Mostrar mensagens com a etiqueta Galdérias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Galdérias. Mostrar todas as mensagens

sábado, 2 de julho de 2011

A loucura das vadias

O evento da "marcha das vadias" começou como um protesto aos comentários feito pelo policial Michael Sanguinetti. Dirigindo-se a um grupo de estudantes em Toronto em Janeiro passado, ele prudentemente afirmou:

Sabes, acho que estamos a divagar sem sentido. Disseram-me para não dizer isto, mas as mulheres têm que evitar vestirem-se como vadias de forma a não serem vitimadas.
Devido à pressão feminista, Sanguinetti pediu desculpa pelas suas palavras, e foi submetido a "re-educação" por parte dos seus superiores. No entanto, as feministas não ficaram contentes.

De alguma forma ainda desconhecida pela humanidade, as feministas deduziram das palavras sábias do policial que há na sociedade uma atmosfera que suporta a noção de que os violadores não são responsáveis pelos crimes de violência sexual contras as mulheres. As galdérias organizadoras da "slutwalk" alegam que a exploração sexual está sempre errada mesmo quando as mulheres se vestem de forma menos modesta.

(Com esta frase as galdérias organizadoras demonstraram que o propósito da frase do policial lhes passou ao lado.)

Para ressalvar este ponto, as galdérias feministas que participavam nas marchas exibiam estandartes que diziam coisas como "A saia não é desculpa para a violação" e "Não nos digam o que vestir; digam aos homens para não nos violarem".

De volta à realidade.

Antes de se prosseguir, é importante frisar algumas coisas. Para começar, Sanguinetti nunca sugeriu que os homens que levam a cabo actos de violência contra as mulheres não são responsáveis pela agressão se a mulher em causa estiver vestida como uma vadia. Se as feministas acham que sim, então elas têm que mostrar evidências para tal.

Isto é apenas um argumento-palha a mascarar as questões importantes em jogo. Todas as pessoas concordam que os criminosos são responsáveis; a questão é se a mulher partilha alguma da responsabilidade quando a forma que ela se veste em público transmite a mensagem de que ela está sexualmente disponível.

As galdérias participantes das "slutwalk" negam que a mulher tenha culpa alguma. Como crianças, culpam os outros por tudo. Para ressalvar o ponto de que os homens são 100% responsáveis pelos crimes de violência sexual, as galdérias feministas que participam dos eventos vestem-se intencionalmente de forma exibicionista.

A organizadora do evento em Cardiff alegou que as galdérias mulheres precisam de afirmar o seu "direito" de se vestirem de forma sexualmente agressiva sem temer repercussões. É degradante para as mulheres, dizem as galdérias feministas, afirmar que as raparigas possuem alguma da responsabilidade pela agressão quando elas se vestem como vadias.

Em todas as áreas da justiça criminal é dito que as pessoas podem tomar medidas para evitar o crime. Dizer que os donos de estabelecimentos comerciais deveriam trancar as portas das suas lojas à noite não é degradante para o dono, e nem absolve os ladrões da responsabilidade.

Paralelamente, dizer que é prudente saber da história pessoal dos envolvidos em eventos que envolvam crianças não é degradante para as crianças e nem absolve os pedófilos da sua responsabilidade.

Do mesmo modo, dizer que as mulheres podem reduzir as probabilidades de serem vítimas de violação se se vestirem de forma apropriada (isto é, que não passe a mensagem de que estão sexualmente disponíveis) não é "degradante" para as mulheres e nem retira a culpa dos ombros do violador.

Isto é um falso dilema criado pelas galdérias feministas, mas qualquer pessoal racional pode vêr como esta linha de "pensamento" é deficiente.

Fonte

Maria Helena Santos e o rescaldo da marcha das vadias

A marcha das galdérias já lá vai, mas os resquícios da mesma continua, qual comichão nos braços depois de sermos picados por melgas.

Para além de se auto-identificarem como vadias/galdérias, as feministas por trás deste triste exemplo de non-sequitur fazem questão de mostrar ao mundo que não entenderam patavina do que o bom polícia canadiano quis dizer. Para além disso, elas não entendem que o que é não é mudado por aquilo que nós gostaríamos que fosse.

A vadia Maria Helena Santos alegremente diz:

Eu gostei muito de ter participado na SlutWalk de Lisboa e gostei mais ainda de ver que muita gente aderiu a esta luta pelo fim do machismo!
Primeiro, definições:
Machismo:

1. ideologia que defende a supremacia do macho
2. atitude de dominação do homem em relação à mulher baseada na não aceitação da igualdade de direitos

Foi por isto que a vadia Maria Helena Santos "participou" nas marcha das galdérias? Mais valia ter ficado em casa. Onde é que o polícia defendeu a supremacia do macho, ou a usurpação dos direitos e deveres das mulheres? Como ninguém defendeu isso (e as marchas das vadias foram feitas em jeito de resposta a algo) podemos concluir que a "resposta" responde ao que não foi perguntado nem alegado.

Admito que teve mais sucesso do que aquilo que eu esperava, pois sei que ainda são muitas as resistências aos feminismos e ainda mais ao feminismo dito radical.
E com boas razões uma vez que o feminismo prejudica a sociedade, principalmente as mulheres e os bebés intra-uterinos.
Obviamente foram várias as razões que nos levaram à Marcha no sábado.
Estamos ansiosamente à espera de algum motivo válido e existente para fazer uma marcha como forma de protesto contra a sociedade quando o que as feministas alegam não é defendido pela sociedade.
Por mim, não é preciso recuar muito na história para dar alguns exemplos, basta-me recordar 2 ou 3 sentenças muito recentes:

- Psiquiatra absolvido de violação de paciente grávida - Sociedade.

A sociedade não tem culpa daquilo que os tribunais fizeram. A sociedade em larga escala colocou-se do lado da pobre mulher pelo que ela passou durante a violação e pelo facto da "justiça" não ter feito justiça.

Usar um exemplo onde o que falhou foram os tribunais como forma de atacar a sociedade no seu todo é perfeitamente ridículo. É o mesmo que o carteiro entregar as minhas cartas no andar errado e eu criticar o homem da mercearia por isso. Sim ambos fazem parte da sociedade, mas é ilógico eu queixar-me contra um segmento da sociedade quando o culpado pertence a outro segmento da mesma sociedade.

- Treze meses de prisão, com pena suspensa, homem que desde 1969 batia na mulher.
Mais um exemplo onde a justiça falhou. Mais uma vez, a sociedade está do lado da mulher ao exigir uma pena legal que esteja de acordo com o crime.
3º - o caso Strauss-Kahn - Nesta fase, alguém acredita que o Strauss-Kahn vai ser condenado e preso? Talvez! A verdade é que nunca se sabe quando é que a Justiça decide mostrar que funciona, dando um exemplo.
Exacto. A JUSTIÇA e não a SOCIEDADE.

Repito isto para que as vadias entendam: a sociedade não tem culpa dos erros dos tribunais. Se vocês querem desculpa para se vestirem como prostitutas, arranjem outra porque estas não colam. Todos os três exemplos são instâncias onde a justiça falhou. Porque é que as galdérias marcham contra a "sociedade" quando a sociedade está do lado das mulheres em todos esses casos?

Exemplos como os 3 que destaquei mostram bem como é triste e pouco justa a realidade!
Sim, é injusto o que os tribunais fizeram. Como forma de mostrarmos o nosso descontentamento, 'bora lá vestir roupas 3 números mais abaixo e apontar o dedo à sociedade, embora a sociedade não tenha culpa nenhuma dos erros dos tribunais!
O comentário do polícia de Toronto foi a gota de água!
Para quem chegou ao planeta Terra na semana passada, o que o polícia disse foi, essencialmente, "tenham cuidado com o que vestem com forma de evitarem serem vítimas". Para qualquer pessoa normal isto é um bom conselho. Mas não para as galdérias.

No mundo das galdérias, dizer "toma cuidado para não atraíres criminosos" significa "Não tens o direito nenhum de decidir o que vestir, nem hoje, nem amanhã nem nunca!!! E se fores violada, a culpa é 1000000% tua. O homem não tem culpa nenhuma!!".

Por isso decidi participar.
Deveria ter ficado em casa.
Obviamente, ao contrário do que um blogueiro afirmou nos postes anteriores,
Esse "outro blogueiro" deve ser o infame dono deste blogue.

Vejam a idiotice das vadias neste postal e tomem especial atenção às palavras do "vadio" Daniel Cardoso.

nesta marcha, nós não nos dirigimos somente aos violadores (e por mim falo), porque isso seria utópico.
Bolas, mas é a eles que vocês se deveriam dirigir porque são eles que usam da sua força para tomar de vós algo que vocês preferem dar com o vosso consentimento. O resto dos homens da sociedade não está minimamente interessado em violar vadias (ou qualquer outra mulher).
Nós dirigimo-nos a toda a sociedade (homens, mulheres... ): queremos o fim do MACHISMO. Será ainda mais utópico?
Dirigem-se a mulheres e querem o fim do machismo? É culpa das mulheres que há machismo? Porque é que se dirigem a toda a sociedade se a sociedade 1) não defende a supremacia do macho e 2) defende a igualdade de direitos E DEVERES entre os homens e as mulheres?

Este tipo de marcha faria sentido num país como o Irão ou a Arábia Saudita, mas não creio que as galdérias queiram passar por lá usando as roupas das irmãs mais novas.

Conheço, pelo menos, um exemplo de uma mulher que foi à marcha (organizada por um grupo de pessoas com muito esforço) e tirou várias fotografias para depois as colocar na Internet (sem autorização das pessoas) e se divertir a comentá-las com os/as amigos. Acreditam?!
Oh não! Uma mulher tomou a livre decisão para agir de acordo com aquilo que ela acha melhor, e livremente decidiu pôr essas imagens na internet. Isto está errado porque.....porque......ora, porque ela é uma mulher e as mulheres não podem atacar outras mulheres!

Então as vadias marcham na praça pública, e esperam autorização por parte do público para publicar fotos públicas nos seus blogues pessoais? Não, não há utopia nenhuma aí.

Como eu já disse aqui, eu prefiro manifestar-me e lutar por aquilo em que acredito de forma pacífica e limpa. Uma das minhas lutas é a igualdade de género,
Mas o homem e a mulher não são iguais. Uma das diferenças mais óbvias é a capacidade única da mulher de gerar nova vida dentro de si . O homem não tem esta capacidade, portanto lutar por uma igualdade que não existe é ridículo. Há muitas outras diferenças, mas essa é a mais óbvia.

Sabendo o quão "lógico" é o pensamento das feministas, deixem-me dizer que o facto do homem ser diferente da mulher não implica que um seja melhor que o outro. O homem e a mulher são complementares e não iguais. Ambos tem direitos humanos iguais pelo simples facto de serem humanos, mas um tem funções, capacidades e inclinações distintas do outro.

porque acredito que homens e mulheres têm os mesmos direitos e os mesmo deveres e que a sociedade mais igualitária será melhor para todos/as.
Mas então foi por isso que a a vadia Maria foi mostrar o pernil em Lisboa? Que perda de tempo.
Que isto chateia alguns homens não é de admirar
O que chateia a maior parte dos homens não só é receber o mesmo tratamento que os violadores, mas também o mesmo tratamento dado a juízes corruptos e/ou desconhecedores da lei.
mas ver mulheres a chacotear sobre o trabalho das/os outros é, no mínimo, triste!
As mulheres são livres de estarem em desacordo com as galdérias. Pelos vistos a vadia Maria acha que todas as mulheres pensam como ela.
É caso para dizer “o que tu merecias sei eu”!
Não sabemos o que a vadia Maria acha que as não-vadias merecem, mas não parece ser coisa boa. Será isso uma ameaça ou um desejo dirigido às mulheres que são contra as vadias?

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT