O Jewish Chroniclereportou este fim de semana que os "cinco maiores financiadores da candidata Democrata Hillary Clinton na sua campanha presidencial são todos Judeus":
A única questão pendente é: será que os Americanos estão prontos para
unir os pontos? Durante os últimos meses temos lido que os Judeus
Americanos estão preocupados com o aumento acentuado do antissemitismo
na terra dos livres.
Deduzo que muitos Judeus Americanos já uniram os
pontos. Eles apercebem-se que, mais uma vez, a elite Judaica está a
jogar um jogo perigoso à sua custa.
Seria de esperar que os Judeus na generalidade, e os oligarcas Judeus
em particular, chegassem às conclusões necessárias tendo como base a
história do Judeus, mas isso nunca acontece. Os mesmos erros
desastrosos são repetidos, e, como sabemos, as consequências são graves.
O que o Judeu Gilad Atzmon tem em vista é a previsível reacção popular que
certamente irá surgir após as massas se aperceberem que o globalismo é,
em larga maioria, financiado por oligarcas duma etnia particular.
Alguns Judeus ficaram perturbados com a referência feita por Donald
Trump aos "banqueiros internacionais". Trump declarou esta semana que a
sua rival Hillary Clinton era, de alguma forma, "instrumento duma vasta
conspiração que envolve imenso dinheiro e os bancos internacionais".
Pode-se ver que Trump não se referiu aos Judeus e nem salientou
qualquer etnia ou grupo religioso. No entanto, Jonathan Greenblatt, o
"CEO" do grupo "Anti-Defamation League", foi rápido a reagir usando o Twitter:
Trump
deveria evitar retórica e tropos que historicamente foram usados contra os Judeus e que ainda geram antissemitismo.... Vamos tentar manter o ódio
fora da campanha eleitoral.
Urge perguntar: porque é que um dos Judeus mais proeminentes dos Estados
Unidos vê "ódio" na referência crítica feita por Trump à "banca
internacional"? Será porque Greenblatt sabe que os Banqueiros
Internacionais que financiam a campanha eleitoral de Clinton pertencem
a um grupo étnico particular? Será possível que Greenblatt acredite que
os banqueiros da Goldman Sachs, lado a lado com indivíduos tais como
Haim Saban e George Soros, podem ter mais uma ou duas coisas em comum
para além de serem podres de ricos?
O Jewish Telegraphic Agency ficou também alarmado pela correcta
observação de Trump de que "Estas eleições irão determinar se somos uma
nação livre ou se apenas temos uma ilusão de democracia e que somos, de
facto, controlados por um pequeno grupo de interesses especiais que estão
a deturpar o sistema."
Mais uma vez, Trump não se referiu especificamente aos Judeus, mas o
JTA deve ter pensado que Trump estava a falar dos Judeus. É bem
provável que o JTA saiba alguma coisa que muitos de nós já se
apercebeu, mas que decidiu suprimir.
Acho que a boa notícia é o súbito aparecimento da culpa Judaica.
Greenblatt e o JTA agem com base na culpa. Eles sabem que a banca
internacional é território Judaico, e isso deixa-os pouco à vontade.
Mas a notícia trágica é que a culpa Judaica raramente leva a uma
reflexão ética, e é rapidamente transformada em agressão.
Se Greenblatt estivesse realmente preocupado com a difamação e com a
segurança dos Judeus Americanos, ele deveria tentar fazer com que os
banqueiros internacionais Judeus se retirassem da politica Americana.
Mas para Greenblatt e para outros dentro de seu meio social tribal, o
poder Judaico é o poder de silenciar a própria discussão do poder
Judaico.
De forma práctica, Greenblatt, um Judeu Americano, está a dizer ao candidato Americano quais os tópicos ele deve evitar.
Eu gostaria de dizer a Greenblatt e aos seus acólitos que este
desenvolvimento é muito perigoso para o povo Americano e para os Judeus
Americanos em particular.
* * * * * * * *
Note-se que apesar de toda a comoção, e todo o kvetching, nenhum membro da elite Judaica (ou da elite não-Judaica)
foi capaz de refutar o que Trump disse: Hillary é controlada pelos
banqueiros internacionais. Este é o ponto que nos devemos focar e esta
é a alegação inicial.
Quem trouxe a questão da etnia dos banqueiros internacionais para a
discussão foi a elite judaica, e como tal, ELES é que apontaram a luz
da verdade para si mesmos.
Título original: "A Glimpse into Jewish Guilt and Aggression" - http://bit.ly/2ecy8pL
Na passada 2ª-Feira o Secretário de Estado dos EUA John Kerry
encontrou-se com o rei saudita Abdullah como forma de suavizar as
relações entre os dois países. Depois do encontro, o príncipe al-Faisal
(Ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita) disse que,
"A verdadeira relação entre amigos baseia-se na sinceridade, na
integridade e na franqueza."
Mas certamente que Kerry não foi sincero, íntegro e franco quando o
assunto foi o tratamento brutal que as autoridades Sauditas infligem às
mulheres. Segundo o New York Times, "Temendo inflamar as sensibilidades
Sauditas, John Kerry evitou a questão do repórter quando este o
perguntou se as mulheres sauditas deveriam conduzir, preferindo afirmar
que este debate "'deve ser resolvido pela Arábia Saudita.'"
Mas a administração de Obama não teve a mesma timidez quando o país a
ser atacado era Israel. No ano de 2011, a Secretária de Estado Hillary
Clinton levou a cabo uma série de ataques contra os autocarros
segregados das comunidades religiosas (para homens e para mulheres),
apesar do facto desses autocarros só existirem nas comunidades
ultra-religiosas.
Ela atacou também os soldados israelitas que abandonavam os concertos
onde havia mulheres a cantar (existem algumas interpretações da lei
Judaica que proíbem os homens de ouvir as mulheres a cantar). Hillary
comparou Israel com o Irão, bem como o Sul dos Estados Unidos antes do
movimento dos direitos civis.
Dar lições de "direitos humanos" a um país democrático como Israel é
qualificado como "liberalismo", mas atacar uma monarquia anti-mulher
como a Arábia Saudita já é "imperialismo".
O esquerdista quer uma sociedade mais igualitária com saúde grátis pra
todo mundo - desde que seja outro que pague, e desde que ele não tenha
que esperar meses para ser atendido.
O esquerdista quer a
liberação das drogas - desde que seu filho não seja um viciado e desde
que os custos pela saúde que ele quer pública não subam astronomicamente
em conseqüência.
O esquerdista quer liberação de costumes - desde que seu filho não seja gay nem sua filha uma puta nem sua mulher uma devassa.
O
esquerdista elogia o sistema de Cuba e Venezuela - desde que sejam
outros os que morem naquele paraíso de igualdade onde falta até papel
higiênico.
O esquerdista quer mais minorias e mais
multiculturalismo - desde que eles morem em outro bairro e não venham
fazer macumba ou barulho do lado da sua casa.
O esquerdista quer
mais direitos para os criminosos - desde que não seja ele o assaltado ou
estuprado pelas pobres "vítimas do sistema".
O esquerdista quer
"liberdade de expressão" - desde que seja para as suas idéias, mas não
se importa se as opiniões contrárias à sua são censuradas, aliás prefere
que o sejam.
O esquerdista, em resumo, é um delinquente
hipócrita filho da mãe que não deveria ser admitido no convívio com
seres civilizados. Até tocadores de reggae jamaicanos são mais
toleráveis.
Em Setembro último a Hillary Clinton deu o seu apoio aos direitos das mulheres durante a cimeira da APEC em São Francisco:
Continuando com a promessa da Era da Participação, não nos esqueçamos que ao aproveitarmos o potencial económico das mulheres, nós aumentamos as oportunidades para todos.
Foi um bom discurso. Os esquerdistas adoraram-no. Mas, tal como diria o esquerdista Barack Obama, "foram apenas palavras".
Mas em Outubro Hillary Clinton viajou para o Afeganistão para avançar com o processo de paz com os talibãs. E todos nós sabemos como os talibãs tratam as mulheres....
Se és feminista, olha bem para este vídeo. Olha bem para ele e pensa naquilo que as feministas ocidentais te dizem. É com pessoas desse calibre que a ultra-feminista Hillary Clinton quer assinar "acordos de paz". Ela não se importa minimamente com o que acontece às mulheres muçulmanas. Aparentemente só as mulheres ocidentais precisam do feminismo.
Não seria de esperar que ela levasse para lá a mensagem feminista que ela tanto divulga no mundo ocidental? Porque é que a Hillary defende os direitos das mulheres no mundo ocidental mas "esquece-se" dos mesmos direitos quando chega no mundo islâmico?
Isto confirma o que o filósofo Olavo de Carvalho diz com frequência: todas as bandeiras do marxismo cultural (feminismo, gayzismo, aborcionismo, multiculturalismo, liberdade sexual, acção afirmativa, estudos étnicos, destruição da família natural, aquecimento global, etc, etc) são apenas isso mesmo: bandeiras. Os marxistas só as usam como forma de obter o poder.
Eles não se importam genuinamente com o que acontece às mulheres (quer sejam as ocidentais quer sejam as muçulmanas). Eles, os marxistas culturais, apenas USAM as mulheres (bem como os homossexuais, os negros, etc) para avançar com a sua ideologia politica.
Por isso é que a Hillary não vê contradição nenhuma entre defender os direitos das mulheres no ocidente mas ignorar esses mesmos direitos nos países islâmicos. Ela nunca levou a sério esses direitos; ela apenas apela aos mesmos quando acha que isso pode avançar com o seu marxismo cultural, isto é, quando acha que esse tipo de discurso ajuda a esquerda política obter mais poder.