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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

John Kerry revela como funciona o marxismo cultural

Na passada 2ª-Feira o Secretário de Estado dos EUA John Kerry encontrou-se com o rei saudita Abdullah como forma de suavizar as relações entre os dois países. Depois do encontro, o príncipe al-Faisal (Ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita) disse que, "A  verdadeira relação entre amigos baseia-se na sinceridade, na integridade e na franqueza."

Mas certamente que Kerry não foi sincero, íntegro e franco quando o assunto foi o tratamento brutal que as autoridades Sauditas infligem às mulheres. Segundo o New York Times, "Temendo inflamar as sensibilidades Sauditas, John Kerry evitou a questão do repórter quando este o perguntou se as mulheres sauditas deveriam conduzir, preferindo afirmar que este debate "'deve ser resolvido pela Arábia Saudita.'"

Mas a administração de Obama não teve a mesma timidez quando o país a ser atacado era Israel. No ano de 2011, a Secretária de Estado Hillary Clinton levou a cabo uma série de ataques contra os autocarros segregados das comunidades religiosas (para homens e para mulheres), apesar do facto desses autocarros só existirem nas comunidades ultra-religiosas.

Ela atacou também os soldados israelitas que abandonavam os concertos onde havia mulheres a cantar (existem algumas interpretações da lei Judaica que proíbem os homens de ouvir as mulheres a cantar). Hillary comparou Israel com o Irão, bem como o Sul dos Estados Unidos antes do movimento dos direitos civis.


Dar lições de "direitos humanos" a um país democrático como Israel é qualificado como "liberalismo", mas atacar uma monarquia anti-mulher como a Arábia Saudita já é "imperialismo".

Brietbart.Com

* * * * * * *
Portanto,
[ACTUALIZAÇÃO: 2013/11/07 - 19:30 (GMT)]

O blogue do Mr X diz:

O esquerdista quer uma sociedade mais igualitária com saúde grátis pra todo mundo - desde que seja outro que pague, e desde que ele não tenha que esperar meses para ser atendido.

O esquerdista quer a liberação das drogas - desde que seu filho não seja um viciado e desde que os custos pela saúde que ele quer pública não subam astronomicamente em conseqüência.

O esquerdista quer liberação de costumes - desde que seu filho não seja gay nem sua filha uma puta nem sua mulher uma devassa.

O esquerdista elogia o sistema de Cuba e Venezuela - desde que sejam outros os que morem naquele paraíso de igualdade onde falta até papel higiênico.

O esquerdista quer mais minorias e mais multiculturalismo - desde que eles morem em outro bairro e não venham fazer macumba ou barulho do lado da sua casa.

O esquerdista quer mais direitos para os criminosos - desde que não seja ele o assaltado ou estuprado pelas pobres "vítimas do sistema".

O esquerdista quer "liberdade de expressão" - desde que seja para as suas idéias, mas não se importa se as opiniões contrárias à sua são censuradas, aliás prefere que o sejam.

O esquerdista, em resumo, é um delinquente hipócrita filho da mãe que não deveria ser admitido no convívio com seres civilizados. Até tocadores de reggae jamaicanos são mais toleráveis.





quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O triunfo do Marxismo Cultural?

Há cerca de 30 anos atrás, o dissidente soviético Yuri Alexandrovitch Bezmenov alertou a nação americana dos perigos do marxismo cultural, afirmando que o processo de desmoralização no país estava practicamente finalizado:

 

Segundo ele, esse processo é irreversivel:


Depois deste processo seguiu-se o processo de desestabilização:

 


O resultado das eleições  americanas provam que o processo de desestabilização se não está completo, está bem próximo de estar. O senso comum "americano" foi de tal maneira subvertido que já não são capazes de se aperceber que o país está a ser literalmente destruído através da subversão cultural e remoção e/ou perversão dos valores morais. 

Uma cultural que passou pela desmoralização e enfrenta a desestabilização, já não tem a capacidade de organizar a sua estrutura lógica de forma a analisar os dados de forma coerente. Já não é possível converter a forma de pensar desta cultura porque exposição a genuína informação não a vai fazer mudar de posição:



O registo económico de Obama, fundamentalista keynesiano, seria o suficiente para ele ser expulso duma escola primaria, caso ele fosse professor na mesma. Mas como os americanos já foram sedados para a realidade, Obama tem carta branca para continuar com a destruição do país.


Como é normal, os constituintes do marxismo cultural - minorias e mulheres solteiras - foram decisivos na vitoria de Obama.


O que isto significa é que vão ser mais 4 anos de amnistias aos imigrantes ilegais, para além do avanço forçado da agenda feminazista, até ao colapso do país. Depois disto, segue-se a crise, e, por fim, o período da "normalização".


Durante esta fase do processo, a elite esquerdista que tomou o poder durante a crise - o sonho de Lukacs, Gramsci e todos os terroristas culturais da Escola de Frankfurt. - eliminará os idiotas úteis que foram instrumentais no processo de desmoralização e desestabilização.  Isso inclui as feministas e os activistas homossexuais.

 
Como  diz Bezmenov:
O inimigo que Yuri identificou na altura é o mesmo inimigo que colocou Obama no poder...
O escritor Vox Day afirma que o total colapso americano ocorrerá por volta do ano 2033, mas, da forma como os eventos se estão a desenrolar, e com o decréscimo acelerado dos valores morais, é bem provável que o colapso ocorra antes disso. O que é preocupante nestas eleições é saber que, se a agenda marxista pode destruir um país como os EUA, então, se a mesma não for frontalmente resistida e condenada, ela pode destruir qualquer sociedade e qualquer civilização.

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