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sábado, 30 de julho de 2011

Os perigos da psicologia positiva

Há já alguns anos que as pessoas acreditam que elas podem mudar a forma como pensam delas mesmas - e mudar a sua vida para melhor - através de pensamento positivo e repetição de afirmações positivas. Este conselho tem sido dado por terapeutas e psicólogos através de livros de auto-ajuda, no entanto pelos menos um estudo mostrou que esta técnica pode causar mais mal que bem.

O problema.

A ideia por trás do pensamento positivo e afirmações positivas é a de que, ao serem repetidas declarações como "Eu sou uma pessoa forte" e "Eu posso atingir o sucesso", as pessoas podem mudar a forma como elas olham para si mesmas, levando a uma mudança de comportamentos e produzindo melhores resultados

Joanne Wood, professora de Psicologia (Universidade de Waterloo), decidiu testar os efeitos da práctica de afirmações positivas em pessoas com baixa estima.

O estudo.

Wood convidou 68 pessoas para participar no estudo, baseado nos seus resultados na escala de Auto-Estima de Rosenberg. Os participantes consistiam num grupo de pessoas com os resultados mais elevados e os resultados mais baixos.

Depois disto, membros dos dois grupos (os com muita auto-estima e os com baixa auto-estima) foram colocados num grupo de teste controlado. Foi dito às pessoas que estavam no grupo de teste para, após o do soar dum sino repetissem, "Eu sou uma pessoa amável" de 15 em 15 segundos .

Posteriormente, foi dito a todos os participantes (tanto os que estavam dentro do grupo de teste como os que não estavam no grupo de teste) que escrevessem sobre os seus sentimentos durante 4 minutos. Isto foi continuado com um questionário de avaliação do estado de espírito para determinar se as afirmações haviam produzido algum tipo de efeito.

Resultados.

O estudo mostrou que os participantes cujos resultados haviam demonstrado uma auto-estima baixa segundo a escala de Rosenberg sentiam-se pior em relação a si mesmos depois das afirmações - atingindo uma média de 10 na avaliação do estado de espírito que se seguiu.

Os participantes com baixa auto-estima que não haviam repetido a frase atingiram valores na ordem do 17 na avaliação do estado de espírito. No entanto, os participantes com alta auto-estima que repetiram a frase atingiram valores na casa dos 31, enquanto que os participantes com elevada auto-estima que não repetiram a frase atingiram em média valores na casa dos 25.

Conclusão:

O problema com o pensamento positivo - que os psicólogos tem revelado desde os anos 60 - é que as pessoas são mais susceptíveis de aceitar ideias mais próximas daquelas que elas já possuem e serem menos receptivas a ideias diferentes daquelas que elas sentem. Portanto, as pessoas que sofrem de baixa auto-estima rejeitarão pensamentos contrários.

De facto, o estudo da Drª Wood mostra que as afirmações positivas podem ser confusas e inacreditáveis para estas pessoas, podendo até aumentar a visão negativa que elas possuem delas mesmas.

Deste modo, o pensamento positivo pode estar a causar mais mal que bem.

Fonte

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Quem é a Psicóloga Ana Caetano?


Eis aqui alguma da informação em relação a Drª Ana Caetano.

Um amigo alerta-me por email:

Quase dois anos depois do seminário na universidade Rockefeler ela está nos média a mandar bitaites isto faz algum sentido?

Descobri que essa psicóloga depois de um seminário na universidade Rockefeller em Nova Yorque, um ano depois estava nos média a mandar bitaites, antes disso ela era apenas uma licenciada em psicologia com uma pós graduação qualquer na mesma área

Antes: http://aeiou.expresso.pt/psicologa-34-anos-ha-5-a-recibos=f110471

Depois: http://aeiou.visao.pt/um-optimista-nao-e-um-pateta-alegre=f544378

De facto, parece ter havido uma transformação radical (e aumento de estatuto).

O que é que isto significa? Se ela realmente esteve na universidade Rockefeller, será que isso pode explicar a sua visibilidade actual?

Acho que por esta altura todos nós sabemos que os esquerdistas usam os meios de informação para avançar com a sua agenda. Será descabido que eles usem também a Psicologia para "normalizar" o anormal e atacar a normalidade?

(A rever: A bíblia dos psiquiatras.)

A Drª Ana parece também adepta (e promotora) da "Psicologia Positiva". Só que esse tipo de psicologia não parece ser bem o que é apregoado (falaremos disso mais tarde).


Uma história verídica: um homem entra no consultório dum psicólogo e diz ao profissional que quer abandonar um certo estilo de vida porque não se sente bem na mesmo. O psicólogo, marxista, socialista, esquerdista, relativista moral, diz que ele "não tem que se sentir mal" por ter atracções não desejadas, e que é "perfeitamente normal" ser como é.

Do ponto de vista ético e profissional, este homem fez um bom trabalho ou fez um mau trabalho? Será que as pessoas agora são obrigadas a viver o tormento de certos estilos de vida só porque alguns "profissionais" decidem (sem evidências) que isso é normal?

O marxismo cultural é uma ideologia corrosiva para toda a sociedade mas quem sofre mais são - como sempre - os mais frágeis da sociedade.

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