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quinta-feira, 8 de março de 2012

Feminista Maria Helena Santos: Matar bebés é um direito da mulher

Uma das tácticas bem sucedidas do movimento revolucionário consiste em inverter o enquadramento duma discussão de modo a que resistência a ela seja catalogada de "privação de direitos".

Por exemplo, os activistas homossexuais alegam que os seus "direitos" estão a ser limitados quando lhes é proibido trazer para o seio da sua confusão sexual crianças inocentes ("adopção" homossexual). Mas isso é falso porque o "direito" homossexual de adoptar crianças é uma engenharia social recente.

O mesmo com o "casamento" homossexual; isso não é uma "violação dos direitos" dos homossexuais uma vez que nenhuma sociedade da história humana alguma vez colocou o "casamento" homossexual ao mesmo nível do casamento natural.

Através do blogue feminazista "Feministas sem Fronteiras" ficamos a saber que existe um "direito" a abortar.

Passam já 5 anos desde que, no referendo de dia 11 de Fevereiro, o «Sim» ganhou e se despenalizou a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).
O "Sim" ao esquartejamento de bebés ganhou . . . . entre os menos de 50% das pessoas que foram votar.
Mas ainda há hospitais que se negam a realizar a IVG, como o Fernanda Fonseca (Amadora-Sintra), São Francisco Xavier, Évora, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Torres Vedras.
Obviamente. Nem todas as pessoas são obrigadas a pactuar com prácticas com as quais estejam em desacordo. Aparentemente a Helena Santos não confere liberdade de consciência a quem discorde com a matança de seres humanos.
Ainda há entraves burocráticos nos centros de saúde, por exemplo, no encaminhamento para as consultas prévias. Durante este processo, por vezes, o pequeno prazo estipulado de 10 semanas é ultrapassado e as mulheres vêem negado o seu direito à IVG e são arredadas para o espaço da punição e da clandestinidade.
Oh, que horror!

Passadas que estão as 10 semanas que a lei não constitucional permite que um ser humano seja morto, a mulher, desesperada e sem nenhuma alternativa não aborcionista, vê-se "forçada" a recorrer à clandestinidade como forma de esquartejar o seu próprio filho.

Claro que a mulher tem SEMPRE outra alternativa.

Mas esta alternativa não vale. O que a Maria Helena Santos realmente quer é isto:

A infanticida acrescenta ainda:
Os direitos não podem ter prazos de validade e nós não queremos continuar a ser cidadãs de segunda, vendo as nossas vidas decididas pelo Estado ou por qualquer cardeal.
Esses "direitos" expiram passados que estão 24 horas? O que é que muda entre as 9 semanas, 6 dias, 23 horas , 59 minutos e 59 segundos para as 10 semanas? O ser humano que se encontra no ventre é o mesmo. Se se pode matar às 9 semanas, porque não às 11 semanas?

Curioso que a Helena não queira ser "cidadã de segunda" por não poder matar o bebé que está a ser gerado no útero, mas o bebé em si já pode ser cidadão de segunda ao ver-lhe negado o direito de viver - direito que a Helena teve mas que não quer que outros tenham.

É a Helena e a sua tribo de feminazistas quem decide quem deve viver e quem deve morrer.Outra coisa que convém notar é que o Estado já decide sobre a vida de outros. Se assim não fosse, o Estado nojento não estaria a usar dinheiro público para esquartejar bebés.

a prevenção faz-se através do planeamento familiar gratuito e universal e de uma educação sexual alargada à sociedade.
Pura estupidez. Não há a mínima evidência de que a "educação sexual" esquerdista reduza o aborto. Pelo contrário, quanto mais "educação sexual" é fornecida, mais abortos ocorrem.

Claro que se a Helena realmente quisesse diminuir os abortos (que faz tanto sentido como "diminuir a escravatura" ; isto são coisas que tem que ser terminadas e não "diminuídas"), ela seria a favor da sua ilegalização visto que a legalização apenas aumentou com a morte de bebés através do aborto.

A Helena não quer diminuir com os abortos: ela quer aumentar os mesmos. É por isso que ela quer que mais hospitais levem a cabo essa práctica mortífera, mesmo que isso viole a sua consciência moral. O importante é matar bebés.

A crise não pode ser uma desculpa para taxar direitos nem para os retirar.
Matar bebés não é um "direito".
Não podemos deixar em mãos alheias o destino que queremos dar ao nosso corpo e à nossa vida.
Mas pode-se deixar em mãos alheias o destino que se quer dar ao corpo do bebé e à sua vida.
O bebé não faz parte do corpo da mulher. Isso é um facto. O bebé está dentro do corpo da mulher.

Falar em "destino que queremos dar ao nosso corpo" é uma mentira descarada visto que se o bebé pode ser morto por se encontrar no útero materno, então eu posso matar impunemente quem quer que se encontre na minha casa. "Minha casa, minha decisão".

A lei do aborto tem de ser uma lei que nos sirva, a nós mulheres
Típico egoísmo feminista. Essa lei tem que servir às mulheres feministas, mesmo que isso envolva matar bebés inocentes. A sociedade tem que se curvar perante as exigências feministas sob pena de ser qualificada de "machista".
e não uma que sirva apenas os interesses económicos, impondo modelos éticos, de família, de maternidade.
Não se pode impôr "modelos éticos, de família, de maternidade" às aborcionistas, mas elas podem matar a vida que se encontra no seu útero. Faz sentido.

Por isso, no dia 8 de Março, afirmamos a nossa posição e dizemos:
«O aborto é um direito.»

Traz um papel/cartaz com esta frase e aparece 5ª-feira, dia 8 de Março, às 18:30h, para participar num Flash Mob, em frente à residência oficial do 1º Ministro.
Eis aqui a minha sugestão de cartazes que as feminazistas aborcionistas podem levar:


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Feminista: "Aconselho-o que morra!!"

Escrevendo no blogue "Feministas sem Fronteiras" a Maria Helena Santos alega:
A igualdade entre homens e mulheres é importante em termos de desenvolvimento!
A isto eu perguntei de que forma é que o homem e a mulher são iguais. Ela respondeu conforme está a negrito:
Quando falamos de igualdade entre homens e mulheres, estamos a falar de igualdade de oportunidades e de direitos (como, aliás, já está inscrito na Constituição), e não em termos físicos.

[Eu] Mas a noção da igualdade de oportunidades e direitos é baseadas em quê?

Ou seja, o que está em causa não é tornar as pessoas iguais (no sentido de semelhantes, ou não diferentes), mas acabar com a hierarquia que existe entre elas na sociedade.

Se calhar a hierarquia existe porque os homens são biologicamente distintos das mulheres? Por exemplo, num cenário de guerra, é normal e louvável os homens sacrificarem-se pelas mulheres. É esse tipo de hierarquia que a Maria Helena quer mudar?

Embora muito caminho já tenha sido percorrido no sentido da igualdade de género nos últimos anos

Voltamos ao mesmo; porque é que deveria haver "igualdade de géneros" se os "géneros" não são iguais? Repare que a Maria Helena aludiu aos "géneros".

(ex: as mulheres já podem votar e ser eleitas, etc.), continua a haver desigualdade.

Sim, continua a haver muita desigualdade. Por exemplo, em caso de divórcio é SEMPRE o homem que tem que pagar à mulher, e não o reverso. Semelhantemente, em caso de divórcio as mulheres quase sempre ficam com as crianças, mesmo que o pai tenha melhores condições financeiras. Onde está a igualdade nisto?

Pior, esta desigualdade é assimétrica, ou seja, há uma hierarquia que teima em persistir, sendo as mulheres geralmente dominadas pelos homens.

Existe hierarquia laboral porque os homens em regra investem mais na carreira do que as mulheres. As mulheres, quando começam a ter filhos, voluntariamente escolhem dedicar mais tempo aos filhos (vêr este link).

Além disso, as mulheres preferem ser lideradas por homens (vêr este link) do que por outras mulheres. Portanto a hierarquia que existe muitas vezes é 1) funcional e 2) do agrado das mulheres.

É isso que é preciso combater, porque todas/os temos a ganhar.

Não, nós não temos nada a ganhar com a destruição da ordem e da organização da sociedade ocidental só para o agrado duma minoria de mulheres feministas. A esmagadora maioria das mulheres está perfeitamente satisfeita com a hierarquia existente, e elas ESCOLHEM ficar sob a autoridade dos homens.

Não há uma única sociedade funcional onde haja "igualdade" entre homens e mulheres pelo simples facto de que as mulheres e os homens são distintos (mas complementares).

Enquanto as feministas não se mentalizarem que a biologia determina a hierarquia, elas vão continuar a lutar contra moinhos de vento e viver uma vida sem propósito.

...........

Depois desta troca de palavras outra feminista fez um comentário bastante ignorante mas revelador:

Percebo que queira ferozmente a continuação da ordem patriarcal.
Se por "ordem patriarcal" a feminista quer dizer "a ordem que sempre existiu em todas as sociedades funcionais desde o princípio da História da Humanidade", então evidentemente que sim. Eu e todas as pessoas que queiram o bem da sociedade (incluindo a maior parte das mulheres) desejam a ordem na sociedade. Ou será que a feminista tem alguma alternativa?
Percebo que se enfureça quando nós a denunciamos.
Percebe mesmo? Acho que não. Acho que a feminista coloca os interesses feministas acima da funcionalidade social.
Percebo que diga que a biologia determina a hierarquia.
A biologia determina muita da hierarquia existente. Por isso é que os homens é que fazem um certo tipo de trabalho (mineiros, etc) e as mulheres não.
Percebo muito bem tudo o que defende que é o status quo da ordem masculina.
Da ordem social, tal como manifesta na História da humanidade? Sim, claro. Tem alguma alternativa?
Sabe que há homens que defendem a igualdade entre géneros?
Irrelevante. Sabe que há mulheres que defendem a desigualdade dos sexos?
Sabe que há homens e mulheres que partilham tarefas em casa e que estão ao lado um do outro na vida?
O feminismo não exige igualdade dentro de casa mas igualdade em todo o sítio (excepto nas minas e nos testes físicos para a admissão dum certo tipo de emprego). Como tal, a crítica que eu faço é em relação aos planos malignos que as feminazis têm para a sociedade.
Sabe que há mulheres a chefiar? Sabe que nós lutamos e continuaremos a lutar para que os pais do sexo masculino tenham direito, em pé de igualdade com as mães do sexo feminino, de guarda dos filhos?
Boa. Onde estão essas iniciativas que visam a que a descriminação contra os pais termine?
Sabe que muitos homens conquistaram já o direito de exprimirem as suas emoções?
Antes do feminismo chegar, os homens não tinham o direito a "exprimirem as suas emoções"? Quando é que esta "conquista" aconteceu?
Por último sabe que a especificidade humana reside na modelação cultural daquilo que é biológico e que daí resultaram a linguagem articulada, a arte, as normas, as convenções?
Irrelevante. Ninguém disse que a cultura não influencia o nosso comportamento. O que eu digo é que a vossa ridícula busca pela "igualdade entre os sexos" é uma estupidez porque..... os sexos não são iguais.

Se vocês feministas lutam pela "igualdade", primeiro têm que mostrar onde há essa igualdade e depois dizer como é que essa suposta "igualdade" vos dá o direito de subverter as instituições que servem de suporte à sociedade.

Se não acredita na modelação cultural, então páre de escrever e comece a dar urros, saia do seu trabalho e vá para a selva caçar para os seus filhos e vá com uma pele de animal sobre a pele.
Como eu sei que a cultura pode (e deve) melhorar, então não preciso de fazer nada disto.
E arranque o material com que alguns dos seus dentes foram tratados pelo dentista, uma vez que pelas leis da biologia eses dentes já teria caído? E já agora aconselho-o a que morra pois negando a cultura (em sentido global) nega as vacinas que os seus pais lhe deram quando era pequenino.
Ou seja, ou eu me deixo morrer ou aceito a noção de "igualdade" que as feministas querem impôr à sociedade. Brilhante.

Mas ainda bem que fala em eu parar de escrever no computador, parar de tratar dos dentes e parar de usar a medicina.

O computador, a ciência dentífrica e a medicina foram invenções do patriarcado. Se calhar quem deveria deixar de usar essas coisas é você? Se você não gosta do patriarcado, não acha um bocado hipócrita desfrutar dos benefícios do mesmo?

Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que feministas coerentes não existem.

sábado, 2 de julho de 2011

Maria Helena Santos e o rescaldo da marcha das vadias

A marcha das galdérias já lá vai, mas os resquícios da mesma continua, qual comichão nos braços depois de sermos picados por melgas.

Para além de se auto-identificarem como vadias/galdérias, as feministas por trás deste triste exemplo de non-sequitur fazem questão de mostrar ao mundo que não entenderam patavina do que o bom polícia canadiano quis dizer. Para além disso, elas não entendem que o que é não é mudado por aquilo que nós gostaríamos que fosse.

A vadia Maria Helena Santos alegremente diz:

Eu gostei muito de ter participado na SlutWalk de Lisboa e gostei mais ainda de ver que muita gente aderiu a esta luta pelo fim do machismo!
Primeiro, definições:
Machismo:

1. ideologia que defende a supremacia do macho
2. atitude de dominação do homem em relação à mulher baseada na não aceitação da igualdade de direitos

Foi por isto que a vadia Maria Helena Santos "participou" nas marcha das galdérias? Mais valia ter ficado em casa. Onde é que o polícia defendeu a supremacia do macho, ou a usurpação dos direitos e deveres das mulheres? Como ninguém defendeu isso (e as marchas das vadias foram feitas em jeito de resposta a algo) podemos concluir que a "resposta" responde ao que não foi perguntado nem alegado.

Admito que teve mais sucesso do que aquilo que eu esperava, pois sei que ainda são muitas as resistências aos feminismos e ainda mais ao feminismo dito radical.
E com boas razões uma vez que o feminismo prejudica a sociedade, principalmente as mulheres e os bebés intra-uterinos.
Obviamente foram várias as razões que nos levaram à Marcha no sábado.
Estamos ansiosamente à espera de algum motivo válido e existente para fazer uma marcha como forma de protesto contra a sociedade quando o que as feministas alegam não é defendido pela sociedade.
Por mim, não é preciso recuar muito na história para dar alguns exemplos, basta-me recordar 2 ou 3 sentenças muito recentes:

- Psiquiatra absolvido de violação de paciente grávida - Sociedade.

A sociedade não tem culpa daquilo que os tribunais fizeram. A sociedade em larga escala colocou-se do lado da pobre mulher pelo que ela passou durante a violação e pelo facto da "justiça" não ter feito justiça.

Usar um exemplo onde o que falhou foram os tribunais como forma de atacar a sociedade no seu todo é perfeitamente ridículo. É o mesmo que o carteiro entregar as minhas cartas no andar errado e eu criticar o homem da mercearia por isso. Sim ambos fazem parte da sociedade, mas é ilógico eu queixar-me contra um segmento da sociedade quando o culpado pertence a outro segmento da mesma sociedade.

- Treze meses de prisão, com pena suspensa, homem que desde 1969 batia na mulher.
Mais um exemplo onde a justiça falhou. Mais uma vez, a sociedade está do lado da mulher ao exigir uma pena legal que esteja de acordo com o crime.
3º - o caso Strauss-Kahn - Nesta fase, alguém acredita que o Strauss-Kahn vai ser condenado e preso? Talvez! A verdade é que nunca se sabe quando é que a Justiça decide mostrar que funciona, dando um exemplo.
Exacto. A JUSTIÇA e não a SOCIEDADE.

Repito isto para que as vadias entendam: a sociedade não tem culpa dos erros dos tribunais. Se vocês querem desculpa para se vestirem como prostitutas, arranjem outra porque estas não colam. Todos os três exemplos são instâncias onde a justiça falhou. Porque é que as galdérias marcham contra a "sociedade" quando a sociedade está do lado das mulheres em todos esses casos?

Exemplos como os 3 que destaquei mostram bem como é triste e pouco justa a realidade!
Sim, é injusto o que os tribunais fizeram. Como forma de mostrarmos o nosso descontentamento, 'bora lá vestir roupas 3 números mais abaixo e apontar o dedo à sociedade, embora a sociedade não tenha culpa nenhuma dos erros dos tribunais!
O comentário do polícia de Toronto foi a gota de água!
Para quem chegou ao planeta Terra na semana passada, o que o polícia disse foi, essencialmente, "tenham cuidado com o que vestem com forma de evitarem serem vítimas". Para qualquer pessoa normal isto é um bom conselho. Mas não para as galdérias.

No mundo das galdérias, dizer "toma cuidado para não atraíres criminosos" significa "Não tens o direito nenhum de decidir o que vestir, nem hoje, nem amanhã nem nunca!!! E se fores violada, a culpa é 1000000% tua. O homem não tem culpa nenhuma!!".

Por isso decidi participar.
Deveria ter ficado em casa.
Obviamente, ao contrário do que um blogueiro afirmou nos postes anteriores,
Esse "outro blogueiro" deve ser o infame dono deste blogue.

Vejam a idiotice das vadias neste postal e tomem especial atenção às palavras do "vadio" Daniel Cardoso.

nesta marcha, nós não nos dirigimos somente aos violadores (e por mim falo), porque isso seria utópico.
Bolas, mas é a eles que vocês se deveriam dirigir porque são eles que usam da sua força para tomar de vós algo que vocês preferem dar com o vosso consentimento. O resto dos homens da sociedade não está minimamente interessado em violar vadias (ou qualquer outra mulher).
Nós dirigimo-nos a toda a sociedade (homens, mulheres... ): queremos o fim do MACHISMO. Será ainda mais utópico?
Dirigem-se a mulheres e querem o fim do machismo? É culpa das mulheres que há machismo? Porque é que se dirigem a toda a sociedade se a sociedade 1) não defende a supremacia do macho e 2) defende a igualdade de direitos E DEVERES entre os homens e as mulheres?

Este tipo de marcha faria sentido num país como o Irão ou a Arábia Saudita, mas não creio que as galdérias queiram passar por lá usando as roupas das irmãs mais novas.

Conheço, pelo menos, um exemplo de uma mulher que foi à marcha (organizada por um grupo de pessoas com muito esforço) e tirou várias fotografias para depois as colocar na Internet (sem autorização das pessoas) e se divertir a comentá-las com os/as amigos. Acreditam?!
Oh não! Uma mulher tomou a livre decisão para agir de acordo com aquilo que ela acha melhor, e livremente decidiu pôr essas imagens na internet. Isto está errado porque.....porque......ora, porque ela é uma mulher e as mulheres não podem atacar outras mulheres!

Então as vadias marcham na praça pública, e esperam autorização por parte do público para publicar fotos públicas nos seus blogues pessoais? Não, não há utopia nenhuma aí.

Como eu já disse aqui, eu prefiro manifestar-me e lutar por aquilo em que acredito de forma pacífica e limpa. Uma das minhas lutas é a igualdade de género,
Mas o homem e a mulher não são iguais. Uma das diferenças mais óbvias é a capacidade única da mulher de gerar nova vida dentro de si . O homem não tem esta capacidade, portanto lutar por uma igualdade que não existe é ridículo. Há muitas outras diferenças, mas essa é a mais óbvia.

Sabendo o quão "lógico" é o pensamento das feministas, deixem-me dizer que o facto do homem ser diferente da mulher não implica que um seja melhor que o outro. O homem e a mulher são complementares e não iguais. Ambos tem direitos humanos iguais pelo simples facto de serem humanos, mas um tem funções, capacidades e inclinações distintas do outro.

porque acredito que homens e mulheres têm os mesmos direitos e os mesmo deveres e que a sociedade mais igualitária será melhor para todos/as.
Mas então foi por isso que a a vadia Maria foi mostrar o pernil em Lisboa? Que perda de tempo.
Que isto chateia alguns homens não é de admirar
O que chateia a maior parte dos homens não só é receber o mesmo tratamento que os violadores, mas também o mesmo tratamento dado a juízes corruptos e/ou desconhecedores da lei.
mas ver mulheres a chacotear sobre o trabalho das/os outros é, no mínimo, triste!
As mulheres são livres de estarem em desacordo com as galdérias. Pelos vistos a vadia Maria acha que todas as mulheres pensam como ela.
É caso para dizer “o que tu merecias sei eu”!
Não sabemos o que a vadia Maria acha que as não-vadias merecem, mas não parece ser coisa boa. Será isso uma ameaça ou um desejo dirigido às mulheres que são contra as vadias?

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