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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e mulheres para casar


Apesar da evolução dos tempos, os homens ainda diferenciam mulheres para se divertir e mulheres para casar. E essa diferença existe numa proporção significativa. «Há sequelas de uma sociedade patriarcal e muitos valores perduram», afirma o psicólogo Thiago de Almeida, especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso.

Para a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), isso ocorre porque os valores demoram muito a mudar, apesar dos comportamentos serem alterados mais rapidamente. «Há uma valorização do marido, que na nossa cultura é visto como um capital», diz Mirian. «Isso faz com que o comportamento sexual feminino seja muito controlado socialmente. Ou seja, a honra masculina ainda está vinculada ao controlo do comportamento sexual das suas mulheres».

O terapeuta Sergio Savian diz que boa parte das mulheres ainda leva em consideração o que os homens pensam delas. «Elas estão preocupadas com o que todos pensam. Aprenderam com as suas mães e avós que não podem ser fáceis. Também não querem ser alvo de “fofocas” maldosas», diz Savian.

Para Mirian, tudo isso é reflexo de uma cultura religiosa. «A família é vista como alicerce da vida social. Observei que em culturas mais individualistas como na Alemanha e na Suécia, por exemplo, essa desigualdade de género não é tão forte», diz a antropóloga.

Por conta desse pudor, as mulheres omitem que tiveram muitos parceiros, mentem sobre o próprio desejo, fingem ter orgasmos. Para o psicólogo Thiago de Almeida, esse é um processo natural que reflecte o quanto a sociedade ainda está enraizada aos valores antigos. «Mulheres costumam dizer que tiveram menos homens. Se tiveram dez relacionamentos, dizem que tiveram apenas cinco. Já os homens, se tiveram três, afirmam ter tido dez», diz Almeida.

[Isso é porque, ao contrário dos homens, as mulheres aparentemente preferem os homens sexualmente experientes]

Por vezes é a própria mulher que deixa de fazer algo com medo do que os homens vão pensar. Isso pode ser uma consequência do ciúme que os homens têm do passado das suas companheiras. Eles frequentemente querem saber com quantos homens elas se relacionaram e o que fizeram com eles. «Por inúmeros motivos e, dentre eles, há uma descomunal insegurança masculina e eles infernizam a vida das suas parceiras», afirma o terapeuta Sergio Savian.

Para a sexóloga Laura Muller, cada um pode viver a prática sexual como preferir, mesmo num país conservador. «Se essa mulher conheceu uma pessoa que vai julgá-la por ter tido um acto sexual no primeiro encontro, talvez seja importante avaliar se ele realmente combina com a sua forma de ser», diz Laura. «Quando o assunto é sexualidade, não há regras. O importante é ter respeito».

Segundo o psicólogo Thiago de Almeida, o homem fica mais romântico e usa artifícios que podem mascarar a sua personalidade na hora de conquistar uma mulher. «Ele pode mostrar-se descomplexado, mas depois não leva adiante aquele relacionamento por puro preconceito», diz.

Para Almeida, a mulher que busca o sexo casual deve ter isso bem definido na sua cabeça para não criar expectativas, enquanto os homens precisam de começar a entender que apenas o tempo mostra os reais atributos de cada pessoa. «Hoje, a principal arma feminina é saber conduzir esse tipo de situação de forma a contemplar a sua própria expectativa. E agir de forma equilibrada pode ser a forma mais correcta para evitar frustrações», afirma Almeida.

* * * * * * *

Na verdade, a principal arma feminina é manter os joelhos unidos até que o homem se comprometa com ela (via casamento). Mas se ela não quiser ser assim (e ela tem liberdade para escolher o seu comportamento sexual, mesmo sabendo que os homens preferem as mais sexualmente conservadoras quando se fala em casamento) ela é livre de seguir os "conselhos" dos psicólogos marxistas e deixar que o seu corpo seja usado por vários homens não interessados em ter qualquer tipo de compromisso sério com ela. Pode ser que um dia, mais tarde, ela se aperceba do erro.

Pronta para casar e para cuidar de crianças.

A ler:

Dawn Eden: Sou uma das muitas vítimas do feminismo e do sexo casual

sábado, 26 de novembro de 2011

Psicóloga Ana Caetano e o acompanhante de luxo

Psicologia marxista continua a validar comportamentos inferiores.

Escrito por MaxV2

Há alguns dias atrás um amigo meu envio-me um link de um vídeo [colocado no final do texto] onde era dito algo bastante grave. Igualmente grave foi a passividade de todos os que ouviram tal obscenidade e a falta de qualquer tipo de manifestação em torno dessas afirmações. Ou o país está a ser adormecido ou estamos a ficar totalmente ignorantes.

Mas falemos um pouco do vídeo:

O vídeo fala de um "acompanhante de luxo" (eufemismo para prostituto ou gigolo) que quer abandonar essa vida e passar a ter uma vida dita normal.

O motivo que o move a querer sair desta "profissão" não é a realização de que a prostituição é um "estilo de vida" inferior, clinicamente auto-destrutivo e degradante, mas sim a inevitável perda de beleza física que ocorre com o avançar da idade.

Segundo o prostituto "acompanhante de luxo", que chega a fazer comparação entre a sua perca de beleza com a perda de vigor físico dos atletas de alta competição, os seus clientes preferem rapazes mais novos. Como ele está a ficar velho, os homossexuais que lhe buscavam focam-se em rapazes pertencentes a outra faixa etária.

Após o individuo em questão expor o seu dilema, entra em cena uma psicóloga que diz que ele precisa de "integrar" aquilo que viveu e que filosoficamente falando já há "estudos". Ela faz referências ao trabalho de Michel Foucalt dizendo:

Nós como seres humanos apaixona-mo-nos por outros seres humanos . . . . há um grande peso da sociedade em relação aquilo que é aceite ou não.
Para além disto ser totalmente irrelevante, é perfeitamente ridículo o que a psicóloga disse. Sim, as pessoas apaixonam-se por outros seres humanos (homens por mulheres e vice-versa); de que forma é que isso suporta a noção de que ele deve "aceitar" aquilo que foi?

Além disso, ela baseou a sua afirmação no "trabalho" de um sodomita pedófilo (Michel Foucalt). Acresce-se que ela afirma que a sociedade está "errada" e que por causa deste "erro", os sodomitas e os pedófilos não podem ser "felizes".

A psicóloga continua o seu comentário e diz coisas como "aceite aquilo que viveu" (que remédio), "eu acredito que ganhou muitas capacidades para relacionar-se com pessoas", (incrível, viver uma vida dupla enganando a mulher com quem vive, prostituindo-se e degenerando-se cada vez mais ao longo dos anos é "ganhar capacidades para relacionar-se com as pessoas. Sempre a ver o lado positivo (mesmo quando não exista) no meio da desgraça - eis um bom exemplo de Psicologia Positiva) "o que importa é aquilo que fazemos com aquilo que fizemos, isso, que é importante", "se esteve tanto tempo durante 14 anos com tanta gente a procurá-lo é porque há gente interessada", "não tenha vergonha, aceite, é ser humano".

Vamos então analisar as seguintes afirmações da psicóloga Ana Caetano:

Nós como seres humanos apaixona-mo-nos por outros seres humanos" de Michel Foucalt.
Este escritor era um homossexual defensor da pedofilia que chegou a defender publicamente tal "causa" nos seus livros e nos média com uma petição para baixar a idade de consentimento. Sem surpresa alguma morreu de complicações relacionadas com SIDA.

Aqui estão alguns factos sobre esse mesmo escritor:

{Foucault defendia também a descriminalização de todo tipo de sexo incluindo: incesto, pedofilia e estupro. Tudo com o objectivo, segundo ele, de suprimir a culpa, e reinventar o corpo e seus prazeres.}

{Muitos intelectuais franceses – incluindo Foucault, Danet e Hocquenghem – tinham assinado uma petição endereçada ao Parlamento em 1977 defendendo a descriminalização de todas as relações consentidas entre adultos e menores de quinze anos (a idade de consentimento na França), sem limite de idade, ou seja, a eliminação da presunção legal de violência nas relações sexuais abaixo daquela idade.}

{Foucault admitia abertamente e com naturalidade a idéia de uma pedofilia não abusiva, isto é, com crianças que consentem.}
Ora ao citar este escritor na sua argumentação, e conhecendo aquilo que ele defendia, podemos sub-entender que esta psicóloga defende uma espécie de "vale tudo" sexual; o que importa é que sejas feliz, doa a quem doer (mesmo a ti próprio). Ela esquece-se que há regras que devem ser observadas para um funcionamento equilibrado do ser humano em sociedade.

Será que a psicóloga Ana Caetano estava implicitamente a defender a pedofilia ao usar o trabalho deste escritor para fundamentar as suas afirmações (mostrando concordância)? Será que ela defende a visão da sexualidade promovida por Michel Foucalt - e por conseguinte o seu trabalho - dando-nos assim a entender que realmente estava a defender as mesmas ideias do referido escritor?

Se esta psicóloga desconhece pormenorizadamente o que Michel Foucault defendia, então podemos afirmar que é ignorante e incompetente. Se, por outro lado, conhece, então estamos perante alguém que é imoral e perigoso capaz de enganar e manipular as pessoas para servir os seus (dela) intentos.

há um grande peso da sociedade em relação aquilo que é aceite ou não.
Claro que há. Ou será que esta psicóloga defende que deveríamos ter a liberdade para fazer tudo aquilo que determinássemos, sem sofrer as consequências? Até as sociedades mais liberais têm regras e uma noção bem presente do certo e do errado.

Foucault não propunha nada menos que a total renúncia às noções de razão e desrazão, de verdade e falsidade.

Aceite aquilo que viveu.
Quanto a isto, ele não tem alternativa. A questão agora é saber se ele se arrependeu suficientemente para mudar de vida.
Eu acredito que ganhou muitas capacidades para relacionar-se com pessoas.
Não se entende como é que a prostituição confere ao prostituto capacidades de relacionamento nunca antes possuídas. Se se ganham capacidades de relacionamento com a prostituição, e como o trabalho da Ana Caetano depende da sua capacidade em se relacionar profissionalmente com os pacientes, será que podemos sugerir que ela enverede por essa vida por alguns anos como forma de pós-graduação?

Não há NADA de positivo que a sexo desenfreado traga a quem esteja envolvido nesse estilo de vida inferior. Ter relações sexuais com vários parceiros (ou parceiras), a troco de dinheiro - ou mesmo sem haver dinheiro envolvido - não é forma de se ganhar "capacidades na área de relacionamentos".

Pelo contrário, se a tua capacidade de ter pessoas perto de ti depende daquilo que tu fazes sobre uma cama, então algo grave se passa contigo.

A "psicóloga" Ana Caetano, infelizmente, considera que viver uma vida dupla, enganando a mulher com quem vive, prostituindo-se e degenerando-se cada vez mais ao longo dos anos, é "ganhar capacidades para relacionar-se com as pessoas". Esta tendência de se ver o lado positivo no meio da desgraça (mesmo quando não exista lado positivo) é um bom exemplo de Psicologia Positiva.

O que importa é aquilo que fazemos com aquilo que fizemos; isso é que é importante.
Claro que aquilo que fazemos é importante, mas o ponto não é o que foi feito mas sim o estatuto moral de quem vive uma vida de engano (o prostituto) e de quem usa uma psicologia invertida para validar esse estilo de vida auto-destrutivo.

{No niilismo de Foucault deve ser eliminado cada vestígio de nós mesmos moldado pelos outros: nossas identidades políticas, culturais e sexuais, nossas idéias de certo e errado, sanidade e loucura, até mesmo o que é verdadeiro e falso, tudo desaparece}

Citando Olavo de Carvalho:

[O filósofo francês Michel Foucault [1926/1984] deu uma grande contribuição para a formação da ideologia anti-psiquiátrica com seus livros iconoclastas: História da Loucura na Idade Clássica [1961], As Palavras e As Coisas [1966], Arqueologia do Saber [1969].

Esse indivíduo é suspeito, pois em 1948, tentou suicídio e foi internado em hospital psiquiátrico. Outro facto de conhecimento público e notório era o de que ele era pederasta e morreu de SIDA [AIDS] em 1984.

Os apologistas da anti-psiquiatria classificam esses argumentos de mesquinhez e alegam que seu passado psiquiátrico e sua “opção” [SIC] sexual não têm relação com o que escreveu. Pensamos que sim, pois ele denegriu vários saberes e institutos que salvaguardam os valores morais da sociedade.]

Devido a isto, basear uma defesa no trabalho de Michel Foucault parece-me sinistro.
Se esteve tanto tempo durante 14 anos com tanta gente a procurá-lo é porque há gente interessada.
Interesse numa práctica não valida a mesma. Há milhares de pessoas que buscam sexo com menores, mas nem por isso essa práctica se torna moralmente aceitável. (Mas pode ser que com mais psicólogos marxistas a aceitação da pedofilia esteja a por alguns anos.)

Sim, houve muitas pessoas que o procuraram. Mas também há muitas pessoas que buscam urinóis públicos. A "procura" em si é moralmente irrelevante.

Não tenha vergonha, aceite, é ser humano.
Sim, ele não tinha vergonha; ele apenas tinha a máscara e as luvas durante a entrevista porque estava tímido e tinha frio.

Obviamente que ele tinha vergonha da vida dupla que viveu durante anos - enganando tudo e todos, incluindo a namorada com quem vive. Desde quando que viver de forma degenerada é ser humano? Mentir às pessoas em nosso redor é "ser humano"?

Este gigolo bissexual viveu uma vida de forma sub-humana - fazendo coisas que eu nem consigo imaginar - mas esta psicóloga não só diz que ele nada tem que se envergonhar, como diz que isto é "ser humano".

Para se ver como esta psicóloga não tem aderência com a verdade, repare-se no incidente no final do vídeo. No fim da conversa a psicóloga é questionada sobre se o gigolo deveria ou não contar à namorada a verdade. A psicóloga, referência moral do programa, diz que "não sabe".

Entre dizer a verdade e continuar com a vida dupla, a psicóloga não tem opinião formada. Que dizer de tal "psicóloga"?

Mas vendo bem as coisas. ela não tinha outra forma de se evadir a questão:

  • Se dissesse que não, estaria dizer que não faz mal mentir e continuar a perpetuar a mentira.
  • Se dissesse que sim estaria possivelmente a condenar indirectamente o comportamento do sujeito em questão. Portanto podemos assumir que ela sabe (?) o que está a fazer ao citar Michel Foucault (?).

Não quero nem imaginar quando uma minoria de degenerados começar a "apaixonar-se por seres humanos" menores de quinze anos. Aí é que vai ser engraçado (de forma negativa) ver essa gente a defender as suas ideias das formas mais mirabolantes que possamos imaginar. Afinal eles julgam-se no direito de fazer o que bem entendem. Ninguém vai poder dizer nada uma vez que a ingaysição vai activamente andar a caçar qualquer voz discordante.

Conclusão:

No vídeo vemos duas formas de prostituição:
  • Uma em que, um vende o corpo a troco de dinheiro
  • Outra em que uma pessoa defende o indefensável para ganhar visibilidade profissional, usando malabarismos filosóficos baratos, enganando toda a gente e subvertendo a área da psicologia para servir interesses obscuros.



[Meu comentário]: Uma das coisas mais irónicas do vídeo é ver um homem que vive uma vida dupla a apontar o dedo a outros homens que vivem uma vida dupla. Aparentemente nem todas as vidas duplas foram criadas iguais.

Esta psicologia marxista, defendida por vários profissionais um pouco por todo o mundo, existe mesmo para destruir as normas sociais existentes no mundo ocidental. Nenhum profissional psicólogo sério diria que a prostituição é um veículo válido para o incremento das nossas capacidades de relacionamento com outras pessoas.

Qual é o propósito destas palavras da Ana Caetano? Porque é que ela tem dificuldades entre escolher a verdade ou escolher a mentira? Quem no seu juízo levaria o que ela diz a sério, uma vez que ela aparentemente não tem opinião formada entre dizer a verdade e viver uma mentira?


Referências:

1.
http://advhaereses.blogspot.com/search/label/Pedofilia

2.
http://www.olavodecarvalho.org/convidados/victor.htm

3.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/070305dc.html

4.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/070809dce.html

5.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/070129dc.html

6.
http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/videoplayer.aspx?videoid={008A193F-DA50-4BD1-986F-4150FE4026D0}

7.
http://videos.sapo.pt/GsJUq6l6R4y2FYAwojzZ

8.
http://sic.sapo.pt/online/sites+sic/querida-julia/diario/acompanhante.htm


sábado, 30 de julho de 2011

Os perigos da psicologia positiva

Há já alguns anos que as pessoas acreditam que elas podem mudar a forma como pensam delas mesmas - e mudar a sua vida para melhor - através de pensamento positivo e repetição de afirmações positivas. Este conselho tem sido dado por terapeutas e psicólogos através de livros de auto-ajuda, no entanto pelos menos um estudo mostrou que esta técnica pode causar mais mal que bem.

O problema.

A ideia por trás do pensamento positivo e afirmações positivas é a de que, ao serem repetidas declarações como "Eu sou uma pessoa forte" e "Eu posso atingir o sucesso", as pessoas podem mudar a forma como elas olham para si mesmas, levando a uma mudança de comportamentos e produzindo melhores resultados

Joanne Wood, professora de Psicologia (Universidade de Waterloo), decidiu testar os efeitos da práctica de afirmações positivas em pessoas com baixa estima.

O estudo.

Wood convidou 68 pessoas para participar no estudo, baseado nos seus resultados na escala de Auto-Estima de Rosenberg. Os participantes consistiam num grupo de pessoas com os resultados mais elevados e os resultados mais baixos.

Depois disto, membros dos dois grupos (os com muita auto-estima e os com baixa auto-estima) foram colocados num grupo de teste controlado. Foi dito às pessoas que estavam no grupo de teste para, após o do soar dum sino repetissem, "Eu sou uma pessoa amável" de 15 em 15 segundos .

Posteriormente, foi dito a todos os participantes (tanto os que estavam dentro do grupo de teste como os que não estavam no grupo de teste) que escrevessem sobre os seus sentimentos durante 4 minutos. Isto foi continuado com um questionário de avaliação do estado de espírito para determinar se as afirmações haviam produzido algum tipo de efeito.

Resultados.

O estudo mostrou que os participantes cujos resultados haviam demonstrado uma auto-estima baixa segundo a escala de Rosenberg sentiam-se pior em relação a si mesmos depois das afirmações - atingindo uma média de 10 na avaliação do estado de espírito que se seguiu.

Os participantes com baixa auto-estima que não haviam repetido a frase atingiram valores na ordem do 17 na avaliação do estado de espírito. No entanto, os participantes com alta auto-estima que repetiram a frase atingiram valores na casa dos 31, enquanto que os participantes com elevada auto-estima que não repetiram a frase atingiram em média valores na casa dos 25.

Conclusão:

O problema com o pensamento positivo - que os psicólogos tem revelado desde os anos 60 - é que as pessoas são mais susceptíveis de aceitar ideias mais próximas daquelas que elas já possuem e serem menos receptivas a ideias diferentes daquelas que elas sentem. Portanto, as pessoas que sofrem de baixa auto-estima rejeitarão pensamentos contrários.

De facto, o estudo da Drª Wood mostra que as afirmações positivas podem ser confusas e inacreditáveis para estas pessoas, podendo até aumentar a visão negativa que elas possuem delas mesmas.

Deste modo, o pensamento positivo pode estar a causar mais mal que bem.

Fonte

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Quem é a Psicóloga Ana Caetano?


Eis aqui alguma da informação em relação a Drª Ana Caetano.

Um amigo alerta-me por email:

Quase dois anos depois do seminário na universidade Rockefeler ela está nos média a mandar bitaites isto faz algum sentido?

Descobri que essa psicóloga depois de um seminário na universidade Rockefeller em Nova Yorque, um ano depois estava nos média a mandar bitaites, antes disso ela era apenas uma licenciada em psicologia com uma pós graduação qualquer na mesma área

Antes: http://aeiou.expresso.pt/psicologa-34-anos-ha-5-a-recibos=f110471

Depois: http://aeiou.visao.pt/um-optimista-nao-e-um-pateta-alegre=f544378

De facto, parece ter havido uma transformação radical (e aumento de estatuto).

O que é que isto significa? Se ela realmente esteve na universidade Rockefeller, será que isso pode explicar a sua visibilidade actual?

Acho que por esta altura todos nós sabemos que os esquerdistas usam os meios de informação para avançar com a sua agenda. Será descabido que eles usem também a Psicologia para "normalizar" o anormal e atacar a normalidade?

(A rever: A bíblia dos psiquiatras.)

A Drª Ana parece também adepta (e promotora) da "Psicologia Positiva". Só que esse tipo de psicologia não parece ser bem o que é apregoado (falaremos disso mais tarde).


Uma história verídica: um homem entra no consultório dum psicólogo e diz ao profissional que quer abandonar um certo estilo de vida porque não se sente bem na mesmo. O psicólogo, marxista, socialista, esquerdista, relativista moral, diz que ele "não tem que se sentir mal" por ter atracções não desejadas, e que é "perfeitamente normal" ser como é.

Do ponto de vista ético e profissional, este homem fez um bom trabalho ou fez um mau trabalho? Será que as pessoas agora são obrigadas a viver o tormento de certos estilos de vida só porque alguns "profissionais" decidem (sem evidências) que isso é normal?

O marxismo cultural é uma ideologia corrosiva para toda a sociedade mas quem sofre mais são - como sempre - os mais frágeis da sociedade.

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