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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Homem feminista acusado de assédio sexual


Empregado dum abrigo para mulheres em Las Vegas - um tal de Benedetto Vitale - foi preso por falsificação, conduta imoral e coerção sexual depois de terem emergido alegações de que ele tentou pressionar uma mulher a ter relações sexuais com ele.

Segundo informações locais, a polícia do norte de Las Vegas prendeu um homem sobre quem recaem suspeitas de ter coagido uma mulher a ter actos sexuais num local sem fins lucrativos com o nome de, ironicamente, Safe Nest. A polícia disse que a vítima teria que levar a cabo horas de serviço comunitário depois de ter sido condenada por infracções rodoviárias.

Quando a mulher de 24 anos se apresentou nas instalações, em 4208 Arcata Way, ela falou com o director da mesma, Benedetto Vitale, 59 anos, que, segundo a polícia, tentou aliciar a mulher a levar a cabo actos sexuais com ele como forma de reduzir ou eliminar as horas a que ela havia sido condenada.

A Safe Nest, tal como dito em cima, é uma agência sem fins lucrativos cujo propósito de existência é ajudar vítimas de violência doméstica. Ser feminista é um requerimento necessário para se trabalhar nestes lugares, portanto, pode-se deduzir que Vitale, apesar de ser um homem. se identificava publicamente como um.

Em alguns casos, um homem que se declara como "feminista" pode mais facilmente ter acesso a um maior número de mulheres - especialmente mulheres particularmente fragilizadas, como as que se dirigem aos abrigos.

Embora não seja um dado sobejamente conhecido, os abrigos para mulheres não estão cheios de donas de casa convencionais que vivem cheias de medo do esposo, mas sim de mulheres disfuncionais que têm dificuldade em ter a sua vida organizada. Muitas delas dependem de químicos - o que lhes fragiliza ainda mais - e têm problemas com a Lei. Estes condicionantes tornam estas mulheres naquilo que se pode qualificar de "alvos fáceis" para os predadores - especialmente lésbicas -, e os predadores tendem a gravitar em redor de ambientes ricos em presas.

Em vez de manter a ideologicamente importante, mas sobejamente irrealista, noção de que a maioria das mulheres que precisam do apoio e dos serviços dos abrigos são vítimas dos homens no geral, seria mais útil reconhecer que elas são apenas os mais disfuncionais e vulneráveis elementos do seu sexo.. Embora elas necessitem de apoio humanitário básico, os seus interesses não são atendidos quando elas são usadas como veículo de promoção da agenda política feminista.

Na verdade, em muitos casos, elas estariam mais seguras e em melhor companhia, na presença dum membro masculino da sua própria família do que nas mãos dos empregados feministas dos abrigos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mãe ofereceu as filhas na Net a pedófilo para sexo durante dois anos

Um capitão do Exército na reserva e a mãe de duas adolescentes estão a ser julgados, em Vila Nova de Gaia, por abuso sexual das menores. A mulher, desempregada, teria acordado entregar as filhas ao sexagenário para relações sexuais com as filhas, durante dois anos, a troco de apoio financeiro.

Os factos terão ocorrido entre 2006 e 2008. De acordo com a acusação, a mulher, com cerca de 40 anos, mãe de duas menores de 14 e 16 anos, estava desempregada.

Na Internet, terá conhecido o capitão do Exército na reserva, de 63 anos, morador em Espinho, quando frequentava "chats", fazendo-se passar por uma adolescente.

Mais tarde, após o ex-militar e pedófilo ter descoberto a verdadeira identidade da mulher, esta ofereceu-lhe, em contrapartida, os favores sexuais das duas filhas mediante apoio financeiro.

Segundo a imprensa diária desta quinta-feira, o capitão na reserva aceitou a proposta e, durante dois anos, passou a encontrar-se com a mulher e as duas filhas no seu automóvel. Seguiam para um local isolado e ermo onde o homem mantinha relações sexuais com as menores. Ao final de cada mês, a mulher recebia elevadas quantias em dinheiro.

Os abusos sexuais prolongaram-se até ao momento em que a adolescente mais nova contou a familiares o drama a que estavam sujeitas. Ambas as menores acabaram por ser institucionalizadas.

Fonte

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Crianças que crescem em lares desfeitos são mais susceptíveis de se tornarem vítimas de predadores sexuais. A lógica dita-nos que um governo que queira aumentar a segurança das crianças deve promover a família e fortalecer os casamentos. O que é que a esquerda militante propõe? Exactamente o contrário: divórcio fácil, aborto grátis e o ensino do homossexualismo às crianças. Ficamos com a ideia de que o seu propósito é mesmo o de destruir a sociedade ocidental, mas, como diz um amigo meu, isso devem ser "teorias da conspiração" de "conservadores fanáticos".


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Mãe orienta filha a mentir e dizer que o pai é pedófilo


Uma criança de 7 anos, cuja custódia está a ser objecto de disputa, foi ensinada pela mãe a mentir e alegar que o próprio pai é um pedófilo.

Segundo um juiz dum tribunal de alta instância, para além de inventar mentiras como forma de manchar o nome do pai da criança e ficar com a guarda da filha, a antiga jóquei Victoria Haigh, (41 anos), iniciou uma campanha contra o 100% inocente ex-parceiro David Tune.

Depois duma série de audiências privadas, Sir Nicholas Wall decidiu tornar o julgamento público devido ao facto de "alegações escandalosas" terem sido disponibilizadas ao público "através de emails e pela internet".

Sir Nicholas disse que dois juízes dum outro tribunal verificaram que o sr Tune, de 41 anos, não é um pedófilo e não havia abusado sexualmente da sua filha.

O juiz acrescente:

O primeiro juiz descobriu que as alegações de abuso sexual que foram feitas contra o pai da criança não só era falsas com também haviam sido geradas pela mãe da criança - que mais tarde causou que a menina tivesse que repeti-las.
O juiz decidiu legalmente que os nomes da srª Haigh, do sr Tunes e das autoridades locais pudessem ser identificadas por nome. No entanto, ele disse que a criança - referida no tribunal como X - não deveria ser nomeada. Ele disse:
As alegações de abuso sexual foram primeiramente feitas pela mãe e não por parte de X. Estas acusações eram falsas e a mãe sabia que elas eram falsas. X foi treinada pela mãe a fazer alegações de abuso sexual por parte do pai.

Este procedimento teve consequências sérias na vida do pai e ameaçou a estabilidade da filha.

As acções da mãe foram totalmente contrárias aos interesses da criança.

Claro que foram. As feministas só se preocupam consigo mesmas, mesmo que para isso tenham que causar danos irreparáveis em vidas inocentes (principalmente danos mortais em vidas intra-uterinas).
O pai tem o direito de dizer ao mundo - e o mundo tem o direito de saber - que ele não é um pedófilo, que ele não abusou sexualmente da sua filha e que as alegações feitas contra ele são falsas.

Ajuda política.

O tribunal ouviu como a senhora Haigh foi incapaz de produzir a mais pequena das evidências em favor das suas alegações e que em vez disse obteve ajuda por parte de jornais e políticas esquerdistas. A srª Haigh, que agora treina cavalos, não só teve o suporte do colunista do Daily Telegrah Christopher Booker, como viu o político trabalhista (esquerdista)
John Hemming a trazer o assunto para discussão no Parlamento inglês.

Ela foi descrita como alguém que foi "vítima duma séria injustiça" e alguém que teve que "fugir" para a Irlanda para dar à luz um segundo filho.

Enquanto isso, os ataques online ao sr Tune continuaram.

O juiz Sir Nicholas continuou e disse que, ao repetir das mentiras, ela atacou a boa fé de todos os profissionais que tiveram contacto com o caso. Devido a isto, ele proibiu a srª Haigh de fazer qualquer tipo de aplicação em relação à filha sem a sua autorização durante dois anos.


Felizmente o caso do sr Tunes foi julgado por um juiz não imerso nas mentiras feministas, porque se
esse fosse o caso, o pobre coitado não só seria lançado na prisão devido às mentiras da estúpida da Victoria Haigh, como dificilmente voltaria a ver a filha nos próximos anos.

Que tipo de respeito é que merece uma mulher assim? Como é que os homens não se vão sentir enervados e injustiçados com a influência que este tipo de mulheres têm sobre o sistema legal (e político) se elas podem com isso destruir por completo a reputação dum homem sério? Mesmo que não tivessem poder político ou mediático: usar uma criança para lançar alegações falsas sobre um homem inocente está errado.

Já não bastava o sistema legal ocidental ser anti-homem (vejam este site) para ainda termos que lidar com jornalistas e políticos marxistas?

Vejam a frieza e o calculismo desta feminista ao chegar ao ponto de inventar histórias sexuais sobre a própria filha e o ex-parceiro como forma de obter a custódia da mesma. Que mãe é que faz uma coisa destas? Qual é o juiz que daria a custódia a uma mulher assim?

Outra coisa importante a perguntar: e os homens que não conseguiram provar a sua inocência? Veja-se o ridículo: graças ao feminismo, os homens são obrigados a provar a inocência quando os sistemas legais modernos e ocidentais foram construídos de forma a que as pessoas fossem consideradas inocentes até prova em contrário. Agora, graças ao feminismo, os homens são culpados até prova em contrário.


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