sábado, 23 de Junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

. . . .

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

* * * * * * *

Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende uma vez que eles estavam bem cientes que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social. Como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo; primeiro geram os problemas através das suas políticas sociais (e não só) e depois colocam-se a eles mesmos como os agentes capazes de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?


1 comentário:

  1. Agora eu vou falar o porque de os governos europeus estarem tirando os direitos de seus propiros povos em favor de imigrantes muçulmanos, além da agenda sionista é claro, há um problema nos países brancos que é a baixa taxa de natalidade, os casais europeus tem um índice de fertilidade muito baixo e a população está envelhecendo rápido, as gerações sucessivas não são suficientes para a demanda de mão de obra do capitalismo corporativista, e isso é claro é promovido pela cultura popular liberal com o controle de natalidade e a "independencia" das mulheres que não tem que desperdiçar suas vidas criando filhos; assim os donos de grandes negócios e os políticos estão interessados em traser imigrantes de países de 3rd mundo para ganhar votos e "impulsionar a economia", porém não é o dever de um governo é proteger o seu povo? o que está acontecendo na europa é justamente o contrário, os europeus estão perdendo seus benefícios, seus empregos e oportunidades em favor de estrangeiros, e o pior, estão perdendo sua identidade por causa de todo esse multiculturalismo maldito, garotas brancas são estupradas todos os disas por gangues de muçulmanos na grã-bretanha, o numero de crimes aumentou absurdamente, aqui no canada está acontecendo a mesma coisa, ontario está sendo islamizada de uma forma absurda e nojenta, várias meninas foram violentadas perto do campus da universidade de toronto por imigrantes muçulmanos porque segundo eles "elas estavam se vestindo como vadias e estavam pedindo por isso", e se um europeu ousar em reclamar já é chamado de racista, a velha tática da esquerda, o que está acontecendo não é imigração é invasão, os europeus estão sendo reféns de seus proprios governos. Nós não somos obrigados a passar por isso, a nossa sociedade é evoluída porque nós levamos muito tempo, derramamos muito suor e sangue para chegar onde chegamos, para a costruírmos, o que está acontecendo é injusto não temos que aguentar esse tipo de absurdo nós somos superiores que isso. a única solução é os europeus passarem a se reproduzir depressa e acordar para essa lavagem cerebral da mídia em massa, antes que seja tarde de mais, porque já estamos virando uma minoria na nossa propia terra

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