes destes, “a obliquidade aparece a cada passo”. Segundo as estatísticas italianas, os mais assimétricos de todos os criminosos eram os violadores. A tez morena tinha “um lugar de destaque no mundo criminal”, e os olhos pequenos predominavam em todas as categorias de criminosos.
As características bucais e dentárias dos criminosos tinham merecido os “desvelados carinhos dos criminologistas”, mas as conclusões a que chegavam eram contraditórias. A orelha tinha a reputação de ser um autêntico índice de “perturbações psiquicas, intelectuais ou de degenerescencia hereditaria”.
A orelha em asa mostrava-se frequente nos criminosos, e as suas dimensões ou outras características podiam denunciar vários defeitos psíquicos. O “otómetro”, aparelho para medição de orelhas inventado por Frigerio, um dos discípulos de Lombroso, tornou-se instrumento indispensável em todo o trabalho de investigação criminal.
Em suma, a escola da antropologia criminal conseguira impôr ao mundo moderno os seus métodos de investigação, e apesar dos resultados contraditórios a que se chegava à medida que proliferavam os laboratórios de antropometria, fizera vingar também a sua tese principal, afirmando a especificidade anatómica do criminoso.
Desta corrente intelectual tinha-se feito porta-voz em Portugal o Partido Republicano Português. Arauto do pensamento “positivo” e das mais modernas escolas de investigação científica, encontravam-se nas suas fileiras alguns dos primeiros adeptos e divulgadores da escola de Lombroso no nosso país.
A regeneração dos criminosos segundo os preceitos da antropologia criminal era um dos trunfos com que contavam os republicanos para ressuscitarem a “pátria moribunda”, tão furiosamente lamentada pelos seus poetas. Instalados no poder, não demoraram a confirmar a fidelidade à escola de Lombroso, mais por palavra que por actos, devido ao calor das disputas que abalaram o campo republicano e concentraram as energias desses reformadores sociais.
Mas em 1914 deu-se o primeiro passo para a conversão do aparelho penal português aos critérios “científicos” acatados por Afonso Costa: criou-se o Posto Antropológico da Penitenciária de Lisboa, sob a direcção do médico antropologista R. Xavier da Silva, dotado de material para as mais meticulosas medições de todas as partes do corpo dos criminosos.
Dada, pois, a importância conferida aos trabalhos antropométricos, pode-se interpretar a humilhação infligida aos jesuítas como uma afirmação brutal do triunfo das escolas de pensamento “científicas”, tal como as entendiam os republicanos. E o simbolismo do acto ganhava significado por ser imposto áqueles que eram tidos por pilares das velhas formas de pensar, sustentos do pensamento teológico, da reacção e da monarquia.
Ao mesmo tempo, sujeitando os jesuítas a um exame que era reservado aos criminosos, satisfaziam-se as camadas populares do partido republicano, que durante anos tinham sido ideologicamente alimentadas por uma literatura em que o jesuíta fazia sempre o papel de criminoso.
| Parceiros sexuais antes de casada | Traiu o marido? |
| 2 | 10.4% |
| 3 | 14.9% |
| 4 | 17.7% |
| 5 | 21.6% |
| 6-10 | 26.0% |
| 11-20 | 36.7% |
| 21+ | 46.8% |
►Fonte◄
«A maior parte das pessoas que se referem à essa lei nunca a leu. Dos que a viram e folhearam, a maior parte viu os primeiros quatro artigos: liberdade, separação, que ninguém pode perseguir por causa de convicções religiosas, a República não reconhece nenhum culto.A maioria fecha a lei no artigo 4.º, pensando que os conflitos do passado devem ter sido culpa da intolerância da Igreja, mas não é disso que se trata.
Trata-se de uma lei de perseguição religiosa, uma perseguição feroz, violenta, que fez sofrer muitíssimo Bispos e padres, que prejudicou a evangelização e que tinha como objectivo, consciente e assumido, a extinção do catolicismo»
Segundo consta, David Sibson, adepto do Everton FC, foi removido do estádio Goodison Park depois de qualificar o jogador de "imprestável e preguiçoso bastardo francês!" ("useless French lazy b******").
Um adepto que se encontrava perto de David reportou o sucedido às autoridades competentes e o bilhete de época de David Sibson foi-lhe retirado como castigo.
Em sua defesa, David disse:
Corro o risco de castigos legais por qualificar um jogador francês de francês. Se isso é racismo, então sou culpado.Um oficial do Everton declarou:
Isto não é uma questão clara, mas nós vamos acabar com toda a ofensa racial que se encontre por aqui.Qualificar o jogador de preguiçoso ou bastardo não foi problemático. O problema é chamá-lo de francês!
Esta noção marxista da "guerra de classes" e do "politicamente correcto" está a ficar tão ridícula que agora já nem se pode mencionar a identidade étnica duma pessoa sem se pensar que se está a ofender alguém.
Dizer "os franceses são uns fracotes" é uma ofensa mas dizer "tu és um francês" certamente que não é.
A esquerda mundial conseguiu assustar a maioria da população em relação à menção da raça ou da etnia. Uma mordaça foi colocada de modo a impedir qualquer discussão em torno da etnia ou da raça. Excepto para os esquerdistas, claro. O discurso da esquerdalha está SEMPRE protegido por baixo do manto da "liberdade de expressão", por mais ofensivo e perturbador que ele seja.
(Fonte)
Histéricos, burros, indoutrinados, violentos e anti-Cristãos. O sonho de Antonio Gramsci está quase a realizar-se. Ou será que há alguém (ou melhor, Alguém) que possa mudar o curso dos eventos?