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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Monólogos da Solidão

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[NOTA: Antecipadamente, peço desculpa se alguém ficar chocado com o grafismo de algumas passagens.]

O livro "Monólogos da Vagina" (MV) apresenta-nos uma triste imagem da vida que é levada até às últimas consequências do feminismo. Ele (o livro) é um angustiado clamor por amor masculino por parte duma geração de mulheres enganadas pelo feminismo que não têm outra escolha senão tornarem-se lésbicas. Para as mulheres que se encontram literalmente famintas por amor, a peça oferece-lhes uma embaciante experiência de intimidade sexual. Para as jovens mulheres que não se apercebem do que se está a passar, a peça é uma iniciação ao lesbianismo.

Supostamente a peça de Eve Ensler é sobre os direitos das mulheres, mas o que ela é, de facto, é uma leitura pública de pornografia lésbica explícita. O livro MV é uma celebração do lesbianismo.

Tendo como base várias entrevistas levadas a cabo junto das mulheres, a peça alegadamente tentar salvar os genitais femininos da "negligência cultural." Por exemplo, a peça descreve um workshop onde as mulheres se examinam usando espelhos de mão. "Fez-me lembrar a forma como os antigos astrónomos se sentiram com os seus telescópios primitivos," afirmou says Ensler.

[ed: absorvam isto por alguns momentos: segundo a autora do livro, uma mulher que "se examina" com um espelho de maquilhagem sente basicamente o mesmo que os antigos cientistas sentiram quando olharam para os céus.]

Elas dão alcunhas às suas vaginas, vestem-nas com roupas imaginárias, e pensam no que diriam se pudessem comunicar com elas (por exemplo, "Onde está o Brian?"). Num evento que decorreu no Madison Square Gardens, 18,000 mulheres foram levadas ao frenesim durante um momento onde gritavam repetidamente "cunt".

Em vez de gritarem pelo órgão sexual feminino, elas deveriam ter gritado pelo nome do órgão sexual do sexo complementar uma vez que este assunto gira em torno da sua perda do amor masculino. Havendo perdido a sua feminidade e a sua juventude, havendo rejeitado ou emasculado os homens, milhões de mulheres encontram-se agora num deserto sexual. Devido a isso, o livro MV rapidamente se torna numa crónica de sexo lésbico.

A autora entrevista uma ex-advogada fiscal que se tornou numa rica gigolo lésbica. "Hoje em dia existem tantas mulheres insatisfeitas," afirma ela. "As mulheres pagam-me para me vestir como um homem, e dominá-las." Ele segue uma descrição precisa da sua arte ("existem 4 dedos dentro de mim, dois são dela e dois são meus").

Numa outra parte da peça, uma menina de 12 anos descreve como a sua mãe lhe colocou sob os cuidados uma linda e vivida mulher de 24 anos, que traiu a confiança da mãe ao se envolver em actos sexuais com a rapariga.

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Quem diria: o estilo de vida feminista deixa as mulheres sexualmente insatisfeitas. Quem ganha com isto, obviamente, são as lésbicas visto que as mulheres que de outra forma teriam as suas naturais necessidades sexuais satisfeitas pelo marido, vêem-se na "obrigação" de buscar conforto sexual junto de outras mulheres. Portanto, o feminismo promove a destruição da sexualidade hetero e a sua substituição pela "sexualidade" homo.

O curioso desta situação não é o facto do feminismo ser controlado por lésbicas, mas sim o facto do resto da sociedade dar algum valor ao que um grupo de lésbicas frustradas diz sobre a forma como os homens e as mulheres se devem relacionar. Para elas, esse relacionamento nem deveria existir e como tal, as opiniões e as sugestões feministas sobre o casamento natural (1 homem + 1 mulher) são suspeitas - da mesma forma que o são as opiniões nazis sobre o bem estar dos Judeus.



quinta-feira, 9 de junho de 2011

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