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domingo, 30 de outubro de 2016

Jornal israelita revela quem controla Hillary Clinton

Por Gilad Atzmon

O Jewish Chronicle reportou este fim de semana que os "cinco maiores financiadores da candidata Democrata Hillary Clinton na sua campanha presidencial são todos Judeus":

- Donald Sussman, hedge fund Manager;

- Jay Robert Pritzker, especulador capitalista

- Haim Saban, magnata mediático Israelita-Americano.

- George Soros, especulador

- Daniel Abraham, fundador da SlimFast


A única questão pendente é: será que os Americanos estão prontos para unir os pontos? Durante os últimos meses temos lido que os Judeus Americanos estão preocupados com o aumento acentuado do antissemitismo na terra dos livres.

Deduzo que muitos Judeus Americanos já uniram os pontos. Eles apercebem-se que, mais uma vez, a elite Judaica está a jogar um jogo perigoso à sua custa.

Seria de esperar que os Judeus na generalidade, e os oligarcas Judeus em particular, chegassem às conclusões necessárias tendo como base a história do Judeus, mas isso nunca acontece. Os mesmos erros desastrosos são repetidos, e, como sabemos, as consequências são graves.

~ http://bit.ly/2fhgPr6

* * * * * * *

O que o Judeu Gilad Atzmon tem em vista é a previsível reacção popular que certamente irá surgir após as massas se aperceberem que o globalismo é, em larga maioria, financiado por oligarcas duma etnia particular.



domingo, 23 de outubro de 2016

Judeu Gilad Atzmon analisa a reacção da elite judaica ao discurso de Donald Trump

Por Gilad Atzmon

Alguns Judeus ficaram perturbados com a referência feita por Donald Trump aos "banqueiros internacionais". Trump declarou esta semana que a sua rival Hillary Clinton era, de alguma forma, "instrumento duma vasta conspiração que envolve imenso dinheiro e os bancos internacionais".

Pode-se ver que Trump não se referiu aos Judeus e nem salientou qualquer etnia ou grupo religioso. No entanto, Jonathan Greenblatt, o "CEO" do grupo "Anti-Defamation League", foi rápido a reagir usando o Twitter:

Trump deveria evitar retórica e tropos que historicamente foram usados contra os Judeus e que ainda geram antissemitismo.... Vamos tentar manter o ódio fora da campanha eleitoral.

Urge perguntar: porque é que um dos Judeus mais proeminentes dos Estados Unidos vê "ódio" na referência crítica feita por Trump à "banca internacional"? Será porque Greenblatt sabe que os Banqueiros Internacionais que financiam a campanha eleitoral de Clinton pertencem a um grupo étnico particular? Será possível que Greenblatt acredite que os banqueiros da Goldman Sachs, lado a lado com indivíduos tais como Haim Saban e George Soros, podem ter mais uma ou duas coisas em comum para além de serem podres de ricos?

O Jewish Telegraphic Agency ficou também alarmado pela correcta observação de Trump de que "Estas eleições irão determinar se somos uma nação livre ou se apenas temos uma ilusão de democracia e que somos, de facto, controlados por um pequeno grupo de interesses especiais que estão a deturpar o sistema."

Mais uma vez, Trump não se referiu especificamente aos Judeus, mas o JTA deve ter pensado que Trump estava a falar dos Judeus. É bem provável que o JTA saiba alguma coisa que muitos de nós já se apercebeu, mas que decidiu suprimir.

Acho que a boa notícia é o súbito aparecimento da culpa Judaica. Greenblatt e o JTA agem com base na culpa. Eles sabem que a banca internacional é território Judaico, e isso deixa-os pouco à vontade. Mas a notícia trágica é que a culpa Judaica raramente leva a uma reflexão ética, e é rapidamente transformada em agressão.

Se Greenblatt estivesse realmente preocupado com a difamação e com a segurança dos Judeus Americanos, ele deveria tentar fazer com que os banqueiros internacionais Judeus se retirassem da politica Americana. Mas para Greenblatt e para outros dentro de seu meio social tribal, o poder Judaico é o poder de silenciar a própria discussão do poder Judaico.

De forma práctica, Greenblatt, um Judeu Americano, está a dizer ao candidato Americano quais os tópicos ele deve evitar.

Eu gostaria de dizer a Greenblatt e aos seus acólitos que este desenvolvimento é muito perigoso para o povo Americano e para os Judeus Americanos em particular.

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Note-se que apesar de toda a comoção, e todo o kvetching, nenhum membro da elite Judaica (ou da elite não-Judaica) foi capaz de refutar o que Trump disse: Hillary é controlada pelos banqueiros internacionaisEste é o ponto que nos devemos focar e esta é a alegação inicial.

Quem trouxe a questão da etnia dos banqueiros internacionais para a discussão foi a elite judaica, e como tal, ELES é que apontaram a luz da verdade para si mesmos.



Título original: "A Glimpse into Jewish Guilt and Aggression" - http://bit.ly/2ecy8pL



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

John Kerry revela como funciona o marxismo cultural

Na passada 2ª-Feira o Secretário de Estado dos EUA John Kerry encontrou-se com o rei saudita Abdullah como forma de suavizar as relações entre os dois países. Depois do encontro, o príncipe al-Faisal (Ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita) disse que, "A  verdadeira relação entre amigos baseia-se na sinceridade, na integridade e na franqueza."

Mas certamente que Kerry não foi sincero, íntegro e franco quando o assunto foi o tratamento brutal que as autoridades Sauditas infligem às mulheres. Segundo o New York Times, "Temendo inflamar as sensibilidades Sauditas, John Kerry evitou a questão do repórter quando este o perguntou se as mulheres sauditas deveriam conduzir, preferindo afirmar que este debate "'deve ser resolvido pela Arábia Saudita.'"

Mas a administração de Obama não teve a mesma timidez quando o país a ser atacado era Israel. No ano de 2011, a Secretária de Estado Hillary Clinton levou a cabo uma série de ataques contra os autocarros segregados das comunidades religiosas (para homens e para mulheres), apesar do facto desses autocarros só existirem nas comunidades ultra-religiosas.

Ela atacou também os soldados israelitas que abandonavam os concertos onde havia mulheres a cantar (existem algumas interpretações da lei Judaica que proíbem os homens de ouvir as mulheres a cantar). Hillary comparou Israel com o Irão, bem como o Sul dos Estados Unidos antes do movimento dos direitos civis.


Dar lições de "direitos humanos" a um país democrático como Israel é qualificado como "liberalismo", mas atacar uma monarquia anti-mulher como a Arábia Saudita já é "imperialismo".

Brietbart.Com

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Portanto,
[ACTUALIZAÇÃO: 2013/11/07 - 19:30 (GMT)]

O blogue do Mr X diz:

O esquerdista quer uma sociedade mais igualitária com saúde grátis pra todo mundo - desde que seja outro que pague, e desde que ele não tenha que esperar meses para ser atendido.

O esquerdista quer a liberação das drogas - desde que seu filho não seja um viciado e desde que os custos pela saúde que ele quer pública não subam astronomicamente em conseqüência.

O esquerdista quer liberação de costumes - desde que seu filho não seja gay nem sua filha uma puta nem sua mulher uma devassa.

O esquerdista elogia o sistema de Cuba e Venezuela - desde que sejam outros os que morem naquele paraíso de igualdade onde falta até papel higiênico.

O esquerdista quer mais minorias e mais multiculturalismo - desde que eles morem em outro bairro e não venham fazer macumba ou barulho do lado da sua casa.

O esquerdista quer mais direitos para os criminosos - desde que não seja ele o assaltado ou estuprado pelas pobres "vítimas do sistema".

O esquerdista quer "liberdade de expressão" - desde que seja para as suas idéias, mas não se importa se as opiniões contrárias à sua são censuradas, aliás prefere que o sejam.

O esquerdista, em resumo, é um delinquente hipócrita filho da mãe que não deveria ser admitido no convívio com seres civilizados. Até tocadores de reggae jamaicanos são mais toleráveis.





domingo, 6 de novembro de 2011

Hillary Clinton demonstra de forma clara que o feminismo é só fachada

Em Setembro último a Hillary Clinton deu o seu apoio aos direitos das mulheres durante a cimeira da APEC em São Francisco:

Continuando com a promessa da Era da Participação, não nos esqueçamos que ao aproveitarmos o potencial económico das mulheres, nós aumentamos as oportunidades para todos.

Foi um bom discurso. Os esquerdistas adoraram-no. Mas, tal como diria o esquerdista Barack Obama, "foram apenas palavras".

Mas em Outubro Hillary Clinton viajou para o Afeganistão para avançar com o processo de paz com os talibãs. E todos nós sabemos como os talibãs tratam as mulheres....



Se és feminista, olha bem para este vídeo. Olha bem para ele e pensa naquilo que as feministas ocidentais te dizem. É com pessoas desse calibre que a ultra-feminista Hillary Clinton quer assinar "acordos de paz". Ela não se importa minimamente com o que acontece às mulheres muçulmanas. Aparentemente só as mulheres ocidentais precisam do feminismo.

Não seria de esperar que ela levasse para lá a mensagem feminista que ela tanto divulga no mundo ocidental? Porque é que a Hillary defende os direitos das mulheres no mundo ocidental mas "esquece-se" dos mesmos direitos quando chega no mundo islâmico?

Isto confirma o que o filósofo Olavo de Carvalho diz com frequência: todas as bandeiras do marxismo cultural (feminismo, gayzismo, aborcionismo, multiculturalismo, liberdade sexual, acção afirmativa, estudos étnicos, destruição da família natural, aquecimento global, etc, etc) são apenas isso mesmo: bandeiras. Os marxistas só as usam como forma de obter o poder.

Eles não se importam genuinamente com o que acontece às mulheres (quer sejam as ocidentais quer sejam as muçulmanas). Eles, os marxistas culturais, apenas USAM as mulheres (bem como os homossexuais, os negros, etc) para avançar com a sua ideologia politica.

Por isso é que a Hillary não vê contradição nenhuma entre defender os direitos das mulheres no ocidente mas ignorar esses mesmos direitos nos países islâmicos. Ela nunca levou a sério esses direitos; ela apenas apela aos mesmos quando acha que isso pode avançar com o seu marxismo cultural, isto é, quando acha que esse tipo de discurso ajuda a esquerda política obter mais poder.

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