sábado, 10 de setembro de 2011

Maio de 68 e a sua pedofilia

http://blasfemias.net/2009/10/16/os-indulgentes/

Cena 1. O cineasta Roman Polanski foi preso na Suíça sob a acusação de ter mantido relações sexuais com uma menor de 13 anos, nos EUA, em 1977.

Cena 2. Frédéric Mitterrand, ministro francês da Cultura, mostrou-se indignado pela detenção de Polanski que diz motivada por “uma antiga história que não tem realmente sentido”. Face às críticas daqueles que recordavam que a dita história sem sentido incluía sexo e consumo de drogas com uma criança Frédéric Mitterrand respondeu que “O trabalho de um ministro da Cultura é defender os artistas na França.” Cabe perguntar: e se fosse camionista o ministro dos Transportes defendê-lo-ia?

Cena 3. Com quatro anos e meio de atraso sobre a data de publicação da obra, jornalistas e políticos lêem a autobiografia de Frédéric Mitterrand. Nesse livro o agora ministro francês da Cultura dava conta do seu hábito de pagar “a rapazes” na Tailândia.

Cena 4. O eurodeputado Daniel Cohn-Bendit, um dos líderes do Maio de 68 em França, critica Frédéric Mitterrand pela sua tomada de posição no caso Polanski que, ao contrário do ministro francês, considera “um problema de justiça”.

Já sobre o recurso de Frédéric Mitterrand ao turismo sexual provavelmente com menores (ou adultos que dada a ambiência do turismo sexual na Tailândia difícilmente poderão ser considerados tão livres quanto o é um adulto que se prostitui na Europa), Cohn Benndit considerou que as revelações de Frédéric Miterrand são uma espécie de terapia pública.

Cena 5. Voltam a ser referidas as acusações a Cohn Bendit de comportamentos impróprios com crianças. Os factos remontam aos anos 70, época em que o agora eurodeputado trabalhava nos jardins infantis revolucionários de Frankfurt. As acusações baseiam-se naquilo que o próprio Cohn Bendit escreveu em 1975 no livro “Le Grand Bazar” que na época não parece ter chocado ninguém.

Se este alinhamento fosse o esboço de um guião dir-se-ia que tinha demasiadas coincidências. Mas isto não é ficção. É sim o percurso de alguns dos protagonistas de uma geração que era jovem no final dos anos 60.

Uma geração que rejeitou a moral burguesa e ocidental e que não só acreditava que ia fazer muito melhor como acreditava de que pouco havia a aproveitar na sociedade então vigente.


Como é conhecido, o capitalismo, esse eterno reciclador, reservou lugares de destaque e de poder a estes contestatários. Mas o tempo o está a pregar uma enorme partida a essa geração que enquanto teve e tem um discurso muito severo sobre quem a precedeu e se habituou a ser extraordinariamente indulgente consigo mesma.

O que agora os atormenta não é terem chamado libertadores a ditadores, confundido filósofos com chefes de seitas ou, em alguns casos, terem atravessado a ténue linha que então separava a contestação do terrorismo.

O que o tempo agora lhes atira à cara através de interpostas crianças é a memória desses anos em que eles gritavam liberdade, façam amor e não a guerra, eram jovens e belos, em que acreditavam que iam ficar para a História, quiçá ser o seu fim e não concebiam sequer que outras gerações os julgariam.

Com as suas enormes diferenças o drama de Daniel Cohn-Bendit, Frédéric Mitterrand e Roman Polanski é que tudo aquilo que agora lhes é atirado à cara foi senão aprovado pelo menos razoavelmente tolerado em determinados períodos. Basta pesquisar nos arquivos dos jornais, sobretudo dos franceses, para encontrarmos referências aos abaixo-assinados subscritos pelos intelectuais nos anos 70 pedindo a libertação de pedófilos que então não eram vistos enquanto tal mas sim como contestatários da repressão burguesa da sexualidade infantil.

Contudo o que impressiona em 2009 não é tanto o que se diz, fez ou escreveu há trinta anos mas o constatar-se a disponibilidade para novamente, em nome da libertação dos adultos, tomarmos sem grande reflexão decisões que não sabemos como podem interferir com as crianças por elas afectadas.

O caso presente da adopção por casais homossexuais é um exemplo disso mesmo. Que dois homens ou duas mulheres queiram ver reconhecida a sua união como casamento é uma questão entre adultos. Bem diferente é uma sociedade assumir que no futuro existirão crianças que serão identificadas como tendo dois pais ou duas mães. Como irão reagir a isso?

Ao contrário do que por vezes se sugere não vejo que alguém fique homossexual por ser criado por homossexuais – aliás se assim fosse não existiam homossexuais pois até agora todos nascemos em famílias heterossexuais – como nem sequer me parece que essa seja uma questão relevante. O que está em causa é que da nossa identidade fazem parte as figuras de pai e de mãe.

Daí a luta no passado contra a existência de mães e pais incógnitos. E não deixa de ser sintomática desta necessidade a história muitas vezes reconstruída pelos filhos dos divorciados acerca do pai e da mãe, não raras vezes com grande injustiça para os padrastos e madrastas que lhes fizeram as vezes.

Convirá que não esqueçamos que a propaganda passa e os factos ficam. E nestas matérias os factos tendem a confrontar-nos muito mais tarde. Nesse desagradável momento arranjar uns bodes expiatórios como está a acontecer agora com a geração de 70 dá jeito aos indulgentes.

Mas na verdade não é muito leal.

Prostitutas do Porto tem taxa de tentativas de suicídio 100 vezes superior à média


Quase metade (44 por cento) das prostitutas de rua que participaram num estudo realizado no Porto tentaram suicidar-se, algumas mais do que uma vez, taxa mais de cem vezes superior à estimativa entre a população geral.

O trabalho, que constitui a tese de mestrado do psicólogo Alexandre Teixeira, foi feito através de um inquérito realizado a 52 mulheres que se prostituíam nas ruas da cidade nortenha entre Dezembro de 2009 e Março de 2010 e vai ser apresentado num congresso sobre prevenção de suicídio que se realiza entre os dias 13 e 17 em Pequim.

Das 23 mulheres que disseram já ter querido colocar fim à vida, dez disseram tê-lo feito uma vez, seis em duas oportunidades e sete em três ou mais ocasiões.

Sem outros trabalhos científicos do mesmo âmbito, o investigador recorre ao índice apresentado por estudos internacionais que apontam para que a percentagem de mulheres adultas a quem alguma vez ocorreu suicidarem-se varie entre os 10 e os 11 por cento, desconhecendo-se a taxa das que o tentaram.

Atendendo a que o número de suicídios em Portugal é de 9,6 por cada 100 mil habitantes/ano e que os cientistas calculam que por cada suicídio consumado haja outras 30 tentativas, contas feitas pela Lusa levam ao número provável de 28.800 tentativas anuais no país e uma taxa de 0,28 por cento.

Quando comparados, os dados recolhidos por Alexandre Teixeira indiciam uma taxa de suicídio tentado entre o universo de prostitutas inquirido mais de 170 vezes superior à estimativa do que ocorre entre a população portuguesa em geral.

O único estudo com algumas semelhanças que o psicólogo português conhece foi realizado com prostitutas na China, mas apenas revela que 14 por cento das inquiridas tinham alguma vez pensado em suicídio, desconhecendo-se quantas o tinha tentado.

A taxa de tentativas de suicídio encontrada na meia centena de mulheres surge rodeada de outros indicadores de uma grande degradação social do grupo: 60 por cento têm menos que o sexto ano de escolaridade, sendo que 40 por cento tem apenas a antiga quarta classe, 63 por cento começaram a prostituir-se por dificuldades económicas, um terço consome drogas habitualmente e quase todas são vítimas de violência por parte dos clientes ou no próprio ambiente familiar.

A depressão é outro dos problemas comuns no grupo, onde a 88 por cento das mulheres revelou já lhe ter sido diagnosticada alguma vez aquela doença mental.

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio.

Fonte


Contrariamente ao que certos membros da comunidade neo-ateísta defende, a prostituição não é "um emprego igual aos outros" (vêr: Ludwig Krippahl e as Prostitutas). A prostituição é a degradação e humilhação da mulher para o prazer de um ou mais homens.

Seria de esperar que as feministas, alegadamente interessadas em "defender a mulher", se dedicassem mais a erradicar esta praga do que a promover o aborto ou outra ideologia destrutiva. Mas elas pouco ou nada fazem para combater a desumanização da mulher.

Provavelmente elas evitem este assunto porque elas sabem que uma das maiores (senão a maior) causa da prostituição é a família disfuncional. Como a disfuncionalidade da família é um dos propósitos do feminismo, combater um dos efeitos da destruição da família seria contraditório.


"This* is an official government publication and Dr Chutikul is the Minister for Youth Affairs. Discusses child prostitution and views it as a problem of family breakdown. Claims that families with fathers who are good supporters do not usually sell their daughters."

* Chutikul, S., Punpeng, T. and Xuto, N., 1987, Children in Especially Difficult Situations (Thailand), Bangkok: National Youth Bureau

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Cientista das Nações Unidas: Nunca Houve Consenso em Relação ao Aquecimento Global – Só Meia Dúzia de Gatos Pingados Acreditava Nisso

Um oficial de topo do Painel Intergovernamental em torno do Aquecimento Global (PIAG) das Nações Unidas admitiu recentemente que nunca houve um consenso em torno do aquecimento global (AG) e que apenas um número reduzido de cientistas realmente acreditava nisso.

O National Post reportou:

Segundo Mike Hulme, um proeminente cientista climático e um profundo conhecedor da PIAG, o Painel Intergovernamental em torno do Aquecimento Global das Nações Unidas enganou a imprensa e o público ao fazer passar a mensagem de que supostamente milhares de cientistas suportavam as suas alegações acerca do aquecimento global antropogénico [AGA].

O numero actual de cientistas que se alinhavam com esta alegação climática não era "mais do que uma pequena dúzia de peritos"afirmou Mike Hulme num artigo escrito para a "Progress in Physical Geography", co-escrito com o estudante Martin Mahony.

Alegações de que '2,500 dos cientistas de topo chegaram a um consenso de que as actividades humanas estão a ter impacto significativo no ambiente' são insinceras" afirma o artigo de forma directa, acrescentando que as mesmas deixaram "o PIAG vulnerável a criticismo externo."

A caracterização de Humle acerca dos exageros do PIAG em torno do número de cientistas que suportaram a alegação do AGA pode ser encontrada nas páginas 10 e 11 do seu artigo. O mesmo pode ser lido aqui.


E de pensar que ainda a dois anos atrás Al Gore prometeu que o gelo do mar Árctico iria derreter por completo no espaço de 5 anos. E por coisas como essas, Gore recebeu um Prémio Nobel.

Patético.

Conclusão:

Mais uma vez se vê que o "consenso" não significa nada em termos científicos. O que interessa são os dados e as evidências e não as crenças de uma certa elite.

Isto é muito importante para o qualquer tipo de debate contra os esquerdistas uma vez que uma das formas através da qual eles tentam acabar com o debate mesmo antes de começar é afirmarem que o ponto de vista que eles defendem é consensual entre os "cientistas".

Bem, talvez seja, mas mesmo que fosse verdade, isso não é evidência para nada.

Esta notícia é mais uma grande derrota para o comunismo e para os "redistribuidores da riqueza" e uma grande vitória para a ciência.



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

“Educação Sexual”: Professor Ensina Posições Sexuais a Crianças de 14 Anos

Pais de adolescentes estão indignados depois de saberem que os seus filhos foram alvo da "educação sexual" pornográfica feita pela Paternidade Planeada (organização que executa a matança de bebés a troco de dinheiro).

"Foi verdadeiramente inapropriado," afirmou Collen Dostal à Fox News. "Fazer isto numa turma mista - Eu acredito firmemente que foi inapropriado".

O filho de 14 anos da Sra Dostal era um dos jovens que estava a assistir a classe. Segundo a Sra Dostal, os estudantes foram instruídos em como fazer exames femininos e o instrutor usou um órgão sexual masculino em 3-D para ensinar a usar um preservativo.

Mas a Sra Dostal afirmou que ficou ainda mais irritada quando soube que o instrutor simulou actos sexuais usando animais empalhados.

A Sra Dostal acrescentou:

Não entendo o porquê dum adulto ensinar posições sexuais a uma aula cheia de crianças. Foi horrivelmente inapropriado.
Em relação às fotografias ela disse que "algumas delas eram pornográficas".
Se soubesse que isto iria acontecer, eu teria ficado na aula ou tirava o meu filho de lá.

Conclusão:

Maravilha. O governo designou um desconhecido para ensinar posições sexuais aos filhos de pais que nem sabiam o que estava a acontecer. E quem é que o governo encomendou? Apenas a maior organização aborcionista dos EUA.

É por estas e por outras que a educação sexual proposta pelos esquerdistas é um abuso infantil. Mas cabe na cabeça de alguém que o estado seleccione uma organização que faz abortos para ensinar posições sexuais a crianças de 14 anos? E mais, quem lhes deu o direito de fazer uma coisa dessa?

Será que eles não vem que essa organização está sobremaneira interessada em promover a promiscuidade, uma vez que a promiscuidade leva a gravidez indesejada, o que facilita o aborto? Há um grave conflito de interesses aqui, mas os ateus não se importam. O que interessa é ensinar o seu modelo de "educação sexual" às crianças dos outros.

Vejam os níveis de insanidade desta "educação sexual":

1. Uma empresa que lucra com abortos foi escolhida para ensinar a "educação sexual".

2. Um "professor" usou um modelo anatomicamente correcto de um órgão masculino para ensinar as crianças como usar um preservativo. (NOTA: Havia raparigas na aula).

3. O mais horrível de tudo, uma estranho ensinou posições sexuais a crianças de 14 anos.

4. Os pais não sabiam de nada.

E ainda há pessoas que acham estranho que os pais se preocupem com a intromissão estatal na educação sexual dos filhos dos outros. Esta notícia, e as que se podem ler mais em baixo, justificam a preocupação.

Uma coisa que convém perguntar: se eles estão tão certos da moralidade do que estão a fazer, porque é que o escondem dos pais das crianças? Será porque eles sabem que o que estão a fazer seria recusado pelos pais? E se eles sabiam que os pais nunca aceitariam uma coisa dessas, então eles fizerem conscientemente aquilo que eles sabiam seria considerado ofensivo pelos pais. Ou seja, para eles, a vontade dos pais não interessa. O governo sabe melhor que ninguém o que é bom para as crianças alheias.

Não isto uma evidência muito forte de que estas pessoas [as que querem ensinar "educação sexual" pornográfica] não são de confiança?

Ver também:

1. Governo Inglês Exige Educação Sexual para Crianças de 5 Anos.

2. “Educação Sexual”: Distribuição de Preservativos em Escolas Primárias

3. Educação Sexual Britânica Produz Aumento de Gravidez Juvenil

4. Nações Unidas Exige Corromper Crianças

5. Preservativos super pequenos para crianças de 12 anos começam a ser vendidos na Suíça

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

"Na minha casa, não"

Uma professora de sociologia (na foto) escreveu no jornal esquerdista New York Times que as famílias americanas poderiam ser "melhoradas" se os pais fossem mais como os pais holandeses que - tipicamente, segundo é implicado - deixam que as suas filhas adolescentes durmam com os seus namorados em casa e os filhos façam o mesmo com as namoradas.

Numa carta dirigida aos New York Times, um médico que, ao contrário da socióloga, lida com adolescentes, refuta esta "melhoria" e escreve:

Como médico envolvido em psiquiatria infantil e juveniil, eu não poderia discordar mais com as conclusões feitas por Amy Schalet no artigo “The Sleepover Question”.

A maioria dos adolescentes não tem meios de entender plenamente e antecipadamente a intensidade de emoções que eles irão experimentar durante a primeira vez que se envolvem num relacionamento sexual. A sua capacidade de lidar com emoções e fazer boas decisões continuam em desenvolvimento até eles se tornarem em jovens adultos.

Clinicamente falando, eu vejo muitos adolescentes com sintomas de ansiedade ou depressão, problemas com o consumo de substâncias ou comportamento auto-destrutivo precisamente porque eles não estavam suficientemente maduros para iniciar a vida sexual.

"Atitudes de aceitação" em relação ao comportamento sexual debaixo do tecto familiar pode reduzir o conflito entre os pais e os seus filhos, mas quanto é que isso custa em termos do bem-estar emocional dos nossos filhos?


Sem surpresa alguma, a Amy Schalet é uma feminista. Vejam o título dum dos livros que ela escreveu em 2009:
"Subjectividade, Intimidade e o Paradigma da Aquisição de Poder da Sexualidade Adolescente: O Quarto Inexplorado." Feminist Studies 35 (1), 2009.
O propósito da Amy, como feminista, não é dar poder aos adolescentes mas usá-los para o avanço da sua visão política. A sexualização da juventude leva a famílias destroçadas, que é precisamente o que o feminismo quer.

E porquê? Porque enquanto as famílias foram estruturas fortes e funcionais, as crianças mais facilmente obedeciam aos valores morais dos pais do que os do Estado. E isto é algo que irrita de sobremaneira os esquerdistas.

Por isso é que os esquerdistas se aliam aos activistas homossexuais - bem como a todos os grupos anti-família - como forma de destruir o casamento. Estes grupos querem colocar o Estado no papel de autoridade moral maior na vida dos jovens e a maneira mas directa de fazer isso é destruindo a estrutura familiar.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O silêncio esquerdista perante a homofobia islâmica

Para quem não está ainda familiarizado com os propósitos do marxismo cultural, olhando para a forma como os mesmos defendem e avançam com a agenda sodomita, seria de esperar eles se insurgissem com a violência islâmica dirigida aos homossexuais.
A comunidade gay de Tower Hamlets tornou-se no alvo dos extremistas.

Crimes homofóbicos aumentaram cerca de 80% desde 2007/2008 . . . Durante o ano passado, um grupo de 30 muçulmanos agitou um pub homossexual local - o "George and Dragon" - agredindo e abusando os clientes.

Muitos fregueses do pub disseram ao "SundayTelegraph" que já foram atacados e assediados pela juventude maometana local. Em 2008, um estudante de 20 anos - Oli Hemsley - foi deixado permanentemente paralisado depois dum ataque por parte de um grupo de jovens islamitas.

Apenas um dos agressores foi apanhado e enjaulado.

Incidentes como este revelam de forma clara as prioridades esquerdistas. Para eles, os muçulmanos são bem mais úteis para o avanço da sua agenda política do que a ínfima população homossexual.

As queixas feitas por parte dos homossexuais (e de outros grupos vítimas do ódio islâmico) normalmente são rejeitadas segundo a desculpa de não se querer ser um "islamofóbico".

Ou seja, o politicamente correcto, o multiculturalismo e a sede de manter os maometanos a votar à esquerda faz com que os líderes esquerdistas ignorem pessoas como o jovem homossexual Oli Hemsley, vítima do ódio muçulmano.

Para os esquerdistas, a ideologia está acima de tudo - mesmo acima da integridade física de grupos sociais que normalmente dão o seu apoio a partidos políticos esquerdistas. É por isso que o nominal apoio que o esquerdume dá aos homossexuais é apenas uma táctica para atacar o Cristianismo. Acabando de destruir o Cristianismo (na Europa), os esquerdistas vão-se descartar dos homossexuais.

domingo, 4 de setembro de 2011

Porque é que algumas feministas odeiam homens com barbas?

Mais uma pérola da comunidade em favor da igualdade-desde-que-as-feministas-fiquem-no-topo.

Eis a história:

Sou um homem branco universitário que usa barba. Há algum tempo tomei parte dum seminário em torno da Procrastinação (sim, Procrastinação).

No entanto, quando a mulher do seminário chegou, parecia que eu estava no seminário "O Homem Branco é Um Demónio". Descobri que ela é a responsável pelo departamento dos Estudos Femininos da minha escola.

Ele começou logo a falar de forma descontrolada sobre como as barbas simbolizam o chauvinismo e sabe-se lá mais o quê. . . . . numa seminário sobre Procrastinação... ?!!!

Bem, eu levantei-me, dei-lhe um olhar maldoso, fui-me embora e mais tarde queixei-me à escola. Fiquei surpreso quando a escola forçou-a a deixar uma mensagem no meu telefone com um pedido de desculpas e a dizer que ela estava arrependida e o que tinha dito foi inapropriado.

Mesmo assim, porquê o ódio pela barba? Não faz sentido.

Por acaso, até faz sentido. A razão mais óbvia talvez seja a incapacidade natural e normal da mulher de fazer crescer a barba. Para as feministas, tudo aquilo que ressalve as naturais distinções entre o homem e a mulher são uma forma de "opressão" e suporte do "patriarcado".

Como forma de tentar eliminar as intransponíveis linhas divisórias entre os homens e as mulheres, as feministas e os activistas homossexuais tentam destruir a identidade de género de cada um dos sexos: tentam masculinizar a mulher e efeminizar os homens.

Mas isto é contra-producente. Tudo o que isto faz é criar uma geração de pessoas com problemas psicológicos em relação à sua identidade sexual. Estes projectos feministas de forma alguma irão destruir a identidade de cada um dos géneros.

Leiam também este texto (em inglês) sobre o preconceito contra a barba.

sábado, 3 de setembro de 2011

Gloria Steinem revela o que é o feminismo

Há alguns dias atrás a HBO emitiu um documentário especial em torno da vida da feminista Gloria Steinem. O documentário, com o título Gloria: In Her Own Words, põe em destaque a revolução feminista que ela ajudou a lançar.

Para além das normais mentiras que as feministas gostam de propagandear ("o mundo é injusto para as mulheres", "ter filhos não deveria ser parte integrante da identidade das mulheres", "casar torna uma mulher numa semi-pessoa", "o aborto é um direito fundamental tal como a liberdade de expressão", "as crianças sofrem de demasiada Mãezinha"), o documentário mostrou um pouco do tipo de pensamento que invade as hostes feministas.

Quando lhe perguntaram o que é o feminismo, ela disse:

O feminismo começa duma forma bem simples. Começa por ser o instinto básico duma criança pequena que diz "isto não é justo" e "tu não mandas em mim" e acaba por ser uma cosmovisão que questiona toda a hierarquia.
De facto, o feminismo é a ideologia de quem nunca chegou a crescer. A maior parte das feministas mais conhecidas tiveram lutas em torno desta questão uma vez que muito faltou à sua idade infantil para que a mesma possa ser classificada de "normal".

A Gloria Steinem foi criada por uma mãe mentalmente instável que era incapaz de tomar conta dela.

Fui uma criança negligenciada. Eu nem pensei que eu existisse. Eu tinha receio de me tornar como a minha mãe.
Isto é muito informativo. Mas eis a parte mais importante:
E ser uma activista social pode ser uma droga que te impede que voltar atrás no tempo e olhar para ti mesma. Tentas sempre preencher este vazio.
Dito de outra forma: em vez de "preencher o vazio" de uma forma construtiva, ela determinou-se em mudar o mundo. É sempre mais fácil apontar as culpas aos outros e dizer, como ela disse nos anos 70, "Não estou maluca. O sistema é que está".

A Betty Friedan forneceu uma explicação semelhante numa edição posterior do livro The Feminine Mystique. Depois de explicar o seu ódio pela mãe, Friedan escreveu:

Foi mais fácil iniciar o movimento das mulheres do que mudar a minha vida pessoal.
De facto, adquirir uma perspectiva do movimento social mais significativo dos nossos dias nunca foi mais fácil.

Conclusão:

O movimento feminista nunca foi algo minimamente relacionado com a "igualdade". O seu propósito foi, é e sempre há-de ser, o de transformar a sociedade de modo que esta fique mais do agrado das feministas, mesmo que, devido a isso, a infelicidade feminina aumente.

O feminismo é assim, uma ideologia infantil (fundamentada numa abstracção) que contradiz a realidade empírica e toda a História do Homem.

-Fonte-

Más notícias para os ambientalistas radicais: alarmismo climático é contraproducente

Apesar das elevadas somas de dinheiro [alheio] gastas, do monopólio das instituições universitárias, da ampla publicidade difundida, os aquecimistas estão tão confiantes no não-existente aquecimento global que tentam propagar a sua mensagem através de anúncios alarmistas.

Berkeley: Mensagens alarmistas acerca do aquecimento global são contraproducentes, revela estudo.

Avisos emotivos ou alarmantes acerca do aquecimento global podem ser inconsequentes se forem apresentados de forma demasiado negativa uma vez que isso torna as pessoas menos susceptíveis de reduzir as emissões de carbono.
Eis aqui uma sugestão radical: que tal se os profetas da desgraça vivessem de acordo com a mensagem que propagam?

Ver também:

1. Grupo ambientalista enforca criança em anuncio publicitário

3. James Cameron e a hipocrisia dos ambientalistas

4. Como tratar proponentes do “aquecimento global”

5. Cientista mostra como lidar com aquecimistas

7. Ambientalismo é Religião

8. Cientista das Nações Unidas: Nunca Houve Consenso em Relação ao Aquecimento Global – Só Meia Dúzia de Gatos Pingados Acreditava Nisso

9. Cepticismo climático aumenta no Reino Unido

Cães e Raposas "Assassinam" Pinguins

O que está explícito no trecho "jornalístico" é sintomático da religião que professa a origem não-sobrenatural da vida.

A BBC exemplificou o declínio do nível jornalístico com o artigo que tinha como título "Assassínio de pinguins provoca ajuda de atiradores". Só no terceiro parágrafo é que o leitor fica a saber que os "assassinos" são..... cães e raposas.

Os corpos mutilados dos animas, conhecidos como "fairy penguins", foram encontrados num parque nacional, perto do porto de Sydney.

Os suspeitos principais são cães e raposas. Com uma altura de 40cm, o mais pequeno dos pinguins claramente não é rival para inimigos tão agressivos.

Corpos mutilados?! Assassínio?! Por mais ridículo que possa parecer, este tipo de exagero tem vindo a crescer com o tempo à medida que os ambientalistas ficam mais desesperados para passar a sua mensagem.

Isto é uma estratégia usada no processo de equivaler a morte de animais com a morte de humanos, chegando ao ponto de classificar a natural natureza predatória de cães e raposas como um "assassínio".

Isto torna-se mais alarmante quando tais palavras recebem o estatuto de manchete num órgão de informação tão influente como a BBC.

Este tipo de semântica é sintomática de quem acredita (sem evidências) que o ser humano é o resultado do mesmo processo não inteligente que gerou todas as outras formas de vida existentes na Terra. Obviamente que um cão que mata um pinguim não é um "assassino", mas tal facto parece não afectar os religiosos ambientalistas (na sua esmagadora maioria, evolucionistas). Se duvidam que o ambientalismo é uma religião, vejam esta foto:

O ser humano é distinto das outras formas de vida, e por mais que os ambientalistas e os ateus tentem baixar o estatuto único da pessoa humana, isso não vai acontecer. Matar pinguins não é assassínio porque assassínio é matar um ser humano ilegalmente, não matar um animal.

O mais irónico disto tudo é que um ambientalista evolucionista é uma posição auto-contraditória (Vêr "Pode um darwinista ser um ambientalista?").

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